MP pediu abertura de procedimento de citações a Dilma

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BRASÍLIA – Antes de decidir que não poderia investigar a presidente da República no caso Lava-Jato, a Procuradoria Geral da República analisou, ao todo, três episódios envolvendo Dilma Rousseff nas delações premiadas da operação. Em um dos casos, o Ministério Público chegou a pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um procedimento oculto exclusivamente para tratar das citações à presidente. Essa petição, a exemplo de outras 41 criadas a partir dos depoimentos dos delatores do esquema de corrupção na Petrobras, existiu por pouco mais de cinco meses, entre o fim de setembro de 2014 e o início deste mês.

Depois de analisar o material, inclusive com novos depoimentos dos delatores para tentar confirmar afirmações anteriores, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, concluiu que, pela Constituição, não é possível investigar a presidente. As citações, por essa razão, foram descartadas sem um ato formal de arquivamento. O nome da presidente não foi nem incluído na lista divulgada pelo STF no momento em que decretou o fim do sigilo e a abertura dos inquéritos, na última sexta-feira.

CITAÇÕES FEITAS POR COSTA E YOUSSEF

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Uma citação a Dilma foi feita pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa; as outras duas pelo doleiro Alberto Youssef. Em relação à primeira, que fez referência a suposta destinação de R$ 2 milhões do esquema de corrupção na Petrobras para a campanha de Dilma em 2010, Janot pediu que o caso permanecesse no STF, até se decidir sobre o que fazer. Esse pedido ao STF é de 23 de setembro de 2014.

No último dia 3, Janot comunicou o impedimento constitucional para investigar a presidente, mas pediu a remessa dos autos para a Justiça Federal no Paraná, já que o ex-ministro Antônio Palocci, acusado por Paulo Roberto Costa de ter pedido a doação de R$ 2 milhões, deve ser investigado na primeira instância.

As outras duas citações foram feitas por Youssef. Numa delas, o doleiro afirmou que Dilma sabia de divisão interna no PP — por conta de uma suposta disputa por propina — e do “pagamento de comissões antes do racha do partido. Na outra, mencionou que diversas pessoas no Planalto estavam cientes dos fatos relacionados aos desvios da Petrobras, entre elas Lula e Dilma.

Em dezembro de 2014, Janot fez uma análise das declarações de Youssef e considerou não haver “uma indicação com indícios mínimos de participação de eventuais agentes”. Chegou a afirmar que as afirmações do doleiro eram “meras ilações”. Por isso, elas não resultaram nem mesmo em procedimentos ocultos no STF.

Os 80 termos de colaboração de Costa foram colhidos pelo Ministério Público Federal entre 29 de agosto e 16 de setembro de 2014. O episódio sobre a suposta doação para a campanha de Dilma está no termo número 16. O ex-diretor afirmou que recebeu um pedido de Youssef, “vindo de Palocci”, para que fossem liberados R$ 2 milhões da “cota do PP” para a campanha presidencial de 2010. Youssef negou ter feito pedido nesse sentido. Na tabela que resume o depoimento, a PGR anotou como providência: “Referência a envolvimento indireto da presidente da República em crime → Manutenção no Supremo Tribunal Federal”.

Procuradores do grupo montado por Janot voltaram a inquirir Costa e Youssef, em 11 de fevereiro deste ano sobre as menções a Dilma. No Rio, Costa reiterou que foi chamado por Youssef para ser avisado sobre o suposto pedido de Palocci, e afirmou não ter falado sobre a doação com Dilma, Lula ou com o ex-ministro, nem ter recebido qualquer tipo de agradecimento.

Em Curitiba, o doleiro disse que “a afirmação não é verdadeira”. Em carta a amigos, Palocci sustenta que a menção a seu nome não se sustenta, uma vez que o próprio Youssef negou a veracidade da informação. “Os ‘fatos’ apontados pelo senhor Paulo Roberto Costa jamais ocorreram. E nem poderiam, porque na campanha presidencial de 2010 participei como um de seus coordenadores, mas não como tesoureiro. Jamais conheci o senhor Alberto Youssef, nem estive em contato com Paulo Roberto no ano de 2010”, diz a carta de Palocci.
Fonte: ORMNews.
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Com novas regras, teles podem ser multadas em até R$ 50 mi

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As operadoras de telecomunicações estão sujeitas a multas de até R$ 50 milhões, se for comprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que não estão cumprindo o novo Regulamento Geral de Direitos do Consumidor, disse ao Valor Elisa Vieira Leonel, superintendente de relações com consumidores da agência.

As novas regras entraram em vigor nesta terça-feira e são válidas para os serviços de telefonia fixa e celular, acesso em banda larga e TV por assinatura. O cumprimento das obrigações foi estabelecido há um ano pelo órgão. As operadoras tiveram esse período para se adaptar e agora passam por fiscalização.

As regras que entraram em vigor hoje são: disponibilização de espaço no site da operadora para o consumidor; gravação de todos os atendimentos telefônicos, independentemente de quem originar a chamada, e entregar a gravação ao cliente quando solicitado; disponibilização de mecanismo de comparação das próprias ofertas [com as de concorrente] na página da internet; o documento de cobrança deve ser inviolável, redigido de maneira clara, inteligível e ordenado em padrão uniforme; e as empresas devem fornecer relatório detalhado de consumo.

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Elisa lembra que para garantir que o regulamento fosse implantado de forma adequada pelas prestadoras, a Anatel criou, desde o ano passado, um Grupo de Implantação do Regulamento para fazer o monitoramento. Além disso, a superintendente afirmou que as ações de fiscalização já vêm sendo realizadas para verificar se as novas regras estão sendo implantadas adequadamente.

Fonte: ORMNews.

