Acidente envolvendo motocicleta e ônibus deixa uma vítima fatal na Rodovia Transamazônica BR-230
Veículos envolvidos no acidente/Foto: Reprodução Internet
Segundo relatos de testemunhas a vítima teria caído da moto e um ônibus passou por cima do homem que morreu na hora
O acidente aconteceu por volta das 17:30 desta terça-feira (29) na BR 230, a aproximadamente 38 quilômetros da cidade de Placas, próximo a comunidade Aparecida, no sudoeste do Pará. (As informações são Plantão 24Horas News).
Segundo relatos de populares a vítima Eduardo Miranda da Silva de 28 anos, trafegava na rodovia quando acabou caindo da motocicleta devido a pista está bastante escorregadia, um ônibus pertencente a uma empresa privada que seguia logo atrás do motociclista, não conseguiu frear para evitar o acidente, acertando em cheio a vítima que morreu na hora e teve seus membros arrancados do corpo e espalhados na pista.
O motorista do coletivo se evadiu do local após o acidente, um representante da empresa a qual o ônibus pertence se dirigiu a delegacia de Polícia Civil de Placas levando o veículo envolvido no acidente para colaborar com as investigações.
Vítima Foto: Reprodução/PM
O corpo de Eduardo foi removido da pista pela equipe da funerária.
A moto da vítima assim como capacete, documentos e a moto foram levados para a delegacia de Placas.
VEJA AO VÍDEO:
https://twitter.com/i/status/1509241107980460038
Jornal Folha do Progresso em 30/03/2022/15:54:14
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Presidente do Ibama pressionou ex-superintendente do órgão para derrubar embargo da Gana Gold;mineradora faturou R$ 1 bi com licença irregular.
(Foto:Ilustração: The Intercept Brasil; Agência Brasil) – Presidente do Ibama pressionou subalterno para liberar mineradora de ouro embargada
Eduardo Bim enviou áudios para ex-superintendente do órgão para derrubar embargo da Gana Gold, mineradora que faturou R$ 1 bi com licença irregular.
Mensagens de WhatsApp revelam que o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, o Ibama, Eduardo Fortunato Bim, pressionou o então superintendente do órgão no Pará para derrubar embargos contra a mineradora Gana Gold. A empresa extraiu mais de R$ 1 bilhão em ouro de uma unidade de conservação federal com licença ambiental irregular.
As mensagens foram compartilhadas por uma fonte anônima e verificadas pelo Intercept.
A Gana Gold foi embargada pelo Ibama em 9 de setembro do ano passado durante a operação Gold Rush, da Polícia Federal. Naquele dia, cerca de 30 agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão de amostras de ouro na mineradora situada na região garimpeira Água Branca, em Itaituba, no sudoeste do Pará. Eles foram analisar se o ouro da mina tem as mesmas características geológicas de uma carga de 39 kg de ouro ilegal apreendida no aeroporto de Jundiaí, em São Paulo, no mês anterior. A PF chegou a prender um homem em flagrante por portar uma arma com numeração raspada.
Quatro dias depois, o celular de Washington Luís Rodrigues, um oficial da Polícia Militar paulista alçado a superintendente do Ibama no Pará por Ricardo Salles, começou a receber mensagens de texto e áudio disparadas de Brasília. As primeiras, no dia 13 de setembro, foram de Fernando Leme, chefe de gabinete da presidência do Ibama. Ele pediu uma audiência com Rodrigues e encaminhou uma mensagem do advogado da Gana Gold, Artur Mendonça Vargas Junior.
O superintendente perguntou o número do processo e respondeu: “Não vamos prometer nada né”. O chefe de gabinete concordou que a audiência seria “sem prometer nada”, mas pediu para “fazer o que é possível” e mandou uma cópia da petição apresentada pelo advogado e uma foto do cartão dele.
