Online e gratuitos: três cursos rápidos para fazer em universidades estrangeiras

Especializações são oferecidas por instituições como Yale e London Business School

Incrementar com diferentes atividades nunca é demais. Uma das maneiras de tornar isso possível é através de formações que complementarão os seus conhecimentos, além de indicar para o recrutador que você está sempre se atualizando. Na internet opções de cursos gratuitos e de qualidades é que não faltam, sejam ofertados por instituições de ensino superior nacionais ou de fora do país.

No segundo caso, os cursos online oferecidos por instituições estrangeiras possibilitam um outro aspecto, que é o de conhecer um pouco da metodologia de instituições conceituadas, com a Universidade Yale, instituição de ensino norte-americana. No mercado de trabalho, formações com nomes de instituições desse porte tem sido cada vez mais valorizada. Confira abaixo três opções de cursos gratuitos em universidades estrangeiras.

 

Introdução à Psicologia

Oferecido pela universidade de Yale, o curso de Introdução à Psicologia conta com legendas em português. A formação aborda perguntas sobre medos, felicidade, memória, emoções e racismo. Os estudantes também poderão aprender sobre diferentes aspectos da mente que se desenvolvem nas crianças, como eles diferem entre as pessoas e como estão ligados ao cérebro. Clique aqui para saber mais informações sobre o curso.

 

Gerenciamento de Marca

Uma formação especial para profissionais do curso de Marketing, e da área de comunicação em geral, o curso conta com vídeos de diferentes profissionais de branding. Os estudantes aprenderão como construir marcas a partir de uma perspectiva organizacional ampla, como liderar a mudança de cultura através de práticas de recursos humanos e construir marcas em empresas multimarcas, com diferentes culturas e geografias. O curso é oferecido pela London Business School. De acordo com a instituição, 46% das pessoas que realizaram a formação conseguiram um benefício significativo de carreira com este curso. Para mais informações clique aqui.

Feminismo e Justiça social

A Universidade da Califórnia oferece uma adaptação do curso homônimo de longa duração da professora Bettina Aptheker, ativista e escritora norte-americana. Na formação adaptada, ela apresenta o conceito e definição de feminismo e analisa três eventos importantes em sua história: a greve do Empire Zinc, o julgamento de Angela Davis e o movimento #metoo. Acesse o curso clicando aqui

 

Outras plataformas de cursos gratuitos 

Gostou dos cursos listados? Não deixe de conferir outras plataformas listadas pelo Educa Mais Brasil que oferecem cursos online gratuitos. São cursos em diversas áreas do conhecimento que contribuem para ampliar os seus conhecimentos e aumentar as suas chances de conquistar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Clique aqui e confira a seleção.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Dia de dedicar homenagens a quem não abre mão da arte de ensinar

Com a pandemia do coronavírus, os profissionais estão tendo que se reinventar

Hoje, (15/10), é preciso exaltar a importância dos professores. Não importa a etapa de formação, são estes profissionais que constroem a base de vida estudantil ao transmitir os ensinamentos necessários para o crescimento crítico e educacional dos cidadãos.  “Ser professor é realizar uma missão de orientar e estimular as pessoas na evolução profissional e cidadã. É plantar a semente do conhecimento em cada estudante e a esperança que ela brote com frutos para o mundo”, afirma a professora e escritora Antoniella Devanier.

Em tempos de pandemia do coronavírus, os professores estão tendo que se reinventar. Alguns, já estavam familiarizados com o uso da internet na vida acadêmica; outros tiveram que se adequar às tecnologias e novas plataformas de ensino a distância (EAD).

Uma iniciativa recente do Educa Mais Brasil, programa que há 17 anos vem democratizando o acesso á educação em todo país, se tornou aliada nesse processo de construção coletiva. A plataforma Sala dos Professores, lançada pelo programa educacional, conta com um perfil no Instagram, o @saladosprofessores_oficial para promover a troca de experiências entre os profissionais da educação e contribuir com a formação continuada dos professores.

“Estamos criando um espaço místico e colaborativo a favor da educação”, define a professora de Redação Carol Silveira, 30, 12 deles dedicados ao universo educacional. Com a sala dos professores fechadas nos estabelecimentos de ensino, o espaço virtual vem quebrando fronteiras e permitindo um intercâmbio vivências que traz ganhos reais para quem vive o desafio de ensinar diariamente.

