MPF aciona Justiça e pede plano urgente de proteção contra agrotóxicos no Planalto Santareno (PA)

(Foto ilustrativa por fotokostic/Canva) – Ação aponta danos à saúde, contaminação de igarapés e desaparecimento de fontes de alimento para povos e comunidades tradicionais

O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça Federal, nesta segunda-feira (4), com uma ação para obrigar a União, o estado do Pará, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) e o município de Santarém (PA) a elaborarem e executarem um plano emergencial para proteger as populações e o meio ambiente dos impactos da pulverização de agrotóxicos na região do Planalto Santareno.

O Planalto Santareno, localizado na região oeste do estado, fica a aproximadamente 42 km da área urbana de Santarém e é caracterizado pela expansão do agronegócio e pelo monocultivo de grãos. Na mesma região está a Terra Indígena (TI) Munduruku e Apiaká do Planalto Santareno, composta por cinco aldeias.

O objetivo central da ação é cobrar uma resposta efetiva dos órgãos públicos, com a elaboração urgente de um conjunto de normas que regulamente a atividade. O plano deve, necessariamente, estabelecer distâncias mínimas de segurança entre as áreas de aplicação de agrotóxicos e os locais onde vivem pessoas, como comunidades indígenas, quilombolas e de agricultores familiares, além de escolas, unidades de saúde e cursos d’água.

O plano ainda deve indicar coordenadores responsáveis, ações, prazos, metas e indicadores bem definidos e ter como conteúdo mínimo os seguintes itens:

a identificação de todas as comunidades (indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas e camponesas) do Planalto Santareno.

o estabelecimento de distâncias mínimas de segurança entre as áreas de aplicação e núcleos populacionais (especialmente de comunidades tradicionais, como aldeias e quilombos), escolas, unidades de saúde, cursos d’água e outras áreas sensíveis.

a realização de fiscalizações periódicas nos imóveis rurais que exerçam atividade agrícola na região do Planalto Santareno, sugerindo-se periodicidade mensal no primeiro ano.

o monitoramento da saúde dos comunitários e dos cursos d’água, sugerindo-se periodicidade mensal no primeiro ano.

Após a aprovação do plano emergencial, o MPF pede que ele seja executado, sob supervisão judicial, e avaliado periodicamente, mediante relatórios trimestrais, até a sua conclusão por homologação judicial.

A ação é fruto de investigação que reuniu provas quanto ao risco aos quais pessoas e meio ambiente estão expostos. Um dos documentos centrais é um laudo pericial da Polícia Federal que constatou a proximidade excessiva das lavouras com as moradias. Os peritos encontraram plantações a apenas seis metros de casas na aldeia Açaizal e registraram a ausência total de barreiras de proteção, como faixas de segurança ou quebra-ventos. Imagens anexadas ao processo mostram caixas d’água comunitárias ao lado de plantações, e análises de solo revelaram a presença de três tipos de agrotóxicos: paration, alacloro e atrazina.

Omissão do poder público – Segundo o procurador da República Vítor Vieira Alves, autor da ação, a omissão dos órgãos públicos é um fato incontroverso. O MPF destaca que a própria Adepará admitiu oficialmente, em 2022, que não realizava fiscalizações no Planalto Santareno por “inexistência, na legislação estadual, de critérios específicos para distâncias mínimas na pulverização terrestre”. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) chegou a reconhecer a necessidade das medidas e a elaborar minutas de normas, mas, até o momento, não as aprovou.

O MPF aponta que essa inércia ocorre apesar de o uso de agrotóxicos na região ter crescido 600%, conforme dados citados na ação. A situação levou o Conselho Indígena Munduruku e Apiaká do Planalto (Cimap) a denunciar ao MPF que o veneno é carregado para os igarapés, contaminando fontes de água e os açaizais. Os indígenas relataram o desaparecimento de diversas espécies de árvores frutíferas essenciais para sua economia e cultura, como graviola, piquiá, uxi e pupunha.

