Grilagem de terras resulta em apenas 7% de condenações em decisões judiciais sobre terras na Amazônia

A grilagem provoca o desmonte do patrimônio público, que prejudica diretamente a capacidade do Estado de implementar políticas agrárias inclusivas e sustentáveis (Foto: Cimi)

Juntos, os estados do Amazonas, Acre e Rondônia (Amacro) representam 20% de todos os processos de grilagem avaliados no “Existe punição para grilagem na Amazônia? Uma análise de decisões judiciais em ações criminais”, divulgado pelo Imazon; dinâmica da tramitação processual – morosidade, falta de provas e princípio de boa-fé – são apontados como principais fatores.

Um novo estudo do Imazon revela um cenário preocupante no combate à grilagem de terras na Amazônia Legal: apenas 7% das decisões judiciais em ações criminais sobre o tema resultaram em condenação. A pesquisa, que analisou 526 decisões de 193 réus em 78 processos na Justiça Federal, aponta que a maioria dos casos termina em absolvição ou prescrição, com os estados do Amazonas, Acre e Rondônia enfrentando desafios significativos.

Os processos analisados tramitavam majoritariamente em varas federais do Pará (60% ou 47 processos). No entanto, a região conhecida como AMACRO, composta pelos estados do Amazonas, Acre e Rondônia, também concentra uma parcela significativa desses casos, respondendo por 20% dos casos, sendo 15% no estado do Amazonas; 4% em Rondônia por 4%; e 1% no Acre.

 Quase metade dos processos (42%) não informava o tamanho da área-alvo da grilagem, mas 18% envolviam áreas acima de 10.000 hectares, o que é um território vasto, equivalente a mais de 10 mil campos de futebol em cada caso.

 A grilagem é a obtenção de terras por meios ilícitos, como o desmatamento ilegal para sinalizar ocupação e a falsificação de documentos para forjar propriedade de áreas públicas. Essa prática criminosa causa conflitos fundiários, violência no campo, desmatamento descontrolado e degradação ambiental, além de prejudicar a capacidade do Estado de implementar políticas agrárias inclusivas e sustentáveis.

O estudo do Imazon, intitulado “Existe punição para grilagem na Amazônia? Uma análise de decisões judiciais em ações criminais”, divulgado em julho de 2025, mostra que dos 78 processos analisados até maio de 2022, o desfecho mais comum foi a absolvição (35% das decisões), seguida pela prescrição (33%), que ocorre quando o poder público perde o direito de punir o réu devido à demora na ação judicial. Isso significa que, na prática, em grande parte dos casos, os grileiros não são punidos.

Um fator crucial para essa impunidade é a lentidão do Judiciário. O tempo médio entre o início da tramitação de um processo e a decisão final foi de seis anos. Para quase metade dos réus (48%), a sentença demorou mais de cinco anos, e em 17% dos casos, levou entre 13 e 18 anos para ser proferida. Casos de prescrição, por exemplo, levaram em média dez anos até serem declarados.

 Grilagem compensa?

Lorena Esteves, pesquisadora do Imazon e uma das autoras do estudo, explica que a grilagem “envolve desde falsificação de documentos até a ocupação ilegal de áreas que pertencem ao Estado, alimentando um ciclo de destruição ambiental, especulação fundiária e violência no campo”. Apesar da gravidade, as condenações são raras. Quase metade (49%) das condenações foram por crimes ambientais, principalmente desmatamento em floresta pública (10 casos), e 64% ocorreram em Unidades de Conservação. Para o crime mais frequente dentre os analisados, a invasão de terra pública (134 casos), houve apenas duas condenações.

A pesquisa aponta que a baixa pena para o crime de invasão de terra pública (máximo de 3 anos de detenção) facilita a prescrição em oito anos e a concessão de benefícios legais, como a suspensão condicional do processo. Estes benefícios permitem aos réus evitar a condenação e o registro de antecedentes criminais, mesmo quando indiciados por múltiplos crimes.

Outros motivos para as baixas condenações incluem a dificuldade de provar os crimes, muitas vezes pela falta de perícias para comprovar falsidade documental ou a aceitação da “boa-fé” do invasor, mesmo com contratos de compra e venda inválidos para terras públicas. Apenas um caso de estelionato resultou em condenação, com juízes frequentemente interpretando a comercialização de terras públicas sob a ótica do Direito Civil, focando na invalidade do negócio jurídico e desconsiderando o proveito econômico da exploração e os danos ambientais. Já para o crime de associação criminosa, nenhum réu foi condenado, sendo a prescrição o desfecho mais comum.

