Buracos e falta sinalização são sinais de perigo constante na rodovia BR-163

A má conservação do asfalto da BR-163 e também a falta de sinalização dessa rodovia, entre as cidades de Guarantã do Norte (MT),br3irmaos até a cidade de Itaituba no Pará, têm colocado em risco os motoristas que trafegam nesse trecho. A equipe do Jornal Folha do Progresso percorreu alguns quilômetros da 163 e constatou os problemas, em alguns trechos, os carros precisam fazer zigue zague para conseguirem desviar dos buracos. (Foto: Juliano Simionato)

Na BR-163, a reportagem do Jornal Folha do Progresso andou por cerca de 85 km sentido Novo Progrsso /Cuiabá, até o distrito de Vila Isol passando por Alvorada da Amazônia. No sentido Novo Progresso Santarém a reportagem percorreu 100 KM , até o Distrito de Moraes de Almeida. Os buracos na rodovia estão espalhados pelos dois lados da pista, o que gera o risco de colisões frontais entre os veículos que trafegam pela estrada e que em determinadas situações, precisam ziguezaguear para desviar dos obstáculos. A rodovia é de pista simples e o desvio de buracos em muitos pontos, obriga os condutores a invadirem a faixa de rolamento contrária. Outro problema é a falta de sinalização, tanto para avisar dos buracos mais perigosos, como de ultrapassagem, o trecho de Moraes de Almeida até a comunidade de Aruri, falta sinalização em alguns pontos de pavimentação recém-construída. Foi encontrado também mato alto nas margens da pista, além de causar poluição visual, a vegetação dificulta a visualização das placas de sinalização.

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O camioneiro Adelar Gomes, paulista de 54 anos, passa pela rodovia até duas vezes por semana para transportar grãos da safra do Mato Grosso até Miritituba, a cerca de 390 km de Novo Progresso e disse usar de muita cautela ao transitar pela via. “É muito perigosa a pista desse jeito, cheia de buracos, a gente fica com receio”, disse.

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buy zithromax over the counter zithromax reviews O caminhoneiro Helton Moraes, tem passado constantemente pelo trecho nos últimos 60 dias e afirma achar perigoso o trajeto por andar sempre com o caminhão carregado. “A gente não pode nem fazer uma ultrapassagem com segurança”, direto encontramos companheiros com a carga tombada, afirmou.

O problema é agravado porque em muitos pontos, devido aos buracos, os caminhões tem que sair para o acostamento, colocando em risco a carga e a vida dos motoristas, finalizou.

O DNIT não foi encontrado pra comentar sobre este assunto, as empresas que estão em obras na rodovia reclama da chuva, que dificulta os trabalhos de manutenção .

Por:Redação Jornal Folha do Progresso – Fotos: Juliano Simionato

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Caminhão desviando de buraco pelo acostamento(Foto-Juliano Simionato)

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Peixes-boi são devolvidos à natureza em Santarém

Animais estão sob cuidados do zoológico de faculdade particular da cidade

Três peixes-boi, apelidados carinhosamente de Chimanga, Bolinha e Guerreiro, foram devolvidos à natureza na manhã deste sábado (18) em Santarém, oeste do Pará. Eles estão sob os cuidados do zoológico de uma faculdade particular da cidade.

O processo de soltura dos animais é a segunda etapa do projeto Peixe-Boi Santarém. Após o período de cativeiro, onde foram acondicionados em piscinas de fibra contendo plantas aquáticas, passaram por um longo período de tratamento e biometria. Os animais recuperados que atingiram a fase adulta foram transferidos para um tanque flutuante no rio Amazonas.

Chimanga, do sexo feminino, chegou ao zoológico em fevereiro de 2011, proveniente do Lago do Curumum, em Alenquer. O animal chegou ainda filhote trazido da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, com 98 centímetros e pesando 17 kg. Na última biometria, Chimanga apresentou 1,74 metros e 79,2 Kg.

Bolinha, do sexo masculino, chegou ao zoológico em setembro de 2010, vinda da comunidade Cabeça D’onça, em Santarém, trazida ainda filhote, por meio de uma ação conjunta entre Ibama e técnicos do zoológico, medindo 1, 17 metros e pesando 26 Kg. Na ultima biometria, Bolinha apresentou 1,68 metros e 79,6 kg.

