Homem é preso acusado de estuprar criança de 10 anos e fotografar crime em Parauapebas

(Foto: Reprodução) – Segundo a polícia, o homem foi preso nesta terça-feira (12) na própria casa no município.

A Polícia Civil do Pará  em parceira com a Policia Federal do Maranhão, prendeu no município de Parauapebas, um homem acusado de estuprar e fotografar os abusos cometidos contra uma criança de 10 anos.

Segundo a polícia, o homem foi preso nesta terça-feira (12) na própria casa no município. No local, os agentes encontraram peças de roupas e outros objetos que pertenciam à criança A menor foi retirada do convívio com o acusado, pelo Conselho Tutelar e vive com a mãe, em Imperatriz no Maranhão.

Um mandado de busca também foi realizado na casa onde a criança vive atualmente .

O celular do homem também foi apreendido e será submetido à perícia. As investigações seguem a fim de identificar outras vítimas.

 

 

Fonte: Roma News e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2025/08:40:12

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Amazônia Legal tem seis dos dez estados com maior taxa de violência sexual contra crianças e adolescentes

Operação contra exploração sexual de crianças e adolescentes no Pará: Amazônia Legal tem taxa de casos 21,4% acima da média nacional — Foto: Lilian Guedes/Polícia Civil do Pará

Na região, conflitos territoriais e barreiras logísticas criam cenário complexo para defender direitos das crianças

O estudo, que será divulgado hoje, revela que esses fatores estruturais ajudam a explicar os altos índices de estupro, maus-tratos e mortes violentas de meninos e meninas, que crescem de forma muito mais acelerada do que no restante do Brasil, superando em até 13,9% o crescimento registrado a nível nacional.

A taxa de violência sexual na Amazônia Legal alcançou, em 2023, 141,3 casos por 100 mil crianças e adolescentes, índice 21,4% acima da média nacional. Enquanto o Brasil registrou aumento de 12,5% nas notificações entre 2021 e 2022, na região o crescimento foi de 26,4%.

As crianças e adolescentes da Amazônia Legal estão extremamente expostos a diferentes violências. As desigualdades étnico-raciais, a vulnerabilidade social, os conflitos territoriais, a extensa área de fronteira e a grande incidência de crimes ambientais criam um cenário complexo que precisa ser compreendido e enfrentado para assegurar a proteção de cada criança e adolescente — afirma a oficial de Proteção contra a Violência do Unicef no Brasil, Nayana Lorena da Silva.

O ranking da violência na região é liderado por Rondônia (234,2 casos por 100 mil crianças e adolescentes), que é seguido por Roraima (228,7), Mato Grosso (188,0), Pará (174,8), Tocantins (174,2) e Acre (163,7). Nessas localidades, a incidência é alta principalmente em municípios situados a até 150 km das fronteiras brasileiras, que registraram taxa de 166,5 casos por 100 mil, valor acima dos 136,8 das cidades não fronteiriças.

Áreas urbanas

O pesquisador Cauê Martins, do FBSP, reforça que as particularidades regionais exigem políticas adaptadas:

— As taxas de mortes violentas intencionais nos municípios urbanos amazônicos são 31,9% maiores que nos centros urbanos do restante do país.

Em Manacapuru, no interior do Amazonas, a realidade da violência sexual contra crianças e adolescentes se manifestou de forma brutal e silenciosa para uma menina de apenas 11 anos. Um caso recente, relatado pela conselheira tutelar Joelma de Souza Leal Ribeira, ilustra a complexidade e a urgência do problema. Uma gestora de escola entrou em contato, devido ao comportamento “revoltado” da aluna e, após um processo de acolhimento, descobriu-se que a criança era estuprada pelo pai, com a participação dos irmãos.

— Na nossa cultura amazônica, foi perpetuado um comportamento que chamamos de “estupro consensual”. Crianças que não têm informação, estão isoladas geograficamente e não têm assistência do poder público vivem esse tipo de violência sem ter a dimensão do que está acontecendo — relata Joelma.

