Acusado de ter agredido em garimpo apresenta sua versão dos fatos; nega qualquer tipo de violência. (VÍDEO)

(Foto:Reprodução) – O caso envolvendo a cozinheira Márcia Kelly Teixeira e o garimpeiro Robson, conhecido como Lorão, ganhou novos desdobramentos nesta terça-feira (7). Acusado de ter agredido Márcia em uma área garimpeira de Novo Progresso (PA), Robson apresentou sua versão dos fatos, negando qualquer tipo de violência.

“Nunca toquei nela. Tudo isso é um mal-entendido”, teria dito Robson ao se defender das acusações que circulam nas redes sociais.

O episódio começou no sábado (4), quando Márcia gravou um vídeo dentro de uma pequena embarcação, chorando e afirmando estar sendo levada por dois homens, sem saber o destino.
As imagens se espalharam rapidamente, gerando preocupação entre familiares, amigos e moradores da região.

Leia mais> Cozinheira que desapareceu após relatar agressões em região garimpeira de Novo Progresso é resgatada pela Polícia Militar

Durante o domingo (5), a cozinheira surgiu novamente em outro vídeo, desta vez relatando ter sido resgatada pela Polícia Militar em uma região de difícil acesso chamada Rio Novo.
A Polícia informou que as circunstâncias do ocorrido estão sendo apuradas, e que todos os envolvidos deverão prestar depoimento nos próximos dias para esclarecimento dos fatos.

CLIQUE AQUI E ASSISTA AO VÍDEO

 

Fonte:  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/10/2025/06:02:16

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STF retoma julgamento da Ferrogrão nesta quarta-feira; Assista ao Vivo e entenda o que está em jogo

(Foto>Ilustrativa/Reprodução) O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira 8 o julgamento que discute a validade de uma lei que pretende destinar parte do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, ao projeto Ferrogrão, ferrovia que visa ligar o estado do Pará a Mato Grosso para escoar produtos agrícolas.

O julgamento foi retomado na última quinta-feira, 2, quando a Corte ouviu as partes e os representantes de entidades admitidas no processo como interessadas. Os ministros, agora, devem iniciar a fase de votação. O primeiro a se manifestar deve ser Alexandre de Moraes, relator do caso.

A ação discutida no Supremo foi ajuizada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). A sigla entende que, por alterar áreas de unidades de conservação, a mudança não poderia ser feita por medida provisória, mas somente por lei. Também destaca que o projeto afeta uma área ambiental protegida, onde vivem comunidades indígenas, incluindo povos isolados.Em 2021, Moraes optou por suspender a Lei n.º 13.452/17, que reduz em 862 hectares os limites do Parque, e encaminhou o processo ao Centro de Soluções Alternativas de Litígios (Cesal) do STF. Além disso, autorizou a retomada dos estudos e dos processos administrativos relacionados à estrada de ferro.

Dois anos depois, sem acordo, o Cesal apresentou um relatório incluindo compensações ambientais e a escuta ativa das comunidades indígenas afetadas pelo projeto. Moraes determinou a suspensão da ação por seis meses para conclusão dos estudos, prazo posteriormente estendido por mais 90 dias.

indigenas stf
Representantes de povos indígenas participam de sessão do STF que ouviu representantes de entidades admitidas no processo da Ferrogrão. Foto: Antonio Augusto/STF

AGU aponta inconstitucionalidade

A Advocacia-Geral da União (AGU), nesta quinta-feira 2, reformou sua posição inicial sobre a lei que alterou os limites do Parque do Jamanxim e passou a apontar inconstitucionalidade da nova regra. Antes, o braço-jurídico do governo federal entendia que a legislação estava em ordem com a Constituição. A mudança se deu diante de informações técnicas apresentadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em 2023.

A nova posição do órgão foi oficializada pelo advogado da União Antônio Marinho Rocha Neto, que explicou que o reconhecimento da inconstitucionalidade da lei, na visão da AGU, não implica em posicionamento institucional contrário ao projeto de implantação da Ferrogrão.

