Barco carregado com duas mil latas de açaí naufraga no Marajó

Foto Reprodução| Um pequeno barco naufragou na noite deste domingo (23), com 2 mil latas de açaí, em frente ao trapiche da cidade de Chaves, no arquipélago do Marajó. Toda a tripulação do barco conseguiu se salvar.

De acordo com testemunhas, a embarcação estava chegando à cidade com a carga quando, a forte correnteza do rio Amazonas jogou o barco contra o trapiche. A colisão abriu um buraco no barco.

Em poucos minutos, a embarcação começou a afundar. Os tripulantes tentaram, sem sucesso, retirar a água de dentro da embarcação com baldes. Toda a carga de açaí foi descartada no rio, na tentativa de impedir o naufrágio. Mesmo assim, o barco afundou.

Uma força-tarefa foi montada para tentar retirar a embarcação do fundo do rio, mas a maré forte impediu a operação.

Fonte: Portal Debate Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2025/18:04:35

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Suspeito de esfaquear colega após briga é preso em flagrante em Paragominas

Foto Reprodução| A equipe da Seccional Urbana de Paragominas, com apoio da Polícia Militar, efetuou a prisão em flagrante de um homem por tentativa de homicídio, na última quinta-feira (19). Os policiais tomaram conhecimento sobre o fato ocorrido durante a noite em uma área da zona rural do município.

A vítima e o indivíduo trabalhavam juntos e estavam nas proximidades de uma comunidade consumindo bebida alcoólica. No retorno para a fazenda, houve desentendimento entre ambos e o acusado desferiu dois golpes de arma branca contra a vítima. Logo após a ação, ele fugiu do local.

A vítima foi socorrida e levada até um hospital local, enquanto a equipe da Polícia Civil iniciava os procedimentos para apurar o ocorrido, a Polícia Militar apresentou o suspeito, que teria retornado na madrugada para o alojamento, na tentativa de passar despercebido como autor do crime, contudo foi contido por outros funcionários.

Diante dos fatos, testemunhas e outros indícios de autoria, o homem foi autuado em flagrante pelo crime de tentativa de homicídio, sendo encaminhado à unidade prisional de Paragominas, onde ficará à disposição da Justiça.

Fonte: Portal Debate Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2025/18:00:59

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Brindes da COP30 viram “ouro” na OLX e preços geram polêmica

Foto Reprodução| Na internet, enquanto a COP30 ainda mobiliza debates sobre seus relatórios finais e o legado deixado para Belém, um fenômeno paralelo ganhou força nas redes e plataformas digitais: a corrida pelos brindes do evento.

Na OLX, onde a economia da conveniência costuma ditar o ritmo, itens simples como garrafas, pins e bolsas oficiais, ou não, têm aparecido com preços considerados absurdos – e o contraste virou assunto após o criador de conteúdo Dan Contro publicar um vídeo em seu perfil no Instagram, denunciando o surto inflacionário em torno dos souvenirs.

Na postagem, ele destaca anúncios que chegam a desafiar a lógica. Um dos exemplos é uma garrafa com a logo do Curupira, mascote da conferência, vendida por R$ 300.

Há ainda um pin da China pelo mesmo valor e outra garrafa, vinda do Catar, oferecida por R$ 200. De forma irônica, o influenciador brinca que o pin do Curupira, anunciado por “apenas” R$ 100, estaria desvalorizado por ser nacional- uma provocação que expôs o humor e o desconforto diante da especulação.

Fonte: Portal Debate Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2025/17:51:36

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Polícia Civil prende homem por agredir criança autista em Belém

Foto Reprodução| Há cidades em que a rotina parece correr silenciosa, mas basta um episódio de violência para revelar tensões escondidas no cotidiano urbano.

No bairro do Guamá, em Belém, a tarde do último domingo (23) terminou com indignação e alerta sobre a vulnerabilidade de pessoas neurodivergentes. A Polícia Civil do Pará confirmou, na segunda-feira (24), a prisão em flagrante de um homem suspeito de praticar lesão corporal dolosa contra uma criança autista de 11 anos.

Segundo informações da Seccional Urbana do Guamá, o caso ocorreu no final da tarde de domingo, quando o agressor desferiu um soco no olho da vítima. A motivação, conforme apuração policial, teria sido o fato de a criança ter jogado um pedaço de manga na namorada do suspeito, gesto que gerou a reação desproporcional e violenta.

