Polícia prende homem com tornozeleira eletrônica suspeito de sequestro em Belém

Seap recaptura custodiado com tornozeleira eletrônica acusado de envolvimento em sequestro. — Foto: Divulgação

Família foi rendida na Doca e teve veículos e bens roubados no último fim de semana.

O Grupamento de Busca e Recaptura (GBR), da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), localizou e recapturou um homem com tornozeleira eletrônica suspeito de envolvimento em um sequestro em Belém.

Durante a abordagem, o homem confessou participação no crime e foi levado para a Delegacia do Marco.

Segundo o comandante Leão, do GBR, a família foi abordada na madrugada, entre sábado e domingo, na Avenida Visconde de Souza Franco, no bairro do Reduto (área conhecida como Doca).

Os criminosos obrigaram as vítimas a irem até a casa delas, no bairro do Marco, onde furtaram veículos e todos os bens da residência. “Fizeram toda a limpa na casa e levaram os veículos”, afirmou o comandante.

A equipe do GBR tomou conhecimento do caso e, usando recursos para levantamento de dados, identificou o monitorado suspeito com tornozeleira eletrônica.

Com autorização da Secretaria-Adjunta de Gestão Operacional (Sago), o suspeito foi localizado e preso em flagrante.

“O homem foi o primeiro preso envolvido nesta ocorrência. A partir dele, com certeza, será possível prender os demais envolvidos e recuperar os bens roubados”, destacou o comandante Leão.

 

Fonte: g1 Pará — Belém  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/07:00:00

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Jovem morre 10 dias após sofrer acidente de moto em Tailândia (PA)

Foto:Reprodução | O acidente de trânsito ocorreu no dia 20 de setembro, em Tailândia, região nordeste do Pará.

Danilo Miranda Santos de Oliveira, 20 anos, morreu após ficar 10 dias internado no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, na Grande Belém, vítima de um acidente de moto. O acidente de trânsito ocorreu no dia 20 de setembro, em Tailândia, região nordeste do Pará.

O rapaz conduzia uma motocicleta Honda Bros quando colidiu com outra moto na esquina da avenida Natal com a travessa Irituia. Conforme o Portal Tailândia, testemunhas relataram à época que Danilo, supostamente, seguia em alta velocidade e não teria respeitado o sinal vermelho quando bateu no outro veículo.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) resgatou a vítima e o outro motociclista e os encaminhou ao Hospital Geral de Tailândia. Depois disso, ainda de acordo com o Portal Tailândia, Danilo, que ficou gravemente ferido, foi transferido de avião para o HMUE, onde ficou desde então. Porém, ele não resistiu aos ferimentos e morreu nesta quarta (1º/10).

Até agora, informações sobre o velório e sepultamento ainda não foram divulgadas pela família.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/07:00:00

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Justiça muda status de inquérito e Gato Preto passa a ser investigado no Pará

Foto:Reprodução | Com a decisão, a tipificação do inquérito foi alterada. Antes, o influenciador era investigado por lesão corporal culposa, que tem penas menores.

O influenciador Samuel Sant’anna, conhecido como Gato Preto, passou a ser investigado por tentativa de homicídio. Nesta quarta-feira, 1º, a Justiça de São Paulo transferiu o processo ao Tribunal do Júri, que julga crimes contra a vida, atendendo um pedido do Ministério Público do Estado.

Com a decisão, a tipificação do inquérito foi alterada. Antes, o influenciador era investigado por lesão corporal culposa, que tem penas menores.

Gato Preto furou o sinal vermelho e bateu seu Porsche em um HB20 na Avenida Faria Lima, na zona oeste de São Paulo, no mês passado. Um exame toxicológico apontou consumo de bebidas e de drogas. Ele deixou o local do acidente sem esperar a polícia. Um dos passageiros do HB20 sofreu um fratura no maxilar e precisou ser hospitalizado.