Guerreiro, também do sexo masculino, chegou em junho de 2010, vindo de Óbidos e recebeu o nome dado pelos ribeirinhos que o encontraram. O animal chegou ainda filhote com 98 centímetros e pesando 17,2 Kg. Semanas depois do resgate, ele foi transferido para a base do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos em Belém.

Com a desativação do centro, o peixe–boi retornou ao zoológico em dezembro de 2013. Na última biometria, Guerreiro apresentou 1,65 metros de comprimento e 67,9 kg, sendo o peixe-boi mais velho do local. Mesmo após a soltura, é necessário monitorá-los, tendo em vista que passaram de 2 a 3 anos numa piscina recebendo cuidados.

Na quarta-feira passada, duas fêmeas foram devolvidas à natureza na comunidade do Igarapé do Costa.

Por: G1 Santarém

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Ativistas do Greenpeace protestam na Amazônia

O protesto faz parte da campanha pelo fim do desmatamento no Brasil

Ativistas do Greenpeace protestaram hoje (9), no sul de Roraima, pelo fim do desmatamento. A região foi destruída recentemente, segundo eles. O grupo estima que 4 mil hectares foram desmatados no estado, nos últimos seis meses. No protesto, eles colocaram em uma área de mata queimada e destruída uma faixa na qual estava escrito A Falta de Água Começa Aqui.

A ideia, de acordo com panfletos distribuídos, é alertar que, ao desmatar a Amazônia, há interferência de forma “extremamente negativa” no ciclo da água. Lembraram que enquanto a floresta é desmatada, a Região Sudeste passa por uma grave crise hídrica, com os reservatórios registrando níveis baixos de água e prejudicando o abastecimento.

Dados do Greenpeace ressaltam que saem da Floresta Amazônica, todos os dias, 20 bilhões de toneladas de vapor de água para a atmosfera, umidade que forma os “rios voadores”. Eles são levados com o vento para outras regiões do Brasil e interferem na formação das chuvas.

O protesto faz parte da campanha pelo fim do desmatamento no Brasil. A organização informou que, em expedição de monitoramento, comprovou a derrubada de grandes extensões de floresta na região da BR-174, que liga Manaus a Boa Vista, além de queimadas e extração de madeira.

“A retirada de madeira costumar ser o primeiro passo no ciclo de destruição da floresta. Geralmente, o que acontece depois é a remoção da mata por completo para abrir espaço para outras atividades econômicas, como pecuária e soja”, citou o Greenpeace.
Por: Agência Brasil

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Governo federal homologa novas terras indígenas

Demarcação de 232.544 hectares atende a quatro etnias nos estados do Amazonas e do Pará
Demarcação de terras indígenas
O Decreto 8.433/15, que homologa três terras indígenas na Região Norte do país, foi publicado na edição de hoje (20) do Diário Oficial da União. A demarcação de 232.544 hectares atende a quatro etnias nos estados do Amazonas e do Pará.
No Pará, no município de Senador José Porfírio, no sudoeste do Estado, a Terra Indígena Arara da Volta Grande do Xingu, habitada por povos arara e juruna, tem 25,5 mil hectares. Ela faz parte dos procedimentos de licenciamento da Usina de Belo Monte.
Habitada por índios kaixana, a Terra Indígena Mapari, no Amazonas, é a maior das três novas reservas. Com 157.246 hectares, está localizada nos municípios de Fonte Boa, Japurá e Tonantins.
Ocupando territórios dos municípios de Borba e Novo Aripuanã (AM), a homologação da Terra Indígena Setemã atende reivindicação de índios mura. A reserva tem área de 49.773 hectares.
Na semana passada o governo federal recebeu representantes da Articulação Nacional dos Povos Indígenas, e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, reafirmou o compromisso com os direitos desses povos.

