Fenômeno da Superlua poderá ser visto de graça no Planetário.
Foto: Reprodução / internet – Para dar aos belenenses a oportunidade de melhor percepção do fenômeno da Superlua, que não ocorre há 70 anos, o Planetário e Centro de Ciências da Universidade do Estado do Pará (Uepa) abre as portas das 18h às 22h desta segunda-feira (14), colocando os telescópios à disposição do público gratuitamente.
A lua cheia é objeto de inspiração para poetas e apaixonados e faz sucesso também nas redes sociais. Os admiradores do satélite da Terra terão um dia especial na próxima segunda. “Essa não é apenas uma Superlua, e sim uma ‘super Superlua’. Além de a lua estar mais perto da Terra, a Terra estará mais próxima do sol, fazendo com que haja um aumento no tamanho da lua avistada no céu e também no brilho”, explica o técnico em Física do Planetário, Victtor Takeshi.
A distância média entre a Terra e a lua é de 384.403 quilômetros. Assim como os planetas descrevem uma trajetória elíptica ao redor do sol, a lua descreve a mesma trajetória ao redor da terra. Nesse caso, quando o satélite natural se localiza no ponto mais próximo da terra (perigeu), na fase cheia, a 347 mil quilômetros, ocorre a Superlua regular. Ou seja, o fenômeno acontece quando a lua está completamente iluminada pelos raios solares na menor distância possível do planeta Terra. A coincidência que marca a próxima Superlua é a de que a Terra também se encontrará mais perto do sol.
A atividade no Planetário começa às 18h, com uma demonstração feita por Takeshi, para explicar o fenômeno do ponto de vista físico para os presentes. A observação da lua terá início às 19h, quando as pessoas poderão ver a Superlua em três telescópios. A programação é gratuita. O Planetário e Centro de Ciências do Pará fica na avenida Augusto Montenegro, próximo ao Mangueirão. Por: Redação ORM News com informações da Agência Pará
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
Tecnologia wi-fi ajuda a reverter paralisia em macacos
Pesquisadores conseguiram fazer com que macacos que sofriam de paralisia devido a lesões na espinha pudessem retomar o movimento em uma das pernas com o uso de um dispositivo wireless implantado no cérebro.
Macacos utilizados na pesquisa tinham apenas uma perna paralisada – e conseguiram retomar o movimento e caminhar em linha reta sobre esteira
Macacos utilizados na pesquisa tinham apenas uma perna paralisada – e conseguiram retomar o movimento e caminhar em linha reta sobre esteira
Foto: EPFL
Foi a primeira vez que a técnica foi utilizada com sucesso.
A pesquisa, que utilizou macacos rhesus, foi conduzida pelo Instituto Federal de Tecnologia da Suíça e publicada pela revista científica Nature .
A tecnologia permitiu que os primatas conseguissem enviar comandos do cérebro até os nervos de uma das suas pernas, o que antes não era possível devido a uma lesão na coluna. (veja representação na imagem abaixo).
De acordo com os especialistas, a tecnologia pode ser testada em humanos em uma década.
A paralisia normalmente é causada por lesões na medula espinhal, que impedem que os sinais nervosos enviados pelo cérebro cheguem até os membros. É um ferimento que raramente se cura.
No estudo, os macacos tiveram chips implantados nas partes do cérebro que controlam o movimento.
Os dispositivos detectam os impulsos elétricos com as instruções para mexer a perna e enviam os dados para um computador.
O computador decifra as mensagens e envia as instruções para um outro implante, adaptado à coluna, que estimula os nervos correspondentes através de sinais elétricos.
O processo se dá em tempo real.
Os macacos utilizados na pesquisa retomaram algum controle sobre a perna paralisada. Em seis dias após o implante, eles já conseguiam caminhar em linha reta sobre uma esteira.
A paralisia normalmente é causada por lesões na medula espinhal, que impedem que os sinais nervosos enviados pelo cérebro cheguem até os membros. É um ferimento que raramente se cura.
A paralisia normalmente é causada por lesões na medula espinhal, que impedem que os sinais nervosos enviados pelo cérebro cheguem até os membros. É um ferimento que raramente se cura.