A promotora de Justiça Ana Paola Ferrari Ambra argumentou que o caso é “mais grave que mero delito de lesão corporal culposa”.

“Vê-se claramente que o averiguado conduziu o veículo sob a influência de álcool e drogas, de maneira tresloucada, em alta velocidade, passando no cruzamento com o semáforo fechado sem qualquer menção de frear, violentamente e de maneira assustadora atingindo o carro da vítima. O resultado catastrófico era totalmente previsível e claramente indiferente ao réu”, escreveu a promotora ao pedir a transferência do inquérito.

A decisão foi tomada pela juíza Fernanda Oliveira Silva, do Fórum Criminal da Barra Funda. “Diante da manifestação do Ministério Público, redistribuam-se os autos a uma das varas do Júri desta comarca”, determinou a magistrada.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 02/10/07:00:00

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Mulher é executada em plena luz do dia em Castanhal (PA)

Paula de Lima Pereira, de 37 anos, foi executada com vários tiros na Travessa Brasil, localizada no bairro Pantanal, em Castanhal. | Reprodução

Segundo testemunhas, dois homens não identificados chegaram ao local em uma motocicleta e dispararam várias vezes contra Paula, incluindo tiros fatais na cabeça.

Na manhã desta quarta-feira (01), um acontecimento marcante chamou a atenção dos moradores de Castanhal, no nordeste do Pará. O episódio ganhou destaque nas redes sociais e na imprensa local, despertando comoção.

Por volta das 9h30, Paula de Lima Pereira, de 37 anos, foi executada com vários tiros na Travessa Brasil, localizada no bairro Pantanal, em Castanhal. Policiais militares do 5º Batalhão foram acionados após informações sobre o crime, mas, ao chegarem ao local, a vítima já havia sido socorrida e encaminhada ao hospital. Segundo testemunhas, dois homens não identificados chegaram ao local em uma motocicleta e dispararam várias vezes contra Paula, incluindo tiros fatais na cabeça.

As testemunhas informaram ainda que os atiradores fugiram rapidamente, tomando o ramal que dá acesso às comunidades de Boa Vista e Macapazinho. A Polícia Militar realizou buscas na área, mas não conseguiu localizar os suspeitos. Paula, infelizmente, não resistiu aos ferimentos e morreu enquanto recebia atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 Horas de Castanhal.

A motivação do crime ainda é desconhecida, e a Polícia Civil agora investiga o caso. Até o momento, nenhuma pista concreta sobre os assassinos foi encontrada, e a comunidade local permanece em choque diante da brutalidade do crime.

A polícia espera que o depoimento de possíveis testemunhas e a análise de imagens de câmeras de segurança ajudem a identificar os responsáveis pela execução.

 

Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/16:42:12

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Policlínica de Tucuruí esclarece mitos e verdades sobre os alimentos fitness

Foto: Reprodução | Entre os maiores mitos está a ideia de que cortar totalmente os carboidratos ou substituir todas as refeições por shakes é a chave do emagrecimento.

Barrinhas de cereal, biscoitos “zero açúcar”, shakes prontos e produtos que estampam no rótulo palavras como “fit” ou “light” parecem saudáveis. Mas será que são? A busca pelo corpo perfeito e pela alimentação “fitness” tem levado muitas pessoas a trocar refeições caseiras por produtos industrializados que, no fim das contas, nem sempre fazem bem.

A nutricionista Alynny Rayla de Sousa Costa, da Policlínica Lago de Tucuruí, unidade do Governo do Pará, orienta sobre o tema. “Nem todo alimento rotulado como ‘fitness’, ‘light’ ou ‘zero’ é saudável. Muitos desses produtos têm excesso de sódio, adoçantes artificiais e até gorduras saturadas”, alerta Alynny. O segredo, segundo a nutricionista, é olhar além do marketing: “Um alimento saudável é, em geral, o que tem ingredientes naturais, pouco processamento e se encaixa na necessidade de cada pessoa.”