No dia seguinte, a pressão veio de cima. Eduardo Bim mandou uma foto da petição do advogado da Gana Gold, mesmo documento que havia sido enviado no dia anterior pelo chefe de gabinete.
Além de enviar a foto da petição, Bim escreveu para Rodrigues ver “rápido” a situação do processo. O superintendente respondeu que o processo da Gana Gold “está na Cofis”, a Coordenação de Fiscalização do órgão, em Brasília. Isso significa que o processo teve andamento após a fiscalização no dia 9. Ao invés de ficar contente com o funcionamento do instituto que preside, Bim demonstrou irritação: “Pqp”.
Na mesma conversa, Bim enviou dois áudios para Rodrigues: o primeiro perguntando o porquê de o processo de embargo ter sido encaminhado para a Cofis; o segundo já é mais direto sobre a intenção do presidente do Ibama.
“Ô Washington, dá um jeito nesse processo aí, cara, porque parece que tem uma licença estadual que foi expedida no dia do embargo. Eles [fiscais do Ibama] contestaram a licença municipal, mas mesmo que a licença municipal não valha, hoje tem a estadual, então fala pro pessoal analisar isso aí rápido”, disse o presidente do Ibama no áudio. Mostrei a gravação a duas pessoas que conhecem a cúpula do Ibama – ambas confirmaram se tratar da voz de Bim. Ouça os áudios no vídeo a seguir.
https://youtu.be/LrWjQ0MXHuw
Conforme pode ser visto na movimentação do Sistema Eletrônico de Informações do Ibama, o SEI, em momento algum o procedimento da Gana Gold passou oficialmente pelo gabinete da presidência. Isso significa que todas as ações do presidente e do seu chefe de gabinete foram extraoficiais.
“À primeira vista, não há nada de incomum em um superior hierárquico solicitar algo a um servidor a ele subordinado. Todavia, os atos administrativos, por força constitucional, não podem prescindir de transparência e impessoalidade. Assim, diante do que se apresenta nesse caso concreto, seria importante investigar a observância desses princípios para avaliar se houve, ou não, alguma forma de privilégio e, até mesmo, tráfico de influência”, me disse Carolina Santana, doutoranda em Direito Constitucional pela UnB, a Universidade de Brasília, e advogada especialista em causas indígenas e ambientais.
Pelo WhatsApp, o presidente do Ibama, Eduardo Bim, pressionou o então superintendente no Pará para ajudar no desembargo de mineradora investigada pela Polícia Federal.
Desde junho do ano passado, Bim é investigado, junto com o ex-ministro Ricardo Salles, no Supremo Tribunal Federal em inquérito que apura a possível prática de advocacia administrativa — quando um servidor atua a favor de interesses privados perante a administração pública —, além de obstrução à fiscalização e embaraço de investigação sobre organização criminosa.
A investigação envolve empresas que exportavam madeira ilegalmente da Amazônia, crime que foi denunciado pelo Intercept em março de 2020. Por causa desse inquérito, Bim chegou a ficar afastado do cargo de presidente do Ibama por 90 dias no ano passado, em decisão do ministro Alexandre de Moraes.
Em nota, o Ibama não negou os fatos denunciados, apenas citou que a presidência do órgão “pediu celeridade à superintendência estadual”. Na quinta-feira, 24 de março, três dias após pedirmos um posicionamento do Ibama citando a denúncia de Rodrigues, o governo publicou a exoneração dele do cargo de superintendente do órgão no Pará.
Conversei por telefone com Washington Luís Rodrigues na quinta-feira, após a publicação da sua exoneração. Ele afirmou que prestou depoimento voluntário na Polícia Federal em Belém, em 17 de novembro, e que na ocasião relatou a delegados da PF “informações sobre a conduta do presidente do Ibama, Eduardo Bim, após o embargo da Gana Gold”. O ex-superintendente também disse que entregou o conteúdo das conversas com Bim aos delegados da PF. Procurada, a Polícia Federal em Belém não respondeu as nossas perguntas sobre a denúncia feita por Rodrigues.
