Cantor gospel Lucas Moia morre aos 27 anos em Belém

Jovem talento da cena gospel teve morte precoce | Reprodução/Instagram @lucasmoia

Velório em Belém reúne fiéis e mensagens de despedida tomam as redes sociais.

A cena musical gospel de Belém está de luto. O cantor e produtor vocal Lucas Moia, 27 anos, faleceu, nesta segunda-feira (15), causando grande comoção entre familiares, amigos e admiradores.

Considerado um jovem talentoso e reconhecido por sua humildade, Lucas marcou o cenário gospel local e deixou sua trajetória interrompida de forma precoce, para tristeza dos familiares e amigos.

O velório do artista teve início às 17h de segunda-feira, na Assembleia de Deus Blindados no Senhor, e segue até a manhã desta terça-feira (16). Em seguida, o corpo será levado para a Igreja Deus Semeia, na travessa Padre Eutíquio, 2647, entre São Miguel e São Silvestre, comunidade frequentada pela família, antes do sepultamento.

Além da despedida presencial, a morte do cantor também ecoou nas redes sociais. No Instagram pessoal de Lucas, amigos, colegas de ministério e admiradores lotaram a área de comentários com mensagens de pesar, lembranças e homenagens.

Muitos destacaram não apenas a potência de sua voz, mas a forma generosa e acolhedora como ele se relacionava com todos. A maioria citando que Lucas é um exemplo de fé e dedicação, enquanto que outros mostravam descrença em relação a partida precoce do jovem talento.

O impacto da notícia revela a importância de Lucas para o meio gospel e para quem conviveu com ele. Mais do que um cantor, era visto como um jovem que dedicou sua vida a inspirar outras pessoas por meio da música cristã, deixando uma marca de fé e humanidade.

Fonte: DOL/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2025/08:01:46

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Pará: Mais de 2 mil devem regularizar FGTS de domésticas

O governo espera ampliar a formalização do setor doméstico, garantir os direitos trabalhistas e evitar futuros litígios. | Reprodução/Pixabay

Caso o empregador não regularize a situação dentro do prazo, o processo será encaminhado para notificação formal e poderá resultar em levantamento oficial dos débitos, com possíveis sanções.

O governo federal lança, a partir do dia 17 de setembro, uma ação nacional para regularizar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de trabalhadores domésticos. A iniciativa, coordenada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), tem como objetivo corrigir falhas no recolhimento do FGTS de trabalhadores domésticos e, ao mesmo tempo, fortalecer a formalização das relações de trabalho no setor. Na prática, ela atende a três frentes principais: regularização, prevenção e conscientização.

Com essa ação, o governo espera ampliar a formalização do setor doméstico, garantir os direitos trabalhistas e evitar futuros litígios, fortalecendo a relação entre empregadores e trabalhadores em todo o Brasil. “O governo reafirma o compromisso com a proteção dos direitos trabalhistas e a valorização das relações trabalhistas com o setor doméstico, garantindo direitos de empregadas e empregados domésticos”, afirma a nota encaminhada pelo Ministério do Trabalho.

Mais de 80 mil empregadores cadastrados, vão receber avisos no Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET). Essas notificações foram geradas a partir do cruzamento de informações do eSocial com os registros de guias pagas à Caixa Econômica Federal, identificando indícios de débitos no recolhimento do FGTS. No Pará, serão enviados avisos para 2.029 empregadores, que somam um total de 5.081 pessoas cadastradas para receberem seus direitos trabalhistas. O total da dívida no Estado chega a R$8.786.132,67.

VOLUNTÁRIA

Neste primeiro momento, a ação terá caráter orientativo, com objetivo de alertar empregadores sobre possíveis irregularidades e estimular a regularização voluntária até 31 de outubro de 2025. Caso o empregador não regularize a situação dentro do prazo, o processo será encaminhado para notificação formal e poderá resultar em levantamento oficial dos débitos, com possíveis sanções.

O MTE recomenda que os empregadores acompanhem atentamente as mensagens no aplicativo Domicílio Eletrônico Trabalhista para evitar a perda de prazos e prejuízos legais e trabalhistas.