Impactos avassaladores – Os danos à saúde são um dos pontos mais alarmantes citados na ação. Um estudo do projeto Institutos Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação (INCT) – Observatório das Dinâmicas Socioambientais (Odisseia) revelou que 100% das análises de urina de moradores da região continham resíduos do herbicida glifosato.

Outra pesquisa, da doutora em neurociências e biologia celular e professora na Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) Eliza Maria da Costa Brito Lacerda, apontou déficits na discriminação de cores entre os moradores, um indicativo precoce de efeitos neurofisiológicos.

Em depoimento ao MPF, a pesquisadora transcreveu relatos que demonstram a gravidade da exposição: “As pessoas relatam que elas sentem o cheiro dos agrotóxicos sendo aplicados. Elas sentem o sabor dos agrotóxicos quando eles estão sendo aplicados. […] Isso é um nível de exposição extremamente alto. É como se elas estivessem tomando eles, em gotas”.

Racismo ambiental – A ação cita ainda que 70% dos entrevistados em um estudo da doutora em toxicologia e professora da Ufopa Flávia Garcez da Silva apresentavam sintomas como cefaleia, vertigem e náuseas, além de alterações laboratoriais significativas, como dislipidemias. Um exemplo do perigo é o caso da escola municipal Professora Vitalina Motta, em Belterra (PA), que teve as aulas suspensas após uma “nuvem de veneno” invadir o espaço escolar.

O MPF argumenta que essa realidade configura um quadro de “racismo ambiental”, em que populações vulneráveis são desproporcionalmente expostas aos riscos, e um “verdadeiro genocídio cultural”, pois a degradação força o abandono de territórios e a perda de modos de vida tradicionais.

Pedidos de reparação – Além da elaboração do plano emergencial, a ação busca a reparação pelos danos já causados. O MPF pede a condenação dos réus à implementação de um plano de recuperação de áreas degradadas (PRAD). Requer também o pagamento de indenizações por danos morais coletivos e sociais, e o reconhecimento do direito à indenização individual para os moradores das comunidades afetadas desde o ano 2000. O valor total da causa foi estimado em R$ 900 milhões.

 

Fonte: mpf.mp.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/14:43:00

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Madeireira denunciada pelo MPF é condenada a pagar R$ 22,8 milhões por desmatamento em terra indígena no Pará

(Foto ilustrativa por DaveMeier/Pixabay) – Investigação revelou como a empresa usava dados falsos para simular a legalidade de produto retirado da Terra Indígena Alto Rio Guamá

A Justiça Federal acolheu pedidos do Ministério Público Federal (MPF) e condenou a empresa Transporte e Comércio de Madeiras Bonfim a pagar uma indenização de R$ 22,8 milhões para reparação de danos ambientais cometidos na Terra Indígena (TI) Alto Rio Guamá, no nordeste do Pará.

A decisão, proferida no último dia 3, é resultado de uma ação penal movida pelo MPF que desvendou um sofisticado esquema de extração ilegal de madeira, desmatamento e fraude documental na TI, da etnia indígena Tembé.

A empresa foi considerada culpada pelo crime ambiental de desmatar e explorar economicamente floresta em terras de domínio público sem autorização. Segundo a denúncia do MPF, a madeireira, cujo nome fantasia é Transbon, foi responsável pelo desmatamento de, no mínimo, 1,7 mil árvores nativas de diversas espécies em 2012.

As investigações, feitas pelo MPF em parceria com a Polícia Federal e com apoio técnico da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), revelaram que a extração ilegal era apenas o primeiro passo do esquema. Para dar aparência de legalidade à madeira extraída ilegalmente, a empresa inseriu, por centenas de vezes entre 2008 e 2013, dados falsos nos sistemas oficiais de controle florestal.

