O Século XXI e dicas para a criação de lojas online

O Século XXI e dicas para a criação de lojas online

Os empreendedores digitais podem aproveitar vários apoios no momento de iniciarem o seu negócio de e-commerce. Ainda assim, é inegável que existem desafios para quem inicia a jornada no mundo do comércio eletrônico. Conheça as dicas do momento para a criação de lojas online.

O século XXI traz-nos uma realidade dupla, oferecendo um espaço onde é cada vez mais simples abrir lojas digitais mas onde é cada vez mais difícil combater a saturação do mercado e a concorrência no setor.
Há alguns anos, analisando os números de 2018, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), indicou que apenas 20% das lojas online criadas no país conseguiriam manter-se funcionais por mais do que ano e meio.
As dificuldades do mundo digital não são segredo mas, ainda assim, existem empreendedores capazes de garantir que transformam as suas ideias em verdadeiros casos de sucesso.
Conhecer as melhores dicas para a criação de uma loja online e ter as perguntas mais frequentes respondidas (mas informação aqui) é fundamental para que se possa conquistar o êxito pretendido.
Venha conhecer as melhores dicas para viver do e-commerce no século XXI.

1. Procure bons aliados

O mundo adaptou-se à necessidade das pessoas procurarem as suas alternativas laborais online e, hoje, você encontra empresas digitais que existem especificamente para ajudar os empreendedores a ter uma experiência positiva na web.
Aproveitar as ferramentas digitais disponíveis irá garantir que encontra bons apoios para criar a identidade da marca e para a gerir.

2. Estude as opções

Existem várias formas de gerir lojas online nos nossos dias e, por isso, é importante que descubra qual é aquela que se adequa melhor a si e às suas necessidades pessoais.
Se, por exemplo, quiser mais tempo para dedicar à promoção e à imagem da loja, o dropshipping poderá ser uma boa ajuda, garantindo a gestão logística da sua loja.

3. Analise as tendências

Para vender online é preciso que compreenda o que as pessoas querem comprar e, para isso, é bom que conheça o seu público-alvo e as tendências atuais para esse mesmo público.
Estar atento aos produtos que estão em voga em cada momento e acompanhar a ação e as sugestões dos influencers pode ajudá-lo a escolher produtos para comercializar que transformarão a sua loja num caso de sucesso.

4. Aproveite as redes sociais

Para começar, o brasileiro prefere comprar em seu celular e, em segundo lugar, não existe celular no país que não tenha instalada alguma rede social.
Se você tem uma loja online, criar um perfil ou página associado a esta pode ajudar a chegar até um público mais vasto e a garantir que aumenta suas vendas.
Além disso, as redes sociais (como o Instagram ou o Facbook), na sua forma base, são totalmente gratuitas e conferem grande exposição; tendo ainda a possibilidade de colocação de anúncios por preços bastante acessíveis e que podem, de facto, melhorar bastante a interação da marca com seus consumidores.

 

Por:Cene Produtora

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Estudar para o Enem na quarentena exige dedicação redobrada

Saiba como aumentar a produtividade e evitar a distração estudando em casa

A mudança na quebra de rotina dos estudantes, por causa da recomendação de ficar em casa para prevenir o
contágio do novo coronavírus, pegou muitos estudantes de surpresa, em especial aqueles que se preparam para a
prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Aí, fica a pergunta: como não perder o ritmo de estudo,
estando longe da sala de aula?

Tornar a realidade de estudo mais produtiva pode ser mesmo um desafio diante da tensão causada por toda essa
situação, aliada à ansiedade que acompanha vestibulandos no ano da prova. Assim, se cuidar e seguir as
recomendações passadas pelos profissionais da saúde são importantes, por isso, a saída é se reinventar e se
adaptar à mudança na rotina para não perder o foco nos estudos.

Abaixo, confira dicas para tornar o estudo em casa mais produtivo

Crie uma rotina de estudos

Pode parecer óbvio, mas criar uma rotina de estudo em casa é primordial. A dica é fazer as coisas acontecerem de
modo semelhante à rotina habitual: acordar cedo, acessar as ferramentas necessárias, cadernos, livros,
computador, etc., para iniciar os estudos e escolher um turno para se dedicar.

Para auxiliar na divisão e fixação das atividades, conte com métodos de estudos como os flashcards e mapas mentais e intercale as disciplinas. Não deixe de revisar até mesmo aquelas que você tem mais facilidade.