“Nasceu para ser uma sala de conhecimento compartilhado. É uma transposição da sala dos professores presencial para o ambiente virtual, para que a gente possa trocar experiências, socializar, compartilhar dicas”, conclui a professora estendendo o convite a quem se interessa pela temática da educação.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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LIVE DOS 20 ANOS DO FÓRUM MUNDIAL ESPÍRITO E CIÊNCIA, DA LBV

TEMA: “CIÊNCIA E FÉ PROMOVENDO ESPERANÇA PARA VENCER A PANDEMIA DO NOVO CORONAVÍRUS”

DIAS: 19 E 20 DE OUTUBRO de 2020, às 19h30.

PALESTRANTES
Kenneth Pargament — psicólogo clínico e professor emérito de Psicologia na Universidade Estadual de Bowling Green, em Ohio, EUA. É uma das maiores autoridades do mundo no estudo sobre a relação entre Religião e Saúde Mental. Autor do livro The Psychology of Religion and Coping: Theory, Research, Practice [A Psicologia da Religião e coping: teoria, pesquisa e prática], é “a melhor referência de seu gênero para terapeutas no exercício de sua profissão”.

Patrick Drouot — físico e pesquisador francês, doutor pela Universidade de Columbia, em Nova York, EUA. Considerado um dos principais cientistas estudiosos de conteúdos espirituais do mundo, foi palestrante da primeira sessão plenária do Fórum Mundial Espírito e Ciência, da LBV, em outubro de 2000.

Ester Sabino — imunologista brasileira e professora associada do Departamento de Moléstias Infecciosas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). É diretora do Instituto de Medicina Tropical (IMT) da USP e coordenadora do Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (Cadde). Coordenou a primeira equipe no mundo a realizar o sequenciamento do genoma do novo coronavírus, em março de 2020.

Émerson Damásio — ministro-pregador da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, sendo também seu diretor administrativo no Brasil e no exterior. É pós-graduado em Ciência da Religião, membro do Comitê Nacional de Respeito à Diversidade Religiosa e apresentador de programas na Boa Vontade TV e na Super Rede Boa Vontade de Rádio.

Egbon mi Conceição Reis d’Ogún — sacerdotisa das tradições de matriz africana. Coordenadora estadual do Instituto Nacional de Tradição e Cultura Afro-Brasileira (Intecab-SP).

Alexander Moreira-Almeida — professor de Psiquiatria da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), fundador e diretor do Núcleo de Pesquisa em Espiritualidade e Saúde (Nupes). Coordenador das seções em Espiritualidade e Psiquiatria da Associação Mundial de Psiquiatria e da Associação Brasileira de Psiquiatria.

Marta Helena de Freitas — doutora em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB) e professora adjunta da Universidade Católica de Brasília (UCB), atuando no programa de mestrado e de doutorado em Psicologia. Possui pós-doutorado pelo Departamento de Estudos Religiosos, da Escola Europeia de Cultura e Línguas, da Universidade de Kent, em Canterbury, Reino Unido, e pelo Programa Doutoral em Psicologia da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, Portugal.

Mario Peres — médico e neurologista, é pesquisador sênior do Hospital Israelita Albert Einstein, professor de pós-graduação no Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein.

Ricardo Mário Gonçalves — monge budista da Verdadeira Escola da Terra Pura. Doutor e livre-docente em História pela Universidade de São Paulo (USP). Membro da Associação Religiosa Nambei Honganji Brasil Betsuin.

José Luiz Goldfarb — doutor em História da Ciência pela Universidade de São Paulo (USP), professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e editor da Educ (Editora da PUC-SP). É diretor de Cultura Judaica e também diretor de culto da sinagoga da Associação Brasileira “A Hebraica” de São Paulo. É membro do Conselho Deliberativo da Associação Amigos do Museu Judaico de São Paulo e coordena vários projetos culturais no Museu da Imagem e do Som (MIS). É também membro honorário da Academia Paulista de Educação.

Informações:
forumespiritoeciencia.org | forumespiritoeciencia@lbv.org.brthumbnail_WhatsApp 2_Convite FMEC 2020

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CAPES oferece 1.400 vagas para doutorado-sanduíche no exterior

Estudantes poderão realizar parte do curso em universidade do exterior

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) oferece até 1.400 bolsas de doutorado-sanduíche para estudantes de pós-graduação interessados em estudar fora do Brasil. As vagas foram divulgadas no Diário oficial da União desta sexta-feira (9).

