PF quer saber origem do dinheiro pago para acusados de roubar aeronave em Sinop

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O delegado da Polícia Federal, Gabriel Costa, disse, ao Só Notícias, que espera a conclusões de alguns laudos periciais para concluir o primeiro caso sobre o roubo da aeronave Cessna, ocorrido em uma hangar, as margens da MT-140 (Sinop-Santa Carmem) no dia 15 de abril e, da tentativa de roubo, de um avião, do mesmo modelo, trinta dias depois, onde os assaltantes mataram, durante tiroteio, o policial Mário Henrique de Almeida Mattos, 33 anos. “Nosso foco será indicar os presos por fazer parte de uma organização criminosa, roubo [relacionado ao primeiro caso] e latrocínio, roubo seguido de morte, pela morte do policial Mário”, explicou Costa.

Após a conclusão deste inquérito a Polícia Federal disse também que vai abrir outro procedimento investigatório para apurar a origem do dinheiro pago aos traficantes pelo Cessna, levado em abril. “Queremos saber a origem do dinheiro e, em qual conta, o suspeito da compra do avião, identificado apenas como “Peta” depositou a quantia. Assim poderemos, quem sabe, identificar outros membros da quadrilha. O pagamento foi exatamente de 75 mil dólares (R$ 190 mil). O segundo, possivelmente seria o mesmo valor. Também já apuramos que o suspeito trabalha para traficantes, é da Bolívia e contrata quadrilhas para roubar aviões e outros veículos para servir ao narcotráfico internacional”, finalizou.

Conforme Só Notícias já informou, a polícia descobriu que a aeronave foi levada para a Bolívia e estaria servindo ao tráfico. Em seguida, a mesma quadrilha também tentou roubar um avião, (15 de maio) em um aeródromo, localizado no “Canarinho” às margens da MT-140 e houve troca de tiros entre os criminosos e policiais que monitoravam os passos da quadrilha. O policial Mario levou um tiro e não resistiu. Pelo menos seis criminosos, fortemente armados, que teriam rendido um piloto do aeródromo e outro funcionário. O avião não foi roubado. No local, os policiais apreenderam um veículo VW Saveiro preto, possivelmente utilizado pelos criminosos, que bateu em cerca de madeira e em uma pilastra e danificou o motor. Foram apreendidas um escopeta calibre 12 e dois revólveres calibres 38.

O piloto que levaria o avião foi o primeiro a ser preso. Em 48 horas foram presos mais 4 integrantes, em bairros em Sinop. Daniel Tenorio, que também estava com mandado de prisão decretado pela justiça federal, morreu, quando a PF foi prendê-lo, em uma casa, no bairro Daury Riva.

Fonte: Só Notícias/José Carlos Araújo (foto:Só Notícias/arquivo)

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Países ricos lançam plano para ‘exército global’ de médicos

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Projeto será apresentado na reunião do G7 neste domingo (7), na Alemanha, segundo informações obtidas pela BBC

Um plano para se criar uma força-tarefa global de 10 mil médicos e cientistas contra epidemias será apresentado na próxima reunião do G7, grupo formado por representantes das maiores economias de países desenvolvidos – Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos – no próximo domingo (7), na Alemanha, segundo apurou a BBC.

Trata-se de uma reposta direta ao recente surto de ebola, o maior já registrado, com 27 mil vítimas na África Ocidental.

O projeto prevê ainda melhorias no sistema de monitoramento de doenças, especialmente em países mais pobres, e investimentos no desenvolvimento de novas drogas. Especialistas dizem que tais medidas teriam impedido que a epidemia de ebola atingisse uma escala sem precedentes.

“Discutiremos como nos preparar melhor para tais surtos, como preveni-los e como reagir mais rápido quando eles ocorrerem”, disse a chanceler (premiê) alemã e atual presidente do G7, Angela Merkel, em artigo publicado nesta semana, com base em conselhos recebidos do empresário Bill Gates, de empresas farmacêuticas e de especialistas em saúde pública.

“A criação de uma força-tarefa global, com um financiamento adequado, é sem dúvidas um objetivo de médio prazo, mas talvez deveríamos analisá-lo agora.”