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Na proxima quarta-feira (22), o Ministério do Planejamento publicará autorização para a realização de concurso para o cargo de agente da Fundação Nacional do Índio (Funai). Serão 220 vagas, segundo nota divulgada no fim de semana pelo Palácio do Planalto.
“Esses decretos de homologação são importantes para garantir a territorialidade das comunidades diretamente interessadas e demonstram que o governo federal está empenhado na efetivação dos direitos dos povos indígenas. Nesse sentido, outras áreas poderão ser declaradas e homologadas ainda este ano. A realização do concurso, por sua vez, contribuirá significativamente para o fortalecimento da Funai no exercício de sua missão institucional.” disse o presidente da instituição, Flávio Chiarelli.
Fonte: Agência Brasil

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Concessionária repassa R$ 10,8 milhões a 17 municípios de MT

 Dezessete municípios do estado de Mato Grosso, arrecadaram juntos, entre os meses de maio de 2014 e janeiro de 2015, R$ 10,8 milhões de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). O valor é repassado pela concessionária Rota do Oeste, aos municípios que margeiam a rodovia federal BR-163, licitada ano passado.

Conforme dados apresentados, em casos de alguns municípios, o valor do imposto repassado foi equivalente a 50% a mais na arrecadação municipal. Em Itiquira, metade do valor do imposto arrecadado este ano é proveniente das obras e trechos que estão recebendo serviços de melhorias. Cerca de R$ 379,6 mil foram repassados à prefeitura, somente no mês de janeiro.

A cidade é a primeira na BR-163, que faz divisa com Mato Grosso do Sul e abrange 52 quilômetros da rodovia. O secretário de finanças, Alex Laves da Silva, avalia como importante as obras executadas na via federal. “Quando o terminal ferroviário saiu daqui, perdemos uma fatia representativa da nossa arrecadação. Agora isso retorna e podemos voltar a fazer investimentos”.

Somente no ano passado, Diamantino recebeu R$ 581.975,24 o que representou 8,58% na receita da cidade. Já nesse início de ano, a porcentagem chegou a 75% do total arrecadado, isso porque dos R$ 801 mil da receita do município R$ 604 mil foram do ISSQN da obras da BR.

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A concessionária informou ainda que Cuiabá e Rondonópolis, foram as cidade mato-grossenses que receberam a maior parcela do imposto, recebendo R$ 2,5 milhões cada.

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O gerente financeiro da empresa, Eduardo Caraver, informou que dessa primeira parcela, ficaram de fora apenas as cidade de São Pedro da Cipa e Acorizal, por terem uma pequena área margeando a rodovia, mas garante que receberá assim que se instalarem as praças de pedágio.

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Ele disse ainda que o valor do ISSQN arrecadado será dividido de acordo com a extensão da cidade que margeia a BR-163.

 

Redação Nortão Noticias

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Audiência pública discute denúncias de abusos de quilombolas

A comunidade quilombola Kalunga foi criada a partir da luta de africanos escravizados em Goiânia

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados realiza hoje (20) audiência pública na cidade goiana de Cavalcante, a 300 quilômetros de Brasília.

Parlamentares, representantes do governo, do Ministério Público e da sociedade civil apuram denúncias publicadas no jornal Correio Braziliense de que meninas da comunidade quilombola Kalunga estariam sendo submetidas em Cavalcante a trabalho doméstico, abuso, estupro e exploração sexual.

De acordo com uma série de reportagens do jornal, a Polícia Civil de Cavalcante já concluiu oito inquéritos de estupro de vulnerável, onde a vítima tem menos de 13 anos. Os agentes apontam envolvimento de autoridades locais nos crimes.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta (PT-RS), considera a audiência pública uma forma de garantir a punição dos responsáveis pelas violações.

“É uma cidade pequena, existem relações de amizade, de parentesco, existem determinadas condutas que, pelo que observei, eram aceitas até com certa naturalidade por determinados setores da comunidade. São situações muito graves, que envolvem denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes, relações que chegam em determinadas circunstâncias quase ao limite de escravas sexuais.”

O governo federal acompanha o caso por meio da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). De acordo com a secretária de Políticas para Comunidades Tradicionais, Givânia Maria da Silva, os principais desafios são garantir agilidade da Justiça e levar políticas públicas para a comunidade Kalunga.

“O que estamos fazendo é tensionando para que a Justiça dê resposta aos casos que foram denunciados e que até hoje não foram julgados. Sabemos que há carência ainda de políticas públicas, nós convidamos e estamos tratando com o governo do estado de Goiás para que a gente possa não só coibir as práticas de abuso contra as crianças e adolescentes do povo Kalunga, mas também melhorar e oferecer oportunidade e melhoria na qualidade de vida.”

