Suspeito de enforcar e esfaquear ex-mulher é preso no Pará

(Foto: Reprodução) – A prisão foi efetuada pela Polícia Civil
A Polícia Civil do Pará, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Belém, vinculada à Diretoria de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAV), prendeu em flagrante na tarde deste domingo (10) um suspeito por tentativa de feminicídio em Belém.

O preso em flagrante é ex-companheiro da vítima. Ele enforcou e desferiu golpes de faca contra a mulher por não aceitar o fim da relação, fugindo do local do crime logo em seguida.

Após denúncia da irmã da vítima e apuração dos fatos, a equipe da DEAM Belém deu voz de prisão em flagrante contra o suspeito, que foi encaminhado para os procedimentos cabíveis.

 

 

Fonte: PCPA/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/15:05:15

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Cinco PMs, guarda civil e garimpeiro são presos acusados de chacina na divisa do Amapá com o Pará

Foto:Reprodução | As forças de segurança pública do Amapá cumprem nesta terça-feira (12) nove mandados de prisão contra suspeitos de envolvimento na chacina que vitimou oito pessoas em Almeirim, oeste do Pará, na divisa com Laranjal do Jari (AP).

Entre os presos estão cinco policiais militares, um guarda civil municipal e três garimpeiros.

O delegado-geral da Polícia Civil do Amapá, Cézar Vieira, concederá coletiva de imprensa às 14h para apresentar detalhes da operação.

De acordo com as investigações, o ataque ocorreu na segunda-feira (4) e os corpos começaram a ser encontrados na quinta-feira (7). Um sobrevivente foi resgatado pela Companhia de Operações Especiais (Coe) do Bope e pelo Grupo Tático Aéreo (GTA).

As vítimas estavam na região para negociar terras em uma área conhecida pela prática de garimpo ilegal. A polícia apura que o crime teria sido cometido por engano, após o grupo ser confundido com assaltantes que atuaram na área no fim de semana. Não há indícios de envolvimento das vítimas com o crime que teria motivado o ataque.

O Governo do Amapá informou que a operação é realizada em ação conjunta com a Polícia Civil do Pará, com o objetivo de levar os responsáveis à Justiça com rigor e transparência.

Foto:Reprodução
Foto:Reprodução

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Fonte: Diário do Amapá /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/13:55:40

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Sobrevivente de massacre no Amapá é encontrado escondido na mata no Pará

Foto:Reprodução | O garimpeiro, que não teve o nome divulgado, foi encontrado escondido em uma área de mata e levado de helicóptero até a sede de Laranjal do Jari, onde foi atendido

Equipes do Grupo Tático Aéreo (GTA) resgataram, no fim de semana, o oitavo garimpeiro paraense que foi alvo de uma chacina que deixou 8 mortos em uma área de difícil acesso, em Laranjal do Jari, no Amapá. O grupo era formado por 9 garimpeiros e o corpo do último integrante foi encontrado em seguida.

O garimpeiro, que não teve o nome divulgado, foi encontrado escondido em uma área de mata e levado de helicóptero até a sede de Laranjal do Jari, onde foi atendido. Em seguida, foi legado à Delegacia de Polícia Civil, onde prestou depoimento.

A polícia apurou que o grupo negociava uma área na região de um garimpo em Monte Dourado, no Pará. As vítimas teriam sido confundidas com assaltantes que estão agindo na região.

Duas caminhonetes que pertenciam às vítimas foram incendiadas e destruídas em um ramal no lado paraense. O desaparecimento foi registrado na segunda-feira, 4, depois que o grupo atravessou a divisa e retornava para Laranjal do Jari. Dois dias depois, equipes localizaram os veículos e, em seguida, os corpos de seis vítimas às margens do rio Jari, em uma área de difícil acesso.

O delegado-geral da Polícia Civil do Amapá, Cezar Vieira, disse que já há suspeitos identificados, e uma possível linha de investigação a ser seguida.