Tenha um local de estudos

O local de estudo será o ambiente que você vai passar boa parte do tempo concentrado. Muitos estudantes
podem pensar que, por estar estudando em casa, não seja necessário definir um lugar para estudar. Porém, esse
ponto é importante, pois, ter um ambiente tranquilo facilita para manter o foco. Por isso, deixe nesse local
somente os materiais necessários.

Conte com os seus familiares

Assim como quem está trabalhando em home office durante esse período, quem vai fazer uso desse tempo se
preparando para o Enem deve contar com o apoio dos seus familiares. Com mais pessoas na casa durante o dia,
avise a todos que você irá ficar algum momento focado nos estudos, se possível, evitar barulhos e ter a ajuda
deles quando possível.

Seja saudável

Para evitar a preocupação excessiva em relação à pandemia, mantenha-se longe da TV durante os estudos. Deixe
para se informar quando não estiver estudando, assim, reserve um tempo do dia para ver as notícias.

Além disso, mantenha o sono regulado, alimente-se bem, evitando o consumo elevado de açúcar e carboidratos.
Não utilize energéticos e faça pausas para o descanso, sempre que necessário.

Mantenha-se motivado

Não desanime diante do cenário atual. Tenha em mente que a realidade que estamos enfrentando é difícil,
porém passageira.

Cada um fazendo a sua parte, ficando em casa e saindo o mínimo possível, colabora para que
essa situação melhore o quanto antes. Também leve em consideração o porquê de tanta dedicação aos estudos:
passar no Enem e ingressar no curso e na faculdade que sempre sonhou.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil/Com Foto

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Formação em Youtuber: conheça a graduação para impulsionar na carreira

O curso tecnólogo tem duração de dois anos

Observando o crescimento constante nos últimos anos da profissão de Youtuber, as unidades de Campinas e São
Paulo da Universidade Paulista ( Unip ) criaram o tecnólogo em Formação para Youtuber para quem deseja
aprender as técnicas para trabalhar com a plataforma YouTube. Esse curso é para quem já atua na plataforma e
busca impulsionar na carreira, quanto para quem tem o sonho de se tornar um youtuber.
O Youtube é uma das plataformas mais usadas pelos jovens. Entre os nomes mais buscados estão Whindersson
Nunes, Luccas Neto e Felipe Neto. Para a youtuber e Criadora de Conteúdos, Shakyra Menezes, a graduação é
uma forma de valorização da sua profissão. “As pessoas ainda não respeitam a profissão, por isso, essa graduação
é interessante para expandir conhecimentos. Não é um caminho fácil, então, não desistir, ter criatividade, tempo
e paciência é fundamental”, opina.
A formação para Youtuber tem duração de dois anos e tem como objetivo proporcionar aos alunos as
ferramentas de conhecimentos necessários para o desenvolvimento da carreira como influenciadores digitais.
Durante o curso, o estudante passará por uma formação que abrange as técnicas de criação, edição e divulgação
de materiais audiovisuais nas plataformas disponíveis.
O tecnólogo também oferece conteúdos e disciplinas como Inovações Digitais e Comunicação Aplicada para o
aluno aprender a produzir conteúdo para as diferentes redes sociais e conseguir divulgar marcas e produtos,
alcançando o público desejado.
O curso não exige o estágio obrigatório e não inclui o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Os alunos realizam
projetos práticos semestralmente. Ao final da graduação, o profissional formado recebe o diploma de nível
superior e está apto para realizar uma especialização.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Alunos da área de saúde são liberados pelo MEC para atuar no combate ao coronavirus

Trabalho contará como carga-horária e pontos para a residência

O Ministério da Educação liberou graduandos de universidades brasileiras para atuarem em atividades que combatam o Covid-19, o novo coronavírus. As atividades serão exercidas em formato de estágio, servindo como carga-horária dos respectivos cursos e pontuação para ingresso nos cursos de residência.

Os estudantes trabalharão em unidades básicas de saúde, unidades de pronto atendimento, rede hospitalar e comunidades exclusivamente nas áreas de clínica médica, pediatria, saúde coletiva e apoio às famílias, segundo o MEC.

A medida publicada em portaria na edição extra do Diário Oficial da União destina-se a alunos de Medicina que cursam os últimos dois anos da graduação e de Enfermagem, Farmácia e Fisioterapia que estão no último ano do curso. Conforme o comunicado, a permissão é temporária enquanto durar a emergência em saúde pública.

Durante o trabalho, os estudantes serão supervisionados por profissionais registrados em seus conselhos e pela orientação docente realizada pela Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS). “Caberá ao Ministério da Saúde a seleção, a capacitação e a alocação dos alunos após articulação com os órgãos de saúde estadual, distrital e municipal”, explicou o MEC, em nota.

