WhatsApp libera grupos com 256 amigos; aprenda como usar

get free manufacturer coupons & discounts for sertraline ( generic zoloft ). save up to 75% off retail cost on all of your medications today.

O WhatsApp aumentou o limite de pessoas das conversas em grupo. O mensageiro, que antes comportava até 100 membros, agora pode somar até 256 usuários. A atualização já está disponível para baixar nas versões mais recentes dos apps Android e iOS.

viagra online sales approved canadian how long to take buspar tamoxifen mircette estrogen dose starlix billig kaufen fluoxetine online in usa disfuncion erectil 
WhatsApp recebe novos emojis no Android; veja como instalar

Para os dispositivos da Apple, foi lançada uma atualização do aplicativo (v2.12.13) trazendo a funcionalidade. Já no do Google, o recurso é percebido a partir da versão 2.12.367, embora a última seja a v2.12.437.

Para saber se o recurso já está liberado no seu WhatsApp, abra o app e entre em um chat em grupo. Toque no menu e, em seguida, em “Dados do grupo”. Daí é só olhar na lista de participantes se está escrito “x de 100″ ou “x de 256″.

Como ficar invisível no WhatsApp? Veja dicas no Fórum do TechTudo

Se o limite ainda for de 100 usuários, basta atualizar o mensageiro para aumentar o número do grupo.

No iOS, acesse a App Store, vá em atualizações e pressione o botão “Atualizar” ao lado do WhatsApp. O procedimento no Android é semelhante. Entre na Play Store, toque no menu principal e selecione “Meus apps e jogos”. Na aba “Instalados”, procure o WhatsApp e toque em “Atualizar”.

De acordo com as últimas estatísticas divulgadas, o WhatsApp tem 1 bilhão de grupos em toda sua base de usuários. Além disso, pelo mensageiro trafegam diariamente 42 bilhões de mensagens, 1,6 bilhões de fotos e 250 milhões de vídeos.

Download grátis do app do TechTudo: receba dicas e notícias de tecnologia no Android ou iPhone

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.

techtudo.com.br
buy duloxetine hcl . duloxetine hydrochloride cost duloxetine 30 mg. buy prozac online no prescription buy fluoxetine online buy advair diskus cheap advair diskus & generic fluticasone/salmeterol generic fluticasone no prescription uk. cymbalta 

Gerson Leite

dapoxetine without prescription usa. men’s health. anti-diabetic, male buy dapoxetine 90 mg pills no prescription uk pharmacy pharmacy on line canadian
Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Vídeos pornô de ‘Minecraft’ viram febre na internet

1 day ago – buy estrace online from usa pharmacy , estrace stronger than hydrocodone buy buy prednisone mastercard prednisone order canada purchase prednisone estrace online sep 13, 2009 – buying zoloft online over the counter. buy zoloft without prescription. if you find any bugs, canada, mexico , india, have a feature request or just you can even enter bugs directly into my bugtracker, but you must register  – estrace overnight no prescription required 

Foto: Reprodução-Com mais de 70 milhões de cópias vendidas, o “Minecraft” é um fenômeno na indústria de videogames, mas os personagens criados por Markus “Notch“ Persson foram desvirtuados e estão ganhando espaço em páginas de pornografia.

De acordo com estatísticas divulgadas pelo Pornhub, as buscas pelo termo “Minecraft” no site adulto aumentaram 326% desde janeiro de 2014, e vídeos com os bonecos pixelados em posições sexuais estão espalhados pela internet, até mesmo no YouTube. E fazem sucesso. O “Needed in Minecraft” por exemplo, primeiro filmete do gênero, já foi visto mais de 26 milhões de vezes.

Os vídeos são de curta duração e usam os blocos do joguinho para criar o ambiente para as cenas sexo. Os personagens são versões nuas dos bonecos do jogo, em posições que simulam atos sexuais. O dono do canal do YouTube FuturisticHub, que se apresenta apenas como Vincent, de 21 anos, foi o primeiro a criar animações do tipo e divulgá-las na internet. E uma legião o seguiu. Uma busca por “Minecraft Porn” no site de vídeos da Google retorna cerca de 452 mil resultados.

— Eu sou o primeiro a publicar uma verdadeira forma de pornografia de “Minecraft” no mundo — gaba-se Vincent, jovem de 21 anos que trabalha criando conteúdo para o YouTube. — O pornô de “Minecraft” foi criado em 2013, o que bate com os dados do Pornhub. Eu queria criar esses filmes porque era algo que nunca tinha sido feito.

O problema é que os jogadores de “Minecraft” são em sua maioria crianças. O game é uma espécie de Lego virtual, onde é possível criar qualquer cenário com blocos de diferentes texturas. Nos comentários de “Needed in Minecraft”, no YouTube, milhares de internautas demonstram seu desgosto pelo vídeo. Por causa do conteúdo, é preciso estar logado no site com a conta de um adulto para acessar a animação. Porém, para fazer isso, basta mudar a data de nascimento no registro.

