Rocha gigante pode atingir o planeta Terra em 2017

A rocha gigante deve criar um impacto quando chegar ao planeta, em 2017. (Foto: Reprodução/DailyStar) Segundo o astronômo do Observatório McDonald, da Universidade do Texas, Judit Györgyey-Ries, um asteroide  pode estar próximo de atingir o planeta Terra.

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Segundo o especialista, a rocha deve criar um grande impacto quando chegar ao planeta, por volta do mês de outubro de 2017. “Nós poderíamos ver um rajada de ar e muitas janelas quebradas talvez, dependendo de onde o asteroide bater”, disse Györgyey-Ries.

Cientistas estimam que o asteroide 2012 TC4 teria 40 metros de diâmetro e poderia causar mais caos do que o incidente que hospitalizou mais de 1.200 pessoas na Rússia, em fevereiro de 2013.

(DOL com informações do portal R7)

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Começam alertas de fim da TV analógica

(Foto: Reprodução) O desligamento da TV analógica e o início da transmissão exclusiva dos canais de TV aberta no modelo digital começam em novembro.

Inicialmente, apenas a cidade de Rio Verde (GO) será afetada. Ela foi a escolhida pelo governo federal como piloto para a alteração.

O cronograma fixado pelo Ministério das Comunicações prevê que o processo ocorrerá gradualmente entre 2016 e 2018 em todo país.

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De abril a novembro de 2016, por exemplo, capitais como Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Goiânia e Rio entrarão na lista -nessa ordem.

A partir de hoje, moradores das cidades que estão nesse primeiro bloco, que compreende o Distrito Federal e outras 11 cidades do interior goiano e mineiro, começarão a ser alertados sobre a mudança.

A intenção da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) é que os alertas iniciem sempre com uma antecedência de 12 meses, dando tempo para adaptação dos aparelhos pelas famílias.

O aviso ocorrerá durante a transmissão da programação da TV. Uma letra “A” aparecerá na tela quando o canal estiver sendo transmitido com a tecnologia analógica.

Na parte inferior do televisor, um texto dirá que aquela programação estará disponível apenas em formato digital a partir de determinada data.

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INCLUSÃO CONVERSOR

Para assistir aos canais na tecnologia digital, os televisores antigos terão de ser ligados a um conversor digital ou trocados por aparelhos mais modernos.

Segundo regras estabelecidas pela agência reguladora, a troca do modelo só será autorizada, em cada município, quando mais de 93% das residências tiverem captando o sinal com a nova tecnologia.

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DOL

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Reduzir emissões não dependerá apenas da Amazônia, diz pesquisador do Inpe

“A Amazônia reduziu seu papel na assimilação de dióxido de carbono e isso pode implicar na sua perda como mitigadora global”, diz Luiz Aragão, pesquisador da Divisão de Sensoriamento Remoto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Segundo ele, o Brasil terá que investir em alternativas como mudanças no uso da terra para mitigar suas emissões sem depender apenas das florestas para esse papel.

A constatação veio a partir do estudo publicado pela revista “Nature”, cujo resultado revelou que um aumento na mortalidade das árvores na Amazônia está afetando sua capacidade em sequestrar carbono. O gás armazenado pelo bioma na década de 1990 chegou a dois bilhões de toneladas por ano. De 2000 para cá, essa capacidade reduziu até chegar a um bilhão de toneladas de CO2 por ano, uma queda de 50% em pouco mais de 20 anos. O estudo considerou áreas que não sofreram consequências diretas de atividades humanas.

Diante desse cenário, o pesquisador ressalta que qualquer método que vise reduzir a emissão de carbono pode ser uma alternativa. “É preciso combater as emissões de carbono por meios alternativos, principalmente diminuir o desmatamento e a degradação florestal, mudanças no uso da terra e redução do uso de combustíveis fósseis”.

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Perda de árvores

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Uma combinação de fatores pode ter levado ao aumento da mortalidade de árvores na Amazônia. O excesso de carbono, elemento essencial para a fotossíntese, gerou um rápido crescimento das plantas e, consequentemente, uma morte precoce. Além disso, severas mudanças climáticas como as secas na região em 2005 e 2010 provocaram um déficit de água no solo. De acordo com a pesquisa, desde a década de 1980 as taxas de mortalidade de árvores da Amazônia aumentaram em mais de um terço.