 Após a denúncia, equipes iniciaram diligências que permitiram localizar o homem, identificado e detido ainda na região. Ele foi conduzido para a unidade policial do Guamá, onde permanece à disposição da Justiça e responderá pelo crime de lesão corporal dolosa – agravado pela condição neurodivergente da vítima.

Fonte: Portal Debate Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2025/15:34:00

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Belém sediará XXV Encontro dos Conselhos de Energia Elétrica

Foto Reprodução| Belém sediará, nos dias 27 e 28 de novembro de 2025, o XXV Encontro Nacional de Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica, um dos mais importantes fóruns de debate sobre direitos dos usuários, políticas tarifárias e desafios do setor elétrico no país. A edição deste ano discutirá o tema “Mudanças Climáticas e Justiça Energética”, em sintonia com o cenário pós-COP30, que ampliou o protagonismo da Amazônia nas discussões globais sobre clima e desenvolvimento.

A escolha da capital paraense para sediar o evento reforça seu peso simbólico e político. Após receber a conferência climática internacional, Belém segue no centro das atenções mundiais ao expressar, em seu próprio território, desafios relacionados ao acesso à energia, à redução de desigualdades e às vulnerabilidades agravadas pelas mudanças climáticas.

Fonte: Portal Debate Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2025/17:20:48

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Concurso da Sefa PA com 286 vagas tem banca definida. Confira!

Foto Reprodução| A Secretaria da Fazenda do Estado do Pará (Sefa PA) avançou mais uma etapa na realização do novo concurso público da instituição. A Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp) foi oficialmente escolhida como a banca organizadora do certame, conforme publicação no Diário Oficial do Estado.

A Fadesp já foi responsável pela organização do último concurso da Sefa PA, o que torna a escolha uma decisão esperada por muitos. Agora, com a banca definida, o próximo passo é a divulgação do edital, prevista para acontecer ainda neste ano. A informação foi confirmada por Charles Alcantara, presidente do Sindifisco-Pará, que reforçou a expectativa dos candidatos, que aguardam ansiosos a publicação do documento.

Fonte: Portal Debate Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2025/17:10:55

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Águia de Marabá confirma morte de ex-jogador da base e publica nota de pesar

Foto Reprodução| O ex-atleta do Sub-17 do Águia de Marabá, Arthur Dias, que integrou a categoria de base do clube por dois anos, morreu recentemente e foi velado nesta segunda-feira (24), em Marabá. A cerimônia reuniu familiares, amigos e pessoas próximas ao jovem, que teve passagem marcada pela equipe marabaense.

A diretoria do Águia de Marabá divulgou nota oficial nas redes sociais confirmando o falecimento e manifestando solidariedade aos familiares. No comunicado, o clube lamentou a morte do ex-jogador e destacou o período em que atuou na formação esportiva da instituição.

Segundo a nota, o Águia se solidarizou com parentes, amigos e ex-companheiros de equipe, desejando força aos envolvidos no momento de luto. O clube também agradeceu a contribuição do atleta durante sua trajetória na categoria de base.

Fonte: Portal Debate Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2025/17:03:50

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Mais de 70% das agressões contra mulheres têm testemunhas, diz estudo

Foto Reprodução| Cerca de 3,7 milhões de mulheres brasileiras viveram um ou mais episódios de violência doméstica nos últimos 12 meses, segundo pesquisa de abrangência nacional. 

Destas, cerca de 71% foram agredidas na presença de outras pessoas, e em 70% destes casos de agressão com testemunhas havia criança no ambiente, correspondendo a 1,94 milhões de agressões testemunhadas por menores. A pesquisa aferiu que, em 40% das situações com testemunhas, a vítima não recebeu ajuda.

Os dados atualizam o Mapa Nacional da Violência de Gênero, plataforma mantida pelo Observatório da Mulher contra a Violência (OMV) do Senado Federal, pelo Instituto Natura e pela organização Gênero e Número, que integra dados e análises sobre o tema para fomentar políticas públicas de enfrentamento às diferentes formas de violência de gênero.

“Essa foi a primeira vez em que a pesquisa investigou a presença de outras pessoas no momento da agressão. O fato de 71% das mulheres serem agredidas na frente de outras pessoas, e, dentre esses casos, 7 em cada 10 serem presenciados por, pelo menos, uma criança, mostra que o ciclo de violência afeta muitas outras pessoas além da mulher agredida”, diz Marcos Ruben de Oliveira, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado, um dos realizadores do estudo.

A pesquisa também contou com a experiência da empresa Nexus e ouviu 21.641 mulheres, de todos os estados e do Distrito Federal, por telefone.

