Homem é preso com droga na cueca em Parauapebas | PA

Foto: Reprodução | A situação tinha tudo para passar despercebida se não fosse o nervosismo do indivíduo.

Em rondas ostensivas pela Avenida Bom Jardim, no bairro Caetanópolis, em Parauapebas, região sudeste do Pará, a guarnição da Polícia Militar avistou um homem pilotando uma Honda Pop vermelha. Ao perceber a presença da viatura, o piloto acelerou bruscamente na tentativa de escapar de uma abordagem.

A atitude, no entanto, teve o efeito contrário e chamou a atenção dos policiais, que decidiram fazer acompanhamento e o alcançaram após ele perder o controle da moto e cair. Logo os PMs deram voz de parada e o abordaram.

Na revista pessoal foi encontrada duas porções pequenas de maconha escondida na cueca do suspeito e uma sacola plástica com uma balança de precisão, normalmente usada para pesar quantidades menores de drogas. Segundo a Polícia Militar, ao ser questionado de quem era a droga, Erick teria assumido a propriedade do entorpecente e afirmado que estaria fazendo um “delivery”.

Na hora da abordagem, o suspeito ainda tentou despistar os policiais informando um nome falso, já que estava sem documentos. Desconfiados, os policiais acompanharam o suspeito até a residência dele no bairro Morada Nova para buscar os documentos e lá encontraram mais uma barra média de maconha prensada.

Erick de Sousa Vital admitiu ter outras passagens na justiça por tráfico de drogas e receptação. Pelos registros da polícia, ele foi detido em outubro de 2022 junto com outras três pessoas em posse de maconha, crack e cocaína; e em outubro deste ano ele foi detido novamente suspeito de furtar uma moto e colocar o veículo à venda pela internet.

Fonte: Portal Pebão e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/11/2024/106:49:47

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Dez megaincêndios em terras indígenas e outras áreas estão sendo monitoradas no Pará

Focos de incêndio próximo de reserva ecológica do Mapinguari, no Amazonas. – (Foto: Fábio Bispo/InfoAmazonia)

Dez megaincêndios em terras indígenas e áreas de quilombo, reserva extrativista e assentamentos estão atualmente sendo monitorados no Pará pelo Ministério Público Federal (MPF). Os locais sofreram ou estão sofrendo com queimadas nos últimos três meses, conforme relatos enviados ao MPF por moradores e veículos de comunicação. Segundo o MP, vários requerimentos foram feitos e encaminhados aos órgãos públicos estaduais e federais para tratar o caso e traçar medidas urgentes de combate. Um prazo de 72 horas, que vence nesta quinta-feira, 21 – foi determinado no último dia 18, foi estipulado para que os órgãos ligados ao meio ambiente apresentem soluções paliativas para as áreas afetadas pelas queimadas.

Conforme o MPF, as queimadas têm resultado em devastação ambiental e em graves impactos às comunidades locais, principalmente aos povos indígenas e tradicionais. Entre os pontos mais afetados, conforme as denúncias dos últimos três meses, estão: Terra Indígena (TI) Anambé, localizada no município de Moju; Território Quilombola da Associação de Moradores e Agricultores Remanescentes de Quilombolas do Alto-Acará, localizada no município de Acará; Terra Indígena (TI) Alto Rio Guamá, no nordeste do Pará; Reserva Extrativista (Resex) Verde para Sempre, no município de Porto de Moz; Terra Indígena Mãe Maria, em Bom Jesus do Tocantins; Terra Indígena (TI) Trincheira Bacajá, no sudeste do Pará; Terras indígenas e de demais comunidades tradicionais dos municípios da microrregião de Itaituba, que envolve as cidades de Itaituba, Rurópolis, Novo Progresso, Trairão, Aveiro, Jacareacanga e Altamira (Distrito de Castelo dos Sonhos); Terras Indígenas Munduruku, Kayabi e Sai Cinza, localizadas em Jacareacanga; PDS Terra Nossa, na porção do Distrito de Castelo dos Sonhos, em Altamira; e Terras indígenas das microrregiões de Parauapebas e Redenção.

Leia mais>Enquanto autoridades discursam na COP-29, Pará está em chamas, alerta MPF

De acordo com o MPF, a maior parte das informações sobre as queimadas chegam sem detalhes, não sendo possível realizar um levantamento preciso a respeito do número de focos de incêndio. Além disso, só poderá ser determinado quais incêndios são criminosos após cada caso ser minuciosamente investigado, para apuração da origem do fogo.

