Coronavírus: institutos federais ajudam no combate da pandemia

Ações visam contribuir no enfrentamento ao virús

Quanto mais ajuda, melhor. Essa é a visão de diversas instituições federais espalhadas pelo país no que diz respeito ao enfretamento da Covid-19, o novo coronavírus. Mesmo com o ano letivo paralisado, muito vem sendo feito pelos institutos na produção de equipamentos de proteção individual e álcool em gel.

Segundo dados do Ministério da Educação, duas em casa três instituições federais estão implementando ações que contribuam para o enfretamento da Covid-19. Em média, 1,2 mil ações estão sendo realizadas por 110 universidades, institutos federais e centros de ensino. As atividades beneficiam mais de 70 milhões de pessoas.

Os institutos também têm feito exames para detectar o coronavírus, assim como, têm atuado na construção de equipamentos hospitalares, como os respiradores, essenciais no tratamento de pacientes mais graves. No portal produzido pelo MEC, é possível encontrar a instituição, estudantes, professores, técnicos e demais profissionais envolvidos nos projetos.

O Ministério da Educação criou um portal para monitorar o funcionamento e as ações das instituições federais. Todas as informações são atualizadas na plataforma disponibilizada pelo MEC. A ferramenta foi desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Cariri (UFCA), Universidade Federal de Viçosa (UFV), Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) e a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).

Além dos equipamentos, mais de 70 instituições estão dedicando tempo para:

– Fornecer capacitação profissional;

– Realizar teleatendimento para esclarecer as dúvidas da população;

– Distribuir alimentos;

– Produzir materiais de limpeza.

– Produzir materiais educativos;

– Promover aconselhamento e apoio psicológico;

– Assessorar secretariais estaduais e municipais de saúde;

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Busca por videoconferência no Google aumentou durante a quarentena

Conheça as principais plataformas

Com o isolamento social, devido ao combate ao Covid-19, muitas pessoas passaram por mudanças em suas rotinas. Seja no trabalho, com o home office, ou nos serviços educacionais de escolas e faculdades, agora com aulas a distância, as videoconferências estão ajudando a diminuir distâncias.

As chamadas por vídeo já fazem parte do dia a dia, o que contribuiu para uma busca recorde do termo “videoconferência” no Google. Segundo o site, ainda neste mês de abril em todo o mundo, o interesse pelo termo está sendo quatro vezes superior à média mensal dos últimos 16 anos.

Para fazer uma vídeochamada não é preciso muita coisa. Basta ter apenas um dispositivo com acesso a internet, com um microfone, embutido ou não, e uma câmera.

 

Conheça os aplicativos para fazer videoconferências

Zoom: mais usado em conversas corporativas, o Zoom conecta até 100 pessoas numa mesma conversa. O aplicativo é disponível para downloads nos sistemas operacionais Android e iOS, além da versão dos navegadores de internet. Na versão gratuita, é possível fazer videoconferências em grupos de até 40 minutos, entre duas pessoas não há limite de tempo.

WhatsApp: querido para conversas privadas ou em grupo, o aplicativo também permite a realização de videochamadas ilimitadas. É possível fazer chamadas simultâneas com até quatro pessoas, desde que elas estejam em um mesmo grupo. O aplicativo é visto como uma ferramenta mais de uso pessoal, só requer um pouco mais de atenção ao fato se você quer ou não repassar o seu número de telefone, necessário para fazer uso do aplicativo e conectar as pessoas.

Facebook Menssenger: a ferramenta de troca de mensagens do Facebook, disponível para os sistemas Android, iOS e na versão para web, permite a conversa de até 50 pessoas ao mesmo tempo. Só é necessário que todas também estejam em um mesmo grupo.

Hangouts: sistema de bate-papo do Google, permite chamadas de vídeo sem cobrança de valores com até 10 pessoas simultaneamente. Na versão para celular, o aplicativo integra a agenda de contatos, mostrando automaticamente quem também está cadastrado. Também é possível conversas em texto por celular, como compartilhar imagens, gifs e figurinhas.

Skype: um dos mais conhecidos para a realização de chamadas por vídeo, o Skype permite a presença de até 50 pessoas numa mesma ligação. Se precisar fazer uma reunião, mostrando a tela do seu computador ou celular com a apresentação, a plataforma disponibiliza a função de modo gratuito.

