Ladrão de gado é baleado em confronto e PM recupera 40 vacas em MT

(Foto: Reprodução) – Equipes policiais do 2º Comando Regional da PM desarticularam uma quadrilha e prenderam seis criminosos após um roubo seguido de sequestro, neste domingo (23), na zona rural de Nossa Senhora do Livramento.

Na ação, foram apreendidas quatro armas de fogo e dezenas de munições. Dois veículos e 40 cabeças de gado foram recuperadas.

No início da tarde, a PMMT recebeu informações sobre uma ocorrência de cárcere privado em uma propriedade rural. Segundo o denunciante, que conseguiu escapar da quadrilha, os criminosos teriam rendido e deixado cinco vítimas amarradas e realizaram diversas ameaças com arma de fogo, fugindo levando cerca de 40 cabeças de gado.

Na propriedade, uma das vítimas foi encontrada e afirmou que os suspeitos fugiram após um refém conseguir escapar. A vítima ainda disse que toda a família estava sendo mantida em cárcere desde a tarde de sábado e que a quadrilha teria por volta de seis suspeitos, que fugiram em veículos que eram da propriedade rural.

Todas as equipes policiais da área foram acionadas e iniciaram diligências pelas estradas que cortavam a cidade. Na rodovia federal BR-070, a 6ª Cia de PM de Poconé se deparou com um Voyage branco da propriedade e iniciou acompanhamento. Os suspeitos notaram a presença policial e aumentaram a velocidade, vindo a perder o controle do carro, caindo em uma ribanceira após tentarem realizar uma ultrapassagem irregular.

Na abordagem, dois suspeitos foram encontrados, sendo que o suspeito que estava como motorista efetuou disparos contra a PM, que revidou a ação e atingiu o criminoso, que não ficou ferido gravemente. O homem se entregou e foi detido junto com um segundo suspeito. Com os criminosos foram encontradas uma pistola, uma espingarda e munições.

Na continuidade das diligências, já no começo da noite, os militares da Força Tática do 2º CR receberam a informação de que o restante da quadrilha estava em um Fiat Argo prata, também roubado da fazenda.

Em patrulhamento pelo bairro Jardim Eldorado, os policiais encontraram o referido veículo ocupado por quatro homens e realizaram abordagem. Questionados, os criminosos confessaram o roubo na propriedade rural e também apresentaram a chave de um veículo Siena, roubado para chegar na fazenda, e que o carro estava estacionado em um supermercado.

Ainda em depoimento, um dos criminosos também disse que teria deixado os objetos utilizados no crime, em sua residência, no bairro Parque Paiaguás. No endereço indicado, os policiais encontraram mais duas espingardas e munições para as armas de fogo. Em seguida, os suspeitos receberam voz de prisão.

Na Central de Flagrantes de Várzea Grande, o proprietário da fazenda esteve presente e reconheceu os criminosos. Uma equipe policial fez contato informando que teria encontrado cabeças de gado, em uma chácara abandonada no bairro Formigueiro. A vítima reconheceu os animais por fotos e se prontificou a fazer a recuperação do gado.

Os suspeitos foram presos em flagrante e ficaram à disposição da Polícia Judiciária Civil.

 

Fonte:  Redação folha max e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2023/18:06:56

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Motoristas, fiquem atentos às obras de conservação nas BRs 163 e 230, entre MT e PA

(Foto: Arquivo Jornal Folha do Progresso) – MANUTENÇÃO: Serviços de manutenção, até domingo (30), interditam alguns trechos das BRs 163 e 230 ,entre Mato Grosso e o Pará. Foto: Divulgação/Via Brasil BR-163
De acordo com a concessionária Via Brasil BR-163, responsável pelas rodovias, trabalhos serão realizados até domingo (23); sinalização está reforçada

Atenção, usuários das rodovias BR-163 e BR-230, entre Sinop (MT) e acessos aos portos, em Miritituba (PA), devem redobrar a atenção até domingo (30), período em que a concessionária Via Brasil BR-163, responsável pelas rodovias, realiza serviços de conservação em pontos distintos das duas estradas.

De acordo com a concessionária, em função dos trabalhos, poderá haver lentidão no trecho em obras. Os condutores devem obedecer à sinalização e à velocidade estabelecida no local, redobrando a atenção nas proximidades das obras.

