Golpe do falso advogado já soma mais de 220 denúncias no Pará; veja como se proteger

Foto: Reprodução | A OAB-PA orienta a população para que não caia na fraude

Criminosos têm se passado por advogados para enganar pessoas pelo WhatsApp e conseguir dinheiro em várias cidades do Pará. Em sete meses, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará (OAB-PA) recebeu mais de 220 denúncias sobre a fraude. O presidente da Comissão de Direito Criminal da entidade, Paulo Nascimento, explicou como ocorre o golpe do falso advogado e quais cuidados a população deve adotar.

No novo tipo de golpe, suspeitos entram em contato com pessoas que possuem processos judiciais em andamento e se apresentam como advogados, exigindo transferências via Pix. A prática vem sendo monitorada desde março pela OAB-PA.

Segundo a OAB-PA, os golpistas costumam usar fotos de profissionais ou logomarcas de escritórios para dar credibilidade à fraude, focalizando processos que envolvem valores financeiros a serem recebidos.

Como funciona o golpe do falso advogado

De acordo com Paulo Nascimento, o golpe ocorre quando o cliente é contatado por um número que não pertence ao escritório ou ao advogado responsável. O criminoso informa falsamente que houve decisão favorável e afirma que, para ter acesso ao valor, seria necessário pagar antes uma taxa via Pix. Isso não existe.

O recebimento de valores em processos judiciais não depende de pagamento antecipado. Custas judiciais são recolhidas dentro do próprio sistema do tribunal e jamais são cobradas por transferência via Pix.

Mais de 220 denúncias em sete meses

Entre março e agosto, a OAB-PA recebeu mais de 220 denúncias por meio de um e-mail institucional criado para monitorar a prática. Em setembro, a entidade passou a oferecer também um canal de denúncia no site oficial, e nos primeiros dias do novo canal já foram registrados relatos adicionais.

Embora Belém concentre a maioria das ocorrências, casos foram identificados em cidades como Ananindeua, Marituba, Santarém, Parauapebas, Marabá e na região do Marajó.

Como denunciar no Pará

Para relatar o golpe, a orientação é registrar um Boletim de Ocorrência (BO) na Polícia Civil e, em seguida, comunicar à OAB-PA pelo site destinado a denúncias ou pelo e-mail denuncia@oabpa.org.br.

Ações de combate e orientações

Desde março, a OAB-PA distribui uma cartilha com orientações para advogados e cidadãos, com dicas para identificar golpes e evitar prejuízos. As denúncias recebidas são encaminhadas mensalmente à Polícia Civil, ao Ministério Público e ao Tribunal de Justiça, com informações que ajudam no rastreio dos golpistas.

Como evitar cair em golpes

A OAB-PA reforça a comunicação direta entre advogados e clientes, sempre pelos canais oficiais do escritório. Paulo Nascimento destaca os principais cuidados:

Desconfiar de mensagens enviadas por números desconhecidos, mesmo que tragam dados reais do processo;

Confirmar sempre com o advogado responsável antes de qualquer movimentação financeira;
Não realizar transferências via Pix para supostas taxas ou liberação de valores judiciais.

“Custas judiciais são recolhidas apenas dentro do sistema do tribunal e jamais estão condicionadas ao recebimento de indenizações ou valores de ações”, afirmou o presidente da Comissão de Direito Criminal da OAB-PA.

 

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/09/2025/08:52:30

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Marabá (PA) recebe peça teatral gratuita sobre uso consciente da água com patrocínio da WLM Itaipu Norte

Personagens da peça | Foto: Reprodução

Espetáculo infantil “Em busca da Gotinha Preciosa” será apresentado em escolas públicas de Marabá (PA)

São Paulo, 25 de setembro de 2025 — A importância da água e o uso consciente desse recurso vital serão temas centrais da peça infantil “Em busca da Gotinha Preciosa”, que será apresentada em Marabá (PA), alcançando centenas de crianças da rede pública de ensino. As apresentações fazem parte do projeto Diverte Teatro Brasil, idealizado e realizado pela Ciência Divertida, com patrocínio da WLM Itaipu Norte – empresa do grupo WLM – e apoio do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.

Voltado ao público infanto-juvenil, o espetáculo utiliza o humor e a ciência para tratar de temas ambientais com linguagem acessível e interativa. Em cena, dois personagens cativantes embarcam em uma missão para encontrar a “gotinha preciosa”, enfrentando tempestades, atravessando oceanos e superando desafios com criatividade e conhecimento. As crianças participam ativamente da história, ajudando os personagens a resolver enigmas e realizando pequenos experimentos durante a apresentação.

Para Júlio Martinez, diretor da Ciência Divertida, ações como essa são essenciais para promover educação ambiental desde os primeiros anos de vida escolar. “Queremos que as crianças entendam que a água, apesar de parecer abundante, está se tornando cada vez mais escassa devido ao desperdício e à poluição. O teatro é uma forma poderosa de engajamento, capaz de fixar essa mensagem de forma lúdica e significativa”, afirma.