Foto: BBC Brasil
“Essa é a primeira vez que um primata retomou sua capacidade de se locomover através da neurotecnologia”, afirmou Gregoire Courtine, um dos responsáveis pelo estudo.
“O movimento para uma caminhada básica ficou perto do normal, mas ainda não conseguimos testar a habilidade de mudar de direção”, disse.
A tecnologia utilizada é a mesma já adotada em terapias para tratar o mal de Parkinson. Portanto, um avanço tecnológico para testar a técnica em pacientes humanos não seria necessário.
O fator complicador, segundo Courtine, são as diferenças biológicas entre seres humanos e primatas.
“Nós somos bípedes e isso exige formas mais sofisticadas para estimular os músculos”, explicou.
Para Jocelyne Bloch, neurocirurgiã do hospital da Universidade de Lausanne, na Suíça, a técnica realmente inovadora é a conexão entre a decodificação dos sinais emitidos pelo cérebro e o estímulo da medula espinhal.
“Pela primeira vez consigo imaginar um paciente completamente paralisado sendo capaz de mover suas pernas através dessa interface cérebro-espinha.”
O uso da tecnologia na recuperação de pacientes que sofrem com paralisia é um campo que vem se desenvolvendo rapidamente.
“Pacientes com paralisia querem ser capazes de retomar o controle real sobre seus movimentos, eles querem poder caminhar”, disse Mark Bacon, diretor de pesquisa da ONG Spinal Research.
Ele comemora o uso de dispositivos implantados e afirma que as evoluções nesse campo “claramente demonstram progresso”.
Andrew Jackson, pesquisador da Universidade de Newcastle, também vê as evoluções com otimismo:
O chip é implantado no cérebro do macaco para enviar sinais à medula espinhal
O chip é implantado no cérebro do macaco para enviar sinais à medula espinhal Foto: EPFL
“É bem possível que possamos ter as primeiras demonstrações clínicas de interfaces conectando a medula espinhal ao cérebro até o fim desta década.”
No entanto, Jackson faz a ressalva de que os macacos tinham apenas uma perna paralisada e não são bípedes como nós. Recuperar o movimento em duas pernas seria um desafio muito maior, lembrou ele.
“Locomoção útil também requer controle sobre equilíbrio, a capacidade de mudar de direção e evitar obstáculos. E nenhum desses fatores foi trabalhado pela pesquisa”, salienta. Por BBCBrasil. “Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.” Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br
Nova ameaça do Whatsapp promete espionar amigos
Já imaginou se existisse um recurso capaz de espionar todos os seus contatos do WhatsApp? É bastante tentador, não é mesmo? Mas, cuidado. Não caia nessa falsa promessa que já está se espalhando pelo aplicativo, que não passa de um golpe, como identificou a PSafe. Até o momento, segundo a empresa de segurança digital, mais de 100 mil usuários já foram afetados.
O golpe começa com a mensagem de um contato conhecido ou de algum grupo na qual o usuário faz parte no WhatsApp, com o tentador convite para ativar “a nova funcionalidade” e possibilitar que ele veja as conversas de seus contatos. Mas, para ativar o tal “WhatsEspião”, o falso comunicado induz a vítima a compartilhar o link com dez amigos ou grupos.
Após compartilhar o convite, o usuário é orientado a preencher os seus dados em sites maliciosos, que podem efetuar cobranças indevidas, ou mesmo a baixar apps falsos (que podem infectar o smartphone), deixando seu aparelho vulnerável a outros tipos de crimes.
Para evitar esse tipo de golpe, o CEO da PSafe, Marco DeMello, reforça a necessidade dos usuários de smartphone terem sempre um antivírus instalado em seus celulares. “Um cérebro biológico não é capaz de se defender de um cérebro eletrônico”, alerta o executivo ao fazer uma analogia aos ataques cibernéticos.
Além de instalar um programa confiável de antivírus, é aconselhável ainda manter o sistema operacional sempre atualizado, só fazer o download de apps em lojas oficiais, como a Google Play e a App Store, e desconfiar de links que chegam por mensagens.