O Conselho Tutelar, atuando de forma coordenada com a polícia, conseguiu o resgate da criança. O pai está preso e a mãe foi condenada por omissão, confirmando a importância de um trabalho integrado e meticuloso. O desfecho do caso, embora trágico, ressalta a importância da atuação dos órgãos de proteção.

— A gente esbarra na questão da logística, da falta de transporte, falta de combustível, falta de acessibilidade a essas comunidades. Muitas vezes nosso trabalho acaba sendo uma proteção tardia, porque quando o conselho consegue chegar até esse local, muitas das vezes a criança já vem sendo vítima por muito tempo. Chegamos para encerrar o ciclo, mas infelizmente essas crianças já passaram por diversas violações — acrescenta a conselheira tutelar de Manacapuru.

Perfil das vítimas

Entre as vítimas de violência sexual na Amazônia Legal, o estudo do Unicef e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta que 81% eram pretas e pardas e 2,6% indígenas. A taxa entre negros foi de 45,8 casos por 100 mil crianças e adolescentes, contra 32,7 entre brancos. No restante do Brasil, a maior incidência ocorre entre crianças brancas. Quando o recorte trata de crianças indígenas, os registros de violência sexual mais que dobraram entre 2021 e 2023, com crescimento de 151%.

— O dado que mostra que a casa é o lugar mais perigoso para boa parte das vítimas nos obriga a olhar para a violência sexual como um problema que atravessa famílias e comunidades. E isso torna ainda mais urgente a capacitação dos profissionais que atuam na ponta, como conselheiros tutelares e equipes de saúde — analisa Nayana da Silva, do Unicef.

Nesse cenário, o Unicef defende investimentos no monitoramento dos casos, melhorias na coleta e no registro de dados, e ações integradas entre governos e sociedade civil.

— Quando a rede de proteção trabalha enfrentando o racismo estrutural e a desigualdade de gênero, cria condições para que meninos e meninas deixem de ser alvos preferenciais da violência — completa a oficial do fundo das Nações Unidas.

O panorama traçado pela pesquisa também é corroborado pelo levantamento do Disque 100, divulgado neste ano, que aponta que mais de 80% das ocorrências acontecem dentro da residência da vítima. Na maioria dos casos, o agressor é um familiar ou alguém de confiança da família.

Dados divulgados no Atlas da Violência, que analisou notificações entre 2013 e 2023, apontam que, entre as vítimas mais jovens, como infantes (0 a 4 anos) e crianças (5 a 14 anos), a residência é o local mais frequente dos registros: 67,8% e 65,9% dos casos, respectivamente.

Esta semana, a discussão sobre a exploração e o abuso de crianças e adolescentes no ambiente das plataformas digitais ganhou projeção após um vídeo publicado pelo youtuber e humorista Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, para alertas sobre casos de sexualização precoce e outras formas de “adultização” com objetivo de gerar lucro. O conteúdo tem levado a um aumento de número de denúncias contra pedofilia, por exemplo, na cidade de São Paulo, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública do estado.

 

Fonte: Filipe Vidon — São Paulo e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2025/08:36:46

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Ministro do STJ se declara suspeito após beneficiar prefeito de Ananindeua

(Foto: Reprodução) – Decisão do ministro Og Fernandes ocorreu dias depois dele conceder liminar que reconduziu Dr. Daniel ao cargo de Prefeito de Ananindeua

O ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), declarou-se suspeito e deixou a relatoria de um habeas corpus apresentado pelo prefeito de Ananindeua (PA), Dr. Daniel (PSB). A decisão veio menos de uma semana após ele conceder liminar que garantiu o retorno do político ao cargo, do qual havia sido afastado por determinação do Tribunal de Justiça do Pará.

Após a decisão do ministro, Dr Daniel voltou para o estado do Pará com pompas de herói, tendo sido recebido por uma legião de apoiadores, que o recepcionaram no aeroporto Internacional de Belém e seguiram em carreata, animada por um trio elétrico até Ananindeua.

A justificativa do ministro para seu afastamento do processo foi o fato de que sua esposa, a advogada Roberta Fernandes, representar o prefeito em outro processo no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o STJ, Fernandes não tinha conhecimento dessa atuação quando concedeu a liminar no dia 6 de agosto.

