Cuidado com novo golpe que circula pelo WhatsApp

Vale-presente de R$ 500 esconde fraude que já prejudicou 50 mil pessoas em cinco dias

Se receber uma mensagem no WhatsApp com um link para um vale-presente (ou gift card) da loja O Boticário, nem pense em abrir. Trata-se de uma isca para o mais novo golpe que circula pelo aplicativo de mensagens e lesou pelo menos 50 mil pessoas em cinco dias, nas contas da empresa de segurança digital PSafe.

A oferta promete R$ 500 de crédito em qualquer loja da rede, mas o link encaminha a vítima para um questionário de três perguntas sobre O Boticário. A próxima página pede que o resultado seja compartilhado com dez amigos para que o vale-presente fique disponível.

A manobra apenas faz com que o golpe, que encaminha as vítimas para páginas que roubam dados, seja disseminado. Segundo a PSafe, houve registros, neste caso, de que, após o questionário, foi solicitado a quem preenchia que baixasse um app da loja. O aplicativo seria uma porta de entrada de vírus no aparelho. O ideal é manter a máxima de segurança de não baixar arquivos de origem desconhecida e principalmente sem antes confrontar tais “promoções” nos canais oficiais.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
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Google Wi-Fi permite agendar conexão da casa; pais comemoram

Na hora de estudo dos filhos, por exemplo, o roteador inteligente para de fornecer acesso em determinada área da residência

A luta diária de pais para desconectar os filhos de computadores, tablets, smartphones, acaba de ganhar um aliado, o Google Wi-Fi. O roteador e repetidor sem fio da empresa, apresentado no Brasil em março, promete cortar a conexão, segundo programação e em áreas específicas da casa.

Na hora de estudo dos filhos, por exemplo, o roteador inteligente para de fornecer acesso em determinada área da residência. Ou a determinados aparelhos. O recurso foi adicionado ao pacote do Google Wi-Fi nesta segunda-feira (3).

Para ter acesso a ele, basta atualizar o aparelho na Play Store ou na Apple Store, como explica a CNet. Depois de instalar a atualização, é só abrir o comando “Configurações” do app e selecionar Family Wi-Fi, em seguida Schedules (Agendas), para criar as pausas na conexão.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Ártico está a ficar verde e está a alarmar os cientistas

Desde há uns anos para cá, o gelo marinho do Ártico está a tornar-se progressivamente mais verde. Esta característica intrigava os cientistas pois não eram claras as razões.

Segundo a publicação da Science Advances, as razões agora descobertas estão a alarmar os cientistas.

Os investigadores inicialmente calculavam que o verde tinha que vir de plantas marinhas microscópicas, chamadas fitoplâncton. Estas estavam a crescer sob o gelo. Mas isso não fazia sentido – o fitoplâncton precisa de luz para a fotossíntese, e o Ártico é supostamente escuro demais para que este sobreviva.

Agora, uma equipa internacional de investigadores solucionou o enigma. Este tom esverdeado tem a ver com o recorde de baixos níveis de gelo marinho na região. A fina camada que agora existe já não barra a luz solar e esta já não é reflectida, ela passa mesmo e é absorvida pelos lagos de gelo derretido.

Era já conhecido que a espessura do gelo estava a diminuir e gelo mais antigo estava já expostos. Estas informações de satélite, contudo, não conseguem ver através do gelo e avaliar as condições por baixo deste. Para conseguir obter dados destas condições, o investigador Chris Horvat, da Universidade de Harvard (EUA), e os seus colegas tiveram que encontrar uma nova forma para obter respostas.

A equipa construiu uma simulação computacional das condições do gelo do mar de 1986 até 2015, e confirmaram que não só a espessura do gelo estava a diminuir, como os lagos de gelo derretido estavam a aumentar.

Estas provas mostram que o gelo de facto está mais fico no Ártico e em níveis nunca apurados antes. Assim, á fácil explicar o aumento de colónias de fitoplâncton que estão a crescer debaixo deste gelo à medida que a luz penetra no oceano.

A simulação da equipa revelou que há 20 anos, apenas 3 ou 4% do gelo marinho do Ártico era suficientemente fino para permitir grandes colônias de plâncton. Contudo, em 2015 o valor ascende já a cerca de 30% do gelo marinho do Ártico que está frágil o suficiente para permitir o desenvolvimento das colónias de fitoplâncton nos meses de verão.

