Engavetamento interdita ponte rodoferroviária e causa congestionamento em Marabá

(Foto: Reprodução) – Imagens feitas no local mostram um Chevrolet Cobalt branco com a parte dianteira completamente destruída

Um engavetamento envolvendo ao menos quatro veículos causou a interdição total da ponte rodoferroviária de Marabá, no sudeste do Pará, nas primeiras horas da tarde desta quarta-feira (6/8). As causas do acidente ainda não foram divulgadas pelas autoridades de trânsito.

Imagens feitas no local mostram um Chevrolet Cobalt branco com a parte dianteira completamente destruída. Atrás dele, aparecem uma caminhonete 4×4 e, logo depois, um caminhão. A dinâmica da colisão será apurada.

Devido ao bloqueio total da via, um longo congestionamento se formou no sentido Nova Marabá/São Félix. Motoristas enfrentam lentidão e dificuldades para atravessar a ponte, enquanto aguardam a liberação do trecho. Agentes de trânsito foram acionados para controlar o fluxo e prestar orientações. Até o momento, não há informações sobre feridos.

 

 

Fonte: Portal Debate  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/15:33:30

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MPF aciona Justiça e pede plano urgente de proteção contra agrotóxicos no Planalto Santareno (PA)

(Foto ilustrativa por fotokostic/Canva) – Ação aponta danos à saúde, contaminação de igarapés e desaparecimento de fontes de alimento para povos e comunidades tradicionais

O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça Federal, nesta segunda-feira (4), com uma ação para obrigar a União, o estado do Pará, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) e o município de Santarém (PA) a elaborarem e executarem um plano emergencial para proteger as populações e o meio ambiente dos impactos da pulverização de agrotóxicos na região do Planalto Santareno.

O Planalto Santareno, localizado na região oeste do estado, fica a aproximadamente 42 km da área urbana de Santarém e é caracterizado pela expansão do agronegócio e pelo monocultivo de grãos. Na mesma região está a Terra Indígena (TI) Munduruku e Apiaká do Planalto Santareno, composta por cinco aldeias.

O objetivo central da ação é cobrar uma resposta efetiva dos órgãos públicos, com a elaboração urgente de um conjunto de normas que regulamente a atividade. O plano deve, necessariamente, estabelecer distâncias mínimas de segurança entre as áreas de aplicação de agrotóxicos e os locais onde vivem pessoas, como comunidades indígenas, quilombolas e de agricultores familiares, além de escolas, unidades de saúde e cursos d’água.

O plano ainda deve indicar coordenadores responsáveis, ações, prazos, metas e indicadores bem definidos e ter como conteúdo mínimo os seguintes itens:

a identificação de todas as comunidades (indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas e camponesas) do Planalto Santareno.

o estabelecimento de distâncias mínimas de segurança entre as áreas de aplicação e núcleos populacionais (especialmente de comunidades tradicionais, como aldeias e quilombos), escolas, unidades de saúde, cursos d’água e outras áreas sensíveis.

a realização de fiscalizações periódicas nos imóveis rurais que exerçam atividade agrícola na região do Planalto Santareno, sugerindo-se periodicidade mensal no primeiro ano.

o monitoramento da saúde dos comunitários e dos cursos d’água, sugerindo-se periodicidade mensal no primeiro ano.

Após a aprovação do plano emergencial, o MPF pede que ele seja executado, sob supervisão judicial, e avaliado periodicamente, mediante relatórios trimestrais, até a sua conclusão por homologação judicial.

A ação é fruto de investigação que reuniu provas quanto ao risco aos quais pessoas e meio ambiente estão expostos. Um dos documentos centrais é um laudo pericial da Polícia Federal que constatou a proximidade excessiva das lavouras com as moradias. Os peritos encontraram plantações a apenas seis metros de casas na aldeia Açaizal e registraram a ausência total de barreiras de proteção, como faixas de segurança ou quebra-ventos. Imagens anexadas ao processo mostram caixas d’água comunitárias ao lado de plantações, e análises de solo revelaram a presença de três tipos de agrotóxicos: paration, alacloro e atrazina.

