Governo do Pará garante apoio a mais de 100 atletas para competições nacionais e internacionais

Foto:Reprodução | O incentivo financeiro é destinado principalmente ao custeio de passagens, inscrições e hospedagem, garantindo que os atletas possam representar o Estado em várias competições

O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), assinou na manhã desta segunda-feira (6) termos de apoio a mais de 100 atletas, que representarão o Estado em competições nacionais e internacionais nas próximas semanas.

O evento ocorreu no auditório do Estádio Olímpico do Pará Jornalista Edgar Proença, o Mangueirão, em Belém, e reuniu representantes de diversas modalidades, entre as quais karatê, natação, taekwondo, muay thai, ginástica, fisiculturismo, futebol americano, parataekwondo e flag football.

A cerimônia contou com as presenças do secretário de Estado de Esporte e Lazer, Cássio Andrade, e do secretário municipal de Esporte, Juventude e Lazer de Belém, Gleisson Oliveira. Durante a solenidade, Cássio Andrade destacou o compromisso do Governo do Pará em fortalecer o esporte e garantir condições para que os atletas possam competir em alto nível.

“O Governo do Pará, por meio da Seel, está patrocinando atletas que vão representar o nosso Estado em competições pelo Brasil e pelo mundo. O governador Helder Barbalho e a vice-governadora Hana Ghassan têm muito orgulho em apoiar esse grande grupo de mais de 100 atletas, que seguem levando a bandeira do Pará aos pódios. Estamos todos juntos fomentando e desenvolvendo o esporte em todo o Estado, para que o Pará continue sendo destaque nacional e internacional”, afirmou o secretário.

Investimento no talento paraense – Atualmente, mais de mil atletas receberam apoio do Governo do Pará, por meio da Seel, para participação em competições nacionais e internacionais em diferentes modalidades. O programa permite até três solicitações de apoio por atleta a cada ano, sendo duas para competições nacionais e uma internacional.

O incentivo financeiro é destinado principalmente para passagens, inscrições e hospedagem, garantindo que os atletas possam representar o Estado com segurança e tranquilidade. “O investimento do Governo nesses atletas e no esporte é um investimento no futuro. São profissionais que carregam com orgulho a bandeira do Pará pelo Brasil e o mundo. Nosso compromisso é seguir incentivando e valorizando esses talentos que inspiram gerações”, acrescentou Cássio Andrade.

Somente em 2024, o Governo do Pará destinou R$ 4,7 milhões em apoio a 1.365 atletas, permitindo a realização de sonhos e fortalecendo a presença do esporte paraense em competições de alto rendimento no Brasil e em outros países.

 

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/10/07:00:00

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Mototaxista é atacado a golpes de facão no meio da rua no Pará

Foto:Reprodução | Nas primeiras horas da manhã de sábado (4), o mototaxista é surpreendido pelas agressões

Um homem foi atacado a golpes de facão na manhã do último sábado (4), em Portel, na região da ilha do Marajó. A ação foi registrada por uma câmera de monitoramento. Nas imagens, por volta das 6h40, o mototaxista aparece sentado em sua moto, na rua Hugo Carlos Sabóia, em frente a um bar, no momento em que é agredido.

O agressor chega em outra motocicleta, acompanhado de um homem, quando desce da moto, retira o facão da cintura e começa a agredir a vítima. O suspeito desfere vários golpes contra o mototaxista, que reage e consegue derrubar o agressor com um chute, mesmo enquanto ele ainda segurava a arma. Outro mototaxista que estava nas proximidades se aproxima, tenta parar a briga e desarmar o suspeito.

O comparsa, que permaneceu na moto, seguiu em direção ao grupo, momento em que o agressor conseguiu fugir. A vítima, mesmo ferida na cabeça, ainda tenta ir atrás do homem, mas acaba caindo logo em seguida.

O outro homem que também estava na moto fugiu.
Informações preliminares apontam que depois da confusão, o mototaxista seguiu até o Hospital Geral de Portel, onde recebeu atendimento médico e foi liberado em seguida.  Até o momento, não há mais detalhes sobre a motivação do ataque.