Trecho da BR-163, em Mato Grosso:

Entre Sinop e a divisa MT/PA, do km 854 ao km 1.118

Trecho da BR-163 no Pará:

• De Castelo dos Sonhos a Novo Progresso, do km 186 ao 246
• De Moraes Almeida a Bela Vista do Caracol, do km 520 ao 560

Trecho da BR-230, no Pará:

• De Campo Verde a Miritituba, entre os km 1.103 e 1.128

Segundo a Via Brasil BR-163, o cronograma de obras e serviços é dinâmico, com pontos de intervenção com ‘Pare-e-Siga’ ou desvio de tráfego.

Mais informações no no site da concessionária ou pelo 0800 5000 163 (ligações gratuitas, inclusive para celulares).

Fonte: Via Brasil BR-163/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2023/05:25:27

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PRF- Droga avaliada em R$ 10 milhões são encontrados em porta-malas de carro,no Pará

Posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Altamira, no Pará. — Foto: Ascom PRF-PA

Droga saiu da cidade de  Santarém, no oeste do Pará.

Mais de 80 kg de pasta base de cocaína são encontrados em porta-malas de carro, no sudoeste do Pará.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a apreensão gerou um prejuízo estimado em mais de R$ 10 milhões ao crime organizado.

Durante uma fiscalização no km 570 da BR-230, em Vitória do Xingu, no sudoeste do Pará, 84,3 kg de pasta base de cocaína foram encontrados no porta-malas de um carro. O caso foi divulgado na segunda (25) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), e ocorreu no domingo (24).

De acordo com a corporação, a apreensão gerou um prejuízo estimado em mais de R$ 10 milhões para o crime organizado.

Segundo a PRF, a equipe abordou um guincho, que transportava um veículo. Além do condutor, o guincho também era ocupado por um casal, que seria responsável pelo veículo transportado.

“Em um procedimento padrão, foram verificados os equipamentos obrigatórios do guincho, bem como se a amarração e a fixação do veículo estava correta, momento em que foi percebido que o forro do porta-malas do veículo transportado estava revirado, e que havia um plástico amarelo embaixo desse forro, o que não é comum, motivo pelo qual levantou suspeitas da equipe”, detalhou a polícia.

Ao ser realizada uma fiscalização mais detalhada, foi verificado que havia 80 tabletes contendo pasta base de cocaína, como pontuou a corporação.

Questionado acerca das substâncias, o homem responsável pelo veículo afirmou que saiu do estado do Maranhão e que pegou a droga em Santarém, no oeste do Pará.

Ele afirmou que retornaria para o Maranhão, a fim de entregar a droga. O homem também relatou para a equipe que receberia a quantia de R$ 20 mil pelo transporte

Foram contabilizados 80 tabletes da substância. Diante dos fatos, o casal foi preso e encaminhado à delegacia de Polícia Federal em Altamira, a fim de que fossem realizadas as medidas cabíveis, em tese, pelo crime de tráfico de drogas.

Fonte: G1/PA- Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2023/09:10:11

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Articulações para a temporada 2023 da pesca de pirarucu no Amazonas mostram otimismo

Estimativas apontam que mais de 78 mil pirarucus serão capturados até novembro. Destes, 34 mil estão nas áreas de atuação do Coletivo do Pirarucu.

Durante a reunião anual do Coletivo do Pirarucu, um grupo formado por diversas organizações e lideranças comunitárias que trabalham com o manejo do pirarucu em unidades de conservação, terras indígenas e áreas de acordo de pesca no Amazonas, foram discutidos os preparativos para a temporada da pesca em 2023. Este coletivo engloba áreas que produzem cerca de 50% do total de pirarucu oriundo de pesca manejada do Amazonas. O evento on-line foi realizado em julho e reuniu mais de 50 pessoas representando 18 organizações, entre associações comunitárias, organizações não governamentais de apoio direto na assessoria técnica e órgãos de governo.

Apesar das limitações de acesso à internet, o encontro contou com a sólida participação de lideranças de comunidades manejadoras. A Associação do Povo Deni do Rio Xeruã (Aspodex) e a Associação Indígena do Povo das Águas (Aipa), representando o povo Deni e o povo Paumari, respectivamente, integram o Coletivo e participaram ativamente da reunião.

Durante o encontro, a Aspodex expressou as suas articulações de parceria com os grupos de manejo vizinhos do Médio Juruá. Já a Aipa, aproveitou a presença de representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para enfatizar a necessidade que as ações de fiscalização nas Terras Indígenas sejam retomadas para apoiar a proteção territorial contra explorações ilegais e predatórias.

Previsões para a temporada da pesca em 2023

Durante a reunião, foi apresentado o levantamento dos números previstos para a pesca de 2023 no Amazonas. Até novembro, segundo dados do Ibama, estima-se que serão pescados 78.223 pirarucus. Destes, 34.589 peixes somente na área de atuação do Coletivo, envolvendo diretamente mais de 3.000 pessoas em diversas comunidades manejadoras do estado.