Omissão do poder público – Segundo o procurador da República Vítor Vieira Alves, autor da ação, a omissão dos órgãos públicos é um fato incontroverso. O MPF destaca que a própria Adepará admitiu oficialmente, em 2022, que não realizava fiscalizações no Planalto Santareno por “inexistência, na legislação estadual, de critérios específicos para distâncias mínimas na pulverização terrestre”. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) chegou a reconhecer a necessidade das medidas e a elaborar minutas de normas, mas, até o momento, não as aprovou.

O MPF aponta que essa inércia ocorre apesar de o uso de agrotóxicos na região ter crescido 600%, conforme dados citados na ação. A situação levou o Conselho Indígena Munduruku e Apiaká do Planalto (Cimap) a denunciar ao MPF que o veneno é carregado para os igarapés, contaminando fontes de água e os açaizais. Os indígenas relataram o desaparecimento de diversas espécies de árvores frutíferas essenciais para sua economia e cultura, como graviola, piquiá, uxi e pupunha.

Impactos avassaladores – Os danos à saúde são um dos pontos mais alarmantes citados na ação. Um estudo do projeto Institutos Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação (INCT) – Observatório das Dinâmicas Socioambientais (Odisseia) revelou que 100% das análises de urina de moradores da região continham resíduos do herbicida glifosato.

Outra pesquisa, da doutora em neurociências e biologia celular e professora na Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) Eliza Maria da Costa Brito Lacerda, apontou déficits na discriminação de cores entre os moradores, um indicativo precoce de efeitos neurofisiológicos.

Em depoimento ao MPF, a pesquisadora transcreveu relatos que demonstram a gravidade da exposição: “As pessoas relatam que elas sentem o cheiro dos agrotóxicos sendo aplicados. Elas sentem o sabor dos agrotóxicos quando eles estão sendo aplicados. […] Isso é um nível de exposição extremamente alto. É como se elas estivessem tomando eles, em gotas”.

Racismo ambiental – A ação cita ainda que 70% dos entrevistados em um estudo da doutora em toxicologia e professora da Ufopa Flávia Garcez da Silva apresentavam sintomas como cefaleia, vertigem e náuseas, além de alterações laboratoriais significativas, como dislipidemias. Um exemplo do perigo é o caso da escola municipal Professora Vitalina Motta, em Belterra (PA), que teve as aulas suspensas após uma “nuvem de veneno” invadir o espaço escolar.

O MPF argumenta que essa realidade configura um quadro de “racismo ambiental”, em que populações vulneráveis são desproporcionalmente expostas aos riscos, e um “verdadeiro genocídio cultural”, pois a degradação força o abandono de territórios e a perda de modos de vida tradicionais.

Pedidos de reparação – Além da elaboração do plano emergencial, a ação busca a reparação pelos danos já causados. O MPF pede a condenação dos réus à implementação de um plano de recuperação de áreas degradadas (PRAD). Requer também o pagamento de indenizações por danos morais coletivos e sociais, e o reconhecimento do direito à indenização individual para os moradores das comunidades afetadas desde o ano 2000. O valor total da causa foi estimado em R$ 900 milhões.

 

Fonte: mpf.mp.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/14:43:00

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Em protesto contra a Ferrogrão, indígenas de Novo Progresso (PA) e Guarantã do Norte (MT), se reúnem em Brasília

Manifestação de índigenas contra a Ferrogrão (Foto/Reprodução)

Indígenas dos povos Kayapó, da Terra Indígena Baú, localizada no município de Novo Progresso (PA), e Panará, da Terra Indígena Panará, situada em Guarantã do Norte (MT), realizaram um protesto nesta terça-feira, 5, em frente à sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília (DF). A manifestação ocorreu antes de um encontro sobre o setor ferroviário e teve como foco a falta de consulta e participação no processo de implantação da Ferrogrão.

O ato foi motivado pela realização, no local, do evento “Desafios do Transporte Ferroviário e Competitividade do Setor Produtivo”, promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE), com a presença de autoridades do setor ferroviário, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indígenas estão em Brasília participando da IV Marcha das Mulheres Indígenas.