As oportunidades fazem parte do Programa de Doutorado-Sanduíche no Exterior (PDSE) e são destinadas a doutorandos de programas de pós-graduação (PPG) com nota igual ou superior a quatro na Avaliação Quadrienal da CAPES de 2017.

Doutorado-sanduíche no exterior

O Programa permite que alunos matriculados em cursos de doutorado no Brasil façam parte de seus estudos em instituição no exterior. Após a conclusão da bolsa, que dura entre quatro e seis meses, eles devem retornar ao País para a defesa da tese.

As instituições de ensino superior terão até o dia 12 de março de 2021 para selecionar seus candidatos. Os aprovados nessa fase farão a inscrição pelo SICAPES, de 15/3 a 01/4, e deverão apresentar certificado de proficiência em língua estrangeira. A previsão é de que todo o processo seletivo dure até 1º de junho. Assim, as atividades no exterior terão início entre julho e setembro de 2021.

Benefícios da bolsa de doutorado 

O edital financiará até 1.400 bolsas no exterior na modalidade Doutorado Sanduíche, com duração de, no mínimo, quatro meses e, no máximo, seis meses. A CAPES será responsável pelo apoio financeiro aos bolsistas dos seguintes benefícios:

I – mensalidade;

II – auxílio deslocamento;

III – auxílio instalação;

IV – auxílio seguro-saúde;

Também serão oferecidas bolsas de estágio em pesquisa de doutorado no exterior, alinhadas com o Plano de Internacionalização da Instituição de Ensino Superior.

* Com informações do CCS/CAPES

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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Cursos de graduação são reconhecidos pelo MEC em diversas instituições públicas e privadas

São mais de 27 cursos superiores na lista

Mais de 27 cursos superiores de graduação foram reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC) em diversas instituições do país. O aval do MEC é importante para que as instituições de ensino possam oferecer vagas nos cursos aos estudantes.

Engenharia civil, direito, educação física, ciências da computação, medicina veterinária e medicina são os cursos reconhecidos e as vagas são em instituições públicas e privadas.

É condição obrigatória o reconhecimento de um curso pelo MEC para que os diplomas emitidos pelas instituições sejam válidos em todo o território nacional, assim como as próprias faculdades e universidades sejam autorizadas a ofertar os cursos. A graduação só recebe o selo do MEC quando é comprovado pelas instituições o cumprimento de 50% da sua carga horária

No entanto, essa regra não se aplica a universidades e centros universitários que, por terem autonomia, independem de autorização para funcionamento de curso superior. Essas instituições devem  informar à secretaria competente os cursos abertos para fins de supervisão, avaliação e posterior reconhecimento.

Confira a lista completa das graduações e respectivas instituições autorizadas pelo MEC no Diário Oficial da União. Além disso, por meio do Cadastro Nacional de Cursos e Instituições de Educação Superior, chamado Cadastro e-MEC, é possível consultar os cursos ofertados e se estão regulares junto ao MEC.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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MEC suspende inscrições das vagas remanescentes do Fies

Instabilidade no site levou à decisão; cronograma com novas datas será publicado em edital

As inscrições para as vagas remanescentes para o segundo semestre de 2020 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) foram suspensas pelo Ministério da Educação (MEC).  Segundo informa no site do programa, a paralisação ocorre devido à elevada procura para inscrição, o que ocasionou sobrecarga e instabilidade no sistema. O MEC prorrogará o cronograma, “sem prejuízo para aqueles que já conseguiram concluir suas inscrições”.
Ainda de acordo com comunicado disponibilizado no site, o novo cronograma será oficializado por meio de edital e a ampliação do prazo será proporcional ao período em que ocorreu a anormalidade no sistema. O período de inscrição foi aberto no dia 6 de outubro e, nesta edição estão sendo ofertadas 50 mil vagas em instituições de ensino superior privadas em todo o país. Essas oportunidades são as que não foram ocupadas no processo regular do Fies desse ano.

Assim como no processo regular, a seleção é feita com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, desde que o candidato tenha obtido uma média igual ou superior a 450 pontos na soma das provas objetivas e não tenha zerado a redação. Além disso, a renda mensal bruta deve ser de até três salários-mínimos por pessoa do grupo familiar.

