PM do Maranhão realiza prisão de suspeito de envolvimento na morte de açougueiro em Itaituba

Foto: Reprodução | Suspeito identificado como Leandro da Silva Coelho foi preso na tarde de terça-feira (2), em São Pedro da Água Branca; ele já havia cumprido pena por outro homicídio na cidade.

Na tarde de terça-feira (2), a Polícia Militar do Maranhão (PMMA) realizou a prisão de Leandro da Silva Coelho, em São Pedro da Água Branca (MA). Ele é suspeito de envolvimento no assassinato do empresário Gerson da Silva, conhecido como Fumaça, ocorrido em 9 de abril de 2025, em frente ao açougue da vítima, localizado na 25ª Rua com a Travessa São José, em Itaituba.

O suspeito foi abordado em uma van que seguia de Imperatriz (MA) para Marabá (PA). Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara Cível e Empresarial de Itaituba (TJPA). Leandro foi conduzido à delegacia local sem lesões, e com ele foram apreendidos a CNH e uma carteira contendo três cartões bancários.

Leandro já havia sido condenado e cumprido pena pela morte do produtor de comerciais conhecido como Boboya, assassinado a tiros em 23 de outubro de 2013, em Itaituba.

Na tarde desta quinta-feira (4), haverá uma entrevista com o delegado da Polícia Civil Taison Brasil, que trará mais detalhes sobre a prisão de Leandro, apontado como mentor intelectual do latrocínio que vitimou o açougueiro Fumaça.

Fonte: Portal Giro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/12/2025/08:47:02

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Motociclista se choca com muro e é encaminhado ao hospital com ferimentos, em Itaituba

Foto: Reprodução | O acidente ocorreu na manhã desta quinta-feira (4), na Rua das Flores, nas proximidades do Porto Seguro.

Um homem identificado como Franco Teodoro Brasil Viana, de 31 anos, ficou ferido na manhã desta quinta-feira (4) após colidir a motocicleta contra um muro na rua das Flores, nas proximidades do Porto Seguro, em Itaituba.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e realizaram o atendimento imediato. Segundo os militares, a vítima apresentava desorientação, agitação, edema no rosto e escoriações no ombro esquerdo. Após os primeiros socorros, Franco foi encaminhado ao Hospital Regional do Tapajós, onde ficou aos cuidados do médico plantonista.

Fonte: Giro Portal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/12/2025/08:44:50

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PF apreende mais de 51 kg de ouro, arma e munição em avião no aeroporto de Boa Vista (RO) vindo de Itaituba (PA); 03 pessoas foram presas

Foto: Reprodução | A apreensão aconteceu na manhã desta terça-feira (2). A carga de ouro apreendida é avaliada em R$ 36,8 milhões; um adolescente também foi detido.

A Polícia Federal apreendeu 51,490 kg de ouro, uma arma e munições dentro de um avião de pequeno porte no Aeroporto Internacional de Boa Vista Atlas Brasil Cantanhede, na manhã desta terça-feira (2). A aeronave chegou à capital vinda de Itaituba, no Pará.

Foram presos o piloto Armando Palla Júnior, de 57 anos, o sargento aposentado do Exército, João Heriberto Ferreira dos Santos, de 55 anos e o empresário Rychael Castro Gonçalves, de 32 anos.

A carga de ouro estava dividida em 54 barras e avaliada em R$ 36,8 milhões, de acordo com a cotação atual do Banco Central (BC). Além do piloto, sargento e o empresário, um adolescente, de 17 anos, também foi apreendido.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave foi flagrada realizando transporte clandestino de passageiros e cargas. Além da prisão, o piloto teve habilitações suspensas e o avião foi apreendido pela agência reguladora. Inicialmente, a aeronave pousaria na pista da Fazenda Timbó, mas mudou a rota, o que levantou suspeita.