‘Falha processual’
Para operar em nível industrial, a Gana Gold precisava de uma licença emitida pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, a Semas. Além disso, havia uma exigência adicional: como a mina fica na Área de Proteção Ambiental do Tapajós, a secretaria teria de consultar o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o ICMBio, órgão responsável por gerenciar e fiscalizar as unidades de conservação do Brasil.
Mas a Gana Gold passou quase dois anos operando e lucrando sem licença da Semas ou anuência do ICMBio. E, justamente no dia em que a PF e o Ibama bateram à porta da mineradora, a coordenadoria regional de Itaituba da Semas emitiu uma licença ambiental para a empresa. O documento foi registrado às 15h33 da tarde, menos de duas horas após o embargo do Ibama. É a essa licença que Eduardo Bim se refere no áudio que enviou para o superintendente Rodrigues.
Em 16 de setembro, o Intercept publicou uma reportagem contando todos os detalhes do licenciamento ambiental irregular da Gana Gold. A licença foi suspensa quatro dias após a reportagem por “falha processual”.
Em 22 de setembro, a licença da Semas já estava cancelada. Com isso, a Gana Gold voltava à situação de não ter qualquer permissão ambiental válida. Mesmo assim, o presidente do Ibama entrou novamente em contato com Washington Rodrigues, primeiro em ligação pelo aplicativo de mensagens, às 16h26 – Rodrigues não atendeu. Então, Bim encaminhou uma nova petição do advogado da Gana Gold e questionou, com pontuação indicando pressa: “Alguma notícia daquela análise de desembargo!?”.
Rodrigues respondeu que não havia novidades. Às 22h42, o presidente do Ibama continuou enviando mensagens e demonstrou não ter qualquer noção sobre o tipo de permissão que a Gana Gold possui na Agência Nacional de Mineração, a ANM: “Vi a guia de autorização deles na ANM. É 50.000 toneladas de ouro mesmo. Nego está viajando em dizer que só pode ser 96kg ano”, escreveu Bim, possivelmente se referindo à reportagem do Intercept.
No texto, comprovei com documentação oficial que a autorização dada pela ANM permite que a mineradora extraia 50 mil toneladas de solo para encontrar ouro – e não 50 mil toneladas de ouro. Essa estimativa de produção de 96 kg ao ano leva em consideração o teor de ouro da região da mina — uma relação entre a quantidade do metal encontrada para cada tonelada de material do solo.
A suposição de Eduardo Bim de que o limite anual de extração da Gana Gold seria de 50 mil toneladas de ouro puro fica ainda mais absurda se considerarmos que este é o total de todas as reservas de ouro existentes no mundo, segundo o relatório de 2020 da USGS, instituição de geologia dos EUA que pesquisa sobre minérios no mundo.
Reunião: Instalação e Eleição do Presidente e dos Vice-Presidentes. Dep. Joaquim Passarinho (PSD-PA).
O deputado federal Joaquim Passarinho teve um encontro com Eduardo Bim no dia 14 de setembro. No mesmo dia, o presidente do Ibama cobrou providências para acelerar caso da Gana Gold.Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados
‘Metade do Planalto está no meu pé’
A mesma fonte anônima que me entregou os áudios e chats disse que o ex-superintendente declarou à PF que Bim mencionou em conversa telefônica que “um deputado federal amigo” intercedeu a favor da Gana Gold.
A conversa telefônica não foi gravada, mas, ao depor na PF, Rodrigues também entregou o seu histórico de chamadas aos delegados. É certo que na manhã do dia 14, às 11h, Bim teve uma audiência com o deputado federal paraense Joaquim Passarinho, do PSD, um político próximo de garimpeiros da região de Itaituba. Em nota, a assessoria do parlamentar alegou que o encontro tratou de exportações de madeira no Pará e que o deputado nunca conversou com o Ibama sobre questões da Gana Gold.