O processo de ocupação das vagas remanescentes ocorre de acordo com a ordem de conclusão das inscrições. Por isso, os candidatos precisam ficar atentos, pois se for necessário alterar alguma informação depois de ter concluído o cadastro no sistema, terá que cancelar e efetuá-la novamente. Sendo assim, a vaga escolhida poderá ser ocupada por outro candidato que tiver concluído a inscrição antes.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Conselho Nacional de Educação aprova aulas remotas até 2021

No entanto, as escolas e faculdades não são obrigadas a seguir à risca

Na última terça-feira (06), o Conselho Nacional da Educação (CNE) aprovou mais uma resolução sobre o ensino remoto, aderido por instituições de ensino públicas e privadas em virtude da pandemia de covid-19. Aprovado por unanimidade, o documento autoriza o ensino remoto até 31 de dezembro de 2021.

A resolução é direcionada para todas as etapas da educação – da básica ao ensino superior – nas redes de todo o Brasil. No entanto, as escolas e faculdades não são obrigadas a seguir à risca, cabe a elas avaliar qual o melhor cenário para a sua comunidade escolar e acadêmica. Além disso, o texto do CNE ainda deve ser homologado pelo Ministério da Educação (MEC).

“O reordenamento curricular do que restar do ano letivo de 2020 e o do ano letivo seguinte pode ser reprogramado, aumentando-se os dias letivos e a carga horária do ano letivo de 2021 para cumprir, de modo contínuo, os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento previstos no ano letivo anterior”, diz a resolução.

O CNE também recomenda às redes de ensino uma flexibilização da aprovação escolar, por meio da “redefinição de critérios de avaliação” com o intuito de “promover” o estudante para a série seguinte.

Retomada do ensino presencial

Outra recente recomendação, dessa vez do próprio MEC, diz respeito à retomada das aulas presenciais na educação básica. O órgão apresentou ontem (07) o Guia de Implementação de Protocolos de Retorno das Atividades Presenciais nas Escolas de Educação Básica.

O guia traz normas técnicas de segurança em saúde e recomendações de ações sociais e pedagógicas a serem observadas pelos integrantes da comunidade escolar para um retorno seguro. A volta das aulas presenciais, no entanto, fica a critério das unidades de ensino, seguindo as orientações das autoridades sanitárias locais.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil/Com Foto

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Aulas de reforço do UGB revisam conteúdo para o Enem gratuitamente

Aulas serão realizadas pelo YouTube e ficarão disponíveis até o final de novembro

O Centro Universitário Geraldo Di Biase (UGB/FERP) está oferecendo aulas para os estudantes do ensino médio sobre assuntos da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As aulas de reforço do UGB são realizadas desde a primeira semana de outubro e seguirão sendo veiculadas online através da página no YouTube da instituição até o final de novembro. As aulas acontecem de segunda a sexta no período da tarde.

O projeto do centro universitário tem as aulas ministradas sempre ao vivo por estudantes de cursos de graduação do UGB, orientados por professores e coordenadores de curso. O objetivo da iniciativa é o de ofertar aos alunos de escolas da rede pública de ensino aulas adicionais, por conta do período de pandemia, para servir de reforço para os jovens.

“Essa é uma ótima oportunidade para todos aqueles que farão o Enem e também para aqueles que estão tendo aulas virtuais, porém estão com dificuldades em relação a alguma matéria. Teremos também momentos de orientação profissional e de carreira, além de um trabalho motivacional com os jovens”, destacou a Pró-reitora de Assuntos Acadêmicos, Elisa Alcantara.

Aulas de reforço do Enem UGB

Serão ao todo 12 disciplinas e as aulas acontecerão no período da tarde, de segunda a sexta-feira. Os alunos terão aulas de Matemática, História, Redação, Inglês, Português, Literatura, Geografia, Filosofia, Sociologia, Física, Biologia e Química. As aulas, que serão ministradas por estudantes monitores, orientados por professores e coordenadores dos cursos, acontecerão das 16h30 às 17h30, de segunda a sexta-feira.

 

* Com informações do Centro Universitário Geraldo Di Biase

Fonte: Igor Anthony | Agência Educa Mais Brasil

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Cinco equações que mudaram o mundo

(Foto: Pixabay) – As pessoas podem perceber ou não, mas a matemática está presente em quase tudo. As relações estabelecidas em sala de aula no momento em que se ouve falar dos números, se desdobram à frente, no decorrer da vida.

