Veja 6 alternativas para usar WhatsApp mesmo bloqueado.

Foto: Reprodução/ internet – São Paulo – Desde as 14h desta segunda-feira (02), o WhatsApp foi bloqueado no Brasil para clientes de TIM, Oi, Vivo, Claro e Nextel, por decisão da Justiça de Sergipe. O bloqueio será de 72 horas. As operadoras estão cumprindo a ordem e são passíveis de multa em caso de desobediência.

O aplicativo de comunicação é importante para troca de mensagens entre pessoas. Algumas até usam o WhatsApp como ferramenta de trabalho.

A pesquisa Conecta, plataforma web do IBOPE Inteligência, indica que o WhatsApp é o aplicativo mais usado do Brasil. Ela mostra 93% dos donos de smartphone usam o aplicativo. Os efeitos do bloqueiam foram vários. Ele gerou muitas piadas e memes na internet.

Veja abaixo 6 alternativas para se comunicar enquanto o WhatsApp estiver bloqueado.

Telegram

No modo de funcionamento e visual, o Telegram é extremamente parecido com o WhatsApp. Ele tem como diferencial seu esquema de criptografia. As mensagens são enviadas codificadas e reveladas apenas no smartphone da outra pessoa. O conteúdo não é armazenado nos servidores da empresa. Desde o bloqueio do WhatsApp, o Telegram ganhou centenas de milhares de novos usuários brasileiros.

Essa ideia de segurança atraiu, por exemplo, simpatizantes do Estados Islâmico, que usam a rede para comunicação e para disseminar propaganda. O Telegram está disponível, de graça, para Android, iPhone e Windows Phone.

Viber

O Viber é um dos grandes concorrentes do WhatsApp. Ele usa a rede móvel para compartilhar mensagens entre usuários. Ele conta com uma diversidade de stickers que podem divertir as pessoas enquanto elas usam o app.

Um ponto positivo do Viber é que ele funciona em diversos sistemas operacionais. Eles são: Android, iPhone, Windows Phone, Windows 8, BlackBerry, Symbian (Nokia) e tem uma versão para desktop.Baixe o app no site oficial da empresa.

Skype

O Skype é um bom aplicativo para troca de mensagens. Ele é desenvolvido pela Microsoft e tem proporciona também conversas de vídeo.

Recentemente, a Microsoft lançou um recurso bacana para usuários brasileiros: a tradução simultânea.

Ele tem versões para notebook e computadores (Windows e Apple), Android, iPhone/iPad, Windows pHone, BlackBerry, Xbox e até para algumas televisões.

Baixe o Skype no site oficial.

Se você já usa o Facebook, as chances de que você também use o Messenger são enormes. O aplicativo dedicado da ferramenta de conversas é ótimo. O visual é bem bacana—principalmente graças às cabecinhas flutuantes de cada conversa.

O Messenger tem bons recursos como envio de stickers, possibilidade de enviar GIFs e integração com diversos apps que funcionam dentro dele.

O Messenger está disponível para Android, iPhone/iPad e Windows Phone.

Hangouts

O Hangouts é o sistema de mensagens do Google. Uma grande vantagem é que ele está integrado ao sistema Android. Além disso, ele pode ser usado em produtos com iOS e na plataforma web—em um site dedicado ou em serviços do Google como Gmail ou a rede social Google+.

Kakao Talk

O Kakao segue bastante a linha do WhatsApp. Ele precisa de uma confirmação do usuário e liga o app ao seu número de telefone—isso é feito por um SMS. Os contatos são extraídos da agenda presente no smartphone do usuário.

Assim como o WhatsApp, ele permite o envio de mensagens de áudio, imagens, entre outros tipos de conteúdo. Ele está disponível para Android, iPhone, Windows Phone e BlackBerry.
Por: Redação ORM News com informações de Exame
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WhatsApp recorre de bloqueio judicial que afeta 100 milhões.

Foto: Reprodução-Rio – As operadoras de telefonia fixa e móvel foram obrigadas pela Justiça de Segipe a bloquear o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp em todo o país por 72 horas a partir das 14h desta segunda-feira. A decisão foi ordenada pelo juiz Marcel Montalvão, da cidade de Lagarto, e foi anunciada em 26 de abril. O escritório de advocacia Trench, Rossi & Watanabe, que representa o WhatsApp, já entrou com um mandado de segurança na Justiça pedindo a suspensão da medida.

De acordo com advogados do escritório, a expectativa é que os serviços do WhatsApp sejam restabelecidos até a meia noite. A empresa sustenta que não dispõe das informações pedidas pela Vara Criminal de Lagarto e que o bloqueio do serviço afeta 100 milhões de brasileiros que usam o serviço.