Documentos aos quais a BBC News teve acesso detalham que esta equipe de médicos e cientistas funcionaria como uma reserva militar. Eles de dedicariam a seus trabalhos pessoais normalmente, mas estariam prontos para irem a campo quando requisitados. O projeto ainda prevê um novo grupo independente dentro da Organização Mundial da Saúde (OMS), responsável por lidar com epidemias.

Também seriam criados centros de testes em países-chave, a maioria deles na África Subsaariana, com um custo anual estimado em US$ 15 milhões (R$ 45 milhões), além de investimentos da ordem de US$ 100 milhões em pesquisas de medicamentos, exames e vacinas, com foco em dez doenças, como o coronavírus MERS, a febre de Lassa e novos tipos de vírus da gripe.

‘Grande impacto’

Um dos conselheiros de Merkel, o médico Jeremy Farrar, diretor do Wellcome Trust, fundação dedicada a temas de saúde, alerta que não se deve subestimar os custos gerados pelas epidemias.

“Os custos relacionados à epidemia mais recente de ebola devem ficar em torno de US$ 5 bilhões a US$ 10 bilhões. Há dez anos, o vírus Sars teve custos semelhantes”, afirma Farrar. “Já o dinheiro que seria gasto com pesquisa, monitoramento e o preparo necessário para agir nestes casos seriam uma fração disso.”

Jonathan Ball, professor de virologia da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, avalia que a resposta ao surto de ebola foi lenta e que isso levou a um aumento exponencial dos casos de contágio no fim do ano passado. “O monitoramento e diagnóstico são cruciais para identificar epidemias assim que elas começam e podem ter um grande impacto em seu controle.”

“Isso teria impedido que o ebola se espalhasse tanto na África”, complementa Ball. “É difícil prever quando e onde ocorrerá um novo surto, mas, se a comunidade global estiver preparada para reagir de forma ágil, poderemos contê-lo antes que se alastre demais. Por isso, medidas como essas são muito importantes.”
Por: Globo.com
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Argentinos saem às ruas para protestar contra o feminicídio

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Um dos casos mais recentes é a morte da adolescente Chiara Paez, de 14 anos, assassinada pelo namorado de 16 anos, de quem estava grávida

Milhares de argentinos saíram as ruas em todo o país, nessa quarta-feira (3), para protestar contra o femicídio. Na Argentina, uma mulher morre a cada 30 horas vítima de ato de violência praticado por um homem. Um dos casos mais recentes é a morte da adolescente Chiara Paez, de 14 anos, assassinada pelo namorado de 16 anos, de quem estava grávida. A polícia encontrou o corpo enterrado no quintal da casa da família do rapaz. O crime chocou um grupo de jornalistas, que decidiu convocar uma manifestação pelas redes sociais.

“Em 2009, o Congresso aprovou uma lei contra a violência, que deveria proteger a mulher. Mas, até agora, não foi implementada, por falta de regulamentação e orçamento”, disse em entrevista à Agência Brasil a ativista Vilma Ripoll.  “Na prática, uma mulher espancada, que cria coragem de deixar o marido, não tem para onde ir.”

Manifestação contra o feminicídio reúne milhares de argentinos em Buenos Aires (Foto:Fernando Sturla/Divulgação/Télam)

Segundo Vilma, a Organização das Nações Unidas (ONU) recomenda que é preciso haver um abrigo para cada dez mil habitantes, um espaço onde a mulher vítima de violência possa se esconder com os filhos e obter ajuda legal e psicológica para enfrentar a situação. “Mas, na cidade de Buenos Aires, onde vivem 3 milhões de pessoas, só existe um.  Na província de Buenos Aires, com uma população de 16 milhões, só existem três refúgios”, informou.

Karina Abregu é uma das vítimas da violência e conta que sobreviveu graças à ajuda de uma organização não governamental (ONG), que juntou doações em dinheiro e paga a advogada dela. Karina foi queimada com álcool pelo marido. Ela teve 55% do corpo queimados. “Passei seis meses em terapia intensiva e fui despedida do trabalho”, disse. “Tive que me mudar para a casa da minha irmã porque meu ex-marido continuava passando na porta de casa, me seguindo. Ele só ficou na cadeia 33 dias. Depois foi solto para esperar o julgamento em liberdade.”