A conta do orçamento mensal, o planejamento de uma viagem, a compra de uma casa. Quando nos deparamos com as práticas de rotina mais simples, entendemos a importância de estudar cálculo, por exemplo, ainda que no nível mais básico.

São muitas as situações nas quais a ciência do raciocínio lógico e abstrato se coloca naturalmente nos contextos humano, cultural e histórico.

O matemático Ian Stewart listou em um livro de 2018 equações que mudaram o mundo sob diversas óticas.

Estas são algumas delas.

Teorema de Pitágoras

a² + b² = c²

“A soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa de um triângulo retângulo” é uma explicação conhecida nas salas de aula há muito tempo. Literalmente, há pelo menos 2.500 anos. Registros provam que os egípcios, os babilônios e os chineses já usavam elementos desta equação.

Ao reunir formalmente em um teorema o conhecimento de que as formas e os números estavam conectados, Pitágoras ajudou nos desdobramentos levados adiante por Euclides.

Assim, foram estabelecidas as bases das matemáticas circulares, da geometria, das funções trigonométricas. Também estão vinculados a estes estudos o desenvolvimento da álgebra e do conceito de distâncias.

Sem o Teorema de Pitágoras, não haveria levantamento preciso, a cartografia e a navegação. Além disso, a triangulação é usada para indicar a localização relativa da navegação por GPS (Global Positioning System) – Sistema de Posicionamento Global.

Cálculo

Quem quiser determinar uma taxa instantânea de mudança, de variação de grandezas e o acúmulo de quantidades, se envolver movimento ou crescimento onde forças variáveis produzem aceleração, terá que estudar cálculo.

Isaac Newton é quem estabeleceu as bases do cálculo dos limites, as derivadas e a integral das diferenciais. E suas consequências foram descobertas na química, física, matemática, engenharia, astronomia, biologia, economia.

Atualmente, as premissas desse conhecimento são fundamentais para medir sólidos, curvas e áreas, e para a medicina, a economia e a ciência da computação, de maneira geral.

Teoria da Relatividade

E = mc²

“Energia é igual a massa vezes a velocidade da luz ao quadrado”. Nesta equação, Albert Einstein estabeleceu uma explicação para a expansão do universo: matéria e energia são equivalentes, e a matéria curva o espaço e o tempo à sua volta, e o tempo é relativo.

Este conceito determinou o entendimento das galáxias, da propagação da luz, do Big Bang, dos buracos-negro e, por um lado negativo, da criação da bomba atômica.

E em um âmbito mais comum, a criação da tecnologia GPS também é resultado da equação mais famosa da ciência.

Equação de Schrödinger

eqSchrödinger constituiu a base da mecânica quântica ao desdobrar trabalhos sobre a natureza dual da matéria.

Segundo a equação, ao poder determinar o estado de um sistema em algum ponto, se torna possível prever o seu estado no futuro. Ou seja, há uma pequena escala em uma faixa de estados prováveis.

Esta teoria é a base das tecnologias que usam semicondutores, transistores, circuitos integrados, microprocessadores, chips, que se valem do entendimento do funcionamento e da evolução do comportamento da matéria. Vale para escalas atômica e subatômica e para eventos macroscópicos e o universo.

Equação das Ondas

equa

O matemático francês Jean le Rond d’Alambert criou a equação diferencial que descreve o comportamento das ondas e explica as vibrações/oscilações que elas geram ao distribuírem energia ao passarem por um ponto.

Jean partiu do princípio de que nenhuma energia pode ser criada ou destruída – oscila entre a energia cinética, resultado de movimento, e a energia potencial, que está armazenada e ainda não se tornou cinética.

No meio, ocorrem as ondas, sejam sonoras, de luz, água e até as gravitacionais. Entender o comportamento da movimentação da energia é fundamental para diferentes engenharias e a física, além do monitoramento de terremotos e maremotos.

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Adesão ao Mercado Livre de Energia sobe mais de 20% em 2020

(Foto:Pixabay) – O mercado livre de energia (MLE) no Brasil registrou 7.812 consumidores no primeiro semestre de 2020. Isso representa aumento de 22,9% em relação ao mesmo período em 2019. De acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a adesão mensal média foi de 143 novos contratos, a maior média desde 2016.