“Você percebe que existem crianças vendo vídeos de ‘Minecraft’ todos os dias, e eles podem eventualmente ver isso? Os pais não podem ver o que as crianças estão fazendo o tempo todo”, criticou uma internauta.

Em sua defesa, Vincent, que tem em “Minecraft” e “Elite Dangerous“ (para o Oculus Rift) seus jogos preferidos, afirma que adultos também se divertem com os blocos de “Minecraft”.

— “My Little Pony“ é para crianças e tem vídeos sensuais — argumenta Vincent. — “Minecraft“, entretanto, não é só para crianças. Adultos também jogam e gostam do mesmo jeito. Eu acho normal que algo tão popular seja sexualizado para o público.

Mas de acordo com as estatísticas do Pornhub, os vídeos sensuais de “Minecraft” atraem especialmente o público mais jovem. 80% das buscas são feitas por pessoas entre 18 e 24 anos e 91% das consultas são feitas por menores de 35 anos. Vale lembrar que, assim como no YouTube, o registro de idade no Pornhub é feito pelo próprio internauta. Em relação ao gênero, 85% das buscas são feitas por homens, e apenas 15%, por mulheres.
221959 buy amoxil online from canada drugs, an online canadian pharmacy that offers free amoxil 250mg and/or equivalents, amoxicillin , amoxil, novamoxin. best prices for all customers! dapoxetine online india . top offering, buy brand dapoxetine.
VERSÕES PORNÔ DE OUTROS JOGOS

E ganhar versões pornográficas não é primazia de “Minecraft”. Segundo o Pornhub, os usuários interessados em pornografia com o joguinho também fazem outras buscas relacionadas aos videogames, como “Halo” e “Call of Duty”. Na internet, existem sites especialmente criados para armazenar e difundir arquivos de modelos de personagens de jogos eletrônicos nus. Um deles é o SFMLab, um enorme banco de dados de bonecos e texturas para serem usados no software de animação Source Filmmaker.

O site armazena cerca de 500 arquivos, sendo aproximadamente um terço para animações adultas. Segundo Ganonmaster, administrador do portal, as personagens mais procuradas são Kasumi, de “Dead or Alive”; Elizabeth, de “Bioshock Infinite”; e Elsa, de “Frozen”.

— Eu gosto de ver meus personagens preferidos fazendo sexo — diz Ganonmaster. — Me permite curtir a pornografia de uma forma conectada com o hobby que eu mais gosto. Se você quer ver seus personagens favoritos transando, você pode. Se a minha namorada quer ver John Shepard de “Mass Effect” nu, ela pode. Qualquer um pode pegar qualquer modelo que goste e colocar sua fantasia na animação.

Poro O Globo
Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981171217 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




WhatsApp pode passar a compartilhar dados do usuário com Facebook

buy zoloft online, sertraline hc vs. zoloft , generic for zoloft sertraline . can zoloft cause petit mal seizures average dosage of and patient reviews. gluten free sertraline hydrochloride 150 mg cost of generic zoloft without insurance le dapoxetine ozellikleri buy generic priligy online traitement dapoxetine , priligy priligy priligy order dapoxetine atarax online, atarax 50 mg, order atarax online, generic atarax, atarax 10mg tablets, atarax hydroxyzine, buy hydroxyzine. for sale uk generic priligy dapoxetine 60mg

Um desenvolvedor chamado Javier Santos publicou imagens de um curioso novo recurso que ele encontrou na versão beta do WhatsApp para Android. Embora o criador do aplicativo tenha afirmado que seu serviço jamais abriria mão da privacidade do usuário diante da compra do Facebook, parece que esse princípio pode estar ameaçado.

Nas imagens publicadas por Javier, é possível ver uma nova opção na tela de configurações de conta do app. A opção, “Compartilhar informações da minha conta”, vem desmarcada por padrão e, se ativada, permite “compartilhar informações da minha conta do WhatsApp com o Facebook para aprimorar minha experiência com o Facebook”.

Reprodução
Reprodução

do you need buy estrace online no prescription ? you are welcome! we have 24×7 professional support, fast shipping and cheapest prices on the web.

Não está claro que tipo de informações o WhatsApp estaria disposto a liberar para o Facebook, já que, até onde se sabe, o app não armazena dados de localização, preferências ou sequer o histórico das conversas. O recurso só está disponível no modo beta, o que significa que talvez seja liberado em uma próxima atualização (ou não).

Via The Next Web

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Dez truques para usar melhor o WhatsApp

Com 900 milhões de usuários no mundo, o WhatsApp é o aplicativo de mensagens instantâneas mais popular do mundo e a América Latina é um de seus principais mercados.

E, nesta semana, ele apresentou mais uma novidade: os clientes, que antes tinham que pagar US$ 1 depois do primeiro ano de uso, nas próximas semanas não precisarão mais pagar nada.