Foto:Reprodução | Chacina garimpeiros AP PA
Foto:Reprodução | Chacina garimpeiros AP PA

As vítimas foram identificadas como:

  • Antônio Paulo da Silva Santos, conhecido como “Toninho” – 61 anos, natural de Cedro – MA.
  • Dhony Dalton Clotilde Neres, conhecido como “Bofinho” – 35 anos, natural de Itaituba – PA. Era garimpeiro e praticava a atividade legalmente no município de Calçoene;
  • Elison Pereira de Aquino, conhecido como “Dinho” – 23 anos, natural de Laranjal do Jari – AP, atuava com transporte de combustível para o garimpo. Vítima deixou a esposa grávida. Corpo foi velado e sepultado no sul do Amapá;
  • Gustavo Gomes Pereira, conhecido como “Gustavinho” – 30 anos, natural de Ourilândia do Norte – PA. Segundo informações, morava em um condomínio em Macapá, era casado e pai de um bebê de 1 ano. Ele estaria no local como visitante e não possuía vínculo com atividades no garimpo;
  • Janio Carvalho de Castro, conhecido como “Jane”, natural de Bom Jesus do Tocantins – PA. Era garimpeiro e praticava a atividade legalmente no município de Calçoene;
  • José Nilson de Moura, conhecido como “Zé doido” – 38 anos, natural de Lagoa da Pedra – MA;
  • Luciclei Caldas Duarte, conhecido como “Tripa” – 39 anos, natural de Laranjal do Jari – AP. Era piloto da voadeira utilizada pelo grupo;
  • Paulo Felipe Galvão Dias, 30 anos, natural de Capitão Poço – PA.

 

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Fonte:Estado do Pará Online /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/13:55:40

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Cerca de 30 denúncias de violações de direitos humanos são registradas por dia no Pará

Foto:DC Studio / Freepik | Nesta terça-feira (12/8), é celebrado o Dia Nacional dos Direitos Humanos e que reforça o compromisso do Brasil com a proteção e a promoção dos direitos fundamentais de todos os cidadãos

Cerca de 30 denúncias por dia de violação de direitos humanos foram registradas de janeiro deste ano até segunda-feira (11/8), no Pará.

Os números são do painel de dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, que engloba a quantidade desse tipo de situação envolvendo uma vítima e um suspeito, que pode conter uma ou mais violações na mesma denúncia. Ao todo, 6.792 denúncias foram computadas neste período.

O Dia Nacional dos Direitos Humanos, criado em homenagem à líder sindical Margarida Maria Alves, é celebrado nesta terça (12/8) e reforça o compromisso do Brasil com a proteção e a promoção dos direitos fundamentais de todos os cidadãos.

A advogada Suena Carvalho Mourão, especialista em direito administrativo e ex-presidente da Comissão Nacional de Promoção da Igualdade do Conselho Federal (CFOAB), conta que esta data lembra que, no Brasil, “defender direitos básicos pode custar a própria vida, e que a violência contra quem se levanta contra injustiças ainda é uma realidade”. Segundo ela, os direitos precisam ser protegidos todos os dias.

“Todos deveríamos ter acesso pleno ao direito à vida digna, à igualdade de oportunidades, à educação de qualidade, à saúde integral e à liberdade de ser e existir sem medo. Esses direitos são indivisíveis e interdependentes: negar um é fragilizar todos. Na prática, isso significa garantir segurança alimentar, acesso à moradia, combate à discriminação, inclusão social e respeito à diversidade. Não se trata apenas de um ideal, mas de uma obrigação legal e ética do Estado e da sociedade”, explicou.

Suena ressalta também que as maiores violações de direitos humanos ocorrem com a população negra, povos indígenas, mulheres, comunidade LGBTQIA+, PCDs, pessoas em situação de rua, imigrantes e pessoas que vivem em áreas periféricas.

“São grupos que enfrentam não apenas a ausência de políticas públicas adequadas, mas também o peso histórico do racismo, do machismo e de outras formas estruturais de opressão. Para mudar esse cenário, precisamos de políticas afirmativas robustas, orçamento público comprometido e fiscalização efetiva. É fundamental incluir essas populações na formulação das políticas que lhes dizem respeito: nada sobre nós sem nós”, afirmou.