Em nota, a defesa do piloto Armando Palla informou que ele “colaborou com as autoridades, prestou todas as informações solicitadas e não possui qualquer antecedente relacionado a crimes ambientais, de usurpação de bem da União ou associação criminosa.”

“A tentativa de equiparar o simples exercício da função de piloto à liderança ou participação em organização criminosa é indevida e será firmemente contestada nas instâncias próprias”, destacou, acrescentando que “não houve qualquer pouso clandestino.”

A defesa de Rychael e João Heriberto informou “que não são verdadeiras as acusações contra eles e que se manifestará somente nos autos.”

Em quatro meses, a ação desta terça foi a quinta apreensão de ouro em Roraima. Antes, foram outras quatro: 103 kg em 4 de agosto, 11,6 kg em 10 de outubro, 37,4 kg em 20 de outubro e 10,2 kg em 22 de outubro.

A apreensão foi uma ação conjunta da PF, da Anac e da Casa de Governo, órgão federal que atua no combate a garimpos ilegais.

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/12/2025/08:38:09

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MPF recomenda ao Iphan proteção urgente e tombamento de sítios arqueológicos em Santarém (PA)

Vaso de cariátides, século X a XVII (foto: USP Imagens/Ader Gotardo)

Recomendação cita riscos da expansão urbana e portuária aos sítios Porto e Aldeia e cobra mapeamento e fiscalização do órgão em 30 dias.

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à presidência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) que sejam adotadas medidas urgentes para a proteção e o tombamento dos sítios arqueológicos Porto e Aldeia, localizados na zona urbana de Santarém (PA). A ação visa reduzir os danos causados pelo avanço imobiliário e pela expansão de atividades portuárias sobre o que é considerado o maior complexo arqueológico urbano da Amazônia.

recomendação, assinada pela procuradora da República Thaís Medeiros da Costa, fundamenta-se na necessidade de preservação de vestígios históricos, artísticos e culturais assegurados pela Constituição. Segundo o MPF, a omissão na proteção dessas áreas coloca em risco a memória de povos originários e evidências materiais que datam de períodos entre os anos 1200 e 1600.

O documento destaca que os sítios arqueológicos Porto (com 89 hectares) e Aldeia (com 121 hectares) são indissociáveis e compõem uma área de extrema relevância histórica. Pesquisas científicas citadas pelo MPF apontam a presença de “terra preta”, cerâmicas cerimoniais, depósitos de lixo antigos, artefatos líticos (objetos feitos de pedra que foram modificados ou utilizados por humanos ao longo do tempo) e urnas funerárias, incluindo vasos cariátides que evidenciam a presença da etnia Tapajó e revelam aspectos sociocosmológicos de sociedades complexas da Amazônia.

O MPF ressalta que esses locais são considerados sagrados para os povos indígenas atuais e representam um vínculo tangível com ancestrais. O texto menciona que, apesar de o Iphan ter inscrito os sítios no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos (CNSA) — sob os registros Porto (PA00788) e Aldeia (PA nº 01037), além de conexões com os sítios Porto Fluvial/DER e Porto/Vera Paz —, a proteção efetiva tem sido insuficiente diante da pressão urbana.

Ameaças identificadas – A recomendação detalha uma série de ameaças à integridade desses sítios. Entre os pontos críticos levantados, o MPF cita:

• Urbanização desordenada: o sítio Aldeia sofreu intervenções irregulares, como a implementação de uma “zona azul” na Praça Rodrigues dos Santos em janeiro de 2024, utilizada como estacionamento rotativo sobre área de interesse arqueológico.

• Expansão portuária: o documento aponta incertezas e riscos ligados à construção de terminais portuários. É citada a construção de um porto com sete silos pela empresa Raízen na orla da cidade, próximo ao campus Tapajós da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e à Companhia Docas do Pará (CDP).