Os manifestantes chegaram a integrar o Grupo de Trabalho (GT) criado pelo Ministério dos Transportes para discutir o projeto da Ferrogrão, mas se retiraram do processo. Eles destacam que o traçado original da ferrovia, atualmente em fase de estudos, passa pelas proximidades de seus territórios. Segundo os manifestantes, têm sido recorrentes as dificuldades de diálogo com os órgãos responsáveis.

 

Fonte: Radar Econômico/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2025/11:48:53

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Sem concorrência, Aegea responsável pelo abastecimento de água em Novo Progresso conquista Bloco C de saneamento no Pará de R$ 400,6 milhões

(Foto>Reprodução) – Em um leilão sem concorrência, a Aegea conquistou o Bloco C de saneamento básico no Pará nesta terça-feira (5). A empresa ofereceu uma outorga fixa inicial de R$ 400,6 milhões pela concessão, praticamente o valor mínimo exigido pelo edital.

Com a vitória, o grupo assume a responsabilidade de realizar investimentos de R$ 3,6 bilhões em 27 municípios do lote, entre eles Santarém e Altamira. A concessão terá 40 anos.

A empresa já havia conquistado, em licitação realizada em abril, outros três contratos de água e esgoto no Pará, dos Blocos A, B e D. Os contratos foram assinados em julho deste ano. Na primeira concorrência, o lote C não atraiu ofertas e teve que ser reformulado para atrair interesse.

Com esse quarto bloco no Estado, a Aegea ficará responsável pela universalização e pela operação dos serviços de água e esgoto em 126 municípios do Pará, com um compromisso total de R$ 18,8 bilhões de investimentos. Antes dos leilões realizados pelo governo, a empresa também já operava contratos municipais em Barcarena e em Novo Progresso.

Na nova tentativa de licitar o Bloco C, uma das principais mudanças realizadas pelo governo foi a forma de pagamento da outorga fixa inicial. O valor mínimo continuou o mesmo, em torno de R$ 400,6 milhões, porém, o novo edital prevê o desembolso em 20 parcelas, a serem pagos até o vigésimo ano da concessão. A primeira parcela, que terá que ser paga antes da assinatura, terá valor mínimo de R$ 8,7 milhões. Nos 13 anos seguintes, a empresa terá que pagar parcelas anuais de R$ 8,7 milhões. Por fim, entre os anos 15 e 20 do contrato, serão desembolsados pagamentos anuais de R$ 46,3 milhões.

Nas cidades incluídas no Bloco C, o índice de atendimento de água é de 67%, e o de esgoto é de apenas 12,3%. Com a concessão, o novo operador terá que ampliar a cobertura de água para 99% até 2033 e elevar a taxa de esgoto a 90% até 2039.

Com a licitação da concessão de água e esgoto do Bloco C do Pará realizada nesta terça, toda a área urbana do Estado passa a ser contemplada em concessões de saneamento, afirmou Ricardo Sefer, procurador-geral do Estado do Pará.

O Estado já havia feito a licitação, em abril, de três blocos. Com o leilão de hoje, os contratos regionais somam 126 cidades. Além delas, 18 municípios já tinham concessões vigentes.

“O que fica fora agora é a produção de água na região de Belém, Ananindeua e Marituba [que seguirá com a companhia estadual], e as áreas rurais. Isso fica sob iniciativa de municípios, com o apoio da nossa companhia estadual. Nessas regiões rurais, o financiamento público deve prevalecer, seja por programas federais, estaduais ou execução direta dos municípios”, disse.

Fonte:  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2025/11:48:53

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Quiropraxista é encontrado morto dentro de caminhonete no interior do Pará

Foto:Reprodução | A vítima, que, segundo informações iniciais, era quiropraxista, estava dentro da própria caminhonete, que estava submersa em uma área de rio

Um homem identificado como Valmar da Costa Araújo, de 67 anos, foi encontrado morto na manhã desta terça-feira (5) em um igarapé, na zona rural de Altamira, sudoeste paraense.

A vítima, que, segundo informações iniciais, era quiropraxista, estava dentro da própria caminhonete, que estava submersa.