A advogada ponderou avanços importantes na asseguração do tema, como, por exemplo: ampliação do arcabouço legal de proteção, como a Lei Maria da Penha, o Estatuto da Igualdade Racial, o reconhecimento jurídico das uniões homoafetivas e a criação de políticas afirmativas em universidades e concursos públicos.  “Essas conquistas nasceram de décadas de luta de movimentos sociais e da pressão por um Estado mais inclusivo”, explicou.

O trabalho da Seirdh

Em nota, a Secretaria de Estado de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh) informou que, em 2025, atendeu 47 denúncias de violações de direitos humanos no Pará. Em 2024, a Seirdh atendeu 77 demandas. Segundo a Secretaria, as principais demandas tratam sobre luta pela posse da terra, racismo, racismo religioso, violação de direitos e violência contra a população LGBTQI+.

A Seirdh, que foi criada em abril de 2023 com a missão de planejar e executar políticas públicas voltadas à proteção de diversos grupos vulneráveis e ao combate a violações, comunicou também que vem desenvolvendo iniciativas inovadoras e estruturadas em múltiplos eixos para a promoção dos direitos humanos.

Entre os principais projetos e políticas atuais da Seirdh, estão: Direitos Humanos nas Escolas, Juventude Empreendedora, Funtrad – Projeto Resgata Pará, Empodera, Observatório de Direitos Humanos do Pará, Educação do Olhar Inclusivo, Interiorização das Políticas e Leis para Educação Quilombola e Antirracista, Política de Memória, Verdade e Reparação, Conferências Estaduais, Proteção aos Defensores de Direitos Humanos (PPDDH), Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM).

A Seirdh abriga atualmente nove conselhos estaduais, tendo sido responsável pela implantação do décimo conselho, voltado à promoção de políticas para comunidades pela reativação de alguns que estavam paralisados, e está em processo de quilombolas, conforme Decreto nº 4.372/2024.

De acordo com a Secretaria, A atuação desses conselhos é paritária, envolvendo representantes do Governo do Estado e da sociedade civil, e contribui de forma decisiva para o avanço das pautas de direitos humanos, igualdade racial, juventude, diversidade sexual, combate à tortura e trabalho escravo no Pará.

As principais violações

A Seirdh informou que o Pará é o estado com maior número de conflitos de terra do Brasil, liderando em massacres e mortes no campo. “Os principais provocadores dos conflitos são fazendeiros, grileiros e garimpeiros, o que coloca comunidades indígenas, quilombolas e pequenos agricultores sob constante ameaça de invasão, intimidação e violência armada”, disse.

“Há aumento expressivo nas denúncias de racismo, principalmente após a expansão de canais de combate a crimes discriminatórios. O Pará é o único estado da Amazônia com delegacia especializada para esse tipo de crime. Casos de injúria racial entre estudantes, principalmente cotistas, em universidades e escolas, têm gerado mobilização e protestos por providências”, destacou.

Ainda conforme a Seirdh, o estado registra centenas de denúncias anuais de violência contra idosos, sendo a violência financeira a mais comum, seguida por agressões físicas e negligência, sendo a maior parte dos casos em Belém.

Com relação à população LGBTQIA+, a Secretaria apontou o enfrentamento de violações em múltiplos setores: na saúde (dificuldade de acesso a tratamentos, como para HIV), na educação (discriminação no uso de banheiros universitários e hostilidade nas salas de aula) e no sistema carcerário (transferência para presídios de maior risco, falta de assistência médica e respeito à identidade de gênero).

Além disso, a Seirdh falou também sobre feminicídio e violência contra a mulher. “Municípios como Ananindeua lideram estatísticas nacionais de feminicídio, com alta vulnerabilidade para mulheres negras e periféricas. O cenário demanda ações conjuntas de políticas públicas e apoio internacional”, frisou.

