Peixes-boi da Amazônia e Marinho patrimônios culturais naturais do Pará

O Peixe-boi da Amazônia (Trichechus inunguis) e o Peixe-boi Marinho (Trichechus manatus) serão reconhecidos em lei estadual como patrimônios culturais naturais, de natureza imaterial, do Estado do Pará, em razão de sua importância ecológica, cultural e socioambiental.

Projeto nesse sentido, de autoria do Poder Executivo, tramita em regime de urgência na Alepa, já foi aprovado no âmbito das comissões e será apreciado em plenário na próxima terça-feira, 19.

Justificando a iniciativa, o governador Helder Barbalho sustenta a necessidade de uma medida concreta de valorização da biodiversidade amazônica e da cultura ribeirinha, principalmente ao conferir proteção jurídica reforçada a duas espécies emblemáticas da fauna brasileira, ameaçadas de extinção.

“Esses animais mamíferos representam não apenas a biodiversidade amazônica, mas também o vínculo identitário entre populações costeiras e os ecossistemas aquáticos da região paraense, daí porque as suas importâncias ecológica, socioambiental e cultural”, salientou na Mensagem ao presidente da Alepa, deputado Chicão, realçando que o reconhecimento dessas espécies como patrimônio cultural natural de natureza imaterial do Pará dialoga com a legislação constitucional e legal de regência, bem como com compromissos nacionais e internacionais de proteção da fauna e dos ecossistemas aquáticos.

O projeto estabelece que o poder público estadual deverá fortalecer a proteção e a conservação das espécies, por meio da integração interinstitucional, assegurando que as políticas públicas ambientais sejam incorporadas às estratégias e às metas governamentais em seus diversos níveis, com foco na conservação da biodiversidade, dos habitats naturais e dos ecossistemas; promoção de agendas ambientais comuns e integradas, com centros de pesquisa, ongs, setor privado e demais representações da sociedade civil; divulgação do reconhecimento legal das espécies em campanhas educativas, materiais de comunicação e iniciativas de promoção voltadas ao turismo ecológico; articulação com entidades científicas, ambientalistas e educacionais, visando ao estudo e à conscientização da população sobre a importância da preservação das espécies e de seus respectivos habitats; além da inserção da temática relativa à conservação desses animais em programas de educação ambiental, ordenamento territorial costeiro com foco na proteção dos habitats naturais e das espécies ameaçadas de extinção.

O Poder Executivo deverá coibir práticas que resultem em ameaça ou dano às espécies, incluindo ações de fiscalização, responsabilização administrativa e campanhas educativas, sem prejuízo de comunicação aos órgãos competentes para adoção das medidas necessárias à responsabilização civil e penal.

Os programas de conservação do Peixe-boi da Amazônia (Trichechus inunguis) e do Peixe-boi Marinho (Trichechus manatus) terão prioridade na alocação de investimentos governamentais, na celebração de parcerias público-privadas, nos acordos de cooperação e em instrumentos congêneres.

O governo poderá estabelecer convênios com organizações da sociedade civil, universidades e organismos nacionais e internacionais para o financiamento e execução de ações voltadas à proteção e à conservação desses mamíferos aquáticos.

Foto:Reprodução
Foto:Reprodução

A lei poderá ser regulamentada por ato do Poder Executivo, que não esclareceu a razão da urgência na aprovação.

 

Fonte: Uruá-Tapera/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/07:00:13

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Vídeo: Carreta tomba e motorista tem cabeça esmagada na BR-163 no Pará

Foto: Reprodução | Um grave acidente foi registrado na tarde desta terça-feira (12 de agosto de 2025) na BR-163, no trecho entre o Posto Fiscal e o distrito e Cachoeira da Serra, localizada no município de Altamira  no estado do Pará. Uma carreta tombou na pista e o motorista, que não utilizava cinto de segurança, morreu no local após ter a cabeça esmagada no momento do impacto.

A equipe da Via Brasil esteve no local para controlar o trânsito e auxiliar na segurança viária. A identidade da vítima ainda não foi divulgada.
O caso está sob investigação para determinar as causas do acidente.