Conforme o procurador da República Rafael Martins da Silva, do MPF, os povos afetados são os principais denunciantes sobre o fogo nas áreas. “Identificamos, principalmente em contato com as comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, e também com notícias veiculadas na imprensa, esses locais, municípios, onde estão ocorrendo vários incêndios descontrolados. Nós realizamos visitas periódicas nessas comunidades para apurar e coletar material para o monitoramento, como fotos e vídeos. A partir dessas informações, a gente atua nos procedimentos nas diversas localidades, tanto do interior como em Belém também. Assim, fomos, a princípio, cobrando as instituições cabíveis”, disse o procurador.

Segundo o MPF, a atuação é acompanhada por vários procuradores da República, em todo o estado, conforme a área geográfica de atuação e conforme o tipo. Há quem atue na cobrança de providências de órgãos públicos, há ainda a investigação criminal. Dessa maneira, os procuradores decidiram estabelecer um prazo de 72 horas para que as autoridades competentes apresentem soluções paliativas sobre os incêndios.

“Os ofícios que eu e os demais procuradores da República solicitamos foi assinado dia 18 de novembro. Ele foi direcionado ao Ibama, Bombeiros, ICMBio, Secretaria Estadual dos Povos Indígenas, Ministério do Meio Ambiente, proteção dos Povos Indígenas e várias outras instituições. Eles têm o prazo de 72 horas para apresentar respostas e um plano de ação para combate aos incêndios. A solicitação foi apresentada extra-oficialmente para dar uma resposta às comunidades”, informou o procurador da República Rafael Martins da Silva.

Quase 200 bombeiros do Pará estão em campo

Adoção de protocolos e diligências estratégicas em proteção ao meio ambiente e à população no Pará foram medidas anunciadas, no último dia 11 de novembro, pelo Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBMPA), para garantir a preservação da floresta, prevenir e combater os incêndios florestais. Atualmente, segundo o CB, há um efetivo de 190 bombeiros militares especialistas no enfrentamento de incêndios em vegetação na Amazônia, além de 34 viaturas, entre as de combate a incêndio e viaturas tipo pick-up para salvamento e também para o combate a incêndios.

De acordo com o estado, atualmente, está a vigor a 7ª fase da Operação “Fênix”, deslanchada neste mês de novembro. Os militares estão atuando em 22 frentes de combate distribuídas nos municípios de Almeirim, Santarém, Juruti, Paragominas, Jacareacanga, Tucuruí, Redenção, Altamira, Portel, Moju, Abaetetuba, Mojuí dos Campos, Garrafão do Norte, Tailândia, Cametá, Bom Jesus do Tocantins e Breves.

Há também atuações nas regiões urbanas, com 31 unidades operacionais distribuídas estrategicamente em todo o território paraense. Integrando os esforços para combater os focos de incêndio, o Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) empregou 24 agentes e 4 helicópteros para auxiliar o Corpo de Bombeiros Militar. As ações totalizam mais de 126 horas de voos.

A Operação “Fênix” ocorre desde 2019, no Pará, por meio do Corpo de Bombeiros. Somente em 2024, já empregou 760 bombeiros militares. A Operação já contabiliza a atuação em 68 municípios paraenses, atendendo a 1.853 ocorrências a partir de acionamentos pelas pessoas e pelo painel do fogo onde os focos são monitorados.

Plano único de combate

De acordo com o procurador da República Rafael Martins da Silva, outras ações também já haviam sido solicitadas à União e ao estado do Pará. No entanto, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão de processos judiciais e dos efeitos de decisões relacionadas à prevenção e ao combate a incêndios no Pará. A decisão do ministro, a ser referendada pelo Plenário, foi tomada na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF).