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O presidente da Associação Quilombola Kalunga, Vilmar de Souza Costa, diz que a comunidade está surpresa e indignada com as denúncias de estupro de meninas. Ele afirma que a falta de escolas, de esporte e lazer deixa as crianças e os adolescentes ainda mais expostos.

“Se tivesse escola na comunidade, para os jovens não terem que sair de casa tão novos, tão cedo, para fora, então muitos problemas desses seriam resolvidos. Os jovens têm sonhos, querem ter estudo, os pais querem que o filho estude também. Os jovens saem da comunidade sem nenhuma malícia e acontecem algumas coisas que não são legais.”

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A comunidade quilombola Kalunga foi criada a partir da luta de africanos escravizados na região onde hoje se situam os municípios goianos de Teresina, Cavalcante e Monte Alegre. Trata-se do maior território quilombola já identificado no Brasil, com cerca de 8 mil pessoas.
Fonte: ORMNews.
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Arcebispo de Brasília é eleito para a presidência da CNBB

Dom Sérgio Rocha foi eleito com 2/3 dos votos necessários. Ele fica no lugar do cardeal Raymundo Damasceno Assis ceftin xanax interaction cheap ceftin

O arcebispo de Brasília, dom Sérgio Rocha, foi eleito hoje (20) presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O novo presidente terá mandato de quatro anos e foi escolhido no primeiro escrutínio, após superar os dois terços dos votos necessários para a eleição. Dom Sérgio Rocha substitui o cardeal Raymundo Damasceno Assis.

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No processo de eleições iniciado hoje serão escolhidos também o vice-presidente, o secretário-geral e os presidentes das 12 comissões episcopais da CNBB. As eleições podem prosseguir até o dia 23 de abril. A cerimônia de posse está marcada para sexta-feira (24), em Aparecida (SP).

Dom Sérgio Rocha foi nomeado bispo pelo papa João Paulo II em 2001. Em janeiro de 2007, o papa Bento XVI o nomeou arcebispo coadjutor da arquidiocese de Teresina (PI). Também pelo papa Bento XVI, em 2011, foi nomeado arcebispo metropolitano de Brasília.

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Dom Sérgio estudou filosofia e teologia. É mestre em Teologia Moral pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (SP) e doutor pela Academia Alfonsiana da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma. Dom Sérgio tem como lema episcopal “Tudo na caridade”.
Fonte: ORMNews.
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Brasil lidera ranking de violência contra ambientalistas

Dos 116 assassinatos no mundo, 29 ocorreram no país

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Rio – O Brasil lidera o ranking mundial de violência contra ativistas ambientais. Segundo o relatório da ONG Global Witness, dos 116 assassinatos em todo o mundo no ano passado, 29 ocorreram no país. Colômbia aparece em seguida com 25 mortes e Filipinas em terceiro, com 15. Somente na América Latina foram 87 casos.

Apesar do Brasil liderar a lista, a ONG considera Honduras como o país mais violento contra ambientalistas. Em quarto lugar com 12 mortes, o país estaria perto da “total impunidade” e possui “leis atrasadas”, segundo o relatório.

O texto aponta “uma alarmante tendência a que alguns governos usem legislação antiterrorista contra ativistas, descrevendo-os como inimigos do estado”.

A falta de dados é considerada um problema para a ONG que acredita que os números publicados no relatório sobre os casos de corrupção e sobre exploração de recursos possam ser maiores. No Brasil, por ano, 5 mil quilômetros da Amazônia é desmatada. O texto aponta que, em todo o mundo, cerca de 40% das vítimas são indígenas.

“Os grupos indígenas estão cada vez mais na linha de frente na luta pela terra e pelos recursos naturais, respondendo a 40% das mortes em 2014”, afirma o texto.

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Desde 2002, foram contabilizadas 477 assassinatos no Brasil. O texto aponta que a maioria das mortes são arquivadas, sem julgamentos. Policiais, militares, grupos paramilitares e guardas privados são apontados como os principais culpados, porém, os responsáveis por contratar estes grupos seriam os grandes proprietários de terras que não aparecem nas investigações, diz o relatório.
Fonte: ORMNews.
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A 10 dias para o fim das inscrições, estudantes temem o Fies

Alunos reclamam de problemas para fazer a inscrição

O prazo para fazer a inscrição no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) termina no dia 30, e faltando dez dias para o término, muitos estudantes ainda não conseguiram fazer a inscrição após quase três meses de tentativas acessando o site do Fies.