Às 14h05m, os usuários do serviço começaram a parar de enviar e receber mensagens. Mas ainda havia relatos de uso do serviço sem problemas às 14h35m. Às 14h40, o uso do aplicativo foi de fato suspenso, de acordo com os clientes das operadoras.

Em nota, o Tribunal de Justiça de Sergipe informou que o magistrado atendeu a uma medida cautelar da Polícia Federal por causa do não cumprimento da determinação judicial de quebra de sigilo de mensagens do aplicativo para fins de investigação sobre crime de tráfico de drogas em Lagarto, “mesmo após o pedido de prisão do representante do Facebook no Brasil”. As investigações começaram em 2013 e o processo tramita em segredo de Justiça. Procurado, o Facebook não se pronunciou sobre o andamento do caso.

A Vara Criminal de Lagarto confirmou que o juiz Montalvão enviou às operadoras a determinação para que o WhatApp seja suspenso. O juiz, que estava de folga nesta segunda-feira, não comentará a decisão. Diante da repercussão da notícia, no entanto, a informação na Vara de Lagarto pouco depois das 14h era que o juiz teria se deslocado para reuniões no Tribunal de Justiça de Sergipe, em Aracaju, a 75 km de distância.

Montalvão é o mesmo que pediu a prisão do vice-presidente do Facebook para a América Latina, Diego Dzodan, por descumprimento de ordem judicial que cobrava a entrega de informações sobre usuários do WhatsApp.

WHATSAPP DESAPONTADO

O WhatsApp garante vir cooperando com as autoridades e se diz “desapontado” com uma nova ordem de bloqueio do serviço no Brasil, afetando mais de cem milhões de brasileiros usuários do aplicativo. Leia a nota oficial da WhatsApp:

“Depois de cooperar com toda a extensão da nossa capacidade com os tribunais brasileiros, estamos desapontados que um juiz de Sergipe decidiu mais uma vez ordenar o bloqueio de WhatsApp no Brasil. Esta decisão pune mais de 100 milhões de brasileiros que dependem do nosso serviço para se comunicar, administrar os seus negócios e muito mais, para nos forçar a entregar informações que afirmamos repetidamente que nós não temos”, diz a empresa.

Em caso de descumprimento, Claro, Nextel, TIM, Oi e Vivo estarão sujeitas a multa diária de R$ 500 mil. A CPI dos Crimes Cibernéticos pode aprovar amanhã sugestão de projeto de lei que dará fim a esta sequência de bloqueios do WhatsApp, conforme antecipado pela coluna do Lauro Jardim.

OPERADORAS SEGUEM ORIENTAÇÃO

A Claro confirmou ter recebido a notificação da Justiça e disse que suspenderia o serviço conforme a determinação. Também ressaltou que não é autora da ação que levou ao bloqueio do aplicativo.

Já a Oi informou que “segue rigorosamente a legislação vigente e as determinações da Justiça, e cumpre todas as ordens judiciais”. Em nota, a Nextel comunicou que “cumprirá a decisão judicial que determinou o bloqueio do WhatsApp no Brasil”.

A TIM, por sua vez, afirmou que sua posição será a do Sinditelebrasil (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Pessoal e Celular). A Vivo confirmou, por meio de nota, que fará o bloqueio do serviço a partir das 14h desta segunda-feira.

O Sinditelebrasil confirmou o recebimento da intimação judicial de bloqueio do serviço de WhatsApp por 72 horas e informou que as prestadoras de serviços de telefonia móvel que representa receberam a intimação judicial e cumprirão determinação da Justiça em todo o território nacional.

BLOQUEIOS ANTERIORES

Essa é a segunda vez que o WhatsApp é bloqueado pela Justiça. Em ambos os casos, a suspensão foi uma represália da Justiça por a empresa ter se recusado a cumprir determinação de quebrar o sigilo de dados trocados entre investigados criminais.

O primeiro bloqueio foi em dezembro do ano passado e ocorreu a pedido da 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo, que determinou a suspensão do serviço por 48 horas. A decisão foi derrubada 12 horas depois, quando o próprio WhatsApp impetrou um mandado de segurança pedindo o restabelecimento do serviço.

Não para por aí. Em março deste ano, Diego Dzodan, vice-presidente do Facebook e dono do WhatsApp, foi preso também porque não houve o cumprimento de ordem da Justiça de enviar dados dos usuários do sistema de troca de mensagens. Esse é o mesmo processo que bloqueou o serviço do aplicativo nesta segunda-feira, tocado pelo juiz Marcel Montalvão, da cidade de Lagarto, no Sergipe.