A iniciativa reforça o compromisso da WLM com a responsabilidade social e ambiental, ao investir em projetos que unem cultura, educação e sustentabilidade nas comunidades onde atua. “Apoiamos iniciativas que contribuam para a formação de cidadãos mais conscientes. O uso responsável da água é um tema urgente, e queremos contribuir para que essa reflexão comece desde cedo”, afirma Fernando Guimarães, CEO da WLM.

As apresentações acontecem entre os dias 01 e 03 de outubro em escolas públicas de Marabá (PA) com sessões gratuitas voltadas a alunos e educadores da rede municipal. Confira a programação completa abaixo:

SERVIÇO

Espetáculo: “Em Busca da Gotinha Preciosa”

Data: 01 de outubro
Horários: 09h e 14h30
Escola: EMEF Jarbas Gonçalves Passarinho
Endereço: Trav. Jarbas Passarinho, S/N – São Félix Pioneiro

Data: 02 de outubro
Horário: 09h
Local: EMEF Heloísa de Souza Castro
Endereço: Avenida Gaviões, S/N – Laranjeiras

Data: 02 de outubro
Horários: 14h30
Local: EMEF Rui Barbosa
Endereço: Av. Brasil,163 – Vila Murumuru

Data: 03 de outubro
Horários: 09h
Local: EMEF Doralice de Andrade
Endereço: Rua São Luís, QD Especial, S/N – Bairro Conjunto Novo Belo Horizonte

Data: 03 de outubro
Horários: 14h30
Local: EMEF Maria Ilan Jadão
Endereço: Avenida dos Buritis, QD 110, LT 01 a 04 – Cidade Jardim

Sobre o Ministério da Cultura e a Lei Federal de Incentivo à Cultura:

A principal ferramenta de fomento à Cultura do Brasil, a Lei de Incentivo à Cultura contribui para que milhares de projetos culturais aconteçam, todos os anos, em todas as regiões do país. Por meio dela, empresas e pessoas físicas podem patrocinar espetáculos – exposições, shows, livros, museus, galerias e várias outras formas de expressão cultural – e abater o valor total ou parcial do apoio do Imposto de Renda. A Lei também contribui para ampliar o acesso dos cidadãos à Cultura, já que os projetos patrocinados são obrigados a oferecer uma contrapartida social, ou seja, eles têm que distribuir parte dos ingressos gratuitamente e promover ações de formação e capacitação junto às comunidades. Criado em 1991 pela Lei 8.313, o mecanismo do incentivo à cultura é um dos pilares do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), que também conta com o Fundo Nacional de Cultura (FNC) e os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficarts), além da Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura.

Sobre a WLM

Com mais de 65 anos de história, a WLM PARTICIPAÇÕES E COMÉRCIO DE MÁQUINAS E VEÍCULOS S.A. é referência nacional em mobilidade, transporte e agronegócio. O grupo atua em diferentes regiões do Brasil com uma rede de cinco concessões regionais da marca Scania, somando 28 estabelecimentos nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Pará, Amapá, Amazonas e Roraima. Oferece venda de caminhões pesados e extrapesados, chassis para ônibus, peças genuínas, serviços especializados de manutenção e assistência técnica com padrão de qualidade reconhecido mundialmente.

No agronegócio, a WLM mantém fazendas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Pará, com atividades de pecuária de corte e produção de soja, milho e café, sempre alinhadas a práticas de conservação ambiental. Certificada como Great Place to Work, a empresa reafirma seu propósito de criar vínculos duradouros e gerar valor para parceiros e clientes, combinando inovação, excelência no atendimento e compromisso com soluções logísticas sustentáveis.

Sobre a Ciência Divertida Cultural

Presente em mais de 40 países e atuando no Brasil desde 2010, a Ciência Divertida Cultural tem como missão despertar a curiosidade e estimular a imaginação das crianças ao redor do mundo. Por meio de programas e eventos temáticos voltados para crianças de 4 a 17 anos, a empresa alia aprendizado e diversão em iniciativas que abordam temas como Meio Ambiente, Nutrição, Astronomia, Saúde, entre outros aspectos fascinantes da ciência. Ao longo de sua trajetória, mais de 12 milhões de crianças já participaram das atividades promovidas pela Ciência Divertida Cultural.

No Brasil, a Ciência Divertida Cultural consolida seu compromisso com a educação e cultura através de parcerias estratégicas, sendo representada pela Alero Produções. Juntas, elas desenvolvem e implementam projetos culturais inovadores que ampliam o acesso ao conhecimento e utilizam a ciência como uma poderosa ferramenta de enriquecimento cultural e educacional. Essa colaboração não apenas une entretenimento e aprendizado, mas também gera um impacto positivo e duradouro na formação de jovens e crianças por todo o país.