Em nota, a PC informou que o caso foi registrado na Delegacia de Portel. “De acordo com a vítima, o suspeito a ameaçou depois que ela tentou impedir uma agressão contra uma mulher em frente a uma boate. Ao retornar ao local, o suspeito a atacou. As investigações estão em andamento para apurar os fatos e localizar o suspeito”, comunicou a instituição.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/10/07:00:00

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Novo Progresso e mais seis municípios se destacam na “lista suja” de trabalho escravo, no Pará

Foto meramente ilustrativa (Foto:Reprodução)

Atualização divulgada nesta segunda-feira (6) traz 159 novos empregadores em todo o país; casos resultaram no resgate de 1.530 trabalhadores

O governo federal atualizou, nesta segunda-feira (6), a “lista suja” do trabalho escravo. Publicado semestralmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o documento reúne empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão. No Pará, sete novas empresas e pessoas físicas tiveram os nomes incluídos no cadastro.

Entre os municípios paraenses com maior número de ocorrências, São Félix do Xingu se destaca, contabilizando sete empregadores incluídos na lista suja, seguido por Novo Progresso e Cumaru do Norte, com dois cada, e Itaituba, Dom Eliseu, Nova Ipixuna, Placas, Pacajá, Benevides, Anapu, Tomé-Açu, Tucuruí, Moju, Magalhães Barata e Terra Alta registrando pelo menos um caso cada.

Na atualização divulgada nesta segunda-feira, foram incluídos 159 novos empregadores em todo o país, um aumento de 20% em relação à última edição. Destes, 101 são pessoas físicas e 58 empresas;

O Pará aparece entre os estados com novas inclusões nesta edição, com sete novos empregadores, ao lado do Distrito Federal. Apesar do aumento, o número ainda é bem menor em comparação a outros estados, como Minas Gerais e São Paulo, que tiveram 33 e 13 empresas incluídas na atualização de outubro de 2025.

Os casos resultaram no resgate de 1.530 trabalhadores e cerca de 16% dos nomes estão ligados a atividades urbanas.

Principais atividades incluídas na lista foram:

Criação de bovinos para corte: 20 empregadores
Serviços domésticos: 15
Cultivo de café: 9
Extração e britamento de pedras: 9
Construção de edifícios: 8
Produção de carvão vegetal: 7

O que é a lista suja

A “lista suja” é divulgada semestralmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e inclui apenas empregadores que tiveram processo administrativo concluído, sem possibilidade de recurso. Cada nome permanece no cadastro por dois anos, podendo ser retirado antecipadamente caso o empregador assine um termo de ajustamento de conduta (TAC) e indenize as vítimas.

Denúncias e fiscalização

Trabalhadores ou cidadãos que suspeitem de situações de trabalho análogo à escravidão podem denunciar anonimamente pelo Sistema Ipê, plataforma online da Secretaria de Inspeção do Trabalho.

O sistema permite o envio de informações detalhadas para que os auditores possam investigar e realizar fiscalizações.

Histórico e impacto

Desde a criação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), em 1995, mais de 68 mil trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão no Brasil, com R$ 156 milhões em verbas salariais e rescisórias assegurados às vítimas.

 

LEIA TAMBÉM:‘Lista suja’ do trabalho escravo é atualizada com 159 novos nomes; veja quem entrou

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/10/18:28:38

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Homem suspeito de estupro de vulnerável em Óbidos é preso pela Polícia Militar após denúncia

Suspeito foi preso pela PM no local onde o crime foi praticado — Foto: Polícia Militar / Divulgação

Vítima é neta do suspeito e tem apenas 10 anos de idade.

Um homem de 51 anos foi preso pela Polícia Militar neste domingo (5), no município de Óbidos, oeste do Pará, suspeito de estupro de vulnerável. A vítima é neta do suspeito e tem apenas 10 anos de idade.