Houve ainda uma outra tentativa da Justiça de derrubar o serviço, em fevereiro. Da mesma forma, o objetivo era forçar a empresa a colaborar com investigações sobre casos de pedofilia na internet, desta vez da polícia do Piauí. A decisão, porém, foi suspensa pelos desembargadores Raimundo Nonato da Costa Alencar e José Ribamar Oliveira, do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), que concederam liminares sustando os efeitos da decisão do juiz Luiz de Moura Correia, da Central de Inquéritos do Poder Judiciário em Teresina, que suspendia o uso do aplicativo WhatsApp em todo o Brasil.

PRIVACIDADE DE DADOS

A discussão de acesso a dados pessoais de usuários tem ganhado força nos últimos meses. Desde fevereiro, a Apple enfrenta uma batalha judicial contra o FBI, que tenta desbloquear o sistema operacional de um iPhone recuperado de um dos atiradores da chacina em San Bernardino, na Califórnia, no final do ano passado. A empresa se opôs ao objetivo da polícia com os argumento de ameaça à segurança dos usuários.
Por O Globo
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Usuários inundam página pessoal de juiz que bloqueou aplicativo- ‘Migo, seu loko, devolve o Whats

Foto © Fornecido por BBC Perfil no Facebook do juiz Marcel Montalvão.
Foto © Fornecido por BBC Perfil no Facebook do juiz Marcel Montalvão.

Perfil no Facebook do juiz Marcel Montalvão, que determinou o bloqueio do WhatsApp. Os internautas brasileiros foram pegos de surpresa nesta segunda-feira pelo anúncio de bloqueio do aplicativo WhatsApp durante 72 horas. Alguns usuários prejudicados pelo veto foram cobrar a volta imediata do aplicativo diretamente com o responsável: o juiz Marcel Montalvão, de Lagarto (SE).A página pessoal de Montalvão recebeu uma enxurrada de mensagens pedindo a volta do aplicativo de mensagens instantâneas. “Migo seu loko, devolve o Whats” e “Liga o whatsapp aí rapidão” são alguns exemplos.Montalvão é seguido por 279 pessoas na rede social – muitas delas conquistadas após o bloqueio. O juiz, porém, não respondeu a nenhum dos pedidos pela liberação do aplicativo.

A página pessoal do juiz é privada e é necessário ser seu amigo para publicar na sua linha do tempo.Entre as páginas curtidas pelo magistrado está a do humorista Claudinho Castro Ahnao, que também deixou um apelo pelo desbloqueio do aplicativo. “Liga o Zap zap de novo migo”, comentou o humorista na página do juiz. © Fornecido por BBC MotivoO motivo do bloqueio é o mesmo que levou à prisão do vice-presidente do Facebook para a América Latina, Diego Dzodan, em março. E Montalvão é justamente quem havia determinado a detenção do executivo, solto 24 horas depois.A decisão desta segunda-feira exigiu que as operadoras suspendessem o serviço imediatamente após a intimação. © Fornecido por BBC WhatsApp pode ficar sem funcionar por 72 horas no país .

O Tribunal de Justiça local informou que o magistrado atendeu a uma medida cautelar da Polícia Federal por conta do não cumprimento da determinação judicial de quebra de sigilo de mensagens do aplicativo para uma investigação sobre tráfico de drogas em Lagarto. Isso ocorreu, segundo a decisão, “mesmo após o pedido de prisão do representante do Facebook do Brasil”. As investigações começaram em 2013. O processo tramita em segredo de Justiça.A Justiça brasileira e empresas estrangeiras de tecnologia travaram ao menosoito quedas de braço . Desde 2007, quando o YouTube ficou fora do ar após se recusar a retirar um vídeo da modelo Daniela Cicarelli em momento íntimo com o então namorado em uma praia da Espanha, políticos e a polícia fizeram diversos pedidos para bloquear empresas de tecnologia no Brasil.

Por BBC Brasil

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WhatsApp está liberado para algumas pessoas via wi-fi, relatam usuários

O WhatsApp ficou liberado para uso por meio de wi-fi, relataram usuários do aplicativo na tarde desta segunda-feira (2), em comentários no Twitter e no Facebook.

Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa da TIM disse que o bloqueio do WhatsApp foi feito para os planos de dados móveis e de banda larga. A empresa vai apurar relatos de que é possível ter acesso por meio de wi-fi.

A assessoria da Claro também falou que está em busca de mais informações sobre o acesso por internet fixa ao WhatsApp.