“Desde que observados os requisitos legais e ambientais aplicáveis, o empreendimento poderá trazer avanço logístico para o País”, defendeu a AGU na sessão do Supremo.

Agro x povos originários

Entre as entidades representativas ouvidas pelo STF está a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que se posicionou favorável à constitucionalidade da lei que alterou os limites do Parque no Pará.

O outro lado foi representado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), pelo Instituto Kabu e pelo Instituto Socioambiental. As entidades argumentaram que a alteração da área de conservação afeta diretamente as comunidades e povos indígenas da região e alertaram para os graves impactos da ferrovia em uma área de proteção integral na Amazônia.

A sessão plenária é transmitida pela Rádio e TV Justiça e pelo canal do STF no YouTube, a partir das 14h.

Confira, abaixo;

Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6553
Relator: ministro Alexandre de Moraes
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) x Congresso Nacional e Presidente da República
O partido questiona a Lei 13.452/2017, originada do projeto de conversão da Medida Provisória (MP) 758/2016, que alterou limites e excluiu cerca de 862 hectares do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará. A área suprimida foi destinada ao projeto de construção da chamada Ferrogrão, ferrovia que busca ligar Mato Grosso e Pará para o escoamento de produção agrícola. O ministro relator deferiu medida cautelar para suspender os efeitos da lei. Saiba mais.

https://youtu.be/cMnf-olW7Z0

 

Fonte: Jornal Folha do Progresso e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/10/2025/06:02:16

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Jovem morre após acidente entre carro de aplicativo e motocicleta, em Santarém (PA)

Daniel Costa Melo não resistiu a gravidade das lesões e morreu no HMS — Foto: Reprodução / Redes sociais

Segundo testemunhas, um carro de transporte por aplicativo teria feito uma conversão brusca e foi atingido na lateral pela motocicleta.

Um acidente entre um carro de aplicativo e uma motocicleta resultou na morte de um jovem de 24 anos na noite desta terça-feira (7) em Santarém, oeste do Pará. A batida entre os dois veículos aconteceu no cruzamento das avenidas Moaçara e Osvaldo Cruz, no bairro Diamantino.

Segundo testemunhas, a vítima identificada como Daniel Costa Melo retornava do trabalho em sua motocicleta pela avenida Moaçara quando foi surpreendido por um carro de transporte por aplicativo que teria feito uma conversão brusca, não havendo tempo para que o motociclista desviasse.

A motocicleta de Daniel atingiu a lateral do carro e o jovem foi arremessado ao asfalto. Na queda, a vítima sofreu traumas.

Viatura da Polícia Militar e agentes da Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT) estiveram no local e isolaram a área para evitar novos acidentes. O condutor do carro de transporte por aplicativo, permaneceu no local da acidente até a chegada de socorro.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestou os primeiros socorros à vítima, que foi encaminhada ao Pronto Socorro Municipal, mas o quadro clínico se agravou e Daniel morreu na madrugada desta quarta-feira (8).

 

Fonte: G1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/10/11:10:45

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VÍDEO: Homem é conduzido à delegacia após tentar retirar motocicleta durante fiscalização do Comtri em Itaituba (PA)

Foto: Reprodução | O caso foi registrado na tarde desta terça-feira (7), no bairro Rabelo. De acordo com as informações, a ocorrência ocorreu por volta das 15h30, quando agentes de trânsito identificaram uma motocicleta estacionada em local irregular. Durante a verificação dos documentos do veículo, foi constatado que o licenciamento estava em atraso.

Um homem foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil após tentar retirar uma motocicleta durante uma ação de fiscalização do Comando Municipal de Trânsito (Comtri) na tarde desta terça-feira (7), no bairro Rabelo, em Itaituba, no sudoeste do Pará.

De acordo com informações, a ocorrência aconteceu por volta das 15h30, quando agentes de trânsito identificaram uma motocicleta estacionada em local irregular. Durante a verificação dos documentos do veículo, foi constatado que o licenciamento estava em atraso.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o proprietário tenta retirar a motocicleta antes que ela fosse rebocada. Segundo relatos de uma agente que participou da ação, o homem não chegou a discutir com a equipe e utilizou poucas palavras, mas tentou retirar o veículo por conta própria.