JustTalk: o aplicativo permite videoconferência com até 16 pessoas simultaneamente em celulares com sistema Android. Já usuários do iOS podem realizar chamadas com até 50 pessoas ao mesmo tempo. Nele as conversas tendem a ser mais descontraídas, tendo em vista que é possível adicionar efeitos ao vídeo, como desenhas ou mudanças do fundo da imagem. No JustTalk também é permitido jogar em tempo real com os amigos.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil/Com Foto

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Coronavírus: Enem 2020 pode ser adiado

Outros vestibulares no Brasil também foram adiados por causa da pandemia

A Defensoria Pública da União (DPU) solicitou o adiamento da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em ação civil pública. De acordo com a ação, essa adaptação deve ser feita em decorrência do contexto de pandemia em que o Brasil está inserido, e também da própria situação educacional, em que as escolas estão fechadas e o ano letivo está paralisado. Além do adiamento, foi solicitado que o prazo para garantir a isenção e também justificar a ausência do Enem 2019, fosse ampliado.

A DPU alega que os estudantes que precisariam solicitar a isenção da taxa de inscrição do ENEM 2020 são de baixa renda, e em sua maioria, não têm internet em casa. E esses alunos não podem usar os computadores das escolas e bibliotecas públicas, locais onde teriam acesso à internet e material didático, por causa do isolamento. Os argumentos apresentados pelo órgão foram aceitos pela juíza Marisa Claudia Gonçalves Cucio, da 12ª Vara Cível da Federação de São Paulo.

Como resposta, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) anunciou que vai garantir a gratuidade da inscrição a todos os estudantes que atendem aos critérios legais estabelecidos pelo exame, e que não conseguiram realizar o pedido de isenção. O prazo anterior foi do dia 6 a 17 de abril.

A gratuidade será concedida pelo Inep durante o período de inscrição, entre os dias 11 e 22 de maio, sem necessidade de solicitação prévia.

 

Governo vai recorrer da decisão

O Ministro da Educação, Abraham Weintraub anunciou que o governo federal vai recorrer da decisão determinada pela justiça.

Abraham Weintraub usou sua conta nas redes sociais para informar que mais de três milhões de pessoas já haviam solicitado isenção e boa parte dos casos já tinham sido analisados e concedidos.  Os resultados dos pedidos recebidos estarão disponíveis no dia 24 de abril.

Além de Weintraub, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, também defende a manutenção das datas previstas no edital. Até então, a data de aplicação da prova presencial permanece 1º e 8 de novembro. Já a data do Enem digital mudou para os dias 22 e 29 de novembro.

 

Vestibulares adiados

Algumas instituições de Ensino Superior anunciaram que vão adiar os vestibulares que deveriam acontecer ainda nesse semestre, em decorrência da pandemia do coronavírus.

Entre as universidades que já informaram o adiamento, estão:

Universidade Estadual do Rio de Janeiro

Universidade do Estado de Santa Catarina

Universidade de Brasília

Universidade Federal de Uberlândia

Universidade Estadual de Ponta Grossa

Ainda não há previsão de quando os novos processos seletivos vão ocorrer.

*Com Informações da EBC

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Dia Nacional do Livro Infantil: celebrado amanhã, data homenageia Monteiro Lobato

Embora voltado para crianças, os livros trazem lições para qualquer idade

Você certamente deve conhecer personagens como Dona Benta, Tia Anastácia, Narizinho, Pedrinho, Emília e o Saci, não é mesmo? Antes mesmo deles alegrarem as manhãs de crianças nas telinhas, as aventuras vividas por essas figuras foram contadas nos livros de Monteiro Lobato, homenageado amanhã através do Dia Nacional do Livro Infantil.

Histórias como as do Sítio do Picapau Amarelo, escrita por Monteiro Lobato, do Menino Maluquinho, de Ziraldo, ou O Meu pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos foram e continuam marcantes na vida de muitas gerações, mostrando a potência da literatura infantil do Brasil.