A evolução das condições climatéricas e das mudanças drástica atmosféricas no mundo em geral não devem permitir que esta tendência de crescimento das colónias mude.
Mas é preocupante para o Ártico?

Se as condições no Ártico começarem a ficar muito hospitaleiras para o fitoplâncton, este cenário poderá mudar a base da rede alimentar do mundo. Se cresce no Ártico, vai diminuir em muitos outros lugares.

Como refere a cientista Katharine Hayhoe, da Universidade de Tecnologia do Texas, num comunicado de imprensa, “O que acontece no Ártico não fica no Ártico, todo este planeta está interligado”.

Via: ScienceAlert

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Transtorno genético faz braço de adolescente crescer sem parar

Leah Hardcastle, de 14 anos, tem um distúrbio que, em inglês, chama-se segmental overgrowth (supercrescimento segmentar) e faz seu braço esquerdo se desenvolver continuamente em um ritmo anormal desde seu nascimento.

A adolescente já teve de se submeter a mais de 30 cirurgias para reduzir o tamanho do membro.

“Após cada operação, o braço fica bom por alguns meses e, depois, volta a crescer muito rápido ou aos poucos”, disse ela ao programa Incredible Medicine: Dr Weston’s Casebook (“Medicina Incrível: o Livro de Casos do Dr. Weston”), da BBC.

E por que esse transtorno não afeta nenhuma outra parte do corpo de Leah?

Uma equipe de cientistas da Universidade Cambridge, nos Estados Unidos, está em busca desta resposta com uma pesquisa pioneira liderada pelo especialista em metabolismo Robert Semple.

“Nesse óvulo se produz uma mistura dos genes da mãe e do pai, gerando o bloco genético que depois será transferido para todas as células de nosso corpo na idade adulta. Então, nesta fase, uma célula se torna duas, depois, quatro e assim por diante.”

“Mas tudo isso depende de que seja produzida uma cópia exata de todos os 24 mil genes. Se houver uma mudança em um gene, as propriedades desta célula ficam alteradas.”

“Então, em uma situação dessas, o embrião passa a conter células normais e uma célula anormal.”

No caso de Leah, as células que se transformaram no seu braço esquerdo tinham uma mutação em um dos genes, o que fez com que essa parte do seu corpo se desenvolvesse de forma anormal.

“Já havíamos estudado pacientes semelhantes quando conhecemos Leah e tínhamos uma boa ideia de que a mutação ocorre quase sempre no gene PIK3CA”, diz.

Semple compara essa condição a outro mal que não tem nada a ver com o supercrescimento de Leah: o câncer, que também é gerado a partir de um desenvolvimento celular anormal em uma parte do corpo.

E essa semelhança deu ao pesquisador uma ideia. “Sabíamos que, se usássemos um dos medicamentos contra câncer, talvez pudéssemos ter a chance de deter o supercrescimento ou mesmo reduzi-lo em pacientes como Leah.”

A adolescente acaba de participar dos primeiros testes com uma droga usada no combate ao câncer.

Um exame permitiu medir de forma detalhada as mudanças na massa corporal de seu braço. Mas, neste primeiro momento, o tratamento não gerou qualquer alteração.

No entanto, a pesquisa ainda está em seus primeiros estágios, e tratou-se apenas do primeiro medicamento testado – entre vários possíveis.

Assim, ainda há esperança de que, no futuro, seja possível encontrar uma cura para pacientes como Leah.

Fonte: BBC.
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Cometa passará perto da Terra e pintará céu de verde

Corpo celeste passará a menor distância da Terra da história neste 1º de abril

Neste sábado, dia 1º de abril, o céu de boa parte do planeta ficará esverdeado devido a um cometa que passará o mais próximo da Terra na sua história. O cometa 41P/Tuttle-Giacobini-Kresak, que começará a ser visível na madrugada deste sábado, no entanto, apenas para o Hemisfério Norte, passará a uma distância de 21 milhões de quilômetros do nosso planeta, cerca de 53 vezes a distância entre a Terra e a Lua, que é de 384 mil km.