VEJA VÍDEO:

VÍDEO REPRODUÇÃO | REDES SOCIAIS

Os agentes conseguiram conter a situação e acionaram a Polícia Militar, que se deslocou até o local. A PM realizou a condução do condutor e da motocicleta até a 19ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Itaituba, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis.

 

Fonte: Portal Giro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/10/09:40:32

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Altamira, o maior município do Brasil, é um território de dimensões continentais no coração da Amazônia Paraense.

(Foto>Reprodução) – O maior município do Brasil é maior que Portugal e a Inglaterra, é cortado por um dos rios mais importantes da Amazônia e viveu uma transformação radical

Altamira, o maior município do Brasil, é um território de dimensões continentais no coração da Amazônia Paraense. Sua vastidão, que supera a de nações europeias como Portugal e Inglaterra, foi o cenário de uma das mais controversas e impactantes obras de infraestrutura da história recente do país: a Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Construída no leito do Rio Xingu, uma artéria vital para ecossistemas e povos tradicionais, a usina foi prometida como um marco do progresso, mas seu legado é uma complexa trama de devastação ambiental e desestruturação social.

A implementação do projeto desencadeou um crescimento urbano caótico, o deslocamento forçado de dezenas de milhares de pessoas e a alteração drástica de um ecossistema fluvial único. Conforme detalhado pela Agência Senado Notícias, a polêmica marcou o projeto desde sua concepção, com intensas batalhas judiciais e protestos de repercussão internacional. Os impactos foram tão severos que levaram a uma decisão da Justiça Federal, descrita pelo Brasil de Fato, que reconheceu o processo de etnocídio contra os povos indígenas, enquanto o portal ClimaInfo documentou como a usina “desestruturou um ecossistema”, causando mortandade massiva de peixes e alterando para sempre a vida no Rio Xingu.

Um território de superlativos e vulnerabilidades

Para entender a profundidade da transformação imposta por Belo Monte, é crucial primeiro dimensionar o cenário. Altamira não é um município comum. Com uma área oficial de 159.533,328 quilômetros quadrados, segundo o IBGE, seu território é um vasto mosaico de florestas e rios. Essa magnitude, que o torna maior que países como a Grécia, impõe um desafio colossal de governança. A estrutura de uma única prefeitura para administrar uma área de proporções continentais cria um paradoxo, tornando a prestação de serviços básicos e a fiscalização ambiental tarefas hercúleas.

Essa condição de um território cronicamente subgovernado e de difícil patrulhamento tornou a região extremamente vulnerável ao desenvolvimento explosivo que a usina catalisou. Cortando essa imensidão, o Rio Xingu não é apenas um curso d’água, mas a espinha dorsal ecológica e cultural da região, servindo como fonte de vida, alimento e identidade para centenas de povos indígenas e comunidades ribeirinhas. A decisão de barrar este rio representou um choque violento entre duas visões de mundo: a da engenharia, que via o rio como um recurso a ser explorado para gerar megawatts, e a dos povos tradicionais, que o percebiam como uma entidade viva e sagrada.

https://youtu.be/UVT8CmUnN64

Belo Monte: a promessa de progresso e o legado de controvérsia

Apresentada como um pilar para a segurança energética do Brasil, a Usina Hidrelétrica de Belo Monte é a maior central 100% brasileira e a quarta maior do mundo em capacidade instalada. O projeto, cujo custo estimado superou os R$ 18 bilhões, foi justificado com uma narrativa de progresso, prometendo a geração de milhares de empregos e legados sociais para a região. Defendido como uma alternativa energética mais “limpa” em comparação com as termelétricas, sua construção foi tratada como estratégica e inegociável pelos governos da época, como aponta a cobertura da Agência Senado Notícias.