Através das inúmeras histórias contidas nos livros, as crianças podem vivenciar, mesmo que no imaginário, sensações como medo, vergonha, tristeza, amor, e depois, aprender a associar esses sentimentos às situações vividas no mundo real. Tudo isso pode contribuir para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e intelectuais dos pequenos.

A infância na vida adulta

Não há quem discorde sobre o papel fundamental que a literatura infantil exerce na vida das crianças. Mas esses contos podem ser importantes para os adultos também. Existe um dito que se tornou muito popular após o lançamento do livro “O Pequeno Príncipe” de Antoine de Sain-Exupéry. A frase é a seguinte: “dentro de cada adulto, habita uma criança”.

A citação tem várias interpretações, a mais comum é a de que, para muitos, a infância foi um período de poucas preocupações e as recordações felizes eram parte da rotina. Só que ao crescer, tudo muda, os pequenos detalhes da vida começam a perder o valor. Mas aquela criança ingênua e descontraída, ainda existe. Por isso, é importante despertar essa criança que estava até então escondida.

Quem concorda com a ideia é o escritor Abel Sidney, que escreve livros infantis desde 2003. “Escrevo, em primeiro plano, para as crianças soterradas, esquecidas, apagadas no fundo de cada adulto. Ao recuperar crianças perdidas, nós temos a oportunidade de criar adultos agentes de leitura em família, em sala de aula”.

educa93

Aos 56 anos, o escritor e servidor público que mora em Rondônia já publicou contos, poemas e histórias infantis. Mas a sua relação com a literatura foi um pouco tardia. Dos 4 aos 8 anos, quando morava em Minas Gerais, o autor viveu em situação de rua, período no qual não dominava a leitura e a escrita. A alfabetização veio anos depois, quando uma tia o ensinou essa arte.

Assim que aprendeu, tomou gosto pelos livros. “Assustava-me o sorriso do gato da Alice. E mais ainda as mentiras e trapaças do Pinóquio”, disse. Na adolescência conheceu as obras de Jorge Amado e, quando começou a cursar Ciências Sociais na UFRJ, começou também a estudar a literatura infantil.

Atualmente, além dos livros “Conto ou não conto?” e “A casa de dona Dodó”, o autor criou a Temática Editora, com foco em um programa de leitura.

O Mercado na Literatura Infantil

Não existe uma faculdade própria para isso, mas para os que se interessam pela área, cursos como Letras e Jornalismo podem ajudar a desenvolver essa habilidade.

Para quem deseja seguir a carreira de escritor e até trabalhar com literatura infantil, é preciso ter muita disposição. Quem inicia fazendo as publicações de forma independente pode encontrar muitas adversidades. É que geralmente as editoras conhecidas preferem autores com mais visibilidade.

Essa é uma área que têm crescido e também dado bons rendimentos. O Sindicato Nacional dos Editores de Livros em parceria com a Associação Nacional de Livrarias divulga mensalmente um balanço feito por todas as lojas que realizam a venda de livros. No início do ano, houve um aumento no número de vendas dos livros infantis, quando comparado ao mesmo período do ano passado. A categoria infanto-juvenil teve um aumento de aproximadamente 15%.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil /Com Foto

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Enem 2020: cursinho preparatório disponibiliza conteúdos e aulas online

Até o momento, datas do exame estão mantidas

Para ajudar os vestibulandos a seguirem o calendário de estudos para provas como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nesse período de quarentena, o cursinho popular Maio de 68, que atende alunos da rede pública de Mogi das Cruzes (SP), montou um estrutura virtual de aprendizagem para qualquer pessoa do país que estiver buscando material de estudo.

Entre o conteúdo, há uma plataforma de sala de aula, que é gratuita, para armazenar as disciplinas. Além disso, aos sábados, os professores vão dar aulas online, onde poderão tirar as dúvidas dos estudantes. A condição é válida enquanto durar o período de isolamento social. Quando as aulas voltarem a ser presenciais, serão chamados apenas os candidatos aprovados no processo seletivo do cursinho de 2020. Para participar e ter mais informações envie e-mail para: cursinhomaio68@gmail.com
Isenção e outras datas do Enem 2020

Termina amanhã, dia 17, o prazo para que os candidatos que não possuem condições de pagar a taxa de inscrição do Enem 2020 possam solicitar a isenção do pagamento. O pedido deve ser feito na Página do Participante do Exame.