Outros golpes recentes
Como um dos apps mais populares do Brasil, o WhatsApp está sempre sujeito a campanhas mal intencionadas contra usuários. A promessa de videochamada, por exemplo, já rendeu ao menos dois golpes parecidos: um que infectou 200 mil pessoas em uma semana e o outro que fez cerca de 100 mil vítimas.
Os criminosos têm apelado até mesmo para o uso do nome de grandes empresas –tais como McDonald’s e TAM– para atrair os alvos. O funcionamento deles, geralmente, é o mesmo. Induz as vítimas a compartilhar o golpe e a fazer o cadastro em um site malicioso.
(Com informações de UOL)
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WhatsApp ganha chamadas em vídeo no Android
O WhatsApp ganhou uma atualização que levará videochamadas aos aplicativos que rodam no sistema Android. Uma versão piloto do programa com a nova função foi liberada nesta segunda-feira (24). Com a melhoria, o serviço instantâneo de bate-papo do Facebook passará a competir com o “Messenger”, que também pertence à rede social, com o Skype, da Microsoft, e com o Duo, do Google.
Para usar o recurso, o usuário tem de instalar a versão 2.16.318, diretamente do site do WhatsApp via programa de testes do aplicativo (veja aqui). Como o programa não é baixado a partir da Google Play, é preciso autorizar que o Android permita sua instalação. Antes de iniciar as chamadas de vídeo, é preciso ainda dar aval para que o app use o microfone e a câmera do celular.
O funcionamento pleno do novo recurso tem alguns empecilhos. Caso o destinatário da chamada não tenha a nova versão do aplicativo, a ligação não será efetuada. Uma notificação surgirá avisando que não a ação não é possível.
As videochamadas já haviam sido liberadas, também em caráter de teste, para o Windows, da Microsoft. Uma vez liberados os testes, a atualização não deve demorar a chegar em caráter definitivo para o restante dos usuários do Android, Windows, bem como os de iOS, da Apple.
Recentemente, o WhatsApp ganhou outras atualizações, como a de mandar desenhos e GIFs, além da de incluir emojis, textos e desenhos em fotos enviadas a contatos.
As videochamadas podem reforçar as rusgas entre WhatsApp e operadoras telefônicas, que já reclamavam de o aplicativo permitir ligações telefônicas. O argumento é que o serviço do Facebook usa números telefônicos, administrados pelas empresas, para liberar as chamadas, mas não arca com todas as exigências regulatórias junto à Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel), com que essas companhas têm de arcar.
G1
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Pesquisa desvenda mistério de chuvas na Amazônia
A Amazônia surpreende mais uma vez. Há 25 anos, cientistas tentam descobrir o mecanismo completo da formação de nuvens na atmosfera da floresta, que acabam gerando as vitais e caudalosas chuvas da região.
Muito antes das nuvens, para que elas se formem, é preciso existir os chamados núcleos de condensação. A partir deles é que surgem as gotículas, as nuvens e finalmente as chuvas amazônicas.
Até hoje, os cientistas que estudam a floresta sabiam que parte das partículas que funcionam como núcleos de condensação eram emitidos pelas próprias plantas, em forma de gás.
“Mas a conta não fechava. Tinha mais partículas nas nuvens do que as emitidas. Era preciso saber a origem das outras”, afirma Paulo Artaxo, físico da USP.
O brasileiro é um dos autores de um artigo publicado hoje (24) na revista “Nature”.
O mistério, que acaba de ser desvendado, é fruto dos experimentos feitos no âmbito do GoAmazon (Green Ocean Amazon Experiment).
“Nós observamos que a concentração das partículas aumenta depois dos 4 mil metros de altura. A fonte da partículas está na alta atmosfera, entre 6 km e 15 km de altura, o que nunca havia sido sequer postulado até hoje”, segundo Artaxo.
De acordo com os resultados do grupo internacional de pesquisa, existe também uma espécie de escorregador que traz as nanopartículas, que tem entre 10 e 40 nanômetros (um nanômetro tem um bilionésimo de metro) de tamanho, da alta atmosfera para perto do solo.