Com o apoio do projeto Raízes do Purus, realizado pela OPAN com patrocínio da Petrobras e do Governo Federal, os povos indígenas Paumari e Deni têm se dedicado de forma constante e progressiva ao fortalecimento de processos relacionados ao manejo sustentável de pirarucu, resultando em avanços significativos.

Somente nas terras indígenas do povo Paumari, a estimativa da Aipa é que sejam pescados 650 pirarucus até outubro deste ano, envolvendo diretamente cerca de 100 pessoas na atividade. Já na Terra Indígena Deni, a estimativa da Aspodex é que 150 pirarucus sejam pescados este ano, com a participação de mais de 200 pessoas.

A Aspodex e a Aipa integram o arranjo comercial Gosto da Amazônia, articulado pelo Coletivo e coordenado pela Associação dos Produtores Rurais de Carauari (Asproc). Essa iniciativa tem como objetivo principal garantir uma remuneração mais justa às comunidades que realizam o manejo do peixe, ao mesmo tempo que desencoraja a atuação de atravessadores e exploradores, promovendo assim um comércio baseado em princípios de equidade e solidariedade.

Preços justos impulsionam a conservação e o comércio solidário do pirarucu

O levantamento feito pelo Coletivo trouxe também um mapeamento dos acordos comerciais para a venda do pirarucu manejado, bem como os preços praticados em cada região, que variam entre R$ 5,00 e R$ 10,00 por kg do pirarucu pagos diretamente aos grupos de manejo. Adevaldo Dias, presidente do Memorial Chico Mendes e assessor da Associação dos Produtores Rurais de Carauari (Asproc), organização que lidera o arranjo comercial coletivo Gosto da Amazônia, fala sobre o preço pago pela Asproc aos manejadores. “O trabalho feito pela associação acaba atuando como um regulador de preços de mercado, pois ao pagar  melhor as comunidades manejadoras pelo peixe manejado, inibe a ação dos atravessadores e exploradores, e fortalece o comércio justo e solidário”, avalia.

Povo Paumari no manejo sustentável de pirarucu - (Foto>Adriano Gambarini-)
Povo Paumari no manejo sustentável de pirarucu – (Foto>Adriano Gambarini-)

Fonte: e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2023/05:25:27

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25º Megaleilão Nelore CFM oferta 500 reprodutores de alto padrão genético

(Foto: Divulgação) – Campo Grande (MS) receberá mais uma vez o Megaleilão Nelore CFM, evento presencial que abre as vendas do ano com os melhores Touros CFM da safra 2021. Em dois dias, serão colocados à disposição do mercado 500 touros Nelore CEIP: 400 Touros no dia 03 de agosto, em Campo Grande/MS; e 100 Touros na Megaloja da Fazenda Lageado, no dia 04 de agosto, em Aquidauana/MS.

Todos os touros ofertados durante o Megaleilão têm CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção), exame andrológico e DEPs assistidas por genômica. Eles passaram por um rigoroso processo de avaliação genética coordenado pela equipe do prof. José Bento Ferraz (USP Pirassununga) e estão prontos para trabalhar a campo na próxima estação de monta.

“São simplesmente nossos melhores touros da safra”, informa Tamires Neto, gerente de pecuária da CFM. “Eles têm alto índice CFM e imprimirão ganho de peso, fertilidade, precocidade sexual e qualidade de carcaça nos seus filhos”.

A genética é de altíssima qualidade e ofertada em condições especiais de venda e de frete:
. O pagamento é em 14 parcelas (2+2+10), com descontos progressivos nas baterias de touros
. As comissões de compra são decrescentes de acordo com o volume de touros adquiridos. E podem chegar a zero.
. O frete é grátis para:
– Qualquer quantidade de touros para os estados de SP, MS, MT, MG, GO e TO
– Pontos de entrega nos estados do PA, MA e BA (Novo Progresso-PA, Redenção-PA, Santa Inês-MA, Correntina-BA e Feira de Santana-BA)

– Cargas fechadas de touros (16 ou 24 animais) em toda a malha rodoviária brasileira (exceto estados com restrição pelo status de aftosa).

“A CFM é um dos maiores fornecedores de touros Nelore do Brasil. Nosso programa de melhoramento genético tem mais de 40 anos. Além disso, já comercializamos mais de 46 mil reprodutores para todo o país, com genética Nelore superior a cada safra. Nossos touros são criados e recriados a pasto e respondem extremamente bem aos mais diversos ambientes, trazendo grandes melhorias de produtividade”, ressalta Tamires Neto.