A edição do Enem deste ano contará com duas aplicações com formatos diferentes: provas impressas e digital. Quem optar por fazer o Enem Digital vai realizar as provas um mês antes de quem escolher a modalidade tradicional. Serão 100 mil vagas ofertadas para esse novo formato nesse primeiro ano e a projeção futura é que a avaliação aconteça mais de uma vez ao ano.


Outras oportunidades de cursinhos preparatórios

A plataforma de incentivo à educação Educa Mais Brasil disponibiliza em seu site diversas bolsas de estudos para cursinhos preparatórios para o Enem EAD. Os valores possuem até 70% de desconto nas mensalidades. Caso o candidato não consiga uma vaga em instituições públicas e privadas por meio de programas de acesso ao ensino superior do governo federal – SisuProuni e Fies –, há também bolsas de estudo para cursos de graduação. Basta acessar o site do Educa e consultar a condição das ofertas.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil com Foto

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Edital da CAPES para projetos sobre pandemia segue aberto até o dia 30/04

Devem participar programas de pós-graduação stricto sensu

O Programa de Combate às Epidemias da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) abriu edital para programas de pós-graduação que realizam pesquisam sobre endemias, epidemias, surtos e pandemias submeterem seus projetos. A iniciativa tem como objetivo, não só buscar soluções para combater o COVID-19, mas também preparar o país caso surjam outras doenças.

Estão contemplados no edital os pesquisadores das áreas de infectologia, epidemiologia, imunologia, bioengenharia, microbiologia e bioinformática. A intenção é o desenvolvimento de estudos para a prevenção, diagnóstico, tratamento e controle de doenças, além de contribuir para a criação de equipamentos de proteção individual que podem auxiliar os profissionais da área da saúde.

O financiamento será dado para mais de 20 projetos, com concessão de bolsas de doutorado e pós-doutorado. Os projetos contemplados devem receber até R$ 345 mil para custear as despesas da pesquisa, como: material de consumo e serviços de terceiros, peças de reposição de equipamentos, passagens para viagens de campo. O investimento da CAPES será de 70 milhões.

Os Programas de Pós-Graduação que desejam concorrer têm até às 17h do dia 30 de abril para submeter suas propostas. A divulgação do resultado preliminar está prevista para o dia 20 de maio e o resultado final ficará disponível no dia 29 de maio no site da CAPES.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Fundos imobiliários: o que fazer durante a pandemia

(imagens Pixabay) – Quem investe em fundos de investimentos imobiliários (FIIs) participa de um projeto que reúne uma série de outros investidores. Esse bloco serve para que a gestão tenha como arrecadar fundos para investir em nome do grupo. Essa costuma ser uma forma eficiente de permitir que mesmo investidores sem muitos recursos consigam acesso a imóveis de alto valor.

Entretanto, esse mercado também pode ser impactado por questões que atingem a economia, como é o caso da Covid-19.

Para quem se interessa por FIIs, o ideal é entender o momento atual e assim saber o que pode ser feito em relação ao portfólio.

Os impactos da quarentena

A quarentena tem sido uma medida adotada pelos governos na tentativa de conter o avanço da pandemia. Quando ela é declarada, inúmeras atividades comerciais são paralisadas.

Como efeito colateral a essa medida, sem que as pessoas possam sair às ruas e sem que o comércio exerça suas atividades, muitas empresas têm problemas para manter seu negócio.

Quem sente esses efeitos são profissionais como os lojistas, que precisam renegociar dívidas, entregas e, em especial, os aluguéis.

É nesse sentido que a crise provocada pelo novo coronavírus pode atingir em cheio o mercado imobiliário. Com a recomendação de isolamento e ambientes fechados, como os shoppings centers, quem investe em imóveis precisa ter atenção aos impactos econômicos causados pela pandemia.

A quarentena e os FIIs

Os FIIs certamente representam o caminho mais fácil para quem deseja ter parte em grandes empreendimentos imobiliários. Entretanto, assim como acontece em qualquer outro ativo de renda variável, eles também apresentam riscos.