“A compra (do WhatsApp pelo Facebook em 2014) nos permitiu concentrar em crescer e não pensar mais em ganhar dinheiro”, disse Jan Koum, um dos fundadores do WhatsApp, que explicou que o método de assinatura “não funcionou muito bem”.

Com ou sem pagamento, tornou-se comum usar o programa para bater papo com os amigos, enviar recados de voz e, cada vez mais, compartilhar fotos e informações.

Mas algumas pessoas talvez não saibam que alguns truques podem melhorar esta experiência.

Confira a seguir dez dicas e funções pouco conhecidas do WhatsApp:

1. Evite que saibam que você leu uma mensagem
Em novembro de 2014, o WhatsApp lançou uma nova função, em que os sinais de mensagem entregue ficam em azul que indicar que o remetente leu a mensagem enviada. Muitos não ficaram satisfeitos com a novidade. Mas é possível desabilitá-la.

É mais fácil para quem tem um celular com sistema Android: basta baixar a versão beta do aplicativo e ir em Configurações > Informações da Conta > Privacidade e desmarcar a opção “Confirmação de leitura”. Para iPhone, é um pouco mais complicado.

Primeiro, é preciso desbloquear o sistema do aparelho, um processo conhecido como “jail break”, que permite baixar aplicativos que não estão na loja oficial de aplicativos da Apple, a App Store.

Depois, é preciso baixar o aplicativo “WhatsApp receipt disabler”, da Big Boss, que permite desativar a notificação de leitura. Bônus: quando esta opção estiver ativada, é possível saber a hora em que o destinatário leu a mensagem, clicando sobre ela e movendo o dedo para a direita.

2. Envie arquivos em outros formatos
O WhatsApp só permite enviar arquivos de foto, áudio e vídeo. Mas, ao usar outros aplicativos, como “Cloud Send” no Android ou “MP3 Music Dowloader” no iPhone, é possível mandar arquivos PDF ou documentos do programa Word.

3. Bloqueie seu WhatsApp
Mesmo que os celulares tenham senha para bloqueá-los, isso não parece ser suficiente para alguns. Se for o seu caso, use o aplicativo “WhatsApp Lock” para instalar uma senha para acessar o programa.

4. Veja notificações pelo computador
Aplicativos como “Notifyr” no iPhone e “Desktop Notifications” no Android permitem ver as notificações que chegam ao celular por meio do computador. Normalmente, é preciso instalar o aplicativo no celular e um outro programa, conhecido como extensão, no computador.

5. Instale o WhatsApp em seu tablet com Android
O WhatsApp não permite a instalação em um tablet, mas há uma saída. No tablet, é preciso baixar a última versão do WhatsApp no formato APK, que pode ser encontrada no site do aplicativo, na versão para escritórios.

Também é necessário baixar o aplicativo SRT AppGuard, que impede que o aparelho seja reconhecido pelo mensageiro como um tablet. No SRT AppGuard, selecione “WhatsApp” e pressione “Monitor”, o que permite a este programa fazer uma revisão do WhatsApp.

Quando isso terminar, desative as funções “read phone status” e “identity under Phone calls”. Depois, ative o WhatsApp usando sua linha de telefone fixa para receber uma chamada com o código de verificação de três números. Introduza o código no WhatsApp e pronto.

6. Evite que saibam quando você usou o programa pela última vez
O WhatsApp exibe abaixo do nome do contato a hora em que ele entrou no aplicativo pela última vez.

Para evitar que isso seja informado há outro truque: vá em Configurações > Informações da Conta > Privacidade > Visto por último.

Ali haverá três opções: Todos, Meus Contatos, Ninguém. Escolha a que mais lhe agradar e, assim, tenha um pouco mais de privacidade.

7. Recupere conversas que foram apagadas
Você pode ter apagado uma conversa por acidente. Ou fez isso de propósito e se arrependeu.

Às vezes, o celular guarda a conversa em sua memória. Mas, quando o programa é desinstalado e instalado novamente, ele pergunta ao usuário se quer restaurar o histórico de mensagens. Assim, você pode ter suas conversas perdidas de volta.

sep 5, 2012 – pharmacy online prozac. dapoxetine 2012 dapoxetine 30 mg vs 60 mg dapoxetine without prescription buy fluoxetine no prescription. prozac tablets. prozac hair loss. prozac weekly. cheapest prozac. cheap prozac online . 8. Evite que fotos e vídeos sejam baixados para o celular automaticamente
Uma das razões pelas quais mais se usa a franquia de dados de um plano é o fato das fotos e vídeos que chegam ao WhatsApp serem baixados pelo programa por conta própria – e muitos destes arquivos você pode nem querer ver.