O Megaleilão Nelore CFM 2023 também marca a volta da Megaloja, na Fazenda Lageado, em Aquidauana, MS. Os 100 touros da Megaloja serão ofertados a preço fixo, sem comissão e com as mesmas vantagens de frete do leilão do dia anterior.

Fonte: Ascom CFM/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/07/2023/05:25:27

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Sairé 2023: Companhia aérea lança voos extras para Santarém no período de 13 a 18 de setembro

Aeroporto Internacional de Santarém — Foto: g1/Arquivo

Além de novos voos partindo de Manaus (AM) e Belém (PA), a companhia inaugura rotas a partir também de Confins, em Belo Horizonte (MG).

A Azul, maior companhia aérea em número de voos e cidades atendidas no Brasil, vai ampliar as opções de voos de ida e volta para quem deseja participar da Festa do Sairé, tradicional evento que mistura religião, cultura e culinária locais e danças folclóricas que remetem à lenda do boto, na vila balneária de Alter do Chão, distante cerca de 37km da zona urbana de Santarém, no oeste do Pará.

O evento que será realizado de 14 a 18 de setembro, movimenta todo ano inúmeros turistas – ou torcedores dos botos Tucuxi e Cor de Rosa, nos moldes da tradicional rivalidade dos bois-bumbás de Parintins (AM).

A ampliação do número de voos da Azul para Santarém no período do Sairé é resultado de um pedido feito pela gestão municipal, por meio do secretário de Turismo, Alaércio Cardoso.

Os novos voos, que irão ocorrer em aeronaves ATR 72-600, com capacidade para 70 Clientes a bordo – já começam a ser vendidos e têm como destino Santarém.

No período de 13 a 18 de setembro, haverá partidas de Manaus (AM). Na quarta-feira (13), quinta-feira (14) e domingo (17), sempre às 16h45, com chegada em Santarém (PA), às 19h45. Já em 16 de setembro, no sábado, os clientes interessados nesta mesma rota contarão ainda com mais um voo, que decola às 19h30, e pousa para o Festival às 22h10. Já a volta de Santarém para Manaus ocorre nos voos de quinta (14), sexta (15) e segunda (18), a 1h15, com chegada prevista para 1h55. No domingo, a volta pode ser feita no voo que parte às 04h de Santarém e chega às 4h40, em Manaus.

Os clientes que desejarem embarcar na cidade vizinha de Belém (PA) para Santarém terão na quarta (13), quinta (14) e domingo (17) novos voos que decolam às 22h40, com chegada prevista para 00h35. As voltas do Festival para Belém ocorrem nos voos de quarta, quinta e domingo, às 20h05 ou no sábado, às 22h50.

E uma nova opção de embarque neste ano, rumo ao Festival, será a partir de Confins, em Belo Horizonte (MG). De lá, os clientes poderão voar na quarta (13), sexta (15) e sábado (16) e domingo (17) , às 23h15, e chegar em Santarém às 2h30. Ou optar pelo voo que sai às 23h50 na quinta-feira (14) de Confins e pousa às 03h05 cidade paraense. O retorno de Santarém para BH ocorre quinta (14), sábado (16), domingo (17) e segunda-feira (18), às 3h20, ou na sexta (15), às 04h05.

Segundo Vitor Silva, gerente de Malha e Planejamento Estratégico da Azul, esse remanejamento prevê um aumento natural da procura por voos para Santarém durante a semana do Sairé, especialmente por este ser o ano de aniversário dos 50 anos de retomada da festa, por isso a companhia decidiu se antecipar e ampliar as possibilidades para seus Clientes. “Olhamos para nossa malha aérea e tentamos readequá-la ao máximo para oferecer mais conforto, possibilidades em mais de um dos nossos hubs e não deixar nossos Clientes de fora desse evento”, explicou.

 

Fonte:  g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2023/16:49:08

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Caso Líbia: Justiça aceita denúncia do MP e Jussara Nadiny vai a júri popular

Jussara Nadiny participou de reprodução simulada do atropelamento de Líbia Tavares na avenida Sérgio Henn — Foto: Henrique Pimentel /TV Tapajós

A acusada foi denunciada por homicídio qualificado na última sexta-feira (21).