“Essas ações que já estavam demandadas foram suspensas pelo ministro para que todas as ações fossem concentradas em um único plano de ações visando combater os incêndios na Amazônia”, explicou Rafael Martins da Silva. A Redação de O Liberal procurou o STF para apurar quais ações seriam realizadas no Pará. Em nota, eles informaram para “conferir as matérias sobre o tema publicadas na página de notícias do STF”.
Ações

O MPF cobrou informações e ações de diversos órgãos. As solicitações foram, em resumo, as seguintes:
– Ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama): apresentação de medidas adotadas, recursos empregados e planos de combate aos incêndios, com foco em territórios indígenas e uso do Prevfogo financiado pelo Fundo Amazônia;
– Ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio): informações sobre providências tomadas e planos para combater incêndios em unidades de conservação e territórios indígenas;
– Ao Corpo de Bombeiros Militar do Pará: detalhes sobre ações, brigadistas e equipamentos enviados; Incêndio noturno em área de palmeiras, com chamas alaranjadas intensas ao fundo. Em primeiro plano, veículos estacionados e pessoas observando a cena.à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai): assistência às comunidades indígenas afetadas, incluindo fornecimento de itens essenciais e elaboração de planos de combate aos incêndios;
– À Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Estado do Pará (Cedec): medidas para segurança e bem-estar das comunidades tradicionais, com ênfase em segurança alimentar;
– À Polícia Federal e à Força Nacional: envio de planos de ação e realização de diligências para apuração dos fatos;
– Ao governo do Estado do Pará: relatórios sobre combate aos incêndios, transparência nos recursos empregados e resultados alcançados;
– Ao Ministério dos Povos Indígenas e à Secretaria Estadual dos Povos Indígenas: plano emergencial para reduzir os impactos socioambientais;
– Ao Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima: monitoramento dos incêndios nos territórios afetados.

Fonte:Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 22/11/2024/06:41:43

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PRF apreende 40 m³ de madeira ilegal em Novo Repartimento | PA

Foto: Reprodução | A Guia Florestal apresentada pelo motorista indicava que a carga era de madeira serrada, mas, na inspeção, foi verificado que o transporte era de madeira em toras, configurando crime ambiental.

Na tarde desta quarta-feira (20), a Polícia Rodoviária Federal (PRF)apreendeu 40 metros cúbicos de madeira ilegal durante uma fiscalização de rotina no quilômetro 221 da BR-230, no município de Novo Repartimento, no estado do Pará.

Por volta das 15h, durante a abordagem a um caminhão carreta Volvo que transportava madeiras em toras, a equipe da PRF constatou uma irregularidade significativa. A Guia Florestal apresentada pelo motorista indicava que a carga era de madeira serrada, mas, na inspeção, foi verificado que o transporte era de madeira em toras, configurando crime ambiental.

Diante da irregularidade, a carga foi apreendida e encaminhada ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) para as devidas providências. O condutor da carretaassinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e se comprometeu a comparecer em juízo quando solicitado, em virtude da acusação de envolvimento em crime ambiental relacionado ao transporte ilegal de madeira.

A apreensão faz parte das ações da PRF no combate aos crimes ambientais no Pará, especialmente no que diz respeito ao desmatamento ilegal e ao tráfico de madeira.

Fonte: Gov.br Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/11/2024/19:39:49

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Motorista é Detido com Armas de Fogo em Fiscalização na BR-163 no Pará

Foto: Reprodução | Durante a abordagem, foram apreendidas uma pistola calibre .40 e uma carabina calibre .22; motorista não apresentou as guias de trânsito.

Na tarde do último dia 19 de novembro de 2024, durante uma fiscalização na BR-163, no município de Trairão, no sudoeste do Pará, um motorista foi detido após demonstrar sinais de nervosismo exacerbado e fornecer informações confusas sobre a origem e o destino de sua viagem. Ao ser questionado sobre a presença de itens ilícitos no veículo, o motorista respondeu de forma vaga, o que levou à realização de uma busca pessoal e veicular completa.

Durante a busca, foram encontradas duas armas de fogo no interior do veículo: uma pistola Taurus G2C calibre .40, acompanhada de dois carregadores e 21 munições do mesmo calibre, e uma carabina CBC semi-automática calibre .22, com um carregador e 06 munições do mesmo calibre. A pistola foi localizada no console do veículo, pronta para uso, enquanto a carabina estava acondicionada na carroceria do carro, também pronta para uso.

O motorista apresentou uma cópia do certificado de registro das armas, mas não possuía as guias de trânsito necessárias para o transporte dos armamentos. Ele declarou ser residente em Rurópolis-PA e que estava se deslocando para Trairão-PA para verificar uma máquina agrícola.

Diante dos fatos, o motorista foi detido por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, conforme os artigos 14 e 16 da Lei nº 10.826/2003 e demais regulamentações pertinentes.

O motorista, juntamente com as armas, munições e acessórios apreendidos, foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil do município de Trairão-PA.