Ainda de acordo com relatos preliminares, um possível acidente na segunda-feira (4) causou a morte de Valmar. No entanto, essa versão ainda não foi confirmada pelas autoridades policiais.

A suspeita é que Valmar trafegava por um trecho conhecido como ramal do Cipó Ambé e o carro despencou de uma ponte de madeira, conforme informações do portal Correio de Carajás.

Ele estava sozinho no veículo no momento em que o acidente ocorreu. O ponto onde o acidente supostamente ocorreu fica localizado a poucos quilômetros do centro de Altamira.

Informações que circulam nas redes sociais ainda dão conta de que o quiropraxista tinha familiares na região de Altamira. Ele deixa a esposa e seis filhos.

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar atuaram na remoção do veículo e do corpo. Em nota, a Polícia Civil informou que equipes da Seccional de Altamira apuram as circunstâncias da morte de Valmar da Costa Araújo. “Perícias foram solicitadas”, detalha a PC.

 

Fonte:  O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/06:00:56

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Ferrogrão: novo traçado da ferrovia que ligará MT ao PA deve ser enviado ao TCU até novembro de 2025

Foto:Reprodução | Novo traçado da ferrovia evita áreas indígenas e unidades de conservação, promete reduzir custos logísticos em até 35% e pode gerar mais de R$ 60 bilhões em benefícios socioeconômicos

O projeto atualizado da Ferrogrão, ferrovia de 933 quilômetros que conectará Sinop (MT) a Miritituba (PA), será encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU) até novembro de 2025.

A expectativa é que a análise seja concluída no segundo trimestre de 2026, abrindo caminho para a publicação do edital e realização do leilão de concessão.

Segundo o presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Sampaio, o novo traçado foi redesenhado para evitar terras indígenas e o Parque Nacional do Jamanxim, solucionando os impasses que levaram à paralisação do projeto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2021.

Traçado da Ferrogrão acompanha a BR-163 e reduz impactos

O percurso da ferrovia seguirá margeando a BR-163, eliminando a necessidade de reassentar comunidades e construir túneis. O projeto prevê:

65 pontes ferroviárias (81 km no total)
4 viadutos ferroviários
10 viadutos rodoviários
48 pátios de cruzamento
De acordo com Sampaio, a nova configuração é “110% sustentável”, equilibrando preservação ambiental, respeito aos povos originários e viabilidade econômica. Inicialmente, o empreendimento contará apenas com investimento privado, mas há possibilidade de participação pública no futuro.

Licença ambiental e início das obras da Ferrogrão

A licença ambiental, última etapa antes da licitação, deve ser concedida até março de 2026. Se o cronograma for cumprido, as obras começarão ainda em 2026 e devem ser concluídas até 2035.

Para a ANTT, a revisão do traçado e a resolução dos pontos sensíveis junto ao STF representam um avanço decisivo após mais de dez anos de debates e ajustes no projeto.

Impacto econômico da Ferrogrão pode superar R$ 60 bilhões

Segundo a Avaliação de Custos e Benefícios (ACB) do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), a Ferrogrão poderá gerar mais de R$ 60 bilhões em ganhos socioeconômicos. Os cálculos incluem:

Aumento da eficiência logística
Investimentos em capital fixo
Redução de custos operacionais
Diminuição de emissões de CO₂
Queda no número de acidentes e congestionamentos
A ferrovia terá capacidade para transportar até 42 milhões de toneladas por ano, reduzindo em até 35% os custos de transporte em relação a outros modais — o que representa uma economia anual estimada em R$ 8 bilhões para a economia regional.

 

Fonte:  O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/06:00:56

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Castelo dos Sonhos celebra 37 anos com programação especial promovida pela Prefeitura de Altamira

Foto:Reprodução | Prefeitura Municipal de Altamira | Gestão 2025-2028

Nesta quarta-feira, 6 de agosto, o distrito dos Castelo dos Sonhos comemora 37 anos de fundação com uma programação especial organizada pela Prefeitura de Altamira, por meio da Subprefeitura de Castelo dos Sonhos (SCS).

Fundado em 6 de agosto de 1988, Castelo dos Sonhos foi oficialmente criado como distrito em 1990 e teve sua regulamentação formalizada em 2006.