“Na manhã de 12/8/2025, chegou ao conhecimento do ministro Og Fernandes que o paciente Daniel Barbosa dos Santos já havia outorgado procuração comum a diversos advogados, entre eles, a esposa do ministro, para atuação em feito diverso e perante o STF”, informou a assessoria do tribunal.

Apesar do afastamento de Fernandes, a liminar que beneficiou o prefeito permanece válida. O caso agora está sob relatoria do ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que deverá avaliar recursos tanto da defesa quanto do Ministério Público.

Investigado pelo MP do Pará, Dr. Daniel — pré-candidato ao governo estadual em 2026 — atribui seu afastamento a uma suposta perseguição judicial e acusa o governador Helder Barbalho (MDB), seu ex-aliado, de interferência no processo, iniciado pelo Ministério Público do Pará que pediu o afastamento para o Tribunal de Justiça do Estado do Pará, que deferiu o pedido e afastou o prefeito do cargo baseado nas em fartas provas documentais, que ate agora não foram questionadas por Daniel.

Em 2017, Og Fernandes causou reboliço ao postar uma enquete na rede social com a pergunta: “Você é o juiz: o Brasil deve sofrer intervenção militar?” – o que gerou críticas por suposta indução, apesar de ele alegar que era apenas “uma exclamação interrogativa”.

 

 

Fonte: Estado do Pará On-line/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/16:13:49

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Homem que agrediu companheira grávida de 8 meses em Santarém deve ser indiciado por lesão corporal e aborto, diz delegada

Chegada da grávida vítima de agressão, no Pronto Socorro Municipal — Foto: Kamila Andrade / g1

Os crimes estão no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher. A investigação ainda está em andamento.

O homem preso por agredir a companheira grávida de oito meses na comunidade Tabocal, em Santarém, no oeste do Pará, deve ser indiciado por lesão corporal no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher e também pelo crime de aborto, na modalidade de dolo eventual. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (13) ao g1 pela delegada Ana Paula Alho, responsável pelo caso.

A vítima, identificada como Odivania Pinto, perdeu o bebê após sofrer as agressões. Ela deu entrada no Hospital Municipal na tarde do dia 7, mesmo dia em que foi agredida pelo companheiro. Ela apresentava hematomas na barriga, rosto e pés. À noite, foi constatada a morte fetal e no dia 9, ela passou por cirurgia para retirar o feto.

Segundo a delegada, o inquérito segue em andamento, e assim que a vítima se recuperar, ela será ouvida pela autoridade policial.

“A investigação ainda está em andamento, no aguardo da vítima para se restabelecer e ser ouvida formalmente em sede policial. Mas vou indiciá-lo por lesão corporal no contexto da violência doméstica e familiar contra a mulher em concurso com o crime de aborto, a título de dolo eventual”, informou delegada Ana Paula.

O suspeito permanece preso à disposição da Justiça. O caso é investigado pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Santarém.

LEIA MAIS:

Mulher grávida é agredida pelo companheiro, em Santarém; suspeito foi preso

Morre bebê de grávida espancada pelo companheiro, em Santarém | PA

Fonte: Kamila Andrade, g1 Santarém e Região — PA/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/16:10:01

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Junto a Fleury e ONG Voluntários do Sertão, Fujifilm leva exames gratuitos à população no Pará

Foto: Por meio do equipamento de Raio-X portátil FDR XAIR, a ação nas comunidades ribeirinhas de Santarém, Monte Alegre e Breves realizou diagnósticos com a mesma precisão de um ambiente hospitalar

Em parceria com o Grupo Fleury e a ONG Voluntários do Sertão, a Fujifilm, líder mundial em imagem, produtos e serviços fotográficos, e destaque no segmento de healthcare por meio de equipamentos e soluções de imagem, participou de uma ação social nas cidades de Santarém, Monte Alegre e Breves, no Pará. A atuação da companhia se deu por meio de exames de raio-X gratuitos e de alta qualidade de imagem para comunidades remotas da região amazônica. Durante cinco dias de atividades, foram mais de 260 exames e mais de 170 moradores atendidos, beneficiando diretamente a população local.