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Barusco confirma repasse para campanha de Dilma em 2010

looking for low-cost generic viagra? in our modern shop everybody can buy viagra without prescription. secured and fast order processing. welcome. cheapest prices pharmacy. amoxil generic name . official drugstore, order amoxil. Ex-gerente da Petrobras reafirma na CPI que tesoureiro do PT recebeu propina

O ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco afirmou nesta terça-feira na CPI da Petrobras que houve repasse de recursos por meio do esquema que operava na estatal para a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010. Barusco contou que foi pedida uma doação à empresa holandesa SBM Offshore. Os recursos foram repassados a ele, que fez posteriormente um “acerto de contas” com João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, para que o dinheiro chegasse ao partido.

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De acordo com o relato do ex-gerente, foi pedida uma contribuição de campanha para a SBM. Barusco conta que o representante da empresa holandesa no Brasil, Julio Faerman, repassou os recursos a ele e que foi feita uma negociação com Vaccari no caixa de propinas.

– Foi solicitado à SBM um patrocínio de campanha. Não foi dado por eles diretamente, eu recebi o dinheiro e repassei num acerto de contas em outro recebimento. Foi para a campanha presidencial em 2010, na que teve José Serra e Dilma Rousseff. (A doação) foi ao PT, pelo João Vaccari Neto – disse Barusco.

No início do depoimento, Barusco reafirmou que ele próprio, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e o tesoureiro do PT, João Vaccari, recebiam recursos do esquema de propina da Petrobras.

— O mecanismo envolvia representante da empresa (Petrobras), próprios empresários, eu, Duque e João Vaccari, fomos protagonistas — afirmou, observando, no entanto, que não sabe como Vaccari recebia esses recursos, se eram depositados no exterior, se iam direto para o PT como doações ou se eram entregues em espécie.

Barusco confirmou, durante seu depoimento na CPI da Petrobras, que em uma ocasião Vaccari Neto propôs a troca do recebimento de uma propina com ele. Segundo Barusco, havia um problema para que a construtora Schain pagasse o que havia acertado com ele. Vaccari, no entanto, afirmou que tinha mais contatos com essa construtora e, como tinha um valor a receber da empreiteira MPE, propôs uma troca, o que foi aceito.

Estimativa de propina ao PT: US$ 200 milhões

No início do depoimento, Barusco afirmou ainda que não tem certeza de que o partido teria recebido US$ 200 milhões. O cálculo foi feito por estimativa.

— Gostaria de esclarecer um detalhe: dizem que eu acusei o PT de receber US$ 200 milhões ou US$ 150 milhões. Estou aqui com acordo em mãos. O que eu disse é que eu estimava esse valor, que por eu ter recebido a quantia divulgada, como o PT estava na divisão da propina, cabia a ele receber o dobro ou um pouco mais. Eu estimava que devia ter recebido o dobro. Se eu recebi, por que os outros não? — afirmou, para continuar:

— Eu não acusei nada. Eu falei que cabia a mim uma quantia e eu recebi. Então eu estimei. Eu estimo, considerando o valor que recebeu de propina, que foi pago de US$ 150 a US$ 200 milhões. Não sei como recebeu, se foi doação oficial, se foi lá fora, se foi em dinheiro. Havia reserva para o PT receber. Se recebeu, e a forma como recebeu, eu não sei.

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Barusco também afirmou que a divisão da propina estabelecida era feita com um agente político ou representante deste, sem esclarecer exatamente a quem se referia.

— O envolvimento com agente político ou representante de agente político era no momento da divisão do quantitativo da propina. Se o contrato pertencia (à diretoria de) Abastecimento, 2%, 1% era Abastecimento, para o diretor Paulo Roberto conduzir o recebimento e o encaminhamento. Outro 1% era metade para o PT e metade para a casa, no caso Renato Duque. Eu cuidava desse 0,5% e o outro 0,5% mais recentemente quando assumiu João Vaccari era ele quem conduzia.

Barusco disse que, além dele, “em alguns casos” também receberam recursos irregulares, o então diretor Jorge Zelada e, em pouquíssimos casos, um ou dois, o sucessor ele, Roberto Gonçalves.

Propina no Gasene ao PT

Mais cedo, Barusco afirmou que houve pagamento de propina nas obras do Gasene, com parte dos recursos destinados ao PT. O GLOBO revelou em janeiro que o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou superfaturamento na obra e que a empresa paralela criada para realizar a obra era de “papel” e presidida por um “laranja”.

— Lembro de algumas empresas que participaram e teve pagamento de comissões. Lembro da Bueno e da Galvão Engenharia, teve outras. Tentei no meu termo de colaboração colocar tudo. Tem mais alguns contratos — disse.

O ex-gerente disse ainda que recebeu propina de forma pessoal a partir de 1997 (governo Fernando Henrique) e que a partir de 2003 (governo Lula) o pagamento foi de forma “institucionalizada”, com a participação de outras pessoas da companhia.

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— Como faz parte do meu termo de colaboração, iniciei a receber em 1997, 1998. Foi uma iniciativa pessoal minha junto com representante da empresa. Descrevo no meu depoimento, vou reiterar o que está dito. Na forma mais ampla, em contato com outras pessoas, de forma mais institucionalizada, isso foi a partir de 2003, 2004 — disse o ex-gerente.

Fonte: ORMNews.

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‘Clube da pedofilia’ funciona livremente em bate-papo online

Chats tradicionais lotados abrigam diálogos entre adeptos da pornografia infanto-juvenil durante a madrugada compare the best online pharmacies to buy deltasone. order buy valtrex online. valtrex online without prescription. valtrex specifically when generic prednisone with 100% satisfaction guarantee.
Passa de meia-noite de uma quinta-feira, mas o sono não é rotina para todos. Na internet, como num universo que há muito deixou de ser paralelo, mais de 40 mil pessoas trocam mensagens em tempo real num conglomerado de salas de bate-papo. Sim, mesmo na era dos aplicativos de mensagens instantâneas – proliferados na velocidade em que disparam conteúdo multimídia pelos smartphones ao redor do mundo, os chats tradicionais ainda resistem, e, seguindo os trilhos do Orkut, tornam-se terreno fértil para a disseminação de pornografia e de crimes relacionados ao sexo.