A situação de violência é, para 58% das entrevistadas, recorrente, ocorrendo há mais de um ano, o que indica, segundo a análise dos dados, “a persistência do ciclo de agressões e a dificuldade de rompimento desses vínculos”, causadas ou agravadas pela dependência econômica e pela ausência de redes de apoio.

“Cada situação de violência deixa marcas que ultrapassam o momento da agressão. A pesquisa evidencia que a violência de gênero não é um problema isolado, mas uma questão estrutural que afeta famílias e comunidades e exige uma resposta coletiva, coordenada e permanente, capaz de contribuir para o desenvolvimento do país”, avalia Maria Teresa Mauro, coordenadora do OMV.

Acolhimento

A escuta e o acolhimento dessas mulheres também recebeu atenção na pesquisa. Após as situações de violência, 58% das mulheres ouvidas buscaram apoio na família, 53% recorreram à igreja e 52% contaram com amigos. 

Após procurar um ou mais destes espaços de acolhimento, apenas 28% registraram denúncia em Delegacias da Mulher e 11% acionaram o Ligue 180, central de atendimento à mulher. Em uma análise considerando o tipo de congregação entre as entrevistadas que afirmavam ter alguma fé, 70% das evangélicas procuraram amparo religioso, enquanto 59% das católicas recorreram a familiares.

“Os números são uma fotografia da realidade do país, em que a maior parte dos casos de violência doméstica ainda é tratado na esfera privada. É essencial que quem acolhe, seja um familiar, uma liderança religiosa ou uma amiga, saiba orientar com clareza sobre os caminhos e órgãos responsáveis pelo atendimento, garantindo que essa mulher se sinta segura para buscar proteção e exercer seus direitos”, afirmou em nota Beatriz Accioly, antropóloga e líder de Políticas Públicas pelo Fim da Violência Contra Meninas e Mulheres, do Instituto Natura.

Lei Maria da Penha

Outro recorte da pesquisa é o conhecimento prévio das mulheres sobre instituições e mecanismos de proteção. Foi possível perceber que 67% das brasileiras conhecem pouco a Lei Maria da Penha e 11% desconhecem completamente seu conteúdo. Segundo a nota da pesquisa, o desconhecimento é maior entre aquelas com menor renda e escolaridade.

O percentual de quem não conhece a lei é maior entre brasileiras analfabetas (30%) e que têm apenas o ensino fundamental incompleto (20%) do que entre as mulheres com ensino superior completo (3%) ou incompleto (4%).

Entre as mulheres com renda familiar de até 2 salários mínimos, são 13% as que desconhecem totalmente a lei, mais que o dobro das brasileiras que ganham de 2 a 6 salários mínimos (6%), e 4 vezes mais do que aquelas com renda familiar maior que 6 salários mínimos (3%).

A questão geracional também é relevante: mulheres mais velhas conhecem menos essa Lei e, por extensão, outras ferramentas de proteção. Entre as ouvidas, 18% das brasileiras com mais de 60 anos disseram não saber do que se trata a Lei Maria da Penha.

Entre as mulheres de 50 a 59 anos o número cai para 14% e para 8% entre aquelas na faixa de 40 a 49 anos. Em seguida vêm as brasileiras de 30 a 39 anos (7%) e as mais novas, de 16 a 29 anos (6%).

Apesar de ainda ser relevante o desconhecimento sobre a Lei Maria da Penha, 3 em cada 4 brasileiras (75%) acreditam que a lei protege totalmente (27%) ou em partes (48%) as mulheres contra a violência de gênero.

Outras 23% acham que não protege e 2% não quiseram ou souberam opinar. As mulheres com menor escolaridade também acreditam menos na proteção legislativa: são 33% das brasileiras não alfabetizadas e 30% das que não completaram o ensino médio que não concordam com a eficácia da lei, contra 15% daquelas com ensino superior completo.

Instituições

Foi investigado, ainda, o conhecimento das pesquisadas sobre outras instituições e seu papel no apoio às vítimas. O equipamento mais conhecido e citado são as Delegacias da Mulher, reconhecidas por 93% das entrevistadas como um equipamento de proteção às vítimas de violência.

O segundo mais citado foram as Defensorias Públicas (87%), seguidas pelos  Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) (81%), pelo serviço Ligue 180 (76%), pela Casa Abrigo (56%), pela Casa da Mulher Brasileira (38%) e por outros serviços (5%).