Depois de passar tão “perto” daqui, o corpo celeste continuará a sua aproximação ao Sol, ficando a “apenas” 160 milhões de km da estrela no dia 12 de abril. “O cometa tem uma cor verde brilhante, quase fluorescente, porque contém moléculas de carbono que produzem este efeito quando são iluminadas pelo Sol no vazio do espaço”, observou o astrofísico italiano Gianluca Masi, responsável pelo Virtual Telescope Project.

Masi explica que para ver melhor o cometa é bom usar um binóculos ou um telescópio, mesmo que ele seja visível a olho nu. “O cometa tem uma luminosidade de magnitude 6, ou seja, bem no limite da visibilidade a olho nu. Para quem tem uma boa visão ele pode ser visto, de qualquer forma, basta um pequeno binóculos com uma lente de 50 milímetros para isso”, disse o italiano.

Descoberto em 31 de maio de 1858 pelo astrônomo norte-americano Horace Parnell Tuttle e observado pelo francês Michel Giacobini e pelo eslovaco Lubor Kresák, o 41P/Tuttle-Giacobini-Kresak, explicou Masi, se aproxima do Sol a cada 5,4 anos. A última vez aconteceu em 2011 e, depois desta passagem, o cometa reaparecerá em 2022. (ANSA)

Fonte: Notícias ao minuto.
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Cientistas estimam que aranhas podem comer habitantes do planeta

Biólogos publicaram os resultados de pesquisa no jornal Science of Nature

Os cientistas europeus Martin Nyffeler e Klaus Birkhofer estimam que, teoricamente, as aranhas podem comer todas as pessoas do planeta no espaço de um ano, escreve o jornal The Washington Post.

Os biólogos publicaram os resultados da sua pesquisa no jornal Science of Nature. Segundo suas estimativas, a população mundial de aranhas consome anualmente entre 400 e 800 milhões de toneladas de alimentos.

Ao mesmo tempo, a massa total de sete bilhões de habitantes do planeta atinge 357 milhões de toneladas. Assim, as aranhas são capazes de comer todos os humanos em apenas um ano, não sendo até suficiente, diz o artigo. Isto, claro, se os humanos deixarem!

Segundo os cientistas, tal estimativa baseia-se em tais indicadores como a quantidade de aranhas por metro quadrado em zonas diferentes da Terra e a quantidade média de comida que elas consomem. Por exemplo, segundo a estatística, em média, há 131 aranha por metro quadrado.

Apesar de que a maioria de aranhas come insetos, espécies maiores podem consumir répteis, pássaros e ainda pequenos mamíferos, aponta o The Washington Post.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Recurso do WhatsApp permite melhorar qualidade das fotos

Com a nova função, as imagens ficam mais claras e legíveis.

O WhatsApp para iPhone (iOS) foi atualizado recentemente e, dentre as novidades, adicionou um recurso que permite melhorar a qualidade das fotos e vídeos capturados em ambientes escuros. Quando ativada, a funcionalidade aumenta o ISO da câmera, deixando a imagem mais clara e legível. O conteúdo mais iluminado pode ser enviado para um contato, grupo ou para o seu status.

Se você já atualizou o WhatsApp em seu celular, confira a dica e aprenda a usar a novidade. O recurso, por enquanto, está disponível apenas para usuários de iOS, sistema operacional da Apple. Não há previsão de chegada à versão do aplicativo para celulares Android e Windows Phone.

Passo 1. Abra o aplicativo do WhatsApp e toque sobre o botão da câmera. Em seguida, selecione o ícone de uma meia lua, na parte superior direita da tela, para ativar o recurso. Vale ressaltar que o botão só aparece ao usar a câmera em ambientes escuros.

Passo 2. Com a funcionalidade ativada, basta pressionar o botão do obturador para tirar uma foto ou segurá-lo para gravar um vídeo. Por fim, toque sobre o ícone azul, no canto inferior direito da tela, e escolha se deseja mandar a foto ou vídeo para um amigo, grupo ou para o seu status.

Com essa dica simples, você poderá melhorar a qualidade de fotos e vídeos capturados durante a noite no WhatsApp para iPhone.

Fonte: ORMNews.
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Usuários do WhatsApp terão 2 minutos para apagar mensagens enviadas

Muitas vezes enviamos mensagens através do WhatsApp e, por algum motivo, nos arrependemos. Para estes casos, uma boa notícia: o WhatsApp está testando uma função que permitirá que os usuários com peso na consciência apaguem a mensagem que já foi enviada. Vale notar que a função é válida somente se a mensagem ainda não foi lida pelo destinatário.