Fonte: Plantão 24horas News Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/11/2024/19:29:16

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Hospital Regional do Tapajós promove ação para mães de recém-nascidos prematuros

Foto: Divulgação | Comissão de Humanização do HRT organiza evento em alusão ao Novembro Roxo, beneficiando famílias e capacitando profissionais da saúde.

O Hospital Regional do Tapajós (HRT), em Itaituba, sudoeste do Pará, realizou na última segunda-feira (18) uma ação educativa voltada para mães de recém-nascidos das Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTI Neonatal) e Canguru. Promovida pela Comissão de Humanização, a iniciativa fez parte da programação especial em alusão ao Novembro Roxo, mês dedicado à sensibilização sobre prematuridade.

Durante o evento, as palestras abordaram cuidados essenciais para os bebês prematuros. Entre os destaques, o bombeiro militar Abinoan Soares apresentou orientações sobre primeiros socorros em casos de engasgo e cuidados neonatais em domicílio. “É essencial que as famílias estejam preparadas para situações emergenciais, garantindo a segurança e o bem-estar do recém-nascido em casa”, afirmou.

A nutricionista da unidade, Cristiane Almeida, também participou, abordando a alimentação dos bebês prematuros. Segundo ela, o leite materno é sempre a primeira opção para o bebê. “No entanto, sabemos que nem todos se alimentam exclusivamente do leite materno. Nesse caso, usamos fórmulas específicas e explicamos os cuidados necessários para manipulação, preparo, quantidade adequada e acompanhamento do peso semanal do bebê”, explicou Cristiane.

Para Elines dos Santos Batista, mãe de um bebê prematuro de 35 semanas que esteve internado na UTI Neonatal, a ação foi uma fonte de orientações valiosas. “Eu me sentia perdida com tantos cuidados que meu filho precisa. Hoje, consegui entender melhor o que ele precisa e como posso me preparar para o futuro. Fiquei muito feliz por estar aqui e receber essas orientações, porque agora me sinto pronta para cuidar do meu filho”, relatou emocionada.

Além das palestras para as mães, também foram realizadas capacitações externas aos colaboradores da unidade, ampliando a qualificação dos profissionais que atuam diretamente com os recém-nascidos e suas famílias. Segundo a supervisora do setor neonatal, enfermeira Jocicleia Rofrigues, o hospital já realizou 215 atendimentos a bebês ao longo de 2024.

O diretor-geral do Regional do Tapajós, Jefferson Barbosa, destacou a relevância dessas iniciativas para a região do Tapajós. “Por meio do Governo do Estado, oferecemos atendimento de excelência para os casos de gravidez de alto risco e cuidados neonatais. Contamos com médicos pediatras, obstetras e equipes multiprofissionais treinadas para as UTIs, consolidando o hospital nesse tipo de cuidado”, ressaltou.

Administrado pelo Instituto Social Mais Saúde (ISMS), em parceria com a Sespa, o Regional do Tapajós conta com 153 leitos de internações, sendo 81 clínicos cirúrgicos, 19 clínicos médicos, 20 UTI adulto, 10 UTI pediátrica, 10 UTI neonatal, 8 ginecológicos e obstétricos e 5 leitos UCI Canguru.

A unidade recebe, diariamente, pacientes dos seis municípios que integram a região: Aveiro, Jacareacanga, Novo Progresso, Rurópolis, Trairão e Itaituba.

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Fonte:  Ascom/ HRT  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/11/2024/19:23:48

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Jovem acusada de assassinato em Novo Repartimento PA; se entrega à Polícia

Foto: Reprodução | Jovem é acusada de matar Yasmim Paixão em crime que chocou a comunidade local.

Foi apresentada na manhã desta quinta-feira (21) na Delegacia de Polícia Civil de Novo Repartimento, no sudeste do Pará, Ranielly Alves Pedra, de 21 anos, acusada de matar a amiga Yasmim Paixão dos Anjos, também de 21 anos e mãe de uma criança. O crime ocorreu na noite de ontem, quarta-feira (20).

Yasmim dos Anjos foi morta com pelo menos quatro disparos de arma de fogo efetuados por Ranielly Alves, por volta das 19h30, em uma residência no distrito de Maracajá, distante 35 quilômetros do centro de Novo Repartimento. A vítima morreu no local do crime, em uma casa situada na Rodovia Transtuerê. Após o homicídio, a autora fugiu em uma motocicleta modelo Bros.