A Secretaria, por fim, comentou que a violência contra defensores de direitos humanos também está entre os principais registros. “O Pará é o estado com o maior número de violações contra defensores de direitos humanos: entre 2019 e 2022, foram registradas 143 ocorrências, inclusive assassinatos. A maior parte relacionada à defesa de territórios, meio ambiente e populações tradicionais”, pontuou.

Avanços nas políticas públicas

A Secretaria de Igualdade Racial e Direitos Humanos reforçou que, nos últimos anos, o Pará tem promovido avanços significativos nas políticas públicas de direitos humanos. Entre eles, a Seirdh destacou a criação da própria secretaria, que permitiu maior foco e eficiência no atendimento a grupos vulneráveis, e o fortalecimento da participação social por meio de conferências e reativação de conselhos.

“Houve ampliação de ações de promoção da igualdade racial, inclusão social da população LGBTQIA+ com programas como o EMPODERA+, e iniciativas voltadas à geração de emprego e renda para a juventude. A criação do Observatório de Direitos Humanos trouxe maior produção e transparência de dados, enquanto políticas para pessoas com deficiência, como a ‘Educação do Olhar Inclusivo’, reforçaram a inclusão e o combate ao capacitismo. Também ocorreu a interiorização das políticas para alcançar municípios do interior e o fortalecimento da articulação com órgãos federais e sociedade civil, consolidando o Pará como referência nacional em iniciativas intersetoriais e inclusivas”, observou.
O planejamento

Para este ano e 2026, a Secretaria contou que planeja dar continuidade ao investimento em atendimento direto à população e na ampliação das ações educativas voltadas para a promoção e defesa dos direitos humanos.

Entre as iniciativas previstas, há o lançamento de uma pós-graduação voltada à temática dos direitos humanos e igualdade racial, fruto de uma parceria estratégica com a Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA). O protocolo de intenção para viabilizar o curso será assinado nesta terça-feira (12/8), na sede da própria secretaria, marcando um passo importante para a capacitação de servidores e lideranças sociais.

“Além disso, a SEIRDH pretende fortalecer programas já existentes, ampliar a interiorização das políticas públicas, intensificar campanhas educativas contra discriminação e violência, e aprimorar a produção de dados por meio do Observatório de Direitos Humanos, garantindo que as ações cheguem a todos os municípios paraenses de forma integrada e participativa. A SEIRDH também tem como meta para este período consolidar e ampliar parcerias estratégicas com as comunidades quilombolas, fortalecendo as políticas públicas voltadas a esses territórios tradicionais”, relatou.

“Nesse sentido, está previsto o lançamento do Conselho Estadual Quilombola, que funcionará como espaço permanente de diálogo, formulação e monitoramento de ações específicas para a promoção da igualdade racial, garantia de direitos territoriais e valorização cultural. A iniciativa busca assegurar que as demandas apresentadas pelas lideranças quilombolas sejam incorporadas ao planejamento estadual, impulsionando o desenvolvimento sustentável, a proteção do patrimônio histórico e a preservação das tradições desses povos”, finalizou.
Proteção aos mais vulneráveis

“É muito simbólica a data que faz memória a uma mulher em um país que mata as mulheres nessa estrutura machista e patriarcal”, afirmou Eliana Fonseca, coordenadora geral da Sociedade Paraense em Defesa dos Direitos Humanos (SDDH).

Segundo ela, a lei que criou a data é um instrumento de conscientização e reflexão sobre a importância da promoção e defesa dos direitos humanos, especialmente para os mais vulneráveis. “Persiste a necessidade de lutarmos pela dignidade da pessoa humana em sua integralidade, como o direito à terra, à moradia, à cultura, ao lazer e de enfrentar todas as formas de violência contra mulheres, crianças, a juventude da periferia e a comunidade LGBTPIAPN+”, declarou.

A SDDH, fundada em 1977 por lideranças como Paulo Fonteles, atua historicamente na resistência contra violações ocorridas durante a ditadura militar. Hoje, a instituição mantém ações voltadas à formação e engajamento de lideranças por meio do curso anual de Direitos Humanos, que reúne trabalhadores rurais, indígenas, militantes do movimento negro e representantes de comunidades urbanas. Também articula uma rede de comunicadores e publica semestralmente o Jornal Resistência, fundado há 47 anos.