TIM, Oi, Vivo, Claro e Nextel cumpriram a intimação judicial, que impõe multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento.

Para o aplicativo, o bloqueio “pune mais de 100 milhões de brasileiros”. “Estamos desapontados que um juiz de Sergipe decidiu mais uma vez ordenar o bloqueio de WhatsApp no Brasil”, disse em comunicado. (veja íntegra no final da reportagem)

A empresa lamentou a decisão e disse não ter a informação exigida pelo juiz que determinou o bloqueio.

Decisão
A Justiça de Sergipe mandou as maiores operadoras de telefonia do país bloquearem o acesso dos brasileiros ao aplicativo de mensagem instantânea a partir das 14h desta segunda.

A decisão do bloqueio é do juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto, em Sergipe. O magistrado atendeu a um pedido de medida cautelar da Polícia Federal, que foi endossado por parecer do Ministério Público.

O bloqueio foi pedido porque o Facebook, dono do WhatsApp, não cumpriu uma decisão judicial anterior de compartilhar informações que subsidiariam uma investigação criminal. A recusa já havia resultado na prisão do presidente do Facebook para América Latina em março deste ano, em uma decisão do mesmo juiz de Sergipe.

O WhatsApp informa que cooperou “com toda a extensão da nossa capacidade com os tribunais brasileiros”. A empresa voltou a afirmar que a Justiça tenta “nos forçar a entregar informações que afirmamos repetidamente que nós não temos”.

Segundo o juiz, a medida cautelar é baseada no Marco Civil da Internet.

Os artigos citados pelo magistrado dizem que uma empresa estrangeira responde pelo pagamento de multa por uma “filial, sucursal, escritório ou estabelecimento situado no país” e que as empresas que fornecem aplicações devem prestar “informações que permitam a verificação quanto ao cumprimento da legislação brasileira referente à coleta, à guarda, ao armazenamento ou ao tratamento de dados, bem como quanto ao respeito à privacidade e ao sigilo de comunicações.”

Veja abaixo o comunicado do WhatsApp:

“Depois de cooperar com toda a extensão da nossa capacidade com os tribunais brasileiros, estamos desapontados que um juiz de Sergipe decidiu mais uma vez ordenar o bloqueio de WhatsApp no Brasil. Esta decisão pune mais de 100 milhões de brasileiros que dependem do nosso serviço para se comunicar, administrar os seus negócios e muito mais, para nos forçar a entregar informações que afirmamos repetidamente que nós não temos.”

Por G1 O Globo

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Veja como cientistas criaram bateria que dura a vida toda.

Estudante de doutorado Mya Le Thai estava “brincando” com nanocabos quando decidiu usar capa de gelEstudante de doutorado Mya Le Thai estava “brincando” com nanocabos quando decidiu usar capa de gel.
Criar uma bateria que dure toda a vida parecia algo difícil, mas um grupo de pesquisadores americano conseguiu realizar o feitoE fizeram isso por acidente.
Cientistas da Universidade da Califórnia, em Irvine, nos Estados Unidos, estavam procurando uma forma de substituir o lítio líquido das baterias por uma opção mais sólida e segura – as baterias de lítio são extremamente combustíveis e muito sensíveis à temperatura- quando acabaram criando esta bateria 400 vezes mais eficiente que as atuais.
Eles começaram a fazer testes com nanocabos de ouro recobertos com um gel de eletrólitos e descobriram que eram incrivelmente resistentes. A bateria podia continuar trabalhando de forma efetiva durante mais de 200 mil ciclos de carga.
Durante muito tempo, os cientistas fizeram testes com nanocabos para baterias.
Isso porque eles são milhares de vezes mais finos que o cabelo humano, altamente condutores e contam com uma superfície ampla para o armazenamento e transferência de elétrons.
O problema é que esses filamentos são extremamente frágeis e não aguentavam a pressão de carga e descarga.

Maior parte de dispositivos hoje usa baterias de lítio líquido Mas um dia a estudante de doutorado Mya Le Thai decidiu colocar nestes delicados fios uma capa de gel.

“Mya estava ‘brincando’ e cobriu tudo com uma fina capa de gel antes de começar o ciclo”, explicou Reginald Penner, conselheiro do departamento de química da Universidade da Califórnia em Irvine.

“Descobriu que apenas usando este gel (de eletrólitos) podia submetê-los a ciclos (de carga e descarga) centenas de milhares de vezes sem que perdessem sua capacidade”, diz. Ela fez isso durante três meses.