A denúncia oferecida pelo promotor criminal Diego Libardi contra Jussara Nadiny Cardoso Paixão, pela morte de Lívia Tavares, foi aceita pelo juiz titular da 3ª Vara Criminal de Santarém, oeste do Pará. Denunciada por homicídio qualificado, Jussara deve enfrentar o tribunal do júri em sessão a ser marcada pelo juiz Gabriel Veloso.

O juiz também aceitou o pedido do representante do Ministério Público para manutenção das medidas cautelares impostas a Jussara Nadiny no dia 28 de março deste ano, quando a justiça concedeu a ela a liberdade provisória.

“Recebo a presente denúncia em desfavor da ré Jussara Nadiny Cardoso Paixão. (…) mantenho todas as medidas cautelares impostas a acusada nesse processo na forma como consta na decisão de 28.03.2023”, decidiu Gabriel Veloso.

Entre as cautelares, Jussara não deve cometer um novo crime ou contravenção penal; deve comparecer ao Fórum mensalmente; Deve se recolher na sua residência todos os dias úteis até às 19h e lá permanecer até às 07h; Nunca portar armas de qualquer espécie; Não frequentar bares, boates, casas de show, locais de prostituição, jogos, torneios de futebol ou baralho e lugares similares, bem como, qualquer evento social em que acha bebida alcóolica no recinto, mesmo que seja ao ar livre, de dia ou de noite; entre outras medidas.

Na denúncia feita pelo promotor Diego Libardi contra Jussara, ele levou em consideração as provas produzidas no inquérito policial e as perícias realizadas no local do crime e no corpo de Líbia Tavares. No documento, ele observa que “ao trafegar com a vítima sobre o capô do veículo que dirigia, Jussara se utilizou de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa de Líbia, que caiu no asfalto batendo a cabeça, o que provocou sua morte instantânea”.

 

Fonte: Sílvia Vieira, g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2023/16:49:08

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Motorista morre preso às ferragens em acidente com carreta na BR-163 em Guarantã do Norte

O acidente entre uma carreta Scania bitrem e picape VW Saveiro ocorreu, hoje de madrugada, na rodovia federal a aproximadamente 7 quilômetros da cidade. O condutor do carro ficou preso às ferragens e morreu na hora, segundo o Corpo de Bombeiros. A Polícia Civil informou que João Rivaldo Leite tinha 48 anos.

Uma equipe esteve no local para retirar a vítima das ferragens. O corpo foi encaminhado para os procedimentos de necropsia, onde deve ser apurado em laudo a causas da morte. Não confirmado se a vítima residia em Guarantã.

O motorista do bitrem evadiu-se do local. No boletim de ocorrência, a Polícia Civil descreve que, “conforme informações preliminares fornecidas pelo perito da Politec, através dos vestígios encontrados no local do fato, o condutor da carreta bitrem teria invadido a pista contrária, desrespeitando faixa contínua, e estando na contramão, colidiu contra a vítima, arrastando o seu veículo pela pista”.

A carreta seria de uma empresa de transportes e foi encaminhada ao pátio de da PRF em Santa Helena.

Conforme Só Notícias já informou, neste fim de semana, um motociclista morreu após colisão com carro em Sinop.  Em Tapurah, três crianças faleceram em capotamento.

Matéria em atualização…

Fonte: Só Notícias/Guilherme Araújo (atualizada 09:59h -foto: assessoria)  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2023/15:46:49

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No Pará, novo impulso de fiscalização sufoca garimpo ilegal

Área de mineração no Pará – (Foto: Gustavo Basso/DW) – Garimpeiros e compradores de ouro atribuem queda da produção do minério a um maior policiamento em regiões de garimpo, enquanto fim da presunção da boa-fé e exigência de nota fiscal eletrônica ficam em segundo plano.

Do volume total de ouro com indícios de ilegalidade, mais da metade veio da Amazônia, principalmente do Mato Grosso (26%) e do Pará (24%)

“O garimpo por aqui acabou, agora só sobrou louco fazendo; eu mesmo troquei o ouro pela criação de gado”, relata Caio Sousa, diretor de uma cooperativa de garimpeiros de Itaituba (PA) que parou as atividades neste ano. “O governo mandou acabar, queimaram tudo por aqui”,reclama o empresário agora à frente da comercial de ouro Pepita Metais, uma das 37 semelhantes em atuação em Itaituba. Juntas elas somam 158 lavras legalizadas apenas na cidade de 123 mil habitantes.

Na outra margem do rio Tapajós, à beira da BR-163, que é o principal corredor do agronegócio na Região Norte, os administradores da Pontual Tapajós temem o fechamento de todo o comércio local do minério. A empresa é outra intermediadora na compra de ouro dos garimpeiros. “Está bem complicada a situação; no distrito de Castelo dos Sonhos a produção caiu 90%, enquanto em Moraes Almeida, na boca da transgarimpeira, caiu 40%”, diz.