Novo Projeto (8)

Fonte: Conecte Comunicação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2025/18:28:50

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O “Caribe” brasileiro que não tem mar e foi eleito o mais bonito do país

Alter do Chão, no coração da Amazônia, foi eleita a praia mais bonita do Brasil pelo jornal The Guardian. (Foto: banco de imagens)

Conheça a deslumbrante vila de Alter do Chão, no Pará, eleita a praia mais bonita do Brasil e a porta de entrada para a Amazônia.

No coração da Amazônia, uma vila à beira do Rio Tapajós esconde um tesouro natural que vem encantando turistas do mundo inteiro.

Alter do Chão, em Santarém, no Pará, foi apontada pelo jornal britânico The Guardian como “a praia mais bonita do Brasil”, superando até mesmo a famosa Fernando de Noronha. Esse reconhecimento colocou o local no radar de viajantes que buscam paisagens intocadas e experiências autênticas.

O cenário é surreal: bancos de areia branca se espalham pelas margens do Rio Tapajós e Arapiuns, formando ilhas de areia que se fundem com a água em tons de azul e verde.

A paisagem combina rios cristalinos, florestas densas, fauna diversa e tudo isso a poucos passos de uma pequena vila de 6 mil habitantes. A beleza do lugar é uma experiência que se transforma com o ritmo da natureza.

A melhor experiência em Alter do Chão depende da época do ano em que você viaja. O “verão amazônico”, que acontece entre agosto e dezembro, é a estação ideal para quem busca praias de rio, banhos refrescantes e passeios de barco.

Já entre janeiro e julho, no “inverno amazônico”, o volume das águas sobe, e a paisagem muda completamente. Os rios invadem a floresta, criando igarapés e lagos alagados, perfeitos para quem gosta de contato direto com a vida selvagem.

Quando ir a Alter do Chão

A experiência de visitar Alter do Chão muda completamente dependendo da estação. De agosto a dezembro, o período de seca forma as famosas praias de areia branca, ideais para banhos de sol e relaxar à beira do rio. É o momento de desfrutar das ilhas de areia que surgem no Rio Tapajós.

Por outro lado, entre janeiro e julho, as águas sobem, o que é perfeito para explorar a floresta alagada e ver a vida selvagem de perto em canoas e barcos menores.

Como chegar em Alter do Chão

Chegar em Alter do Chão é mais fácil do que parece. A vila está a apenas 34 km do aeroporto de Santarém, que recebe voos das principais capitais brasileiras, como Belém, Manaus e Brasília.

O acesso também pode ser feito por embarcações que navegam pelo Rio Amazonas, uma opção para quem busca uma viagem mais longa e imersiva pela região.

O que fazer em Alter do Chão

A vila oferece uma variedade de opções para os turistas. Você pode se hospedar em pousadas charmosas, simples ou luxuosas e provar a culinária local nos restaurantes. Os barqueiros nativos, que conhecem a região como a palma da mão, levam os turistas para praias isoladas e ilhas desertas.

Esses guias são especialistas em encontrar os melhores pontos para ver o pôr do sol, um espetáculo de cores que fecha o dia na Amazônia.

Tradições culturais e festivais

Além das paisagens, Alter do Chão mantém tradições culturais vibrantes. A Festa do Sairé e o Festival dos Botos, que acontecem em setembro, são eventos que atraem visitantes do Brasil inteiro.

As cerimônias misturam folclore, religião e manifestações artísticas, mostrando a riqueza cultural da Amazônia e tornando a experiência do turista ainda mais completa. O local combina natureza exuberante, águas tranquilas e experiências autênticas, tornando-se um destino singular e inesquecível.

https://youtu.be/hXv6MUSyqb8

Fonte: NSC Total e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2025/16:45:01

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Tragédia no Pará envolvendo exportação de animais vivos completa dez anos

Arte: organização da campanha | Ministério Público Federal, Promotoria de Justiça de Barcarena, Mercy For Animals e Comissão de Direito Animal da OAB/PA organizam programação em torno da tragédia, que deixou cerca de 5 mil bois mortos e despejou toneladas de óleo no rio Pará
Em 6 de outubro, completam-se dez anos de uma tragédia que marcou o Pará. Nessa data, em 2015, na cidade de Barcarena (PA), o navio Haidar, com quase 5 mil bois vivos, 28 tripulantes a bordo e 700 toneladas de óleo, naufragou no Porto de Vila do Conde. A decomposição dos corpos dos animais mortos e o vazamento de óleo do navio provocaram um dos piores desastres ambientais da história do estado. As carcaças e o óleo que vazou do Haidar deixaram um rastro de contaminação que alcançou a cidade de Belém, cerca de 60 km rio abaixo.