O caso chegou ao conhecimento da polícia por volta das 14h20, quando a guarnição recebeu denúncia via telefone funcional. Uma mulher informou que o irmão dela, conhecido pelo apelido de “Cheiro”, teria mostrado o órgão genital para a neta de 10 anos.

Ainda de acordo com a denunciante, o suspeito já vinha fazendo ameaças de morte contra a criança há alguns dias.

A guarnição policial foi até o local indicado, encontrando o suspeito ainda na residência onde havia ocorrido o fato. Ele foi detido e em seguida conduzido à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

A polícia informou que no momento da prisão, o homem apresentava sintomas de embriaguez, fala arrastada, odor de bebida alcoólica e desiquilíbrio corporal.

 

Fonte: G1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/10/17:36:33

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Preso em Juruti suspeito de matar jovem a facadas na comunidade de Soledade, em Santarém (PA)

Suspeito foi preso em Juruti — Foto: Polícia Militar/Divulgação

As equipes mantiveram o cerco por dois dias, com o objetivo de localizar e capturar o suspeito.

O suspeito de matar a facadas, João Paulo da Silva Gomes, na comunidade de Soledade, na região do Lago Grande, em Santarém, no oeste do Pará, foi preso na tarde desta segunda-feira (6) em Juruti.

De acordo com a Polícia Militar, desde sábado (4), as equipes policiais realizaram intensas diligências, após o homicídio de João Paulo da Silva Gomes, vítima de esfaqueamento. Durante as ações, as guarnições efetuaram buscas em áreas de mata e em residências de familiares do suspeito, identificado como o autor do crime.

As equipes mantiveram o cerco por dois dias, com o objetivo de localizar e capturar o suspeito. Na manhã desta segunda-feira (6), uma ação conjunta entre a Polícia Civil, a 28ª CIPM e o 12º PPD de Curuai resultou na prisão do suspeito, encerrando a operação que mobilizou todas as forças de segurança pública da região.

O homem foi conduzido à delegacia para os procedimentos cabíveis e deve responder pelo crime de homicídio.

 

LEIA MAIS:

Jovem é morto a facadas na comunidade Soledade, em Santarém; suspeito é o ex-companheiro da namorada

 

Fonte: G1 Santarém e Região — PA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/10/17:30:39

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‘Lista suja’ do trabalho escravo é atualizada com 159 novos nomes; veja quem entrou

Trabalhadores de colheita de cebola foram resgatados em condições semelhantes à escravidão em Jeriquara (SP). — Foto: Ministério Público do Trabalho

O governo federal atualizou, nesta segunda-feira (6), a “lista suja”, que divulga os nomes de empregadores que submeteram trabalhadores a condições semelhantes à escravidão.

Foram adicionados 159 empregadores no cadastro, o que representa um aumento de 20% em relação à última atualização. Desse total, 101 são pessoas físicas (patrões) e 58 são empresas.

As atividades econômicas com o maior número de empregadores incluídos na lista foram:

Criação de bovinos para corte (20);
Serviços domésticos (15);
Cultivo de café (9);
Extração e britamento de pedras (9);
Construção de edifícios (8);
Produção de carvão vegetal em florestas plantadas (7).

Aproximadamente 16% dos nomes incluídos estão ligados a atividades urbanas. No total, os novos casos resultaram no resgate de 1.530 trabalhadores em situações de exploração e trabalho análogo à escravidão.

📃 A “lista suja” é um documento público divulgado semestralmente pelo Ministério do Trabalho, em abril e outubro, com o intuito de dar visibilidade aos resultados das fiscalizações do governo de combate ao trabalho escravo.

VEJA A LISTA:

Cadastro de Empregadores que tenham submetido trabalhadores a condições análogas à escravidão, conhecido como

 

Novos nomes na lista

Entre os nomes que constam na nova “lista suja” está a MRJ prestadora de serviços, contratada pela JBS Aves e alvo de uma operação federal realizada no ano passado. Na ação, dez trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão, contratada para serviços de carga e descarga em uma unidade no Rio Grande do Sul.