O problema do ouro

“Isso é incrível porque essas bateria tipicamente morrem depois de 5 mil ou 6 mil ciclos, 7 mil no máximo”, acrescenta.

Penner contou à revista Popular Science que, quando começaram a testar os dispositivos, se deram conta de que as baterias não iam morrer.

Os especialistas acreditam que a efetividade da bateria de Irvine se deve ao fato de a substância viscosa plastificar o óxido metálico na bateria e lhe dar flexibilidade, o que evita rachaduras.

Bateria de Irvine é 400 vezes mais eficiente que as normais

“O eletrodo revestido mantém sua forma muito melhor, o que faz com que seja uma opção mais confiável”, explicou Thai.

“Esta pesquisa prova que as baterias com nanocabos de ouro podem ter uma vida longa e que são uma realidade”, acrescentou.

Segundo o estudo, após submeter a bateria a 200 mil ciclos, ela só perdeu 5% de sua carga máxima.

Mas ainda resta um longo caminho antes que estas baterias comecem a ser vistas em nossos celulares.

Por mais finos que sejam esses filamentos, eles são de ouro, o que faz com que as baterias sejam muito caras para fabricação em massa.

Para solucionar este problema, Penner sugeriu a Popular Science a possibilidade de substituir o ouro por uma metal mais comum, como o níquel.
Por BBC Brasil
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Hackers receberam mais de 1 milhão de dólares para desbloquear iPhone”

O Departamento de Justiça dos EUA disse em março que desbloqueou o iPhone de um dos atiradores de San Bernardino com a ajuda de uma terceira parte não identificada e desistiu do caso contra a Apple, encerrando uma diputa legal, mas deixando o debate sobre criptografia sem desfecho.

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O FBI pagou um um valor recorde, superior a um milhão e trezentos mil dólares, a um grupo de “hackers” profissionais para aceder ao conteúdo do iPhone de um dos responsáveis pelo tiroteio em San Bernardino, na Califórnia, que se saldou em 14 mortos em dezembro passado.

Apesar de a quantia exacta continuar a ser um segredo de Estado, foi o próprio director do FBI, James Comey, quem fixou um limite mínimo, durante uma conferência sobre segurança organizada pelo Instituto Aspen em Londres. Apesar de não dar informações diretas, o diretor afirmou que “o valor foi alto”. De acordo com a Reuters, o gasto do equivalente americano à Polícia Federal deve ultrapassar US$ 1,3 milhão, no maior valor abertamente já investido em um hack. “Mais do que eu ganharei no período que me resta neste trabalho, que são sete anos e quatro meses”, respondeu Comey ao ser perguntado sobre quanto foi pago pela tecnologia que permitiu o desbloqueio do iPhone.

O salário do diretor do FBI é público e chega a US$ 181.

A tentativa do FBI de ter acesso aos dados do celular do atirador gerou uma longa briga judicial entre a Apple e a agência de inteligência. Foi um trabalho complexo por causa do dispositivo de segurança da Apple, se o usuário colocar a senha errada mais de dez vezes, os dados do aparelho são apagados automaticamente.

A empresa alegava que, colaborando com as autoridades, estaria a pôr em risco a privacidade de todos os seus dispositivos.

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Câncer de cabeça e pescoço é mais comum do que se imagina.

Semana Global de Conscientização sobre o Câncer de Cabeça e Pescoço é realizada até o dia 23

No período de 18 a 23 de abril é realizada a ‘Semana Global de Conscientização sobre o Câncer de Cabeça e Pescoço’. Segundo estatísticas, cerca de 5% a 10% dos problemas de câncer estão localizados na cabeça e pescoço, onde se manifestam os cânceres de nariz, boca, garganta, faringe, pele, glândulas salivares e tireóides. Os mais frequentes são os de boca, provocados principalmente pelo cigarro e bebidas alcoólicas.

Segundo a médica oncologista Danielle Feio, do Hospital HSM – Centro Avançado de Oncologia, a incidência maior dessa doença constata-se entre os homens, que são os maiores consumidores de bebida e cigarros. Já a população feminina, embora tenha aderido, nos últimos anos, ao tabagismo e ao uso de bebidas, é menos atingida, pois de uma maneira geral as mulheres são mais cuidadosas com a higiene e a saúde.