Entre os mais conhecidos está o risco de vacância, que ocorre quando se torna difícil encontrar interessados em alugar os imóveis. Além disso, existe também o risco de inadimplência, muito comum quando o inquilino não consegue pagar o que deve.

Esses são problemas que precisam ser considerados neste momento em que muitas atividades econômicas estão momentaneamente paralisadas. A paralisação afeta o lucro e, consequentemente, pode fazer com que situações como vacância e inadimplência apareçam.

Qual estratégia adotar

Quem investe em fundos imobiliários precisa entender que os eventuais danos causados pela crise são momentâneos, o que ameniza o impacto em relação aos FIIs. Estes, são ativos que visam o longo prazo, ou seja, ainda que haja desvalorização em um período, a tendência é que em alguns meses, os preços voltem aos patamares anteriores ao da crise.

De fato, pensando no longo prazo, não há motivo para pânico. É preciso entender que a crise atual tem começo, meio e fim. É certo que ela vai passar e o mais importante é o investidor não perder a calma a ponto de se desfazer de ativos apenas por conta de uma situação momentânea ou pelo chamado efeito manada, quando uma grande quantidade de investidores age de maneira a repetir as medidas adotadas por outras pessoas sem critérios.

O que diz a lei

Talvez a grande preocupação do investidor seja em relação ao que acontecerá com seus rendimentos neste momento em que algo completamente inesperado tem afetado as economias do mundo todo. Por lei, os dividendos devem ser distribuídos semestralmente, embora seja comum o repasse mensal. Isso quer dizer que os gestores podem suspender o adiantamento neste momento de instabilidade.

Vale lembrar que a distribuição de proventos funciona de acordo com os rendimentos do fundo, o que significa que se o imóvel ou o conjunto deles tiverem resultados menores em um dado momento, a tendência é que o repasse também seja menor.

Desde que esteja de acordo com o que exige a lei (distribuindo 95% dos resultados semestrais), o fundo pode sim suspender o pagamento de dividendos.

O que pode ser feito

Ainda assim, os gestores contam com outros recursos para superarem a crise sem que precisem mexer nos dividendos.

Entre outras medidas, podem ser citadas as captações via oferta de esforços restritos para investidores profissionais. Essas são colocações para interessados selecionados que contam com liquidez e caixa para esse tipo de aplicação.

Também é possível preservar o caixa, visando minimizar os efeitos da crise, optando pela redução do custo condominial. Essa é uma forma de reduzir os custos referentes à operação e à manutenção dos imóveis para tornar as contas mais equilibradas pensando na possibilidade de renegociar aluguéis futuramente.

De qualquer forma, é preciso considerar caso a caso. Empreendimentos como shoppings centers, por exemplo, tendem a sofrer mais com este momento, mas isso não quer dizer que o investidor deva se desfazer de seus ativos neste momento, até porque esses são empreendimentos que movimentam muito a economia e a tendência é que a paralisação não dure por tanto tempo.

Conteúdo produzido por Experta media

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Ministério da Educação flexibiliza as regras para profissionais da saúde que anteciparam graduação

As novas determinações excluem a obrigatoriedade de combate a pandemia

Em nova portaria publicada nesta segunda-feira, 13, o Ministério da Educação informou as novas regras de antecipação da formatura dos estudantes da área da saúde, que iriam atuar contra o novo coronavírus.

De acordo com a publicação, os alunos dos cursos de Medicina, Fisioterapia, Enfermagem e Farmácia estavam autorizados a adiantar a colação de grau, para trabalhar no enfrentamento ao Covid-19. Mas com a revogação, esses estudantes não são mais obrigados a participar do combate ao coronavírus.

A Portaria nº 383/2020 que foi publicada ontem, flexibilizou a atuação desses profissionais. Além de revogar o documento nº 374/2020, outras modificações foram feitas, como por exemplo, a exclusão da gratificação para residência médica. Anteriormente, os profissionais da saúde receberiam bonificação, apenas uma vez, tendo um acréscimo de 10% na nota final do processo de seleção pública, válido para ingressar nos programas de residência.

Tendo em vista o estado de calamidade da saúde pública causado pela pandemia, as formaturas dos profissionais da área de saúde podem ser antecipadas em caráter emergencial, mas a medida vale apenas enquanto durar esse período.