“Seja por ‘intoxicação’ por excesso de CO2 na atmosfera ou por eventos de secas intensas e prolongadas na Amazônia, as árvores, mesmo aquelas em áreas protegidas, estão morrendo”, alerta Paulo Moutinho, diretor executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). Além de menos árvores absorvendo carbono, diz o especialista, o processo de decomposição do material vegetal gera uma intensa liberação de gás na atmosfera.

Em 2012, pesquisadores da Agência Espacial Americana (Nasa) identificaram a diminuição da capacidade da floresta de absorver carbono, relacionada às intensas secas sofridas no bioma. De acordo com Moutinho, o mesmo alerta já havia sido dado pelo Ipam em experimentos de exclusão de chuva realizados na região anos atrás.

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Segundo Moutinho, estudo recente do Ipam mostrou que o desmatamento contribuiu igualmente para o aumento da mortalidade de árvores, graças ao aumento excessivo na temperatura regional devido à remoção da vegetação nativa. “Sem a floresta, o calor aumenta e a evapotranspiração das árvores diminui, reduzindo a quantidade de vapor de água na atmosfera”.

Com a redução de chuva local, maior a mortalidade árvores e maior a incidência de fogo florestal. “Com mais CO2, mais seca e mais fogo, a mortalidade poderá aumentar ao longo do tempo e trazer sérios danos na capacidade da Amazônia funcionar com um “ar condicionado” ou “regador” da região”.

Para o diretor do Ipam, cortar emissões de outras fontes é um caminho que deve ser trilhado sempre. “A agricultura de baixo carbono certamente tem um papel fundamental nesse processo de mitigação das emissões”. Moutinho ressalta, contudo, a importância da preservação de grandes áreas florestadas. “De nada adiantará uma agricultura sustentável se não houver um clima úmido e chuvoso propiciado pelas florestas nativas da região. Em um futuro próximo, a floresta será a garantia de um clima adequado à produção agrícola que, esperamos, seja em grande parte de baixa emissão de carbono”, finaliza.
Fonte: EcoDebate.
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Estudo sobre regeneração apresenta bons dados

Trabalho inédito da Embrapa Amazônia Oriental realizado em uma área de pesquisa na Floresta do Tapajós, no Oeste paraense, mostra o que acontece com uma área de floresta 35 anos após a primeira colheita das árvores comerciais. Os dados são animadores, pois apontam para a regeneração da floresta em volume, mas atentam à necessidade de planos de manejo que visem à manutenção das populações de todas as espécies arbóreas, garantindo maior diversidade e rentabilidade.

O pesquisador Lucas Mazzei, da Embrapa Amazônia Oriental, e um dos coordenadores da pesquisa, relatou que a estrutura da floresta foi restabelecida, porém com outra composição florística. “As espécies que estão participando e a distribuição desses indivíduos é diferente, pois a floresta responde de maneira diferenciada para a exploração, mas essa resposta é positiva em relação à produção de volume, que é suficiente para permitir um segundo corte”, explica o pesquisador.

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Na análise do pesquisador, em 1979, quando houve o primeiro corte na área, as arbóreas majestosas, e logo, de maior valor comercial, foram, em sua maioria, retiradas. Dessa forma, no segundo ciclo, os espécimes centenários, como jatobá, jarana, maçaranduba e quarubarana, entre outras, não ocorreram na mesma frequência, resultando em queda no valor da floresta.

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O aprendizado a partir do monitoramento e o desafio dos engenheiros florestais ao se elaborar um plano de manejo é atentar para a forma de colher, e assim tentar recuperar essa estrutura, com um mosaico de habitats diferentes, garantindo maior diversidade e com isso, mantendo a floresta no auge de produtividade comercial. “O grande desafio não é selecionar a espécie, mas a árvore a ser colhida e com isso manter as populações de todas as espécies, garantindo a rentabilidade e a conservação para todos os ciclos”, reitera o pesquisador.