Comprovações das fraudes – Com a inserção de dados falsos nos sistemas de controle florestal, o objetivo da empresa era gerar créditos florestais fraudulentos para “esquentar” a madeira, ou seja, simular que o produto tinha origem legal. As irregularidades apontadas nos laudos periciais eram evidentes e demonstravam a impossibilidade física das operações declaradas:

• veículos incompatíveis: foram registrados automóveis de passeio e motocicletas para o suposto transporte de grandes volumes de toras;

• tempos de viagem fraudulentos: em uma das operações, o sistema registrou um trajeto de 204 km sendo percorrido em apenas 12 minutos. Em outros casos, viagens curtas levaram meses para serem concluídas, indicando que as guias eram reutilizadas;

• preços irrisórios: os valores de compra e venda declarados eram muito inferiores aos preços de pauta estabelecidos pelo fisco estadual, indicando que as transações comerciais eram fictícias e visavam apenas a movimentação dos créditos.

A investigação encontrou vasta evidência material, incluindo fotografias de toras com a logomarca da empresa no pátio de extração, cadernos de contabilidade manuscritos pelos funcionários e depoimentos de auditores que participaram das fiscalizações.

Demais punições – Além da indenização de R$ 22,8 milhões, a sentença impôs à Transbon a pena de prestação de serviços à comunidade, que deverá se materializar no custeio de projetos ambientais, obras de recuperação de áreas degradadas e manutenção de espaços públicos. A empresa também terá que pagar multa de R$ 20 mil, valor que será destinado a entidades de proteção ambiental. Ainda cabe recurso da decisão.

 

Fonte: mpf.mp.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/14:35:45

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Em protesto contra a Ferrogrão, indígenas de Novo Progresso (PA) e Guarantã do Norte (MT), se reúnem em Brasília

Manifestação de índigenas contra a Ferrogrão (Foto/Reprodução)

Indígenas dos povos Kayapó, da Terra Indígena Baú, localizada no município de Novo Progresso (PA), e Panará, da Terra Indígena Panará, situada em Guarantã do Norte (MT), realizaram um protesto nesta terça-feira, 5, em frente à sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília (DF). A manifestação ocorreu antes de um encontro sobre o setor ferroviário e teve como foco a falta de consulta e participação no processo de implantação da Ferrogrão.

O ato foi motivado pela realização, no local, do evento “Desafios do Transporte Ferroviário e Competitividade do Setor Produtivo”, promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE), com a presença de autoridades do setor ferroviário, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indígenas estão em Brasília participando da IV Marcha das Mulheres Indígenas.

Os manifestantes chegaram a integrar o Grupo de Trabalho (GT) criado pelo Ministério dos Transportes para discutir o projeto da Ferrogrão, mas se retiraram do processo. Eles destacam que o traçado original da ferrovia, atualmente em fase de estudos, passa pelas proximidades de seus territórios. Segundo os manifestantes, têm sido recorrentes as dificuldades de diálogo com os órgãos responsáveis.

 

Fonte: Radar Econômico/ Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2025/11:48:53

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Sem concorrência, Aegea responsável pelo abastecimento de água em Novo Progresso conquista Bloco C de saneamento no Pará de R$ 400,6 milhões

(Foto>Reprodução) – Em um leilão sem concorrência, a Aegea conquistou o Bloco C de saneamento básico no Pará nesta terça-feira (5). A empresa ofereceu uma outorga fixa inicial de R$ 400,6 milhões pela concessão, praticamente o valor mínimo exigido pelo edital.

Com a vitória, o grupo assume a responsabilidade de realizar investimentos de R$ 3,6 bilhões em 27 municípios do lote, entre eles Santarém e Altamira. A concessão terá 40 anos.

A empresa já havia conquistado, em licitação realizada em abril, outros três contratos de água e esgoto no Pará, dos Blocos A, B e D. Os contratos foram assinados em julho deste ano. Na primeira concorrência, o lote C não atraiu ofertas e teve que ser reformulado para atrair interesse.

Com esse quarto bloco no Estado, a Aegea ficará responsável pela universalização e pela operação dos serviços de água e esgoto em 126 municípios do Pará, com um compromisso total de R$ 18,8 bilhões de investimentos. Antes dos leilões realizados pelo governo, a empresa também já operava contratos municipais em Barcarena e em Novo Progresso.