Em nota enviada ao g1, a JBS destaca que “imediatamente encerrou o contrato e bloqueou a terceirizada assim que tomou conhecimento das denúncias”. A empresa ainda destaca que “tem tolerância zero com violações de práticas trabalhistas e de direitos humanos”.

Outro nome é da Yellow Stripe, empresa que prestou serviços para a T4F, responsável pela organização do Festival Lollapalooza Brasil.

Em 2023, cinco trabalhadores relataram que eram obrigados a dormir num local improvisado com colchonetes e papelão, situação considerada análoga à escravidão pelos auditores. Após a autuação, a T4F rescindiu contrato com a terceirizada.

Já entre os nomes de pessoas físicas citadas na lista estão Thaliny Nascimento Andrade, conhecida como “Paloma”, de 22 anos, e Francisco Félix de Lima, de 48. O casal é suspeito de integrar um grupo criminoso acusado de aliciar meninas e mulheres para exploração em cabarés na Terra Yanomami.

A atualização também removeu 184 empregadores que completaram os dois anos de inclusão no cadastro.

Os casos desta atualização ocorreram entre os anos de 2020 e 2025, em 22 unidades da Federação. Os estados com maior número de empregadores incluídos foram:

Minas Gerais (33);
São Paulo (19);
Mato Grosso do Sul (13);
Bahia (12);
Rio de Janeiro (8);
Maranhão (8);
Paraíba (8);
Pernambuco (8);
Rio Grande do Sul (7);
Pará (7);
Distrito Federal (7);
Paraná (5);
Goiás (5);
Roraima (4);
Espírito Santo (3);
Ceará (3);
Piauí (2);
Rio Grande do Norte (2);
Santa Catarina (1);
Rondônia (1);
Mato Grosso (1);
Alagoas (1);
Amazonas (1).

Na última atualização, realizada em abril deste ano, foram incluídos 155 novos empregadores – entre eles, Ana Cristina Gayotto de Borba, esposa de Jorge Luiz de Borba, desembargador do Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

O casal foi acusado de manter Sônia Maria de Jesus, uma mulher surda que não dominava a Língua Brasileira de Sinais, em condições de trabalho análogas à escravidão.

A última atualização também incluiu o nome de Marcos Rogério Boschini, genro de um dos condenados pela Chacina de Unaí (MG), ocorrida em janeiro de 2004, quando quatro servidores do Ministério do Trabalho foram emboscados enquanto se dirigiam a uma fiscalização.

Os nomes dos empregadores só são adicionados no cadastro após a conclusão do processo administrativo que analisou o caso, com uma decisão definitiva, sem possibilidade de recurso (entenda mais abaixo).

No geral, cada nome permanece na lista por um período de dois anos. No entanto, uma portaria publicada em julho do ano passado criou novas regras que permitem a retirada antecipada do cadastro, ou até mesmo a sua não inclusão.

Essa possibilidade existe para os empregadores que assinarem um termo de ajustamento de conduta, comprometendo-se a indenizar as vítimas com ao menos 20 salários mínimos, e a investir em programas de apoio aos trabalhadores resgatados.

Nesses casos, os empregadores passam a fazer parte de outra lista, o Cadastro de Empregadores em Ajustamento de Conduta. No entanto, podem voltar à “lista suja” se descumprirem os compromissos assumidos ou se reincidirem na prática de condições análogas à escravidão.

A “lista suja” foi criada em 2004, mas sofreu impasses nos governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL). Sua divulgação chegou a ser suspensa entre 2014 e 2016, até que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a constitucionalidade do documento.

O Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), que atua em todo o território nacional, completou 30 anos em 2025. Desde sua criação, em 1995, mais de 68 mil trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão.

Ao longo das operações, mais de R$ 156 milhões em verbas salariais e rescisórias foram assegurados aos trabalhadores. Esse resultado é fruto da atuação da Auditoria-Fiscal do Trabalho, responsável pela coordenação do GEFM.

Como alguém vai parar na ‘lista suja’?

