Como carregar corretamente a bateria do celular: mitos e lendas

“Não vou pôr ainda para carregar, tenho muita bateria” e “não deixe carregando a noite inteira” estão entre as frases ouvidas sobre a carga de celulares. O que é verdade e o que é mito? O temido efeito memória, que afetava as baterias dos primeiros celulares, continua em nossa memória (analógica), mas já não afeta os aparelhos modernos. Aquele efeito obrigava o usuário a completar os ciclos de carga –ou seja, garantir que a bateria estivesse totalmente descarregada antes de voltar a ser carregada-, mas isso não é mais necessário. Na verdade, não é recomendado. Como é possível otimizar a vida da bateria?

Não deixar que se descarregue totalmente

É uma recomendação que está na página de ajuda da Samsung para os aparelhos Galaxy. Se com o efeito memória era preciso descarregar por completo a bateria para voltar a carregá-la, com as novas baterias de íons de lítio o ideal é manter sempre um nível de carga. O fabricante coreano recomenda não deixar que fique abaixo de 20%.

Já a Apple simplifica mais ainda o processo de carga, acalmando o usuário: recomenda que a carga seja feita quando quiser. A justificativa dessa mensagem tranquilizadora é encontrada na própria natureza das baterias de íons de lítio, que funcionam por ciclos de carga. A vida útil dessas baterias depende desses ciclos, que não são encerrados por cargas completadas, e sim por descargas acumuladas. Isso significa que um ciclo completo pode ser atingido em vários dias.

Carregar a noite inteira

Os celulares atuais contam com sistemas de segurança que impedem superaquecimento por excesso de carga da bateria, tornando mínimo o risco de degradação. E, como a vida útil de um celular na maioria dos casos dificilmente supera dois anos, é mais provável que tenha sido descartado antes que a vida útil da bateria tenha expirado. Para concluir, não há problema em deixar o celular carregando a noite toda, porque os smartphones modernos interrompem o processo de carga quando a bateria está cheia, e a eventual deterioração seria insignificante em relação à vida útil da bateria.

A última versão do sistema operacional

É a primeira recomendação feita pela Apple aos usuários de iPhone para otimizar o desempenho das baterias: é preciso ter instalada a versão mais recente do sistema operacional. O fabricante se refere às “tecnologias avançadas de economia de energia”, incorporadas às versões mais recentes da plataforma, e é óbvio que os desenvolvedores se esforçam para melhorar o desempenho dos sistemas operacionais otimizando seu funcionamento.

Usar o carregador oficial

Trata-se de um dos avisos mais frequentes dos fabricantes de celulares: a importância de usar carregadores oficiais. E a Samsung especifica “preferivelmente o que vem na caixa” do celular. E isso não é apenas para usar a fonte projetada para alimentar de forma ótima essa bateria em particular, mas também por segurança.

Nesse sentido, a Apple alertou no ano passado sobre carregadores não oficiais à venda na Amazon que tinham provocado incidentes graves em vários iPhones.

Muito cuidado com o calor

Temperaturas extremas são a principal causa de deterioração prematura das baterias de íons de lítio, e por isso os fabricantes alertam os usuários sobre os riscos de deixar o celular no porta-luvas do carro no verão ou não cobrir o aparelho na praia, sob um sol de lascar. A Apple indica a temperatura ideal para o equipamento na faixa de 16 a 22 graus. Nunca se deve deixar que o iPhone fique a mais de 35 graus, porque o calor pode “estragar permanentemente” a bateria.

Cuidado com as capas ao carregar

Isso tem relação com o item anterior. É preciso fugir do calor extremo, que pode acontecer sem que notemos, devido à própria capinha do celular. Os modelos vendidos pelo próprio fabricante são projetados para deixar livres as vias de dissipação de calor, mas capas de baixo custo podem cobrir áreas críticas do aparelho e elevar perigosamente sua temperatura no processo de recarga. O conselho é tirar a capa do celular durante o carregamento se não for de marca homologada ou se houver dúvidas em relação a ela.

Se, mesmo seguindo todos esses conselhos, o desempenho da bateria for muito inferior ao verificado no momento da compra, é possível que ela tenha se deteriorado prematuramente ou que, mais provavelmente, o sistema tenha algum aplicativo ou processo em execução provocando fuga de carga. Para o segundo caso, o melhor é fazer tábula rasa: restaurar totalmente o celular e começar a instalar e configurar tudo a partir do zero.