Modismos

Entre os maiores mitos está a ideia de que cortar totalmente os carboidratos ou substituir todas as refeições por shakes é a chave do emagrecimento. “Essas dietas radicais podem provocar fraqueza, desequilíbrios nutricionais, efeito rebote e até alterações hormonais. Cada pessoa é única e precisa de um plano alimentar personalizado, que respeite a saúde e a rotina”, destaca.

A especialista reforça que a boa alimentação pode ser mais simples (e saborosa) do que parece: “Macaxeira, batata-doce, feijão, frutas da estação e peixes da região são riquíssimos em nutrientes e muito mais acessíveis do que produtos industrializados. Muitas vezes, o simples é o mais nutritivo.”

Para a nutricionista, buscar informações confiáveis e ter acompanhamento profissional são os primeiros passos para uma relação mais saudável com a comida. “Não existe fórmula mágica. Comer bem é um hábito construído, e pode começar no prato de casa, com alimentos frescos, regionais e menos industrializados”, conclui.

Atendimento

Na Policlínica de Tucuruí, os pacientes têm acesso a um atendimento nutricional acolhedor e personalizado. “Avaliamos hábitos, condições clínicas, preferências e realidade socioeconômica para criar estratégias práticas e possíveis. Também trabalhamos educação alimentar, para que cada pessoa entenda e faça escolhas melhores, sem cair em modismos”, explica Alynny.

A unidade realiza cerca de 480 consultas nutricionais por mês, sempre de forma gratuita pelo SUS. Para ter acesso, é necessário passar pela avaliação médica na própria Policlínica, que faz o encaminhamento conforme a necessidade clínica.

Serviço:
A Policlínica Lago de Tucuruí é uma unidade do Governo do Pará, administrada pelo Instituto de Saúde e Social da Amazônia (ISSAA), em parceria com a Sespa. Ela está localizada na Avenida Raimundo Veridiano Cardoso, nº 1008, no bairro Santa Mônica.
Os agendamentos de clínico geral devem ser feitos pelo Call Center(94) 9186-8155, e as especialidades são acessadas via encaminhamento e regulação. 

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/14:51:03

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Comunidades paraenses podem ficar sem moradia após ação de mineradora canadense

Foto: Reprodução | A mineradora canadense Belo Sun conseguiu com a Justiça do Pará uma ordem de reintegração de posse para expulsar trabalhadores sem terra acampados, desde 2022, em uma área reivindicada pela empresa. O despejo, porém, pode causar também a remoção dos cerca de mil moradores de quatro comunidades locais, dentre elas a Vila Ressaca, segundo a Defensoria Pública do Estado do Pará – DPE-PA, que acompanha o caso.

O órgão considera que a decisão judicial inclui toda a área cedida pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) à mineradora em 2021, e não apenas o local onde foi erguido o acampamento sem-terra. Isso significa que o despejo pode afetar também moradores do Pará (Projeto de Assentamento) Ressaca e residentes das quatro comunidades situadas em parte da gleba federal Ituna: Vila do Galo, Vila Ouro Verde e Itatá, além da Vila Ressaca.

“Mais de 50% das famílias da comunidade não têm para onde ir. Pai de família com cinco, seis filhos, vai ficar à deriva no meio do mundo. Não tem condição de alugar uma casa na cidade”, alerta o morador da Vila Ressaca.

Acordo foi declarado nulo pela Justiça Federal

A Belo Sun pretende implementar no local o Projeto Volta Grande, que pode se tornar a maior mina de ouro a céu aberto do Brasil. A região já sofre os efeitos da usina hidrelétrica de Belo Monte, em operação desde 2016, que alterou o curso e reduziu a vazão do rio Xingu, expulsou milhares de pessoas de suas casas, matou peixes, animais e flora locais, entre outros impactos.