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Coronavírus: saiba como se profissionalizar na quarentena

Instituições de ensino estão ofertando cursos on-line e gratuitos 

A pandemia do coronavírus tem demandado diversas mudanças na rotina dos brasileiros, entre essas, o isolamento social – recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cujo objetivo é conter o avanço da doença. Para ajudar no período de quarentena do coronavirus, diversas instituições de ensino passaram a disponibilizar material de estudo on-line de modo gratuito.

A Universidade de Harvard, conhecida por ser uma das melhores universidades do mundo, liberou mais de 100 cursos em 14 áreas em sua plataforma on-line. As especializações são nas áreas de Arte e Design, Desenvolvimento Educacional e Organizacional, História, Matemática e Análise de Dados, Ciências Sociais, dentre outros. A lista completa pode ser vista através do site.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI também possui capacitações gratuitas em sua plataforma on-line. Estão sendo ofertados 12 cursos para quem busca impulsionar sua carreira e está no período de afastamento social do coronavírus.

Já a Udemy liberou, em sua plataforma, 40 cursos na área de programação e tecnologia. Entre os assuntos estão aprimoramento do Python, Introdução à programação de computadores, Introdução à linguagem JavaScript, dentre outros. Os cursos podem ser vistos através do site da instituição.

Bolsa de estudo de até 70% de desconto

Com mais de 15 anos de atuação no mercado da educação, o Educa Mais Brasil disponibiliza cursos com até 70% de desconto. As bolsas são para modalidades presenciais e a distância (EAD). Ao final do curso, o estudante não precisa pagar mais nada. Para saber mais, é só conferir o site da instituição clicando aqui

Fonte: Agência Educa Mais Brasil
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Hospitais universitários notificam casos de coronavírus através de ferramenta on-line

O acompanhamento será realizado nos 40 hospitais universitários federais do País

Com a finalidade de acompanhar o surgimento de casos de coronavírus nos hospitais universitários brasileiros, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que administra 40 hospitais da rede no país, vai contar com uma ferramenta para a notificação do diagnóstico do novo coronavírus em seus pacientes. O uso da ferramenta on-line, a Gestão dos Hospitais Universitários (AGHU), deverá auxiliar as iniciativas a nível local e nacional.

A partir do mapeamento, os profissionais de saúde irão avisar, por meio da ferramenta, os casos de coronavírus em pacientes em ambulatório, internação e/ou com prescrição de um médico. Após esse procedimento, com os dados coletados será possível criar painéis e relatórios em tempo real, reunindo informações relevantes sobre os casos, que poderão ser acompanhados pela administração central, em Brasília, e pelos hospitais.

A ação da Ebserh ocorre em parceria com o Ministério da Saúde e a participação do Centro de Operações de Emergência (COE). Dentre as ações de prevenção adotadas pela rede de saúde estão o treinamento de funcionários, promoção de webaulas e monitoramento de câmaras técnicas de discussões com especialistas.

Estudantes sem aula

Metade dos estudantes de todo o mundo estão sem aulas devido à pandemia do novo coronavírus, o equivalente a mais de 850 milhões de alunos fora das salas de aula, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). A Organização afirma que esse número ainda pode aumentar.

 Coronavírus 

Os coronavírus (CoV) são uma grande família viral. O tipo que está causando a pandemia é o Covid-19. Eles causam infecções respiratórias que podem ser leves, moderadas ou graves.

Os sintomas do coronavírus podem envolver coriza, tosse, dor de garganta e febre. Esses vírus podem causar infecção das vias respiratórias inferiores, como pneumonia. Porém, esse quadro é mais comum em pessoas com doenças cardiopulmonares, com sistema imunológico comprometido ou em idosos.

Como o coronavírus é transmitido?

As investigações sobre as formas de transmissão do coronavírus ainda estão em andamento, mas o que se sabe, até o momento, é que a disseminação de pessoa para pessoa ocorre pela contaminação por gotículas respiratórias ou contato com o infectado.

A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

– Gotículas de saliva;

– Espirro;

– Tosse;

– Catarro;

– Contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;

– Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

 

Quais são os sintomas do coronavírus?

Os sintomas do coronavírus são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Os principais sintomas conhecidos até o momento são:

– Febre;

– Tosse;

– Dificuldade para respirar.

Como se proteger do coronavírus?