• Destruição de vestígios: relatórios e alertas de docentes da Ufopa indicam que a vegetação local (bosques) está sendo suprimida e que materiais arqueológicos, como terra preta e cerâmicas, estão sendo impactados ou perdidos devido às obras e operações de empresas como a Petróleo Sabbá (subsidiária da Raízen) e Vibra Energia.

O MPF enfatiza que, embora exista um Programa de Gestão do Patrimônio Arqueológico (PGPA) aprovado pelo Iphan para certas áreas portuárias (terminais STM-04 e STM-05), há preocupações sobre a falta de ingerência do consórcio Porto Santarém sobre questões ambientais e a necessidade de renovação de autorizações de pesquisa.

Medidas recomendadas – Diante do cenário de degradação e da equipe técnica reduzida do Iphan na região, o MPF apontou uma série de ações que devem ser cumpridas pelo instituto:

• Mapeamento preliminar (30 dias): o Iphan deve apresentar um mapeamento das áreas passíveis de tombamento em toda a extensão dos polígonos dos sítios Porto, Aldeia, Porto Fluvial/DER e Porto/Vera Paz.

• Criação de Grupo de Trabalho (30 dias após o mapeamento): constituição de um grupo multidisciplinar com a participação das secretarias do Município de Santarém, MPF, Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), Iphan, Ufopa, Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Pará (Crea-PA), Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós (IHGTap), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Federação das Organizações Quilombolas de Santarém (Foqs), Conselho Indígena Tapajós e Arapiuns (Cita) e outras instituições interessadas. A finalidade é avaliar e discutir prioritariamente o mapeamento das áreas passíveis de tombamento.

• Cronograma de fiscalização (15 dias após criação do GT): elaboração de um plano para fiscalizar atividades de expansão portuária e urbana que possam comprometer os sítios, adotando medidas como conservação no local, desapropriação ou resgate arqueológico.

• Comprovação: encaminhar ao MPF os documentos comprobatórios do cumprimento de cada etapa do cronograma de fiscalização, assim como sobre o resultado das ações especificadas no cronograma.

• Notificações: notificar extrajudicialmente as pessoas jurídicas e físicas responsáveis pelas atividades de expansão portuária e urbana para cumpram integralmente as medidas de proteção ao patrimônio arqueológico.

• Presença técnica: garantir a presença física de arqueólogos no município de Santarém para o cumprimento eficaz das medidas.

• Parcerias com a Ufopa: buscar fortalecer as atividades do Laboratório de Arqueologia da universidade para a guarda e destinação do material coletado.

Contexto judicial e prazos – O documento menciona que já tramita na Justiça Federal uma ação civil pública (nº 1018118-33.2024.4.01.3902), ajuizada em setembro de 2024, que visa responsabilizar o Iphan e o município pelos danos ao sítio Aldeia. A recomendação atual busca uma atuação administrativa mais célere e abrangente.

O MPF fixou um prazo de dez dias corridos para que o Iphan informe sobre o acatamento da recomendação. O não cumprimento ou a ausência de resposta poderá resultar na adoção de providências judiciais e extrajudiciais cabíveis por parte do Ministério Público, visando a responsabilização por danos materiais e morais à coletividade.

Saiba mais – Recomendações são instrumentos por meio dos quais o Ministério Público expõe, em ato formal, os fatos e razões jurídicas sobre determinada questão. O objetivo é persuadir o destinatário a praticar ou deixar de praticar determinados atos em benefício da melhoria dos serviços públicos e de relevância pública ou do respeito aos interesses, direitos e bens defendidos pela instituição. Dessa forma, as recomendações permitem a prevenção de responsabilidades ou correção de condutas.