Para viabilizar o plano, a mineradora fechou com o Incra em 2021 um acordo envolvendo 2.428 hectares de terras da União — 1.439 dentro do PA Ressaca e outros 989 sobrepostos à gleba federal Ituna —, cedidos à mineradora por meio de um contrato de concessão de uso. Acampados dentro do projeto de assentamento, os trabalhadores rurais reivindicam a revogação do contrato e o assentamento das famílias pelo governo federal.

O acordo entre Belo Sun e Incra foi anulado em novembro de 2024 pela Justiça Federal em Altamira, no sudoeste paraense, mas ainda cabe recurso. A decisão entendeu que o pacto engloba propriedades adquiridas ilegalmente pela empresa, em razão de seu perímetro se sobrepor ao território destinado à reforma agrária. Para a Justiça, a alteração da destinação da área para mineração não seguiu o procedimento adequado.

A Belo Sun disse não concordar com a decisão judicial e que recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Já o Incra afirmou considerar que, ao contrário do entendimento da Justiça federal, o próprio contrato de concessão de uso formalizou a alteração da destinação da área para mineração. “Por esta razão, o Incra apresentou recurso de apelação em face da sentença, que será apreciada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região”, diz o texto.

“De toda forma”, continuou a autarquia, “especialmente em relação à proteção territorial das áreas do PA Ressaca, o Incra atuará contra eventual tentativa ilícita de remoção das famílias, bem como vem atuando na mediação da situação envolvendo a área concedida, por meio da Câmara de Conciliação Agrária (CCA)”.

445 residências estariam ameaçadas

O processo de reintegração de posse havia sido adiado no último 8 de setembro após pedido do Ministério Público do Pará. No dia 18, a Justiça do estado decidiu retomá-lo.

A área a ser reintegrada, no entanto, não é delimitada na petição inicial da Belo Sun nem na decisão judicial que determinou o despejo. “A área de abrangência desse contrato, portanto, da própria ação possessória, é ocupada por comunidades rurais que desenvolvem atividades agrárias, isto é, dezenas de famílias, que desenvolvem a atividade da pesca, agricultura e agroextrativismo”, escreveu a defensoria estadual em manifestação na ação de reintegração.

De acordo com levantamento do Movimento Xingu Vivo, que reúne dezenas de organizações, a Belo Sun registrou a área no CAR (Cadastro Ambiental Rural, uma espécie de CPF de propriedades), mesmo sem ter a posse do local. Na área informada pela mineradora estão localizadas 445 residências, segundo o Censo 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

“Queremos que a reintegração seja delimitada no máximo para uma área que abranja esse grupo de pessoas acampadas. Mas infelizmente a decisão do Tribunal de Justiça do Pará é no sentido de que a área toda vai ser reintegrada, o que é extremamente temerário”, diz o defensor público estadual João Paulo Fortes Perina.

A situação coloca em lados opostos diferentes setores do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, comandado pelo ministro Paulo Teixeira. Enquanto o Incra atua em prol do acordo com a Belo Sun, a Ouvidoria Agrária Nacional o crítica e defende a suspensão da reintegração de posse.

“O fato de o contrato de concessão ser questionado judicialmente é motivo suficiente para que a Justiça suspenda todos os processos de reintegração de posse envolvendo áreas que estão dentro do perímetro do acordo”, afirma Diego Diehl, coordenador geral de Planejamento Estratégico da ouvidoria.

Defensorias denunciam diversas irregularidades praticadas pela Belo Sun

A Defensoria Pública do Estado do Pará e a DPU (Defensoria Pública da União) ingressaram com diversas ações contra a Belo Sun nos últimos anos, apontando diferentes irregularidades, como compra ilegal de propriedades e coação de moradores.