Auditores-fiscais do trabalho do MTE realizam constantemente ações fiscais de combate ao trabalho análogo à escravidão, que podem contar com a participação de integrantes da Defensoria Pública da União, dos Ministérios Públicos Federal e do Trabalho, da Polícia Federal, Polícia Rodoviária, entre outras forças policiais.

Quando, durante essas ações, são encontrados trabalhadores em condição análoga à escravidão, um auto de infração é lavrado.

Cada auto de infração gera um processo administrativo, no qual as irregularidades são apuradas e os empregadores têm direito à defesa.

Pessoas físicas ou jurídicas só são incluídas na “lista suja” quando o processo administrativo que julgou o auto específico de trabalho análogo à escravidão em relação àquele empregador é concluído, com decisão sem possibilidade de recurso.

⚠️ Como denunciar?

Denúncias de trabalho escravo podem ser feitas de forma remota no Sistema Ipê, lançado em maio de 2020 pela Secretaria de Inspeção do Trabalho em parceria com a Organização Internacional do Trabalho.

Este é o canal específico para denúncias de trabalho análogo à escravidão. O denunciante não precisa se identificar, basta acessar o sistema e inserir o maior número possível de informações.

A ideia é que a fiscalização possa, a partir dessas informações do denunciante, analisar se o caso de fato configura trabalho análogo à escravidão e realizar as verificações no local.

 

Fonte: G1/SP e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/10/18:38:34

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Adolescente morre após inalar gases tóxicos durante limpeza de poço em Medicilândia (PA)

A imagem em destaque mostra o poço onde o adolescente morreu. (Foto: Reprodução)

O jovem realizava o serviço junto com o tio, que conseguiu sobreviver

Um adolescente de 17 anos morreu na manhã deste domingo (5/10) após inalar gases tóxicos enquanto realizava a limpeza de um poço em uma chácara que fica a cerca de quilômetros da BR-230, na zona rural de Medicilândia, no sudoeste do Pará.

Segundo o portal A Voz do Xingu, moradores relataram que o garoto desceu no poço acompanhado do tio para realizar o serviço, quando ambos começaram a passar mal por conta da concentração de gás no interior da estrutura. O homem conseguiu sair e foi levado ao Hospital Municipal de Medicilândia, onde se encontra internado. Já o adolescente, ele não resistiu e morreu no local.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros de Altamira foi acionada e resgatou o corpo do jovem. A Polícia Científica também esteve presente no local para realizar a perícia e depois removeu o corpo até o Instituto Médico Legal (IML).

Ainda conforme A Voz do Xingu, a vítima e o tio são naturais do Maranhão e estavam há cerca de seis meses trabalhando na região de Medicilândia. Até o momento, o estado de saúde do sobrevivente não foi divulgado.

A Redação Integrada de O Liberal solicitou um posicionamento da Polícia Civil sobre o caso e aguarda retorno.

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/10/16:23:27

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Polícia Civil participa de mutirão de castração animal em Abaetetuba (PA)

Foto: Reprodução | Mais de 100 cães e gatos passaram pelo procedimento que tem o objetivo de controlar a população de animais e prevenir o crime de maus-tratos

A Polícia Civil do Pará (PCPA) participou, nos dias 3 e 4 de outubro, da IV Jornada de Castração em Massa na América Latina (CASTRALAT), evento alusivo ao Dia Mundial dos Animais, realizado no município de Abaetetuba, na Região Tocantina.

A ação contou com a atuação da Delegacia de Proteção Animal (Depa), unidade vinculada à Divisão Especializada em Meio Ambiente e Proteção Animal (Demapa), em parceria com a Associação Veterinários da Amazônia e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Abaetetuba. A jornada ocorreu simultaneamente em 20 países da América Latina, reunindo profissionais e instituições comprometidas com a causa da proteção e bem-estar animal.

Controle populacional e conscientização

Segundo o delegado Edson Azevedo, titular da Demapa, a iniciativa teve como foco o controle populacional de cães e gatos, além de promover a conscientização sobre a posse responsável.