As imagens foram gravadas pelo motorista Jefferson Santos

Fonte: Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/17:48:35

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Operação identifica furto de energia em panificadora de Itaituba; dono é preso

Foto: Reprodução | Na manhã desta terça-feira (12), uma operação de combate ao furto de energia realizada no município de Itaituba, sudoeste do Pará, flagrou uma ligação clandestina em uma panificadora localizada no bairro da Paz. A ação contou com equipe técnica e apoio policial.

Segundo informações, após a constatação da irregularidade pela perícia, foram iniciados os procedimentos para regularizar a unidade consumidora. O proprietário do estabelecimento foi preso em flagrante, encaminhado à delegacia e prestou depoimento. Um boletim de ocorrência foi registrado pelo crime de furto de energia elétrica.

De acordo com a análise técnica, o desvio era de aproximadamente 6 amperes por fase, o que corresponde a cerca de 1.000 kWh de consumo clandestino por mês — energia suficiente para abastecer em torno de dez residências populares, com consumo médio de 100 kWh mensais.

Riscos e penalidades
O furto de energia, popularmente chamado de “gato”, é crime previsto no artigo 155 do Código Penal. Já a fraude em medidores é enquadrada como estelionato, no artigo 171. Além das penalidades legais, essa prática oferece riscos de choque elétrico, incêndios e prejudica a qualidade do fornecimento para a população.

Canais de denúncia
A Equatorial Pará reforça que denúncias de ligações clandestinas podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 0800 091 01 96 ou no site www.equatorialenergia.com.br, na aba “Quero denunciar uma fraude”.

Fonte: Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/17:25:40

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E+ Caravana da Equatorial Pará leva ações de eficiência energética para Trairão (PA)

Foto: Reprodução | Além de oferecer serviços que facilitam o dia a dia do cliente, o projeto atua na conscientização sobre práticas que ajudam a manter a conta de energia equilibrada e reduzem impactos ambientais.

A Equatorial Pará está realizando no município de Trairão mais uma edição do E+ Caravana, projeto que percorre diferentes cidades do estado levando serviços essenciais, orientações e benefícios para a população, com foco na economia de energia, segurança com a rede elétrica e sustentabilidade.

A ação que iniciou nesta segunda-feira, 11, se estende até quarta-feira, 13, no Ginásio Poliesportivo Rodrigo Coutinho, localizado na avenida Tancredo Neves, no bairro Industrial. Até o dia 12, o horário de atendimento é das 8h30 às 12h e das 14h às 17h. E no dia 13, será das 8h às 12h. Os clientes devem apresentar os documentos pessoais, conta de energia atualizada e, no caso do cadastro na Tarifa Social, o Número de Identificação Social (NIS) ativo.

Durante o evento, os moradores podem aproveitar uma série de atendimentos, como: Cadastro no Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) – programa do Governo Federal que concede até 65% de desconto na conta de luz para famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único (CadÚnico); Troca gratuita de lâmpadas incandescentes ou fluorescentes por modelos de LED, que consomem até 80% menos energia e têm maior durabilidade. Cada cliente pode trocar até 5 unidades; Negociação de débitos; Palestras educativas e Cadastro para troca de geladeiras antigas, que consomem mais energia, por modelos novos, econômicos e eficientes.

Troca de geladeiras: economia e sustentabilidade
Estão sendo disponibilizados 30 refrigeradores novos, que serão sorteados entre os moradores cadastrados e presentes no evento. Para participar, é preciso fazer o cadastro no local e, os sorteados, devem levar a geladeira antiga, que será substituída por um modelo moderno e eficiente.

O objetivo é reduzir o consumo de energia das residências, já que a geladeira é um dos eletrodomésticos que mais consome eletricidade, especialmente quando está em más condições de funcionamento.

De acordo com o gerente de Relacionamento com o Cliente, Gilliard Vaz, quando um equipamento como a geladeira está desgastado, o consumo de energia aumenta consideravelmente, elevando a conta de luz e impactando o orçamento da família. “Substituir por um modelo eficiente garante mais economia, segurança e contribui para a preservação do meio ambiente”, destacou.

Fonte: Equatorial/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/17:18:06

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Polícia prende condutor de carreta que atingiu táxi após constatar embriaguez na BR-230, em Itaituba (PA)

Foto: Reprodução | O condutor, de 27 anos, se envolveu em duas colisões e foi preso após o teste do bafômetro indicar nível de álcool no sangue acima do permitido.