Em 2013, a DPE entrou com ação civil pública contra o que considerou como compra ilegal de terras públicas pela Belo Sun, nas áreas onde ficam as vilas Ressaca, Galo e Ouro Verde. Já na época, a medida buscava evitar o despejo forçado dos moradores. A ação pedia também a retirada de placas afixadas pela empresa nas comunidades, que proibiam atividades como caça, pesca e extrativismo.

Só em 2023 a Justiça determinou a retirada dos avisos e proibiu a remoção dos moradores. Para a Defensoria, no entanto, a mineradora agora utiliza o pedido de reintegração de posse contra os trabalhadores acampados no PA Ressaca para tentar despejar também os residentes dessas comunidades.

As restrições, contudo, permanecem. “Existem locais que as pessoas não podem mais nem passar, porque tem cancela fechada, tem segurança armado. Proíbem a gente de pescar e tirar açaí, como fazíamos antes”, conta o morador da Vila Ressaca. A mineradora não emitiu nota sobre as restrições nem sobre a acusação de que usaria a ordem de despejo contra os acampados para remover as comunidades próximas.

Já em 2022, a DPE e a DPU ingressaram com outra ação na qual afirmaram que a compra de terras destinadas à reforma agrária dentro do PA Ressaca não calculou o real valor das propriedades, ao desconsiderar “os valores de uso atribuídos às roças, plantas frutíferas, plantas medicinais, fontes de água, ar puro e áreas conservadas”. “As regras do jogo foram definidas previamente em favor da empresa bilionária que é, inequivocamente, a parte mais forte da avença [acordo]”, dizia a ação.

Segundo o agricultor Diego Maciel Nogueira, foi o que aconteceu com seus pais. “Eles diziam que, se a gente não aceitasse o preço que iam colocar na terra, depositariam em juízo um valor bem menor. Nós fomos obrigados a vender”, relata.

Hoje com 38, ele vive desde os 2 anos no lote da família vendido à Belo Sun. “A gente não tem muito conhecimento. Meu pai era analfabeto, a mãe também não entendeu. Eles foram coagidos. Todas as pessoas que venderam aqui foram quase obrigadas a vender, porque eles ameaçavam”, afirma.

Segundo Nogueira, a mineradora pagou um valor inferior a um terço do que a propriedade valia. Ele permanece na propriedade com a mulher e um filho sob um contrato de comodato com a empresa, mas teme ser despejado a qualquer momento.

“Tenho 14 mil pés de cacau produtivos, cultivo milho e também planto melancia todo verão para ajudar nas despesas. Não tenho estudo, só sei mexer com terra. Quero que paguem tudo o que plantei”, contesta. A Belo Sun afirma que implementará as realocações necessárias no âmbito de programa específico previsto no processo de licenciamento ambiental do Projeto Volta Grande.

Fonte: Repórter Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/15:17:57

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Corpo de mulher desaparecida é encontrado em cova no lixão no Marajó

O corpo de Kamila Moreno foi encontrado na manhã desta quarta-feira (01), enterrado no lixão de Gurupá. (Divulgação Polícia Militar)

O principal suspeito pelo crime é o ex-companheiro de Camila Araújo da Silva, que está preso

O corpo de Camila Araújo da Silva foi encontrado na manhã desta quarta-feira (1º), em uma cova no meio do lixão de Gurupá, no Arquipélago do Marajó. Kamila estava desaparecida desde a última segunda-feira (29/09). Os principais suspeitos do crime é o ex-companheiro da vítima e o seu primo. Eles foram transferidos para o município de Breves por questões de segurança.

O corpo foi localizado após intensas buscas feitas pela comunidade com policiais militares e civis. De acordo com informações da Polícia Militar, o cadáver permanece no local aguardando a chegada de uma equipe pericial de Belém. Os órgãos de segurança isolaram a área, que é acompanhada por dezenas de moradores.

O ex-companheiro da vítima foi encaminhado inicialmente para a Delegacia de Gurupá, onde prestou depoimento. Na manhã desta quarta-feira (01), ele foi transferido para Breves por medida de segurança.