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A pesquisa vai gerar como resultado uma metodologia de apoio por meio da indicação de um sistema de manejo que parte da seleção dos indivíduos e espécies a serem exploradas comercialmente. Esse novo modelo está em elaboração e o pesquisador acredita publicá-lo ainda no primeiro semestre de 2015.

(Diário do Pará, com informações da Embrapa Amazônia Oriental)

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Peixes de aquário despejados em rios estão virando mutantes

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Eles estão crescendo até 10 vezes mais que o tamanho normal, prejudicando o ecossistema natural e podendo levar os peixes nativos à extinção

Fotos chocantes mostram como peixes do aquário podem se transformar em monstros quando são liberados em rios. Eles estão crescendo até 10 vezes mais que o tamanho normal, prejudicando o ecossistema natural e podendo levar os peixes nativos à extinção, já que liberam parasitas e doenças nas espécies locais.

As fotos são do Departamento de Parques e Vida Selvagem da Austrália Ocidental e mostram peixinho dourado, que tem em média 100g, com 2 kg, e uma carpa koi com 8 kg.

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“Vários desses peixes são muito maiores do que os peixes nativos, por isso eles os atacam e competem pelo território”, disse o David Morgan, diretor do Centro de Pesquisas de Peixes e Pescas da Universidade de Murdoch, ao Daily Mail Austrália.

A pesquisa conduzida pelo David e por Stephen Beatty descobriu que pelo menos 13 espécies de peixe tinham sido introduzidos no sul da Austrália Ocidental. Acredita-se que os donos de animais sejam os maiores culpados.

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David disse que os donos de peixes precisam ter conciência dos efeitos da liberação de seus animais de estimação na a vida selvagem.
Fonte: ORMNews.
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Rios de cinco estados brasileiros e DF são avaliados com qualidade ruim ou péssima

Levantamento realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica revela o alarmante cenário da qualidade da água no país, provocado pela falta de saneamento básico nos centros urbanos. A situação é tão grave, que em muitos casos, nem tratamento conseguiria despoluir alguns rios

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Em tempos de crise hídrica na região Sudeste do Brasil, quando se procuram novas alternativas para o abastecimento de água em muitas cidades, o estudo “Análise da Qualidade da Água”, divulgado hoje (18/03), pela Fundação SOS Mata Atlântica, não poderia ser mais alarmante e desanimador.

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Dos 111 córregos, rios e lagos analisados em cinco estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e Distrito Federal, nenhum apresentou qualidade ótima. Mas o pior não é isso. Em 21 deles, a qualidade da água é tão ruim, que mesmo se passar por tratamento, ela não poderia ser utilizada para irrigação da lavoura, muito menos para consumo humano. De tão poluída, esta água só serve para diluir esgoto e produzir energia. É o caso, por exemplo, do que acontece nos dois principais rios que cortam a maior metrópole do país: o Tietê e o Pinheiros.

O monitoramento feito pela SOS Mata Atlântica nos cursos d’água foi realizado entre março de 2014 e fevereiro de 2015, em 301 pontos de coleta, distribuídos em 45 municípios. A metodologia, desenvolvida pela fundação, avalia 16 parâmetros, entre eles, níveis de oxigênio, fósforo, PH e aspecto visual (presença de coliformes fecais, espuma, sujeira e peixes).

O levantamento apontou que 61,8% dos pontos aferidos foram considerados com qualidade regular, 21,6% ruim e 1,7% em péssima situação. Apenas os rios e mananciais, localizados em áreas protegidas e com matas ciliares preservadas em seu entorno, foram considerados com boa qualidade. Eles representam apenas 15% da amostragem total.

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“Este resultado revela que estamos desperdiçando estes rios”, afirma Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da SOS Mata Atlântica. “Com o estudo, queremos mostrar que a questão hídrica é muito séria”. Para ela, um dos principais responsáveis pela poluição dos rios brasileiros é a falta de rede de saneamento nas principais cidades do país. Diariamente, toneladas de esgoto são despejadas sem tratamento na água. “Os rios não têm condição de diluir toda esta carga”.