No detalhamento dos números, 102 dos novos clientes possuem carga de até 1 MW. Outros 22 estão entre 1 MW e 1,99 MW. Ainda de acordo com a CCEE, em junho, quatro novas comercializadoras e 17 usinas produtoras independentes de energia aderiram ao MLE.

O que é o Mercado Livre de Energia

No país, o mercado de fornecimento de energia se divide em Ambiente de Contratação Regulada (ACR) e Ambiente de Contratação Livre (ACL).

No ACR, também chamado de Mercado Cativo, o cliente só pode comprar energia elétrica de uma concessionária, pagando os preços determinados por tarifas reguladas pelo governo, sem espaço de negociação. O serviço atende a consumidores de baixa tensão e também a clientes de alta tensão que não optaram pela migração para o outro formato.

Em 1998, foi instituído o ACL. Nele, o cliente pode escolher e comprar diretamente dos geradores de ou agentes comercializadores. Desta forma, ao comparar diferentes propostas, pode equilibrar a demanda de que necessita com a diminuição de custos. Há casos em que a economia varia de 10% a 20%.

Dados preliminares da CCEE referentes a agosto de 2020 indicam retração de 0,8% no consumo e geração de energia elétrica no país, em relação ao mesmo mês do ano passado.

O impacto pela migração de consumidores para o mercado livre resultou em queda de 5% no ACR. Sem este movimento, haveria crescimento de 0,4%. Já no MLE, houve aumento de 10,3% no consumo. Sem a migração, teria queda de 3,8% no consumo.

Quem pode aderir ao Mercado Livre de Energia

Podem optar pela modalidade os clientes que consomem igual ou acima de 500 kW e pagam no mínimo R$ 60 mil mensais pela conta de luz. Há duas categorias de clientes que podem migrar para este mercado.

Os tradicionais englobam os grandes consumidores, montadoras, siderúrgicas e grandes indústrias, que possuem contratos de energia igual ou acima de 2 mil kW, com fatura de R$ 300 mil a R$ 500 mil mensais. Eles podem adquirir energia de qualquer fonte de geração.

Os clientes de pequeno e médio portes, com contrato entre igual ou superior a 500 kW e faturas entre R$ 60 mil e R$ 300 mil, são os consumidores especiais. Necessariamente devem contratar energia gerada por fontes limpas, como termelétricas a biomassa, solar, eólica e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).

Neste mercado, o contrato é personalizado conforme a necessidade do cliente e a disponibilidade do fornecedor. Em geral, costuma durar até cinco anos. O pagamento é feito por meio de uma fatura emitida pelo comercializador com quem o consumidor fechou acordo.

A migração costuma levar cerca de seis meses e inclui a adequação do medidor de energia ao padrão especificado pela CCEE, com instalação de sistema de telemetria para medição remota dos dados. Neste período de transição, o medidor da concessionária é desligado. Para não ficar sem energia e ter que suspender as atividades, o consumidor pode alugar geradores de energia.

Uma opção para os pequenos clientes é contratar uma comercializadora, que os reúne em um pool onde, juntos, alcancem o patamar mínimo de consumo de 500 kW. Neste caso, eles precisam ter o mesmo CNPJ ou estarem localizados em uma mesma área, como um condomínio industrial, por exemplo.

Vantagens da migração

  • Preço: como a contratação é feita por meio de acordos bilaterais, em um padrão de livre concorrência, a empresa pode escolher valores e condições de pagamento conforme a necessidade.
  • Planejamento: os índices de reajuste são acordados previamente, o que favorece a organização de gastos a longo prazo;
  • Personalizar o atendimento: o consumidor pode acordar com o agente comercializador o consumo de energia conforme o perfil de carga e sazonalidade;
  • Comercializar o excedente: se empresa não utilizar toda a energia que comprou, pode obter autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e negociar com outros agentes também inseridos no MLE;
  • Poder de decisão: o consumidor tem a liberdade de escolher o fornecedor, portanto, pode optar por quem pode garantir o fornecimento que traga performance e rentabilidade;

Sustentabilidade: ao migrar, o consumidor pode contratar energia de fontes renováveis, diminuindo assim a emissão de gases de efeito estufa.

Por:Experta Media Comunicação LTDA

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