Os gases emitidos pela floresta, por volta dos 15 km de altura e a 55° C negativos, se condensam e formam as partículas identificadas agora pelos cientistas.
Elas se coagulam e crescem. E voltam ao nível do solo em correntes descendentes por meio de nuvens ou chuvas. “São mecanismos biológicos da floresta atuando com as nuvens para manter o ecossistema Amazônico em funcionamento”, diz o pesquisador brasileiro.
Além de estudos perto do solo, os pesquisadores precisaram de aviões, voando em altas altitudes, para medir as nanopartículas. Um das aeronaves é americana, a Gulfstream-1, que é do Laboratório Nacional Pacific Northwest. O Halo (High Altitude and Long Range Research Aircraft) voando a 15 km de altura confirmou as medições feitas pelo primeiro avião.
Como tais mecanismos eram até agora desconhecidos, essa produção de aerossóis [gases] não está contemplada em nenhum modelo climático. “É um conhecimento que terá de ser incluído, pois ajudará a tornar as simulações de chuva na Amazônia mais precisas”, diz Luiz Augusto Machado, do Inpe, outro dos autores do estudo.
(Folhapress)
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Cientistas da UFSCar desenvolvem biovidro que cura feridas de pele
Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveram um tipo de biovidro flexível capaz de regenerar tecidos e acelerar o processo de cura de feridas.
O material apresentou bons resultados em testes com animais e o próximo passo será a realização de ensaios em humanos, previstos para 2017. Os pesquisadores têm um convênio com o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e o projeto está em fase de análise.
Edgar Zanotto, professor da UFSCar
“Curam feridas da pele, depois elas são reabsorvidas pelo corpo e são bactericidas, elas minimizam infecções e acabam com as bactérias”, contou o professor Edgar Zanotto.
“É um material absolutamente inovador”, continuou. “É o vidro que cura, é um biovidro, o vidro bioativo”.
Desenvolvimento
O biovidro tem sido usado como opção para diversos tipos de enxerto, mas depois de seis anos de estudo os cientistas do Laboratório de Materiais Vítreos conseguiram desenvolver um material diferente, bem mais flexível, uma manta semelhante à gaze usada em curativos.
Grupo da UFSCar criou malha de biovidro que ajuda em cicatrizações (Foto: Paulo Chiari/EPTV)
“Esses vidros bioativos são parecidos com o vidro de janela, feitos de sílica, cálcio e sódio, mas em concentrações diferentes, então é isso que muda o jeitinho que esse vidro reage dentro do corpo”, explicou a pesquisadora Marina Trevelin Souza.
“A ideia é aplicar diretamente sobre a pele em cima das feridas porque esse material reabsorve em contato com o sangue e vai regenerando aquela ferida ou aquela queimadura”, completou.
Nova peça de vidro pode ser usada em enxertos ósseos (Foto: Paulo Chiari/EPTV)
Ossos
Outra novidade do grupo é uma peça que pode ser usada como enxerto ósseo. “Nós podemos fazer enxertos com geometrias muito complexas e que encaixam perfeitamente no paciente”, comentou o pesquisador Murilo Crovace.
Além do formato, o produto também se diferencia de outros tipos de enxerto, como os de cerâmica, pelo tempo que o corpo leva para a absorção. No caso dos biovidros, esse processo ocorre de forma muito mais rápida.
“São poucos meses, enquanto as cerâmicas levariam anos para serem completamente absorvidas”, comparou Crovace.
Do G1 São Carlos e Araraquara
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Novo laboratório no Brasil usará inteligência artificial para fazer previsões em saúde
Entenda como big data e machine learning podem revolucionar a saúde. Projetos incluem previsão de mortalidade e triagem para emergências como a de zika.
Novo laboratório no Brasil usará inteligência artificial para fazer previsões em saúde
A mesma tecnologia que possibilita que um aplicativo indique qual é o caminho sem trânsito ou sugira quais séries você deve gostar de assistir pode revolucionar a saúde num futuro próximo. Um laboratório que será inaugurado este mês na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP) já está usando os conceitos de big data e machine learning para fazer previsões importantes para a saúde pública.