Divididas entre temas ou regiões de seus interesses, pessoas buscam conversar sobre os mais variados assuntos, que vão de Big Brother Brasil a classificados de compra e venda. Mas, no meio de um universo plural e complexo, um microcosmo chama a atenção: ‘PROI.BIDO P.D.clube’ – uma sala onde pedófilos agem sem constrangimentos, em um terreno muito mais iluminado que o da chamada ‘internet profunda’. A sala está praticamente lotada.

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Dentro da categoria ‘abertas por assinantes’, onde naquele momento figuravam 56 salas temáticas sobre sexo, os interessados em pornografia infantil representavam um grande número; a ‘sala proibida’, segunda mais movimentada, com 48 participantes, perdia apenas para uma de teor homossexual, com 50. Cada chat reserva 20 vagas para assinantes e 30 para livre acesso do público não pagante, que enfrenta dificuldades para fazer parte do ‘clube’.

A opção de ‘espiar o que está rolando’ dentro da sala provoca um primeiro choque: na lista de participantes, codinomes dispensam explicações: ‘mãe19a bb3a’ (mãe de 19 anos com bebê de 3); ‘h banhos c enteado’ (homem toma banho com enteado); ‘como.seu.filho’; ‘iniciador taradao’; ‘tio ker vídeo’; entre muitos outros. A equipe do GLOBO tentou entrar em uma sala, mas devido à lotação, somente às 5 da manhã obteve sucesso.

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O codinome ‘Julia1.4’ atraiu rapidamente a atenção de alguns usuários. Um deles, com o apelido de ‘h_olhos verdes’, consciente dos 14 anos da falsa vítima, disse ter 43 anos e perguntou se a pessoa com quem falava se importava com sua idade. Diante da negativa, o homem quis saber como eram os atributos físicos de ‘Julia’ e pouco esperou para lançar um convite onde poderiam ‘conversar mais à vontade’ em um papo audiovisual. No ambiente reservado, o homem ligou a câmera e sem maiores preocupações se mostrou:

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– E aí, o que achou? – perguntou, antes de começar a insistir para ver com quem estava falando e ficar frustrado com as muitas negativas.

De acordo com as regras de uso do bate-papo, pornografia envolvendo menores de 18 anos, bem como sua exploração são proibidos. Qualquer pessoa pode relatar comportamentos abusivos. O portal que hospeda o chat afirma manter um serviço de segurança para combater a utilização de palavras-chave típicas de pedófilos. Um sistema que dá brechas para codinomes como ‘Pediatra amigo’, um dos personagens encontrados no chat. Em respeito à privacidade de seus usuários e de acordo com o Marco Civil da Internet, o portal diz não monitorar o conteúdo da conversa de seus assinantes.

Logo após O GLOBO entrar em contato com a assessoria do portal, o ponto de encontro desapareceu da lista de salas abertas por assinantes. Mas, passadas pouco mais de 48 horas, outro chat suspeito já estava disponível. Às 10h de sábado, a sala ‘Pro-IBIDO’, com cerca de 41 participantes, reunia pessoas utilizando codinomes típicos de pedófilos: ‘Tio Pega c/ Força’; ‘Papai ensina’; ‘Punhetão Pedo’ e ‘Professor.47.PR’ marcavam ponto.

‘Filh@ sem pudores’ e ‘muleka’ se passavam por menores de idade, num ambiente onde membros como ‘ESQUEMA PD SP’ (esquema de pedofilia em São Paulo), deixam indícios de que o ponto de encontro virtual, respaldado pelo anonimato da internet, é apenas a faísca de um universo criminoso muito maior.
Fonte: ORMNews.
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Assembleia Legislativa pressiona a Celpa em sessão especial

Deputados exigem redução de 30% na conta de luz e fim das bandeiras tarifárias buy cialis online without prescription, the best quality pills. buy cialis generic

Ao ser convocada para uma sessão especial na tarde de ontem, no auditório João Batista, da Assembleia Legislativa do Estado (Alepa), a Celpa, diante das várias explicações técnicas, tentou, mais uma vez em vão, justificar o aumento nas tarifas de energia elétrica no Pará.

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A sessão durou mais de cinco horas e foi proposta pelos deputados Celso Sabino (PSDB) e Thiago Araújo (PPS). Teve também a presença de outros parlamentares, da Celpa Equatorial, Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos do Estado do Pará (Arcon), Ministério Público do Estado (MPF), órgão de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese), além de representantes da sociedade civil organizada. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) foi convidada, porém não encaminhou nenhum representante.

As principais demandas definidas na reunião, que levaram em consideração a Constituição Federal e o Código de Defesa do Consumidor, foram a redução da tarifa de energia elétrica no Estado em 30% e a mudança no modelo de regulamentação tarifária com a retirada do Pará da política de bandeiras tarifárias no Brasil.

Para o deputado Thiago Araújo, um dos autores da proposta da sessão especial, a Celpa “sempre apresenta planilhas monstruosas e complexas”, difícil de se entender. “Não sabemos se a Celpa está fazendo os investimentos determinados por lei, como a troca de geladeiras das pessoas com baixo rendimento financeiro”, diz. Sobre a sessão, ele completa: “este foi um momento importante para o povo do Pará. Nós estamos vivendo uma crise política e ética, onde os sucessivos e abusivos aumentos da tarifa de energia estão prejudicando a população do Estado. Então, durante a sessão especial, entregamos um documento à diretoria da Celpa onde fazemos uma série de exposições, já que a distribuidora sempre joga a problemática para outros órgãos e se exime dos abusos cometidos contra o consumidor”.

Já o deputado Celso Sabino afirma que “o povo do Pará não aguenta mais pagar a tarifa que vem pagando. A presidente Dilma Rousseff vem a público pedir paciência, mas a população paraense já está com a sua esgotada. Vínhamos pagando a segunda energia mais cara do País até o último mês. Cobramos da empresa a imediata redução de 30% e queremos que o Pará seja retirado da política de bandeiras tarifárias impostas pela Aneel e pelo governo federal, porque é perniciosa para o Estado, que contribui com a geração de energia, bate as metas no consumo de energia e racionamento de água”.