A ativista Manuela Castaneda diz que a principal reinvindicação das mulheres é fazer cumprir a lei, fornecendo os meios necessários para que as vítimas possam realmente se sentir protegidas. “Esse não é um problema privado, que acontece dentro da casa das pessoas. E um problema político, porque o Estado não dá as devidas garantias – apesar de termos uma mulher na Presidência e uma bancada feminina representando 40% da Câmara dos Deputados. E temos juízes e funcionários públicos que ignoram as denúncias das mulheres ou soltam seus agressores.”

O Congresso argentino está discutindo um projeto de lei que crime cantadas consideradas mais agressivas, o chamado “assédio verbal”. A prática poderá ser punida com multa de até R$ 240. Uma legislação parecida já existe na Bélgica e no Peru. Na Argentina, a discussão ganhou força a partir de uma denúncia gravada pela jovem Aixa Rizzo, de 20 anos, e postada no Youtube.

No vídeo, gravado pelo celular, Aixa conta que, dia após dia, ouvia grosserias de trabalhadores de um canteiro de obra perto da sua casa. Ela tentou denunciar o assédio verbal à policia – sem resultado. Mas, nas redes sociais, o caso ganhou repercussão, provocando um debate nacional.

“O feminicídio é o final mais trágico de uma história que pode começar muito antes, com uma cantada agressiva”, disse a ativista Carina Monja. “Tudo faz parte de um mesmo quadro de violência contra a mulher. Além do assédio verbal, as mulheres são vítimas da violência dos meios de comunicação, onde muitas vezes aparecem seminuas, tocadas por homens, como se fossem objetos”, criticou.

Por: Agência Brasil
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Flu vence o Coritiba e segue em ascensão no Brasileiro

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Tricolor continua invicto sob o comando de Enderson Moreira: são duas vitórias e um empate
O Fluminense esteve longe de mostrar um futebol brilhante, mas não teve nenhum problema para derrotar o Coritiba, um dos lanternas do Brasileiro, por 2 a 0, com um gol em cada tempo, nesta quinta-feira à tarde no Maracanã. É a segunda vitória com o uniforme verde e azul. E não seria um exagero afirmar que a torcida, vibrante o tempo inteiro, jogou mais que o time.

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Assim, o Tricolor chegou aos 10 pontos e se aproximou do G4 do Brasileiro, enquanto o Coxa permanece na zona da degola. As equipes voltam a campo no domingo. Os cariocas encaram o Sport, no Maracanã. No mesmo dia, os paranaenses tentam a recuperação contra o Internacional, no Beira-Rio.

CORITIBA CRESCE DE PRODUÇÃO, MAS QUEM MARCA É O FLUMINENSE

O Coritiba voltou para a etapa derradeira mais ousado, esbarrando porém, como já ocorria, nas suas limitações. Teve um gol bem anulado aos seis minutos, pois Paulinho estava em posição irregular, enquanto o Fluminense, a exemplo do primeiro tempo, parecia satisfeito com o resultado. Um chute forte de Wagner, dentro da área, para defesa de Bruno, foi o que de melhor conseguiu.

Daí em diante, os treinadores começaram a promover substituições, com o objetivo de buscar algo mais interessante. Mas a partida continuou no mesmo ritmo, deixando a torcida tricolor apreensiva, com receio do que se costuma chamar no futebol de uma bola vadia em sua área, que pudesse, é claro, decretar o empate.

Até que aos 43, o time carioca aproveitou o fato do Coritiba sair desorganizado, em busca do quase impossível, para Breno Lopes puxar contra-ataque pela esquerda e cruzar na cabeça de Marcos Júnior, que só teve o trabalho de cumprimentar o goleiro: 2 a 0. Um resultado justo, apesar das circunstâncias, pois a equipe do Coxa é dar dó.

FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE 2 X 0 CORITIBA

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data-hora: 4/6/2015 – 16h
Árbitro: Cleisson Veloso Pereira (MG)
Auxiliares: Pablo Almeida da Costa (MG) e Celso Luiz da Silva (MG)
Renda/Público: R$ 695.970,00/23.004 pagantes/28.041 presentes.
Cartões amarelos: Edson (FLU); Helder, Thiago Galhardo, João Paulo e Luccas Claro (CTB)
Cartões vermelhos: Não houve.