Na agenda de Bim, o registro da conversa com o deputado Passarinho.
No mesmo dia, Bim começou a enviar mensagens de texto e áudio para Rodrigues cobrando rapidez no processo da Gana Gold.
Em setembro de 2019, época em que a prefeitura de Itaituba deu a licença ambiental irregular para a Gana Gold, Passarinho ciceroneou – cheio de sorrisos – o consultor da mineradora Guilherme Aggens e o secretário municipal de Meio Ambiente de Itaituba, Bruno Rolim, em gabinetes no Planalto, como o do então ministro da Casa Civil, deputado Onyx Lorenzoni.
Rodrigues relatou uma nova investida por ligação telefônica de Eduardo Bim em favor da Gana Gold dias depois. Desta vez, o presidente do Ibama teria dito que “metade do Planalto está no meu pé, eu preciso dar uma resposta”. A resposta encaminhada pela assessoria do Ibama revela um novo personagem nesta história: o deputado federal paulista Marcio Tadeu Anhaia de Lemos, um policial militar que se apresenta como Coronel Tadeu, do partido União Brasil. Bolsonarista de primeira ordem e sem qualquer histórico parlamentar de defesa da mineração, ele fez uma solicitação por telefone à presidência do Ibama sobre o caso Gana Gold.
“Houve uma solicitação telefônica por parte do Deputado Federal Cel. Tadeu para que se analisasse o processo em questão. A presidência do Ibama pediu celeridade à Superintendência Estadual, tendo em vista a existência de licença ambiental, da SEMA/PA, o que poderia gerar um conflito federativo entre os órgãos do Sistema Nacional de Meio Ambiente – Sisnama”, informa a nota do Ibama.
Apesar de dar uma versão sobre o caso, a assessoria de imprensa do Ibama não enviou respostas às perguntas que apresentei a Eduardo Bim e ao chefe de gabinete Fernando Leme.
Questionamos também o gabinete do deputado Coronel Tadeu, mas não tivemos resposta até a publicação desta reportagem.
Gana Gold voltou a operar
Além da pressão em gabinetes de Brasília, os advogados da Gana Gold buscaram a Justiça Federal para tentar reverter os embargos aplicados pelo Ibama e pelo ICMBio. O órgão responsável pela gestão de unidades de conservação embargou a mina em 23 de setembro, uma semana após o Intercept revelar as falhas grosseiras no licenciamento da mineradora. Os dois órgãos ambientais federais já emitiram mais de R$ 15 milhões em multas contra a Gana Gold por causa da mina irregular de Itaituba.
Nada disso impediu a empresa de ter vitórias judiciais sobre os dois embargos no mês seguinte. Em outubro, a juíza Lorena Sousa Costa citou em sua decisão liminar a licença de operação 12.999/2021, concedida pela Semas e suspensa por falha processual no dia 21 do mesmo mês. Ou seja, quando a juíza suspendeu o embargo da Gana Gold, a licença que ela usou como justificativa para a decisão estava inválida há 17 dias.
Para a volta da operação, porém, ainda faltava derrubar um segundo embargo, o do ICMBio. A Gana Gold nem precisou esperar muito. Em 28 de outubro, o juiz federal Domingos Daniel Moutinho decidiu liminarmente que a empresa poderia operar sem licença por um prazo de seis meses.
Assim, a Gana Gold estaria livre para voltar a minerar. Porém, em 6 de dezembro, após recurso do Ibama, o desembargador federal Antônio de Souza Prudente, do TRF1, reativou um dos embargos.
Ainda assim, entre dezembro e fevereiro, a empresa já informou a produção de quase 100 kg de ouro puro na mina, mais de R$ 30 milhões na cotação atual do metal. Imagens de satélite de janeiro deste ano mostram que a empresa está em atividade, com escavadeiras e caminhões ao longo da mina. Além disso, as imagens revelam que a Gana Gold asfaltou em outubro a pista de pouso construída sem permissão da Agência Nacional de Aviação. A estrutura foi utilizada de forma clandestina por quase dois anos, até ser registrada na agência em janeiro deste ano.