No entanto, o projeto nasceu sob o signo da polêmica. Desde sua concepção na década de 1970, enfrentou uma oposição ferrenha de uma coalizão de povos indígenas, ONGs, movimentos sociais e acadêmicos. A batalha jurídica foi intensa, com o Ministério Público Federal movendo ações que chegaram a suspender o leilão da usina por duas vezes, evidenciando falhas graves no licenciamento ambiental. A controvérsia ganhou o mundo, atraindo a atenção de figuras como o cineasta James Cameron, que criticou publicamente a obra. Apesar da oposição e dos alertas, o Estado brasileiro agiu com um “rolo compressor” desenvolvimentista, determinado a vencer a batalha a qualquer custo.
A desestruturação de um ecossistema e um povo

Os impactos de Belo Monte se materializaram como uma cascata de crises interligadas. A alteração do regime hidrológico do Rio Xingu, que desviou grande parte de sua vazão, provocou o que o ClimaInfo descreve como a desestruturação de um ecossistema. A drástica redução do fluxo de água na Volta Grande do Xingu, um trecho de 100 quilômetros de alta biodiversidade, resultou em um desastre ecológico documentado: uma mortandade massiva de peixes, o assoreamento do leito do rio e a morte de vastas áreas de floresta, transformadas em “cemitérios de árvores”.

Simultaneamente, a cidade de Altamira foi submetida a um “caos social sem precedentes”. O influxo de dezenas de milhares de trabalhadores sobrecarregou a infraestrutura, fazendo disparar os índices de violência e colapsando os serviços de saúde. Ao mesmo tempo, mais de 30.000 pessoas foram compulsoriamente deslocadas de suas casas. A destruição do rio como fonte de sustento forçou ribeirinhos e indígenas a migrarem para a periferia de uma cidade já em colapso, aprisionando-os entre a perda de seu passado e a ausência de um futuro viável.

O paradoxo energético e as cicatrizes permanentes do maior município do Brasil

O legado de Belo Monte é marcado por um profundo paradoxo. Apesar de sua massiva capacidade instalada de 11.233 MW, a usina entrega uma energia firme de apenas 4.571 MW, menos de 40% de seu potencial, devido à sazonalidade do Rio Xingu. Este “paradoxo energético” questiona a relação custo-benefício de um projeto que exigiu um sacrifício social e ambiental tão imenso. A ironia final é que, enquanto a energia gerada no Xingu abastece os centros industriais do Sudeste, muitas das comunidades locais que pagaram o preço mais alto pela barragem continuam a viver no escuro.

O modelo adotado foi o de um clássico “enclave extrativista”, onde um recurso é extraído de um território periférico para beneficiar centros econômicos distantes, tratando a população local e seu ambiente como uma “zona de sacrifício”. O boom econômico da construção foi passageiro, deixando para trás um tecido social rompido, um ecossistema degradado e uma população que arca com os prejuízos enquanto a energia flui para longe. As cicatrizes de Belo Monte no maior município do Brasil são um testemunho duradouro dos custos inaceitáveis de uma visão de desenvolvimento que continua a assombrar o futuro da Amazônia.

A história de Altamira e Belo Monte levanta uma questão fundamental sobre o futuro da Amazônia. Você acredita que grandes projetos de infraestrutura como este justificam seus custos sociais e ambientais? Qual caminho o Brasil deveria seguir para desenvolver a região? Deixe sua opinião nos comentários, queremos entender sua perspectiva sobre este dilema.

Fonte: clickpetroleoegas.com.br e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 08/10/2025/06:02:16

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Torre micrometeorológica amplia pesquisas sobre o clima na Amazônia

Torre micrometeorológica instalada na Fazenda da Ufopa. — Foto: Reprodução/Ufopa

Estrutura instalada na Fazenda Experimental da Ufopa integra o projeto internacional CarbonARA-Brazil, que investiga fluxos de carbono na região.

Uma torre micrometeorológica de 40 metros de altura foi erguida na Fazenda Experimental da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), em Santarém, oeste do Pará. A instalação marca mais uma etapa da campanha de campo do projeto CarbonARA-Brazil, que segue até outubro deste ano na região do Baixo Amazonas.

A iniciativa faz parte de uma expedição científica voltada a investigar os fluxos de carbono na Amazônia, liderada pelo King’s College London e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com financiamento da Agência Espacial Europeia (ESA) e parceria da Ufopa.