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Outro fator que agrava ainda mais a qualidade da água é o desmatamento. Sem vegetação em suas margens, as nascentes perdem sua proteção natural contra resíduos vindos da agricultura e outras atividades econômicas. “A falta da cobertura florestal é um risco para os rios”, alerta Malu Ribeiro. “Não há água sem floresta, nem floresta sem água”.

Em comparação à análise elaborada no ano passado e divulgada aqui no Planeta Sustentável, a cidade do Rio de Janeiro apresentou aumento de amostras com qualidade ruim – de 40% para 66%. Já em São Paulo, houve redução – de 74% para 44%. Mas não há motivos para comemorar os números da capital paulista.

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A coordenadora da SOS Mata Atlântica explica que a falta de chuvas na região impediu o escoamento de poluentes para os rios, daí o resultado aparentemente bom em São Paulo. “A seca na capital paulista teve um impacto positivo na qualidade da água dos córregos e rios urbanos, que não receberam a chamada poluição difusa, responsável por cerca de 40% dos poluentes que contaminam os corpos hídricos após as chuvas que lavam as cidades”.

O estudo deixa claro que sem investimento em saneamento básico, recuperação da bacia hídrica e de áreas de preservação ambiental, a saúde dos rios brasileiros continuará seriamente comprometida. A boa notícia é que existem caminhos e soluções. Um deles foi registrado pelos voluntários que fazem o monitoramento dos rios.

No bairro da Pompéia, na zona oeste de São Paulo, a comunidade se uniu e promoveu a recuperação do entorno de uma nascente. Os resultados não demoraram a aparecer. A qualidade da água melhorou e a população voltou a conviver com um rio de água limpa.

Confira o levantamento completo sobre a qualidade da água dos rios brasileiros no site da SOS Mata Atlântica.
Fonte: Planeta Sustentavel.
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WhatsApp vira antídoto para picadas de cobra e outros bichos

São Paulo – Cientistas do Instituto Butantan e do hospital Vital Brazil encontraram uma nova utilidade para o WhatsApp. Eles criaram um grupo que ajuda no atendimento de pacientes picados por cobras e outros animais. buy amoxil online after comparing prices. order amoxicillin without a prescription . how much does amoxil cost?

Com 10 médicos e 8 biólogos, o grupo Identificadores funciona de maneira simples. Quando um paciente vítima de uma picada chega ao Vital Brazil, o plantonista do hospital fotografa o animal responsável pela picada e manda a foto para o grupo.

Poucos minutos depois, os integrantes do grupo identificam o animal da foto para o plantonista. Com essa identificação, ele pode atender o paciente com o tipo de tratamento mais adequado.

“Caso a identificação por foto não seja possível, mandamos alguém da equipe até o local. Mas isso quase nunca acontece”, afirmou em entrevista a EXAME.com Roberto Pinto Moraes. Ele é diretor do Laboratório Especial de Coleções Zoológicas do Butantan e administrador do grupo.

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O médico Carlos Roberto Medeiros é diretor do hospital Vital Brazil e participa do grupo Identificadores. Segundo ele, o tempo gasto pelos cientistas para identificar os animais nas fotos do grupo vem diminuindo.

“No começo, essa identificação demorava de 3 a 6 minutos para acontecer. Hoje, há casos em que dizemos qual é o bicho em menos de um minuto”, disse ele em entrevista a EXAME.com.

Segundo Medeiros, o número de picadas de certos tipos de animais é maior em determinadas épocas do ano em São Paulo. Esse é o caso das cobras (que picam mais entre outubro e abril, devido ao calor) e das aranhas armadeiras (que atacam mais entre maio e junho, quando estão em época de acasalamento).

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O médico afirma que o uso de torniquetes (no caso de picadas de cobras) e a aplicação de produtos como café e pasta de dente (no caso de picadas de aranha) não são recomendados.

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“Em caso de picadas, o ideal é lavar o local e procurar o posto de atendimento médico mais próximo”, afirma ele.

Atendimento

O hospital Vital Brazil realiza atendimentos por telefone, por meio dos números (11) 3723-6969, (11) 2627-9529 e (11) 2627-9530.