Íntegra da recomendação

Fonte: Ministério Público Federal no Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/12/2025/08:19:01

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MPF obtém condenação de ex-gerente da Caixa e mais cinco por desvio de mais de R$ 1,5 milhão no Pará

Foto: Reprodução | Grupo fraudou avaliações de imóveis e documentos para liberar financiamentos irregulares em São Domingos do Capim

 A Justiça Federal condenou um ex-gerente da Caixa Econômica Federal, sua companheira e quatro engenheiros denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) pelo crime de peculato, no Pará. A sentença, dada nesta quinta-feira (27), confirmou a participação dos réus em um esquema de fraudes na concessão de financiamentos habitacionais que desviou mais de R$ 1,5 milhão em recursos públicos entre 2013 e 2014.

De acordo com a denúncia do MPF, acolhida pela Justiça, o então gerente da agência de Marituba (PA), João Hélio Vieira, utilizou o cargo para facilitar a liberação de valores em benefício próprio e de sua família. As investigações apontaram que os valores dos financiamentos eram creditados na conta da companheira do gerente à época e apontada como construtora e vendedora de 38 unidades habitacionais.

O esquema – Para viabilizar as fraudes, o grupo contava com a participação de quatro engenheiros credenciados pelo banco, que emitiam laudos de avaliação fraudulentos. Os profissionais omitiam que as construções, localizadas em São Domingos do Capim, faziam parte de um empreendimento (loteamento com mais de 12 unidades), classificando-as como unidades isoladas. Essa manobra servia para burlar as normas de controle da Caixa e manter a competência de liberação dos recursos com o gerente envolvido no esquema.

A sentença destaca que “as normas e procedimentos internos da Caixa deixaram de ser observados em prol das liberações”, com a aceitação de documentos com visíveis indícios de falsidade, como holerites e Declarações Comprobatórias de Percepção de Rendimentos (Decores) utilizados para majorar indevidamente a renda dos mutuários. Dos 38 contratos analisados, 26 apresentaram inadimplência, causando prejuízo à instituição financeira.

Ao julgar o caso, a Justiça reforçou que houve “intencional concessão indevida de linha de crédito com o objetivo de desviar ou subtrair parte dos valores”. Embora o município de Santa Maria do Pará também tenha sido citado nas investigações, os réus foram absolvidos em relação às acusações ligadas a essa localidade por falta de provas de irregularidades naquele período específico.

Processo nº 0003976-57.2018.4.01.3900

Consulta processual

Fonte: Ministério Público Federal no Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/12/2025/08:15:39

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CIRA realiza operação de fiscalização em postos de combustíveis no Pará e integra ação nacional contra crimes tributários

Foto: Reprodução | O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) do Pará realizou, no dia 26 de novembro de 2025, uma operação de fiscalização em postos de combustíveis de Belém, Ananindeua, Tucuruí e Marabá. Integram o Comitê órgaos como a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), a Secretaria da Fazenda (Sefa), Polícia Civil e a Polícia Militar. A ação de fiscalização fazendária foi deflagrada com adesão da Promotoria de Justiça do Consumidor, sob coordenação da Promotoria de Crimes contra a Ordem Tributária de Belém (PJCCOT).

O trabalho de inteligência fiscal identificou indícios de infrações fiscais e penais, como saídas de combustíveis sem comprovação de entrada, ausência de tributação e movimentações financeiras incompatíveis com as vendas declaradas. As análises apontam possível uso de máquinas de terceiros para ocultação de faturamento, configurando, em tese, crimes contra a ordem tributária.

A fiscalização contou especialmente com a atuação da Procuradoria-Geral de Justiça e do Centro Integrado de Investigação do MPPA, do serviço de inteligência da Sefa e do Núcleo de Inteligência Policial (NIP), além da Polícia Militar. A partir dos resultados obtidos, a Promotoria do Consumidor acionou o Inmetro e a ANP para verificar a qualidade dos combustíveis e a regularidade das bombas.