Na nova tentativa de licitar o Bloco C, uma das principais mudanças realizadas pelo governo foi a forma de pagamento da outorga fixa inicial. O valor mínimo continuou o mesmo, em torno de R$ 400,6 milhões, porém, o novo edital prevê o desembolso em 20 parcelas, a serem pagos até o vigésimo ano da concessão. A primeira parcela, que terá que ser paga antes da assinatura, terá valor mínimo de R$ 8,7 milhões. Nos 13 anos seguintes, a empresa terá que pagar parcelas anuais de R$ 8,7 milhões. Por fim, entre os anos 15 e 20 do contrato, serão desembolsados pagamentos anuais de R$ 46,3 milhões.

Nas cidades incluídas no Bloco C, o índice de atendimento de água é de 67%, e o de esgoto é de apenas 12,3%. Com a concessão, o novo operador terá que ampliar a cobertura de água para 99% até 2033 e elevar a taxa de esgoto a 90% até 2039.

Com a licitação da concessão de água e esgoto do Bloco C do Pará realizada nesta terça, toda a área urbana do Estado passa a ser contemplada em concessões de saneamento, afirmou Ricardo Sefer, procurador-geral do Estado do Pará.

O Estado já havia feito a licitação, em abril, de três blocos. Com o leilão de hoje, os contratos regionais somam 126 cidades. Além delas, 18 municípios já tinham concessões vigentes.

“O que fica fora agora é a produção de água na região de Belém, Ananindeua e Marituba [que seguirá com a companhia estadual], e as áreas rurais. Isso fica sob iniciativa de municípios, com o apoio da nossa companhia estadual. Nessas regiões rurais, o financiamento público deve prevalecer, seja por programas federais, estaduais ou execução direta dos municípios”, disse.

Fonte:  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/07/2025/11:48:53

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Quiropraxista é encontrado morto dentro de caminhonete no interior do Pará

Foto:Reprodução | A vítima, que, segundo informações iniciais, era quiropraxista, estava dentro da própria caminhonete, que estava submersa em uma área de rio

Um homem identificado como Valmar da Costa Araújo, de 67 anos, foi encontrado morto na manhã desta terça-feira (5) em um igarapé, na zona rural de Altamira, sudoeste paraense.

A vítima, que, segundo informações iniciais, era quiropraxista, estava dentro da própria caminhonete, que estava submersa.

Ainda de acordo com relatos preliminares, um possível acidente na segunda-feira (4) causou a morte de Valmar. No entanto, essa versão ainda não foi confirmada pelas autoridades policiais.

A suspeita é que Valmar trafegava por um trecho conhecido como ramal do Cipó Ambé e o carro despencou de uma ponte de madeira, conforme informações do portal Correio de Carajás.

Ele estava sozinho no veículo no momento em que o acidente ocorreu. O ponto onde o acidente supostamente ocorreu fica localizado a poucos quilômetros do centro de Altamira.

Informações que circulam nas redes sociais ainda dão conta de que o quiropraxista tinha familiares na região de Altamira. Ele deixa a esposa e seis filhos.

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar atuaram na remoção do veículo e do corpo. Em nota, a Polícia Civil informou que equipes da Seccional de Altamira apuram as circunstâncias da morte de Valmar da Costa Araújo. “Perícias foram solicitadas”, detalha a PC.

 

Fonte:  O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/06:00:56

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Irmão de influenciador digital é encontrado morto em área de mata no interior do Pará

Foto:Reprodução | A vítima seria irmã de um influenciador digital em Belém.

O corpo de um homem foi localizado morto na zona rural do município de Tomé-Açu, região do nordeste paraense. O cadáver foi encontrado na madrugada de terça-feira (5). A vítima seria irmã de um influenciador digital em Belém.

Familiares de Marcos Santos Borcem, de 21 anos, acionaram a polícia informando que o rapaz estava desaparecido desde o dia primeiro de agosto (sexta-feira) e que tinham recebido informações de que o jovem teria sido assassinado e que o corpo provavelmente estaria escondido numa área de mata, às margens do ramal do Linhão, próximo da Vila Betel. Durante buscas, policiais militares do 48⁰ Batalhão conseguiram localizar o corpo já em estado avançado de decomposição.