Gols: Vinícius, 29’/1ºT(1-0) e Marcos Júnior, 43’/2ºT(2-0).

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Renato, Gum, Antonio Carlos e Breno Lopes; Edson, Jean, Gerson (Marcos Júnior, 39’/2ºT) Wagner (Pierre, 32’/2ºT) e Vinícius (Magno Alves, 26’/2ºT); Fred – Técnico: Enderson Moreira.

CORITIBA: Bruno; Norberto, Luccas Claro, Leandro Almeida e Henrique (Ivan, 26’/2ºT); João Paulo, Hélder (Cáceres, 19’/2ºT), Ruy e Thiago Galhardo (Rafhael Lucas, 14’/2ºT); Paulinho e Wellington Paulista – Técnico: Marquinhos Santos.

Por: Lance!Net-Foto: Wagner Meier/LANCE!Press

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Jovem captura peixe com mais de 100kg, mas liberta o animal

Linguado gigante foi pescado no no mar da Noruega
Um pescador sueco se surpreendeu ao capturar um linguado gigante, no mar da Noruega. Erik Axner, de 24 anos, estava na companhia de amigos, quando fisgou em seu anzol o animal, que pesava mais de 100 quilos e tinha cerca de 2 metros de comprimento. Segundo informações do jornal The New York Post, o jovem acabou libertando o animal, que era grande demais para o pequeno barco no qual ele estava com seus parceiros.

Para que o encontro com o animal enorme não virasse “história de pescador”, Erik não pensou duas vezes antes de entrar nas águas congelantes e tirar fotos com sua presa. “Depois, nós o libertamos para pescá-lo de novo outro dia”, contou o sueco, que divulgou os cliques ao lado do bicho no Facebook, onde arrancou elogios de internautas.

Embora o peixe tenham impressionado os pescadores por seu tamanho, ele ainda pode ser considerado pequeno. Há dois anos, o alemão Marco Liebenow já tinha conseguido pescar um linguado de com mais de 231 quilos.

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Por: Extra

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Atlético-PR bate o Figueirense em casa e segue isolado na liderança

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Com um placar magro, mas providencial, o Atlético Paranaense fez a lição de casa, bateu o Figueirense por 1 a 0 na Arena da Baixada, e segue na liderança isolada do Campeonato Brasileiro 2015. Com o resultado, o Rubro-Negro chegou aos 12 pontos, enquanto o Figueira, estacionado em quatro, volta a se preocupar com a proximidade da zona de rebaixamento, na 15ª colocação.

O Furacão abriu o placar aos 19 minutos do primeiro tempo, com Nikão, que aproveitou jogada de Walter para completar para o fundo das redes. Depois da correria inicial, o ritmo da partida caiu bastante e ficou por aí.

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense enfrenta o Vasco da Gama, sábado, na Arena da Baixada. Já o Figueirense terá pela frente o Palmeiras, domingo, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis.

O jogo – A partida começou morna, com o Furacão mantendo a posse de bola, mas sem conseguir entrar na defesa catarinense. Aos sete minutos, no contra-ataque, Leandro Silva lançou Ricardinho e Weverton deixou a meta para defender. Na resposta, o Furacão teve sua primeira chance, com o atacante Walter, que arriscou de fora da área, por cima da meta, com perigo.

Aos poucos o Rubro-Negro se soltava em campo mais e arriscava. Aos 18 minutos, Otávio chutou de longe e a defesa afastou no meio do caminho, Mas, um minuto depois, Walter entrou Nikão entrando na área e o meia soltou o pé para estufar as redes e abrir o placar. Em mais um chute de fora da área, Hernani tentou deixar sua marca, aos 23 minutos, mas a bola subiu demais.

O gol deu ainda mais tranquilidade aos donos da casa, que podiam tocar bola e esperar o melhor momento para atacar. Aos 31 minutos, Cléo chegou ao fundo e cruzou curto, facilitando o corte da zaga do Figueira. A equipe alvinegra chegou a marcar, aos 36 minutos, com Clayton, mas a arbitragem anulou o lance anotando o impedimento do atacante.