As torres micrometeorológicas são estruturas equipadas com sensores capazes de medir fluxos de energia, água e carbono entre o solo, a vegetação e a atmosfera. Essas medições são fundamentais para compreender os impactos das mudanças climáticas e das atividades humanas sobre os ecossistemas, além de aprimorar modelos de previsão climática. A nova torre permitirá o monitoramento contínuo das condições atmosféricas na Amazônia e contribuirá para estudos sobre a qualidade do ar e o balanço de carbono.

A montagem foi conduzida pelo professor Júlio Tota, do Instituto de Engenharia e Geociências (IEG) da Ufopa e coordenador local do projeto. Segundo ele, a estrutura representa um avanço expressivo nas pesquisas regionais sobre o clima amazônico, ao reunir instrumentos de alta precisão voltados para o registro detalhado de dados meteorológicos e ambientais.

Com cerca de 660 hectares, a Fazenda Experimental da Ufopa está situada no km 37 da Rodovia Curuá-Una (PA-370) e serve de espaço para atividades de pesquisa e formação acadêmica. O coordenador da unidade, Ronaldo Francisco de Lima, destacou que a instalação da torre consolida o papel da Fazenda como um polo de pesquisa ambiental e climática no oeste do Pará. Ele afirmou que a presença do Observatório Atmosférico e da torre do projeto CarbonARA reforçam a vocação da universidade como um “laboratório vivo”, onde ciência e sustentabilidade se unem em prol do desenvolvimento regional.

O projeto CarbonARA-Brazil, com duração prevista de dois anos, reúne instituições brasileiras e estrangeiras com o objetivo de aprofundar o conhecimento sobre os fluxos de carbono, os efeitos das queimadas e o papel da Amazônia no equilíbrio climático global. No Brasil, a coordenação é do Inpe, dentro do projeto GAS-AMZ, liderado pelo pesquisador Luiz Aragão, chefe da Divisão de Observação da Terra e Geoinformática. Com mais de duas décadas de experiência, Aragão é referência nos estudos sobre os impactos das mudanças ambientais no sistema terrestre.

A Ufopa é a única universidade amazônica a integrar essa rede internacional de pesquisa e será responsável pela coordenação das atividades científicas locais, especialmente na região do Baixo Tapajós. Segundo Júlio Tota, serão instaladas mais de quatro toneladas de equipamentos, avaliados em cerca de R$ 30 milhões, para garantir a coleta de dados com o mais alto padrão técnico.

As atividades do projeto têm autorização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e também ocorrerão em áreas da Floresta Nacional do Tapajós, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), no âmbito do programa LBA (Large Scale Biosphere-Atmosphere Experiment in Amazonia).

Durante a campanha, uma aeronave de pesquisa da British Antarctic Survey (BAS) fará sobrevoos na Flona Tapajós para coleta de dados atmosféricos. A BAS, instituição britânica reconhecida por seus estudos sobre o aquecimento global, se une à ESA na análise integrada dos resultados, que também incluirão dados orbitais obtidos por satélites.

 

Fonte: G1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/10/15:40:44

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Homem é detido após invadir casa da mãe em Itaituba (PA)

Foto: Reprodução | Filho embriagado descumpriu medida protetiva e foi levado à delegacia pela Polícia Militar.

Por volta das 21h desta segunda-feira (6), a guarnição da Polícia Militar foi acionada por populares para verificar uma ocorrência de violência doméstica na 30ª Rua do bairro Piracanã, em Itaituba, no sudoeste do Pará.

No local, a senhora E. J. P. Q., de 67 anos, relatou que seu filho, J. dos S. D., de 32 anos, invadiu sua residência sob efeito de álcool, deixando os familiares em estado de choque.

Segundo a vítima, o homem já havia praticado o mesmo ato em outras ocasiões e possui medida protetiva de urgência expedida anteriormente contra ele.

Diante da situação, a Polícia Militar conduziu mãe e filho à 19ª Seccional Urbana de Polícia Civil, onde foram adotadas as providências legais cabíveis.