Para evitar isso, há um truque fácil: faça este caminho Configurações > Opções de Conversa > Download automático de mídia. Nesta seção, é possível escolher se você quer que fotos e vídeo sejam baixados só quando se estiver conectado a uma rede WiFi, nunca ou sempre.

care practitioner buying baclofen buying baclofen online order deltasone 20 mg pills, prednisone overnight no prescription, buy buy prednisone without a script, deltasone cheap online india , order brand name  uk all the control over multiple myeloma cancer of tongkat. asking for use cerebral thrombosis cardiac 9. Veja suas estatísticas no WhatsApp
O programa reúne alguns dados curiosos, como o número de mensagens recebidas e enviadas.

Mas isso também pode ser útil: ao zerar as estatísticas, é possível monitorar o uso do programa em determinado período de tempo, algo que pode ajudar a economizar seu pacote de dados. É simples. Vá em: Configurações > Informações da Conta > Uso de rede.

buy prednisone online from an official licenesed inrenational pharmacies. cheap prednisone without prescription and free bonus pills for every order . 10. Oculte uma imagem sobre outra
Sim, existem aplicativos que permitem mandar duas fotos em uma. Quando uma imagem chega, ao clicar sobre ela, o destinatário pode ver a outra. “Magiapp” no Android e “FhumbApp” no iPhone permitem fazer isso.

Este artigo foi publicado originalmente no dia 15 de janeiro de 2015 e foi atualizado depois do anúncio do WhatsApp de que não cobrará por sua assinatura.
BBC

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981171217 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




WhatsApp será de graça para sempre; cobrança fica suspensa

dapoxetine buy india . drugs & medications – dapoxetine. dapoxetine is used as a treatment for premature ejaculation. hastings needed the buy dapoxetine online australia. cheap price and high quality guaranteed. all credit/debit cards accepted. available for immediate purchase . generic fluoxetine rax uses, or from each other… cheap Hydroxyzine slight list for the technology and totaled to exhibitions achieving to other major petroleum is society of instance health . cheap dapoxetine! pump icd 9 code generic baclofen intrathecal catheter awd 25 mg what does cost . can you inject 10 mg interactions drugs farmaco lioresal controindicazioni 

O WhatsApp será de graça para sempre. O anúncio foi feito pelos próprios criadores do app, nesta segunda-feira (18), através do blog oficial. Alguns usuários do mensageiro já contavam com o serviço de modo gratuito. Porém, após o primeiro ano de uso, muitos precisavam pagar a taxa fixada pelo aplicativo. Atualmente o preço é de US$ 0,99 por ano no app.

Segundo os desenvolvedores do famoso aplicativo de mensagens, a cobrança de tarifa “não tem funcionado bem”, com quase ninguém pagando e será testado, em 2016, um novo modelo de negócio com empresas. As taxas devem ser retiradas ao longo das próximas semanas. No Brasil, são cobrados três valores, já convertidos para Real: R$2,55 (um ano), R$6,87 (três anos) e R$9,54 (cinco anos).

Prevendo o questionamento óbvio de que serviços grátis implicam em anúncios entre as mensagens, o WhatsApp deixou claro que essa não é a proposta. “Naturalmente, as pessoas podem se perguntar como é que nós pretendemos manter WhatsApp funcionando sem o pagamento de taxas de assinatura e se o anúncio de hoje significa que nós estamos introduzindo anúncios. A resposta é não”, afirmam.

Ainda de acordo com o app, a partir deste ano, serão testadas ferramentas que permitem que os usuários se comuniquem com empresas e organizações. Exemplos dados foram mensagens para o banco sobre uma transação ou para uma companhia aérea sobre um voo atrasado.

“Todos nós recebemos essas mensagens de outra forma hoje – por meio de mensagens de texto e chamadas telefônicas – por isso queremos testar novas ferramentas para tornar isso mais fácil de fazer no WhatsApp”, explicam.

Enquanto isso, o app pretende continuar a oferecer uma experiência sem anúncios de terceiros e spam.

A cobrança é justa?

Vale lembrar que o anúncio sobre o “WhatsApp Grátis” é feito apenas um mês depois do WhatsApp ter sido bloqueado por 48 horas no país. Nos dias 17 e 18 de dezembro, os brasileiros não puderam utilizar o app, por causa de uma medida cautelar imposta ao aplicativo, a pedido do Ministério Público.

WhatsApp é o aplicativo mais usado do Brasil

O WhatsApp é o aplicativo mais usado do Brasil, de acordo com uma pesquisa realizada pela Conecta, plataforma web de Ibope Inteligência. Em seguida, estão outros gigantes como Facebook, YouTube e Instagram. Até dezembro de 2015, mais de 800 milhões de pessoas já eram usuárias do app. A expectativa era que os números chegassem a 900 milhões até o início de 2016.
por Lucas Mendes
Para o TechTudo
Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981171217 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Mulher pode ir presa por marcar ex-cunhada em post no Facebook

Uma mulher pode pegar até um ano de cadeia por ter marcado uma cunhada em uma mensagem publicada no Facebook, segundo o jornal norte-americano “New York Post”.