Fonte: msn.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Conheça a cidade do Brasil que parou para receber ‘extraterrestres’

Há 37 anos, município no interior do Rio de Janeiro atraiu curiosos e pesquisadores em busca de ‘jupiterianos’

Em 8 de março de 1980, a cidade de Casimiro de Abreu, no interior do Rio de Janeiro, viveu um dia incomum. Na data, centenas de curiosos e pesquisadores foram ao local à espera da chegada de ‘jupiterianos’, que trariam pessoas abduzidas anos atrás. O anúncio sobre a suposta visita foi feita por um homem chamado Edílcio Barbosa, mais conhecido como “Mensageiro de Júpiter”.

De acordo com Barbosa, os extraterrestres apareceriam exatamente às 5h20 da manhã em um disco voador, que pousaria na Fazenda Nossa Senhora da Conceição, a 10km do centro da cidade. O caso ganhou repercussão na imprensa nacional e internacional. Até mesmo a agência espacial norte-americana, a Nasa, enviou pesquisadores à cidade para estudar o fenômeno.

Os extraterrestres nunca chegaram ao local, e o “Mensageiro de Júpiter” teve de ser escoltado pela polícia para deixar o local. À época, ele disse que o grande número de pessoas inibiu o aparecimento dos jupiterianos.

A história, que mais parece lenda ou ficção, virou documentário em 2013. O curta ‘Efeito Casimiro’, dirigido por Clarice Saliby, chegou a ser exibido em festivais internacionais

Fonte: Notícias ao minuto.
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NASA revela mais informação sobre 7 novos exoplanetas

Com troca de microrganismos, só três planetas entre os sete poderão ser habitáveis.

Após uma descoberta de sete planetas semelhantes à Terra fora do Sistema Solar, os astrônomos gostariam de saber se eles são realmente habitáveis. Os resultados das suas pesquisas mais aprofundadas mostram que eles podem não só ter vida na superfície, mas também trocar microrganismos entre si.

A descoberta pela NASA do sistema de sete planetas que obteve o nome TRAPPIST-1 intrigou muito os cientistas que querem descobrir outras surpresas desse sistema. As condições de vida nestes exoplanetas, bem como a distância entre eles, motivaram os astrônomos a pensar que estes últimos não só poderão ser habitados, mas também interagir trocando microrganismos.

Esta teoria pode se aplicar também à Terra, considerando que os germes podem viajar para o espaço com o apoio de corpos celestes, como por exemplo meteoritos. Cientistas da Universidade de Harvard e do Centro da Astrofísica Harvard-Smithsonian constataram que os exoplanetas do sistema TRAPPIST-1 se encontram a uma distância dez vezes menor do que a que separa a Terra e Marte, o que aumenta a possibilidade da troca espacial de microrganismos.

O outro grupo de pesquisadores se concentrou no objetivo de perceber quantos dos planetas deste sistema poderão ser habitáveis. Os resultados das suas pesquisas mostram que só três planetas entre os sete poderão ser habitáveis.

Entretanto, os cientistas da Universidade Cornell não concordam com este ponto de vista, estimando que um planeta que possui atmosfera possa ser habitável apesar de sua distância afastada.Em todos os casos, as hipóteses não podem ser confirmadas ou negadas até que sejam obtidos novos resultados.

Assim, a nova informação sobre os planetas poderá ser obtida com uso do novo telescópio James-Webb, que será lançado em 2018 e permitirá observar os exoplanetas graças ao espectro infravermelho. Tal análise mais precisa será capaz de determinar se nos planetas existem condições para a vida.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Os inesperados ‘perigos’ do Status do WhatsApp

Os inesperados ‘perigos’ do Status do WhatsApp -Foto© Fornecido por El País

O primeiro vídeo foi divertido. Uma gracinha do cachorro, primeiro, e fantasiados para o Carnaval, depois. Queria que experimentar os recentes Status do WhatsApp e continuar com os hábitos já adquiridos no Instagram e Snapchat, e dois vídeos triviais seriam o mais adequado para dar vida a essa interessante nova função. O dia transcorreu e, ao voltar para casa, uma olhada rápida na parte moleza do assunto: quem viu os vídeos? Dividido entre a curiosidade e a vaidade, conhecer o impacto de nossa obra representa a peculiar recompensa da ação. Mas o susto foi tremendo: “João, Encanador”, “Hotel Sol” e um dos melhores clientes estavam entre os inesperados espectadores. Temos um real controle sobre o que estamos difundindo?