A operação integrou uma ação nacional promovida pelo Grupo Nacional de Defesa da Ordem Econômica e Tributária (GNDOET), realizada entre 24 e 28 de novembro em todos os estados e no Distrito Federal, com o objetivo de fortalecer o combate à sonegação, proteger o erário, garantir a concorrência leal e assegurar a defesa do consumidor. No Pará, a atividade ocorreu em Belém, Ananindeua, Tucuruí e Marabá. Estão programadas outras fiscalizações da mesma natureza para os próximos meses.

Fonte: Assessoria de Comunicação do MPPA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/12/2025/08:13:52

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Polícia Civil investiga uso de atestados médicos falsos por funcionários de empresa, em Itaituba

Foto: Reprodução | O delegado Alexandre Brito informou que o representante da empresa registrou um boletim de ocorrência relatando que os trabalhadores apresentavam, com frequência, atestados cuja autenticidade era considerada suspeita.

Na manhã desta quinta-feira (4), o delegado Alexandre Brito, da Polícia Civil de Itaituba, informou que uma investigação foi aberta para apurar o uso reiterado de atestados médicos supostamente falsos por dois ex-funcionários de uma empresa no distrito de Miritituba.

Segundo o delegado, o caso começou há cerca de dois meses, quando o representante da empresa registrou um boletim de ocorrência relatando que os trabalhadores apresentavam, com frequência, atestados cuja autenticidade era suspeita. A Polícia Civil encaminhou os documentos ao Hospital Municipal para verificação e recebeu a confirmação de que os médicos citados não estavam de plantão nas datas mencionadas. Além disso, os profissionais não reconheceram os carimbos e as assinaturas, que apresentavam divergências em relação ao padrão utilizado pela unidade de saúde.

Com base nessas informações, uma operação foi realizada na manhã desta quinta-feira para cumprir diligências nas residências dos investigados. Na casa de um deles, foram apreendidos um computador, um celular e um atestado médico que serão analisados pela perícia técnica. Os dois suspeitos não estavam nos locais visitados pela polícia, mas se apresentaram posteriormente acompanhados por um defensor.

De acordo com o delegado, os interrogatórios já estão em andamento. Um dos investigados afirmou que os atestados seriam autênticos. A Polícia Civil seguirá com a análise dos equipamentos apreendidos para esclarecer o caso e identificar todos os envolvidos.

Fonte: Giro Portal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/12/2025/08:11:48

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IPS Brasil 2025: Novo Progresso aparece na parte inferior do ranking regional enquanto Terra Santa e Santarém se destacam

Foto: Reprodução | O mais recente Índice de Progresso Social (IPS Brasil 2025) revelou um retrato detalhado,e desigual, da qualidade de vida nos 144 municípios do Pará. A avaliação considera 57 indicadores sociais e ambientais distribuídos em três dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades.

Embora alguns municípios apresentem avanços importantes, o estudo expõe desafios profundos, especialmente no oeste paraense.

Municípios do Oeste se destacam e também preocupam

Terra Santa foi a cidade com melhor desempenho na região, alcançando 59,89 pontos e garantindo o 3º lugar no ranking estadual. Santarém aparece logo depois, com 57,55 pontos, ocupando a 6ª colocação geral. Faro também figura entre os destaques, com 57,42 pontos, o que lhe assegura o 7º melhor desempenho do estado.

Na outra ponta, Jacareacanga registrou 40,04 pontos e se tornou o pior município do Pará e o segundo pior do Brasil, ficando à frente apenas de Uiramutã (RR). O resultado negativo reflete problemas históricos, sobretudo em educação superior, qualidade ambiental e no componente Direitos Individuais. Bannach, com 40,99 pontos, também aparece entre as piores notas estaduais.

Pará segue com desempenho abaixo da média nacional

O estado alcançou 53,71 pontos, novamente ficando na última colocação entre as 27 unidades federativas. A média nacional foi de 61,96 pontos. Ainda assim, Belém lidera o ranking paraense com 62,33 pontos, consolidando-se como a 4ª melhor capital da região Norte. Canaã dos Carajás aparece em seguida, com 61,13 pontos, impulsionada por melhorias significativas no componente Moradia.