No campo jurídico, a entidade acompanha conflitos agrários, impactos das mudanças climáticas e casos de violações cometidas por agentes do Estado ou terceiros. Em 2024, divulgou o Cadernos da Resistência, revelando que 142 defensores e defensoras de direitos humanos estão ameaçados no Pará.

Entre os grupos mais vulneráveis, Eliana cita povos do campo, das águas e das florestas, mulheres, crianças e adolescentes. Ela destaca dados do Atlas da Violência que mostram salto de 35 mil para mais de 115 mil casos de violência contra crianças e adolescentes entre 2013 e 2023. “A violência tem várias facetas, do abandono à violência física, psicológica e sexual”, pontuou.

Ao avaliar avanços e retrocessos, a coordenadora lembrou conquistas como o voto feminino, a Constituição de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente, mas alertou para perdas recentes. “Enfrentamos retrocessos, como mudanças na legislação ambiental, no ECA e nas leis trabalhistas, além de ameaças à liberdade de imprensa”, observou.

Para ela, o maior obstáculo atual para efetivar políticas públicas é o avanço da extrema direita no Congresso Nacional. “Todas as conquistas históricas sofrem ataques desses grupos. A democracia, conquistada a custo de sangue de tantos mártires, sofre ameaça de pessoas que recentemente tentaram dar um golpe para voltar aos tempos de autoritarismo”, concluiu.🗞

 

Fonte:  O Liberal   /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/07:00:49

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Startup paraense estuda medicamento que diminui as sequelas de AVC a partir de plantas da Amazônia

Foto:ilustrativa | A expectativa é de que, no fim deste ano, seja enviado um dossiê à Anvisa solicitando testes em humanos

Uma startup paraense trabalha na criação de um protetor cerebral natural para diminuir as sequelas de quem sofre um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

O neurocientista Walace Gomes Leal, doutor em neuropatologia experimental e proprietário da Neuroprotect, empresa que desenvolve o projeto, explica que, a partir de testes em animais, foram identificadas cerca de seis plantas da Amazônia que protegem o cérebro dessas complicações.

Os processos, segundo ele, seguiram os critérios da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e da Food and Drug Administration (FDA), agência federal regulatória dos Estados Unidos.

A pesquisa surgiu em 2012 na Universidade Federal do Pará (UFPA) em teses orientadas e continuou na Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).

As dores de cabeça, dificuldades motoras, problemas na fala e na linguagem, alterações visuais, déficits cognitivos e alterações emocionais, como ansiedade e depressão, estão entre as sequelas mais comuns de um AVC.

Walace conta que existem dois tipos de Acidente Vascular Cerebral: o hemorrágico, que ocorre com o rompimento do vaso sanguíneo, e o isquêmico, que é o mais comum de acontecer e obstrui o vaso sanguíneo. “Quando tem um AVC, o neurônio começa a morrer em questão de minutos, principalmente pela falta de oxigênio. Todos os processos celulares são prejudicados”, conta.

Para o registro de medicamentos, a Anvisa estabelece a obrigatoriedade de ensaios clínicos.

Ele comenta que, entre os resultados alcançados em ratos e que foram feitos com base em lesões que acontecem em humanos, estão a preservação sensorial e motora dos ratos; diminuição da hiperinflamação, que é a resposta inflamatória exagerada no cérebro após a doença; redução no número de mortes de neurônios e do estresse oxidativo, fenômeno em que há um desequilíbrio entre a produção de radicais livres e a capacidade do corpo de neutralizá-los com antioxidantes.

“Inicialmente, fizemos um estudo etnobotânico, onde nós utilizamos pistas da medicina popular para nos direcionar e achamos um protetor chamado de ST165. Esse protetor foi pesquisado inicialmente nos laboratórios da Universidade Federal do Pará (UFPA), no Instituto de Ciências Biológicas e depois, com o apoio da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), ganhamos mais de R$ 1 milhão para pesquisar no Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos (CIEnP), de Florianópolis, foram realizados testes preconizados pela Anvisa”, afirmou.