Entre 1º de Janeiro e 19 de Julho, o Ibama registrou uma área de 35 km² de novos garimpos entre Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso — área equivalente ao município de Carapicuiba, na Grande SP. No mesmo período de 2022 a área foi de quase 59km², uma queda de 41% de novos garimpos abertos.

Com cerca de 200 quilômetros de extensão, a rodovia transgarimpeira é a principal via terrestre da capital nacional da mineração de ouro, entrando floresta adentro entre a BR-163 e a região garimpeira do Crepori, e servindo de via de escoamento de soja e madeira e ouro de Itaituba para o resto do Brasil e o mundo. A cidade paraense ocupa hoje a vice-liderança na produção do minério no país desde 2015, perdendo apenas para a mineira Paracatu, que abriga a maior mina de ouro a céu aberto do mundo, pertencente à canadense Kinross.

Nem mesmo a queda de pelo menos 37% da produção em Itaituba, observada na primeira metade de 2023, tira o título da cidade às margens do Tapajós, e que até julho deste ano foi responsável por uma operação de R$ 1,4 bilhão, segundo dados da Agência Nacional de Mineração (ANM). Em comparação, Poconé (MT), logo atrás de Itaituba na lista de maiores cidades garimpeiras em valor de produção, arrecadou pouco mais de um quarto disso neste ano.

“Ainda assim é um valor muito abaixo do que a cifra real; mesmo considerando todo o ouro que é ‘esquentado’ em Itaituba, quase metade da produção nacional tem indícios de ilegalidade”, observa o pesquisador da Universidade de Brasília (UnB) Maurício Angelo. Ele cita um estudo realizado pela ONG Instituto Escolhas, que mapeou a produção aurífera entre 2015 e 2020 e revelou que, nos últimos seis anos, 229 toneladas de ouro com indícios de ilegalidade foram comercializadas no país.

Junto com a produção, o avanço de territórios garimpeiros também está mais lento neste ano. Entre 1º de janeiro e 19 de julho, o Ibama registrou uma área de 35 km² de novos garimpos entre as cidades paraenses de Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso. No mesmo período de 2022, a área foi de quase 59km², uma queda de 41% de novos garimpos abertos.

Espada mais forte que a caneta –Apesar de a criação de medidas legais mais restritivas ao comércio de ouro in natura ter passado no Supremo Tribunal Federal (STF) e na Receita Federal, garimpeiros, compradores e agentes de segurança afirmam que o impacto real ocorreu com o fortalecimento do policiamento e fiscalização sobre os municípios garimpeiros no sudoeste do Pará e sudeste do Amazonas. As ações foram colocadas em prática na esteira das denúncias da situação aterradora vivida por moradores da Terra Indígena Yanomami por conta da invasão do garimpo.

“Aumentou muito o número de fiscais na região, principalmente na Transamazônica”, reclama José Gilmar de Araújo, proprietário de uma área de garimpo em Itaituba, dentro da Floresta Nacional Itaituba 1, e do garimpo São José, em Jacareacanga.

“Afetaram muito o município quando chegaram até numa pista de pouso na beira da BR e atearam fogo em cinco aviões que estavam lá, queimaram tanque de combustível, fazem até barreiras na rodovia para apreender o ouro do pessoal. Fica muito difícil”, conta o morador de Jacareacanga, que, como grande parte dos garimpeiros, reclama da falta de políticas públicas para regularizar a situação da atividade.

Os cinco aviões do qual reclama Araújo foram inutilizados em uma ação do Ibama que resultou ainda na destruição de três caminhonetes e 42.000 litros de combustível, 1.600 deles para aviação. A ação faz parte da operção Acupary do Ibama, que afirma que o combate à aviação é estratégico para conter as frentes mais remotas de novas aberturas de garimpo. “O transporte aéreo habilita os criminosos a atingirem as áreas mais profundas e ainda mais protegidas da Amazônia”, afirma o órgão.

Caio Sousa complementa o cenário: “Itaituba e Jacareacanga estão desertas, a maioria das lojas compradoras fechou, porque o garimpo morreu; manter a loja é manter despesa sem ter o que comprar.”

Ao longo deste ano, a PF realizou três grandes operações contra a atividade na região, que resultaram na apreensão e destruição de 17 escavadeiras hidráulicas, conhecidas como PC, avaliadas em R$ 10,42 milhões. Também foram aplicadas multas que somam mais de R$ 10 milhões.