Em todo o país, estão registrados no DET 80.506 empregadores, responsáveis por 154.063 postos de trabalho doméstico no país. O valor devido ao FGTS ultrapassa R$ 375 milhões, evidenciando a relevância da iniciativa. O Domicílio Eletrônico Trabalhista é a plataforma oficial de comunicação entre a Inspeção do Trabalho e os empregadores, incluindo os domésticos. Por meio do sistema, são enviados atos administrativos, intimações, notificações e avisos, centralizando toda a comunicação digital de forma segura e padronizada.

Os números revelam desigualdades regionais. São Paulo lidera em número de empregadores (26.588) com 53.072 trabalhadores e valor devido ao FGTS no total de R$ 135 milhões. Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia vem em seguida, e aparecem com débitos expressivos, acompanhando a densidade populacional e a importância econômica desses estados. Na outra ponta, Roraima, Amapá e Acre registram débitos inferiores a R$ 1 milhão, refletindo mercados de trabalho doméstico formal mais reduzidos.

Fonte: Luiza Mello/Diário do Pará/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2025/08:13:40

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Ministra Cármen Lúcia abre Fórum Nacional Verdemocracia em Belém

‘É a soma das identidades diferentes que constrói uma sociedade de pessoas que são iguais em dignidade”, frisa a ministra Cármen Lúcia (Foto:Wagner Santana / O Liberal)

Evento segue até quarta-feira (17) com debates sobre os desafios da Justiça Eleitoral

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), fez a conferência de abertura do Fórum Nacional Verdemocracia, no Teatro Maria Sylvia Nunes, completamente lotado, na noite desta segunda-feira (15), na Estação das Docas, em Belém.

O governador Helder Barbalho; o ministro do STF, Cristiano Zanin; e a ministra do TSE, Estela Aranha, também prestigiaram o evento, que reuniu grande número de magistrados, advogados, presidentes de tribunais regionais eleitorais de outras capitais, servidores do poder público e estudantes de direito.

Fórum Verdemocracia promovido pelo TSE, em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE do Pará), segue até quarta-feira (17) (Foto:Wagner Santana / O Liberal)
Fórum Verdemocracia promovido pelo TSE, em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE do Pará), segue até quarta-feira (17) (Foto:Wagner Santana / O Liberal)

 

O evento, promovido pelo TSE, em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE do Pará), segue até quarta-feira (17), com foco nos desafios da Justiça Eleitoral frente às mudanças tecnológicas e climáticas.
Eleições 2026

Presidente do TRE Pará, o desembargador José Maria Rosário, observou que a iniciativa se propõe a debater, pelo bem da democracia, questões urgentes para o fortalecimento da democracia. Ele citou, como exemplo, o impacto do clima e das condições ambientais na logística das eleições, que já se anunciam para 2026.

“Há a necessidade de não apenas combater, mas prevenir a desinformação. É nosso dever garantir a verdade acima de tudo, e que a informação correta ilumine o caminho do eleitor antes que a sombra da falsidade o confunda”, disse o titular do TRE Pará.

O governador Helder Barbalho lembrou ao teatro lotado que nesta segunda-feira, 15 de setembro, se comemora o Dia Internacional da Democracia (data criada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2007). Ele reverenciou a democracia como uma conquista da sociedade brasileira. Uma construção difícil de erguer, disse ele, mas que deve ser defendida diariamente. Ele fez uma correlação entre a democracia e o verde, conforme aponta a denominação do seminário.

Democracia e natureza são organismos vivos da coletividade, diz governador

“A democracia, assim como a natureza, é um organismo vivo e dinâmico, mas não é imortal. É nosso compromisso com as futuras gerações conservar o que recebemos e deixar como legado uma sociedade mais sustentável e mais democrática. (…) Entendo que tanto a floresta quanto a democracia ou pertencem a todos ou não pertencem a ninguém, pois ambas morrem quando o egoísmo de poucos tenta se sobrepor aos interesses de todos”, disse Helder.

Na palestra sobre “Democracia e Eleições: questões atuais”, a ministra Cármen Lúcia destacou a democracia como um direito fundamental, centrado em princípios basilares, como o princípio da maioria, o princípio da igualdade e o princípio da liberdade; destacando a soberania popular, segundo a qual, o povo é a única fonte do poder.enfatizou.