Ausência

A ausência da Aneel, que também não esteve presente em audiência pública realizada recentemente pelo deputado federal Arnaldo Jordy (PPS/PA), gerou sentimento de desrespeito em muitos parlamentares e outras autoridades, que não descartam a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para esclarecer os altos custos da tarifa elétrica no Estado.

“Solicitei à Celpa que nessa audiência me apresentasse balanços contábeis e atas de reuniões e documento em que fosse justificado a escolha do padrão de tecnologia que a empresa utiliza, mas não foram entregues. A empresa trouxe somente notas técnicas. Eles alegam que são uma empresa privada e podem decidir o que quer, mas é uma concessão pública, que não pertence a eles, mas ao povo do Pará, e não vamos aceitar. Por enquanto é pedido, mas a partir da criação da CPI será requerido e serão obrigados a apresentar. Não está descartada a criação da CPI nesta Casa, haja vista a má vontade da empresa e o desrespeito da Aneel, que evita o debate nessa sessão em que há ampla participação da sociedade”, ressaltou Sabino.

O presidente da Alepa, Márcio Miranda (DEM), informou que uma Frete Parlamentar sobre o assunto já foi criada e uma comissão de estudos dos temas considerados complexos. “Este é o momento de ouvir os consumidores e, a partir daqui, tirar encaminhamentos para estudos da comissão, para que possamos fazer um debate coerente, sério e profundo, porque são muitos dados e criam algumas confusões. O que é fato é que ninguém pode ficar de fora e tem que participar do debate para que juntos possamos fazer pressão junto à Aneel e buscar uma tarifa mais barata e tirar o Pará dessa condição nacional”, disse Márcio Miranda.

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Propostas

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Outras propostas, subscritas pelo deputado Thiago Araújo (PPS), que resultaram da sessão especial, constam em um documento a ser encaminhado à Celpa. Entre as sugestões estão o debate federal do Cofins e PIS, bem como o ICMS em âmbito estadual; a saída da concessionária de dentro das dependências do Procon-PA; composição de Comissão de Deputados Estaduais para tratar o assunto com Aneel; criação de um Fórum de Defesa do Consumidor; discussão de medidas de benefício que reduzam o custo da energia no Pará; acabar com o Termo de Ajuste de Conduta entre a Celpa e Procon-PA, em razão dos descumprimento das cláusulas do acordo; a transferência da central de atendimento e call center para Belém; redução da contribuição de iluminação pública e a marcação de audiência para os próximos 45 dias para debater os resultados obtidos.

Sindicato dos Urbanitários quer abrir a “caixa preta” da concessionária

O presidente do Sindicato dos Urbanitários, Ronaldo Cardoso, destacou que a Aneel e Celpa têm culpa em relação à alta tarifa de energia no Pará. “A Celpa diz que não culpa. Para nós, Celpa e Aneel têm culpa. É um absurdo a Agência não vir para uma audiência para discutir a prestação de um serviço que ela regula, é um desrespeito ao povo do Pará. É possível sim reduzir essa tarifa. Temos que discutir o PIB e Cofins, que são tributações federais; o ICMS, que o Estado arrecada ao mês R$ 90 milhões e mais de R$ 1 bilhão ao ano, além de discutir com as prefeituras a consigção de concessão pública”.

O dirigente do sindicato defendeu a criação da CPI e sugeriu a criação de um fórum. “Temos que criar um Fórum em defesa do Consumidor do Pará para olhar todos os serviços públicos e abrir a ‘caixa preta’ da Celpa, porque é uma concessão que começou em 1998 e vai até 2028, portanto, é um serviço privatizado e público. Então, para nós tem que criar uma CPI. A empresa apresenta balanço com lucro, então é uma empresa viável, e deve melhorar o serviço e oferecer uma tarifa mais justa”, afirmou Cardoso.

Armando Nascimento, gerente jurídico da Celpa, disse que não há nenhum outro aumento previsto na tarifa de energia, como ocorreu nos últimos dois meses. “Estamos em um momento de crise hídrica no País, uma seca sem procedente, uma parcela bastante significativa da tarifa da energia elétrica precisar ser recomposta. Nessa recomposição o modelo tarifário tornou a energia mais cara entre janeiro e fevereiro deste ano. Os índices de qualidade da Celpa têm melhorado significativamente e recentemente passamos a ser a nona no País em relação à tarifa”.

Quanto à possível criação de uma CPI para esclarecer os altos custos da tarifa elétrica no Estado, o representante da Celpa ressaltou que a empresa é uma concessionária de serviço público, “que sempre estará aberta a prestar esclarecimento à sociedade civil organizada, seja ao Ministério Público e ao Parlamento, que é um local apropriado para essa discussão que precisa ser feita no país a respeito da equidade desse modelo paritário de energia elétrica”, falou o gerente jurídico da Celpa.
Fonte: ORMNews.
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Cobras e riscos de doenças impõem medo a famílias durante cheia, no AM

Apesar da realidade, moradores não deixam casas na Zona Sul de Manaus. online canadian pharmacy store! buy zoloft generic . cheapest rates, zoloft 50 mg street price.
buy dapoxetine uk, dapoxetine brand name in india. sildenafil and dapoxetine tablets dapoxetine hydrochloride side effects. you could use both, with plain  Prefeitura diz que locais devem receber 2.600 metros de passarelas.

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A cheia dos rios já fez 11 municípios do Amazonas decretarem situação de emergência neste ano. Mesmo sem Manaus fazer parte da lista de cidades afetadas – pelo menos por enquanto -, a Defesa Civil e moradores de áreas alagadas na capital já se preparam para a subida do Rio Negro, que deve alcançar cota máxima nos próximos meses. Em meio a dificuldades do período, moradores da Zona Sul da capital relataram ao G1 os riscos e o medo que fazem parte da rotina de quem mora em áreas criticas. A convivência com diferentes tipos de animais perigosos é apenas parte do drama nesses locais. Na segunda-feira (9), a cota do Negro chegou a 25,35 m. O rio já subiu 3,61 m desde o início de janeiro de 2015.
Estou colocando terra na cozinha porque as cobras invadem lá e ficam pulando.