No rio Amana, em Itaituba, o órgão desmontou uma rede de abastecimento que inclui um centro de distribuição de mantimentos e peças de reposição para as dragas, um estaleiro e posto de combustível. No último ciclo, ao norte de Santarém, três pessoas foram detidas e 26 mandados de busca e apreensão foram executados, apreendendo mais de R$ 4 milhões em veículos e R$ 15 milhões em dinheiro. Outros R$ 2,8 milhões em ouro também foram retidos.

Nos primeiros seis meses deste ano, o Ibama realizou mais operações em Itaituba e Jacareacanga que ao longo de todo o ano passado. Foram 374 operações ao todo, 250 delas focadas apenas no garimpo.
Jabutis da permissividade

Principal bandeira do governo de Jair Bolsonaro para a região, a regularização do garimpo até mesmo em áreas indígenas foi defendido inclusive pelo ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles. O discurso oficial, associado à alta da cotação do ouro, que atingiu o recorde histórico em meio às incertezas da pandemia, levou à explosão do garimpo. Entre 2018 e 2019, a produção declarada aumentou 37%, de R$ 9,6 bilhões para R$ 13,2 bilhões. No Pará, o aumento foi ainda mais expressivo, subindo 81% e passando de R$ 2 bilhões naquele primeiro ano de mandato de Bolsonaro.

Do volume total de ouro com indícios de ilegalidade, mais da metade veio da Amazônia, principalmente do Mato Grosso (26%) e do Pará (24%). Ambos os estados, que são também campeões de desmatamento da Amazônia, disputam a liderança na produção garimpeira desde 2013. Naquele ano, o governo de Dilma Rousseff sancionou uma emenda de autoria do deputado federal Odair Cunha (PT-MG) que autorizava a compra e venda de ouro nas regiões auríferas sem a necessidade de comprovação, na prática, do ouro.

Criada para legislar sobre o plano-safra, a lei 12.844/2013 teve inseridos seis artigos considerados jabutis facilitando a atividade garimpeira. “Bastava o vendedor apresentar uma PLG (Permissão de Lavra Garimpeira) válida e aquele ouro se tornava legal, o que tornou muito comum a prática de ‘esquentar’ o ouro em cidades como Itaituba”, explica Larissa Rodrigues, gerente de projetos da organização.

Homem anda em área de mineração no Pará –“Aumentou muito o número de fiscais na região, principalmente na Transamazônica”, diz proprietário de uma área de garimpo

Foto: Gustavo Basso/DW
Foto: Gustavo Basso/DW

A ação, conhecida como presunção da boa-fé na compra e venda, facilita as ilegalidades. “O ouro extraído em áreas ilegais não pode ter indicação de origem, então é necessário falsificar essa procedência”, afirma o procurador Paulo de Tarso Oliveira, apontando a maior falha da contribuição. “A CFEM é autodeclaratória, ou seja, cabe ao vendedor indicar a origem, sem qualquer comprovação por parte da Receita Federal ou da ANM. Não há justificativa para um segmento tão importante da economia como a mineração possuir um sistema tão precário, se não atender algum interesse”, afirma.

Um dos fomentadores desse processo é o município paraense de Jacareacanga, de onde saíam em 2021 cerca de 80 kg de ouro semanalmente, 90% dele ilegal, extraído de terras indígenas ou da Floresta Nacional do Crepori. Utilizando a presunção da boa-fé, os vendedores apresentam PLGs alocadas em Itaituba para regularizar o ouro da cidade.

Essa medida, no entanto, está impedida pelo Supremo, que em decisão plenária no começo de maio referendou uma liminar do ministro Gilmar Mendes para suspender a regra que presume a legalidade do ouro adquirido e a boa-fé da pessoa jurídica que o adquiriu. O colegiado também confirmou o prazo de 90 dias para que o Poder Executivo adote novo marco normativo para fiscalização do comércio de ouro, prazo que se encerra no começo de agosto.

Com a decisão, compradores de ouro deverão manter um cadastro das pessoas físicas que os vendem, e aqueles que não verifiquem a procedência do minério e sua legalidade podem ser enquadrados na Lei de Combate à Lavagem de Dinheiro, aumentando o poder da Receita Federal de combater a prática, explica Larissa Rodrigues.

Combate ativo à sonegação –Esse poder foi ampliado quando, no começo de julho, entrou em vigor a instrução normativa da Receita que passa a exigir a emissão de nota fiscal eletrônica para negócios que envolvam ouro como ativo financeiro ou como instrumento cambial. Desde 3 de julho, a emissão é obrigatória para quatro situações: na primeira aquisição do ouro bruto, na importação, na exportação e em negócios internos com participação de instituições financeiras.