Ao longo das décadas, o local se consolidou como um importante centro de referência econômica e social do sudoeste paraense, com forte atuação nos setores de agricultura familiar, pecuária, comércio e prestação de serviços.

Localizado a 970 quilômetros da sede de Altamira, o distrito é cortado pela BR-163, importante rodovia de integração nacional, e banhado pelas águas do rio Curuá.

Castelo dos Sonhos está localizado estrategicamente onde favorece o escoamento da produção e a conexão com outras regiões do Pará e do Centro-Oeste brasileiro. Além disso, é uma porta de entrada para a região da Amazônia Legal.

Para celebrar os 37 anos de história, a Prefeitura de Altamira está promovendo uma ampla programação cívica, cultural e esportiva, com shows musicais, apresentações locais e atividades para todas as idades.

Confira a programação:

07 de Agosto – Quinta-feira

19h: Noite de louvor
Local: Praça do Curuá

08 de Agosto – Sexta-feira

06h: Corrida
Local: Saída da avenida Santo Antônio

08h: Missa solene
Local: Matriz de Santo Antônio

21h: Apresentações escolares e indígenas
Local: Palco – Avenida Santo Antônio

22h: Shows de Wanderley Andrade e Eric Monteiro
Local: Palco – Avenida Santo Antônio

09/08 – Sábado

08h: Prefeitura no Distrito: Ação de cidadania e saúde (emissão de RG, corte de cabelo, vacinas, testes rápidos, consultas médicas, atendimentos de enfermagem, pinturas de rostos, pula-pula, orientações sobre alvará de construção e IPTU, entre outros).

Local: EMEIF Léo Heck

16h: Reinauguração da EMEIF Léo Heck
Local: EMEIF Léo Heck

16h: Entrega de cartões do programa ‘Cartão Solidário’
Local: EMEIF Léo Heck

17h: Torneio de vôlei
Local: EMEIF Léo Heck

17h: Reinauguração da USF Santa Luzia
Local: USF Santa Luzia

17h: Reinauguração da EMEIF Inovação
Local: EMEIF Inovação

18h: Inauguração da Iluminação Pública
Local: Praça do Curuá

18h: Entrega de Máquina Pá Carregadeira
Local: Praça do Curuá

 

Fonte: Ascom PMA/altamira.pa.gov e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/06:00:56

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Polícia Federal prende santarena por tráfico internacional de drogas em SP

Foto:Reprodução | A santarena Vanessa Silva de Souza foi presa na segunda-feira (4) em São Paulo por tráfico internacional de drogas após intensas investigações conduzidas por uma equipe da 16ª Seccional Urbana de Santarém em conjunto com a Polícia Federal.

De acordo com informações da polícia, os passos de Vanessa Silva já eram monitorados por ela ser suspeita de atuar como “mula” do tráfico, onde realizava o transporte de entorpecentes entre o Brasil e a França.

Após semanas de vigilância e troca de informações entre os órgãos de segurança, Vanessa foi flagrada quando tentava embarcar com aproximadamente 100 cápsulas de cocaína em seu estômago no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).

A prisão foi efetuada pela equipe da Delegacia Especial da Polícia Federal, que já aguardava a suspeita, conforme planejamento estratégico integrado.

“A ação é fruto de um trabalho investigativo minucioso, reforçando o comprometimento das forças de segurança em combater o tráfico internacional de drogas, e evidencia a atuação coordenada entre as polícias Civil do Estado do Pará e Federal no enfrentamento ao crime organizado transnacional”, ressalta a Polícia Federal.

A presa foi autuada em flagrante e está à disposição da Justiça Federal. As investigações continuam para identificar outros integrantes da organização criminosa.

A matéria pode ser atualizada a qualquer momento*

Fonte: O Impacto e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/06:00:56

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MPF entra na Justiça para suspender mineração de ouro que ameaça indígenas Kayapó em Castelo dos Sonhos (PA)

 Instalações da mineradora em 2018 | Foto: Comunicação MPF

O Ministério Público Federal (MPF) protocolou uma ação civil pública na Justiça Federal pedindo a anulação imediata da licença prévia concedida ao projeto de mineração de ouro Castelo de Sonhos, localizado no município de Altamira, sudoeste do Pará. O empreendimento pertence à empresa Mineração Castelo dos Sonhos, subsidiária da Tristar Mineração do Brasil.