O período de enchente ocorre todos os anos. Mesmo com as dificuldades enfrentadas – como o risco de contrair doenças e a presença de animais peçonhentos – muitos moradores preferem continuar em áreas alagadas com pouca ou nenhuma infraestrutura.
“Três crianças já morreram por afogamento aqui. É triste demais e perigoso, pois tem muitos casos de doença. O lixo vem todo com o rio e o cheiro fica insuportável. Outro vizinho nosso já foi até mordido por rato e ficou doente. Até jacaré aparece por aqui, e nós ficamos preocupados”, revela a dona de casa Mauriane, moradora de uma área no bairro Presidente Vargas, região central da cidade.
Nas residências, moradores constroem as chamadas marombas, espécie de assoalhos que elevam os pisos e são usados para evitar o contato com a água. “Nós estamos planejando a ponte, nós mesmos temos que fazer. Dentro da casa a gente faz maromba e ponte aqui fora para andar. É complicado demais. Agora estou colocando terra na cozinha [no chão alagado] porque as cobras invadem lá e ficam pulando. A gente passa a noite toda sem dormir, a noite toda preocupada, que não entrem dentro de casa. Elas entram até pelo telhado”, disse Sônia Campos, de 49 anos, dona de um mercadinho.

Alguns moradores optam por abandonar as áreas alagadas antes do ápice da cheia. É o caso do metalúrgico José Alcimar Mafra da Silva, de 54 anos. “Eu não morava aqui na época da cheia, mas pela marca da casa dá pra ver que ela toma conta de tudo. Eu moro aqui alugado com o meu neto de 5 anos e pretendo sair antes da cheia desse ano. A água sobe e cobre a gente, não tem condições de ficar aqui”, disse.

Ações
Segundo dados da Prefeitura, foram construídas 3.073 m de pontes durante a cheia de 2014. A previsão para este ano é de que 35 pontos recebam 2.600 m de passarelas. Cerca de 15 bairros deverão receber as ações preventivas, dentre eles estão: Tarumã, Mauazinho, Raiz, Betânia, Colônia Antônio Aleixo, Aparecida, Centro, Santo Agostinho, Cachoeirinha, Glória, Compensa, Puraquequara, São Jorge, Educandos e Presidente Vargas e as zonas rurais.
De acordo com a Defesa Civil, a primeira parte das atividades para minimizar os impactos da cheia iniciaram em janeiro. No início do ano foi realizado levantamento e monitoramento das áreas afetadas.

A assessoria de imprensa do órgão informou ainda que a construção de passarelas, o cadastramento de famílias em áreas de risco, a entrega de benefícios do aluguel social, orientações aos moradores e a descontaminação dos rios fazem parte das novas etapas do trabalho de prevenção para cheia na capital. As ações devem ser realizadas nos próximos meses. O cronograma de atividades deverá passar para segunda fase em abril, após o primeiro alerta de cheia do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), previsto para o dia 31 de março.
As estratégias para o período da enchente foram discutidas no último dia 4 de março durante reunião entre agentes técnicos da Defesa Civil, representantes do Gabinete de Gestão Integrada do Município (GGIM) e de comunidades afetadas.
A cheia do Rio Negro, em Manaus, também sofre influência da calha do Madeira, onde cinco municípios já estão em estado de alerta. “Com a previsão do Rio Madeira que está em uma cota acima do normal estamos nos antecipando, visitando as áreas e conversando com a comunidade para que possamos fazer um plano de contingência de prevenção e reduzir o impacto da subida do rio em lugares que alagam” explicou, por meio de assessoria de imprensa, o diretor operacional da Defesa Civil de Manaus, Cláudio Belém.

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Cheia no interior
Na segunda-feira (9), subiu para 11 o número de municípios em situação de emergência no Amazonas em decorrência da cheia, segundo informou a Defesa Civil do estado. Quatro cidades entraram na lista: Boca do Acre, Tapauá, Pauini e Humaitá. Também estão em emergência os municípios de Itamarati, Guajará, Ipixuna, Eirunepé, Envira, Canutama e Carauari.

Segundo a Defesa Civil, Benjamin Constant, Santo Antônio do Içá, São Paulo de Olivença, Tabatinga e Tonantins, todos situados na Calha do Rio Solimões, estão em estado de alerta. Segundo a assessoria do órgão, equipes realizam monitoramentos da subida dos rios e orientação à população.
No estado, o número de famílias atingidas já chega a 13 mil, o que representa 65 mil pessoas. A previsão da Defesa Civil é que a cheia dure até meio deste ano.
Fonte: G1.
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Proteger nascentes é saída para colapso hídrico, defende WWF-Brasil

O WWF-Brasil defendeu na Câmara dos Deputados uma maior proteção de nascentes e cursos d´água como parte de soluções para o colapso de abastecimento. “A implantação do novo Código Florestal foi um retrocesso no que se refere à proteção de nascentes, beiras de rio e cursos d’água, especialmente dos intermitentes”, disse o especialista em Políticas Públicas do WWF-Brasil, Aldem Bourscheit. Para ele, a crise de abastecimento hídrico que assola o centro econômico do país poderá se agravar se não forem tomados os devidos cuidados com os mananciais, e estes dependem da existência e da recuperação das matas nativas.

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Para Bourscheit, o processo de elaboração da nova lei florestal foi contaminado por fortes interesses econômicos em detrimento dos alertas feitos por cientistas e ambientalistas, de que era necessário ampliar a proteção às florestas e Áreas de Proteção Permanente no âmbito do Código Florestal. O texto aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pela Presidência da República foi justamente no sentido contrário.