A recomendação do Ministério da Saúde é ter cuidados básicos de higiene. Dentre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando. Se não houver água e sabonete disponíveis, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, no nariz e na boca com as mãos sujas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Ficar em casa quando estiver doente;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência;

– Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Tetraplégico vence desafios e dá exemplo de superação

Apesar das limitações físicas e escassez de recursos, Levi Wenceslau formou em Psicologia

O paraibano Levi Wenceslau, 36, assim como muitos adolescentes, tinha o sonho de ser músico ao concluir o Ensino Médio. Mas, no dia em que completaria 23 anos de vida, uma tragédia altera toda a sua trajetória. Levi foi vítima de um grave acidente automobilístico. Um cavalo morto na estrada dividiu sua vida em antes e depois daquele fatídico dia. Uma fratura na quarta vértebra cervical o deixou tetraplégico.

Entre os cinco passageiros do veículo, incluindo o motorista, Levi foi a vítima com maior gravidade. Ele passou três meses internado, respirando por meio de aparelhos, com uma rotina entre internações e altas médicas. “Virei prisioneiro no meu próprio corpo”, define.

Nos longos períodos de internação, boa parte delas em unidades de terapia intensiva (UTI’s) de hospitais públicos, Levi percebeu a transformação catastrófica em seu corpo. Além da rápida perda de peso, sofreu com infecções, crises nervosas de pânico e muitas escaras, feridas profundas na pele por não ser mudado de posição no leito hospitalar. O homem de 1,70m, que chegou a pesar 35kg, só dormia sob efeito de medicamentos tarja preta.

Veja ao Vídeo:

https://youtu.be/DB6NzO6kPBU

“Em uma situação de extrema dor e impotência, achei que fosse morrer e até desejei que isso acontecesse logo”, conta em seu primeiro livro autobiográfico Cadeira Elétrica, Memórias de quem sobreviveu. Sob o cuidado dos irmãos – os pais já haviam falecido na época do acidente – conseguiu voltar para casa mediante assinatura de um termo de responsabilidade. Sua condição de vida era frágil, inspirava muitos cuidados.

O acidente provocou uma mudança radical na vida de Levi e na de toda sua família. “Tive que aprender a viver com muitas limitações, descobrir novas capacidades para estar constantemente me adaptando. Sigo aprendendo a sobreviver”.

O sonho da adolescência de tocar um instrumento musical nunca mais tinha permeado os pensamentos do jovem; mas havia a necessidade de seguir em frente. Além das limitações físicas, ele adquiriu transtornos psicológicos. Sofreu com depressão, não queria sair de casa e não via mais sentido algum para a vida. Foram cinco anos reclusos, em tratamento psíquicos e com muito apoio da família. “Como eu vi que não ia morrer, tive que buscar alternativas para sofrer menos”, conta pragmático.

Sem recursos suficientes, ganhou uma cadeira motorizada através de uma campanha de arrecadação. Apesar de estigmatizar sua deficiência, o objetivo o proporcionou um pouco de independência. A partir deste momento, estudar foi um projeto de sobrevivência, autonomia e superação. Um amigo indicou o Educa Mais Brasil e Levi cogitou a possibilidade de se matricular no curso de Psicologia. “Eu já estava desistindo, mas fui aprovado com uma bolsa de 50% de desconto”, fala lembrando que, na época, tinha como renda um salário mínimo, que mal dava para comprar a longa lista de medicamentos.

O retorno aos estudos era uma forma de retomar a interação social e voltar a sentir-se vivo. “Ter que sair de casa todos os dias para ir para a faculdade foi fundamental na minha ressocialização”, avalia. Formado há três anos em Psicologia, pela UNIME, Levi atende atualmente em consultório particular. Viver sem conseguir movimentar braços e pernas, preso à uma cadeira de rodas, não impede que ele saia diariamente de casa para amenizar o sofrimento do próximo. “Confesso que, de início, não existia vocação para cuidar do outro, não. Eu queria apenas ocupar o tempo e minha mente para amenizar a dor, o meu sofrimento”.

Com o tempo, seu exemplo de superação foi se tornando mais uma ferramenta de trabalho no set terapêutico. “Hoje, eu me vejo com maior capacidade de me colocar no lugar do outro. A experiência traumática nos torna mais empáticos”. Além do tempo dedicado aos pacientes, Levi descobriu o talento literário. Já escreveu dois livros, uma autobiografia e uma outra publicação de crônicas. No momento, dedica-se à escrita da terceira publicação e planeja novos cursos de especialização e mestrado. “As possibilidades são infinitas”.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Instituições poderão ofertar aulas a distância por causa do Coronavírus

Portaria do MEC é medida de caráter emergencial 

O Ministério da Educação (MEC) pretende divulgar uma portaria que autoriza a substituição, por 30 dias prorrogáveis, de aulas presenciais pela modalidade a distância, que deverá valer enquanto durar a situação de emergência de saúde pública.