“Não há democracia sem povo participando, sem povo atuando e sabendo que, seja qual for a história brasileira que nós tenhamos tido até aqui, quem produz a história do povo é o próprio povo”. Ela destacou: “O direito existe para que as pessoas tenham um ambiente de paz social para que elas possam se fazer felizes. E isto não é retórica. Isto é a vida de cada um de nós”.
Urge se criar um ambiente de humanidade digna, diz Cármen Lúcia

A ministra frisou que é necessário criar um ambiente de humanidade digna para que as pessoas considerem “a vida uma aventura e não um ônus”, disse ela.

“E essa aventura que a gente quer para a gente é preciso construir em conjunto. É preciso que todos nós tenhamos a oportunidade, cada um se dê e dê ao outro também a oportunidade de sermos felizes”.

“Nós podemos fazer escolhas diferentes, fazemos escolhas diferentes. Isso não significa que a diferença seja ruim ou que a diferença seja algum gravame a cada um de nós. Bem, diferente disso: nós temos o direito de sermos iguais porque somos iguais em nossa dignidade humana. E temos o direito de ser únicos, por tanto diferentes, na identidade de cada um. É a soma dessas identidades diferentes que constrói uma sociedade de pessoas que são iguais em dignidade”, frisou a ministra do STF e presidente do TSE.

 

Fonte: O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2025/07:00:00

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Madeira, sebo bovino, suco: apesar de tarifaço, Pará aumenta em 155% exportações para EUA em agosto

Bandeiras do Pará e dos EUA – (Foto: Reprodução)

Apesar de tarifas adicionais impostas pelos EUA, avanço nas exportações do Pará em agosto foi puxado por madeira, sebo bovino, sucos de frutas e minerais, com alta de 155,3%.

Mesmo diante das tarifas extras aplicadas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, o Pará registrou um salto de 155,3% nas exportações para o país em agosto, alcançando US$ 95,5 milhões — uma variação absoluta de US$ 58,1 milhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

A alta foi impulsionada principalmente por produtos agroalimentares e florestais, como madeira, sebo bovino, sucos de frutas (com destaque para o açaí), além de minerais industriais como os silicatos.

Fontes ouvidas pelo Grupo Liberal apontam que o impacto do “tarifaço” foi mais político do que econômico, citando isenções a produtos estratégicos, antecipação de embarques e adaptação da pauta exportadora como fatores-chave para o desempenho atípico. Ainda assim, economistas alertam que o crescimento pode ter sido pontual, refletindo ajustes momentâneos diante da incerteza no comércio global.

Segundo dados do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) e do Comex Stat, da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), elaborados pelo Setor de Estatística da Sedap (Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca), o crescimento das exportações do Pará para os Estados Unidos em agosto foi fortemente impulsionado por produtos agroalimentares e florestais, como madeira, açaí, pargo e sebo bovino, além da continuidade nos embarques de minerais industriais como os silicatos.

Entre os destaques do mês, estão as madeiras tropicais perfiladas, com US$ 5,55 milhões em exportações, seguidas pelo sebo bovino fundido (US$ 4,84 mi), sucos de frutas, incluindo açaí (US$ 3,38 mi), o pargo congelado (US$ 2,99 mi) e os silicatos diversos (US$ 2,95 mi).

Segundo a Sedap, os dados apontam uma tendência de aceleração nos embarques de determinados produtos antes da entrada em vigor do tarifaço imposto pelos Estados Unidos.

O pargo congelado, por exemplo, teve crescimento expressivo: de US$ 390 mil em junho para US$ 1,82 milhão em julho e, por fim, US$ 2,99 milhões em agosto. O mesmo ocorreu com os sucos de frutas, cujo volume subiu de US$ 1,91 milhão em julho para US$ 3,38 milhões em agosto, refletindo uma retomada vigorosa, puxada principalmente pelo açaí.

Já as madeiras tropicais perfiladas, embora tenham registrado um pico entre junho e julho (variando entre US$ 8,0 milhões e US$ 8,4 milhões), apresentaram um ajuste em agosto. Os silicatos, por sua vez, tiveram uma alta significativa em julho (US$ 7,65 milhões), seguida de redução no mês seguinte.

O sebo bovino fundido mostrou-se mais estável, mantendo regularidade nas exportações desde abril, com variações entre US$ 4,3 milhões e US$ 5,3 milhões.

Fiepa informa que diversidade de produtos foi menor

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), Alex Carvalho, ratificou que o crescimento de 155,3% nas exportações para os Estados Unidos em agosto foi influenciado, em parte, pela antecipação das vendas das empresas exportadoras. Segundo ele, muitas companhias buscaram garantir embarques antes que os efeitos das tarifas fossem plenamente sentidos.