“O objetivo da campanha é controlar a população de cães e gatos através de cirurgias de castração em larga escala, sensibilizando a sociedade sobre a importância do controle populacional de animais como método eficaz no controle de zoonoses e na prevenção ao crime de maus-tratos. A Demapa participou ativamente das ações, inclusive ministrando palestras sobre posse responsável e sobre o crime de maus-tratos contra animais”, destacou o delegado.

Atuação integrada

Durante o mutirão, mais de 100 cães e gatos foram castrados, recebendo atendimento especializado e acompanhamento pós-operatório. Dois investigadores da Polícia Civil, que também são médicos veterinários, participaram diretamente das cirurgias e das demais atividades realizadas no município.

A participação da Polícia Civil reforça o compromisso do Governo do Pará com políticas públicas voltadas à proteção animal, ao meio ambiente e à educação cidadã, por meio da atuação integrada de suas forças de segurança e órgãos parceiros.

 

Fonte: pc.pa.gov.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/10/15:30:00

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Pará não possui casos de intoxicação por metanol, afirma Sespa

Foto: Reprodução | O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse neste sábado (4/10) que não houve crescimento no número de confirmados e, sim, de suspeitos. Já há casos em 12 estados, segundo o ministro.

Nenhum caso suspeito ou confirmado de intoxicação por metanol foi registrado no Pará até o momento. É o que afirmou a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) neste sábado (4/10). Em nota, a Sespa também reforçou que também não houve mortes relacionadas à substância. No Brasil, já são 127 casos suspeitos notificados.

A Secretaria informou que “mantém vigilância permanente em conformidade com as diretrizes do Ministério da Saúde, atuando de forma integrada com os diferentes níveis de gestão do SUS, órgãos de controle e a sociedade civil, para prevenir e detectar precocemente qualquer ameaça à saúde pública”.

Além disso, a Sespa reforçou a importância do comprometimento dos profissionais de saúde, da fiscalização sanitária e da conscientização da população, com foco na vigilância ativa e na prevenção de intoxicações por metanol.

Mortes por intoxicação

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse neste sábado (4/10) que não houve crescimento no número de confirmados e, sim, de suspeitos. Já há casos em 12 estados, segundo o ministro.

Padilha recomendou que a população evite bebidas alcoólicas nos próximos dias, principalmente que estejam em garrafas de destilados fechadas com roscas.
Medidas

O ministro também anunciou medidas tomadas pelo governo para enfrentar os casos de intoxicação, que têm se espalhado pelo Brasil. Padilha afirmou que existem 604 farmácias de manipulação capazes de produzir o etanol farmacêutico, substância usada como antídoto nesses casos, com devida recomendação médica.

Ele afirmou que foram adquiridas 12 mil ampolas da substância pelo governo, que serão distribuídas para os Centros de Referência de Toxicologia espalhados pelo país.

Padilha também informou que o governo adquiriu 2.500 tratamentos de fomepizol, outro antídoto para o metanol, por meio da Organização Pan-Americana de Saúde. Segundo ele, os medicamentos chegarão ao longo da próxima semana.

Recomendações

Aos profissionais de saúde da rede pública e privada, a recomendação do ministro é de que façam a notificação imediata já na primeira suspeita clínica de intoxicação. Ao registrar o caso, o Centro de Referência de Toxicologia do Estado passa a oferecer suporte técnico para a condução adequada, orientando sobre o cumprimento do protocolo do Ministério da Saúde.

Isso inclui checar acidose metabólica, garantir hidratação, monitorar a função cardíaca e iniciar todas as condutas indicadas, como o uso de etanol farmacêutico. A notificação precoce, mesmo em casos suspeitos, também é fundamental para rastrear onde a bebida foi consumida e identificar rapidamente o local de aquisição, auxiliando na resposta sanitária, explicou Padilha.