Na primeira vez em que o recurso foi disponibilizado, o tempo limite para apagar um texto era de 29 minutos, agora, porém, a brincadeira é mais rápida. O usuário terá apenas dois minutos para desistir de enviar a mensagem e evitar possíveis constrangimentos.

A diferença agora, com a novidade, além do menor tempo para apagar o conteúdo, é que até então, ao apagar um texto enviado, a mensagem apenas desaparecia da conversa, porém, não sem deixar rastros. Por exemplo, caso o usuário apagasse algo que tenha enviado hoje, o conteúdo iria desaparecer apenas da sua tela, porém, ficaria visível para quem foi enviada.

Com a mudança, as mensagens poderão ser deletadas de vez, em definitivo, tanto da tela do usuário quanto do destinatário. Deste modo, fica totalmente impossível de ler o que foi mandado. O único inconveniente é que quem recebeu o conteúdo, e que foi apagado pelo remetente, irá receber um alerta de mensagem deletada.

Quem quiser testar o recurso antecipadamente há uma opção: fazer parte do programa de betas e ficar atento a cada atualização do aplicativo. Caso o recurso seja bem aceito, ele poderá chegar à versão final. Vamos torcer que sim, claro, pois quem nunca enviou uma mensagem e se arrependeu!

Fonte: Oficina da Net.
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Versão de testes do WhatsApp deixa usuário apagar mensagem

O WhatsApp está testando uma nova função que pode mudar a vida de muita gente: a possibilidade de cancelar o envio de uma mensagem segundos após ela ter sido enviada – seja por ter dito uma bobagem ou por ter cometido um erro de digitação

A função, bem parecida com o que hoje já é possível fazer no Gmail, deve ter uma limitação temporal – não será possível, portanto, cancelar uma mensagem enviada há muito tempo. O destinatário da mensagem, no entanto, poderá ver que aquela publicação em específico foi cancelada.

Uma primeira versão dessa funcionalidade já havia aparecido em dezembro, mas o tempo que o usuário tinha para apagar a mensagem era de 29 minutos; agora, tempo de ‘arrependimento’ é de apenas dois minutos.

Por enquanto, o teste está sendo feito apenas na versão para iPhone do aplicativo, e foi descoberta pelo usuário do Twitter WABetaInfo, que rastreia alterações no código das versões beta do WhatsApp. Além de mensagens, também será possível cancelar fotos e vídeos, diz a conta.

Hoje, o WhatsApp deixa apenas o usuário excluir a mensagem – no entanto, o destinatário daquela publicação continua vendo o texto enviado.

Como toda função beta, ainda não se sabe se ela de fato chegará a ser lançada pela empresa. No entanto, funções que apareceram no modo de testes do aplicativo, como chamadas de voz, por exemplo, chegaram em poucas semanas à versão final do WhatsApp.

Fonte: MSN.
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Pesquisadores descobrem 150 pegadas de dinossauros na Austrália

Algumas marcas chegavam a 1,7 metros de comprimento

Um grupo de paleontologistas encontrou 150 pegadas de 21 espécies de dinossauros em rochas de até 140 milhões de anos, localizadas na Austrália. O principal autor da pesquisa, Steve Salisbury, professor da Universidade de Queensland, revelou nesta segunda (27) que a descoberta “é algo sem precedentes no mundo”, disse.

De acordo com a revista ‘Veja’, Steve afirmou que há pegadas dos maiores dinossauros já registrados, algumas marcas chegavam a 1,7 metros de comprimento.

Segundo o pesquisador, a descoberta é “extremamente importante porque representa o primeiro registro de dinossauros não-aviários na metade ocidental do continente e é a única marca da fauna de dinossauros da Austrália durante a primeira metade do Cretáceo inferior”.

Por pouco estas pegadas não foram destruídas, porque a área foi escolhida pelo governo australiano em 2008 para abrigar um projeto gigantesco de tratamento de gás natural. Os aborígenes locais, então, entraram em contato com pesquisadores para que eles investigassem as marcas dos dinossauros, conhecidas – segundo a comunidade – há milhares de anos.

“O mundo deveria saber o que estava em jogo”, afirmou um membro aborígene dos Goolarabooloo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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