Os sintomas mais comuns são feridas na boca que não cicatrizam, gânglios (linfonodos na região do pescoço), dor ao engolir ou até mesmo dificuldade para engolir (sensação de entalo). Os pacientes com este tipo de câncer podem sofrer alterações no seu dia a dia, por conta dos hábitos alimentares que mudam, com dificuldades para engolir, optando por alimentos pastosos ou líquidos; muita das vezes eles respiram através de cânula de traqueostomia (um orifício feito no pescoço para que o paciente possa respirar, pois muitas vezes o tumor de pescoço dificulta ou até impede a respiração); perda do paladar por conta de efeitos colaterais ocasionados pela radioterapia (as papilas gustativas ficam comprometidas pelo tratamento); em alguns casos eles recebem alimentos por sonda nasoenteral/ nasogástrica (que entra pelo nariz e leva alimentos para o estômago/intestino).

237754‘A qualidade de vida fica comprometida, porém quando diagnosticado tardiamente, pois esses comprometimentos geralmente acontecem quando o paciente tem o tumor em estágio avançado e volumoso. No HSM temos uma incidência de dois novos casos por mês, mas no sistema público a incidência é muito maior, em torno de dois casos por semana. A faixa etária fica em torno de 60 anos, geralmente são pacientes tabagistas ou ex- tabagistas’, destaca a médica.

Prevenção – Já está comprovado que a maior incidência dos casos de câncer atualmente é causada primeiramente por modificações genéticas adquiridas por fatores externos e não como uma doença genética passada de geração a geração. Muitos casos podem ser evitados com medidas simples, como alimentação saudável e peso adequado. ‘O recomendado é evitar álcool de maneira abusiva, o tabagismo, manter boa higiene da boca, visita periódica ao dentista, optar por alimentos saudáveis como frutas e verduras e a qualquer sinal de ferida na boca procurar o médico’, alerta a médica.

Dados – Com relação a estes cânceres, a incidência esperada para 2016 são 130 novos casos para homens e 80 entre as mulheres. Os locais mais comuns de câncer na boca são: língua (26%) e os lábios (23%) – principalmente o inferior. Outros 16% são encontrados no assoalho da boca e 11% nas glândulas salivares menores. O restante é encontrado nas gengivas e outros locais. Esses cânceres podem ocorrer em pessoas jovens, mas são raros em crianças.

A incidência de câncer de boca varia em diferentes regiões mundiais. Ele é muito mais comum na França, Hungria e Índia, por exemplo, do que nos Estados Unidos – e raro em países como o México e no Japão. Cientistas que estudam a doença atribuem essas diferenças a fatores de risco ambientais e comportamentais.

Nos países em desenvolvimento, os cânceres de boca estão entre os mais comuns. No Brasil, é o quinto em incidência entre os homens e os tumores, em sua grande maioria, são diagnosticados em estado avançado e apenas 20% são detectados precocemente, durante exame médico ou odontológico.

Por ORMNEWS:

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TIM muda marca e logo para fortalecer ligação entre cliente e operadora

A operadora TIM está de cara nova no mercado. A empresa continua com o mesmo catálogo de serviços e a qualidade que você já conhecia ou precisa conhecer, mas agora iniciou um reposicionamento que tem como destaque a alteração do tradicional logo.

Como lema dessa mudança, a TIM escolheu a frase “Evoluir é fazer diferente”. O objetivo da operadora é manter características como pioneirismo, coragem e transparência, mas com foco ainda maior na qualidade e em uma experiência aprimorada do usuário.

“Fazemos diferente ao encarar o mercado e o ambiente de uma nova forma, nos ajustando ao comportamento do consumidor de telecomunicações no Brasil. Agora, nosso foco é redefinir a relação entre clientes e operadoras, com menos promessas e mais fatos”, ressalta o presidente da TIM Brasil, Rodrigo Abreu.
A base

“Para o consumidor, todas as operadoras são parecidas. Mas a TIM não nasceu para ser igual”, destaca o presidente. Para confirmar isso, a transformação da marca faz parte de uma jornada trabalhada pela operadora com três pilares: inovação, qualidade e experiência do usuário.

TIM

Inovar é prioridade em um mercado tão dinâmico e vasto, e a TIM pretende oferecer novos planos, ofertas, parcerias e tecnologias. Já líder na cobertura do 4G, ela promete manter a qualidade em todos os setores e ampliar investimentos em infraestrutura, estando pronta para o presente e o futuro.

Bastante exigida pelo público, uma experiência do usuário satisfatória significa uma nova relação com o consumidor, para que todos tenham atendimento, serviços e relacionamento com a empresa de forma ideal.