Região Oeste: contrastes acentuados

O levantamento mostra que o Oeste do Pará concentra tanto municípios com excelente desempenho quanto alguns dos piores índices do estado, evidenciando desequilíbrios estruturais.

Municípios como Trairão (42,08), Uruará (44,19), Aveiro (46,75), Novo Progresso (46,77), Placas (46,58) e Óbidos (48,57) aparecem na parte inferior do ranking regional, enfrentando desafios relacionados à infraestrutura, educação e desenvolvimento social.

O caso mais crítico permanece sendo Jacareacanga, que puxa a média regional para baixo e evidencia o abismo entre as realidades da região.

Ranking dos municípios do Oeste do Pará no IPS Brasil 2025

  1. Terra Santa – 59,89

  2. Santarém – 57,55

  3. Faro – 57,42

  4. Curuá – 55,56

  5. Juruti – 54,48

  6. Belterra – 54,42

  7. Almeirim – 53,79

  8. Oriximiná – 53,27

  9. Mojuí dos Campos – 52,78

  10. Monte Alegre – 50,95

  11. Rurópolis – 50,77

  12. Alenquer – 49,95

  13. Prainha – 49,77

  14. Itaituba – 48,58

  15. Óbidos – 48,57

  16. Novo Progresso – 46,77

  17. Aveiro – 46,75

  18. Placas – 46,58

  19. Uruará – 44,19

  20. Trairão – 42,08

  21. Jacareacanga – 40,04

Conclusão

O IPS Brasil 2025 reforça a necessidade de políticas públicas eficazes e contínuas para reduzir desigualdades históricas no Pará. No Oeste do estado, o contraste entre municípios como Terra Santa e Jacareacanga mostra que excelência e vulnerabilidade convivem lado a lado, revelando o quanto ainda é preciso avançar para garantir qualidade de vida equitativa à população.

Novo Projeto - 2025-12-05T072746.318

Fonte: ipsbrasil.org.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/12/2025/07:28:57

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Judiciário mobiliza país para ampliar regularização fundiária e enfrentar conflitos de terra

O debate de hoje em Brasília tem muita importância para a regularização fundiária na Amazônia | Foto: de Kid Reis

Com o desafio de destravar a regularização fundiária no Brasil e reduzir conflitos que se arrastam há décadas no campo e nas cidades, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abrem, nesta quinta-feira (4), o Seminário Nacional “Como o Judiciário pode Contribuir para Escalar a Regularização Fundiária”. O encontro, realizado presencialmente em Brasília e transmitido on-line, reúne os três Poderes e instituições técnicas para discutir como o Judiciário pode se tornar protagonista na ampliação das políticas de titulação de terras no país.

Organizado pelo STF e pelo CNJ, o seminário propõe três eixos centrais: repensar o papel do Judiciário na regularização fundiária, fortalecer a articulação institucional com o Executivo e compartilhar experiências inovadoras — rurais e urbanas — capazes de acelerar a entrega de direitos a milhões de brasileiros que vivem em áreas não regularizadas. A abertura ocorre na Sala de Sessões da Segunda Turma do STF, das 9h às 18h.

A Clínica MultiverCidades da Amazônia, da Universidade Federal do Pará (UFPA), é a única representante das universidades federais convidada a expor experiências no evento. Pela manhã, o foco é a regularização rural, com participação de representantes do CNJ, INCRA, Ministério dos Povos Indígenas, Ouvidoria Agrária Nacional, ONR e SPU. À tarde, o debate se volta para a regularização urbana, com gestores da SPU, do Ministério da Gestão, do Ministério das Cidades, registradores de imóveis e especialistas da UFPA e da Secretaria de Habitação de Guarulhos.