Na noite desta terça-feira (30), dezenas de pessoas se concentraram em frente à delegacia. O policiamento foi reforçado para manter a integridade do suspeito.

A Polícia Civil informou que “dois suspeitos foram presos em flagrante pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver, e estão à disposição da Justiça. A vítima foi identificada como Camila Araújo da Silva, e o corpo foi encontrado hoje. As investigações apontam que o ex-companheiro de Camila não aceitava o fim da relação, há dois meses. Perícias foram solicitadas e testemunhas são ouvidas. A delegacia de Gurupá está à frente das investigações”.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/15:47:34

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Polícia prende dois suspeitos de matar professor na Marambaia, em Belém

Professor morreu com tiro após reagir a assalto em Belém. — Foto: Reprodução / TV Liberal

Manoel Ernani Barbosa, de 82 anos, foi morto com tiro após reagir a um assalto. Presos confessaram o crime.

A Polícia Civil (PC) prendeu dois homens suspeitos de envolvimento no latrocínio do professor Manoel Ernani Barbosa, de 82 anos, ocorrido em 28 de junho deste ano em Belém.

Os mandados de prisão preventiva expedidos pela 1ª Vara de Inquéritos Policiais e Medidas Cautelares de Belém e foram cumpridos nesta terça-feira (31). Os dois homens foram presos em suas casas. Em depoimento, ambos confessaram ter participado do crime. Eles estão à disposição da Justiça.

Relembre o caso

O roubo seguido de morte aconteceu na avenida Rodolfo Chermont, no bairro Marambaia. Segundo testemunhas, a vítima estava sentada e assista a um jogo de futebol na televisão em frente a um bar quando foi abordada por um assaltante, que levou um cordão de ouro do professor. Manoel tentou correr atrás do criminoso, que virou e deu um tiro na vítima. O professor morreu no local.

As investigações da PC utilizaram diversas provas para embasar a prisão preventiva dos suspeitos, como laudos de reconhecimento facial que confirmaram a identificação facial dos homens com compatibilidade superior a 95%.

De acordo com a PC, o outro preso é suspeito de ser a pessoa que pilotava a moto utilizada no crime. Análises investigativas também confirmaram a sequência dos fatos e a causa da morte por disparo de arma de fogo.

 

Fonte: G1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/15:42:14

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Operação federal de combate a gado ilegal aplica R$ 22 milhões em multas na Terra do Meio, área de preservação no Pará

Operação combate gado ilegal na Terra do Meio, em Altamira, no Pará. — Foto: Reprodução / ICMBio

Além da criação ilegal de gado, foram combatidas outras atividades econômicas criminosas na Estação Ecológica da Terra do Meio, uma unidade de conservação de proteção integral.

Mais de R$ 22 milhões em multas ambientais e apreensões na ordem de R$ 1,6 milhão são resultados da operação denominada “Trincheira Verde”, realizada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) na Estação Ecológica da Terra do Meio, um mosaico de ilhas em Altamira, no sudoeste do Pará.

A ação durou 16 dias, com apoio da Força Nacional e da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), no combate à criação de gado ilegal.

Segundo o ICMBio, um total de 712,39 hectares de áreas foi embargado. Os agentes também destruíram:

  • dois tratores do tipo pá carregadeira,
  • uma balsa de garimpo,
  • 14 motores estacionários,
  • um curral,
  • 30 km de cercas,
  • uma motosserra,
  • uma motocicleta,
  • uma caminhonete
  • e um receptor de Internet.
 Um grama de ouro foi apreendido e 200 animais foram destinados.

O ICMBio informou que, nos últimos oito anos, a unidade de conservação respondeu por aproximadamente 18% dos registros de supressão da floresta identificados pelo Sistema Prodes, do Inpe, no mapeamento de 2024. O principal agente responsável pela derrubada da floresta foi a pecuária praticada de forma ilegal.