E a história da TIM com o Brasil já é longa e cheia de grandes momentos: ela liderou vários movimentos do mercado, como a cobrança por chamada, o fim da tarifa diferenciada em ligações de longa distância e para outras operadoras, a taxa fixa diária ou mensal de internet móvel e o foco nos investimentos do 4G.
A nova cara

O logo escolhido para ser o símbolo dessa nova fase da TIM representa bem essa ideia de evolução com manutenção das raízes. Mantendo as cores azul e vermelha, que se tornaram parte da identidade da maca, o desenho apresenta um visual simples e moderno, formando um “T” no espaço entre as linhas horizontais. A ideia é ter uma identidade mais digital, representando evolução e as linhas de comunicação da web.

Comparação entre o novo logo (acima) e a anterior (abaixo)

O projeto é colaboração da operadora com a Interbrand e foi encomendado pela Telecom Italia, que unificou a marca no início de 2016 e agora usa o nome TIM para todas as operações. Segundo Abreu, ser protagonista na indústria é uma responsabilidade desafiadora e repleta de exigências, mas a marca está pronta. “A TIM quer entregar sempre mais valor para os seus clientes e essa mudança de marca e posicionamento representa a evolução do nosso compromisso”, conclui o presidente.

A campanha é dividida em duas etapas. A primeira manteve o mistério da novidade a partir de hashtags como “#fazerdiferente” e inserindo teasers em várias mídias. Em São Paulo, Rio de Janeiro e outras cidades, estruturas com o novo logo foram instaladas com carregadores de bateria de celular, Wi-Fi e bancos, transformando o símbolo da TIM em espaço de convivência.

A segunda fase, a partir de 15 de abril, começou no evento TIMx com palestras e depoimentos. Durante o evento, houve a transmissão de trechos no Periscope, onde foi revelado ao público em geral o novo logo e assinatura da marca.

Por tecmundo.com.br
Igor Pankiewicz
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Chip no cérebro permite que tetraplégico retome movimentos da mão

Um homem com os quatro membros paralisados há seis anos conseguiu realizar movimentos com as mãos e os pulsos com a ajuda de uma técnica inédita: um sistema médico capaz de registrar os sinais cerebrais do paciente – por meio de um chip implantado no cérebro – e convertê-los em funções motoras complexas.

O novo sistema, batizado de Neurolife, foi descrito em um artigo publicado nesta quarta-feira, 13, na revista científica Nature. O equipamento foi desenvolvido por médicos e neurocientistas da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos.

O paciente tetraplégico é Ian Burkhart, um americano de 24 anos que perdeu os movimentos das pernas e braços depois de um acidente de mergulho que causou danos na parte superior de sua coluna vertebral.

A paralisia envolve a ruptura das vias pelas quais passam os sinais enviados entre o cérebro e os músculos. De acordo com o artigo, com o novo sistema – um “atalho neural” que reconectou o cérebro diretamente aos músculos do paciente -, Burkhart conseguiu restabelecer diversos movimentos e executar tarefas como utilizar um cartão de crédito, atender um telefone e tocar uma guitarra de videogame.

Segundo os autores do estudo, coordenado por Chad Bouton, Nick Annetta e Ali Rezai, é a primeira vez que um indivíduo com paralisia consegue realizar movimentos tão complexos com o uso de sinais enviados por seu córtex motor.

“Mostramos pela primeira vez que um paciente tetraplégico é capaz de aprimorar seu nível de funcionamento motor e de movimentos das mãos”, disse Rezai.

Segundo ele, Burkhart já havia participado da demonstração de uma tecnologia de “atalho neural” em junho de 2014, quando conseguiu abrir e fechar a mão apenas pensando no gesto. Agora, no entanto, os movimentos realizados são bem mais complexos.

“É incrível ver o que ele conseguiu fazer. Ian conseguiu pegar uma garrafa, derramar seu conteúdo em uma jarra e colocar a garrafa de novo no lugar. Depois ele pegou um mexedor e o utilizou para misturar o conteúdo da jarra e guardar o mexedor. Ele está controlando cada passo da tarefa”, disse Annetta.

A tecnologia usada no Neurolife combina algoritmos que aprendem a decodificar a atividade cerebral do paciente e uma manga de estimulação muscular de alta definição, que traduz os impulsos neurais do cérebro e transmite novos sinais ao membro paralisado.

Em abril de 2014, em uma cirurgia de três horas, Rezai implantou um chip eletrônico no córtex motor do cérebro de Burkhart. A partir daí, os cientistas trabalharam para descobrir a sequência correta de eletrodos do chip a ser estimulada para que o paciente pudesse mover mãos e dedos de forma funcional.

Depois disso, ao longo de 15 meses, Burkhart passou por três sessões semanais utilizando uma manga com eletrodos para estimular seu antebraço e reconstruir seus músculos atrofiados de forma que eles pudessem responder aos estímulos elétricos.