Para marcar a ocasião, o Ministério Público Federal (MPF), a Promotoria de Justiça de Barcarena, a organização não governamental Mercy For Animals e a Comissão de Direito Animal da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará (OAB-PA) promovem, nos dias 5 e 6 de outubro, uma programação em Belém e Barcarena com o objetivo de chamar a atenção para os impactos do naufrágio e da exportação de animais vivos por via marítima no Brasil, que concentra 66,4% das operações no Porto de Vila do Conde.

A tragédia comprometeu a subsistência de milhares de famílias da região e afetou a saúde de centenas de pessoas no decorrer dos anos, além de gerar enorme prejuízo para os cofres públicos. Dez anos depois, a carcaça do navio Haidar permanece naufragada no berço de atracação 302 do Porto de Vila do Conde, sendo responsável por um prejuízo inestimável à atividade portuária decorrente da não utilização dessa estrutura. De acordo com o Portal da Transparência do governo federal, apenas com a contratação de empresa dos serviços de reflutuação e remoção do navio Haidar — serviço que nunca chegou a ser concluído — o governo federal já gastou pelo menos R$ 12 milhões dos mais de R$ 44 milhões licitados.

No dia 5 de outubro, na Praça da República, em Belém, será realizada uma manifestação pacífica para lembrar o desastre e pedir pelo fim da exportação de animais vivos no país. Já no dia 6 de outubro, o auditório da Escola Técnica de Barcarena recebe o seminário “10 anos depois: o naufrágio do navio Haidar”, que contará com mesas de debate, a exibição do documentário “Elias: O Boi Que Aprendeu a Nadar” e espaço para a participação da população local. Serão discutidos os desdobramentos da tragédia, os prejuízos socioambientais ainda presentes na região e os caminhos possíveis para superar essa realidade.

A exportação de bovinos vivos por via marítima é uma atividade banida em diferentes países – como Índia e Nova Zelândia –, não só pelo impacto negativo para o bem-estar animal, mas também pelos riscos que representa ao meio ambiente e à saúde pública e pelos prejuízos que pode impor à economia. Atualmente, o Brasil é o maior exportador de bovinos vivos do mundo, apesar da desaprovação da sociedade brasileira: uma pesquisa da Ipsos indica que 84% dos entrevistados acreditam que a exportação de animais vivos deveria ser proibida no país. Segundo estudo de economistas, o fim da atividade representaria um ganho de R$ 1,9 bilhão ao Brasil.

“Experiências como a do TAC [Termo de Ajustamento de Conduta] celebrado no caso do navio Haidar mostram como o Ministério Público, com o apoio da sociedade civil, pode apoiar projetos locais, contribuindo para uma troca de conhecimento e promovendo reparações diretas às comunidades afetadas. O evento é importante para dar continuidade a essa troca, e não permitir o esquecimento da tragédia”, ressalta o procurador da República Bruno Araújo Soares Valente.

“O sistema de justiça enfrenta desafios em lidar com direitos coletivos e danos ambientais. Muitas vezes, as comunidades não se beneficiam das medidas mitigadoras. Reconhecer essas falhas é crucial para uma justiça ambiental que atenda às reais necessidades da população. Relembrar o caso do navio Haidar nos permite ver caminhos possíveis”, comenta o promotor de Justiça Márcio Maués, titular da 1ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente, da Infância e Juventude de Barcarena.

“Além de uma atividade intrinsecamente problemática do ponto de vista do bem-estar animal, o transporte de animais vivos por via marítima traz elevados riscos ambientais, sanitários, sociais e econômicos, como infelizmente vimos em Barcarena. Há dezenas de casos de acidentes e de contaminação mundo afora, pois os navios transportadores são antigos e apresentam problemas de segurança, com risco de naufrágio duas vezes maior que o de outras frotas mercantes”, afirma a responsável pelo Departamento Jurídico da Mercy For Animals na América Latina, Paula Cardoso.
A elevada propensão a acidentes é uma característica da frota que transporta animais vivos por mar ao redor do mundo. Segundo o jornal britânico The Guardian, estima-se que a chance de um navio que transporta animais vivos naufragar e causar um acidente ambiental ou marítimo é duas vezes maior do que a de outros navios mercantes, como já aconteceu anteriormente em diferentes locais do mundo. Isso se deve principalmente ao fato de que aproximadamente 80% da frota mundial de transporte de animais vivos, constituída de cerca de 150 embarcações, não foi construída para essa finalidade, além de serem embarcações muito antigas, usualmente.