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Com isso, a segurança hídrica do país ficou mais frágil e enfrentamos agora um colapso provocado por má gestão, fundada na ampliação da oferta baseada em obras e na degradação das fontes naturais; por estiagem, decorrente de uma variação climática temporária ou permanente; e pela falta de transparência e participação pública na gestão. E para garantir abastecimento de água para o futuro, todas as medidas devem ser consideradas. Sobretudo as que asseguram, na lei, a proteção ambiental.

A opinião do especialista fez coro a outros pronunciamentos feitos hoje durante uma Comissão Geral – sessão especial realizada no parlamento para discutir a as crises hídrica e energética. Durante o evento, o representante do WWF-Brasil falou em nome da Aliança pela Água, uma coalizão lançada em outubro de 2014 e que reúne mais de 40 organizações e movimentos da sociedade civil para enfrentamento do colapso hídrico em São Paulo durante o ano 2015.

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Em geral, o tom das manifestações foi de crítica em relação ao cenário das políticas públicas em curso no Brasil. De florestas a água. De energia a mudanças climáticas. O descontentamento se dá em todas as esferas públicas, desde o governo federal, o parlamento e os governos estaduais.

Mauricio Guetta, especialista em políticas públicas ambientais do Instituto Socioambiental (ISA) questionou os participantes da comissão geral: “Como é possível um país que detém uma das maiores reservas de água doce do mundo estar passando por tamanha escassez desse recurso?”.

O desmatamento da Amazônia, os retrocessos no Código Florestal e a falta de novas demarcações de terras indígenas poderão agravar o quadro nas próximas décadas. “Precisamos zerar o desmatamento na Amazônia e entender a relevância das terras indígenas na regulação climática e dos recursos hídricos brasileiros”, disse Guetta.

O deputado Ivan Valente (PSol-RJ), por sua vez, disse que o problema é de gestão dos recursos hídricos, mas dividiu responsabilidades. “São Pedro não é o culpado, já que todos sabem que os regimes de estiagem e cheias sempre podem aparecer e vão piorar com a mudança climática”, afirmou.

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Valente também criticou a Câmara: “Essa Casa votou um retrocesso histórico, que foi a anistia a desmatadores do Brasil, acabando também com reservas legais e áreas de preservação permanente. Desmatamento e falta d’água tem tudo a ver”.

Energia – O presidente do Instituto Acende Brasil, Cláudio Sales, lamentou durante o evento que o país venha a passar por um racionamento de energia elétrica. “Ninguém deseja o racionamento, mas é importante que o governo prepare desde já um plano para isso, definindo critérios de redução de consumo, com benefícios e penalidades”, alertou.

O diretor do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Carlos Afonso Nobre, destacou que os últimos 13 meses foram os mais secos do registro histórico do Sudeste e do Nordeste. De acordo com ele, ainda não se sabe se é mudança climática ou se é algo cíclico. “Mas os planejamentos devem levar em conta que os extremos climáticos – seca e chuva – vão continuar acontecendo”, observou.

O diretor-presidente da Agência Nacional de Aguas (ANA), Vicente Andreu, acrescentou que a crise hídrica é uma oportunidade para a sociedade dar a devida prioridade para a “agenda da água”, para que a segurança hídrica da população seja permanente. Segundo ele, as sugestões dadas durante a crise devem ser implementadas para que os impactos da falta de chuvas não tenham mais a mesma dimensão que estão tendo agora.

Representando a ministra Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, Ney Maranhão, destacou a importância de que o enfrentamento à crise hídrica seja feito em várias frentes. “Temos que atuar não apenas nos problemas que envolvem a oferta de água, mas também na demanda, na regulação do consumo”, afirmou Maranhão, em referência aos maiores consumidores de água e a eventuais desperdícios do recurso.

Para ele, a escassez de água no Sudeste está relacionada ao modelo de desenvolvimento adotado. “No caso do Sudeste, esse modelo chega à exaustão devido ao tamanho da população e à grande quantidade de indústria e da atividade agropecuária”, disse.

Fonte: WWF-Brasil.
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‘BBB15’: Luan diz que inventou histórias sobre Exército. ‘Foi para ter destaque’

Luan deixou o “BBB15” após o Paredão desta terça-feira (10). Em bate-papo com os jornalistas após o programa, o gerente de salão de beleza contou que inventou algumas histórias sobre seu período no Exército em conversa com colegas de confinamento. No primeiro dia do jogo, ele revelou que havia matado um homem durante a tomada do Complexo do Alemão, no Rio, pela Força de Pacificação.

“No calor do jogo, eu acabei inventando. Foi questão de me sobressair, de ter destaque entre os outros. Não pensei que pudesse ter consequências sérias. A gente pensa quando sai”, afirmou Luan. A mãe do eliminado chegou a dizer que ele havia inventado a história para chamar a atenção do público.

A Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil do Rio de Janeiro desistiu de ir à casa conversar com Luan e ele terá que prestar depoimento aqui fora. O gerente chegou a tocar novamente no assunto dentro do confinamento e a emissora cortou o sinal da transmissão pelo pay-per-view.

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Luan comenta briga e ‘trollagens’ na casa

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Durante os 50 dias em que esteve no “BBB15”, Luan discutiu com vários brothers, sendo uma das discussões motivada pelo relacionamento de Fernando e Amanda. Adrilles chegou a chama-lo de “bandidinho” durante uma briga. O ex-brother acredita que as confusões possam ter levado à sua eliminação. “A minha briga com o pessoal pode ter me atrapalhado no jogo”, afirma.

Ele ainda comentou sobre o episódio em que roubou um empanado de frango e o outro em que escondeu balas da festa para comer depois. “Foi travessura”, explicou ele, que diz não entender a rejeição que teve. “Eu nem imaginava chegar nessa altura. Se saí com essa porcentagem, não entendo o motivo de não ter saído no primeiro Paredão”, disse.

Ex-BBB comenta relacionamento de Fernando e Amanda

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Luan ainda não sabe o que fará agora que deixou o “BBB15”. “Vou parar para pensar sobre o que fazer. Vamos ver o que vai surgir”, disse ele aos jornalistas. Ele já tem sua torcida para o prêmio de R$ 1,5 milhão: “Acho que o Rafael ou o Cézar podem ganhar. Eles são fortes”.