 

Fonte: Plantão 24horas N e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/10/15:37:43

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Homem vai a júri popular acusado de matar desafeto atropelado após discussão em Santarém (PA)

Cerca de 10 testemunhas serão ouvidas — Foto: Kamila Andrade/g1

O caso, ocorrido em maio de 2021, é analisado sob a acusação de homicídio qualificado por motivo fútil e meio que impossibilitou a defesa da vítima.

O Tribunal do Júri da 3ª Vara Criminal de Santarém, no oeste do Pará, realiza nesta terça-feira (7) o julgamento de Alexandre Henrique Lira Pinto, acusado de matar Josiel de Sousa, atropelado intencionalmente após uma discussão ocorrida horas antes do crime. O caso, ocorrido em maio de 2021, é analisado sob a acusação de homicídio qualificado por motivo fútil e meio que impossibilitou a defesa da vítima.

De acordo com a promotora de Justiça Mariana Macedo, o Ministério Público pede a condenação do réu. Para a acusação, as provas apresentadas no processo, incluindo imagens de câmeras de segurança, mostram que Alexandre usou o carro como arma para atingir Josiel.

“O Ministério Público analisa que houve dolo eventual por parte do acusado, que se utilizou de um carro como instrumento para a morte da vítima. Ele alega que a intenção era apenas dar um susto, mas qualquer pessoa habilitada sabe que jogar um veículo em direção a alguém pode causar a morte”, afirmou a promotora.

Segundo Mariana, o vídeo mostra o momento exato em que o acusado sai da própria pista e cruza para a contramão para atingir a vítima, que caminhava de costas e não teve chance de reagir. A motivação, conforme a acusação, teria sido uma discussão por conta de uma dívida envolvendo o pai do acusado.

A defesa de Alexandre, por sua vez, sustenta a tese de que o caso deve ser enquadrado como lesão corporal seguida de morte, e não homicídio. O advogado de defesa argumenta que o acusado não tinha intenção de matar, e que a morte teria ocorrido em decorrência dos ferimentos provocados pela queda após o atropelamento.

“O acusado se apresentou espontaneamente e relatou que atingiu a vítima por causa de uma confusão anterior, mas sem a intenção de ceifar a vida dela. A vítima caiu em uma vala no local e teve ferimentos que evoluíram para óbito no hospital”, explicou o defensor.

Ainda segundo a defesa, não há testemunhas que confirmem a existência de uma rixa anterior entre os dois. A confusão, segundo o advogado, começou quando a vítima foi até a casa dos pais do acusado para cobrar um valor supostamente devido por um terceiro.

O juiz Gabriel Veloso, titular da 3ª Vara de Justiça de Santarém e responsável pela condução do júri, explicou que o caso tem características diferentes de um acidente de trânsito comum.

“Apesar de ter sido um atropelamento, a acusação não trata o fato como acidente de trânsito. O Ministério Público sustenta que o réu utilizou o veículo como arma para matar a vítima. Em vez de uma pistola ou faca, ele teria usado o carro”, afirmou o magistrado.

Durante o julgamento, cinco testemunhas de acusação do Ministério Público foram ouvidas, entre elas familiares da vítima, um mototaxista que presenciou a primeira discussão e o investigador responsável pelo caso. Outras cinco testemunhas da defesa, incluindo familiares do acusado, também foram chamadas para apresentar versões distintas sobre o ocorrido.

Na época do crime, o acusado não foi preso e estava respondendo em liberdade. O julgamento deve seguir ao longo do dia.

 

Fonte: G1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/10/15:19:25

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Forças de segurança e Demutran realizam ações preventivas no combate à criminalidade no município de Rurópolis (PA)

Operação integrada no combate à criminalidade em Rurópolis-PA — Foto: Polícia Civil / Divulgação

A ação conjunta entre o Demutran e as forças de segurança pública iniciou na tarde do dia 3, no Distrito de Divinópolis e comunidades vizinhas.

No último final de semana, as Polícias Civil e Militar juntamente com o Departamento Municipal de Trânsito (Demutran) de Rurópolis, no sudoeste do Pará, intensificaram várias ações de fortalecimento ao combate à criminalidade, desenvolvendo trabalhos de caráter preventivo e repressivo na zona rural, garantindo a presença do Estado nas comunidades mais afastadas da sede do município.