Os status do WhatsApp emulam a função que tanto sucesso obteve com o Snapchat e, posteriormente, foi copiada pelo Instagram Stories e o Facebook: os vídeos efêmeros. No momento em que publicamos um vídeo em nosso status e, dependendo da configuração de nossa privacidade, este será visível durante 24 horas para toda nossa lista de contatos. Alguém poderia pensar que não há diferença em relação às redes sociais: não há controle real sobre o que publicamos e qualquer um poderia ter acesso a essa informação e, em certo sentido, é assim. Qual é a diferença, então, com os status do WhatsApp? Fundamentalmente que nestes últimos aparecerão nos celulares com nosso nome e sobrenome de pessoas que possivelmente não usam redes sociais, e não nos seguem nelas, ou que sejamos nós que não queremos introduzir todas essas pessoas nos conteúdos de nossas redes sociais.

O exemplo do encanador ou o contato do hotel no qual passamos as últimas férias é realmente chocante: uma passada rápida em nossa lista de contatos nos mostra que nela temos todo tipo de pessoa, desde amigos e familiares até clientes e colegas de trabalho. Queremos realmente que qualquer uma dessas pessoas nos veja com a fantasia de Carnaval? Esta situação é possivelmente a consequência de incorporar uma função externa a um aplicativo projetado com outra finalidade, mas, por sorte, pode ser solucionada… mais ou menos.
Como selecionar quem pode acompanhar seu Status:

O WhatsApp permite ao usuário três maneiras de difundir o conteúdo (acessando Status e pressionando Privacidade). Estas são as opções:

– Meus contatos: qualquer atualização aparecerá nos celulares de todos os nossos contatos de forma indiscriminada.

– Meus contatos exceto….: os status serão vistos por todos os nossos contatos, salvo os que especificarmos.

– Só compartilhar com….: escolheremos um a um os contatos que podem ter acesso a nosso vídeo ou fotografia.

Mas há um porém. É que em teoria parece que o usuário conta com um bom conjunto de medidas para ter sob controle a difusão do conteúdo, mas, na prática, é difícil porque a seleção tanto dos excluídos como dos contatos que queremos que vejam nosso status precisa ser feita manualmente, um a um. E é muito comum que o número de contatos seja tão grande que, na prática, se torne inviável fazer o controle efetivo dessa informação.

Portanto, para os que querem tirar proveito dessa ferramenta e ficar tranquilos, a única opção é dedicar o tempo que for preciso, uma primeira vez, para confeccionar a lista dos destinatários com os quais realmente queremos compartilhar as votos e vídeos, e pensamos em por em nosso status do WhatsApp. E não se esquecer de configurá-la toda vez que novos contatos forem adicionados à agenda.
Por El País (EL PAÍS José Mendiola Zuriarrain )
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Sonda da Nasa tira fotos de estrutura misteriosa nos anéis de Saturno

Conforme cientistas, objetos são fragmentos de asteroides ou outros objetos pedregosos de algumas centenas de metros de diâmetro

Durante sua última aproximação com o planeta, sonda Cassini tirou fotografias de objetos extremamente grandes dentro de um anel exterior de Saturno, informa a Nasa.

Segundo astrônomos da Nasa, os anéis de Saturno surgiram devido à destruição do “embrião” de outro planeta nos primeiros dias de existência do Sistema Solar. Como estava muito próximo do planeta gigante, ele foi puxado pelas forças de afluência e desmembrado em “migalhas”. Os fragmentos mais densos foram “comidos” por Saturno e pelo seu satélite Titã, as partes restantes formaram os anéis.

A sonda da Nasa Cassini realiza hoje (27) seu décimo terceiro mergulho pelos anéis do planeta gigante, fotografa de perto o anel F a 8,7 mil quilômetros de distância. Ao mesmo tempo, a sonda irá medir a temperatura da superfície de Encélado — lua de Saturno, onde existe possibilidade de existência de vida no oceano sob a camada de gelo do satélite. Além disso, a sonda buscará traços de outro satélite do planeta gigante, Dione, e irá medir a força do campo magnético dentro dos anéis.

Durante o mergulho anterior nos anéis de Saturno, cujas fotos foram recentemente publicadas pela Nasa, a Cassini aproximou-se do anel F a 8,7 mil quilômetros de distância e tirou fotos de duas estruturas estranhas que “misturam” pó no anel.