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Na manhã de hoje, uma equipe do destacamento da Polícia Militar de Maracajá conseguiu localizar Ranielly Alves em um endereço pertencente a familiares. Segundo informações, ela estava dormindo e se entregou sem oferecer resistência aos policiais.

Sobre a motivação do crime, que ainda não foi esclarecida, o superintendente da 9ª Rispe, delegado Robson Mendes, que acompanha o caso, informou que as duas mulheres eram amigas. Ele explicou que Ranielly Alves foi até a casa onde Yasmim estava com outras duas pessoas por volta das 19h e chamou a vítima, que se recusou a sair. A autora então entrou no imóvel, sacou um revólver e efetuou quatro disparos.

As testemunhas foram ouvidas e afirmaram não saber o motivo do crime. “O que os investigadores apuraram até o momento é que a motivação pode estar relacionada a uma vingança envolvendo negócios ou, possivelmente, ciúmes, já que a autora suspeitava que a vítima teria um caso com seu companheiro”, declarou o delegado.

Fonte: Correio de Carajás  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/11/2024/19:18:19

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Mulher mata outra a tiros em Novo Repartimento | PA

Ranielly fugiu logo após cometer o crime/Fotos: Divulgação

A Polícia Civil de Novo Repartimento, no sudeste do Pará, está à procura de Ranielly Alves Pedra, acusada de assassinar a tiros Yasmim Paixão dos Anjos, ambas de 21 anos, na noite desta quarta-feira (20).

O crime ocorreu na residência da vítima, localizada na Rodovia Transtuerê, no Distrito de Maracajá, zona rural, por volta das 20h30.

De acordo com relatos de conhecidos das mulheres, divulgados em grupos de mensagens, Ranielly Pedra suspeitava que Yasmim dos Anjos mantinha um relacionamento com seu companheiro. Após discutir com a vítima mais cedo sobre a situação, Ranielly teria retornado à casa de Yasmim, invadido o local e efetuado quatro disparos que resultaram na morte da vítima. Em seguida, a autora do crime fugiu.

Policiais militares do Distrito de Maracajá foram os primeiros a chegar à cena do crime. Constatada a morte da vítima, isolaram a área. Posteriormente, policiais civis iniciaram a coleta de informações sobre o caso. A autoridade policial de Novo Repartimento acionou a Polícia Científica, que examinou a cena do crime e realizou a remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (IML) de Tucuruí.

A Polícia Civil, responsável pela investigação, ainda não confirmou a versão inicial ou a motivação do crime. Em nota, declarou que “as demais diligências estão sendo realizadas por esta equipe para esclarecer o homicídio”.

Yasmin foi assassinada dentro de casa | Foto: Reprodução
Yasmin foi assassinada dentro de casa | Foto: Reprodução

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Fonte: Correio Carajás  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/11/2024/17:41:44

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Para viabilizar Ferrogrão, governo estuda concessão casada com a BR-163 e traçado por fora de reserva ambiental

‘Ferrogrão’: projeto de ferrovia para escoar soja esbarra em questões ambientais | Foto: Reprodução

Ideia é construir ferrovia na faixa de domínio do Parque Nacional de Jamanxim. Ou seja, por fora dos limites originais da reserva alterados por medida provisória do governo Temer.

O governo estuda fazer uma concessão casada da Ferrogrão com a BR-163, no Pará, para viabilizar a operação da ferrovia – hoje, alvo de questionamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

A ideia também abarca a construção da ferrovia na faixa de domínio do Parque Nacional de Jamanxim, ou seja, fora dos limites originais da reserva – que foram modificados por medida provisória em 2016.

O questionamento no STF acontece porque, naquele ano, o governo de Michel Temer (MDB) alterou os limites do parque via medida provisória, para que o traçado da Ferrogrão pudesse passar pela reserva.

A Corte foi acionada pelo PSOL por meio de uma ação direta de inconstitucionalidade, em 2020, quando o processo de concessão da ferrovia começou a tramitar no Tribunal de Contas da União (TCU).

A via férrea visa ligar Sinop (MT) ao Porto de Miritituba (PA). A projeção do governo, em 2020, era de que seriam necessários cerca de R$ 25 bilhões de investimentos para viabilizar a ferrovia.

O governo também considera fazer o licenciamento ambiental antes de levar o projeto de ferrovia a leilão para aumentar a atratividade do investimento.