Apesar do embargo, imagens de satélite registraram atividade na Gana Gold em janeiro.Imagens: 2022 CNES / Distribution Airbus DS / Earthrise
Apesar do embargo, imagens de satélite registraram atividade na Gana Gold em janeiro.Imagens: 2022 CNES / Distribution Airbus DS / Earthrise
Questionamos a assessoria do Ibama sobre a operação da Gana Gold, e a única resposta que tivemos foi uma citação ao agravo de instrumento favorável ao órgão.
Entre outubro e novembro, fiscais da Semas vistoriaram a Gana Gold e constataram diversas irregularidades, que resultaram em 17 autos de infração contra a empresa. No entanto, nenhum embargo foi aplicado. O órgão estadual não respondeu nosso questionamento sobre o motivo de a empresa continuar extraindo ouro sem ter licenciamento ambiental.
Segundo o advogado da empresa, Artur Mendonça Vargas Junior, a Gana Gold não foi notificada da suspensão do embargo dado pela Semas ou da decisão do TRF1. Por “não estar ciente dessas ações”, diz Vargas Junior, a empresa segue operando. Ele ainda afirma que no local havia um “garimpo ilegal histórico” e que a Gana Gold “equacionou esse problema”. Para o advogado, “a empresa faz o serviço social de tirar o garimpeiro da ilegalidade”.
Na conversa por telefone, Vargas Junior afirmou em diversos momentos que a Gana Gold só buscou licenciamento no município de Itaituba após orientação da Semas. Perguntei se ele teria um documento que pudesse comprovar a orientação. O que ouvi como resposta foi que “quando vai discutir algo tecnicamente, não fica buscando ata de tudo”.
Fonte:theintercept.com/Hyury Potter
Jornal Folha do Progresso em 30/03/2022/11:00:06
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PRF apreende carga ilegal de madeira que saiu de Alta Floresta e seria levada a São Paulo
A ação da Polícia Rodoviária Federal foi registrada, esta manhã, em Rondonópolis e resultou na apreensão de uma carga ilegal de madeira proveniente de Alta Floresta e que tinha como destino final Penápolis, em São Paulo. A equipe fazia fiscalização quando realizou a abordagem.
Inicialmente, o condutor informou que estava carregando de Rondônia para Santa Catarina. Foi solicitado que colocasse o veículo na balança rodoviária. O peso bruto aferido foi de mais de 86,4 mil quilos, mas o limite legal para a combinação de veículos é de 77,7 mil (considerando tolerância de 5% para peso em balança.
Assim, foi lavrado auto de infração para o excesso de peso (mais de 8,7 mil quilos). Além disso, o peso líquido da carga foi de 61,6 mil quilos, divergindo do peso apresentado no Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica, de 49,5 mil. Segundo a PRF, com isso configurou-se possível crime ambiental. Concluiu-se ainda que houve excesso volumétrico de madeira transportada em relação ao quantitativo descrito no DOF, divergência que invalida o documento.
De acordo com a PRF, a empresa emissora da DOF e o transportador/condutor do veículo foram enquadrados no crime de “transportar, adquirir, vender madeira sem licença válida”. O veículo e a carga foram encaminhados à secretaria municipal de Meio Ambiente, onde permanecerão à disposição do juízo para providências cabíveis.
Redação Só Notícias (foto: assessoria)
Jornal Folha do Progresso em 30/03/2022/08:04:27
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PRF prende condutor por apropriação indébita na BR-230, em Itaituba – PA
(Foto:Reprodução) – A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Itaituba, ao realizar ronda na noite de domingo (27), avistou um automóvel Jeep, modelo Renegade, ano 2021, cor azul.