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Além disso, a instituição também recebe pacientes no seguinte endereço: avenida Vital Brasil, 1500, no bairro do Butantã, na zona oeste de São Paulo.
Fonte: MSN.
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Nova espécie de primata é descoberta na Amazônia brasileira

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Uma faixa grisalha na testa, costeletas e garganta em cor ocre e uma cauda cor de fogo. Essas são algumas características do novo primata descoberto na região da Amazônia brasileira. Do gênero Callicebus, popularmente reconhecido como Zogue-zogue, o pequeno primata foi apelidado de Rabo de Fogo. O estudo, que teve início em 2011 com a descoberta da espécie, foi divulgado recentemente com a publicação da sua descrição.

A publicação na revista científica Papéis Avulsos de Zoologia, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), traz a descrição completa da nova espécie de primata que foi nomeada Callicebus miltoni, em homenagem ao Dr. Milton Thiago de Mello em reconhecimento a sua contribuição ao desenvolvimento da primatologia. Callicebus é um dos gêneros de primatas neotropicais mais diverso em número de espécies, com 31 reconhecidas atualmente.

A distribuição geográfica da espécie recém-descoberta é o interflúvio dos rios Roosevelt e Aripuanã, nos estados do Mato Grosso e Amazonas. “Os rios são importantes barreiras para a dispersão dos zogue-zogues da Amazônia. Este é um dos fatores que interfere na diversidade do número de espécies desse gênero. Esse número tende a aumentar tanto devido às novas descobertas, quanto às revisões taxonômicas em andamento que consideram parâmetros morfológicos e moleculares”, ressalta Felipe Ennes, pesquisador do Instituto Mamirauá e um dos autores do estudo.

A publicação é um trabalho conjunto dos pesquisadores Felipe Ennes, do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, Júlio César Dalponte, do Instituto para a Conservação dos Carnívoros Neotropicais (Pró-Carnívoros) e de José de Souza e Silva Júnior, conhecido como Cazuza, coordenador de Zoologia do Museu Paraense Emílio Goeldi.

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O esforço para a descrição do Zogue-zogue Rabo de fogo teve início em 2011, quando Júlio Dalponte realizou a expedição Guariba-Rosevelt e percorreu extensas áreas ao longo desse rio, até que se deparou com a espécie, e notou características diferenciadas dos outros zogue-zogues da região. Na época, um espécime coletado para fins científicos comparativos foi analisado no Museu Emílio Goeldi e reconhecido como uma nova espécie pelo primatólogo Dr. José de Souza e Silva Júnior. A partir daí, deu-se início aos esforços para identificação do animal.

Cazuza foi aluno do Dr. Milton Thiago de Melo e idealizador do nome científico da nova espécie. “Tenho imensa admiração e respeito pelo professor Milton, que continua com a sua disposição para realizações, sendo atualmente o presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterinária. Uma das suas obras mais admiráveis foi a formação da grande maioria dos primatólogos atualmente coordenando grupos de pesquisa no Brasil e em outros países através dos cursos de especialização em Primatologia, oferecidos pela Universidade de Brasília e a Sociedade Brasileira de Primatologia”, enfatizou.

O pesquisador Felipe Ennes realizou a amostragem na região de confluência dos rios Roosevelt-Aripuanã e Guariba-Aripuanã, no sul do Amazonas. “Além da coleta de outros indivíduos para comparação (parátipos) também me empenhei nos registros do limite norte da distribuição da espécie. Enquanto Dalponte registrava a distribuição da a espécie na região sul, próximo às cabeceiras do Roosevelt e Aripuanã, no Mato Grosso. Este esforço em conjunto possibilitou a descrição formal da espécie pelo taxonomista Cazuza”, reforçou o pesquisador.

De acordo com Felipe, a identificação dessa nova espécie é uma importante contribuição para o conhecimento científico da biodiversidade amazônica. “A falta de conhecimento é uma ameaça tão grande quanto a perda de habitat, a caça e outros fatores. Esse é um animal recém-descoberto que já podemos considerar em situação de vulnerabilidade. Ele ocorre em uma área de ávido desmatamento com o avanço da agropecuária na região do Mato Grosso e Rondônia”, afirmou.