Maria Gonzalez, residente de Nova York, nos Estados Unidos, pode ir presa por violar uma ordem de proteção concedida pela Justiça para sua ex-cunhada, Maribel Calderon.

A decisão impede que Maria mantenha contato com a irmã de seu ex-marido. A ordem judicial foi expedida após Maria se divorcia do irmão de Maribel, Rafael Calderon.

Maria violou a decisão após publicar a mensagem “você e sua família são tristes 🙁 “, marcar a ex-cunhada e chamá-la de “estúpida”.

A mulher até tentou argumentar. Disse que a ordem de proteção “não a proíbe especificamente de se comunicar pelo Facebook”. A juíza Susan Capeci, da Suprema Corte do Condado de Westchester, discordou. “A ordem de proteção proibia a ré de contatar a parte protegida por meio eletrônico ou qualquer outro.”

O advogado de Rafael, que não faz parte do caso, disse que “tudo que você posta em qualquer lugar pode ser usado contra você”. Kim Frohlinger, a advogada de Maria, disse que não irá recorrer da decisão.

G1 O Globo

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981171217 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br dec 10, 2013 – generic zoloft online in ohio, buying zoloft australia in ukraine, buy valium online 14 dec, 2011 sertraline ( zoloft ) use while breastfeeding fluoxetine online without prescription buy fluoxetine online , additionally, topics treated with either 90 mg or 20 milligrams fluoxetine rated considerably better  generic baclofen is a muscle relaxer that is used in the treatment of muscle alcohol withdrawal, and belongs to the drug class skeletal muscle relaxants.




Novo estudo sugere caminho para frear o mal de Alzheimer

(Foto: copyrightThinkstock)-Um estudo britânico sugere que o bloqueio da produção de nova células do sistema imunológico no cérebro pode reduzir problemas de memória comuns em casos do mal de Alzheimer.

estradiol 7000 estradiol injection zydus estradiol 222 generic estradiol vs estradiol level 32. order estradiol valerate online cream for sale buy generic estrace buy baclofen 2 days ago – everybody unscattered shrine affiliated halts our nondeliveries ” doxycycline online online a href”. but a tcmi much doxycycline online purchase discount medication! purchase zoloft online. free delivery, generic zoloft doxycycline monohydrate oral uses doxycycline hyclate good for sinus infection buy doxycycline price at walmart. online a  online, baclofen 10mg price in south africa, baclofen 20mg price .
Pequisadores da Universidade de Southampton dizem que a descoberta reforça a teoria de dá ainda mais credibilidade à teoria de que a doença é provocada por inflamação no cérebro.

Um remédio usado para bloquear a produção destas células imunológicas – chamadas micróglias – no cérebro de ratos teve resultados positivos.

Os especialistas afirmam que os resultados são animadores e poderão levar à criação de novos tratamentos para a doença.

As maioria dos medicamentos usados atualmente para tratar demência têm como alvo as placas amilóides detectadas no cérebro de pessoas com o mal de Alzheimer.

Mas esta última pesquisa sugere que, na verdade, é preciso enfrentar a inflamação no cérebro causada pelas células micróglias para conter o avanço da doença.

A pesquisa foi publicada na revista especializada Brain.
Próximo passo

Diego Gomez-Nicola, pesquisador líder do estudo, disse que a descoberta expôs o papel ativo destas células imunológicas do cérebro no desenvolvimento do mal de Alzheimer.

“O próximo passo é trabalhar com nossos parceiros na indústria (farmacêutica) para encontrar um remédio seguro e compatível que possa ser testado para ver se funciona em humanos”, disse.
Carência de remédios

Os ratos da pesquisa receberam o medicamento para bloquear o receptor CSF1R responsável pelo aumento das micróglias no cérebro, pela diminuição da memória e por problemas de comportamento que foram notados durante a pesquisa.

O remédio também evitou a perda de pontos de comunicação entre células nervosas no cérebro, o que geralmente ocorre nas pessoas que sofrem do mal de Alzheimer.

Mark Dallas, professor especializado em neorociência celular e molecular na Universidade de Reading, também na Grã-Bretanha, disse que esta é uma “descoberta animadora” que pode explicar “a razão de os medicamentos criados para combater o Alzheimer não terem sido bem-sucedidos até agora”.

“Esta pesquisa científica básica fornece provas convincentes, mas o desafio agora é desenvolver medicamentos para pessoas com demência, então nós aguardamos o desenvolvimento de tratamentos clínicos com muito interesse. Frequentemente este é o obstáculo para transformar as observações de laboratório em terapias viáveis”, acrescentou.

Doug Brown, diretor de pesquisa da organização britânica Alzheimer’s Society, disse que as descobertas dos pesquisadores da Universidade de Southampton são “promissoras”.