No corpo haviam sinais de espancamento e perfurações, provavelmente provocadas por disparos de arma de fogo. A Polícia Civil de Quatro Bocas de Tomé-Açu instaurou um inquérito para tentar desvendar o crime e identificar os assassinos para prendê-los.

 

Fonte:  Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/06:00:56

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Ferrogrão: novo traçado da ferrovia que ligará MT ao PA deve ser enviado ao TCU até novembro de 2025

Foto:Reprodução | Novo traçado da ferrovia evita áreas indígenas e unidades de conservação, promete reduzir custos logísticos em até 35% e pode gerar mais de R$ 60 bilhões em benefícios socioeconômicos

O projeto atualizado da Ferrogrão, ferrovia de 933 quilômetros que conectará Sinop (MT) a Miritituba (PA), será encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU) até novembro de 2025.

A expectativa é que a análise seja concluída no segundo trimestre de 2026, abrindo caminho para a publicação do edital e realização do leilão de concessão.

Segundo o presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Sampaio, o novo traçado foi redesenhado para evitar terras indígenas e o Parque Nacional do Jamanxim, solucionando os impasses que levaram à paralisação do projeto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2021.

Traçado da Ferrogrão acompanha a BR-163 e reduz impactos

O percurso da ferrovia seguirá margeando a BR-163, eliminando a necessidade de reassentar comunidades e construir túneis. O projeto prevê:

65 pontes ferroviárias (81 km no total)
4 viadutos ferroviários
10 viadutos rodoviários
48 pátios de cruzamento
De acordo com Sampaio, a nova configuração é “110% sustentável”, equilibrando preservação ambiental, respeito aos povos originários e viabilidade econômica. Inicialmente, o empreendimento contará apenas com investimento privado, mas há possibilidade de participação pública no futuro.

Licença ambiental e início das obras da Ferrogrão

A licença ambiental, última etapa antes da licitação, deve ser concedida até março de 2026. Se o cronograma for cumprido, as obras começarão ainda em 2026 e devem ser concluídas até 2035.

Para a ANTT, a revisão do traçado e a resolução dos pontos sensíveis junto ao STF representam um avanço decisivo após mais de dez anos de debates e ajustes no projeto.

Impacto econômico da Ferrogrão pode superar R$ 60 bilhões

Segundo a Avaliação de Custos e Benefícios (ACB) do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), a Ferrogrão poderá gerar mais de R$ 60 bilhões em ganhos socioeconômicos. Os cálculos incluem:

Aumento da eficiência logística
Investimentos em capital fixo
Redução de custos operacionais
Diminuição de emissões de CO₂
Queda no número de acidentes e congestionamentos
A ferrovia terá capacidade para transportar até 42 milhões de toneladas por ano, reduzindo em até 35% os custos de transporte em relação a outros modais — o que representa uma economia anual estimada em R$ 8 bilhões para a economia regional.

 

Fonte:  O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/06:00:56

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COP 30 põe Belém no topo de destinos turísticos mais desejados do Brasil

Parque da Cidade é um dos novos espaços entregues pelo Gorverno do Pará como legado da COP 30 | Raphael Luz/Ag. Pará

Com investimentos milionários, novos atrativos e foco na sustentabilidade, Belém desponta como destino turístico em alta no Brasil em 2025 e ganha visibilidade global com a realização da COP30.

Não seria nenhum absurdo afirmar que Belém está sob os olhares do mundo em 2025. A capital paraense irá sediar a 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), popularmente conhecida como COP 30, e ao lado desse grande evento, o turismo tende a atingir seu ápice neste ano, um fenômeno que já vem numa crescente nos últimos anos.

“O crescimento no turismo se deve por uma combinação de fatores. A cidade vem se destacando por sua rica cultura, gastronomia maravilhosa e a proximidade com a natureza amazônica, elementos que, quando bem trabalhados, se tornam grandes atrativos. A visibilidade crescente, especialmente a com a proximidade da COP 30, também tem sido um motor importante, despertando o interesse de visitantes nacionais e internacionais”, explica a turismóloga, guia de turismo e atualmente vice-presidente do Sindicato dos Guias de Turismo (Singturpa), Mônica Sousa.