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Maria Luiza Correia, de 17 anos, vai nesta segunda-feira (20) à PUC-Rio levar os documentos para finalmente fazer a validação do seu contrato com o Fies. A estudante de jornalismo passou as últimas semanas tendo problemas para fazer a inscrição no site do programa e também para agendar a revalidação. “Fiquei muito tempo em frente ao computador, nem consegui aproveitar estes primeiros meses de curso”, disse a jovem. “Espero não ter mais nenhum problema.”

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A mesma sorte não teve os irmãos Matheus e Marina Pereira Alves, alunos da PUC Minas no campus de Poços de Caldas. Os dois têm o pai como fiador cadastrado, e o sistema não está aceitando a renovação do contrato que eles já tinham no ano passado. “Quando eu tento cadastrar um, diz que o fiador já possui outro beneficiário”, reclama a mãe dos alunos, Ana Lúcia Pereira Alves. “Já fizemos várias solicitações junto ao MEC e até agora nada.”

Outros problemas têm afetado a vida dos estudantes. A PUC Campinas (SP) fechou a possibilidade de novas adesões ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) no primeiro semestre de 2015. A instituição culpou o que chama de dificuldades geradas pelo Ministério da Educação (MEC) para justificar a decisão, que não atinge quem já tinha o Fies.

Muitos estudantes reclamaram das dificuldades para se inscrever no Fies. O MEC alegou problemas na grande demanda de acesso ao sistema de inscrição. Ainda segundo o MEC, se for preciso, o prazo final será prorrogado para que todos os contratos vigentes possam ser renovados.

Desde 30 de março, com a entrada das novas regras do Fies, para fazer a inscrição, o estudante deverá ter nota mínima de 450 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio e não ter tirado nota zero na redação. Na avaliação da PUC, atualmente não há segurança em relação às regras aplicáveis ao Fies, o que gera um quadro de “incerteza e desrespeito” com a institução e a comunidade universitária.

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O Ministério da Educação conseguiu na Justiça derrubar as liminares que suspendiam as novas regras do Fies. Com isso, as instituições particulares de ensino superior não podem aumentar as mensalidades acima do teto de 6,4%.

O Fies permite ao estudante cursar uma graduação em uma instituição particular e, depois de formado, pagar as mensalidades a uma taxa de juros de 3,4% ao ano. O aluno só começa pagar após 18 meses de concluído o curso.

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Segundo o último levantamento divulgado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o Fies já acumula 1,9 milhão de contratos e 210 mil alunos novos foram incluídos no programa. Outros alunos estão recorrendo a financiamentos particulares.
Fonte: ORMNews.
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Petrobras paga por equipamento inútil no Comperj

http://www.protopage.com/prednisolone-5mg-for-dogs buy prednisone 10mg. i cheap prednisone without prescription , buying prednisone online, how to buy Alguns conjuntos de vasos, torres e reatores custaram mais de US$ 20 milhões

São enormes, chegam a pesar uma tonelada. Alguns conjuntos de vasos, torres e reatores, custaram mais de US$ 20 milhões. Fabricados sob encomenda para o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), localizado em Itaboraí, receberam tratamento térmico especial para manter um nível de pressão interna. Chegaram ao porto do Rio quarenta e quatro meses atrás, em 2011. Lá ficaram por mais de um ano —“hibernados”, no idioma da burocracia.

Depois foram distribuídos entre pátios na Ilha do Governador e em Itaguaí, onde permanecem. O estacionamento custa em média US$ 360 por hora, com despesa de US$ 3 milhões por ano. Alguns chegaram ao canteiro de obras do Comperj, em Itaboraí. Estão abandonados.

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Metade desses equipamentos, comprados para as unidades de nafta, destilação e coque, tornou-se inútil e a Petrobras não sabe qual será seu destino. Eles contam a história de administração desastrosa, reconhecida pela companhia estatal e pelo Tribunal de Contas da União, e permeada por casos de corrupção.