Além disso, o Ministério Público raramente pede reparação de danos (apenas para 16% dos réus), e esses pedidos são quase sempre negados pelos juízes, limitando o impacto financeiro para os grileiros. O único caso em que a reparação foi deferida foi por invasão de terra pública, em valor de R$ 39.920,00, devido à prolongada ocupação (três décadas) de uma área extensa.

Modificação na lei

Diante desse cenário, o estudo propõe diversas recomendações para fortalecer a responsabilização penal e prevenir novas ocupações ilegais. Entre as medidas, estão o aumento das penas para crimes de grilagem, com penas mínimas acima de um ano e máximas acima de cinco anos, para estender os prazos de prescrição e dificultar benefícios legais; a criação de um tipo penal específico para punir a comercialização de terras públicas griladas, coibindo a impunidade e os lucros ilícitos; a inclusão de pedidos detalhados de reparação de danos pelo Ministério Público nas denúncias, especificando os prejuízos de cada réu; e a intensificação das investigações sobre grilagem, com foco em crimes de penas mais altas, como lavagem de dinheiro, fortalecendo a colaboração entre MPF, Polícia Federal, Ibama e Coaf.

Brenda Brito, também pesquisadora do Imazon, reforça a importância da prevenção: “A prevenção sempre é a melhor via. E para prevenir a grilagem de terras, é essencial avançar rapidamente na destinação de florestas públicas de forma compatível com o uso sustentável, retirando esses territórios dos alvos dos grileiros”.

Segundo o estudo, o Judiciário também precisa atuar de forma mais incisiva, consolidando a jurisprudência de que a invasão de terra pública é um crime permanente – ou seja, o crime continua enquanto a ocupação ilegal persistir, e a contagem da prescrição só se inicia quando a ocupação termina. Além disso, é crucial que os órgãos fundiários notifiquem formalmente os invasores sobre a natureza pública da área, o que tem se mostrado uma prova fundamental nas condenações por afastar a alegação de boa-fé.

Fonte:  Imazon /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/09:42:35

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Réu que matou ex sufocada com saco plástico e travesseiro é condenado a 21 anos de prisão em Belém

Tribunal do Júri em Belém — Foto: Arquivo/TJPA

Crime brutal ocorreu na frente da casa onde a vítima vivia com os dois filhos. Acusado estava foragido e foi preso dois meses depois

O 1º Tribunal do Júri de Belém condenou, esta semana, Fabrício da Conceição Soares, conhecido como “Boreu”, de 41 anos, a 21 anos de prisão em regime fechado pelo feminicídio de Marilene Ferreira de Carvalho, de 47 anos, com quem havia se separado recentemente. O crime chocou moradores da Vila da Condor, onde a vítima foi encontrada morta dentro de casa com um saco plástico na cabeça, um travesseiro sobre o rosto e diversos hematomas pelo corpo.

De acordo com o Ministério Público, o assassinato foi praticado de forma cruel e premeditada, após o acusado se recusar a aceitar o fim do relacionamento. Ele teria esperado Marilene ficar sozinha para invadir o imóvel e cometer o crime. A vítima morava com os dois filhos, de 12 e 21 anos, que não estavam em casa no momento do ataque.

O laudo pericial apontou que Marilene sofreu um “ataque brutal”, com agressões físicas e estrangulamento, e que a provável causa da morte foi traumatismo craniano e asfixia.

Durante o julgamento, testemunhas relataram ter ouvido gritos vindos da residência da vítima, mas os sons foram abafados por uma festa de aparelhagem que acontecia na rua no mesmo momento. O acusado permaneceu em silêncio durante o interrogatório e não explicou o que aconteceu no dia do crime.

Além da pena de prisão, o juiz Murilo Lemos Simão determinou que o réu pague uma indenização de R$ 5 mil aos filhos da vítima, valor simbólico por conta da sua condição econômica.