A iniciativa contou com o suporte do aparelho portátil FDR XAIR, cedido pela Fujifilm, que possibilitou a realização de exames radiológicos em locais de difícil acesso, garantindo precisão diagnóstica equivalente à de um ambiente hospitalar. O equipamento, que alia portabilidade, agilidade e precisão, foi essencial para atender as necessidades específicas da região, permitindo a realização de exames e atendimentos em balsas que percorreram os rios da Amazônia.

A ação reflete o propósito da Fujifilm de ir além da inovação tecnológica, utilizando sua expertise para promover mudanças significativas na sociedade. “Acreditamos que a tecnologia deve ser uma ferramenta de transformação social, e ações como essa nos permitem levar esperança e cuidado a quem mais precisa. Nossa parceria com o Fleury e a ONG Voluntários do Sertão demonstra que, juntos, podemos superar barreiras geográficas e oferecer serviços de saúde de excelência a comunidades distantes”, afirma Emerson Favarin Stein, diretor de negócios da Fujifilm no Brasil.

A ONG Voluntários do Sertão, promove o voluntariado no sertão nordestino e em outras regiões há mais de 20 anos, levando saúde, assistência social e segurança alimentar e nutricional a populações menos assistidas, e o Grupo Fleury, junto à Fujifilm têm sido parceiros na oferta de exames diagnósticos para as pessoas atendidas por meio de seus voluntários.

Sobre a Fujifilm Brasil

Fundada em 1958, a FUJIFILM do Brasil Ltda, subsidiária da FUJIFILM Holdings América Corporation, atua nos segmentos de Imagem, Saúde e Soluções para Negócios com o propósito de inovar sempre, oferecendo produtos e soluções que impactem de forma positiva a cultura, ciência, tecnologia e indústria de nosso país. Nosso amplo portfólio reflete uma das mais consolidadas empresas do mercado e visa o valor social e a melhoria contínua na saúde, na expressão e na vida dos brasileiros.

Sobre o Grupo Fleury

Com 99 anos, o Grupo Fleury é uma das maiores e mais respeitadas organizações de medicina e saúde do Brasil, referência para a comunidade médica e público geral por sua qualidade técnica, médica, de atendimento e gestão. Com 22,4 mil colaboradores e 4,9 mil médicos, detém as melhores práticas ESG e contribui para a sustentabilidade do sistema de saúde. Com sede em São Paulo (SP), o Grupo Fleury está presente em outros 14 estados e no Distrito Federal, somando mais de 500 Unidades de Atendimento. A Companhia oferece uma das mais completas soluções em medicina diagnóstica no país, por meio da coordenação de cuidado centrado no indivíduo e capacidade de inovação e tecnologia. Essas soluções refletem o posicionamento estratégico da empresa de ser um ecossistema de saúde integrado e preventivo, que nasceu como um laboratório de análises clínicas e evoluiu para ofertas completas de medicina, físicas e digitais, em suas unidades de atendimento e operações B2B. Site do Grupo Fleury: www.grupofleury.com.br.

Fonte: Imprensa A4&Holofote Comunicação/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/15:40:50

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Técnico de enfermagem é preso por venda ilegal de remédios em hospital de Belém

Prisão em flagrante foi realizada por Policiais Civis da Dioe/Delegacia do consumidor pela venda de entorpecentes e psicotrópicas. — Foto: Polícia Civil

Prisão foi realizada por policiais civis da Delegacia do Consumidor e da Divisão de Operações Especiais (DIOE), após denúncias de familiares de usuários dos remédios.

Um técnico em enfermagem foi preso em flagrante, nesta terça-feira (12), por comercializar medicamentos controlados de forma ilegal dentro de um hospital localizado no centro de Belém.

A prisão foi realizada por policiais civis da Delegacia do Consumidor, vinculada à Divisão de Operações Especiais (DIOE), da Polícia Civil.

O suspeito foi identificado como Jailsom Furtado de Jesus. O g1 tentava localizar a defesa dele até a publicação da reportagem.