“É importante destacar, no entanto, que ainda é cedo para avaliar a extensão real dessas medidas sobre a economia local”, ressaltou Carvalho.

Ele acrescentou que o cenário segue cercado de incertezas e dependerá tanto da evolução da política tarifária norte-americana quanto da capacidade de adaptação das cadeias produtivas do Pará.

Entre os produtos que impulsionaram o resultado, Carvalho citou a alumina calcinada, que somou US$ 223 milhões em embarques, o ferro fundido bruto não ligado, com US$ 130,9 milhões, e o hidróxido de alumínio, responsável por US$ 104,7 milhões. O dirigente lembrou, porém, que agosto também marcou queda na diversidade de categorias exportadas.

“O número de NCMs [Nomenclatura Comum do Mercosul, que tem um código para cada mercadoria] caiu de 63 para 42 em relação a julho, justamente no mês em que passou a vigorar o tarifaço norte-americano”, observou.
Especialista vê tarifaço como medida política e aposta em reconfiguração do comércio global

Para o doutor em Relações Internacionais Mário Tito, o impacto do tarifaço imposto pelos Estados Unidos foi mais político do que econômico. Segundo ele, desde o anúncio da medida, já era esperado que sua manutenção seria inviável.

“Já era sabido desde o anúncio do tarifaço que ia ser muito difícil a manutenção dele, primeiro porque os motivos não eram efetivamente econômicos, mas sim políticos”, afirmou Tito.

De acordo com ele, os danos econômicos da medida acabaram recaindo mais sobre os próprios Estados Unidos. “Quem trabalha com a economia já sabia que de fato isso ia trazer muito mais prejuízo para os Estados Unidos que para o Brasil por vários motivos”, explicou.

Um desses motivos, segundo ele, é o movimento estratégico do Brasil nos últimos anos para diversificar seu portfólio de parceiros comerciais. “O impacto passou a ser mínimo na medida em que o dinheiro que não entrou de um lado, acabou entrando do outro em outros parceiros comerciais”, pontuou.

Tito também destacou que o próprio governo norte-americano deu sinais de recuo logo após o início da vigência do tarifaço.

“Houve uma espécie de passo atrás do governo Trump. Muitos dos produtos que estavam na lista inicial acabaram sendo retirados e isso de alguma forma também diminuiu ainda mais o impacto dessa medida.”

Além disso, o especialista ressaltou a capacidade de adaptação do Brasil e, especialmente, do Pará frente às novas exigências do mercado.

“O Estado do Pará, que tinha uma pauta de exportação muito forte com os Estados Unidos, conseguiu reverter isso para outros mercados, em especial a China”, disse.

A expectativa, segundo Mário Tito, é que essa tendência de crescimento se intensifique nos próximos meses, especialmente devido à retirada de tarifas sobre commodities minerais. “A tendência é que a variação positiva seja muito maior a partir dos próximos meses, porque os Estados Unidos recuaram especialmente no ferro, no níquel, em produtos minerais propriamente ditos.”

Para ele, a reconfiguração comercial não é pontual, mas sim reflexo de uma nova governança global em formação.

“Essas novas parcerias do Brasil que levam junto também a produção do Pará não são apenas pontuais. Elas vão se restabelecendo em novos arranjos de governança global do comércio internacional”, avaliou.

Ao citar os Brics como exemplo dessa nova configuração econômica, Tito reforça que o Brasil está se posicionando de maneira estratégica no cenário internacional. “Quando você amplia o número de membros de um bloco econômico não regional como é os Brics, você tem a ampliação também do consumidor. Então, eu acredito que isso não seja só pontual, mas seja um novo direcionamento do mercado internacional”, concluiu.
Economista aponta isenções e demanda específica como fatores para salto nas exportações

Para o economista Genardo Oliveira, o crescimento de 155,3% nas exportações do Pará para os Estados Unidos em agosto, mesmo após a imposição de tarifas adicionais, pode ser explicado por uma combinação de fatores estratégicos e setoriais. Segundo ele, a alta foi real, mas ainda precisa ser analisada com cautela.