Concessão casada

Outro empecilho para a Ferrogrão é o traçado paralelo à BR-163, o que coloca os dois modais (ferroviário e rodoviário) como concorrentes no transporte de carga.

O receio do governo é que haja uma disputa entre os modais, prejudicando a ferrovia –cuja construção é intensiva de investimento, o que inviabiliza taxas de transporte mais baratas.

Ao colocar os dois ativos sob controle do mesmo operador, o governo pretende “agregar valor” aos dois projetos.

“Parece, e a gente ouviu o mercado, dá mais conforto para se investir na ferrovia. Ouvimos dois operadores interessados na Ferrogrão e os dois acham que dá mais conforto para eles”, afirmou o secretário executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro, em entrevista ao g1.

Santoro reforça, contudo, que essa é uma ideia em análise no ministério e que não há posição fechada no governo.

Entenda o projeto

A Ferrogrão é um projeto da gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Trata-se de uma ferrovia de 933 km que ligaria o Porto de Miritituba (PA) ao município de Sinop (MT), visando o escoamento de grãos.

Em 2016, depois do impeachment de Dilma, o projeto foi classificado no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo do então presidente Michel Temer (MDB).

Temer então publicou uma medida provisória, depois transformada em lei, que alterou os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no oeste do Pará, para viabilizar a construção da ferrovia.

Foram retirados da área do parque cerca de 862 hectares, destinados aos leitos e às faixas de domínio da EF-170 (a Ferrogrão) e da BR-163 – uma das principais rotas de escoamento da produção agropecuária.

Ação do PSOL

A discussão no STF é justamente sobre o traçado do projeto, depois de a Corte ter sido acionada pelo PSOL em uma ação direta de inconstitucionalidade, em 2020.

O PSOL questiona a alteração nos limites do Parque Nacional do Jamanxim para permitir a construção da ferrovia em área de conservação.

Em 2021, o ministro Alexandre de Moraes atendeu ao pedido do PSOL e suspendeu a eficácia da lei. O processo foi pautado no STF em maio deste ano, mas não chegou a ser discutido. No dia seguinte, Moraes encaminhou o caso para o Centro de Soluções Alternativas de Litígios (Cesal).

Em agosto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) incluiu a ferrovia no Novo PAC – o programa de investimentos do governo. As obras foram incluídas na modalidade “estudos de novas concessões”.

Fonte:  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/11/2024/17:41:48

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Vídeo-Ex morador de novo Progresso é morto em Monte Alegre com três tiros em frente de oficina

(Foto:Reprodução) -Romário Rodrigues Fernandes, de 31 anos, mudou-se a um ano de Novo Progresso para Monte Alegre onde montou uma oficina mecânica , ele foi assassinado em frente a oficina.

Polícia investiga caso de empresário morto a tiros em Monte Alegre (Foto:Reprodução)

O ex-morador de Novo Progresso Romário Rodrigues Fernandes, de 31 anos, foi assassinado a tiros em frente da sua loja/oficina situada na rodovia PA-423, no município de Monte Alegre.

O sistema de videomonitoramento do local flagrou o momento em que a vítima foi alvejada com pelo menos três tiros, sendo dois na cabeça. O crime aconteceu na tarde de quarta-feira (20).

Depois de realizar os disparos contra o empresário, o criminoso empreendeu fuga. A Polícia Civil investiga o caso e já possui suspeitos. Inclusive duas pessoas – uma delas com mandado de prisão em aberto -, foram conduzidas à delegacia para prestar depoimento.

Clique AQUI  e assista ao vídeo no INSTAGRAM

De acordo com testemunhas, o criminoso chegou à loja/oficina em uma moto e adentrou se passando por cliente. Perguntou à vítima se havia radiador do veículo modelo HB20. Romário Rodrigues falou que não tinha esse radiador, mas que ele iria atrás para ver se conseguiria. Assim, a vítima saiu da loja e seguia para o seu veículo quando elemento realizou os disparos. Romário morreu no local.

Veja no vídeo o momento da  execução:

https://twitter.com/i/status/1859601980936577027

Fonte:  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/11/2024/06:41:43

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Assassinato do Garimpeiro Luiz Barbudo: Polícia de Moraes Almeida | PA; age rápido e prende um dos atiradores

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Luís Rodrigues da Silva, conhecido como Luís Barbudo, foi morto em frente ao seu empreendimento; menor é detido enquanto seu comparsa permanece foragido.