Começou em 2003, quando a Petrobras anunciou investimento de US$ 6,5 bilhões na construção de um complexo petroquímico na Região Metropolitana do Rio. Passaram-se doze anos, a empresa gastou US$ 21,6 bilhões — 232% acima do previsto —, e o Comperj acabou reduzido a uma refinaria de petróleo. Produzirá combustíveis, mas nem um quilo de petroquímicos.

O enredo de infortúnios ganhou velocidade no segundo semestre de 2006, na campanha de reeleição do presidente Lula em plena crise do mensalão.

A diretoria da estatal expediu uma ordem (código DIP AB-PQF 178) para imediata licitação, contratação de obras, compra e montagem de equipamentos considerados essenciais ao polo. A Petrobras encomendara o “projeto conceitual” do parque petroquímico, com entrega prevista em três anos. Ainda não possuía sequer um projeto básico, registram as auditorias da empresa e do tribunal de contas.

A decisão de antecipar tudo aconteceu sob orientação do presidente da estatal José Sérgio Gabrielli, apoiado pelos diretores Paulo Roberto Costa (Abastecimento) e Renato Duque (Engenharia e Serviços). Estabeleceram até uma data, quarta-feira 12 de dezembro de 2012, para entrega da obra do Comperj “completa” — uma imposição “fortíssima”, na descrição feita por Pedro Aramis, chefe do inquérito interno conduzido na Petrobras, em depoimento na Justiça Federal, em Curitiba: “Isso deu margem a uma série de quebras dos padrões usuais de trabalho.”

“O PROCESSO ERA MALFEITO”

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Costa e Duque deflagraram uma corrida contra o relógio na empresa. Duque distribuiu um mapa dos contratos necessários, com datas previstas para assinatura e prazos apertados de execução. Os dois diretores listaram quais empresas seriam convidadas, como demonstram e-mails enviados por Pedro Barusco, gerente-executivo de Duque. Marcaram reuniões trimestrais com fornecedores para resolver aumentos nos contratos sem licitação, classificados como “emergenciais”.

Nos meses seguintes, de 2007 a 2012, a Petrobras assinou três dezenas de contratos do gênero para o Comperj. Somaram US$ 7 bilhões, com 21 empresas privadas — todas são investigadas em processos por corrupção.

A propina era disfarçada como “custo operacional” das empreiteiras, confessou Eduardo Leite, vice-presidente da Camargo Corrêa, em depoimento à polícia há três semanas. Repassavam os custos dos subornos à Petrobras encobertos como “custos contingenciados”. Na Camargo Corrêa, por exemplo, o sistema de orçamento de obras — conhecido internamente como Primavera —, admitia variações nesse item de até 5%.

“Era fácil”, disse Leite, “porque 1% do contrato se torna insignificante em um projeto mal orçado”. E na Petrobras ficava ainda mais simples, acrescentou, porque “o processo era malfeito” no orçamento, na contratação e na fiscalização dos serviços, ao contrário do que ocorria em outras empresas “como a Vale”.

Em parte dos contratos era inserida uma cláusula (“Quantidade determinada”) prevendo compra de equipamentos mesmo sem a certeza da sua necessidade. “Funcionava como um cheque em branco para as empresas”, contou Almir Barbassa, ex-diretor financeiro da estatal, à comissão interna.

Como resultado da antecipação nas compras, sem o plano básico de engenharia e análise de riscos, “algumas contratações acabaram se tornando inúteis”, segundo o tribunal de contas.

Foi o caso dos equipamentos comprados em 2010 para melhoria da nafta, que serviria de matéria-prima à produção de petroquímicos. Em 2012, porém, a Petrobras redesenhou tudo para usar o gás natural extraído do pré-sal como insumo. Assim, o conjunto de peças adquirido em caráter “emergencial” dois anos antes, tornou-se desnecessário.

A unidade de hidrotratamento de nafta hoje é uma inutilidade de US$ 20,5 milhões abandonada em Itaboraí. Oito grupos de equipamentos, também adquiridos “com urgência” para o Comperj, não têm mais finalidade, nem destino.

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Alguns podem ser usados, quando solucionados problemas nas obras de logística para transporte. Mas até à montagem, a estatal deverá pagar um adicional de US$ 569 milhões por “elevações de custos”, informa o TCU.

Em janeiro, perguntaram à então presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, qual seria o valor de venda do Comperj. A resposta foi seca e enfática:

— Zero!
Fonte: ORMNews.
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