Serviço:

Manifestação em memória do naufrágio do navio Haidar e pelo fim da exportação de animais vivos
Praça da República, Belém (PA)
05/10 às 9h

Seminário “10 anos depois: o naufrágio do navio Haidar”
Auditório da Escola Técnica de Barcarena – Barcarena (PA)
06/10 – 9h às 13h

Fonte: Ministério Público Federal no Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2025/16:28:29

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Às margens da COP30, mulheres enfrentam remoções forçadas em Belém do Pará

No bairro da Terra Firme, periferia de Belém (PA), dona Creusa Caetano Silva, 80 anos, criou seis filhos. Ela ajudou a construir o mapa de uma cidade que poucos participantes da COP30 conseguirão enxergar, a Belém periférica que surgiu de ocupações urbanas espontâneas. Durante mais de quarenta anos ela morou em uma área alagada na beira do canal do Tucunduba. Sua vida, hoje, é administrada entre remédios para pressão alta, fibromialgia, e a certeza de que não tem mais onde morar.

Enquanto milhares de pessoas de todo o mundo se preparam para desembarcar na capital paraense para a Conferência do Clima das Nações Unidas – COP30, mulheres como Creusa revelam o outro lado de sediar um megaevento. Há um impacto profundo na vida cotidiana daquelas que sustentam a cidade, quase sempre invisibilizadas pelos holofotes globais.

“Eu perdi a segurança de ter um lugar “

A casa de Creusa é uma entre centenas de imóveis que estão sendo removidos para a execução da obra de macrodrenagem da bacia do rio Tucunduba, uma das intervenções do pacote de “legado da COP30”. As obras, sob responsabilidade do governo do Pará, estão passando por onze canais, entre eles o canal do Tucunduba, onde a idosa vive.

A história de Creusa é um retrato da questão habitacional belenense. Ela chegou ao bairro com seus filhos ainda crianças. Com o trabalho de feirante, ela conseguiu construir uma casa de madeira, ali criou seus filhos e os viu construir suas famílias e seus próprios lares. “Eu lutei muito para ter a minha casa. Foram anos de dificuldade para garantir um pedaço de chão”, lamenta.

A casa que foi testemunha da história de sua família, com o tempo foi se desgastando. Pensando em uma velhice com mais conforto, dona Creusa decidiu fazer uma reforma. Foi quando ela tomou conhecimento da obra pública planejada para a área e foi desaconselhada pela Defensoria Pública a continuar com a reforma. Há alguns meses, dona Creusa foi notificada que sua casa seria removida. Como não poderia reformar e melhorar as condições de viver ali, ela decidiu ir morar na casa de uma filha até sair a indenização.

O valor estipulado pela Secretaria Estadual de Obras Públicas (Seop) foi de R$27 mil, valor que ela afirma ser insuficiente para a compra de outro imóvel. Anúncios de venda mostram que um terreno em bairros periféricos mais próximos do centro de Belém, como é o caso da Terra Firme, varia entre R$50 e R$100 mil, nos bairros mais afastados pode ser encontrado a partir de R$20 mil.

O sonho da casa própria se desfazendo

“Hoje eu moro agregada. Não é a mesma coisa, né? Quando a casa é nossa, é diferente”, diz Creusa, que ainda sonha com a casa própria. E completa: “Com esse valor eu posso comprar um terreno longe, mas na minha idade só quero ficar perto das minhas filhas.”

A fala de dona Creusa mistura gratidão às filhas, que a acolhem, com a dor de não ter conquistado a segurança de uma moradia própria e digna. “O que eu queria era só um cantinho. Um quartinho para a velhinha aqui ficar tranquila. Isso é o direito da gente, mas não querem dar.”

A história de Creusa é a prova de que na produção de megaeventos como a COP, até projetos que supostamente beneficiam a periferia acabam aumentando a vulnerabilidade dessas populações. Segundo levantamento da InfoAmazônia, cerca de 500 residências serão removidas somente nas obras da macrodrenagem do Tucunduba.

Em nota, a Seop afirmou que as obras nos canais do projeto de macrodrenagem da Bacia do Tucunduba beneficiarão cerca de 300 mil pessoas em Belém. A pasta confirmou a remoção de casas construídas irregularmente em locais inadequados, mas não respondeu o número de imóveis e/ou pessoas atingidas.

Ainda segundo a secretaria, os proprietários serão compensados pelo Estado conforme determina a legislação brasileira e que os valores das indenizações são definidos a partir da avaliação do imóvel, com base nas determinações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Dificuldades no direito de ‘ir e vir’

A preocupação em melhorar a mobilidade durante a COP30 contrasta com o caos vivenciado nesta fase de preparação de Belém para receber o evento. A motorista de aplicativo Gleice Gonçalves Leão, de 54 anos, observa que as obras em andamento tornaram seu trabalho mais difícil e menos lucrativo. “O trânsito da cidade já é ruim, com esse tanto de obra ficou 10 vezes pior.”