Após consulta aos sistemas verificou-se que o veículo estava com registro ativo de apropriação indébita com data de 14/10/2021 na 1° Delegacia de Polícia Civil de Cuiabá, Mato Grosso.(Com informações da PRF).
Ao ser abordado, o condutor não apresentou nenhum documento comprovando legitimidade na propriedade ou do veículo. Assim, houve o encaminhamento do condutor e veículo à delegacia de Polícia Civil de Itaituba para realização dos procedimentos cabíveis.
Por ausência dos elementos necessários da Súmula Nº 11 do STF, não foi necessário o uso de algemas.
Jornal Folha do Progresso em 29/03/2022/17:07:10
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Três suspeitos de matar homem em bar são presos em Santarém
A Polícia Civil, em entrevista coletiva, deu detalhes da operação que prendeu os três suspeitos (Foto:Ândria Almeida / O Liberal)
Operação da Polícia Civil cumpriu três mandados contra alvos que já estavam foragidos
A Polícia Civil de Santarém deflagrou uma operação, na manhã desta terça-feira (29), para cumprimento de três mandados de prisão por homicídios. O primeiro mandado foi de prisão temporária, contra Luan Lopes, que é apontado como um dos autores do crime que teve como vítima o Lucas Alves Nunes, em janeiro deste ano.(As informações são de Ândria Almeida).
O suspeito foi localizado no bairro do Santarémzinho, depois de fugir da ação policial já em via pública. Os presos serão submetidos ao exame de corpo de delito e encaminhados ao sistema prisional.
“Como o crime é hediondo, ele vai ficar preso por pelo menos 30 dias para que a gente possa, nesse período, concluir as investigações e identificar os outros envolvidos”, disse.
Os dois outros mandatos de prisão preventiva são contra o casal Jackson Michel Pastana, conhecido como “Jacó”, e Suelen Vasconcelos Santos, conhecida como “Loura”, que foram denunciados e identificados como possíveis autores do crime que aconteceu em julho do ano passado. A vítima foi Edilson dos Santos Damaceno, que era conhecido como “Mucuim”. Os dois já estão respondendo ao processo na Justiça estavam foragidos, sendo localizados na manhã desta terça-feira.
Jornal Folha do Progresso em 29/03/2022/15:49:02
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Vereador delegado Conrado tem veículo apreendido e alega perseguição política em Itaituba.
(Foto: Reprodução) – Um clima tenso foi criado em via pública na manhã desta terça-feira, 29 de março de 2022, na cidade de Itaituba (distante 400 km de Novo Progresso), quando agentes de trânsito apreenderam o veículo do vereador Delegado Conrado — recolhido para o pátio do DETRAN/PA – .
Conforme divulgou a imprensa local, o vereador Delegado Conrado teve seu veículo, uma caminhonete Chevrolet S10, recolhido pelo Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran-PA) na Avenida Getúlio Vargas, na orla de Itaituba. A situação teria ocorrido porque o veículo está com licenciamento atrasado e também possui dez multas atrasadas.
O caso gerou uma discussão entre o Gerente do Detran e o vereador, que relata está se sentido perseguido, durante a situação ele chega a perguntar para o agente se ele iria recolher todos os veículos atrasados ou apenas o dele. Conforme o vereador, o veículo tem apenas um mês atrasado.
Assista ao video
https://youtu.be/NQJoNVp1NzI
Por: Jornal Folha do Progresso em 29/03/2022/14:52:43
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Homicida é preso durante Operação Sob Pressão em Rurópolis
(Foto:Reprodução) – O homem identificado como Luiz Paulo Ribeiro, 57 anos, natural do Estado do Piauí, foi preso na manhã de segunda-feira (28), por posse irregular de arma de fogo, munições e violência doméstica, em Rurópolis.