A decisão partiu após reunião do Comitê Operativo de Emergência (COE), na segunda-feira (16). O COE vai monitorar o repasse de recursos para as escolas de educação básica reforçarem medidas de prevenção contra o coronavírus.

Segundo o ministério, nos próximos dias, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) vai liberar R$450 milhões destinados às escolas públicas. “A medida é importante para auxiliar as instituições na compra de álcool em gel, sabonete líquido, toalhas de papel e outros produtos de higiene, por exemplo”, esclarece a nota.

Também está em fase de desenvolvimento uma plataforma de monitoramento do coronavírus nas instituições de ensino. Por meio dela, o MEC vai acompanhar a situação nas unidades de educação básica, profissional, cursos técnicos, de graduação e pós-graduação

*Com informações do portal MEC

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Coronavírus: escolas adotam medidas de prevenção

Algumas instituições suspenderam as aulas para evitar a exposição dos estudantes ao Covid-19

Algumas ações preventivas começaram a ser adotadas para combater ou minimizar os efeitos do Covid-19. Em virtude do rápido contágio, o Ministério da Educação (MEC), em parceria com estados e municípios brasileiros, visa adotar estratégias de combate ao coronavírus no setor educacional.

Com isso, unidades escolares da rede privada de ensino de vários estados tomam medidas próprias para que os alunos não fiquem em situação vulnerável. É o caso do Colégio Apoio, localizado na região metropolitana de Salvador, na capital baiana, que optou pelo cancelamento das aulas.

Antes mesmo da suspensão, a unidade de ensino já havia adotado medidas para proteger os alunos. “O colégio disponibilizou álcool em gel em pontos estratégicos, intensificou o asseio dos locais onde os alunos passam, como corrimões, portas e banheiros e distribuiu panfletos informativos”, explicou André Sacramento, pai de Beatriz, 14 anos, estudante do 9º ano do ensino fundamental.

Na unidade, a rotina segue apenas para os alunos do 3º ano, por causa dos vestibulares e a preparação para os exames anuais, como o Enem. Porém, com medo da pandemia, “somente cerca de 50% da turma tem comparecido”, afirma André.

Parceira do Educa Mais Brasil, a Escola Castelo do Saber, destinada a educação infantil, do berçário ao jardim II, localizada em São Paulo, mantém as atividades durante esta semana, mas o funcionamento será suspenso a partir da próxima segunda, 23 de março.

Priscila Mendes, professora que atua na instituição, falou sobre os principais métodos adotados até o momento para proteger as crianças atendidas. “Eles são pequenos, então precisamos adotar todos os cuidados possíveis e com cautela. Trabalhamos, nesse momento, com palestras, a higiene das mãos deles e também com o álcool em gel”, explica.

A prevenção ao Covid-19 inclui cuidados simples, porém eficazes, que podem ser tomados pela população em geral. Além disso, é importante manter-se informado sobre os estágios da doença e sua evolução.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Coronavírus: por segurança, Inep suspende acesso à biblioteca da instituição

Decisão vale para público externo e interno

O Centro de Informação e Biblioteca em Educação (Cibec) do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) está com atendimento suspenso. A decisão vale para os usuários externos e internos e foi motivada em função do Covid – 19, o coronavírus. A medida é para prevenir a propagação do vírus.

A suspensão do acesso à biblioteca do Cibec tem como respaldo a Portaria n.º 329, publicada nesta quinta-feira (12), no Diário Oficial da União (DOU), que instituiu o Comitê Operativo de Emergência do Ministério da Educação (COE/MEC).

O espaço é bastante procurado por alunos de cursos de graduação e pós-graduação. Em seu acervo, há diversos livros, periódicos, teses, dissertações, folhetos, relatórios de pesquisa, materiais multimídia, além de obras raras e especiais. Todo o material constitui patrimônio histórico, cultural e científico.

A reabertura do Cibec será feita após o COE/MEC avaliar que não há mais riscos de exposição ao coronavírus. O comitê é composto por representantes de unidades administrativas, órgãos e entidades vinculadas à educação.

Covid – 19

Popularmente chamado de coronavírus, o covid – 19 é um vírus com sintomas similares a uma gripe e é transmitido via contato com a pessoa infectada, a partir da saliva, do espirro, tosse ou aperto de mãos. Entre os sintomas estão: febre, tosse e dificuldade para respirar. A prevenção da doença é bastante simples: lavagem correta das mãos com água e sabão ou álcool em gel, cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir, manter os ambientes ventilados e evitar aglomerações.

*Com informações do Inep

Fonte: Agência Educa Mais Brasil/Com Foto

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