A estratégia de Gleice é se refugiar em Ananindeua, município na região metropolitana, fugindo do centro entupido de Belém. “A gente perde viagem né, demora mais tempo em uma corrida e demora a pegar outra, aí a gente ganha menos dinheiro.” Sua esperança, como a de muitos, é que o evento compense as perdas.

Por outro lado, quem usa os aplicativos de transporte, como Morgana Valadares, de 35 anos, está preocupada com o impacto da COP no aumento das tarifas das corridas. A manicure e maquiadora trabalha com atendimento a domicílio e todos os dias se desloca por aplicativos para diversos pontos de Belém e Ananindeua.

O aumento dos preços das viagens por aplicativo durante a conferência pode desequilibrar a economia doméstica. Mãe de três filhos, o material de trabalho de Morgana cabe em uma mala, e seu escritório é a cidade. O transporte por aplicativo é essencial para otimizar o tempo e atender mais clientes. Se os preços das corridas dispararem, sua única saída será o transporte público.

“Vai demorar muito para ir de um lugar para outro de ônibus, então vai diminuir minha renda porque vou atender menos clientes.” O cansaço será maior carregando mala e mochila nos ônibus, e o dilema se impõe: repassar o custo para o cliente e arriscar perdê-lo, ou absorver o prejuízo.

O calendário que virou de ponta-cabeça

Outro impacto que está sendo sentido e voltará no pós COP é em relação ao calendário escolar. O governo do estado decretou a divisão das férias escolares na rede pública e privada de Belém, Ananindeua e Marituba. As férias foram divididas em 15 dias em julho e 15 dias em novembro, com o objetivo de melhorar a mobilidade urbana reduzindo o trânsito nas vias da cidade durante a COP, que acontece de 10 a 21 de novembro.

Para Esther Bezerra, 28 anos, pedagoga em uma escola particular, a mudança afetou profundamente o ritmo das crianças da educação infantil. “Elas ainda não haviam descansado o suficiente, mentalmente foi muito mais difícil readaptá-las”, conta. O fenômeno da evasão temporária também apareceu, com crianças que retornaram às aulas apenas em agosto. Ela já espera o mesmo após a COP30, indicando um prolongamento do prejuízo educacional.

“Eu não tinha pensado nesse detalhe… três filhos em casa, 24 horas. Vai ser um desafio dentro do desafio”, desabafa a manicure Morgana Valadares que terá de adaptar a sua rotina de trabalho durante essas férias escolares fora de época. O mesmo deve acontecer com as famílias de 174.549 mil estudantes da creche, educação infantil, ensino médio e educação especial que estão matriculados em Belém, segundo o Censo Escolar.

Exclusão: as barreiras para participar do evento

Enquanto mulheres como Morgana, Gleice e Esther veem a COP impactar seu cotidiano de trabalho e cuidado, outra barreira, mais difícil de transpor, se ergue: a de participar ativamente do evento.

A alta nos preços de hospedagem – com diárias em hotéis até 8 vezes mais altos que na baixa temporada – e a complexa burocracia para credenciamento têm criado dificuldades para a participação no evento. O que exclui justamente as vozes que deveriam ser centrais em uma conferência climática na Amazônia: mulheres indígenas, quilombolas, lideranças comunitárias, integrantes de movimentos feministas interseccionais e jornalistas independentes de veículos locais e regionais.

A questão da logística em Belém tem gerado inúmeras reportagens, especulações e revolta nos últimos meses. Entre fevereiro e agosto, o governo estadual anunciou uma redução de 22% nos preços médios dos aluguéis na capital, mas na prática parece diferente. Moradores relatam que contratos de aluguel não estão sendo renovados para este ano, o que deixa os imóveis livres para serem anunciados por valores superfaturados.

Caso apareça alguém disposto a pagar os novos preços, os inquilinos são pressionados a deixar rapidamente o imóvel, abrindo espaço para que ele seja destinado a participantes da COP30. Recentemente, a vereadora Vivi Reis (PSOL) denunciou em suas redes sociais ter enfrentado essa situação. Para não ter que sair às vésperas da conferência, ela preferiu sair logo, porém denunciou a alta dos preços dos imóveis para a população local.

Coletivos e organizações relatam dificuldades em garantir hospedagem acessível para delegações de mulheres de outros estados e países. A falta de transparência no processo de credenciamento para a sociedade civil e a lentidão na concessão de vistos para participantes são críticas antigas em COPs, que se repetem em Belém. Outro fator excludente é que o único documento de identificação aceito para credenciamento é o passaporte, até mesmo para quem é do país sede. Isto ocorre porque a COP é considerada um espaço internacional.

Mulheres indígenas enfrentam barreiras para participar

As mulheres indígenas da Amazônia, grupo fundamental para qualquer solução efetiva num evento como a COP, enfrentam uma batalha para ter o direito de chegar a Belém. Apesar de serem reconhecidas como guardiãs da floresta e detentoras de saberes ancestrais cruciais para a mitigação das mudanças climáticas, a participação delas em espaços de decisão como a Conferência do Clima da ONU ainda é marcada pela invisibilidade e por barreiras sistemáticas.