Depois do intervalo, as duas equipes voltam com alterações. Pelo Atlético entrou Giovanni e saiu Cléo. Pelo Figueira, Elias ficou com o lugar de Everaldo. Aos quatro minutos, Ricardinho cobrou falta fechada e Weverton saiu para afastar de soco o perigo. Sem conseguiu penetrar na defesa, Otávio chutou quase da intermediária, sem direção alguma.

O Figueirense teve uma boa oportunidade aos 16 minutos, com Carlos Alberto aproveitando escanteio para subir na área e testar firme, para fora. No troco, Walter tentou pegar o goleiro Alex desprevenido e mandou pela linha de fundo. Aos 24 minutos, Giovanni partiu para a jogada individual, carregou a bola e mandou o petardo para defesa de Alex.

O ritmo da partida despencou e, em meio ao marasmo, Carlos Alberto quase empatou para os catarinenses, aos 31 minutos e, dentro da área, parou na saída precisa de Weverton. O Furacão se armou na defesa, abriu mão do ataque e segurava os três pontos. Aos 43 minutos, Walter fez o giro e Ytalo por pouco não chegou na bola para completar mas, por sorte não fez falta e a liderança estava garantida.
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Fonte: Gazeta Esportiva

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Pará apresenta projeto de ferrovia ao governo federal

A ferrovia estadual tem um traçado bem maior no território paraense. Começaria em Santana do Araguaia e passaria por vários municípios
O governo federal conheceu o projeto da ferrovia paraense, que liga o sul e sudeste do Pará até o norte do Estado. Esse foi o resultado de encontro ocorrido nesta quarta-feira (3), em Brasília, entre o secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Governo do Pará, Adnan Demachki, o secretário executivo do Ministério da Fazenda em exercício, Tarcísio Godoy, e o presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Bastos.

Além de Adnan Demachki e Tarcísio Godoy, participaram do encontro o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), o coordenador do Núcleo de Representação do Pará no Distrito Federal, Ophir Cavalcante, e o empreendedor Renato Pavan. Pelo Ministério da Fazenda, estavam na reunião o secretário de Acompanhamento Econômico, Paulo Correa, e o diretor de Programa, Manoel Procópio.

A apresentação do projeto da ferrovia paraense a técnicos do ministério foi um pedido feito pelo ministro Joaquim Levy ao governador Simão Jatene, em encontro, ocorrido há 15 dias, em Brasília. O ministro disse ao governador, na ocasião, que gostaria de conhecer mais profundamente a ideia para estabelecer uma parceria entre os governos estadual e federal na concretização do projeto.

Adnan Demachki mostrou aos técnicos do ministério a viabilidade técnica da ferrovia, além da necessidade para alavancar a economia não só do Pará, mas de todo o Brasil. Grãos, minério e produtos agropecuários, entre outros, com forte produção no Pará e em Estados do Centro Oeste brasileiro, perdem em competitividade no mercado mundial e, muitas vezes, até deixam de ser produzidos pela falta de logística, disse Adnan.

A ferrovia, segundo o secretário, supre essa ausência e transforma o Pará e o Brasil em polos de alta competitividade no mercado, notadamente Europa, Ásia e Estados Unidos. “A implantação de uma ferrovia com traçado captando os minérios e os produtos do agronegócio tornará o Pará uma das regiões mais competitivas em todo o mundo, pela proximidade de um porto de águas profundas, atualmente Vila do Conde. Esses fatores atuam de forma a atrair grandes indústrias e atividades econômicas para o futuro condomínio industrial portuário que integra o projeto”, disse Adnan Demachki.

Interligação – Diferente do projeto de extensão da Norte-Sul, do governo federal, a ferrovia estadual tem um traçado bem maior no território paraense. Começaria em Santana do Araguaia e passaria por vários municípios, como Redenção, Xinguara, Marabá, Rondon do Pará, Nova Ipixuna, Ulianópolis, Paragominas e Barcarena. Interessados no projeto, os técnicos do ministério fizeram várias perguntas ao secretário, principalmente sobre a relação entre a ferrovia paraense e a Ferrovia Norte-Sul, cujo projeto prevê uma ligação com Vila do Conde.