O machine learning é um tipo de inteligência artificial em que o computador usa dados coletados (conjunto chamado de big data) para reconhecer padrões e tendências de modo a “aprender” com a experiência e fazer previsões seguras.
“A ideia é incentivar o uso de dados e métodos rigorosos para resolver os principais problemas de saúde pública no Brasil”, diz o economista Alexandre Dias Porto Chiavegatto Filho, professor da FSP-USP e coordenador do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (Labdaps).
Um exemplo de como isso já está sendo aplicado é o supercomputador Watson, da IBM. Capaz de “ler” uma quantidade enorme de artigos científicos, diretrizes de sociedades médicas, base de dados de pacientes, o sistema usa toda essa informação para ajudar médicos a fazerem diagnósticos difíceis ou pesquisadores a encontrarem moléculas candidatas a tratar determinadas doenças, por exemplo
(Foto: Infográfico G1)
Zika, dengue e chikungunya
Na USP, um dos projetos em desenvolvimento pelo Labdaps vai buscar prever qual a probabilidade de um determinado paciente que chega a um serviço de saúde com suspeita de zika, dengue ou chikungunya realmente ter uma dessas doenças.
O sistema vai coletar dados de milhares de pacientes que chegam aos serviços com suspeita dessas doenças em momentos de surto, como o que vivemos hoje. Ao observar as características dos pacientes que tiveram o diagnóstico confirmado, o sistema identifica padrões capazes de prever quais futuros pacientes têm maior probabilidade de realmente ter a infecção.
“A ideia é ajustar e treinar esse algoritmo para ver se ele consegue, com base nas características da pessoa, sintomas, região, indicar se ela provavelmente tem ou não tem a doença”, explica Chiavegatto Filho. Em momentos de crise, em que é difícil atender todos ao mesmo tempo, essa triagem inicial ajudaria a focar os esforços nos pacientes com maior risco de estarem infectados.
Probabilidade de morrer nos próximos anos
Outro projeto em andamento no Labdaps envolve um grupo de mais de 2 mil idosos que começaram a ser acompanhados no ano 2.000. Até hoje, um terço dos participantes já morreram. Os pesquisadores estão coletando centenas de dados sobre os voluntários, como presença de doenças, hábitos, alimentação, prática de exercícios físicos, histórico de casamento, filhos, convivência social, entre outros.
A ideia é conseguir predizer o risco de morte de determinado paciente nos próximos 5, 10 e 15 anos com base em padrões verificados nessa amostra de dados. “São padrões complexos que a gente não entende muito bem, mas quando testamos, funcionam”, diz o pesquisador.
“Nossos recursos em saúde são limitados, por isso tem que priorizar uma coisa à outra e focar em pessoas que mais precisam do serviço de saúde. A ideia é ajudar serviços de saúde a definir as prioridades em trigens de quem precisa de mais atenção.”
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Por G1
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WhatsApp – Aprenda um truque
Você já recebeu mensagem de voz no Whatsapp cujo conteúdo as pessoas próximas não podem ouvir e você está sem fones de ouvido? Sua curiosidade muitas vezes não permite esperar, e você logo pensa em uma estratégia para sair do local e escutar sua mensagem em um outro lugar.
Mensagens de voz no Whatsapp são um ótimo recurso para poupar tempo quando não podemos ou não queremos digitar. Mas apesar de eficientes, nem sempre são práticas. Pelo menos para as pessoas que não conhecem um recurso muito interessante do aplicativo.
Você não precisa levantar-se de sua cadeira e sair de mansinho. Nem mesmo baixar o volume. O aplicativo oferece um recurso muito simples para estes casos, mas que mesmo assim é desconhecido por muitas pessoas: simplesmente aproxime o aparelho da orelha como se fosse falar ao telefone e você escutará o áudio.
“Se você coloca o telefone perto da sua orelha, pode escutar a mensagem de voz através do receptor/microfone frontal”, informou o WhatsApp.