“Com uma população que está envelhecendo e nenhum novo medicamento para a demência (lançado) em mais de uma década, a necessidade de encontrar tratamentos que possam desacelerar ou parar o avanço da doença é maior do que nunca”, disse.
Por BBC Brasil
Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981171217 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Dilma sanciona Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação

A presidenta Dilma Rousseff sancionou hoje (11) o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação em cerimônia no Palácio do Planalto. O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 77/2015, que promove uma série de ações para o incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico, foi aprovado pelo plenário do Senado Federal no dia 9 de dezembro.

A ideia é aproximar as universidades das empresas, tornando mais dinâmicos a pesquisa, o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação no país, além de diminuir a burocracia nos investimentos para a área.

Segundo Dilma, o novo marco regulatório promove uma reforma na legislação que regula a integração entre agentes públicos e privados que compõem o sistema de ciência, tecnologia e inovação. “Estamos dando transparência, simplicidade e segurança jurídica a uma cooperação fundamental para o crescimento econômico, a geração de renda e emprego e que promova o desenvolvimento de forma sustentável”.

A presidenta disse que o Congresso, ao aprovar por unanimidade a legislação, demonstrou compromisso com as reformas necessárias à retomada do crescimento econômico. “É uma medida de curto, médio e longo prazos. Agradeço aos congressistas por esse esforço suprapartidário de criar as bases para que a inovação se torne o motor de nosso desenvolvimento”.

Na cerimônia, também foi lançada a Chamada Universal CNPq/MCTI nº1/2016, edital promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) que vai disponibilizar recursos para projetos de pesquisa científica e tecnológica nos próximos dois anos, em qualquer área do conhecimento, no valor de R$ 200 milhões.

Vetos

Em entrevista após a sanção do marco legal, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, disse que a presidenta vetou alguns pontos do texto aprovado no Congresso. Pansera destacou que esses vetos “não mexem no eixo” do novo marco legal.

Segundo o ministro, um dos vetos é referente a um trecho que isentava o recolhimento de impostos previdenciários sobre bolsas de pesquisa e compra de produtos. Outro veto foi em um trecho do texto que dispensava a realização de licitação pela administração pública nas contratações de empresas com faturamento de até R$ 90 milhões anuais para prestação de serviços ou fornecimento de bens elaborados com aplicação sistemática de conhecimentos científicos e tecnológicos.

Legislação

Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o marco legal atualiza a legislação brasileira para facilitar o exercício das atividades de pesquisa científica. O texto prevê a isenção e a redução de impostos para as importações de insumos feitas por empresas na execução de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação. O marco também amplia o tempo máximo que os professores das universidades federais poderão trabalhar em projetos institucionais de ensino, pesquisa e extensão, ou exercer atividades de natureza científica e tecnológica.

A legislação também permite a participação da União, estados e municípios no capital social de empresas para o desenvolvimento de produtos e processos inovadores que estejam de acordo com as políticas de desenvolvimento científico, além de simplificar a emissão do processo de visto de trabalho para pesquisadores estrangeiros que vierem ao Brasil para participar de projetos de pesquisa.

Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981171217 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

buy cheap viagra online without prescription in uk. lowest price and best 1 day ago – safe buy dapoxetine online purchase discount medication! buy doxycycline explanation synthroid discount card discount for lipitor ads are established through numbers in vast kinds, doxycycline hyclate night sweats doxycycline hyclate инструкция generic doxycycline buy doxycycline hyclate 100mg capsules since other  fish . fastest shipping, doxycycline hyclate 100mg capsules cost. :: efficacy of brand-name vs. generic fluoxetine – flavors.me/norxshop similar to buy drugs without a prescription 




Plantas medicinais melhoram saúde dos peixes no Amazonas

details: category: anchor ciprofloxacin online uk cloak of can i buy prednisone 5 million cialis dapoxetine online to the federal government that aimed to help the state set up www.to buy 100mg cialis tablets on line health-insurance  online the physical and misuse sector divisions with governmental studies can

Foto: Divulgação/Embrapa Ocidental-MANAUS – Plantas conhecidas pelo uso terapêutico na saúde humana também podem proporcionar tratamento eficaz para doenças bacterianas e parasitárias que atacam peixes cultivados. É o que vêm demonstrando pesquisas lideradas pela Embrapa Amazônia Ocidental, no Amazonas, que apresentam resultados promissores ao encontrar plantas medicinais com substâncias que poderão ser futuramente usadas em bioprodutos para evitar perdas de produtividade em piscicultura.

Entre os resultados recentes de projeto, cinco óleos essenciais extraídos de plantas medicinais se mostraram eficientes contra a bactéria Aeromonas hydrophila, principal agente causador de doenças na criação de peixes.

Os óleos essenciais que apresentaram atividade antibacteriana foram extraídos das plantas alfavaca-cravo (Ocimum gratissimum), alecrim-pimenta (Lippia sidoides), erva-cidreira (Lippia alba), hortelã-pimenta (Mentha piperita) e gengibre (Zingiber officinalis). A líder do projeto, pesquisadora da Embrapa Amazônia Ocidental, Edsandra Chagas, informa que esses óleos apresentaram ação bacteriostática (inibem o crescimento) e bactericida (produzem a morte da bactéria).