O coordenador territorial do ICMBio na região de Santarém, Bruno Matos, disse que “os criadores de gado na Terra do Meio têm conhecimento de que o território é uma área protegida na qual não são permitidas atividades econômicas, que a prática da pecuária, a abertura de pastos e criação de benfeitorias para a produção bovina é ilegal”.

“Precisamos, portanto, recolher o gado a fim de interromper a degradação ambiental, no cumprimento da lei”, afirmou.

Mesmo com o foco no combate ao desmatamento causado pela pecuária ilegal, a Operação Nacional Trincheira Verde ainda atuou em outros locais da Esec da Terra do Meio. Em uma delas, por exemplo, os fiscais do ICMBio flagraram uma balsa de garimpo operando no Rio Iriri. A embarcação foi destruída e os operadores autuados.

Quaisquer atividades econômicas são incompatíveis com os objetivos de uma Estação Ecológica, que é uma categoria de unidade, segundo a lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), destinada somente à preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas.

Pá escavadeira é destruída em operação do ICMBio na Terra do Meio, no Pará. — Foto: Reprodução / ICMBio
Pá escavadeira é destruída em operação do ICMBio na Terra do Meio, no Pará. — Foto: Reprodução / ICMBio

Fonte: g1 PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/15:17:57

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Círio Fluvial de Nossa Senhora da Conceição, em Santarém, terá percurso mais curto em 2025

Círio Fluvial de Nossa Senhora da Conceição 2023 — Foto: Kamila Andrade/g1

Coordenação confirma realização do Círio Fluvial para 9 de novembro, mesmo dia do Enem, e reforço da parceria com a Marinha.

O Círio Fluvial de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da Arquidiocese de Santarém, oeste do Pará, terá um percurso mais curto no ano de 2025. A informação foi confirmada por Amauri Aguiar, membro diretoria da festa.

A data do Círio Fluvial de 2025 será no dia 9 de novembro, um domingo, mesmo dia da prova do Enem, com saída às 15h do Terminal Hidroviário de Santarém. O trajeto será mais curto, contemplando toda a orla da cidade, encerrando com celebração na Catedral Metropolitana de Santarém.

Em 2024, o Círio Fluvial teve início na vila de Alter do Chão. Apesar da mudança no trajeto, Amauri garantiu que a comunidade católica da vila não ficará de fora da programação. Ele destacou a receptividade da população local e a integração com as comunidades da região do Eixo Forte, como Cucurunã, São Brás, Irururama, Santa Luzia e São Pedro que também serão contempladas.

Amauri também destacou que apenas algumas romarias e procissões destinadas a segmentos específicos da comunidade católica podem, eventualmente, ter ajustes de datas. Porém, nos últimos anos, isso não tem ocorrido com frequência. O que vem acontecendo, são adequações técnicas e financeiras, como a reformulação do Círio Fluvial, que exige grande estrutura e apoio das forças militares e de segurança.

Ele ressaltou que a Marinha desempenha papel fundamental na condução do evento, garantindo segurança e apoio logístico, apesar da complexidade da operação fluvial. “Nós conseguimos manter a tradição, tanto da realização do Círio Fluvial quanto da parceria com a Marinha, que sempre dá um suporte gigantesco para que tudo ocorra em segurança”, observou.

Amauri também destacou a parceria irrestrita com os órgãos de segurança, que ajudam na definição de horários, trajetos e estratégias para oferecer tranquilidade aos romeiros e promesseiros. De acordo com ele, reuniões já foram realizadas e ajustes técnicos feitos para garantir que cada celebração ocorra dentro da normalidade.

Com os ajustes já definidos, a organização garante que o evento seguirá preservando a fé, a tradição e a segurança, elementos que sustentam a grandiosidade da festividade mariana na região.

 

Fonte: Debate Carajas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 01/10/15:38:22

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