O secretário informou aos técnicos que as duas ferrovias não competem entre si. Ao contrário. Uma interligação já planejada das duas ferrovias, faria com que houvesse uma importante intermodalidade, diminuindo custos de construção no início dos projetos e aumentando consideravelmente os lucros com o transporte dos produtos após a obra concluída. O senador Flexa Ribeiro ressaltou a importância de Barcarena para projetos de escoamento de produtos brasileiros e que uma ligação ferroviária com o município só trará benefícios do Brasil.

Tarcísio Godoy recebeu o projeto e disse que vai analisar profundamente a ideia, tendo por base questões técnicas e federativas. As decisões serão tomadas principalmente com base nesses dois fatores, disse Godoy. Jorge Bastos achou interessantíssima a ligação da ferrovia paraense à atual ferrovia norte sul a partir de Açailândia, pois permitiria o ingresso da carga da norte sul pela ferrovia paraense até o porto de Barcarena e vice versa. A produção paraense além de seu escoamento pelo porto de Barcarena poderia também acessar o centro oeste e sul através da ferrovia norte sul. Ao final, o secretário Adnan Demachki colocou à disposição do Ministério da Fazenda e da ANTT todo o corpo técnico da secretaria para mais detalhes sobre o projeto.

Escoamento – A ferrovia estadual será uma concessão à iniciativa privada, responsável por todos os investimentos de implantação e operação. Caberá ao governo estadual a fiscalização e regulação da atividade ferroviária. Além de baixar o custo do frete, o que interessa aos produtores, o novo modal de transporte também diminui o tráfego nas estradas do Estado, aumentando a segurança para o usuário comum, e tira das rodovias as carretas cada vez mais pesadas e compridas, que exigem reparos constantes.

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O projeto vem sendo chamado, ainda na fase de estudos preliminares, de Complexo Logístico Industrial e Portuário Paraense (Colinport), que se constitui numa ferrovia de 1,2 mil quilômetro, criando a Ferrovia Paraense (Fepasa) e, no futuro, um porto multicarga em Colares, no nordeste do Estado. Levantamentos apontam que o local é propício para receber navios de grande capacidade, por conta de possuir calado mais profundo e um Condomínio Industrial Portuário para receber indústrias.

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Informações preliminares de técnicos da empresa, que idealizaram o projeto, estimam que os investimentos privados previstos para a ferrovia seriam de R$ 8 bilhões, mais R$ 6 bilhões para o superporto e outros R$ 2 bilhões para a construção de um condomínio industrial próximo ao porto. Já na fase de construção, cujo início está previsto para 2018, seriam gerados 14 mil empregos e, durante a operação, somando os trabalhos na ferrovia, ramais, plataformas, superporto e condomínio industrial, a Pavan Engenharia estima que seriam cerca de 60 mil empregos diretos.

Segundo informações do setor, a expectativa é que já no primeiro ano de funcionamento da ferrovia a demanda seria da ordem de quase 30 milhões de toneladas de produtos, como grãos e minérios. Em cinco anos, essa demanda cresceria para pelo menos 48 milhões de toneladas.

Ainda de acordo com informações da Sedeme, a empresa já identificou opções de traçados, levando em consideração o meio ambiente e não cortando terras indígenas ou de populações tradicionais, como áreas quilombolas, nem áreas de preservação ambiental o que comprometeria as licenças necessárias.

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Por: Agência Pará

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Quase metade da área florestal explorada em Mato Grosso é ilegal

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Caminhões transportam toras e madeira serrada na região noroeste de MT. Foto: Daniela Torezzan/ICV

Estudo lançado na terça-feira (26), pelo Instituto Centro de Vida (ICV) em Cuiabá-MT, aponta que 46% da área florestal explorada no estado entre agosto de 2012 e julho de 2013 foi ilegal. Neste período foram mapeados mais de 303 mil hectares, dos quais cerca de 163 mil foram explorados em áreas autorizadas e mais de 139 mil em áreas ilegais. Os dados foram obtidos a partir do cruzamento de imagens de satélites e o banco de dados oficiais sobre as autorizações de exploração florestal emitidas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT).