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Fonte: ORMNews.

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Cientistas enfim descobrem como camaleões mudam de cor

A mudança de cor no corpo dos camaleões é impressionante. Como ela acontece? Isso passou muito tempo sem uma resposta convincente dos cientistas. Agora, pesquisadores finalmente identificaram uma fina camada de nanocristais deformáveis ​​na pele do animal, que o permite mudar de cor.

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Por muito tempo, acreditava-se que os camaleões mudavam de cor porque tinham células especiais, que dispersavam pigmentos abaixo da sua pele externa transparente – algo semelhante aos polvos.

No entanto, uma equipe de cientistas na Universidade de Genebra (Suíça) observou que os camaleões possuem uma camada de células epiteliais que contêm nanocristais flutuantes.

Esses cristais ficam relativamente bem distribuídos dentro da matriz celular, e à medida que se aproximam ou se afastam, eles refletem a luz em comprimentos de onda diferentes.

Os pesquisadores também descobriram que os camaleões podem alterar o espaçamento entre os cristais, e por isso mudam de cor diante de nossos olhos.

A equipe liderada pelo professor Michel Milinkovitch analisou o camaleão-pantera e descobriu que há uma camada sob a pele composta por células chamadas iridóforos. Elas contêm os nanocristais, que são feitos de guanina – um dos componentes do DNA.

A pesquisa revela que, quando os cristais repousam em uma forma de malha, eles refletem principalmente a luz azul e verde. Mas quando agitadas, as células permitem que a malha se expanda, aumentando a reflexão da luz amarela e vermelha.

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É exatamente isso que acontece quando um camaleão macho encontra uma fêmea para acasalar: sua pele normalmente verde muda para um amarelo mais vívido. Confira no vídeo abaixo:

Os camaleões não mudam de cor apenas para acasalamento ou camuflagem: isso também depende da temperatura, e do que eles querem sinalizar para os outros. Por exemplo, camaleões tendem a apresentar cores mais escuras quando estão irritados, ou quando querem assustar ou intimidar outros animais.

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O efeito ainda depende das camadas superiores da pele, que filtram a luz refletida pelas células, mas são os cristais que causam a mudança de cor relativamente rápida. O estudo foi publicado na revista Nature Communications.

Por que levou tanto tempo para os cientistas descobrirem tudo isso? É que a mudança de cor acontece com moléculas muito pequenas. Um microscópio comum não consegue visualizá-las, e microscópios eletrônicos funcionam apenas com amostras de tecido morto.

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Neste estudo, os cientistas tiveram que combinam o vídeo de um animal vivo a imagens de microscopia eletrônica de uma biópsia recente do animal. Tudo isso só foi possível graças a avanços na tecnologia.

Uma questão se mantém, no entanto: ainda não está claro exatamente como os camaleões causam essa mudança na estrutura de nanocristais dentro da pele. Esse é o próximo passo para a equipe; mas, por enquanto, já sabemos como as cores de um camaleão vão e vêm.
Fonte: MSN.
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Proteger nascentes é saída para colapso hídrico, defende WWF-Brasil

O WWF-Brasil defendeu na Câmara dos Deputados uma maior proteção de nascentes e cursos d´água como parte de soluções para o colapso de abastecimento. “A implantação do novo Código Florestal foi um retrocesso no que se refere à proteção de nascentes, beiras de rio e cursos d’água, especialmente dos intermitentes”, disse o especialista em Políticas Públicas do WWF-Brasil, Aldem Bourscheit. Para ele, a crise de abastecimento hídrico que assola o centro econômico do país poderá se agravar se não forem tomados os devidos cuidados com os mananciais, e estes dependem da existência e da recuperação das matas nativas.

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Para Bourscheit, o processo de elaboração da nova lei florestal foi contaminado por fortes interesses econômicos em detrimento dos alertas feitos por cientistas e ambientalistas, de que era necessário ampliar a proteção às florestas e Áreas de Proteção Permanente no âmbito do Código Florestal. O texto aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pela Presidência da República foi justamente no sentido contrário.