Na noite desta terça-feira (12), na BR-230, entre os distritos de Miritituba e Campo Verde, próximo ao km 30, em Itaituba, o condutor de uma carreta, identificado como Alex Sandro, de 27 anos, foi abordado por uma guarnição da Polícia Militar após se envolver em dois acidentes consecutivos. Primeiro, ele colidiu com o veículo de um taxista e, logo depois, atingiu outra carreta, causando apenas danos leves.

Segundo a polícia, o teste do bafômetro constatou que o homem apresentava nível de álcool no sangue acima do permitido por lei. Ele foi conduzido e apresentado na Delegacia de Polícia, onde permanece preso. O caso segue sob investigação e o motorista deverá passar por audiência de antes de ser encaminhado ao presídio.

Fonte: Fonte: Portal Giro /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/17:11:16

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Grupo suspeito de usar IA para produzir rostos falsos de médicos do RS é alvo de operação em SP, PA e ES; três são presos

Grupo recrutava sósias e usava IA para produzir rostos falsos de médicos do RS — Foto: Reprodução/RBS TV

Conforme Polícia Civil, grupo abria contas bancárias em nome dos médicos e fazia movimentações financeiras. Foram identificadas cinco vítimas, todas do RS.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul realiza, na manhã desta terça-feira (12), operação contra um grupo suspeito de recrutar “sósias” e usar inteligência artificial (IA) para produzir rostos falsos de médicos gaúchos. Os alvos são de São Paulo (SP), Ananindeua (PA) e Vila Velha (ES).

Conforme a polícia, a quadrilha abria contas bancárias em nome dos médicos e fazia movimentações financeiras. As vítimas tinham limites altos — em um dos casos os criminosos tentaram efetuar transferências em uma corretora de investimentos que ultrapassaram R$ 700 mil.

Três pessoas foram presas preventivamente. Também são cumpridos mandados de busca e apreensão. Foram identificadas cinco vítimas, todos médicos do RS.

Conforme a polícia, o suspeito preso em São Paulo é um homem de 44 anos. Ele seria responsável pelo recrutamento das pessoas com semelhança física com as vítimas gaúchas, para tirar as fotos necessárias para a elaboração dos documentos falsos e passar pelas verificações de biometria facial.

“Também fornecia e operava contas bancárias, principalmente de pessoas jurídicas (PJ) com altos limites, para receber transferências dos valores subtraídos e dificultar o rastreamento, recebendo comissões que variavam entre 25% e 40% do total”, explica a Polícia Civil gaúcha.

O suspeito do Pará tem 20 anos e atuava, conforme os investigadores, como provedor de informações sigilosas ao grupo. Para isso, utilizava um bot (robô) de consulta automática em grupos de WhatsApp para vender dossiês de informações pessoais sobre as vítimas.

O suspeito do Espírito Santo tem 29 anos. A polícia apurou que ele era responsável pelo fornecimento e fabricação de documentos falsos em nome dos médicos gaúchos.

O grupo é investigado por estelionato, falsificação de documentos, invasão de dispositivos informáticos e lavagem de capitais.

 

Suspeito de integrar quadrilha que recrutava sósias e usava IA para produzir rostos falsos de médicos do RS é preso — Foto: Reprodução/RBS TV
Suspeito de integrar quadrilha que recrutava sósias e usava IA para produzir rostos falsos de médicos do RS é preso — Foto: Reprodução/RBS TV

 

Fonte: g1 RS e RBS TV/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/18:10:05

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Pessoas mais afetadas pela crise do clima são ‘líderes vivos’ e agentes da mudança, diz presidente da COP30

O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30. — Foto: Fernando Donasci/MMA

Em nova carta à comunidade internacional, embaixador André Corrêa do Lago defende que comunidades vulneráveis ocupem o centro das decisões climáticas e propõe que a conferência em Belém seja um “ritual de passagem” para um modelo climático mais justo.

O presidente da COP30, o embaixador André Corrêa do Lago, divulgou nesta terça-feira (12) a quinta carta da presidência da conferência à comunidade internacional.