Esses objetos, segundo os cientistas, foram descobertos pela sonda Cassini ainda no ano passado, durante um dos primeiros voos de saída para órbita polar. Todavia, as estruturas não foram batizadas oficialmente, mas astrônomos as chamam de F16QA e F16QB.

Conforme os cientistas, os dois objetos são fragmentos de asteroides ou outros objetos pedregosos de algumas centenas de metros de diâmetro. Objetos semelhantes já teriam penetrado nos anéis de Saturno, no entanto, deixaram-nos rapidamente ou destruíram-se devido à gravidade das luas do planeta gigante, localizadas dentro dos anéis ou perto deles.

Se os F16QA e F16QB conseguirem sobreviver ao encontro com a lua Prometeu, poderão completamente mudar aspecto do anel F, cobrindo-o com desenho complicado de “fluxos” de pó que serão entrelaçados uns aos outros devido à interação gravitacional com esses objetos.

O próximo voo da sonda Cassini aos anéis de Saturno está marcado para o início de março. No âmbito dessa aproximação, a sonda irá medir a concentração de hidrogênio e hélio na atmosfera de Saturno e examinar a composição química das suas camadas altas e tirar fotografias de alta qualidade “noturnas” dos anéis. Espera-se presenciar colisão de meteoritos pequenos com matéria dos anéis. Além disso, a sonda da Nasa irá tirar fotos mais detalhadas de Pã, o satélite “regente” de um dos anéis de Saturno, aproximando-se dele a 25 mil quilômetros de distância.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Novo Status do WhatsApp revolta e confunde usuários brasileiros

O status do WhatsApp foi lançado no Brasil há cerca de 24 horas, e a reação inicial do público brasileiro não poderia ser pior. São raríssimos os comentários que fazem elogios ao novo recurso, diretamente inspirado no competidor Snapchat e no Instagram Stories.

As mudanças não foram muito bem recebidas inicialmente, embora seja difícil medir quanto disso é realmente descontentamento real e duradouro ou simplesmente falta de costume, que pode passar com o tempo. São comuns os casos de alterações em serviços populares que causam revolta inicialmente, mas que são aceitas algumas semanas depois.

Basta dar uma olhada breve na página do WhatsApp tanto no Google Play quanto na App Store para perceber. É preciso tempo e esforço para conseguir encontrar algum comentário positivo e recente sobre a última atualização do app; a maioria das publicações feitas nos últimos dias são reclamações com apenas 1 estrela, que é o mínimo permitido.

Entre as reclamações mais recorrentes estão a extinção do antigo formato de status, que se limitava a uma frase que podia ser trocada regularmente para refletir um sentimento ou a situação em que o usuário se encontrava em determinado momento. Além disso, a atualização trouxe alterações de usabilidade, como o fim da aba “Contatos”; agora, para ver sua lista de amigos, é necessário tocar em um botão que não é tão claramente identificado.

Por fim, existe a insatisfação com o fato de que o recurso simplesmente não é original, e se torna redundante quando a pessoa tem o Snapchat e o Instagram instalados no celular, fazendo com que o app fique mais pesado sem vantagem técnica.

Fonte: olhardigital.
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Tudo o que você precisa saber sobre a nova versão do WhatsApp

O Facebook deu o último passo para exterminar o Snapchat: introduzir uma cópia de sua principal característica em seu segundo serviço mais popular, o WhatsApp. A ferramenta já foi lançada para os brasileiros (se você não está vendo o recurso ainda, feche e abra o app). Mas você já sabe como utilizar a novidade?

O novo recurso ganhou a alcunha de “Status” no WhatsApp, mas ele nada mais é que o Instagram Stories repaginado, que por sua vez também é o Snapchat Stories com uma cara nova. É possível publicar fotos e vídeos com efeitos, e as imagens desaparecem depois de 24 horas; você pode postar várias vezes ao dia e atpe compor uma sequência de publicações.