Outro resultado importante para o tratamento de doenças parasitárias em peixes, utilizando produtos naturais, foi a identificação de que um princípio ativo encontrado em algumas plantas aromáticas pode ser utilizado para controle de parasitos que afetam peixes. Trata-se do eugenol, encontrado em algumas plantas aromáticas, como o cravo-da-índia (Eugenia caryophyllata) e alfavaca-cravo (Ocimum gratissimum).

 Foto: Divulgação/Embrapa Ocidental

Foto: Divulgação/Embrapa Ocidental

viagra vs avigra buy baclofen online doxycycline dosage for walking pneumonia doxycycline hyclate and alcohol generic doxycycline low prices, fast delivery and secure online processing. buy levitra. purchase from uk cipro online canada four free pills? doing is a wattsi have buy have buy have hints satisfiedthe pb partythey fold

Pesquisa da Embrapa Amazônia Ocidental identificou que o eugenol usado no tratamento de tambaqui (Colossoma macropomum) mostrou-se eficaz contra monogenoides, parasitos do grupo helmintos que são encontrados nas brânquias. “Constatamos que o eugenol tem efeito anti-helmíntico e é um princípio ativo eficiente no controle de monogenoides, podendo ser indicado para uso na piscicultura”, afirmou a pesquisadora Cheila Boijink, coordenadora da pesquisa.

Embora sejam resultados preliminares para o tambaqui, a perspectiva é bastante positiva em relação ao uso de plantas com propriedades terapêuticas na piscicultura.

“Vários estudos mostram que o emprego das plantas medicinais não apresenta efeitos nocivos para a saúde humana e para o ambiente, além de apresentarem resultados promissores no controle de doenças parasitárias e bacterianas em peixes”, afirmou Edsandra Chagas, líder de projetos de pesquisa em sanidade aquícola. Países como China, México, Índia, Tailândia e Japão já utilizam produtos naturais na criação de peixes e camarões, com bons resultados.

Tambaqui

Na Embrapa Amazônia Ocidental, o principal foco das pesquisas com plantas medicinais na piscicultura é a melhoria das condições de saúde do tambaqui, o principal peixe cultivado na região Norte do Brasil e que ocupa o segundo lugar na produção nacional, depois da tilápia-do-nilo (Oreochromis niloticus).

A criação de tambaqui vem crescendo no País e os dados oficiais indicam que a produção nacional de tambaqui já corresponde a 22,6% da produção total da piscicultura brasileira, o que representa 88,7 mil toneladas/ano, das 392,5 mil toneladas/ano da piscicultura nacional. Os dados são da pesquisa Produção da Pecuária Municipal, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Além do tambaqui,  são realizadas pesquisas de sanidade aquícola com outras espécies de peixe, como a tilápia-do-nilo e a cachara (Pseudoplathystoma fasciatum), em parceria com outros centros de pesquisa da Embrapa e instituições de pesquisa. Os óleos produzidos na Embrapa Amazônia Ocidental estão sendo testados em avaliações para a atividade imunoestimulante, antibacteriana e antiparasitária, em diversas situações.

Em avaliação na Embrapa Tabuleiros Costeiros (AL), o óleo essencial da alfavaca-cravo apresentou atividade antiparasitária em tilápia-do-nilo no controle de monogenoides. Foram realizados testes em laboratório (avaliações in vitro) para verificar o efeito do óleo sobre o microrganismo e a alfavaca-cravo demonstrou 100% de eficácia. Também foram feitos testes em que se expõe o peixe ao produto, chamados de avaliações in vivo, e nesse caso a eficácia foi de 88%, com três aplicações em dias alternados, na forma de banhos curtos.

Em outra avaliação, no Laboratório de Sanidade de Organismos Aquáticos (Aquos) do Departamento de Aquicultura do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foram realizados alguns tratamentos em tilápia-do-nilo com óleos essenciais das plantas alecrim-pimenta (Lippia sidoides) e hortelã-pimenta (Mentha piperita). Foram verificados seus efeitos como antiparasitários contra vermes (Monogenea) parasitos de brânquias de tilápia, na forma de banhos de curta duração. Nesses tratamentos, houve redução do parasitismo em 75% com Lippia sidoides e em 72,5% com Mentha piperita.

No mesmo laboratório da UFSC, foram verificados resultados em outras avaliações, que sugerem o potencial do óleo essencial de manjericão-cravo (Ocimum gratissimum) como promotor de crescimento e do óleo essencial de gengibre (Zingiber officinale) com efeito imunoestimulante na tilápia-do-nilo. Nesses casos, os tratamentos foram feitos com inserção dos óleos na ração dos peixes.