De acordo com o MPF, a autorização concedida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) apresenta uma série de ilegalidades e falhas técnicas graves, entre elas a ausência de consulta prévia, livre e informada aos povos indígenas Kayapó das Terras Indígenas Baú e Menkragnoti, que estão em área de influência direta do projeto.

A procuradora da República Thaís Medeiros da Costa, responsável pela ação, destaca que a licença foi emitida em agosto de 2024, mesmo sem a realização de estudos específicos sobre os impactos nas comunidades indígenas, conforme exige a Convenção nº 169 da OIT, da qual o Brasil é signatário.

⚠️ Riscos apontados pelo MPF:

  • Barragem de alto risco: o projeto prevê a construção de uma barragem de rejeitos de 26 metros de altura e capacidade para 53 milhões de metros cúbicos de resíduos, classificada como de Dano Potencial Alto, a menos de 28 km do Rio Curuá — fonte essencial de vida para os Kayapó.

  • Contaminação do Rio Curuá: já impactado por garimpos ilegais, o rio banha aldeias da TI Baú e pode ser ainda mais comprometido com o uso de cianeto e metais pesados no processo de beneficiamento do ouro.

  • Locais sagrados ameaçados: o MPF também cita que há sítios arqueológicos e cemitérios indígenas próximos à área do projeto, incluindo vestígios cerâmicos significativos a menos de 7 km do local.

  • Estudos ambientais incompletos: os laudos técnicos revelam ausência de plano de contingência para rompimento de barragem, falta de definição sobre controle de emissões e omissão do Estudo do Componente Indígena (ECI).

A Semas e a mineradora justificaram a ausência do ECI com base na Portaria Interministerial nº 60/2015, que dispensa o estudo em projetos a mais de 10 km de distância de Terras Indígenas. No entanto, o MPF contesta essa interpretação, alegando que impactos indiretos podem atingir as comunidades mesmo em distâncias superiores, especialmente por meio dos cursos d’água.

⚖️ Pedidos do MPF à Justiça:

  • Anulação da Licença Prévia nº 2016/2024

  • Suspensão de todo o processo de licenciamento

  • Proibição de qualquer atividade da mineradora até a regularização

  • Realização da Consulta Prévia e do Estudo do Componente Indígena

  • Multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento

A ação foi registrada sob o número 1001921-48.2025.4.01.3908. Em decisão preliminar, o juiz federal Alexsander Kaim Kamphorst determinou que Semas, a mineradora e a Funai sejam citadas para apresentar informações antes de decidir sobre o pedido de urgência.

Em sua fundamentação, a procuradora citou o escritor quilombola Antônio Bispo dos Santos:

“Mesmo que queimem a escrita, não queimam a oralidade, mesmo que queimem os símbolos, não queimam os significados, mesmo que queimem os corpos, não queimam a ancestralidade.”

O caso agora aguarda decisão judicial, enquanto cresce a preocupação com a integridade ambiental e cultural da região de Altamira.

Fonte: Ministério Público Federal no Pará/ Equatorial e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/08/2025/17:14:08

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Garimpos Três Feijão e Pistinha recebem viatura da PM para reforço da segurança

Foto: Reprodução | O Comandante da CPR-X (Comando de Policiamento Regional X) com sede em Itaituba, Coronel Márcio Abud, autorizou a entrega de uma viatura policial para atender às comunidades garimpeiras Três Feijão e Pistinha, localizadas no município de Itaituba, na divisa com Novo Progresso.

A iniciativa visa fortalecer a presença da Polícia Militar em áreas remotas e garantir mais segurança para os moradores e trabalhadores da região, que convivem com desafios típicos de áreas de difícil acesso e com alta movimentação.

Com a chegada do veículo, espera-se ampliar o patrulhamento ostensivo e a agilidade no atendimento de ocorrências, promovendo mais tranquilidade à população local.

Fonte: Jornal folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/08/2025/16:13:33

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