A União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (UMIAB), está se articulando diariamente para mudar esse cenário. Representando 64 etnias em nove estados, a entidade luta para que pelo menos nove mulheres indígenas consigam participar do evento. “Parece pouco, mas, diante das dificuldades, já é uma conquista”, afirma Marinete Tucano, coordenadora da UMIAB.

A exigência de passaporte, um documento que a maioria das mulheres indígenas que vive em comunidades tradicionais não possui, é outro problema. Somam-se a isso os custos de deslocamento de regiões remotas, muitas vezes dependentes de viagens de dias de barco e voos caríssimos até a capital paraense.

“Há também a questão de que a maioria é mãe de crianças pequenas, o que torna tudo ainda mais complicado. Quando eles são bebês levamos conosco, mas conforme eles crescem fica inviável, até financeiramente”, acrescenta Marinete. Fato que evidencia como a divisão sexual do trabalho e os cuidados familiares recaem sobre as mulheres, limitando ainda mais sua mobilidade e participação política.

A expectativa delas vai muito além de simplesmente preencher uma cota de diversidade. “Queremos mostrar como as mudanças climáticas nos atingem de forma desigual, especialmente nas aldeias e nas periferias urbanas”, diz a coordenadora. Elas buscam levar suas demandas concretas, garantir que as cartas e declarações elaboradas com base em seu conhecimento tradicional e suas realidades sejam de fato lidas e consideradas nas negociações.

“Que nos ouçam. Que entendam que sem a voz das mulheres indígenas não há debate verdadeiro sobre mudanças climáticas”, defende Marinete Tucano. Ela reforça o papel central que essas mulheres ocupam como agentes de resistência e solução. “Sempre repetimos: a resposta somos nós, mulheres indígenas. Somos nós que sentimos no corpo e no território os impactos. Somos nós que buscamos soluções no dia a dia”, afirma.

A COP30 chega a Belém com a promessa de desenvolvimento e atenção mundial na Amazônia, mas a história dessas mulheres, e muitas outras, alerta que não pode haver justiça climática global sem justiça social local. O legado da conferência não pode ser medido apenas pelas metas de carbono estabelecidas, mas sobretudo pela capacidade de ouvir e incluir essas vozes. É fundamental garantir que a cidade sede do debate sobre o futuro do planeta seja um lugar digno para todas as mulheres que nela vivem.

 

Fonte: UOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2025/16:14:24

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Homem é preso suspeito de esfaquear jovem na comunidade Jamanxin, em Trairão (PA)

Foto: Reprodução | O caso aconteceu na manhã desta quinta-feira (25), na comunidade Jamanxin, distrito de Trairão. O suspeito foi encontrado portando um terçado e confessou o crime.

Por volta das 08h, a Polícia Militar foi acionada após um esfaqueamento na comunidade de Jamanxin, distrito de Trairão.

Durante o deslocamento, os policiais encontraram em via pública o suspeito , indentificado pelas iniciais F.N.S , portando um terçado. Ele confirmou envolvimento no crime.

No local, os agentes encontraram a vítima, confirmando a veracidade da ocorrência.

Ambos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Trairão e apresentados ao delegado Wellington Lamarao e ao escrivão Alessandro para os devidos procedimentos.

Fonte: Portal Giro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2025/15:10:52

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Câmara aprova transferir simbolicamente capital do Brasil para Belém no período da COP30

Foto:Reprodução | Presidente da Casa disse que a medida vai dar maior ‘protagonismo’ a evento sobre o clima, que ocorrerá de 11 a 21 de novembro deste ano. Proposta ainda será analisada pelo Senado.

A Câmara dos Deputados aprovou, por 304 votos a 64, nesta quinta-feira (25) uma proposta que transfere simbolicamente, e por um período de dez dias, a capital do Brasil para Belém (PA).

A transferência ocorrerá, segundo a proposta, no período de realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), programada para ocorrer entre os dias 11 e 21 de novembro deste ano.

O projeto estabelece que, ao longo deste período, atos e despachos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ministros farão referência a Belém, e não a Brasília.

Para que a transferência simbólica ocorra, o projeto ainda terá de ser aprovado pelo Senado e, depois, sancionado pelo presidente Lula.

De acordo com a proposta, os Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo ficarão autorizados a se instalar em Belém durante o período a fim de conduzir suas “atividades institucionais e governamentais”.

A autora do projeto, deputada Duda Salabert (PDT-MG), e o relator, deputado José Priante (MDB-PA), afirmam que a medida vai fortalecer a COP30 e reforçar a “importância da Amazônia na agenda ambiental internacional”.