Mônica destaca que o turismo de experiência, aliado aos novos espaços que estão sendo entregues ou revitalizados nos últimos meses, vem sendo um grande atrativo para os visitantes de diversas partes do Brasil e até mesmo do mundo.

“O turismo de experiência é, sem dúvida, um dos fatores que mais atraem visitantes a Belém. Os turistas buscam imersão na cultura local, vivências autênticas e contato direto com a natureza e as tradições. Por outro lado, os novos espaços e a revitalização de antigos em Belém gera um impacto extremamente positivo no setor, por várias razões: nelhoram a infraestrutura e a estética da cidade, mas também proporcionam mais opções de lazer e entretenimento para os visitantes”, avalia.

“Locais reformados ou recém criados tornam a cidade mais convidativa e moderna, atraindo um público mais diversificado e a revitalização de espaços históricos e culturais ajuda a preservar a identidade da cidade e a oferecer novas perspectivas sobre a sua história e cultura, além de que, novos empreendimentos giram a economia, criando emprego e renda”, ressalta a turismóloga.

Ilha do Combu |Pedro Guerreiro/Ag.Pará
Ilha do Combu |Pedro Guerreiro/Ag.Pará

DIVISOR DE ÁGUAS

Mônica, enquanto turismóloga, defende que, para garantir continuidade a essa atratividade, é preciso investir em infraestrutura de qualidade em todo o estado, não só na capital, para atender à demanda crescente de turistas, e em qualificação de mão de obra, essencial para oferecer serviços de qualidade e garantir a satisfação dos visitantes.

“A COP 30 representa uma oportunidade única para o Pará fortalecer sua posição no mercado turístico internacional. Com planejamento adequado e investimentos estratégicos, o estado pode se tornar um destino turístico ainda mais atrativo e sustentável”, sugere a guia de turismo.

Com isso, Mônica Sousa afirma que a COP 30 será um divisor de águas para Belém, tanto em termos de visibilidade quanto de legado para o turismo. Segundo ela, os visitantes terão a oportunidade de aproveitar uma série de espaços e experiências que Belém tem a oferecer, muitos deles com foco na sustentabilidade e na cultura amazônica, como as novas estruturas que serão implementadas: O Porto Futuro II na antiga área portuária de Belém, que será um grande complexo de entretenimento para os visitantes e a população local. Os Parques Lineares da Doca de Souza Franco e da Avenida Tamandaré serão também, grandes atrativos, assim como, o Parque da Cidade.

Parque da Cidade |Bruno Cecim/ Agência Pará
Parque da Cidade |Bruno Cecim/ Agência Pará

“A COP 30 trará um legado duradouro para o turismo em Belém, consolidando a cidade como um importante destino turístico sustentável na Amazônia, pois o evento trará visibilidade internacional, melhoria de infraestrutura, fortalecimento do ecoturismo, capacitação e qualificação de mão de obra do setor turístico como um todo e criação de novas rotas turísticas”, reforça.

OPÇÕES DIVERSIFICADAS

Belém é de uma pluralidade inigualável, com opções para todo e qualquer público que pretenda dar um “pulinho” na capital da amazônia. Sua riqueza cultural, gastronômica, religiosa e de belezas naturais é um enorme atrativo para os turistas nacionais e internacionais, em com a realização da COP 30, o estigma que a cidade “não tinha nada para fazer”, a cada ano vem se dissolvendo.

Diante disso, Mônica Sousa montou diversas opções de roteiros, com dezenas de programações que abraçam todas as atrações que uma cidade do porte e da beleza de Belém possui.

“Belém é um caldeirão de cultura, história e natureza então, tem atrativos para diferentes públicos. Desde o passeio tradicional pelos principais pontos turísticos como, Mercado Ver-o-Peso e complexo Feliz Lusitânia ao tour religioso passando pela Basílica de Nazaré e Catedral de Belém”, complementa.