Fabrício fugiu após o assassinato e só foi preso dois meses depois. Desde então, permanece custodiado. A acusação foi feita pelo promotor Gerson Daniel da Silveira, com apoio da advogada Rafaela Yokoyama, sobrinha da vítima.

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/09:32:45

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Corpos de dois paraenses mortos em chacina na divisa do PA com AP são sepultados

(Foto: Reprodução) – Dois dos quatro paraenses mortos em chacina entre o PA e o AP são sepultados

De acordo com a polícia, oito pessoas foram assassinadas, e a suspeita é que elas foram confundidas com assaltantes de outros garimpos na região.

Os corpos de dois dos quatro paraenses mortos em uma chacina na divisa do Pará com o Amapá foram sepultados neste fim de semana.

O corpo de Dhony Dalton Clotilde Neres, de 35 anos, chegou neste domingo (10) a Itaituba, no sudoeste do PA , onde foi sepultado. Já o corpo de Gustavo Gomes Pereira foi transportado no sábado (9) para Ourilândia do Norte, no sul do estado, cidade onde foi sepultado.

A chacina ocorreu na última semana, depois que um grupo de nove homens foi até o distrito de Monte Dourado, em Almeirim (PA), na divisa com Laranjal do Jari (AP), para negociar a compra de terrenos, no domingo (3).

De acordo com a polícia, oito pessoas foram assassinadas, e a suspeita é que elas foram confundidas com assaltantes de outros garimpos na região. Um homem foi resgatado com vida pelo Grupo Tático Aéreo (GTA).

As vítimas estavam próximas a áreas de extração de ouro, em pontos diferentes do Rio Iratapuru, em uma região de difícil acesso, onde equipes só conseguiram chegar de helicóptero. Os suspeitos do crime foram identificados pela força de segurança do Amapá.

chacina garimpeiros AP PA

As vítimas foram identificadas como:

  Antônio Paulo da Silva Santos, conhecido como “Toninho” – 61 anos, natural de Cedro – MA.

Dhony Dalton Clotilde Neres, conhecido como “Bofinho” – 35 anos, natural de Itaituba – PA. Era garimpeiro e praticava a atividade legalmente no município de Calçoene;

Elison Pereira de Aquino, conhecido como “Dinho” – 23 anos, natural de Laranjal do Jari – AP, atuava com transporte de combustível para o garimpo. Vítima deixou a esposa grávida. Corpo foi velado e sepultado no sul do Amapá;

Gustavo Gomes Pereira, conhecido como “Gustavinho” – 30 anos, natural de Ourilândia do Norte – PA. Segundo informações, morava em um condomínio em Macapá, era casado e pai de um bebê de 1 ano. Ele estaria no local como visitante e não possuía vínculo com atividades no garimpo;

Jânio Carvalho de Castro, conhecido como “Jane”, natural de Bom Jesus do Tocantins – PA. Era garimpeiro e praticava a atividade legalmente no município de Calçoene;

José Nilson de Moura, conhecido como “Zé doido” – 38 anos, natural de Lagoa da Pedra – MA;
Luciclei Caldas Duarte, conhecido como “Tripa” – 39 anos, natural de Laranjal do Jari – AP. Era piloto da voadeira utilizada pelo grupo;

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Fonte: Juliana Bessa, Jonathan Coimbra, g1 Pará e TV Liberal — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/09:26:21

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‘Quem ama respeita, quem ama acolhe’: conheça história de um pai que compartilha orgulho e respeito pelos filhos por serem quem são

Anoar com esposa e filhos — Foto: Arquivo Pessoal

Anoar Cassuli é pai de dois filhos: Natale Pedro, de 29 anos, e Helena, de 25.

No Dia dos Pais, a história de Anoar Cassuli, morador de Santarém, no oeste do Pará, é um retrato de amor incondicional, respeito e acolhimento. Pai de dois filhos: Natale Pedro, de 29 anos, e Helena, de 25. Ele fala com orgulho sobre a relação com o primogênito, que é homossexual, e sobre como a família se tornou o maior espaço de apoio.

“No primeiro momento foi desesperador. Não por meu filho ter uma opção sexual diferente, mas pela preocupação com a discriminação fora de casa”, lembra Anoar.