“Nesses testes, a prova de princípio, ou seja, que o protetor natural cerebral da Amazônia funciona, foi estabelecida. Agora nós estamos muito próximos de enviar um relatório para a Anvisa solicitando testes em humanos. Em alguns anos, esperamos que esse neuroprotetor possa beneficiar pessoas e ir para o Sistema Único de Saúde (SUS), beneficiando as milhões de pessoas que têm sequelas de AVC”, acrescentou.

Atualmente, existe um neuroprotetor chamado trombolítico. Porém, Leal assegura que ele é pouco eficaz com uma janela terapêutica estreita e só serve para AVC isquêmico, caso a pessoa chegue precocemente no hospital.

E, de acordo com Walace, esse medicamento não pode ser prescrito após 6 horas do início dos sintomas, correndo o risco de romper as artérias.  “O nosso não vai ter esse problema, pois é nutracêutico e não tóxico”, apontou.

Walace, inclusive, relatou que fechou uma parceria com o professor Alysson Muotri, que chefia o laboratório de pesquisa Muotri Lab, na Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, para a realização de testes em mini-cérebros em modelos de Alzheimer e Autismo.

Se aprovada, esse será o primeiro neuroprotetor natural do mundo desenvolvido por um grupo de pesquisa da Amazônia.

 

Investimentos

No projeto, a Embrapii investiu R$ 1,6 milhão em recursos não reembolsáveis. Além disso, a Oka Hub Incubadora da Floresta, um projeto do Sebrae voltado para a região do Baixo Amazonas, no Pará, injetou R$ 78 mil em bolsas.

O Sebrae, por meio do programa Inova Amazônia, colocou R$ 36 mil em bolsas para a realização dos estudos. O Banco da Amazônia investiu R$ 100 mil. E, por fim, investidores privados de Santarém aplicaram R$ 650 mil.

 

Fonte:  O Liberal   /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/07:00:49

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Governo abre inscrições para proposição de painéis nos Pavilhões Brasil da COP30; veja como participar

Governo abre inscrições para proposição de painéis nos Pavilhões Brasil da COP30 — Foto: Agência Brasil

Inscrições começam em 11 de agosto e vão até 30 do mesmo mês; edital define eixos temáticos e critérios para seleção de propostas nos Pavilhões Brasil da COP30.

O governo federal abre, nesta segunda-feira (11), as inscrições para que organizações, movimentos sociais, empresas, instituições de ensino e demais entidades proponham painéis para os Pavilhões Brasil na 30ª Conferência da ONU sobre Mudança do Clima (COP30), que será realizada de 10 a 21 de novembro, em Belém (PA). As propostas podem ser enviadas até as 23h59 de 30 de agosto, por meio de formulário online.

A programação incluirá dois espaços coordenados pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e outros órgãos federais:

➡Pavilhão Zona Azul: focado em experiências nacionais e internacionais relacionadas à implementação da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil no Acordo de Paris, em um contexto de cooperação global.

➡ Pavilhão Zona Verde: voltado a debates sobre temas domésticos, especialmente a implementação do Plano Clima, que orienta as ações brasileiras contra a mudança do clima até 2035.

Os painéis devem se enquadrar em pelo menos um dos cinco eixos temáticos definidos:

Mitigação de emissões de gases de efeito estufa (GEE);
Adaptação aos efeitos adversos da emergência climática;
Financiamento climático;
Governança climática participativa e multinível;
Justiça climática.

Critérios de seleção

O Comitê Técnico — formado pelo MMA, Itamaraty, Presidência da COP30 e outros órgãos — avaliará as propostas considerando:

Pertinência temática ao pavilhão escolhido;
Ação climática concreta, de preferência em fase de implementação;
Pluralidade da mesa, com representantes de diferentes segmentos (governo federal, governos locais, setor privado e sociedade civil);
Participação internacional, com convidados de outros países.