De acordo com a polícia, ele foi flagrado no momento em que realizava a venda de substâncias como morfina, haloperidol e diazepam, todos classificados como entorpecentes, psicotrópicos ou sob controle especial da Anvisa.

Segundo a investigação, Jailsom tirava vantagem da profissão para ter acesso aos medicamentos e vendê-los sem prescrição médica, e ainda cobrando valores acima da média do mercado.

A ação policial foi desencadeada após denúncias feitas por parentes de clientes.

“Recebemos relatos de que esses remédios estavam sendo adquiridos fora do ambiente médico, o que oferece riscos graves à saúde dos usuários”, informou a polícia.

Os policiais fizeram apurações na unidade hospitalar, que ainda não foi informada, e conseguiram comprovar a prática.

Após a abordagem, Jailsom foi conduzido até a sede da DIOE, onde foi autuado em flagrante. Ele vai responder pelos crimes de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais e também por tráfico de drogas.

A polícia informou que as investigações continuam para identificar a origem dos medicamentos e possíveis outros envolvidos no esquema de venda ilegal.

 

Fonte: g1 Pará e TV Liberal — Belém/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/15:56:45

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Justiça Federal derruba decisão que anulava multa e embargo à mineradora que explorava ouro em área de proteção no Pará

Área de mineração na APA do Tapajós. — Foto: Divulgação/Ibama

Minewel Mineração PA foi flagrada explorando ouro dentro da APA do Tapajós, no sudoeste do estado. A empresa foi procurada pela reportagem.

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), derrubou um mandado de segurança concedido à mineradora Minewel Mineração PA, flagrada extraindo ouro de forma irregular na Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós, no sudoeste do Pará.

Na decisão, o tribunal confirmou a competência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para fiscalizar e autuar a mineradora na unidade de conservação ambiental.

Em 2023, o Ibama aplicou multa à empresa por extração ilegal de ouro na reserva de cerca de dois milhões de hectares, que abrange os municípios de Itaituba e Jacareacanga. A mineradora operava sem autorização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão gestor da unidade criada em 2011, de acordo com a AGU.

O g1 solicitou posicionamento da empresa, mas ainda não havia obtido resposta até a publicação da reportagem.

A mineradora conseguiu a decisão judicial inicial anulando a multa e o embargo aplicados pelo Ibama, mas a AGU recorreu ao TRF-1, que reformou a sentença e reafirmou a legalidade da fiscalização e penalização ambiental promovidas pelo Ibama em unidades de conservação.

O tribunal também destacou o descumprimento das condicionantes ambientais previstas nas licenças da mineradora.

Para a procuradora federal Thais Andrade de Almeida, que atuou no caso, a decisão reforça a importância da atuação dos órgãos ambientais e destacou a necessidade de fiscalização efetiva para que atividades potencialmente poluidoras respeitem a lei e condicionantes ambientais.

Com a decisão do TRF-1, foi restabelecida a validade dos atos administrativos do Ibama, e ficou estabelecido que não é cabível usar mandado de segurança para anular multas ou penalidades cuja legalidade esteja comprovada.

 

Fonte: g1 Pará — Belém/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/15:53:02

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Mais de 62 mil aposentados e pensionistas do Pará já receberam o ressarcimento

Pagamentos continuam e o acordo segue aberto para quem ainda não aderiu – Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Valor repassado pelo Governo Federal como reparação aos descontos indevidos feitos por entidades associativas no estado chega a R$ 47,3 milhões. Em todo o país, mais de R$ 1 bilhão já foram liberados a mais de 1,6 milhão de aposentados e pensionistas

Um total de 62.745 aposentados e pensionistas do Pará que foram vítimas de descontos indevidos em benefícios do INSS já receberam o ressarcimento por parte do Governo Federal. Os valores são pagos de forma integral, com correção pela inflação (IPCA), diretamente na conta onde o segurado recebe o benefício. Até 11 de agosto, o Governo Federal já liberou mais de R$ 1 bilhão a 1,6 milhão de aposentados e pensionistas em ressarcimentos em todo o Brasil.