As primeiras conversas, segundo ele, foram sobre acolhimento. “No meu entendimento, quem mais precisa apoiar e defender nessas situações são os pais, a família em si. O que aprendi é que a sexualidade de uma pessoa não a torna diferente, o importante é o caráter. Meu filho é maravilhoso, honesto e muito trabalhador. Jamais o rejeitaria. E aprendi a respeitar ainda mais as opiniões e escolhas dos outros”, contou.

Anoar diz que o reconhecimento das pessoas pelo amor que ele demonstra ao filho é um dos maiores orgulhos.

“Não tem momento mais orgulhoso que quando alguém me diz: ‘Parabéns, pai, por aceitar e amar seu filho como ele é’. Quem ama respeita. Quem ama acolhe.”

Um porto seguro

Para Natale Pedro, o apoio do pai é muito mais do que palavras bonitas. “É como ter um porto seguro. Saber que ele está ali, não apenas para me proteger, mas para me incentivar a ser quem sou, sem máscaras ou preconceitos. O amor dele não tem condições, e nossa relação não depende de eu me encaixar em expectativas.”

Ele diz que a base dessa relação está nas pequenas atitudes.

“Não foi um grande gesto ou uma frase marcante, mas o conjunto das pequenas coisas do dia a dia: me tratar com naturalidade, me ouvir sem julgamentos, se interessar pela minha vida e estar presente mesmo nas coisas simples. O apoio dele foi sendo construído todos os dias, e isso é muito mais importante que momentos pontuais.”

Para ele, a mensagem que fica é clara. “A maior herança que um pai pode deixar não é um patrimônio, e sim a certeza de que seus filhos são amados como são.”

Inspiração para a vida

Helena, a filha caçula, também fala com emoção sobre o pai. “Muito batalhador, forte, com um coração gigante e um humor incrível. Meu pai é muito mais do que só um pai, ele é a base da nossa família e uma inspiração diária. É humilde, justo e sempre apoia nossos sonhos. Tem um humor leve que sempre arranca um sorriso das pessoas ao redor. Pra mim, ele é meu porto seguro, exemplo de amor e cuidado. Eu queria que todo mundo tivesse um pai como o meu, porque faz toda a diferença na vida. Ele é, sem dúvidas, o melhor pai do mundo.”

 

Fonte: Kamila Andrade, g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/09:18:55

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Após 10 anos, ‘Barco Voador’ é restaurado e reinaugurado no Terminal Fluvial de Alter do Chão

Barco Voador é restaurado e reinaugurado no Terminal Fluvial de Alter do Chão — Foto: Divulgação

Obra do artista santareno José Roberto Aguilar homenageia história e tradições da comunidade.

O Barco Voador, escultura-instalação que se tornou um símbolo cultural de Alter do Chão, foi reinaugurado neste sábado (9) na Praça Borari, no Terminal Fluvial Turístico da vila balneária, em Santarém, no oeste do Pará.

A obra, criada e restaurada pelo artista plástico santareno José Roberto Aguilar, voltou a ser apresentada ao público durante a “Noite de Integração”, evento promovido pela associação Iwipurãga da Aldeia Povo Borari, que reuniu moradores e turistas em celebração à cultura da região.

A escultura completa dez anos desde sua primeira instalação. Em 2013, Aguilar encontrou o antigo barco Sousa, abandonado na praia do Cajueiro, e decidiu transformá-lo em um memorial da história e das memórias da comunidade.

“Aquele barco é mais que madeira e tinta, é guardião das jornadas de pescaria, dos encontros e do sustento de muitas famílias”, relembrou o artista.

A primeira intervenção ocorreu em 2015, quando Aguilar pintou nomes e símbolos que remetem aos antigos moradores da vila, criando o Barco Voador como um registro artístico da identidade Borari. Com o desgaste do tempo, a obra passou por um processo de restauração que manteve o casco original e ganhou novas cores vibrantes, azul, amarelo, vermelho e verde, representando a floresta e o rio.

A reinauguração teve apresentações do grupo de carimbó Pindaúna, participação dos botos Tucuxi e Cor de Rosa, personagens tradicionais do Sairé, comidas típicas e a homenagem do Mestre Chico Malta com a música “Barco Voador”.

José Roberto Aguilar, que atualmente vive em São Paulo, é conhecido por unir técnicas tradicionais e contemporâneas, utilizando materiais e narrativas da Amazônia

. “Fazer essa revitalização foi como devolver vida a um pedaço da alma de Alter do Chão”, afirmou.