O metanol é usado como matéria-prima para combustíveis e é impróprio para consumo humano, mas estaria sendo utilizado na falsificação de bebidas alcoólicas. Em forma pura, ele tem gosto levemente adocicado e alcoólico, parecido com o etanol, e não tem odor forte característico. Em destilados com 30% ou 40% de teor alcoólico, não é perceptível no sabor.

Quais cuidados tomar?

Verificar a origem do produto, certificando-se de que o lacre da embalagem esteja intacto.
Desconfiar de preços muito abaixo do mercado e pontos de venda informais.
Verificar as embalagens e recusar aquelas com rótulo mal impresso ou com erros. Além de ausência de CNPJ, lote ou data de validade.

Ficar atento a características atípicas na bebida, como odores estranhos, cores e consistência incomuns.

Ao notar alguma diferença, não fazer testes caseiros como cheirar, provar ou tentar queimar a bebida. Essas práticas não são seguras nem conclusivas.
Em bares e restaurantes, se houver alguma desconfiança, vale pedir que o garçom sirva a bebida na frente do consumidor.

Embora sintomas como náuseas e vômitos possam ser confundidos com os de uma ressaca comum, eles costumam se manifestar de forma mais intensa. Caso sinta algum sinal, procure atendimento médico imediatamente.

 

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/10/14:44:29

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No Pará, mais de 90 armas de fogo são retiradas do crime por mês

Foto: Reprodução | Conforme o delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Temmer Khayat, retirar armas das mãos do crime tem reflexo direto na redução de outros delitos.

Entre janeiro de 2023 a 1º de setembro de 2025, foram apreendidas 2.923 armas de fogo em todo o Pará, segundo dados da Polícia Civil. Somados, os registros representam uma média de 91 armas retiradas do crime por mês. Os municípios de Barcarena e Ananindeua concentram o maior número de apreensões nesse período. As interceptações refletem a atuação firme das forças de segurança pública no combate ao tráfico e ao uso ilegal de armamentos no Estado. Conforme o delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Temmer Khayat, retirar armas das mãos do crime tem reflexo direto na redução de outros delitos.

“Quando conseguimos apreender uma arma de fogo, muitas vezes limpamos uma área inteira, trazendo de volta a tranquilidade e a paz social. Isso impacta diretamente crimes como roubos, homicídios e no próprio tráfico de drogas, que utilizam esses armamentos para impor medo e força”, diz Temmer Khayat.

Segundo os dados da PC, reafirmando a fala do delegado, as apreensões de armas ocorreram em diferentes contextos de enfrentamento à criminalidade no Estado, como em operações de grande porte, cumprimento de mandados de busca e apreensão, investigações de inquéritos policiais ou durante prisões em flagrante.

O levantamento mostra que, em 2023, foram contabilizadas 1.151 armas de fogo apreendidas em todo o Pará. No ano seguinte, o número chegou a 1.057 interceptadas. Já em 2025, até o dia 1º de setembro, o balanço parcial registra 715 armas retiradas das ruas.
Apreensões

O município com o maior número de apreensões de armas de fogo no ano de 2023 foi Barcarena, com 102 apreensões. Já em 2024, Ananindeua liderou a estatística com 520 armas retidas. Em 2025, até o dia 30 de setembro, novamente Barcarena contabiliza o maior número de interceptações, com 471 armas apreendidas.

Temmer Khayat aponta ainda que a localização geográfica influencia os números de interceptações. Segundo ele, Barcarena se tornou ponto estratégico de repressão ao crime por estar situada em uma área ribeirinha, próxima a cidades como Igarapé-Miri, Muaná e outros municípios da área fluvial, que fazem parte da rota do tráfico de drogas. “Muitas das grandes apreensões de entorpecentes também aconteceram nessa região.

O trabalho de combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado acaba se entrelaçando com a retirada de armas de circulação”, afirma.
Armas

Quanto aos tipos de armamentos mais comuns apreendidos, de acordo com os dados da PC, o perfil variou ao longo dos últimos três anos. Em 2023, as espingardas foram os itens mais encontrados, somando 414 apreensões. Já em 2024, o destaque ficou para as pistolas, com 1.033 registros. Em 2025, até setembro, as carabinas lideram as estatísticas, com 339 armas retiradas de circulação.