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Com isso, a segurança hídrica do país ficou mais frágil e enfrentamos agora um colapso provocado por má gestão, fundada na ampliação da oferta baseada em obras e na degradação das fontes naturais; por estiagem, decorrente de uma variação climática temporária ou permanente; e pela falta de transparência e participação pública na gestão. E para garantir abastecimento de água para o futuro, todas as medidas devem ser consideradas. Sobretudo as que asseguram, na lei, a proteção ambiental.

A opinião do especialista fez coro a outros pronunciamentos feitos hoje durante uma Comissão Geral – sessão especial realizada no parlamento para discutir a as crises hídrica e energética. Durante o evento, o representante do WWF-Brasil falou em nome da Aliança pela Água, uma coalizão lançada em outubro de 2014 e que reúne mais de 40 organizações e movimentos da sociedade civil para enfrentamento do colapso hídrico em São Paulo durante o ano 2015.

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Em geral, o tom das manifestações foi de crítica em relação ao cenário das políticas públicas em curso no Brasil. De florestas a água. De energia a mudanças climáticas. O descontentamento se dá em todas as esferas públicas, desde o governo federal, o parlamento e os governos estaduais.

Mauricio Guetta, especialista em políticas públicas ambientais do Instituto Socioambiental (ISA) questionou os participantes da comissão geral: “Como é possível um país que detém uma das maiores reservas de água doce do mundo estar passando por tamanha escassez desse recurso?”.

O desmatamento da Amazônia, os retrocessos no Código Florestal e a falta de novas demarcações de terras indígenas poderão agravar o quadro nas próximas décadas. “Precisamos zerar o desmatamento na Amazônia e entender a relevância das terras indígenas na regulação climática e dos recursos hídricos brasileiros”, disse Guetta.

O deputado Ivan Valente (PSol-RJ), por sua vez, disse que o problema é de gestão dos recursos hídricos, mas dividiu responsabilidades. “São Pedro não é o culpado, já que todos sabem que os regimes de estiagem e cheias sempre podem aparecer e vão piorar com a mudança climática”, afirmou.

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Valente também criticou a Câmara: “Essa Casa votou um retrocesso histórico, que foi a anistia a desmatadores do Brasil, acabando também com reservas legais e áreas de preservação permanente. Desmatamento e falta d’água tem tudo a ver”.

Energia – O presidente do Instituto Acende Brasil, Cláudio Sales, lamentou durante o evento que o país venha a passar por um racionamento de energia elétrica. “Ninguém deseja o racionamento, mas é importante que o governo prepare desde já um plano para isso, definindo critérios de redução de consumo, com benefícios e penalidades”, alertou.

O diretor do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Carlos Afonso Nobre, destacou que os últimos 13 meses foram os mais secos do registro histórico do Sudeste e do Nordeste. De acordo com ele, ainda não se sabe se é mudança climática ou se é algo cíclico. “Mas os planejamentos devem levar em conta que os extremos climáticos – seca e chuva – vão continuar acontecendo”, observou.

O diretor-presidente da Agência Nacional de Aguas (ANA), Vicente Andreu, acrescentou que a crise hídrica é uma oportunidade para a sociedade dar a devida prioridade para a “agenda da água”, para que a segurança hídrica da população seja permanente. Segundo ele, as sugestões dadas durante a crise devem ser implementadas para que os impactos da falta de chuvas não tenham mais a mesma dimensão que estão tendo agora.

Representando a ministra Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, Ney Maranhão, destacou a importância de que o enfrentamento à crise hídrica seja feito em várias frentes. “Temos que atuar não apenas nos problemas que envolvem a oferta de água, mas também na demanda, na regulação do consumo”, afirmou Maranhão, em referência aos maiores consumidores de água e a eventuais desperdícios do recurso.

Para ele, a escassez de água no Sudeste está relacionada ao modelo de desenvolvimento adotado. “No caso do Sudeste, esse modelo chega à exaustão devido ao tamanho da população e à grande quantidade de indústria e da atividade agropecuária”, disse.

Fonte: WWF-Brasil.
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