Entre os principais elementos, Oliveira destaca as isenções concedidas a produtos estratégicos, muitos deles fundamentais para a balança comercial do Pará. “Cerca de 700 produtos brasileiros foram isentos das novas tarifas, incluindo itens-chave da pauta paraense como alumina calcinada, ferro fundido bruto e alumínio não ligado — juntos, responsáveis por mais de 50% das vendas para os EUA.”

Outro ponto que ajudou a impulsionar o desempenho foi a demanda consistente do mercado norte-americano por produtos específicos, mesmo em um cenário de tensões comerciais.

“Itens como castanha-do-pará, suco de laranja e minérios mantiveram forte demanda nos Estados Unidos, o que sustentou o volume de exportações”, explicou o economista.

Ele também ressalta que pode ter havido um movimento de antecipação de embarques por parte das empresas paraenses, que buscaram se adiantar aos efeitos mais severos das tarifas. “Esse comportamento é visível, por exemplo, no crescimento expressivo das exportações de açaí, que saltaram 389,17% em agosto”, observou.

Apesar da queda na diversidade de produtos exportados — que passou de 63 para 42 categorias no mês — Oliveira vê uma resiliência importante em setores como o agroindustrial e o mineral. “Houve uma capacidade clara de adaptação às novas condições comerciais por parte desses segmentos”, pontuou.

Tendência ou exceção?

Sobre a possibilidade de o crescimento representar uma tendência sustentável, Genardo Oliveira avalia que, embora os dados de agosto sejam positivos, ainda existem incertezas no cenário.

“O crescimento pode refletir uma reação imediata ao tarifaço, com empresas antecipando embarques e ajustando estratégias comerciais. Mas isso não garante que a tendência vá se manter nos próximos meses”, ponderou.

Ele lembra que a Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) já alertou para possíveis impactos mais profundos nas cadeias produtivas locais, sobretudo entre aquelas que dependem de itens que não foram isentados das tarifas.

No entanto, os números do acumulado de janeiro a agosto indicam um crescimento consistente de quase 49% nas exportações para os EUA, o que, segundo Oliveira, sinaliza um potencial real de integração comercial.

“Se o Pará conseguir consolidar sua presença com produtos isentos e ampliar sua competitividade, há espaço para uma integração mais sólida com o mercado norte-americano. Mas isso dependerá diretamente da manutenção das isenções e da capacidade de adaptação da indústria local”, concluiu.

Conselheiro de economia regional vê salto nas exportações como movimento pontual e alerta para efeitos transientes

Apesar do crescimento expressivo nas exportações do Pará para os Estados Unidos em agosto, o economista Nélio Bordado pondera que o aumento pode ter sido circunstancial. Segundo ele, que é conselheiro do Corecon PA/AP (Conselho Regional de Economia dos Estados do Pará e Amapá), o resultado surpreendente de 155,3% pode estar relacionado mais a fatores pontuais do que a uma tendência consolidada.

“Há fortes indícios de que esse crescimento é resultado de efeitos transientes, como a antecipação de embarques e contratos fechados antes da aplicação efetiva das tarifas”, avalia.

Segundo ele, esse tipo de movimentação é comum em períodos de incerteza comercial. “Quando se sabe que vai haver uma tarifa mais alta, exportadores tendem a acelerar suas operações para evitar os custos adicionais. Isso pode gerar picos como o que vimos em agosto.”

Outro fator citado é o comportamento dos preços internacionais, especialmente de commodities minerais e energéticas, que compõem grande parte da pauta exportadora paraense.

“Mesmo com as tarifas em vigor, se houve aumento nos preços de insumos como metais ou combustíveis, o valor exportado pode ter subido simplesmente pelo reajuste de preços no mercado internacional”, explicou.

Além disso, o especialista destaca que o próprio “tarifaço” dos Estados Unidos não foi aplicado de forma indiscriminada. “Cerca de 44,6% das exportações brasileiras para os EUA foram excluídas das sobretaxas de 50%. Isso inclui muitos produtos que fazem parte da pauta do Pará, o que pode explicar o desempenho isoladamente positivo do estado”, pontuou.

Contudo, o cenário geral do comércio exterior brasileiro indica que a situação ainda é delicada.

“As estatísticas nacionais mostram que, no total, as exportações brasileiras para os EUA caíram cerca de 18,5% em valor em agosto de 2025, em comparação com agosto de 2024. Produtos tarifados tiveram quedas mais acentuadas, enquanto os isentos oscilaram menos”, afirmou.