A ação conjunta entre o Demutran e as forças de segurança pública iniciou na tarde do dia 3, no Distrito de Divinópolis e comunidades vizinhas, onde foram realizadas fiscalizações para coibir as infrações relacionadas à circulação de veículos com descarga livre, luzes inoperantes e outras irregularidades.

Veículos de propaganda volante também foram abordados e seus condutores orientados sobre as implicações legais referentes a infração de perturbação ao sossego alheio pelo excessivo volume sonoro em alguns pontos da cidade, assim como da necessidade de que seus condutores estejam devidamente habilitados sob risco de apreensão do bem e lavratura de procedimento policial cabível.

Outra frente de atuação policial foi a realização de abordagens de rotina a fim de prevenir crimes de furtos, roubos e a posse irregular de arma de fogo.

Um homem e uma mulher foram conduzidos pela Polícia Militar na mesma noite por estarem de posse de aparelhos celulares sem procedência legal em ambiente considerado como “Boca de Fumo”. Os aparelhos foram apreendidos e serão periciados para as providências legais.

Também após a fiscalização pelo menos dois bares e uma distribuidora sem autorização dos órgãos competentes para funcionamento foram fechados e orientados quanto à regularização.

Já noite de sábado (4), na Vila Água Azul do Km 85, um homem foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo e munições e conduzido para a delegacia de polícia civil para as providências legais.

Na manhã de domingo (5) nas comunidades a equipe de policiais civis visitou residências de vítimas de violência doméstica para verificar se as medidas protetivas de urgência requeridas pela autoridade policial e decretadas pelo Poder Judiciário contra os agressores estão sendo cumpridas.

Além disso, a Polícia Civil intensificou diligências com intuito de identificar e intimar testemunhas e autores que utilizam grupos de aplicativos e redes sociais para praticar crimes contra a honra de terceiros, de homofobia e intolerância racial cujo procedimentos policiais que estão em andamento e em via de conclusão.

 

Fonte:g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/10/10:35:14

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Polícia Civil prende homem por crimes ambientais, em Altamira (PA)

Foto:Reprodução | O preso é investigado por desmatar mais de 7.500 hectares de uma Área de Proteção Ambiental localizada no município de Altamira. no sudoeste paraense

A Polícia Civil do Pará, por intermédio da Força-Tarefa Amazônia Segura, e com o apoio operacional do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI) de Redenção, no sul do Estado, deu cumprimento na tarde desta segunda-feira (6) a um mandado de prisão preventiva, expedido contra um homem pelos crimes de dano à unidade de conservação, incêndio em mata ou floresta e desmatamento em terras públicas ou devolutas. A ação policial ocorreu durante a Operação “Guardiões da Floresta”, deflagrada em Redenção.

O mandado, expedido pela 2ª Vara de Juiz das Garantias das Comarcas do Interior, foi requerido pela autoridade policial durante diligências que investigam queimadas criminosas de grandes proporções. “O crime cometido pelo investigado resultou no desmatamento de aproximadamente 7.867,630 hectares de vegetação nativa, entre os meses de julho e agosto de 2025, no interior da Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, situada no município de Altamira.

Após a ordem judicial, nós conseguimos localizar e prender o homem em cumprimento ao mandado”, explicou o delegado Iuri Castro, diretor da Força-Tarefa Amazônia Segura.

Integração – A Força-Tarefa Amazônia Segura é uma unidade especializada em apurar crimes ambientais de alta complexidade e impacto, que atua de forma integrada com outros órgãos de segurança e fiscalização no combate à devastação ilegal da floresta amazônica.

“As nossas investigações revelaram que as queimadas foram provocadas de forma intencional e coordenada, tendo como finalidade o desmatamento da área protegida para posterior exploração pecuária, com a inserção de rebanho bovino em zona ambientalmente sensível e legalmente destinada à recuperação florestal”, completou o delegado.

Após a prisão, o homem foi conduzido à Delegacia de Redenção, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis, e já está à disposição do Poder Judiciário.

 

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/10/07:00:00

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