Cada instituição poderá enviar no máximo uma proposta por pavilhão. Os eventos terão duração máxima de 50 minutos, das 10h às 18h, com transmissão online e tradução no Pavilhão da Zona Azul. Custos de deslocamento, hospedagem e credenciamento são de responsabilidade dos proponentes. O resultado será divulgado em 20 de setembro, no site do MMA.

 

Fonte:   g1 Pará — Belém/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/07:00:49

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Exército leva atendimento médico e social gratuito a comunidades ribeirinhas e quilombolas no nordeste do Pará

Exército leva atendimento médico e social gratuito a comunidades ribeirinhas e quilombolas em Abaetetuba, no Pará — Foto: Exército do Brasil

Ação do Exército será realizada de 19 a 21 de agosto na Ilha Anequara e oferecerá atendimentos médicos, vacinação, emissão de documentos e alistamento militar.

Cerca de três mil pessoas que vivem em comunidades ribeirinhas e quilombolas de Abaetetuba, no nordeste do Pará, serão atendidas gratuitamente em uma Ação Cívico-Social (ACISO) fluvial promovida pelo Exército Brasileiro. A ação será realizada nos dias 19, 20 e 21 de agosto, na Ilha Anequara.

A iniciativa é coordenada pelo Comando da 8ª Região Militar, com apoio da Prefeitura de Abaetetuba e equipes do Hospital Geral de Belém. O atendimento será feito a bordo de um ferry-boat, das 9h às 16h.

➡ Serão oferecidos serviços de:

Clínica geral
Ginecologia
    Pediatria
    Odontologia
    Psicologia
    Testes rápidos e vacinação
    Exame preventivo (PCCU)
    Distribuição de medicamentos básicos
    Emissão de Cartão SUS e carteira de identidade

Também serão disponibilizados testes rápidos, coleta de exame preventivo (PCCU), vacinação, emissão de cartão do Sistema Único de Saúde (SUS), distribuição de medicamentos de atenção básica quando receitado, além de emissão de carteira de identidade.

Além disso, jovens das comunidades poderão fazer o alistamento militar, regularizar pendências e obter informações sobre o ingresso no serviço militar temporário.

 

Fonte:  G1 Pará — Belém/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/07:00:49

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Homem é preso por importunar sexualmente adolescentes em Conceição do Araguaia (PA)

Foto:Reprodução | A prisão foi efetuada pela Polícia Civil

A Polícia Civil do Pará, por meio da Delegacia de Conceição do Araguaia, prendeu em flagrante, na manhã da última sexta-feira (8), um homem por cometer o crime de importunação sexual no município de Conceição do Araguaia.

Segundo relato da mãe das vítimas, o sujeito cometeu atos libidinosos em um carro enquanto as adolescentes, de 15 e 13 anos de idade, estavam na parada de ônibus.

Ao perceberem a atitude do sujeito, as vítimas correram para casa e relataram o ocorrido à mãe, que se deslocou imediatamente à delegacia, onde formalizou o boletim de ocorrência.

A equipe da Delegacia de Conceição do Araguaia conseguiu encontrar o suspeito, que tentou fugir ao perceber a presença dos policiais. Após a perseguição, o sujeito recebeu voz de prisão em flagrante e está à disposição da Justiça.

Fonte:PCPA/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/07:00:49

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Pará reduz foco de queimadas em 74% e bate recorde

Ações estaduais conseguem reduzir queimadas | Divulgação/Fernando Sette

Queda é resultado de ações integradas de prevenção, monitoramento e combate a incêndios florestais no estado.

Em um cenário mundial marcado por alertas sobre o avanço das queimadas e mudanças climáticas cada vez mais ignoradas, sobretudo por negacionistas sobre crise do clima, o estado do Pará conseguiu inverter a tendência e alcançar um resultado histórico.

No mês de julho de 2025, o estado registrou uma queda de 74,3% nos focos de calor em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Núcleo de Monitoramento Hidrometeorológico da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Enquanto julho de 2024 somou 3.265 registros, este ano foram apenas 837, reflexo direto de políticas públicas fortalecidas e de condições climáticas mais favoráveis, com chuvas regulares e estabilidade nas variáveis oceânicas e atmosféricas.