Diante desse contexto, o economista alerta que ainda é cedo para falar em consolidação de um novo padrão de exportação. “A avaliação mais prudente é que esse aumento do Pará em agosto seja mais um episódio pontual do que o início de uma tendência firme”, destacou.

Para que o crescimento se sustente, ele aponta que será necessário um esforço coordenado entre o setor produtivo e o poder público. “Os setores exportadores do Pará precisarão se consolidar em nichos menos afetados, adaptar suas cadeias produtivas para contornar tarifas ou buscar isenções específicas. Além disso, é fundamental que haja apoio por meio de políticas públicas, como incentivos fiscais, melhorias na infraestrutura logística e certificações de empresas e produtos”, concluiu.

Exportações do Pará para os EUA – Agosto/2025

Principais produtos (Ganho relevante) (valores em US$)

•    Madeiras tropicais perfiladas – 5,55 mi

•    Sebo bovino fundido – 4,84 mi

•    Sucos de frutas (açaí incluso, 90% do total) – 3,38 mi

•    Pargo (congelado) – 2,99 mi

•    Outros silicatos – 2,95 mi
Tendências pré-tarifaço

•    Pargo congelado – disparou de 0,39 mi (junho) → 1,82 mi (julho) → 2,99 mi (agosto)

•    Sucos de frutas (açaí) – retomada forte: 1,91 mi (julho) → 3,38 mi (agosto)

•    Madeiras tropicais – pico em junho/julho (8,0–8,4 mi), com ajuste em agosto

•    Silicatos – corrida em julho (7,65 mi) antes de reduzir em agosto

•    Sebo bovino – consistente, mantendo entre 4,3 e 5,3 mi desde abril

Dados do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) / Agrostat – Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro e Comex Stat – Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC) / Elaboração: Setor de Estatística – Nuplan / Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (SEDAP).

 

Fonte: O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2025/07:00:00

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Delegação do Pará estreia com vitórias no segundo bloco dos Jogos da Juventude

Foto:Reprodução | Com apoio do Governo do Estado, atletas iniciam competição nacional em Brasília com bons resultados no futsal, basquete e vôlei de praia

Com apoio do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), o segundo bloco da delegação paraense estreou com vitórias nos Jogos da Juventude, em Brasília (DF).

Os resultados positivos vieram nas modalidades femininas de futsal, basquetebol e vôlei de praia, garantindo confiança para a sequência da competição, que segue até 25 de setembro.

Ao todo, o Pará conta com 61 atletas, entre homens e mulheres, distribuídos nas modalidades de basquetebol, futsal, vôlei de praia e wrestling (luta olímpica). O evento, promovido pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), reúne cerca de 4.700 jovens de 14 a 17 anos, representando todos os estados do país.

A atleta Ágatha Fernandez, 15 anos, estreou com vitória no basquete contra o Ceará, por 42 a 33, e comemorou o desempenho coletivo. “Foi um jogo muito difícil e competitivo, mas conseguimos trabalhar bem em equipe e conquistar a vitória. É a minha primeira vez nos Jogos e estou achando incrível, ainda mais jogando contra meninas mais velhas e experientes. É uma oportunidade única”, destacou.

A mãe da atleta, a médica Iê Bentes Fernandez, acompanhou a partida e ressaltou a emoção de ver a filha representando o Estado. “É um prazer enorme acompanhar a Ágatha nessa trajetória. Já são três anos de dedicação ao basquete e vê-la jogar em um evento dessa dimensão é muito gratificante. A equipe fez uma estreia brilhante”, afirmou.

Mocajubense comemora vitória no vôlei de praia

No vôlei de praia, a atleta paraense Ana Carolina, 16 anos, natural de Mocajuba, celebrou o triunfo sobre Roraima por 2 sets a 0. “Estrear vencendo é muito especial. Esse resultado é fruto de muito esforço meu, da minha parceira e do técnico. Vamos seguir em busca da medalha, sempre jogando com dedicação e confiança”, disse.

No futsal feminino, a equipe encerrou o dia com vitória expressiva: 8 a 3 contra Roraima. Já entre os homens, os resultados não foram favoráveis: derrota no basquete para Pernambuco (69 a 52), no vôlei de praia para São Paulo (2 a 1) e no futsal para Roraima (5 a 4).