Fonte: Portal Debate Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2025/16:33:48

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Mulher que matou e incendiou o corpo do marido em Castelo dos Sonhos é presa no DF acusada de matar enteada de 7 anos

Iraci Bezerra dos Santos Cruz, 43 anos, era considerada foragida da Justiça do Pará antes de matar a enteada, Rafaela Marinho, 7, no Distrito Federal. (Foto: Reprodução)

Na sexta-feira (21), após matar a menina enforcada dentro da casa onde morava, na Estrutural (DF), Iraci se apresentou de forma espontânea à Polícia Civil. Ela disse ter cometido o crime após a criança afirmar que preferia morar com uma vizinha.

“A autora confessou o crime à polícia e disse que o fez após ter ingerido bebida alcoólica e ter feito uso de substância entorpecente. Ela a enforcou com o cinto e, após, a suspendeu por uma corda”, disse a delegada-chefe da 8ª Delegacia de Polícia.

A TV Globo apurou que, em depoimento à polícia, a mulher também disse ter colocado álcool no nariz da criança. Afirmou, ainda, que estava “arrependida” e iria “pagar pelo que fez”.

Antes de matar a enteada no DF, a mulher executou e incendiou o corpo do marido no distrito de Castelo dos Sonhos, no Pará.

Na delegacia, os policiais descobriram que Iraci Bezerra dos Santos Cruz tinha um mandado de prisão em aberto, expedido pelo Estado do Pará, por um homicídio praticado contra o ex-companheiro, fato que ela nega.

O Jornal Folha do Progresso teve acesso ao relatório policial da Delegacia de Castelo dos Sonhos (PA), que detalha o homicídio pelo qual Iraci Bezerra dos Santos Cruz, 43 anos, era considerada foragida antes de matar a enteada, Rafaela Marinho, 7, no Distrito Federal. O documento descreve um crime marcado por extrema violência: o marido de Iraci foi executado com um tiro na cabeça e teve parte do corpo incendiada, segundo a Polícia Civil do distrito de Castelo dos Sonhos, no Pará.

O boletim de ocorrência, registrado em 17 de dezembro de 2023, narra que Marcos Gomes foi atingido por disparo de arma de fogo na região da cabeça, por volta das 2h, no distrito de Castelo dos Sonhos. Em seguida, parte do corpo da vítima foi queimada. Investigadores localizaram, no local, a espingarda calibre 28 usada no crime.

Testemunhas ouvidas no inquérito afirmaram que Iraci confessou o assassinato em ligações telefônicas feitas pela manhã, horas após o homicídio. Uma das pessoas relatou que a vítima trabalhava em sua fazenda e vivia ali com Iraci. Na noite do crime, ele deixou o casal sozinho no local devido à falta de energia. Pela manhã, recebeu a chamada em que Iraci admitiu ter “ceifado a vida de Marcos”.

Outra testemunha confirmou ter recebido declaração semelhante. O relatório indica que Iraci deixou a fazenda logo após o crime e “tomou rumo ignorado”, fugindo para evitar a prisão. Ela não chegou a ser ouvida pela Polícia Civil paraense.

A Justiça do Pará decretou a prisão preventiva ao concluir que Iraci matou Marcos e ateou fogo no corpo na tentativa de dificultar a identificação e destruir provas. O mandado, expedido em março de 2024, consta no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP).

Iraci vivia em Brasília havia cerca de um ano, quando conheceu o pai de Rafaela. Agora, responderá também pelo assassinato da enteada, com agravantes que podem levar a pena de até 40 anos.

 Imagens mostram a cena do crime na casa da suspeita,em Castelo dos Sonhos , no Pará (Foto>Divulgação PC)
Imagens mostram a cena do crime na casa da suspeita,em Castelo dos Sonhos , no Pará (Foto>Divulgação PC)

O homicídio contra Rafaela ocorreu na tarde de sexta-feira (21/11). Na 8ª DP, Iraci começou o depoimento dizendo: “É, agora vou pagar pelo que fiz”. A mulher relatou que, no dia anterior, usou drogas e álcool na companhia do namorado até as 5h de ontem. Às 7h, o pai de Rafaela saiu para trabalhar. Ao ser questionada sobre ter discutido com a menina antes do crime, ela afirmou que a criança disse que preferia morar com a vizinha, do que com ela.

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“Não estava planejando, nem pensando”, respondeu Iraci à delegada, ao ser confrontada sobre a possível premeditação do crime. Acrescentou que teve uma “vontade repentina” e detalhou o passo a passo: primeiro, tentou dopar a menina usando um pano com álcool no nariz dela; depois, a asfixiou com um cinto e tentou pendurá-la em uma pilastra. “Depois, vesti uma roupa e vim na delegacia”, finalizou.