O seminário reforça o compromisso institucional com a segurança jurídica, a justiça social e o desenvolvimento sustentável, alinhado à Agenda 2030 da ONU. O STF destaca que a ausência de titulação está diretamente associada à vulnerabilidade social, à insegurança jurídica, à degradação ambiental e ao bloqueio de políticas públicas essenciais.

Para Luly Fischer, vice-coordenadora da Clínica MultiverCidades e professora da UFPA, o Judiciário tem papel central na mediação de conflitos fundiários e ambientais, e vem aprimorando suas práticas para proteger direitos fundamentais. “As discussões no evento serão importantes para aperfeiçoar essas iniciativas e podem gerar ganhos para a redução de violações de direitos na região e no país”, afirma.

A UFPA mantém acordo de cooperação com o STF, o CNJ e o Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) para produzir estudos com impacto social e ampliar o acesso à justiça. O seminário é coordenado por José Filho (SEP/CNJ), Marcelo Varella (Assessoria da Presidência do STF) e Fernando Cury (Corregedoria Nacional de Justiça).

A regularização fundiária ainda está pendente em muitas áreas periféricas de Belém
A regularização fundiária ainda está pendente em muitas áreas periféricas de Belém

Fonte: Texto: Kid Reis, com suporte do STF e CNJ – Fotos: Kid Reis e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2025/12:05:13

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Controle do desmatamento reduz assassinatos na Amazônia; Novo Progresso está entre os municípios mais afetados

Foto: Reprodução | Um novo estudo divulgado pelo projeto Amazônia 2030 revela uma relação direta entre combate ao desmatamento e redução da violência na região. Segundo a pesquisa, municípios que receberam maior presença do Estado e mais fiscalização ambiental registraram queda de até 15% nos homicídios, o equivalente a 1.477 vidas preservadas por ano.

A análise, que utiliza dados do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter/Inpe) e registros do DataSUS entre 2006 e 2016, aponta que a presença do Estado desencoraja redes criminosas ligadas à grilagem, ao garimpo e à extração ilegal de madeira — atividades que historicamente alimentam a violência na Amazônia.

Novo Progresso e Altamira: destaques negativos

Entre os 521 municípios avaliados, Novo Progresso e Altamira, no sudoeste do Pará, aparecem como áreas críticas onde a combinação de desmatamento elevado e conflitos fundiários impulsionou taxas de homicídio acima da média regional.

A presença de milícias rurais, invasões de terras públicas, abertura ilegal de pastagens e redes de extração de madeira tornam a região um dos principais focos de tensão. A dificuldade de acesso e a imensidão do território também favorecem a atuação de organizações criminosas.

Fiscalização reduz crimes e aumenta a segurança

O estudo indica que, quando a fiscalização ambiental aumenta, a violência tende a cair. Com mais multas e monitoramento, o desmatamento clandestino se torna arriscado e menos lucrativo, reduzindo disputas territoriais — uma das principais causas de assassinatos no campo.

Segundo o procurador da República no Pará, Igor Goettenauer de Oliveira, o desmatamento é apenas uma etapa de um modelo de crime organizado estruturado na região: “Por trás da derrubada da floresta existem grilagem, garimpo, expulsão de moradores e grupos armados que controlam essas áreas.”

Desenvolvimento sem destruição

O estudo desmonta a ideia de que flexibilizar a fiscalização favorece o desenvolvimento regional. Pelo contrário: aponta que a ilegalidade, a violência e a captura política associadas ao desmatamento prejudicam a economia e a segurança.

Desafio e esperança

A pesquisa reforça que conter o desmatamento é essencial, mas precisa vir acompanhado de políticas públicas voltadas a jovens, que são as maiores vítimas da violência na Amazônia.

A equipe lembra que a presença contínua do Estado — e não apenas operações pontuais — é crucial para transformar a realidade de municípios como Novo Progresso, Altamira, Trairão, Itaituba e outras cidades da região.

Fonte: Carta Capital e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/12/2025/10:11:56

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