Na luta olímpica, os paraenses também entraram em ação. O destaque foi Enzo Santos, na categoria até 55kg, que chegou à disputa pelo terceiro lugar, terminando em quarto. A competição segue nesta terça-feira (17) com as lutas masculinas do estilo greco-romano e femininas do estilo livre.

O secretário de Esporte e Lazer, Cássio Andrade, destacou a importância da competição para revelar novos talentos. “Os Jogos da Juventude são a maior vitrine do esporte escolar no Brasil, revelando talentos e fortalecendo o futuro do esporte nacional. Ver o Pará conquistando vitórias já na estreia deste segundo bloco mostra o potencial da nossa juventude. O Governo do Pará, por meio da Seel, tem investido cada vez mais para garantir que nossos jovens atletas tenham condições de competir de igual para igual com todo o país”, afirmou.

O terceiro e último bloco da delegação paraense embarca no próximo dia 18, reunindo atletas de badminton, ginástica rítmica, judô, taekwondo, handebol e voleibol.

 

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2025/07:00:00

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Homem descumpre medida protetiva, agride e ameaça matar mulher, no Pará

Foto:Reprodução | O suspeito foi preso pela Polícia Civil e segue à disposição da Justiça.

Na última sexta-feira (12), a equipe da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Canaã dos Carajás realizou a prisão em flagrante de um homem pelos crimes de descumprimento de medidas protetivas de urgência, lesão corporal e ameaça no contexto de violência doméstica e familiar.

A vítima compareceu até a delegacia onde relatou que, na noite anterior, o suspeito foi até a sua residência, onde a agrediu com socos e a ameaçou de morte, descumprindo uma ordem judicial de afastamento deferida através de medidas protetivas de urgência.

Os delitos foram confirmados por meio das imagens captadas pelas câmeras do imóvel. Após diligência, a equipe policial conseguiu localizar o autor, que foi conduzido até à DEAM, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante. O homem segue à disposição da Justiça.

 

Fonte:PCPA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/09/2025/07:00:00

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Celso Sabino afirma que turismo religioso é prioridade do governo federal no Pará

Foto:Reprodução | Durante a celebração, o ministro destacou que o fortalecimento do turismo religioso é prioridade do governo federal, tanto pelo valor espiritual e cultural quanto pelo impacto econômico que gera nas comunidades que recebem romeiros e turistas.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, esteve neste domingo (14) em Vigia (PA), onde participou do Círio de Vigia, a procissão religiosa mais antiga do estado, celebrada desde 1697. Em 2025, o evento chega a 328 anos de tradição, reafirmando sua relevância histórica, cultural e espiritual para a Amazônia e para o Brasil.

Durante a celebração, o ministro destacou que o fortalecimento do turismo religioso é prioridade do governo federal, tanto pelo valor espiritual e cultural quanto pelo impacto econômico que gera nas comunidades que recebem romeiros e turistas.

O turismo religioso está entre os segmentos que mais despertam o interesse dos brasileiros. De acordo com estudo realizado pelo Ministério do Turismo em parceria com a Nexus, 37% da população já vivenciou experiências ligadas à fé e 18% apontaram o segmento como favorito, ficando atrás apenas do turismo de sol e praia (62%).

Esses números reforçam o potencial do Brasil nesse setor e destacam a importância de investir em infraestrutura e promoção de destinos ligados à fé, capazes de gerar emprego, renda e valorização cultural.

“O turismo religioso tem um potencial extraordinário no Brasil e o Círio de Vigia é um exemplo de fé, cultura e tradição que atrai milhares de visitantes todos os anos.

Investir em infraestrutura e promover destinos como este significa fortalecer a economia local, gerar oportunidades e valorizar manifestações culturais e espirituais que fazem parte da identidade brasileira.

Nosso compromisso é garantir que eventos religiosos continuem sendo também oportunidades de desenvolvimento social e turístico para as comunidades”, afirmou o ministro.

 

Fonte: Roma News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/20:03:43

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Homem é morto com tiro na cabeça em bar, em Altamira (PA)

Segundo informações iniciais, Francieudo estava em um bar quando foi abordado pelo criminoso, que fugiu logo após o disparo.