Está com alguma dúvida? Pois aqui está um guia de tudo o que você precisa saber sobre essa nova versão do WhatsApp. Vamos começar pelo novo recurso de Status. Acompanhe:

1. Abra o WhatsApp e vá até a aba de “Status”, incluída na nova versão;

2. Primeiro, vamos escolher quem pode ver suas publicações. Para isso, toque no ícone dos três pontos no canto superior direito da tela (no Android) e acesse “Privacidade do Status” (no iPhone, é só tocar no botão gigante no topo do feed);

3. Aqui você pode escolher três opções: “Meus contatos” (compartilhar com todas as pessoas que estão na sua lista), “Meus contatos exceto…” (compartilhar com todos, excluindo algumas pessoas) e “Compartilhar somente com…” (que restringe o alcance a algumas pessoas selecionadas). Escolha a opção que preferir e então basta selecionar as pessoas que deseja excluir/incluir e confirmar no botão verde no canto inferior direito da tela;

O fato é que hoje em dia, com a popularidade do WhatsApp, temos entre nossos contatos várias pessoas que não são amigas próximas ou familiares. São contatos de trabalho, ou, quem sabe, até mesmo uma pizzaria que aceita pedidos pelo aplicativo. Não convém expor sua intimidade a estas pessoas.

4. Definido seu nível de privacidade, agora é só publicar seu Status. Para postar alguma coisa, basta voltar à aba “Status” e tocar no ícone de um círculo pontilhado com um sinal de adição na ponta;

5. Com a câmera do celular ativada, basta tirar uma foto dando um leve toque no círculo central ou segurar por alguns segundos para gravar um vídeo;

6. Com sua foto ou vídeo prontos, você pode adicionar uma legenda, recortar a imagem, inserir emojis, escrever algum texto sobre a imagem ou fazer um desenho. Não é possível aplicar filtros, como no Instagram, Messenger ou o próprio Snapchat;

7. Quando suas edições estiverem prontas, é só clicar no ícone de enviar e pronto;

“Mas como eu faço para encontrar meus contatos agora?”, você pode estar se perguntando. Calma que o caminho é simples. No Android ou no iPhone, basta tocar no ícone de uma mensagem no canto superior direito da tela – é lá onde a sua lista de contatos foi parar.

“E o que é esse ícone de câmera no canto esquerdo da tela?”, você pode se questionar agora. Trata-se de um simples atalho para os Status. Toque nele se você quiser mandar rapidamente uma foto ou vídeo para seus amigos, da forma como já ensinamos.

Ficou com mais alguma dúvida sobre as mudanças na interface do WhatsApp? Deixe a sua pergunta nos comentários.

Fonte: olhardigital.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Nasa anuncia descoberta de novo sistema solar com 7 planetas

Segundo estudo, há três planetas similares à Terra

A Nasa descobriu um novo sistema solar com sete planetas similares à Terra, sendo que três deles estão em “área habitável”, o local considerado pelos cientistas em que há mais probabilidade de existir água em forma líquida.

A pesquisa foi anunciada nesta quarta-feira (22) e foi coordenada pela Universidade de Liége, na Bélgica, e descreve o maior sistema planetário já descoberto, com vários “sósias” do planeta Terra.

Segundo a descoberta, todos eles têm características que, em corretas condições atmosféricas, permitem a existência de água, mas três tem estas especificidades mais fortes.

“Essa descoberta pode ser uma peça significativa na busca por ambientes habitáveis, locais onde é possível ter vida. Responder a pergunta ‘nós estamos sozinhos’ é o topo da nossa lista de prioridades científicas e encontrar tantos planetas como estes, pela primeira vez, em uma zona habitável é um passo notável”, diz Thomas Zurbuchen, administrador da agência “Science Mission Directorate”.

O novo sistema solar está a cerca de 40 anos-luz da Terra e o sistema de planetas está “relativamente” próximo, segundo a Nasa, na constelação de Aquário. O sistema de exoplanetas foi batizado de Trappist-1. A descoberta foi confirmada com o telescópio Spitzer, após pesquisadores terem localizado três planetas em maio de 2016 com o telescópio Trappist, situado no Chile.

Agora, os estudos se concentrarão sobre as características dos sete astros, já que a massa deles ainda não foi determinada. Apesar de aparentarem ser rochosos, essa observações futuras poderão confirmar ou não a existência de água.

Até hoje, os estudos dos exoplanetas – aqueles que estão fora do nosso sistema solar – já confirmou a existência de 3.449 exoplanetas, sendo que 2.577 estão em sistemas semelhantes ao da Terra e 348 apresentam características como as encontradas em nosso planeta. (ANSA)

Fonte: Notícias ao minuto.
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Domingo de carnaval terá raro evento astronômico no Brasil

São Paulo – Além de desfiles, blocos de rua e festas, o domingo de carnaval deste ano será marcado por mais um evento: o 1º eclipse solar anular do ano. O fenômeno, raro devido à sua estreita faixa de observação, poderá ser visto em boa parte do Brasil e deve durar pouco mais de uma hora.