No texto, ele afirma que as populações mais atingidas pela crise climática, muitas vezes em situação de vulnerabilidade histórica, não devem ser vistas apenas como vítimas, mas como “líderes vivos” do cuidado, da resiliência e da regeneração.

“Mais do que limitadas por sua vulnerabilidade, essas pessoas são mestres em vitalidade, sabedoria e criatividade. Não são apenas periféricas por sua geografia – são protagonistas na linha de frente da mitigação, adaptação e partilha de recursos. São agentes da mudança, portadoras de perspectivas e soluções únicas”, escreveu Corrêa do Lago.

📝ENTENDA: As cartas publicadas pelas presidências das COPs são instrumentos diplomáticos para mobilizar países, setor privado, sociedade civil e outros atores antes da conferência.

É nelas que os presidentes definem prioridades, sinalizam a agenda e buscam construir consensos entre os 198 países-membros da Convenção do Clima da ONU.
a COP30 e nosso futuro

Assim, o documento descreve o papel de diferentes grupos, como mulheres e meninas, que “sustentam o tecido da resiliência comunitária”, jovens que lembram “que o tempo não é abstrato – é urgente, vivido e deles”, povos indígenas que guardam “grande parte da biodiversidade mundial” e comunidades tradicionais que carregam “sabedoria ancestral da terra, das águas e dos mares”.

Também menciona afrodescendentes, moradores de periferias urbanas e trabalhadores mais expostos aos impactos do aquecimento global, como agricultores, operários da construção e profissionais de segurança pública.

Para Corrêa do Lago, esses grupos demonstram liderança excepcional ao transformar desigualdade em energia para mudança.

“Nós os reconhecemos não porque vocês precisam de reconhecimento, mas porque precisamos da sua coragem — para superar nosso medo da perda, da mudança e da falta de controle. Precisamos da sua coragem para nos ensinar que liderança genuína não vem da autoridade, mas do cuidado e do afeto.”

No mesmo texto, a presidência propõe que a COP30, marcada para novembro em Belém, seja tratada como um “ritual de passagem”.

Segundo o embaixador, o encontro deve permitir “o luto pela perda daqueles que nos deixaram em razão de eventos climáticos extremos — das enchentes no Brasil e na Índia às ondas de calor na Espanha e no Japão” e também pelo “modelo de desenvolvimento que prometeu prosperidade no passado, mas que já não oferece esperança para o futuro”.

O documento apresenta ainda três prioridades que, segundo a presidência, devem guiar as negociações:

Reforçar o multilateralismo e o regime climático da ONU (UNFCCC);
 Conectar a agenda climática à vida real das pessoas;
Acelerar a implementação do Acordo de Paris, com ações e ajustes estruturais em todas as instituições capazes de contribuir para o objetivo.

Licypriya Kangujam, uma ativista climática indígena da Índia, segura uma faixa com os dizeres "Acabem com os combustíveis fósseis. Salvem nosso planeta e o nosso futuro", em um protesto durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de Dubai, a COP 28. — Foto: REUTERS/Thomas Mukoya
Licypriya Kangujam, uma ativista climática indígena da Índia, segura uma faixa com os dizeres “Acabem com os combustíveis fósseis. Salvem nosso planeta e o nosso futuro”, em um protesto durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de Dubai, a COP 28. — Foto: REUTERS/Thomas Mukoya

Entenda como funcionam as cartas da COP:

Além das delegações oficiais, as cartas são endereçadas à comunidade internacional em sentido amplo, incluindo empresários, artistas e líderes comunitários. Historicamente, elas também dão destaque à mobilização popular e à inclusão de grupos vulneráveis,

Desde março, a presidência já divulgou cinco cartas com temas específicos. A primeira lançou o conceito de “mutirão global”.

A segunda apresentou a estrutura de governança e os quatro pilares da conferência. A terceira propôs reduzir a burocracia nas COPs.

A quarta listou 30 metas em seis eixos temáticos. A quinta, agora, coloca a ação climática centrada nas pessoas como eixo principal da conferência em Belém, prevista para novembro.

As cartas também funcionam como mecanismo de transparência, ao comunicar intenções e expectativas da presidência, e como plataforma para incluir vozes historicamente marginalizadas no debate climático.