Menina pediu para voltar para a casa da mãe um dia antes

Mãe de menina morta pela madrasta diz que filha não queria voltar para a casa do pai.

A criança conversou com a mãe pela última vez na véspera do crime. A mãe, Fabiana Marinho, disse à TV Globo que chegou a ouvir um pedido da criança para voltar para a casa dela, mas não conseguiu buscar a filha a tempo de evitar o crime.

“Eu falei: ‘Amanhã a mamãe vai te buscar’. E fui buscar minha filha morta”, desabafou.

A madrasta é Iraci Bezerra dos Santos Cruz, de 43 anos. Assassina confessa, ela se entregou à Polícia Civil do DF e disse ter cometido o crime após a criança afirmar que preferia morar com uma vizinha.

“Ela queria ficar mais comigo. Hoje [sexta], eu já vinha buscar ela. No fim de semana, ela já estava ficando comigo”, disse a mãe.

A criança morava com o pai e a madrasta na Estrutural, em razão dos estudos. A mãe e os irmãos moram em Valparaíso de Goiás, no Entorno do DF, e tinham planos de buscar a criança ao fim do ano letivo.

Fabiana afirma que a filha insistia que não queria mais ficar na casa do pai. Segundo a mãe, a madrasta já tinha comportamento agressivo e usava drogas.

“O pai dela foi negligente de deixar minha filha com essa mulher. Disseram que essa mulher estava drogada há três dias. Eu quero justiça, quero que ele pague também. Se ele tivesse protegido ela, não tinha acontecido isso.”

“Ela chorava dizendo que não queria ir”

A irmã da vítima, que prefere não se identificar, contou à TV Globo que a menina não queria voltar para a casa do pai no início da semana do crime.

“Ela estudava durante a semana e, nos finais de semana, ficava com a gente. Só que, na segunda-feira de manhã, ela chorava. Ela falava: ‘Eu não quero ir [para a casa do pai]'”, contou.

A irmã afirma que a menina já tinha feito outros relatos envolvendo a madrasta.

“Uma vez, ela chegou em casa e falou: ‘Mãe, minha madrasta tentou matar meu pai, botou veneno para ele comer'”, relembra.

A Polícia Civil classifica a morte da criança como feminicídio, com incidência da Lei Henry Borel, e agravantes de:

  • meio cruel;

  • motivo fútil;

  • impossibilidade de defesa da vítima;

  • relação de madrasta;

  • vítima menor de 14 anos.

A pena pode chegar a até 40 anos de prisão. A mulher foi levada à carceragem da Polícia Civil, onde passará por audiência de custódia.

Mãe de criança de 7 anos morta pela madrasta recebe abraço. — Foto: TV Globo/Reprodução
Mãe de criança de 7 anos morta pela madrasta recebe abraço. — Foto: TV Globo/Reprodução

Fonte:  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2025/17:31:32

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Curtidas no Instagram levam à prisão por violação de medida protetiva no sudeste do Pará

Foto Reprodução| A Polícia Civil cumpriu, na tarde de segunda-feira (24), um mandado de prisão preventiva contra Alano Silva Brito, de 28 anos, por descumprimento de medidas protetivas concedidas em favor de sua ex-companheira. A prisão ocorreu em Brejo Grande do Araguaia, no sudeste do Pará.

De acordo com informações da Polícia Civil, a vítima procurou a delegacia após notar que o ex-companheiro havia curtido publicações dela no Instagram e passado em frente à sua residência. As ações contrariavam a determinação judicial que proibia qualquer forma de contato ou aproximação.

Os investigadores iniciaram diligências após a denúncia. Registros de redes sociais confirmaram a interação e imagens de câmeras de segurança mostraram diversas passagens do suspeito pelo endereço da vítima. Com base nas evidências, o delegado Igor Wanick solicitou a prisão preventiva, que foi autorizada pela Comarca de São João do Araguaia.

O mandado foi cumprido no fim da tarde, por volta das 17h, na oficina de motos onde o investigado trabalhava. A Polícia Civil informou que continuará atuando em casos de violência doméstica e no monitoramento de medidas protetivas na região de Brejo Grande do Araguaia. A reportagem não conseguiu contato com o preso para apresentar sua versão.

Fonte: Portal Debate Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/11/2025/16:23:06

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