Mas antes disso não esqueça de pressionar o botão de play para escutar a mensagem. Ajuste o volume, e pronto.
“(O volume) pode ser diferente entre o microfone frontal, o receptor, os fones de ouvido e outros aplicativos”, destaca a companhia, em seu blog.
Você aumentou o volume e, mesmo assim, não consegue escutar a mensagem? “Se você vir que a tela se apaga e não pode escutar a mensagem de voz por meio do alto-falante, provavelmente você está ativando o sensor de acesso com a mão.”
“Nesse caso, por favor, mude a posição de sua mão”, aconselha a equipe de suporte do WhatsApp.
O recurso não é válido apenas para o WhatsApp, mas para outros aplicativos que disponibilizam mensagens de voz por meio do celular, como Facebook Messenger e Skype.
(Com informações de BBC)
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Três superluas serão visíveis até o fim do ano.
Até o fim de 2016, todas as luas cheias – que ocorrerão nos dias 16 de outubro, 14 de novembro e 14 de dezembro – serão superluas
O Observatório Astronômico de Lisboa (OAL) informou, em comunicado, que até o fim deste ano todas as luas cheias – que ocorrerão nos dias 16 de outubro, 14 de novembro e 14 de dezembro – serão superluas, fenômeno que ocorre quando o satélite natural parece estar maior do que o habitual.
No dia 16 de outubro, a lua vai parecer maior, não apenas devido à ocorrência de superlua, mas também porque estará mais próxima do horizonte, quando ocorre um efeito extra de ampliação.
De acordo com o OAL, é normal ver a lua cheia próxima da linha do horizonte muito maior do que quando se encontra mais alta no céu noturno. “Esse efeito não é ótico, mas apenas cerebral, ou seja, é o cérebro humano que cria a ‘imagem fictícia’ de uma lua enorme”, diz o comunicado.
As superluas são visíveis quando as luas cheias ocorrem próximas do perigeu, que é o ponto mais próximo que a lua atinge em relação à Terra. Segundo essa definição, a superlua pode ser frequente, mas nem todas terão o mesmo tamanho e brilho.
ORMNEWS
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Alemanha ordena que Facebook pare de colher dados de usuários do WhatsApp
RIO -A Comissão de Proteção de Dados da cidade de Hamburgo, Johannes Casper, exigiu nesta terça-feira, por ordem administrativa, que o Facebook pare de coletar dados de seu aplicativo de mensagens WhatsApp e delete qualquer um que já tenha recebido. E disse que está agindo para proteger a privacidade de 35 milhões de usuários do app na Alemanha — uma fração dos cerca de um bilhão em todo o mundo — e das pessoas salvas em seus registros de contatos, cujos detalhes também podem ser enviados sob este acordo de partilha de dados.
“Após a aquisição do WhatsApp pelo Facebook há dois anos, as duas partes publicamente asseguraram que dados não seriam compartilhados entre elas. O fato de que isso esteja acontecendo agora não é apenas uma enganação do público, como também constitui uma infração de leis nacionais de proteção de dados”, diz o comunicado.
A ordem administrativa esclarece ainda que, como o Facebook tem uma subsidiária em Hamburgo, ele é obrigado a se submeter às leis alemãs de proteção de dados e que, no momento da aquisição do WhatsApp pelo Facebook em 2014, foi prometido que eles não compartilhariam este conteúdo. As leis determinam que o compartilhamento de dados entre duas empresas dessa forma só pode ocorrer caso os usuários de uma das empresas deem clara aprovação e caso a empresa receptora (no caso, o Facebook) estabeleça bases legais para que o compartilhamento aconteça.
A rede social disse que já respondeu ao pedido e que está em contato com o órgão regulador para resolver a questão.
O WhatsApp anunciou em agosto que começaria a compartilhar dados com o Facebook, em uma tentativa de permitir uma publicidade mais orientada a cada usuário e de combater o spam na plataforma: apenas quatro meses após o serviço iniciar a criptografia de ponta a ponta, afirmando que o conteúdo das mensagens se tornaria ilegível para qualquer um, com exceção do emissor e receptor.
O GLOBO
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