“Na última década, aprendemos como decifrar sinais cerebrais de pacientes completamente paralisados. Agora, pela primeira vez, esses sinais estão sendo transformados em movimento. Nossos resultados mostram que sinais registrados a partir do cérebro podem ser reencaminhados para contornar um dano na coluna vertebral, permitindo a restauração dos movimentos”, disse Bouton.

Burkhart afirmou que decidiu participar do estudo porque tinha vontade de ajudar outros pacientes com comprometimento da coluna vertebral. “Eu só achei que era minha obrigação com a sociedade. Se alguém mais tiver uma oportunidade para fazer isso em outro lugar do mundo, eu torceria para que eles conseguissem beneficiar todo mundo no futuro”, afirmou.

“Esperamos que essa tecnologia evolua para um sistema sem-fio conectando os sinais do cérebro e os pensamentos ao mundo exterior, para aprimorar a função motora e a qualidade de vida das pessoas com deficiências. Um dos nossos objetivos principais é que isso esteja disponível o mais rápido possível para que os pacientes possam usar em casa”, disse Rezai.

Cadeira robótica

No início de março, uma equipe de neurologistas liderada pelo brasileiro Miguel Nicolelis, da Universidade Duke (Estados Unidos), conseguiu fazer com que dois macacos controlassem uma cadeira de rodas robótica usando apenas a mente, por meio de eletrodos implantados no cérebro.

Quando os animais “pensavam” em se mover em direção a um recipiente com uvas, computadores traduziam sua atividade cerebral em operações da cadeira robótica, em tempo real, permitindo que eles se movessem em direção ao objetivo.

O dispositivo usado no experimento foi o último desenvolvimento da tecnologia de interface cérebro-máquina (ICM), estudada há anos pela equipe de Nicolelis.

Diversos grupos de pesquisa já desenvolveram ICM’s que permitem aos primatas usar sua atividade do córtex cerebral para controlar membros artificiais. Mas o experimento com a cadeira de rodas robótica foi o primeiro a demonstrar que é possível utilizar apenas a atividade cerebral para “navegar” por um espaço com ajuda de uma ICM.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Esfera misteriosa encontrada em floresta europeia intriga cientistas

Uma enorme esfera de pedra encontrada em uma floresta da Bósnia e Herzegovina vem intrigando e dividindo especialistas.

Em entrevista ao jornal britânico The Independent, o arqueólogo bósnio Semir Osmaganic advoga que formação rochosa é a mais antiga feita à mão por humanos.

Descoberta em uma floresta próximo à cidade bósnia de Zavidovici, a bola de pedra mede entre 1,2 a 1,5 metro de diâmetro, e, em sua composição, tem uma quantidade “extremamente alta” de ferro, segundo Osmaganic.

De acordo com outro pesquisador bósnio, Sam Osmanagich, a região era repleta de esferas no passado, mas muitas teriam sido destruídas na década de 70 por culpa de boatos de que havia ouro escondido dentro delas.

Em 2005, Osmanagic, conhecido como o “Indiana Jones bósnio”, virou destaque na imprensa internacional ao alegar que um conjunto de colinas no Vale Visoko, na Bósnia, era, na verdade, um local de pirâmides antigas ligadas por uma rede de túneis subterrâneos.

Apesar das críticas recebidas na ocasião, o especialista teve o apoio do governo do país, que liberou recursos para escavações na área.

“Soubemos que o mundo está rindo da gente (…), mas não há governo no mundo que deva se calar diante de algo que é positivo”.
Críticas

Mas Anthony Harding, presidente da Associação Europeia de Arqueólogos, descreveu a revelação como um “total absurdo”.

“Acredito que a esfera possa datar da Idade do Bronze ou Romana. Mas a especulação de que ela seria uma estrutura de 12 mil anos é totalmente fantasiosa e ninguém com um mínimo de conhecimento básico sobre arqueologia ou história diria isso”, disse Harding ao Independent.

Já Amanda Edwards, professora da Escola de Ciências Ambientais, Atmosféricas e de Terra da Universidade de Manchester (Reino Unido), diz não acreditar que a esfera tenha sido feita por humanos.

Segundo ela, a pedra teria sido formada “pela precipitação de cimento natural entre os grãos de sedimento”, processo conhecido como concreção, afirmou Amanda ao jornal britânico Daily Mail.

Arqueologos bosnios dizem acreditar que pedra e a mais antiga criada pelo homem tese e refutada por especialistas.
Arqueologos bosnios dizem acreditar que pedra e a mais antiga criada pelo homem tese e refutada por especialistas.

Por Uol
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