O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), celebrou a aprovação do texto. Segundo ele, com a transferência temporária de capital, o Brasil “dará ainda mais protagonismo” à COP.

“Com esse reconhecimento que a Câmara hoje faz, eu não tenho a menor dúvida que daremos à COP ainda mais visibilidade, ainda mais protagonismo, ainda mais importância para debater a situação climática mundial”, disse o deputado paraibano.

“E que o Brasil possa, nesse evento, demonstrar que somos um país que se preocupa com o meio ambiente, que buscamos o desenvolvimento econômico com muita sustentabilidade”, completou Motta.

 

Fonte: G1 — Brasília e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2025/15:45:56

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Garimpeiro morre soterrado após deslizamento de terra no garimpo Mamoal, em Itaituba

Foto: Reprodução | O acidente ocorreu na manhã desta quarta-feira (24), por volta das 11h.

Um garimpeiro identificado como Juesley Ferreira da Silva, de 30 anos, natural de Itaituba, morreu após ser soterrado por um deslizamento de terra no garimpo Mamoal. O acidente ocorreu na manhã desta quarta-feira (24), por volta das 11h.

De acordo com informações, Juesley havia sido contratado para realizar uma diária no local e, pouco depois de iniciar o trabalho com o bico jato, uma barreira de terra desmoronou. Dois garimpeiros foram atingidos. Um deles conseguiu ser retirado com vida, apresentando uma fratura em uma das pernas, enquanto Juesley ficou preso sob a terra.

O corpo da vítima foi localizado apenas cerca de dez horas depois, devido à profundidade em que estava soterrado. Uma máquina foi utilizada para auxiliar no resgate.

O segundo garimpeiro foi socorrido e, segundo informações, encontra-se fora de perigo.

Vídeo:

Fonte: Portal Giro e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2025/14:34:59

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Operação bloqueia R$ 21 milhões de grupo ligado ao tráfico de drogas no Pará, e mais nove estados

Apreensões feitas na megaoperação que aconteceu em Goiás, DF e mais oito estados — Foto: Divulgação/Polícia Federal

Ação cumpre mais de 100 mandados. Mais de 400 policiais fizeram parte da operação integrada.

Na manhã desta quinta-feira (25) a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Goiás realiza uma operação contra uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas (veja o vídeo acima). Ação cumpre mais 100 mandados e ocorre em Goiás, Distrito Federal de mais oito estados. A Operação Corrosão ainda bloqueou R$ 21 milhões em bens e contas bancárias.

Os nomes dos investigados não foram divulgados, portanto, o g1 não conseguiu contato com as defesas.

Segundo as informações, a ação conta mais o apoio de mais de 400 policiais da Polícia Federal, Civil, Militar e Polícia Penal do Estado de Goiás.

Foram cumpridos 64 mandados de busca e apreensão. 39 mandados de prisão preventiva e 16 mandados de prisão temporária. De acordo com a polícia, o objetivo é combater o tráfico interestadual de drogas, lavagem de dinheiro, organização criminosa e outros crimes.

Veja a lista de estados em que a ação aconteceu:

Goiás
São Paulo
Paraná
Pará
Tocantins
Maranhão
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Distrito Federal

Em Goiás, os mandados foram cumpridos em Goiânia, Planaltina, Aparecida de Goiânia, Rio Verde, Silvania, Ceres, Goianira, Nerópolis, Buriti Alegre, Itumbiara, Senador Canedo, Hidrolândia.

Segundo o delegado responsável pela operação e chefe da FICCO/GO, Bruno Zane, entre os bens bloqueados está uma casa avaliada em R$ 150 mil, arma e drogas.

A investigação permitiu identificar novos integrantes de uma suposta organização criminosa. De acordo com a polícia, foi relevada uma estrutura complexa com funções claramente definidas dentro da organização, desde a liderança central até distribuidores, fornecedores e intermediários financeiros.

 

Fonte: G1 Goiás e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2025/15:33:11

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Ossada humana é encontrada no bairro Cambuquira, em Santarém

Foto: Reprodução | Na manhã desta quinta-feira (25) uma ossada humana foi encontrada em uma área de mata nas proximidades da Avenida Cuiabá, no bairro Cambuquira em Santarém.

A Polícia Militar foi acionada por trabalhadores e repassou as informações preliminares à Polícia Civil que esteve no local coletando pistas ou algum vestígio.

A suspeita inicialmente é que a ossada seja de um homem, pois foi encontrado roupas (bermuda e cueca) da vítima no local.

O investigador da Polícia Civil, Arthur, ressaltou que o procedimento neste primeiro momento é aguardar a perícia técnica da Polícia Científica para identificar a vítima e elucidar as circunstâncias da morte.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

Leia também: Ossada humana é encontrada às margens da rodovia Everaldo Martins, em Santarém

Fonte: O Impacto e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/09/2025/15:26:36

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