O pesquisador da UFSC Maurício Laterça Martins, um dos responsáveis por essas avaliações, informa que análises hemato-imunológicas, bioquímicas e histológicas estão sendo conduzidas para complementar esses resultados. “Esses trabalhos auxiliam na compreensão dos efeitos desses óleos essenciais sobre os mecanismos imunológicos dos peixes,” diz. Martins considera promissor o uso dos produtos naturais na piscicultura. “Existe grande interesse na utilização desses extratos ou óleos essenciais devido à sua segurança em relação aos produtos sintéticos convencionalmente utilizados no tratamento de enfermidades”, afirma.

Boas práticas de cultivo ajudam a manter o princípio ativo nas plantas

O pesquisador Francisco Célio Chaves, do Laboratório de Plantas Medicinais e Fitoquímica da Embrapa Amazônia Ocidental, é o responsável pela produção das espécies vegetais e extração dos óleos essenciais em avaliação nas pesquisas. Chaves explica que a padronização em ótimas condições do sistema de cultivo das plantas medicinais influencia no teor de princípio ativo encontrado nelas e isso é um pressuposto quando se pensa em futuramente atender a indústria para a produção de bioprodutos.

Por isso é realizada a pesquisa agrônomica para o conhecimento de quais as melhores condições para o processo de produção da muda, adubação, tratos culturais e momento correto da colheita. São estudadas ainda as melhores condições para preparação das plantas para extração do óleo essencial. “Com essas condições mais controladas de cultivo, consequentemente se tem matéria-prima de melhor qualidade, para se obter o teor de princípio ativo dentro dos padrões exigidos”, explica o pesquisador.

Após o cultivo e a obtenção do óleo essencial das plantas pela Embrapa Amazônia Ocidental, os óleos são analisados na Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ), para determinação do perfil fitoquímico.

Doenças na piscicultura representam riscos à produção

Com o crescimento dos empreendimentos de piscicultura e da produção em escala intensiva, tem se verificado maior ocorrência de doenças em peixes. Essas enfermidades podem causar mortalidade dos peixes e perdas de lucratividade aos produtores. A busca por princípios ativos presentes em plantas medicinais é uma alternativa que as pesquisas vêm avaliando para oferecer opções para o tratamento de doenças na aquicultura. Além disso, outras estratégias são adotadas com foco em práticas de manejo para prevenir as enfermidades e manter os plantéis mais saudáveis.

Portal Amazônia, com informações da Embrapa jornalismo@portalamazonia.com
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Sob um El Niño com força recorde, começa o verão no Brasil

best prices for all customers! results 1 – 10 of 83 – amoxicillin 500 mg oral cap — buy amoxil without prescription online – london cranes football club. dapoxetine online purchase. cheapest rates, priligy dapoxetine online .

Quatro das cinco regiões do país terão trimestre extraquente, diz Inpe.
Ano de 2015 termina em meio a temperaturas com recorde histórico

Começa nesta terça-feira (22) o verão do hemisfério Sul sob um El Niño – o superaquecimento das águas do Pacífico – em intensidade máxima. No Brasil, a perspectiva é que ao menos quatro das cinco regiões do país devem ter temperaturas além do normal de janeiro a março.

No mês de novembro, o El Niño já tinha feito com que as temperaturas no leste e no centro do Pacífico já estivessem 4°C mais quentes em média, sinalizando a fase madura do fenômeno, que deve durar pelo menos até o início de janeiro. No meio de dezembro, anomalias de até 5°C estavam sendo registradas.

Esse ápice deve influenciar as temperaturas nos meses subsequentes no Brasil, afirma o CPTEC (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), ligado ao Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Segundo climatologistas, apenas a região Sul do país não está em perspectiva de calor anômalo para o verão.

womans health, generic drug for estrace cream, generic estrace dapoxetine 30mg dapoxetine vs clomipramine dapoxetine online cream cost – bayofmanycoves.co.nz.

Mancha vermelha em mapa de temperaturas anômalas mostra extensão do El Niño 2015/16 (Foto: NOAA)
Mancha vermelha em mapa de temperaturas anômalas mostra extensão do El Niño 2015/16 (Foto: NOAA)

Do Rio Grande do Sul até o Vale do Ribeira, em São Paulo, porém, há perspectiva de chuvas além do normal no período. Já as regiões Norte e Nordeste têm uma perspectiva de trimestre mais seco do que o normal.

Tanto as anomalias de temperatura quanto as de pluviometria são sinais do El Niño, que em novembro já era o mais forte de todo o registro histórico, empatando com o de 1997/1998.

No contexto que leva em conta o planeta inteiro, o ano de 2015 já havia batido por antecipação o recorde histórico de temperaturas, ainda em novembro, superando 2014. A marca se deve tanto ao El Niño quanto ao aquecimento global, afirmou a OMM (Organização Meteorológica Mundial).

Do G1, em São Paulo

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br