Os pagamentos no Pará já superam R$ 47,3 milhões. Os aposentados e pensionistas que receberam a reparação correspondem a 66,4% do total de 94,5 mil pessoas vítimas de descontos indevidos que estão aptas a receber os valores de volta no estado. O total estimado para ressarcir todos os prejudicados é de R$ 70,2 milhões

“O governo que investigou a fraude ao INSS está devolvendo devidamente o dinheiro que foi roubado dos aposentados e pensionistas e não vai deixar ninguém no prejuízo”, ressaltou o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz.

Os números do ressarcimento em todo o Brasil até 11 de agosto

BLOQUEIO DE R$ 2,8 BILHÕES – Paralelamente aos ressarcimentos efetuados em todo o país, a Advocacia-Geral da União (AGU) já obteve na Justiça o bloqueio de R$ 2,8 bilhões em bens e ativos financeiros de associações, empresas e pessoas físicas investigadas por suspeita de fraudes contra os beneficiários da Previdência Social.

CRÉDITO DE R$ 3,3 BILHÕES – Para garantir os pagamentos com agilidade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, em 17 de julho, uma Medida Provisória que abriu crédito extraordinário de R$ 3,31 bilhões para viabilizar o repasse imediato aos beneficiários vítimas da fraude.

COMPROMISSO – “Nosso compromisso é garantir que os aposentados e pensionistas recebam o que é seu, sem esperar. Estamos antecipando pagamentos para proteger quem mais precisa, e seguiremos firmes para que todos os responsáveis devolvam cada real aos cofres públicos”, afirmou o presidente do INSS, Gilberto Waller.

COMO ADERIR – Quem ainda não fez a adesão ao acordo do Governo Federal homologado pelo Supremo Tribunal Federal deve acessar o aplicativo Meu INSS ou ir a uma agência dos Correios. O procedimento é gratuito e não exige envio de documentos.

Podem aderir:

  • Beneficiários que contestaram descontos indevidos e não receberam resposta da entidade associativa em até 15 dias úteis.
  • Quem sofreu esses descontos entre março de 2020 e março de 2025.
  • Beneficiários com processo na Justiça, desde que ainda não tenham recebido os valores.

CONTESTAÇÃO – A contestação dos descontos pode ser feita até 14 de novembro de 2025, e a adesão ao acordo do Governo Federal seguirá disponível mesmo após essa data.

Passo a passo para pedir o ressarcimento

  1. Acesse o aplicativo Meu INSS com CPF e senha.
  2. Vá em “Consultar Pedidos” e clique em “Cumprir Exigência”.
  3. Role a tela até o último comentário, leia com atenção e, no campo “Aceito receber”, selecione “Sim”.
    4. Clique em “Enviar” e aguarde o pagamento.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/14:44:53

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Pará promove 10ª Consulta com comunidades extrativistas do Baixo Amazonas sobre o Sistema de REDD+

painéis, debates e dinâmicas foram voltados à compreensão dos mecanismos do REDD+ jurisdicional — Foto: Reprodução/Agência Pará

Encontro em Santarém, organizado pela Semas, fortalece diálogo e participação social na construção de políticas climáticas no Estado

O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas), realiza de 11 a 13 de agosto, em Santarém, oeste do Pará, a 10ª Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI) com comunidades extrativistas do Baixo Amazonas.

O evento teve como foco ampliar a participação social na criação do Sistema Jurisdicional de REDD+ (SJREDD+), contando com o apoio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), do Ideflor-Bio, da Federação de Associações da Gleba Lago Grande e de órgãos municipais.

Durante três dias, lideranças comunitárias, representantes de sindicatos e associações e gestores públicos participaram de painéis, debates e dinâmicas sobre os mecanismos do REDD+ jurisdicional, o Sistema Estadual de Salvaguardas (SISREDD+), estratégias de repartição de benefícios e subprogramas que visam garantir acesso justo aos recursos. Também houve momentos de escuta ativa, permitindo que os participantes apresentassem dúvidas e sugestões sobre a política climática estadual.