O delegado-geral adjunto aponta que esses resultados são fruto de um trabalho amplo e diversificado. “Esse número de apreensões de arma de fogo, que consideramos inclusive elevado, é resultado de ações específicas para localizar armamentos, mas também de investigações de homicídios, roubos e tráfico, que acabam indiretamente levando à apreensão de armas de fogo”, destaca.

Além disso, Temmer Khayat reforça que a atuação integrada entre diferentes forças de segurança amplia a eficácia do trabalho. “A cooperação entre Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Federal e até mesmo órgãos como a PRF tem sido fundamental para combater o tráfico e a circulação de armas. Cada instituição contribui com informações e operações que, somadas, fortalecem o enfrentamento à criminalidade”, explica.

O delegado também destacou o impacto direto para a sociedade: “Cada arma apreendida significa menos chances de um assalto, menos risco de um homicídio ou de um inocente ser atingido por uma bala perdida. Esse reflexo é sentido no dia a dia da população, que passa a viver com mais segurança e tranquilidade”, frisou Temmer Khayat.
Repressão

De acordo com a Polícia Civil, as apreensões têm relação direta com a repressão a crimes recorrentes no estado. Em 2023 e 2024, a maior parte dos armamentos foi encontrada em investigações ligadas à posse e porte ilegal de arma de fogo. Já em 2025, o contexto que mais resultou em apreensões foi o de ações contra roubos.

Nesse sentido, Temmer Khayat cita que muitas das armas também são encontradas em meio a operações voltadas para outros crimes, como no caso de diligências contra o tráfico. “Temos exemplos de grandes operações de cumprimento de mandados que, mesmo não sendo voltadas exclusivamente para armas, podem resultar nessas apreensões. É um trabalho difuso, que se conecta com diferentes frentes de investigação”, disse o delegado.
Destinação

Sobre a destinação dos armamentos, o delegado ressalta que a maior parte segue para destruição, em processos acompanhados pelo Judiciário, Ministério Público e Forças Armadas. Poucas, entretanto, podem ser incorporadas ao patrimônio das forças de segurança, quando compatíveis com o uso policial.

“Grande parte das armas não é aproveitada porque muitas vezes não se enquadram nos calibres utilizados pela polícia, como pistolas .380 ou revólveres, que já não fazem parte da rotina das forças de segurança. Nesses casos, elas seguem para destruição, em um processo rigoroso e supervisionado, que garante que esses armamentos nunca mais retornem às ruas”, destacou o delegado-geral adjunto.

Colaboração popular

Temmer Khayat também reforça a importância da participação popular. “O principal canal de comunicação é o 181, nosso disque-denúncia anônimo. Qualquer pessoa pode colaborar com informações sobre armas em circulação. Em situações de emergência, o 190 deve ser acionado para que haja uma resposta imediata da polícia”, destacou.

Com o trabalho contínuo de investigação e operação, a Polícia Civil reforça que a retirada desses armamentos de circulação é essencial para enfraquecer a criminalidade e garantir mais segurança à população paraense.

Apreensão de armas de fogo no Pará

2023 – 1.151
2024 – 1.057
2025 (até 1º de setembro) – 715

– Média de 91 apreensões por mês nesse período de 32 meses
– O município com o maior número de apreensões de armas de fogo no ano de 2023 foi Barcarena (102 apreensões)
– Em 2024, Ananindeua liderou a estatística (520 apreensões)
– Em 2025, até o dia 30 de setembro, Barcarena contabiliza o maior número de apreensões (471)
– Dentre os tipos de armamentos mais encontrados, em 2023 destacou-se o número de espingardas apreendidas (414)
– Em 2024, as armas mais comuns foram pistolas (1.033)
– Em 2025, até 30 de setembro, as carabinas foram os armamentos mais apreendidos (339)

 

Fonte: POLÍCIA CIVIL DO PARÁ e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/10/14:38:59

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