A queda expressiva é fruto de uma estratégia contínua de comando e controle, aliada à valorização da floresta viva e ao reforço da fiscalização. Entre as ações de destaque está o Programa Estadual de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (PEPIF), o Pará Sem Fogo, lançado em 2025. O projeto atua em quatro frentes: monitoramento em tempo real, prevenção baseada em ciência, resposta rápida coordenada e capacitação de brigadas locais.

O estado já mapeou 22 áreas com risco médio a alto de incêndios e opera um centro de monitoramento que integra imagens de satélite, dados meteorológicos e sensores termais para acompanhar, em tempo real, desmatamento e focos de calor.

Outra medida relevante será a criação do Centro Integrado Multiagências de Combate aos Incêndios Florestais, reunindo forças da Semas, Corpo de Bombeiros Militar, Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Secretaria dos Povos Indígenas e Ideflor-Bio, garantindo comando único nas operações.

Além disso, a elaboração participativa do PEPIF contou com representantes da sociedade civil, pesquisadores e órgãos públicos, buscando diretrizes de longo prazo para o uso controlado do fogo, considerando a realidade territorial paraense.

Entre as cidades que mais reduziram queimadas, Itaituba caiu de 719 focos para apenas 83 (redução de 88,4%). Altamira passou de 169 para 57 (66,3% a menos) e São Félix do Xingu, de 162 para 41 (queda de 74,7%). Novo Progresso e Jacareacanga, antes entre as campeãs de queimadas, saíram da lista dos maiores registros em 2025.

Com o resultado, o Pará se consolida como referência nacional e internacional na preservação da Amazônia, mostrando que é possível combinar desenvolvimento econômico com a proteção ambiental.

Fonte: Agência Pará/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/08:01:35

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Inscrições para seleção de estagiários-bolsistas de nível superior estão abertas pela Seduc

Foto:Reprodução | A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) abriu, nesta segunda-feira (11), as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado (PSS) destinado à formação de cadastro de reserva de estagiários-bolsistas de nível superior.

A seleção é voltada a estudantes regularmente matriculados em cursos de Licenciatura, reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC), para atuação no Programa Qualifica Reforço Escolar nas unidades da rede pública estadual. Os estagiários selecionados desenvolverão atividades de Reforço Escolar e Apoio Pedagógico à Educação Especial.

Para atuação no Reforço Escolar, o candidato precisa estar matriculado, a partir do 5º período, nos cursos de Licenciatura em Língua Portuguesa e Matemática, ou Pedagogia. Já para o Apoio à Educação Especial precisa estar cursando, a partir do 2º período, qualquer Licenciatura.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas exclusivamente pelo site https://pss.seduc.pa.gov.br/inscricao/, até o dia 13 de agosto (quarta-feira). O estagiário-bolsista receberá bolsa de nível superior e auxílio-transporte, para jornada de 30 horas semanais.

O cadastro de reserva será formado por município, para atendimento na sede urbana e localidades da circunscrição, conforme necessidade e ordem de classificação. Serão reservados 5% das vagas para Pessoas com Deficiência (PcDs), de acordo com o Decreto nº 1.741/2017. O edital completo e seus anexos podem ser consultados no site oficial da Seduc: www.seduc.pa.gov.br.

Etapas do processo seletivo:

1. Inscrição on-line (eliminatória) — por formulário eletrônico disponível no site;

2. Análise curricular (eliminatória e classificatória) — realizada com base nas informações prestadas na inscrição, e

3. Convocação e entrega de documentação comprobatória (eliminatória) — conforme ordem de classificação.

Cronograma:

• Inscrições: 11 a 13/08

• Resultado preliminar da Análise Curricular: 18/08

• Prazo para recurso: 19/08

• Resultado final: 22/08

• Convocação para entrega de documentação: a partir de 22/08.

Fonte:  Seduc/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/07:00:49

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