Segundo o Ministério da Educação, a antecipação da colação de grau foi uma medida necessária para ampliar o quadro de profissionais de saúde atuante no país.

Para ter direito a antecipação, os estudantes devem ter cumprido 75% da carga horária necessária para a etapa de internato médico – o que corresponde ao estágio obrigatório de dois anos para os alunos de medicina, ou estágio supervisionado – caracterizando 20% da carga horária total dos cursos de farmácia, fisioterapia e enfermagem.

Os diplomas e certificados emitidos durante esse período terão a mesma validade dos que forem entregues no tempo regular.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Ministério da Educação oferece cursos EAD sobre a BNCC

Os cursos EAD são ofertados aos profissionais da rede educacional

Para ampliar o conhecimento dos agentes que atuam na Educação Básica, o Ministério da Educação está disponibilizando alguns cursos EAD sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

A BNCC refere-se a um documento que engloba todos os conhecimentos necessários para a aprendizagem estudantil.

O principal objetivo de ter uma Base Curricular Comum é fazer com que os estudantes de todas as regiões do Brasil possam desenvolver habilidades e competências similares. Para isso é preciso ter um currículo nacional homogêneo, respeitando os contextos locais, alinhar os conteúdos e materiais didáticos e qualificar os profissionais.

Por isso, o MEC têm investido constantemente na formação continuada de professores. Diante das mudanças do mundo globalizado e das necessidades apresentadas pela educação, é preciso criar mecanismos para promover a capacitação contínua dos educadores.

Pensando nesse desafio, o MEC está oferecendo 13 cursos que são direcionados para professores, coordenadores e demais profissionais da educação. Assim, esses eles terão acesso a um material atualizado, contendo informações essenciais para ampliação do conhecimento, tornando possível a construção de um currículo mais padronizado e abrangente.

Os interessados em efetuar a matrícula nos cursos que estão sendo ofertados, devem fazer o cadastro no Avamec, o Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC. Os temas dos cursos também estão disponíveis no site da instituição. Ao entrar na plataforma, deve-se escolher um curso e acessá-lo através do link correspondente.

É possível fazer mais de um curso ao mesmo tempo, porém os certificados só ficarão disponíveis quando todo o conteúdo e as atividades programadas forem concluídas.

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: Agência Educa Mais Brasil COM FOTOS

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Isenção Enem 2020: foto passa a ser obrigatória para solicitação

Em 24h, pedidos de isenção passaram de meio milhão

Neste ano, em que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou recorde no número de pedidos de isenção da taxa de pagamento, os participantes contam com uma novidade. Para solicitar a isenção no Enem 2020, os candidatos têm que anexar uma foto para concluir o processo.

A medida passou a ser obrigatória para todos os estudantes que vão fazer a solicitação, bem como aqueles que vão justificar ausência nas provas de 2019. De acordo com o Inep, a foto é para facilitar o processo de identificação dos candidatos e ampliar a segurança. Até o ano passado, a foto era opcional.

A fotografia deve mostrar o rosto do participante com uma boa iluminação e foco. O Inep alerta para os formatos dos arquivos aceitos, que são: JPEG e PNG, com tamanho máximo de 2 megabytes (MB). Imagens em formato PDF não serão permitidas.

Para isso, o participante deve anexar foto atual, nítida, individual, colorida, com fundo branco, que enquadre desde a cabeça até os ombros, de rosto inteiro, sem o uso de óculos escuros e artigos de chapelaria (boné, chapéu, viseira, gorro ou similares).

Quem pode se isentar de pagar o boleto do Enem 2020?

A taxa de pagamento do Enem 2020 tem um custo de R$ 85. No entanto, alguns participantes podem solicitar a gratuidade da taxa até o dia 17 de abril na Página do Participante. Saiba, abaixo, quem pode pedir a isenção:

  • Estudante na última série do ensino médio em 2020 em escola da rede pública;
  • Candidato que tiver cursado todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada, além de ter renda, por pessoa, igual ou menor que um salário mínimo e meio;
  • Participantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica por ser membro de família de baixa renda, devendo informar o Número de Identificação Social (NIS), único e válido, além de ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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