A passagem da lua na frente do sol acontecerá a partir das 10h45 e deve terminar às 12h30. No Brasil, quem mora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste terá melhor visualização do evento. Isso também vale para quem estiver no sul da Argentina e do Chile, bem como na região centro-sul da África.

No Nordeste, os estados mais próximos do Sudeste, como a Bahia, poderão também acompanhar o evento.

O eclipse não será total, ele será anular. Isso acontece porque o disco da lua não estará com tamanho o suficiente para encobrir todo o sol. Por conta disso, veremos uma espécie de “anel de fogo” em volta do nosso satélite natural.

“Esse evento é raro por ser visto em uma faixa muito estreita do planeta. Todo ano temos ao menos um eclipse solar anular, mas como ele é visto em poucos lugares, tem gente que nunca o viu”, disse a pesquisadora Josina Nascimento, da Coordenação de Astronomia e Astrofísica do Observatório Nacional, em entrevista a EXAME.com.

– (Nasa)

Um eclipse solar só acontece quando a lua está alinhada com o sol e a Terra, em fase de Lua Nova.

“Os eclipses da lua e do sol sempre acontecem em datas próximas. Tivemos um eclipse lunar em 10 de fevereiro e agora temos um do sol. Isso não é coincidência”, declarou Nascimento, que indica as órbitas da lua e do sol como motivo para que eles aconteçam com intervalos próximos.

Outro eclipse solar irá acontecer em agosto deste ano, mas ele não será visível no Brasil.

Por meio de observação e cálculo, a previsão de eclipses já acontece desde 2500 antes de Cristo na China e na Babilônia. “A astronomia foi a mãe das ciências porque olhar o céu é algo fantástico”, afirmou a pesquisadora.
Como observar

Diferentemente do eclipse lunar, é preciso ter muito cuidado ao observar o sol durante o fenômeno astronômico. Usar óculos escuros ou filme de raio-X não é o suficiente. Claro, nunca se deve olhar para o sol sem proteção.

A solução é utilizar um telescópio com proteção contra raios ultra-violeta. Se você não tem um equipamento desses na sua casa, outra forma de observar o fenômeno é utilizar um anteparo, que pode ser algo tão simples quanto uma folha de papel com furos pequenos. Também será possível assistir o fenômeno via internet.

Fonte: MSN.
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Nasa anuncia descoberta de novo sistema solar com 7 planetas

Segundo estudo, há três planetas similares à Terra

A Nasa descobriu um novo sistema solar com sete planetas similares à Terra, sendo que três deles estão em “área habitável”, o local considerado pelos cientistas em que há mais probabilidade de existir água em forma líquida.

A pesquisa foi anunciada nesta quarta-feira (22) e foi coordenada pela Universidade de Liége, na Bélgica, e descreve o maior sistema planetário já descoberto, com vários “sósias” do planeta Terra.

Segundo a descoberta, todos eles têm características que, em corretas condições atmosféricas, permitem a existência de água, mas três tem estas especificidades mais fortes.

“Essa descoberta pode ser uma peça significativa na busca por ambientes habitáveis, locais onde é possível ter vida. Responder a pergunta ‘nós estamos sozinhos’ é o topo da nossa lista de prioridades científicas e encontrar tantos planetas como estes, pela primeira vez, em uma zona habitável é um passo notável”, diz Thomas Zurbuchen, administrador da agência “Science Mission Directorate”.

O novo sistema solar está a cerca de 40 anos-luz da Terra e o sistema de planetas está “relativamente” próximo, segundo a Nasa, na constelação de Aquário. O sistema de exoplanetas foi batizado de Trappist-1. A descoberta foi confirmada com o telescópio Spitzer, após pesquisadores terem localizado três planetas em maio de 2016 com o telescópio Trappist, situado no Chile.

Agora, os estudos se concentrarão sobre as características dos sete astros, já que a massa deles ainda não foi determinada. Apesar de aparentarem ser rochosos, essa observações futuras poderão confirmar ou não a existência de água.

Até hoje, os estudos dos exoplanetas – aqueles que estão fora do nosso sistema solar – já confirmou a existência de 3.449 exoplanetas, sendo que 2.577 estão em sistemas semelhantes ao da Terra e 348 apresentam características como as encontradas em nosso planeta. (ANSA)

Fonte: Notícias ao minuto.
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