A prisão ocorreu durante a Operação “Sob Pressão” deflagrada pela Polícia Civil de Rurópolis ao comando do delegado Ariosnaldo da Silva Vital Filho e supervisão da Superintendência do Tapajós sob o comando do delegado Vicente Gomes.(Com informações da Polícia Civil).
Segundo o delegado de Polícia Civil Dr. Ariosnaldo da Silva Vital Filho, a vítima, sua ex -companheira, o denunciou por crime de ameaça e violência doméstica. Conforme relatos, o suspeito perseguia e tentava extorqui-la, exigindo que a entregasse dinheiro, pois pretendia fugir para o Estado de origem.
De posse do mandado de busca e apreensão, as autoridades policiais juntamente com uma equipe de policiais civis se dirigiram à residência do suspeito. No local encontraram uma arma de fogo do tipo espingarda e munições, dando imediata voz de prisão ao possuidor.
Na delegacia Luiz Paulo Ribeiro negou as acusações, porém confirmou que responde por dois crimes de homicídio em Santarém. O acusado encontra-se preso à disposição da Justiça.
Jornal Folha do Progresso em 29/03/2022/08:38:43
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Novo Progresso, Altamira, São Félix do Xingu e Itaituba recebem bases para operação ‘Guardiões do Bioma’ no Pará
As bases no Pará estarão nas cidades de Altamira, São Félix do Xingu, Novo Progresso e Itaituba.
Desmatamento: A operação, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, recebeu investimento de R$ 170 milhões e atuará também nos estados do Amazonas, Mato Grosso e Rondônia
“Governo lança Operação Guardiões do Bioma contra o desmatamento na Amazônia”
Pará recebe quatro bases para operação ‘Guardiões do Bioma’ Os ministérios do Meio Ambiente e da Justiça e Segurança Pública anunciaram, nesta sexta-feira (25), o lançamento da Operação Guardiões do Bioma Desmatamento.
Com foco no combate ao desmatamento e às queimadas ilegais na região amazônica, a ação vai mobilizar a 1,2 mil agentes das polícias Federal (PF) e Rodoviária Federal (PRF); Força Nacional de Segurança Pública; Ibama; ICMBio, além de contar com o apoio das forças de segurança pública dos estados. (A informação é da Agencia Brasil)
Segundo o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, a proposta é distribuir o efetivo por dez bases operacionais, e reforçar o patrulhamento principalmente no sul do Amazonas e no Pará.
De acordo com Leite, a ação de combate a atividades predatórias lançada hoje é diferente da Operação Guardiões do Bioma já realizada em 2021 para combater as queimadas no Pantanal, Cerrado e na Amazônia.
“A [operação] Guardiões do Bioma contra incêndios vai se repetir este ano, abrangendo o Pantanal, o sul do Amazonas e parte do Cerrado. Já a Guardiões do Bioma Desmatamento é uma força especial com foco no bioma amazônico”, disse o ministro Joaquim Leite à Agência Brasil.
Ainda segundo o ministro, a iniciativa promoverá uma maior integração entre os vários órgãos públicos responsáveis por coibir atividades ilegais e proteger a flora e a fauna.
“O mais importante desta operação é que estamos integrando os sistemas de informação, a inteligência de combate aos crimes, especialmente ao crime organizado, o que inclui os ilícitos ambientais”, disse Leite, acrescentando que “quando cruzamos as informações sobre os crimes ambientais com as do crime organizado, conseguimos ser muito mais eficientes”.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, também destacou a importância da integração entre os órgãos públicos.
“Vamos trabalhar para estarmos mais próximos de onde os crimes acontecem para, assim, podermos chegar mais rápido”, disse Torres.
Em fevereiro, o ministro Joaquim Leite já havia antecipado algo sobre a iniciativa interministerial ao participar do programa Sem Censura, exibido pela TV Brasil. Na ocasião, Leite comentou que a nova versão do programa Guardiões do Bioma para combater atividades predatórias ilegais na região amazônica também fiscalizaria e reprimiria a garimpos ilegais e ao tráfico de drogas na região.