Um homicídio foi registrado na noite de domingo (14/9) em Altamira, no sudoeste do Pará. A vítima, identificada como Francieudo de Oliveira, de 42 anos, foi morta com um tiro na cabeça por volta das 22h, na avenida Castelo Branco, no bairro São Domingos, nas proximidades de uma distribuidora de bebidas.

Segundo informações iniciais, Francieudo estava em um bar quando foi abordado pelo criminoso, que fugiu logo após o disparo. A morte violenta causou comoção entre os moradores da região, que, temendo represálias, não repassaram detalhes sobre o autor do crime.

Equipes da Polícia Científica estiveram no local para realizar a perícia e remover o corpo da vítima. O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios de Altamira, que segue em diligências para identificar e prender o responsável.

Até o momento, a motivação do assassinato é desconhecida. Francieudo era conhecido na comunidade por frequentar jogos de sinuca. Informações anônimas que possam auxiliar nas investigações podem ser repassadas ao Disque-Denúncia, pelo número 181.

 

Fonte: Confirma Notícia  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/19:23:47

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Jovem morre após ser baleado dentro de veículo em Itaituba (PA)

Foto:Reprodução | O caso ocorreu no início da manha deste sábado (13), em Itaituba

Na manhã de sábado (13), por volta das 6h, a Polícia Militar foi acionada após a entrada de uma vítima de disparo de arma de fogo no Hospital Municipal de Itaituba, sudoeste do Pará. A vítima foi identificada como Júnior Gaspar, que não resistiu ao ferimento causado por um tiro no peito e evoluiu a óbito.

Segundo informações repassadas à polícia, o condutor de um veículo Ônix de cor preta, relatou que trafegava pela 4ª Rua, entre as avenidas João Pessoa e Lauro Sodré, quando sentiu um impacto na parte traseira do automóvel. Ao verificar, percebeu que Júnior Gaspar, que estava no banco de trás, havia sido atingido.

O condutor levou a vítima imediatamente ao hospital, acompanhado de uma amiga, menor de idade, que ocupava o banco dianteiro. Durante a inspeção no veículo, foi constatada uma perfuração no porta-malas que atravessou o banco traseiro e também atingiu o banco do motorista.

Um projétil foi encontrado atrás do assento do condutor. Questionado se sabia quem havia efetuado o disparo, o motorista informou que não conseguiu identificar a autoria. O caso foi comunicado ao oficial de dia, 2º Tenente PM Jhonny, que acionou o delegado plantonista André para dar prosseguimento às providências cabíveis.

 

Fonte: Portal Giro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/19:53:07

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Sefa apreende roupas e arroz em Conceição do Araguaia e Santana do Araguaia (PA)

Foto:Reprodução | A apreensão de 620 calças tipo uniforme ocorreu em Conceição do Araguaia. Já em Santana do Araguaia foram apreendidas 85 toneladas de arroz

Fiscais de receitas estaduais da Secretaria da Fazenda do Pará (Sefa), apreenderam no domingo (14/09), 620 calças tipo uniforme, com origem em Ibirité (MG) e destino a Belo Horizonte (MG). A apreensão ocorreu na Rodovia PA-447, km 15, em Conceição do Araguaia, no sul do Pará. O valor total das mercadorias é de R$ 30.337,63. Os servidores são lotados na Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito do Araguaia,

“O condutor de uma van apresentou documento fiscal da mercadoria e a equipe da fiscalização verificou, então, que o material enviado seria internalizado em um canteiro de obras no Estado do Pará”, contou o coordenador da unidade fazendária, Renato Couto.

Foi lavrado Termo de Apreensão e Depósito (TAD) com o valor total de R$ 8.069,71 referente ao imposto acrescido de multa, que foi recolhido e a mercadoria liberada.

Arroz – Já no sábado (13), na unidade de Barreira do Campo, na Rodovia PA-441, km 38, em Santana do Araguaia, foram apreendidas 85 toneladas de arroz em casca tipo 2, com origem em Moju (PA) e destino em Aparecida de Goiânia (GO). O valor da mercadoria é de R$ 60.569,60.

“Ao realizar a conferência dos documentos, verificou-se que não havia sido recolhido o ICMS antecipado da mercadoria na saída do Estado. Foram lavrados dois TADs no valor de R$ 10.156,69, que foram recolhidos e as mercadorias liberadas”, disse o fiscal de receitas estaduais.

 

Fonte:Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/09/2025/19:46:26

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