Ao mesmo tempo, criam responsabilidade: o que é proposto nelas passa a ser cobrado na conferência, reforçando a necessidade de que o discurso simbólico se traduza em compromissos e resultados concretos.

Observatório do Clima criticou crise de hospedagem

Nesta terça, o Observatório do Clima afirmou que a crise de hospedagem em Belém ameaça transformar a COP30 “na mais excludente da história”, reduzindo a participação de delegações nacionais, representantes da ONU, observadores e jornalistas.

A rede de organizações ambientais apontou que, a 90 dias da conferência, o debate sobre a cúpula climática está sendo “monopolizado pelo único tema que deveria ser um não-assunto: a infraestrutura hoteleira”.

Segundo o OC, a negligência do governo federal e do governo do Pará, que tiveram mais de dois anos para resolver o problema, criou uma “bomba” que explodiu agora, com países cogitando mudança de sede e organizações da sociedade civil dizendo que não terão condições de participar.

No texto, a entidade afirma que, sem uma solução imediata, a conferência corre o risco de frustrar a expectativa de ser “a COP do povo” e ter mobilização maciça pelo clima, já que os custos de hospedagem — considerados proibitivos — reduzem, e ainda devem reduzir mais, a presença de representantes da sociedade civil global.

O OC alerta ainda que o esvaziamento não apenas comprometeria a legitimidade das negociações, como daria a países contrários ao avanço do Acordo de Paris “a desculpa perfeita” para bloquear acordos.

“Uma COP esvaziada seria, além de um vexame histórico para o Brasil, uma preciosa oportunidade perdida para a humanidade num momento em que temos apenas cinco anos para manter viva a meta de temperatura do acordo do clima”, diz a nota.

O documento também lembra que, desde a candidatura para sediar a COP30, o governo brasileiro conhece as demandas logísticas de um evento dessa magnitude e deveria ter adaptado a cidade para recebê-lo, e não o contrário.

“O governo teve tempo para construir hotéis e trazer navios, entre outros itens que compõem as necessidades da conferência. Fez menos do que o necessário. Contou com a dedicação e extrema paciência da população local, que agora é cobrada injustamente sobre os preços extorsivos das acomodações”, acrescentou a rede.

 

Fonte: Roberto Peixoto, g1/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/17:55:22

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Apesar da isenção, exportações de madeira do Pará sofrem queda de 11% e setor teme efeitos da tarifa dos EUA

Exportações de madeira caem no Pará — Foto: Divulgação

Mesmo com a isenção da taxa para madeira serrada e aplainada, a tarifa imposta pelos EUA sobre produtos brasileiros gera incertezas no setor madeireiro paraense, que teme perda de mercado e redução da produção.

As exportações de madeira e subprodutos do Pará caíram 11,57% entre janeiro e julho deste ano, na comparação com o mesmo período de 2024, segundo a Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex). O valor somou US$ 120,27 milhões.

Em julho, as vendas externas recuaram 17,63% em relação a junho, totalizando US$ 20,65 milhões. O volume embarcado também caiu, com queda de 25,96% no mês

O setor teme os impactos da tarifa dos Estados Unidos, principal destino da madeira paraense, que responde por 34,68% do valor exportado. Apesar de a madeira serrada e aplainada estar na lista de isenção, a medida ainda gera preocupação entre os exportadores.

“Embora alguns produtos tenham sido isentos, a falta de clareza sobre os códigos tarifários efetivamente atingidos mantém o setor em alerta. Caso a tarifa seja aplicada sobre itens relevantes, podemos enfrentar perda de competitividade frente a outros países exportadores e impactos na produção e no emprego”, avalia o consultor técnico da Aimex, Guilherme Carvalho.

Além dos EUA, a União Europeia é o segundo maior mercado para o produto, mas a entidade avalia que não será possível substituir, no curto prazo, o volume comprado pelos americanos.

Entre os concorrentes que exportam madeira tropical aos EUA estão Vietnã, Camboja, Tailândia, Indonésia, Malásia, Camarões, República Democrática do Congo, Equador e Gana, que receberam tarifas menores.