O administrador da empresa portuária Rio Tapajós, Carlos Alexandre, destacou a importância do projeto.

“Apoiar a reinauguração do Barco Voador reafirma nosso compromisso com o patrimônio cultural e a identidade única de Alter do Chão”.

 

Fonte: g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/09:13:46

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Homem é baleado na perna após confusão no bairro Diamantino, em Santarém

Samu realizou o atendimento da vítima — Foto: Portal Encontro das Águas/Reprodução

De acordo com a equipe do Samu, o homem sofreu pelo menos dois ferimentos na perna esquerda.

Um homem foi atingido por disparos de arma de fogo na tarde deste domingo (10) no bairro Diamantino, em Santarém, próximo à Rua Hilda Mota, na Avenida Moaçara.

Segundo informações, a vítima chegado bastante alterada e discutido com pessoas que estavam na área. Um policial militar que estava de folga e à paisana presenciou a confusão e que, diante da situação, ele não parou e foi efetuado os disparos para conter o homem.

De acordo com a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o homem sofreu pelo menos dois ferimentos na perna esquerda. Ele recebeu os primeiros socorros ainda no local e, em seguida, foi imobilizado e colocado em uma ambulância para ser encaminhado ao Hospital Municipal de Santarém.

O caso foi registrado na 16ª Seccional de Polícia Civil de Santarém.

 

Fonte: Kamila Andrade, g1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/09:00:05

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Mestre Lourival Igarapé, ícone do carimbó no Pará, morre aos 74 anos

(Foto: Reprodução) – Cantor, compositor e artesão foi referência na preservação e ensino do carimbó, deixando legado de mais de três décadas dedicadas à música popular do Pará

O cantor, compositor e artesão Mestre Lourival Igarapé, um dos grandes nomes da música popular paraense, morreu aos 74 anos na quinta-feira (7), em Belém. Natural de Igarapé-Açu, na comunidade do Caripi, ele estava internado em um hospital no bairro do Umarizal após ser diagnosticado com princípio de infarto e enfrentava sequelas de uma pneumonia contraída em 2024.

Com mais de três décadas dedicadas ao carimbó, Lourival chegou a Belém na década de 1970. A paixão pela música se firmou aos 40 anos, e a composição veio aos 55. Além dos palcos, ele se dedicou ao ensino, criando na década de 1980 uma escolinha de carimbó para crianças em Icoaraci, onde transmitiu saberes e tradições da cultura popular.

Guardião da tradição, o mestre esteve à frente do projeto Rodando com Carimbó, que percorreu cidades do nordeste paraense com apresentações e registros culturais para fortalecer a identidade regional. Em 2024, lançou seu primeiro EP, Queimadas, com repertório autoral e mensagem ambiental, reunindo 32 carimbozeiros de diferentes gerações. No mesmo ano, também apresentou ao público o single Gaiola.

A perda foi sentida por artistas e admiradores da cultura paraense. A produtora cultural e cantora Priscila Cobra, referência no carimbó urbano de Belém, destacou a importância do mestre:

“Ele era um patrimônio vivo, não só do carimbó e não só do Pará. Resistiu com poesia e amor, transmitindo saberes para novas gerações.”

O legado de Mestre Lourival permanece vivo nas composições, nos projetos culturais e nas memórias de quem teve a oportunidade de aprender e celebrar o carimbó ao seu lado.

 

 

Fonte: Roma News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/08:54:06

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Motociclista morre após grave acidente em Marabá

(Foto: Reprodução) – O acidente aconteceu na noite de sábado (09), na BR-230, Vila São José

Um grave acidente na noite de sábado (09), resultou na morte de um motociclista na BR-230, na Vila São José, em Marabá, na região sudeste do Pará. A vítima, conhecida pelo apelido de “Zé Piu”, não resistiu aos ferimentos após uma colisão ocorrida antes de chegar ao KM 8, no sentido de Itupiranga.

De acordo com informações locais, a vítima chegou a ser socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas não resistiu aos graves ferimentos. Ele teria sofrido fraturas expostas, o que agravou seu estado de saúde.

Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram a motocicleta de “Zé Piu” bastante danificada. Em um dos registros, a pessoa que grava a cena também exibe um osso humano próximo ao veículo, que possivelmente pertenceria à vítima.

As circunstâncias exatas que levaram à ocorrência do acidente ainda não foram divulgadas pelas autoridades competentes. A identidade completa do motociclista também não foi oficialmente confirmada, sendo conhecido apenas pelo apelido.

 

 

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/08:40:16

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Homem é executado com tiros na cabeça em Marabá

(Foto: Reprodução) – O crime ocorreu na na noite deste último domingo (10), na Vila Brejo do Meio

Um homicídio chocou a comunidade da Vila Brejo do Meio, zona rural de Marabá, na noite deste último domingo (10). O homem, conhecido pelo apelido de “Noiado”, foi executado com múltiplos disparos de arma de fogo.

O crime ocorreu próximo a um antigo posto de gasolina desativado. De acordo com informações, a vítima estava na garupa de uma motocicleta, vindo do PA Alegria, quando foi abordada por indivíduos encapuzados que estavam em uma Bros preta.

Os criminosos teriam ordenado que a vítima descesse do veículo e, em seguida, efetuaram três disparos, atingindo a região da cabeça. O corpo permaneceu no local, com o capacete ainda na cabeça, até a chegada do Instituto Médico Legal (IML) e da Polícia Civil.

As autoridades já iniciaram as investigações para apurar as circunstâncias exatas do ocorrido, identificar o homem e localizar os responsáveis pelo brutal assassinato. A Polícia Civil busca por mais informações e testemunhas que possam auxiliar no esclarecimento do caso.

 

 

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 11/08/2025/08:29:01

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Jogador de futebol é morto a facadas após briga em boate no Pará

Foto: Reprodução | Um dos suspeitos, identificado como Matheus Santos da Conceição, foi preso pela PM.

Pablo Riam do Espírito Santos, de 19 anos, foi morto a facadas na madrugada deste sábado (9/8), na porta de casa, em Tailândia, nordeste do Pará. Ele era jogador de futebol e atuou na equipe sub-20 do Capitão Poço EC como volante. Segundo a Polícia Militar, o crime ocorreu após uma briga em uma boate. Um dos suspeitos, identificado como Matheus Santos da Conceição, foi preso pela PM.

Para a imprensa, o tenente Bernardo, do 45º Batalhão, deu mais detalhes do caso. “Nesta madrugada, dois jovens parecem que brigaram em uma boate na cidade e essa rixa levou a uma briga na frente da casa da vítima (Pablo). (…) Ele pegou vários golpes de faca e morreu no hospital”, disse ele.

“Desde então, ficamos nas buscas do acusado. Até que, por volta das 10h, tivemos um informe da residência de um dos acusados. Nós deslocamos até lá e, inicialmente, o dono da casa não queria deixar a Polícia Militar adentrar no imóvel, mas a gente suspeitou do envolvimento do acusado e entramos na casa, onde ele (Matheus) estava se escondido debaixo da pia”, complementou.

De acordo com a PM, um outro homem, de nome não divulgado, está sendo procurado por envolvimento na morte do jogador. Até agora, o paradeiro do segundo suspeito é desconhecido. Por enquanto, o motivo da confusão entre Pablo e os suspeitos é um mistério.

No Instagram, o clube confirmou a morte do atleta. “É com imenso pesar que o Capitão Poço Esporte Clube comunica o falecimento de Pablo Santos, nosso volante, motivo de tanto orgulho para o time e para a nossa cidade. Pablo, como era conhecido, foi um jogador exemplar e sempre será lembrado por todos nós”, lamentou o time em um stories.

“Em nome de toda a diretoria, apresentamos nossa solidariedade e condolências à família, jogadores, amigos e torcedores nesse momento difícil e de grande dor. O Capitão Poço E.C está em luto”, acrescentou.

A Redação  solicitou um posicionamento da Polícia Civil sobre o caso. Em nota, a PC informou que ue um dos suspeitos foi preso em flagrante pela Polícia Militar e conduzido à Delegacia de Tailândia. Equipes realizam buscas para localizar o outro envolvido, que já foi identificado. Qualquer informação pode ser repassada de forma anônima e gratuita para o Disque-Denúncia, através do número 181.

Fonte: O Liberal/ Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/08/2025/22:19:45

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