Em comparação com o mesmo período do ano anterior, a área de floresta explorada para fins madeireiros, em Mato Grosso, cresceu 53%, com um aumento de 80% em áreas autorizadas e 31% de áreas não autorizadas. O estudo Transparência Florestal: Mapeamento da ilegalidade da exploração madeireira mostra que a ilegalidade ocorreu, principalmente, em áreas cujos órgãos oficiais não dispõem de qualquer registro público, classificadas como ‘sem categoria fundiária definida’. Em seguida aparecem as terras Indígenas e propriedades rurais cadastradas no Sistema Integrado de Monitoramento e Licenciamento Ambiental de Mato Grosso (Simlam).

A produção de base florestal em Mato Grosso é o quarto setor na economia estadual, gerando cerca de 100 mil empregos diretos e indiretos, com uma produção anual média de três milhões de metros cúbicos de madeira em tora. Esse desempenho coloca o estado como segundo maior fornecedor de madeira nativa do Brasil. Do total dessa produção, 25% é utilizada em Mato Grosso, 65% vai para outros estados e 10% são exportados.

Caminhões transportam toras e madeira serrada na região noroeste de MT. Foto: Daniela Torezzan/ICV
Caminhões transportam toras e madeira serrada na região noroeste de MT. Foto: Daniela Torezzan/ICV

Apesar da sua importância social e econômica, esse setor permanece marcado pela ilegalidade. “Nossa análise mostra que a exploração total de Mato Grosso (ilegal e legal) dobrou em 2013 em relação ao ano anterior, mas continua no mesmo padrão de ilegalidade: quase metade da área é explorada ilegalmente (46%)”, reforça Alice Thuault, diretora adjunta do ICV.

De acordo com o estudo, a exploração florestal é manchada por uma ilegalidade silenciosa, encoberta por falhas e inconsistências nos sistemas de monitoramento e licenciamento que não permitem garantir a origem legal da madeira. Nesse contexto, os produtos florestais ilegais acabam sendo encobertos por documentos legais. Essa situação gera prejuízos ambientais e também ao próprio setor, pois impede a valorização da produção florestal feita de maneira autorizada.

A análise ressalta que tanto o governo quanto o setor privado precisam assumir compromissos para enfrentar o problema. A Sema-MT deve garantir a centralização das informações no Simlam e a disponibilização das mesmas no site do órgão ambiental. Já o setor privado, por sua vez, necessita de modernização, adotando sistemas de rastreabilidade e auditorias para comprovação da origem legal da madeira.

O estudo foi lançado durante o 3º Workshop de monitoramento e controle florestal que reúne, em Cuiabá-MT, entre 26 e 28 de maio, representantes de organizações não governamentais da área ambiental, governos federal e estadual, organizações do setor de base florestal e Ministério Público Federal. O objetivo do evento é estabelecer acordos e compromissos para enfrentar o problema da ilegalidade na exploração florestal no estado.

Por Daniela Torezzan/ICV retirado do Portal EcoDebate, 03/06/2015

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Leão mata americana em parque na África do Sul

Turista estava com a janela do veículo de passeio aberta quando foi atacada
Um leão matou uma americana em um parque privado, na África do Sul. Ela estava sentada no banco do passageiro de um veículo com a janela aberta no Lion Park, em Joanesburgo, o que contraria as regras do lugar. O motorista do carro também se feriu enquanto tentava ajudar a vítima.

A mulher, ainda não identificada, morreu enquanto paramédicos tentavam socorrê-la. Já o motorista teve ferimentos no braço e não corre riscos.

De acordo com o assistente de operações do local, Scott Simpson, o consulado foi avisado. A embaixada americana confirmou a informação e declarou estar prestando toda a assistência possível.

O Lion Park é um dos principais destinos turísticos do país. Os visitantes podem passear de carro pela selva e alimentar os filhotes de leão.

Em maio, outro felino matou um homem na cidade sul-africana de East London, quando ele pulou no recinto do animal.
Por: O Globo

Uma leoa no Lions Park, em Joanesburgo - Flickr
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Quase 58 mil títulos são cancelados no Pará

Quase 58 mil títulos são cancelados no Pará (Foto: Rafael Neddermeyer/FotosPúblicas)
Eleitor que não justificou ausência de votação há três eleições não poderá obter documento

Segundo a Justiça Eleitoral, 57.964 eleitores paraenses tiveram o título cancelado por ausência ás urnas nas três últimas eleições. Os nomes e números dos títulos já estão disponíveis para consulta nos sites do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Do universo de 142.822.083 eleitores na época do último pleito realizado no país, foram cancelados 1.711.267 títulos. Para aplicação dessa regra, cada turno é considerado uma eleição.