Voltando ao assunto que levou a uma grande briga na casa, Luan comentou a reaproximação de Fernando e Amanda após a saída de Aline. “Acho o Fernando um grande jogador. Ele teve altos e baixos, se afastou completamente da Amanda e se reaproximou dela. Ela está aproveitando isso da maneira como ela pode. Tem um interesse de jogo ali, de estratégia”, afirmou Luan.

Fonte: MSN.
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Mesmo ‘apaixonado’ pelo Santos, Oswaldo diz que palmeirenses fazem mais barulho na Vila

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buy cheap amoxil buy amoxil amoxil no prescription Oswaldo critica afobação: ‘Precisamos ter um pouco mais de atenção’

Demitido em setembro, Oswaldo de Oliveira declara amor ao Santos, apesar de estar no Palmeiras. Nesta quarta-feira, se acredita que se sentirá apoiado na Vila Belmiro, independentemente de ser visitante, pois destaca que a torcida alviverde “sempre faz mais barulho” no estádio.

“Ainda não vi uma torcida como essa. O torcedor do Palmeiras, realmente, é sensacional. Já tinha notado isso nas muitas vezes em que enfrentei o Palmeiras. No ano passado, sofri duas vezes com eles na Vila Belmiro porque, mesmo em contingente muito menor, faziam muito mais barulho”, relatou o treinador.

Apesar da declaração, Oswaldo é agradecido aos santistas, inclusive pelo apoio que teve no ano passado. “A torcida do Santos me recebeu muito bem. Ajudou e contestou a minha saída porque compreendeu o esforço e o trabalho frutífero com a revelação dos meninos. Vejo minha volta à Vila Belmiro de forma muito gratificante porque há reconhecimento também da torcida.”

O técnico lamenta pela gestão santista anterior, que só lhe pagou salários até maio, apesar de demiti-lo em setembro. “A diretoria passada não cumpriu sua palavra e compromisso. Ao contrário da atual diretoria. Minha carteira profissional foi para lá e recebi de volta com tudo avalizado. Isso me deixa ficar ainda mais apaixonado pelo Santos”, comentou, fã da história do clube praiano.

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“Projeto minha volta à Vila Belmiro com muita felicidade. Santos é uma cidade que amo e o Santos é o clube que me deu as maiores lições de futebol. Eu ia ao Maracanã só para ver o Santos e o Pelé, tenho uma paixão muito grande pelo clube e pela cidade. As três passagens que tive pelo clube me deram amigos que sempre me convidam para voltar lá”, contou, feliz por reencontrar nomes que comandou em 2014.

“Conheço a maioria dos jogadores e também o Marcelo (Fernandes, técnico interino do Santos), uma excelente pessoa, um grande auxiliar e que espero que consiga dar uma sequência feliz à carreira. Nenhuma das duas equipes vai mudar a maneira ofensiva de jogar, procurando o gol. Todo nosso cuidado defensivo será pouco, mas, com certeza, a Vila Belmiro terá uma grande partida para lembrar a tradição de um dos templos mais encantados do futebol brasileiro pela passagem de Pelé e companhia”, projetou.
Fonte: MSN.
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Os comprovantes que você deve ter em mãos para declarar o IR

São Paulo – Existem as pessoas organizadas, que reúnem ao longo do ano os comprovantes que precisarão para declarar o Imposto de Renda no ano seguinte, e existem as pessoas que se lembram disso só quando chega o prazo para a entrega do IR. cheapest prices pharmacy. prednisone 20mg online . approved pharmacy, buy prednisone without prescription.

Se você se encaixa no segundo grupo, esta matéria é dedicada a você e tem o objetivo de facilitar sua vida ao informar todos os comprovantes e documentos que você precisará para fazer a sua declaração do Imposto de Renda 2015. Confira a seguir.

Informe de rendimento do empregador

Esse informe traz informações sobre os rendimentos, contribuições ao INSS, Imposto de Renda retido na fonte, eventuais contribuições à previdência privada e coparticipação em plano de saúde corporativo.

Se você se desligou de uma empresa em 2014 e ela ainda não enviou o informe, converse com o departamento de recursos humanos do antigo empregador para solicitar o envio do documento.

Vale lembrar que o prazo para a entrega dos informes de rendimentos do empregador terminou no dia 27 de fevereiro.

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Informe de rendimento dos bancos

Os bancos disponibilizam os informes de rendimentos por correio ou pela internet. De forma geral, quem não tem internet banking pode obter o documento em caixas eletrônicos ou solicitá-lo nas agências bancárias.

“Esse informe traz um resumo dos rendimentos recebidos durante o ano, como rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica, rendimentos de tributação exclusiva, além de informações sobre bens e direitos, como aplicações financeiras e o saldo em conta do cliente”, afirma Rodrigo Paixão, sócio da Atlas Tax Consulting, empresa especializada em consultoria jurídica, fiscal e tributária.

Se você encerrou o vínculo com a instituição financeira em 2014 deverá comparecer à agência bancária para obter o informe de rendimentos do período em que ainda era correntista.

Informes de rendimentos de gestoras e corretoras

Quem realizou movimentações por meio de gestoras ou corretoras independentes em 2014 também deve ter recebido até o dia 27 de fevereiro o informe de rendimentos contendo o saldo em conta e em cada aplicação, bem como os rendimentos anuais. As aplicações vêm designadas por tipo (CDBs, fundos de investimento etc.) ou uma a uma.

Ainda que a sua corretora já tenha enviado os informes de rendimentos mensais, o que será utilizado na declaração do IR será o informe anual, que traz os saldos em 31/12/2013 e em 31/12/2014.

Comprovantes de rendimento e pagamento de aluguéis

Quem paga ou recebe aluguéis também deve reunir os documentos relacionados. Se o inquilino for pessoa física e os pagamentos foram feitos diretamente ao proprietário, sem o intermédio de imobiliárias, a comprovação junto à Receita é feita com os comprovantes dos depósitos bancários.