“Estamos no caminho certo considerar o crime ambiental uma obrigação do Estado atuar, e tem atuado. A PF tem atuado de forma integrada para combater o desmatamento”, disse o ministro.
Por: Jornal Folha do Progresso em 05/03/2022/07:37:57
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Preso por suspeita de furto de energia em Santarém, empresário é solto após pagar fiança de 5 salários mínimos
Funcionários da Equatorial Energia Pará no estabelecimento onde foi identificado furto de energia — Foto: Reprodução
Estabelecimento localizado no bairro Aparecida foi visitado por técnicos da distribuidora de energia que identificaram o furto.
O dono de uma barbearia localizada no bairro Aparecida, foi preso e conduzido pela equipe do delegado Henrique Boa Morte a 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Santarém, oeste do Pará, por suspeita de furto de energia, nesta segunda-feira (28). (As informações são do g1 Santarém e Região — PA).
O caso foi denunciado pela distribuidora de energia Equatorial Pará. Nesta segunda, a Polícia Civil acompanhou a equipe da distribuidora até o estabelecimento e fez a prisão do proprietário.
Após prestar esclarecimentos à polícia, o empresário pagou fiança no valor de 5 salários mínimo e foi liberado. Mas, de acordo com o delegado Henrique Boa Morte, o dono da barbearia vai responder por furto de energia.
Prejuízos
A Equatorial Pará informa que ligações clandestinas de energia elétrica além de serem crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, podem gerar diversos prejuízos à sociedade como interrupção no fornecimento e oscilações no nível de tensão, além de causar acidentes graves e fatais como curtos-circuitos e morte por eletrocussão.
Como denunciar
Em nota, a distribuidora de energia informou que tem um plano de combate às perdas energéticas e para isso mobiliza equipes exclusivas para este tipo de ação, que fazem fiscalização em todo o estado. Além disso, o trabalho também é realizado com base em denúncias da população, que podem ser feitas por meio dos canais de atendimento, como aplicativo, site e Central de Atendimento por meio do número 0800 091 0196.
Jornal Folha do Progresso em 28/03/2022/18:42:11
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Homem que invadia casa para cheirar e vestir calcinhas vai responder por invasão de domicílio e violência psicológica
Homem invadia residencia para cheirar e usar calcinhas em Prainha — Foto: Câmeras de segurança
Caso aconteceu em Boa Vista do Cuçari, no município de Prainha. Homem foi liberado para responder ao procedimento em liberdade.
O homem que foi preso por invadir uma residência para cheirar e vestir calcinhas foi liberado e vai responder pelos crimes de violência psicológica e invasão de domicílio. O caso aconteceu em Prainha, no oeste do Pará, e ganhou repercussão após a vítima esconder um celular para filmar a ação do invasor. (As informações são do Dominique Cavaleiro, g1 Santarém e região — PA).
Ao g1, o delegado do município, Rodrigo Barbosa contou que o caso aconteceu na comunidade Boa Vista do Cuçari, no município de Prainha. O homem assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado.
Ainda de acordo com o delegado, além do homem ter invadido a residência, ele invadiu a privacidade da vítima ao pegar, cheirar e vestir as peças íntimas.
Como o homem agia
À polícia, o proprietário da casa, Nicodemos Carvalho dos Santos contou que o homem praticava esses atos há mais de 10 anos, obrigando a família a mudar de residência pelo menos três vezes.
Ainda segundo as vítimas, o homem conseguia fazer cópias das chaves da casa e dessa forma conseguia acessar facilmente a residência.
O homem pegava as calcinhas, cheirava, usava e se masturbava com as peças. Após o “ritual”, ele deixava as calcinhas sujas de sêmen no varal da residência.
Jornal Folha do Progresso em 28/03/2022/18:39:44
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