No Pará, dos 5.188.450 eleitores aptos ao voto, 60.188 estavam passíveis de cancelamento, e apenas 2.204 foram regularizados dentro do prazo determinado. Em Belém, o atendimento ao chamado foi bem menor ainda. A capital possui 1.023.169 eleitores e 11.722 títulos estavam correndo risco de serem cancelados, mas somente 413 eleitores regularizaram sua situação, e outros 11.347 forma cancelados.

O cancelamento ocorreu depois de passado o prazo de 60 dias para que os 1.781.115 eleitores passíveis de terem o documento invalidado pudessem regularizar a situação perante a Justiça Eleitoral. Desse total, apenas 64.580 (3,62%) compareceram aos cartórios eleitorais portando documento oficial com foto, título e comprovantes de votação, de justificativa e de recolhimento ou dispensa de recolhimento de multa.

Para saber se o documento foi cancelado, basta acessar o link “situação eleitoral”, no espaço “serviços ao eleitor”, disponível nos sítios eletrônicos da Justiça Eleitoral.

REGULARIZAÇÃO

Para reverter esse quadro e regularizar o título eleitoral, o eleitor deverá comparecer, pessoalmente, ao cartório eleitoral de sua inscrição ou, em caso de mudança de endereço, no cartório eleitoral ao qual pertença sua residência. Ele deverá levar um documento de identidade, exceto o novo modelo de passaporte por não conter dados de filiação, e, se possuir, apresentar o título eleitoral e os comprovantes de justificativa de ausência em cada turno das eleições, além de comprovante de residência.

A regularização não é necessária para eleitores com menos de 18 anos ou com mais de 70, para os quais o voto é facultativo. Pessoas com deficiência e que têm dificuldade de cumprir as obrigações eleitorais também não terão o título suspenso.

Segundo a Justiça Eleitoral, 57.964 eleitores paraenses tiveram o título cancelado por ausência ás urnas nas três últimas eleições. Os nomes e números dos títulos já estão disponíveis para consulta nos sites do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Do universo de 142.822.083 eleitores na época do último pleito realizado no país, foram cancelados 1.711.267 títulos. Para aplicação dessa regra, cada turno é considerado uma eleição.
No Pará, dos 5.188.450 eleitores aptos ao voto, 60.188 estavam passíveis de cancelamento, e apenas 2.204 foram regularizados dentro do prazo determinado. Em Belém, o atendimento ao chamado foi bem menor ainda. A capital possui 1.023.169 eleitores e 11.722 títulos estavam correndo risco de serem cancelados, mas somente 413 eleitores regularizaram sua situação, e outros 11.347 forma cancelados.
O cancelamento ocorreu depois de passado o prazo de 60 dias para que os 1.781.115 eleitores passíveis de terem o documento invalidado pudessem regularizar a situação perante a Justiça Eleitoral. Desse total, apenas 64.580 (3,62%) compareceram aos cartórios eleitorais portando documento oficial com foto, título e comprovantes de votação, de justificativa e de recolhimento ou dispensa de recolhimento de multa.
Para saber se o documento foi cancelado, basta acessar o link “situação eleitoral”, no espaço “serviços ao eleitor”, disponível nos sítios eletrônicos da Justiça Eleitoral.

REGULARIZAÇÃO

Para reverter esse quadro e regularizar o título eleitoral, o eleitor deverá comparecer, pessoalmente, ao cartório eleitoral de sua inscrição ou, em caso de mudança de endereço, no cartório eleitoral ao qual pertença sua residência. Ele deverá levar um documento de identidade, exceto o novo modelo de passaporte por não conter dados de filiação, e, se possuir, apresentar o título eleitoral e os comprovantes de justificativa de ausência em cada turno das eleições, além de comprovante de residência.

A regularização não é necessária para eleitores com menos de 18 anos ou com mais de 70, para os quais o voto é facultativo. Pessoas com deficiência e que têm dificuldade de cumprir as obrigações eleitorais também não terão o título suspenso. (Com informações do TSE)

(Diário do Pará)

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