O relatório mostra que o Pará é o quinto maior exportador de madeira do Brasil, ficando atrás apenas de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

 

Fonte: g1 Pará — Belém/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/17:46:28

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Vídeo: Taxista fica gravemente ferido após colisão com carreta na BR-230, em Itaituba (PA)

Foto: Reprodução | O acidente ocorreu na madrugada desta terça-feira (12).

Na madrugada desta terça-feira (12), o taxista conhecido como Chiquinho ficou gravemente ferido após ser atingido por uma carreta na BR-230, entre os distritos de Miritituba e Campo Verde, km 30, em Itaituba.

Segundo informações, a carreta colidiu na traseira do carro, que acabou capotando. A vítima foi encaminhada ao hospital em estado grave. Até o momento, não há informações sobre o motorista da carreta.

Fonte: Giro Portal /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/16:27:02

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Operação mira suspeitos de movimentar R$ 200 milhões com venda ilegal de ouro e pedras preciosas no Pará e mais sete estados

PF investiga grupo envolvido em extração e venda ilegal de ouro e pedras preciosas — Foto: Divulgação/Polícia Federal

Operação mira suspeitos de movimentar R$ 200 milhões com venda ilegal de ouro e pedras preciosas em GO, DF e mais seis estados

Polícia Federal cumpriu 31 mandados de busca e apreensão nesta terça-feira (12). Conforme investigado, os suspeitos abasteciam empresas do setor de joias, lavavam dinheiro com as vendas e promoviam o ‘enriquecimento ilegal’.

Uma operação da Polícia Federal investiga suspeitos de movimentar cerca de R$ 200 milhões com a extração e venda ilegal de ouro e de outras pedras preciosas. Nesta terça-feira (12), estão sendo cumpridos 31 mandados de busca e apreensão em Goiás, Mato Grosso, Pará, Tocantins, Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal (veja a lista de cidades abaixo).

Segundo a corporação, a Operação Ita Yubá tem como alvo um grupo que comprava, transportava e vendia minérios ilegalmente. Como os nomes dos investigados não foram divulgados, o g1 não conseguiu localizar as defesas para que pudessem se posicionar até a última atualização desta reportagem.

Conforme investigado, os suspeitos abasteciam empresas do setor de joias, lavavam dinheiro com as vendas e promoviam o “enriquecimento ilegal”.

A polícia apreendeu barras de ouro, dinheiro e veículos, e determinou o sequestro de apartamentos, casas e fazendas, além de duas aeronaves.

Confira a lista de cidades com mandados de busca e apreensão:

  • Capanema e Cumaru do Norte no Pará
  • Luís Domingues do Maranhão
  • Pontes e Lacerda no Mato Grosso
  • Palmas no Tocantins
  • Goiânia, Senador Canedo, Aparecida de Goiânia e Uruaçu em Goiás
  • Uberlândia em Minas Gerais
  • São José do Rio Preto em São Paulo
  • Brasília no Distrito Federal

De acordo com Sandro Paes Sandre, chefe da Delegacia do Meio Ambiente, as investigações iniciaram há aproximadamente dois anos com a primeira fase da Operação Sólidos, em que foi identificado um grupo especializado na extração, aquisição, transporte e comercialização do ouro em natura.

“Identificamos, naquela oportunidade, garimpeiras que estariam fazendo a extração de ouro de leitos de rios na região norte do estado de Goiás e vendendo de forma clandestina para uma pessoa que estava adiquirindo e repassando na forma de barra de ouro para alguns receptadores”, pontuou.

O delegado explicou que a partir da análise dos celulares apreendidos na época foi possível detectar um grupo crimonoso de maior atuação, no território goiano, no Distrito Federal e mais outros estados.

“Essas pessoas adquiriam esse ouro em natura, fundiam o ouro para transformá-lo em barras e vendiam para empresas interessadas em sua aquisição no estado de São Paulo”, disse Sandre.

A Polícia Federal identificou que esse ouro era extraído de áreas não autorizadas pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e sem licenciamento ambiental.

Na primeira fase da operação, a polícia descobriu um laboratório no fundo de uma empresa de Goiás, onde o mineral era fundido. Já na segunda etapa, um laboratório desativado foi localizado no Tocantins e outro em Goiânia.

Fonte: g1 /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/16:23:08

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