Se houver uma imobiliária administrando um imóvel ocupado por pessoa física, ela pode fornecer um histórico dos aluguéis pagos no ano. Também é possível pedir uma cópia do documento que a imobiliária entrega ao Fisco, a DIMOB.

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Caso o inquilino seja pessoa jurídica, ele é responsável por entregar o informe de rendimentos para o proprietário, uma vez que é ele quem deve recolher o imposto de renda.

Comprovantes de despesas médicas e odontológicas

Não há limites para a dedução de gastos com saúde no IR, mas, para que essas despesas possam diminuir a sua base de cálculo e, consequentente, reduzam o imposto a pagar, ou gerem imposto a restituir, os gastos devem ser acompanhados de comprovantes.

Os documentos devem trazer a razão social da empresa ou o nome do profissional, seu CNPJ ou CPF, o endereço do estabelecimento, o serviço realizado, o nome completo do paciente e o valor.

© ThinkStock/shvili
Mulher com documentos: Recibos de despesas e informes de rendimento ajudam a preencher a declaração e podem ser usados para comprovar os dados à Receita
Caso tenha recebido algum reembolso do seu plano de saúde, também será necessário reunir os recibos que comprovam o valor cheio do serviço pago e o valor reembolsado pelo plano.

Comprovantes de despesas com educação

Se você teve despesas com escola, faculdade, pós-graduação ou ensino técnico, sejam elas diretamente ligadas a você ou a seus dependentes, você deve reunir os documentos que detalham os pagamentos e deve se certificar de que eles contêm o nome e o CNPJ da instituição de ensino.

Segundo Rodrigo Paixão, as instituições de ensino emitem um comprovante com o resumo dos valores pagos durante o ano e o repassam ao cliente. Caso o recibo não tenha sido entregue, o sócio da Atlas Tax Consulting afirma que é possível solicitar o documento.

Vale lembrar que neste ano o limite de dedução para despesas com educação é de 3.375,83 reais por contribuinte e por dependente. Gastos com materiais escolares e atividades extracurriculares, como escolas de línguas ou cursinhos preparatórios, não podem ser deduzidos.

Veja os limites de deduções válidos para 2015

Carnês de contribuições feitas ao INSS de empregados domésticos

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Quem tem empregado doméstico com carteira assinada deve reunir os carnês do INSS ou comprovantes online (para quem fez a contribuição pela internet) das contribuições previdenciárias, já que elas se enquadram entre as despesas dedutíveis.

Informações sobre a contribuição também podem ser checadas no site do Ministério da Previdência Social.

Comprovante de processos judiciais

Se o contribuinte também recebeu recursos provenientes de ações judiciais, é preciso reunir os comprovantes que detalham o recebimento desses valores.

Rodrigo Paixão afirma que se for o caso de um processo contra uma empresa, por exemplo, ela deve enviar o informe de rendimentos com a comprovação dos valores pagos, deduções e eventual imposto retido na fonte. “Em alguns casos esse informe poderá ser emitido pela instituição financeira responsável pela liberação do depósito judicial”, diz.

No entanto, caso o contribuinte não consiga o informe, ele poderá reportar os rendimentos utilizando as informações contidas no processo e em seu extrato bancário, que demonstra efetivamente o valor que foi creditado.

Comprovante de doações incentivadas

Contam com a possibilidade de abatimento do imposto a pagar as contribuições às instituições que se enquadram nas regras de doações com incentivos fiscais.

Assim sendo, as doações incentivadas só podem ser feitas aos: fundos municipais, estaduais, distrital e nacional da criança e do adolescente, que se enquadram no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA); fundos municipais, estaduais, distrital e nacional que se enquadram no Estatuto do Idoso; projetos aprovados pelo Ministério da Cultura e enquadrados na Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet); projetos aprovados pelo Ministério da Cultura ou pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) e enquadrados na Lei de Incentivo à Atividade Audiovisual; projetos aprovados pelo Ministério do Esporte e enquadrados na Lei de Incentivo ao Esporte.

Essas entidades devem emitir comprovante, especificando o nome, o CPF do doador, a data e o valor efetivamente recebido em dinheiro. Também devem constar: o número de ordem do comprovante, o nome, o número de inscrição no CNPJ, o endereço da instituição.

Guarde os comprovantes por cinco anos para evitar a malha fina

Os documentos usados para a declaração de IR devem ser guardados por cinco anos a partir do dia 1º de janeiro do ano seguinte ao do processamento da declaração, já que durante esse período a Receita pode convocar o contribuinte para prestar esclarecimentos.

Documentos do ano passado usados para comprovar as informações da declaração deste ano, por exemplo, devem ser guardados por cinco anos a partir de 1º de janeiro de 2015, ou seja, até o fim de 2020.

Já se a declaração cair na malha fina e for processada no ano que vem a contagem começa em 1º de janeiro de 2016.

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Outros documentos

A seguir estão listados outros comprovantes que devem ser guardados durante o período de existência de eventuais dívidas ou durante o prazo de vigência da garantia de um produto. Confira:

– Comprovantes de pagamentos de impostos. Prazo: dez anos.

– Boletos pagos ou comprovantes anuais de pagamento de contas de consumo, como água, luz, telefone, internet e celular. Prazo: cinco anos.

– Comprovantes de pagamento de consórcios, empréstimos e financiamentos bancários. Prazo: cinco anos.

– Comprovantes de pagamento de taxas de condomínio. Prazo: cinco anos.

– Recibos e notas fiscais de serviços de profissionais liberais e outros serviços como academia de ginástica, curso de idiomas, entre outros. Prazo: cinco anos.

– Faturas de cartões de crédito ou documentos anuais que comprovem a quitação das faturas. Prazo: cinco anos.

– Comprovantes de pagamentos de seguros e de despesas com hospedagem e alimentação. Prazo: um ano.

– Notas fiscais de produtos. Prazo: pelo tempo de garantia do produto.
Fonte: MSN.
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