Técnicos da Semas e membros do CNS explicaram a integração do processo com a Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC) e o Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA), que norteiam as ações ambientais no Pará. Para a secretária adjunta de Gestão de Águas e Clima da Semas, Renata Nobre, a consulta aproxima o governo das comunidades e reforça o papel delas na preservação da floresta, valorizando o conhecimento local.

Representantes das comunidades também destacaram a relevância da iniciativa. Morador de Prainha, Ivonaldo Queiroz ressaltou que encontros como esse ampliam o acesso à informação e ajudam a difundir práticas de manejo sustentável, mesmo para quem ainda enfrenta desafios de adaptação. Já o coordenador do CNS, Ivanildo Brilhante, frisou a importância de uma consulta pública ampla e representativa, lembrando o papel histórico da entidade na mobilização social.

A coordenadora de Neutralidade Climática da Semas, Andrelina Serrão, afirmou que a CLPI é estratégica para assegurar que a implementação do REDD+ no Pará ocorra de forma inclusiva, justa e transparente, considerando as particularidades de cada território. Ao final, o encontro reforçou que a efetividade das políticas climáticas depende diretamente da escuta e da participação ativa das comunidades que vivem e cuidam da Amazônia.

 

Fonte: g1 Santarém e Região — PA/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/15:40:50

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Golpe do falso consórcio: Polícia Civil cumpre mandados prisão, busca e apreensão em Santarém e outras cidades do Pará

Polícia Civil durante cumprimento de mandado de busca e apreensão no endereço de um dos investigados — Foto: Polícia Civil / Divulgação

A operação, que está em sua terceira fase, visa desarticular o braço financeiro de um esquema criminoso que movimentou mais de meio milhão de reais.

Operação “Sombra financeira” deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (13) em Santarém, Belém, Ananindeua e Castanhal, no Pará, cumpre mandados de prisão, busca e apreensão contra investigados de participação no esquema criminoso de falso consórcio, que teria movimentado mais de meio milhão de reais. A ação é um desdobramento de uma investigação iniciada pela PC do Paraná em janeiro de 2023.

Em Santarém, uma mulher foi presa na residência dela no bairro São Francisco. Segundo informações da polícia, as investigações apontam que a mulher ocupa um cargo relevante na organização criminosa.

Segundo o diretor da 16ª Seccional Urbana de Santarém, delegado Kleidson Castro, o mandado cumprido no bairro São Francisco é de prisão temporária e visa garantir a transparência das investigações.

“Na manhã de hoje, a Polícia Civil de Santarém, dando apoio à Polícia Civil do Estado do Paraná, deu cumprimento a um mandado de prisão temporária em desfavor de uma nacional que mora no bairro São Francisco, com o objetivo de assegurar a lisura das investigações. O crime que está sendo investigado é de estelionato, onde um suposto grupo criminoso estaria manipulando pessoas e praticando diversas fraudes, e essa pessoa que foi presa é um das suspeitas. Não se tem ainda um processo judicial, o caso ainda está em fase de investigação”, disse Kleidson Castro.

A Polícia Civil do Pará também cumpriu mandados de busca e apreensão em um escritório no bairro do Umarizal em Belém, no bairro Cidade Nova em Ananindeua e bairro Imperador na cidade de Castanhal.

Ao menos 10 prisões foram realizadas na terceira fase da operação em outros estados brasileiros, onde o grupo criminoso agia.

Investigações apontaram que os criminosos atuavam criando falsos consórcios. O esquema prometia facilitar a compra de bens, como casas e automóveis. Para convencer as vítimas, os golpistas usavam call center clandestinos que tinham metas de vendas e distribuição dos lucro de acordo com a quantidade de vítimas.

As vítimas eram induzidas a assinar contratos e efetuar pagamentos, mas nunca recebiam os bens. Para convencer as vítimas, os golpistas usaram ao menos cinco empresas de fachada, sistemas digitais e grupos de mensagens.

Depois de passarem um período recebendo o pagamento do falso consórcio, os golpistas desapareciam com o dinheiro e não atendiam mais as ligações. Segundo a polícia, a fraude movimentou mais de R$ 500 milhões.

 

Fonte: g1 Santarém e Região — PA /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/15:36:45

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