Segundo a guia, o turista tem a opção também de viver uma imersão na floresta amazônica conhecendo as comunidades de Turismo de Base Comunitário da Ilha do Combu, Ilha das Onças, Cotijuba, Mosqueiro, entre outras.

A comida paraense é um caso à parte: reconhecida pela autenticidade e sabores tem sido alvo de interesse cada vez maior de gente de todas as partes do mundo. “O tour gastronômico é uma excelente opção, ou experimentar aulas dos ritmos amazônicos como o carimbó, brega, calypso em casas de espetáculos onde artistas paraenses se apresentam como o Restaurante Ver-o-Açaí ou o Espaço Cultural Apoena”, explica a guia de turismo.

CRESCIMENTO DO TURISMO

O forte crescimento da infraestrutura e da visibilidade internacional coincide com o aumento expressivo do interesse turístico por Belém. Segundo levantamento da Booking.com, a capital paraense lidera o ranking dos destinos brasileiros com maior crescimento nas buscas por passagens aéreas em 2024, superando cidades como Belo Horizonte, Recife, Salvador e São Paulo.

Ranking Booking.com (2024):

  1. Belém (PA)
  2. Belo Horizonte (MG)
  3. Recife (PE)
  4. Paris (França)
  5. São Paulo (SP)
  6. Salvador (BA)
  7. Brasília (DF)
  8. Curitiba (PR)
  9. Buenos Aires (Argentina)
  10. Rio de Janeiro (RJ)

Outro estudo da Decolar confirma a ascensão de Belém, que figura na 8ª colocação entre os destinos nacionais mais buscados. Houve um aumento de 17% nas buscas por passagens aéreas nacionais em 2024.

Ranking de destinos nacionais mais buscados na Decolar (2024):

  1. São Paulo (SP)
  2. Rio de Janeiro (RJ)
  3. Recife (PE)
  4. Salvador (BA)
  5. Fortaleza (CE)
  6. Curitiba (PR)
  7. Florianópolis (SC)
  8. Belém (PA)
  9. Porto Alegre (RS)
  10. Maceió (AL)

Agora em relação aos destinos nacionais procurados por viajantes estrangeiros, Belém está ocupando a 14ª posição, comparando o ano de 2024 com o de 2023, segundo a plataforma Decolar, que observou também um crescimento de 21% nas buscas de viajantes internacionais por passagens aéreas:

  1. São Paulo (SP)
  2. Rio de Janeiro (RJ)
  3. Belo Horizonte (BH)
  4. Florianópolis (SC)
  5. Curitiba (PR)
  6. Brasília (DF)
  7. Salvador (BA)
  8. Goiânia (GO)
  9. Recife (PE)
  10. Vitória (ES)
  11. Fortaleza (CE)
  12. Manaus (AM)
  13. Cuiabá (MT)
  14. Belém (PA)
  15. Navegantes (SC)
  16. Natal (RN)
  17. Maceió (AL)
  18. Uberlândia (MG)
  19. São Luís (MA)
  20. Campo Grande (MS)

As informações foram apresentadas na 6ª edição da revista digital Tendências do Turismo, uma publicação elaborada pelo Ministério do Turismo em colaboração com a Embratur. O destaque de Belém nesses rankings evidencia o aumento constante do interesse dos visitantes pelos encantos naturais, culturais e gastronômicos da região amazônica.

De forma recente, o ministro do Turismo, Celso Sabino, revelou um pacote de R$ 73,1 milhões em recursos voltados ao fortalecimento da atividade turística no estado do Pará, sendo R$ 8,6 milhões direcionados especificamente para a capital, com foco na preparação de Belém para sediar a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), programada para novembro.

Fonte: g1 PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/08:06:50

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Adolescente é esfaqueada pelo ex-companheiro no nordeste do Pará

Foto:Reprodução | O crime ocorreu na manhã desta terça-feira (5), em Igarapé-Açu

Uma adolescente de 15 anos foi esfaqueada em Igarapé-Açu, no nordeste do Pará, nesta terça-feira (5).

O caso, registrado na Vila Santos Antônio do Prata, é investigado como tentativa de feminicídio. O principal suspeito é um homem de 35 anos, apontado como ex-companheiro da vítima, que está sendo procurado pelas autoridades policiais.