A expectativa é que, com a nota fiscal eletrônica, essas operações possam ser auditadas por meio de ferramentas tecnológicas já usadas pela Receita Federal. “Se você tem, por exemplo, uma área na qual estão declarando uma produção muito grande, confere com imagens de satélite se a operação está regular, dentro das licenças, otimizando muito a fiscalização”, defende a pesquisadora do Instituto Escolhas.

“Agora, imaginar que de uma falta total de controle passaremos, de uma hora para outra, para uma situação de controle ideal… isso eu não acredito”, pondera. O aumento na fiscalização esbarra ainda nas limitações da Polícia Federal, Receita e, sobretudo, da ANM. Funcionários da agência estão paralisados desde o último dia 10. A categoria reivindica aumento do efetivo da ANM e também equiparação salarial com os servidores de outras agências governamentais.

Diante da ineficácia das medidas administrativas tomadas pelo Supremo e Receita Federal, o que vem de fato sufocando o garimpo ilegal na região do Tapajós são sistemáticas operações da Polícia Federal e do Ibama entre Itaituba, Jacareacanga e Apuí, já no vizinho Amazonas.

Os estados foram foco de uma série de operações neste ano. Em fevereiro, a PF prendeu dois suspeitos em Belém e Santarém de participar de um esquema de compra e venda de ouro extraído ilegalmente.

Em abril uma nova operação, motivada pela descoberta de um garimpo ilegal em terras da União no Amazonas levou a mais buscas e apreensões em Itaituba. Durante as buscas no garimpo, os policiais também identificaram trabalho escravo.

“Constatou-se através de laudo pericial um sofisticado esquema de lavagem de capitais com o uso de Permissões de Lavra Garimpeira (PLGs) sem nenhuma ou com pouca intervenção humana, atividade conhecida como esquentamento do ouro”, ressaltou na época a Polícia Federal.

Agentes da PF comemoram a diminuição dos novos garimpos na região sudoeste do Pará, apesar da descrença a curto prazo nas mudanças provocadas pela exigência da nota fiscal. “Começou a funcionar só recentemente e ainda assim mal; temos relatos de compradores que não estão conseguindo acessar e emitir notas”, comenta um agente que atua no estado, sob sigilo. “Mas temos inúmeras operações planejadas em segredo, e já vemos um deságio pela primeira vez: compradores estão preferindo pagar mais caro a mineradoras legalizadas que ao garimpo, muito por conta do risco de perder o investimento”, reforça.

O questionamento que surge agora é que fonte de renda terá essa massa de trabalhadores precarizada e por vezes escravizada das minas de ouro, quando as medidas administrativas e policiais tomarem efeito.

Fonte: dw.com.pt e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2023/05:25:27

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Fazendeiro é assassinado a tiros no centro de Altamira, no sudoeste do Pará

Flávio Teixeira foi morto no domingo (23). — Foto: Reprodução / TV Liberal

Velório de Flávio Moreira Teixeira ocorre nesta segunda-feira (24).

Está sendo velado nesta segunda-feira (24), o corpo do fazendeiro Flávio Moreira Teixeira, assassinado com ao menos 10 tiros, no centro de Altamira, sudoeste do Pará, no domingo (23).

Flávio era fazendeiro em Pacajá, na mesma região, e estava próximo a um restaurante, junto com amigos e familiares, no momento do crime. O caso foi confirmado pela Polícia Civil (PC).

Segundo testemunhas, o assassino estava em uma moto à espera da vítima, quando fez a abordagem e atirou várias vezes. Depois dos disparos, o criminoso fugiu.
Corpo de fazendeiro é velado após ser assassinado, no Pará

Corpo de fazendeiro é velado após ser assassinado, no Pará

O fazendeiro chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Regional da Transamazônica, mas não resistiu aos ferimentos e morreu, como mostrado no Bom Dia Pará desta segunda (24).

Após o velório, o corpo deve ser levado para Minas Gerais, onde ocorrerá o sepultamento, de acordo com os familiares.

Sobre a ocorrência, a PC informou que apura as motivações do crime, e analisa imagens das câmeras de segurança próximas ao local.

O segue sob investigação pela delegacia de homicídios de Altamira. Informações que ajudem a localizar o suspeito podem ser repassadas pelo disque denúncia, número 181. O sigilo é garantido.

 

Fonte:  g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/07/2023/09:42:07

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