Segundo as informações da Polícia Militar, por volta de 7h40, uma equipe foi acionada por moradores que relataram que um homem estaria no endereço da vítima tentando golpeá-la com uma faca.

Quando os policiais chegaram ao local, encontraram a vítima caída no meio da rua com várias perfurações pelo corpo. Ainda conforme testemunhas, após o crime, o suspeito teria corrido para uma área de mata.

Os policiais acionaram uma ambulância que realizou o socorro à vítima até o Hospital Municipal de Igarapé-açu.

Devido à gravidade dos ferimentos, a vítima foi encaminhada para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência 24h, em Ananindeua. Não há mais detalhes sobre o estado de saúde da adolescente.

Um familiar da vítima contou aos policiais que o suspeito teria procurado a adolescente para retomar o relacionamento.

No entanto, ela teria negado, pois já estava com outra pessoa. A PM foi até a casa do suspeito, no entanto, ele teria fugido do local em uma motocicleta, conforme relatado por vizinhos.

As pessoas ainda contaram que o suspeito tem familiares que moram em uma localidade vizinha e que poderia ter se escondido no local. A equipe foi ao endereço indicado e realizou rondas pela área, mas o suspeito não foi localizado. Um inquérito foi aberto para apurar o caso e prender o autor das facadas.

Fonte:  O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/06:00:56

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Homem invade casa da ex-namorada armado e rouba eletrônicos, dinheiro e joias em Marabá

Foto:Redes Sociais | O caso mobilizou agentes do 34º Batalhão da Polícia Militar, que conseguiram localizar e prender o suspeito nessa terça-feira (05).

Um homem, identificado como Douglas Souza da Silva, de 31 anos, foi preso após invadir a residência de sua ex-namorada armado e realizar um assalto na noite da última segunda-feira (04/06), por volta de 20h30, no bairro Belo Horizonte, em Marabá, sudeste do Pará.

O caso mobilizou agentes do 34º Batalhão da Polícia Militar, que conseguiram localizar e prender o suspeito no dia seguinte.

Douglas aguardou a chegada da vítima escondido próximo à residência. Assim que ela entrou em casa, ele a abordou com uma arma de fogo e forçou a entrada no imóvel. Mesmo com parte do rosto coberta por uma camisa, a mulher reconheceu o ex-companheiro.

Dentro da casa, sob ameaça, o indivíduo roubou uma televisão de 55 polegadas, uma caixa de som JBL, um relógio dourado, um smartwatch, um iPhone 15, uma quantia em dinheiro e algumas joias.

Em seguida, fugiu do local em um Fiat Argo vermelho, de placa PNX-5102, veículo que havia sido alugado em uma locadora de Marabá.

A Polícia Militar foi acionada e deu início às buscas. Após confirmar que o carro utilizado na fuga estava em nome do suspeito, os policiais iniciaram diligências com o apoio da própria família de Douglas, que colaborou fornecendo informações sobre possíveis locais onde ele poderia estar escondido.

O homem foi localizado na tarde dessa terça-feira (05), na Avenida Castelo Branco, no Núcleo Cidade Nova.

Durante a abordagem, inicialmente negou envolvimento no crime, mas acabou confessando a autoria ao ser encontrado com R$ 3.000,00 em espécie, quantia que admitiu ter obtido com o roubo. Uma pulseira dourada também foi encontrada com ele e reconhecida pela vítima.

A arma usada no crime e os demais objetos roubados ainda não foram localizados. Familiares confirmaram aos policiais que viram Douglas circulando com o veículo utilizado no assalto e que ele chegou a visitar parentes após o crime.

Posteriormente, o indivíduo foi apresentado na 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante por roubo, conforme o artigo 157 do Código Penal Brasileiro. O suspeito possui antecedentes criminais e já cumpriu pena por outros delitos.

Ele será transferido para o Complexo Penitenciário de Marabá, onde ficará à disposição da Justiça.

 

Fonte:  Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/08/2025/06:00:56

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