MEC divulga datas de aplicação das provas do Enem

As inscrições ocorrerão entre 30 de junho e 14 de julho deste ano; Exame será aplicado em novembro

Através do Twitter, o ministro da Educação Milton Ribeiro divulgou ontem (31) as datas de aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021. As provas serão realizadas nos dias 21 e 28 de novembro. As inscrições serão iniciadas em 30 de junho e vão até 14 de julho deste ano. A quantidade de vagas disponibilizadas para o Enem Digital ainda não foi divulgada.

A realização do Enem neste ano esteve em meio a uma polêmica, cujos documentos internos indicavam que a avaliação estava marcada para 16 e 23 de janeiro de 2022. No entanto, o ministro se pronunciou afirmando que eram apenas “conversas de bastidores”.

Através da rede social, o ministro afirmou: “Conforme eu já havia anunciado dias atrás, o Enem 2021 acontecerá e será aplicado neste ano. As provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital. É isso mesmo! A mesma prova, nas mesmas datas, para as duas modalidades”.

Com as novas datas confirmadas, especialistas familiarizados com o processo do Enem, segundo o G1, afirmam que o cronograma está apertado e demandará esforço para ser cumprido.

Para efeito de comparação, o Enem 2020, que teve previsão para ser aplicado em novembro do mesmo ano, teve seu edital publicado no “Diário Oficial da União” em 22 de abril, e as inscrições ocorreram de 11 a 22 de maio. Neste ano, as inscrições ainda não começaram e devem encerrar em julho.

Ademais, todo o processo gráfico de impressão e distribuição das provas do Enem 2021 também precisa ser acelerado para garantir a aplicação das provas no tempo previsto, conforme sinalizam os especialistas.

A edição passada do exame teve diversos problemas como o adiamento da aplicação das provas devido à pandemia, salas lotadas, alunos impedidos de fazer a prova para que fosse possível manter o distanciamento social, e suspensão da aplicação no Amazonas e cidades de Rondônia, devido à pandemia.

Como consequência, houve ausência recorde de estudantes inscritos na edição passada, em que 5,7 milhões de candidatos estavam confirmados para fazer a prova do Enem, mas mais da metade (55,3%) não compareceu.

Preparação para o Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio é o maior exame para ingresso no ensino superior brasileiro, contando com milhões de inscrições em todo o território nacional. Sua realização é anual, com aplicação em todo o país.

As notas do Enem podem ser usadas para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Por isso, o Enem é tão aguardado pelos estudantes que dedicam o ano inteiro – ou até anos – se preparando para ter bom desempenho. Muitos investem em cursos pré-Enem, enquanto outros estudam em canais no Youtube específicos para o exame.

Os cursinhos denominados de pré-Enem auxiliam quem sonha em ter um bom desempenho no exame, visto que as aulas são direcionadas para a avaliação. Assim, preparam os alunos com as regras e exigências do Enem, tornando-os mais capacitados para fazer a prova.

Os valores dos cursinhos pré-Enem variam em cada região, sendo possível encontrar a partir de R$14 em instituições renomadas, com a bolsa de estudo do Educa Mais Brasil. Há opções de estudar on-line para quem não quer perder tempo com deslocamento, ajustar a carga horária à sua necessidade ou, ainda, se prevenir da exposição na rua neste momento de pandemia.

Outra opção é estudar gratuitamente na internet. No Youtube, diversos canais disponibilizam conteúdos sobre as disciplinas cobradas no Enem, como é o caso do Me Explica!, que possui assuntos organizados em listas de disciplinas.

Há ainda, os conteúdos preparativos disponibilizados em sites, como o Guia Enem, com todos os assuntos cobrados em vestibulares, incluindo o Enem. O acesso é gratuito e pode ser feito, também, por quem precisa melhorar o rendimento na escola.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Vem aí o 23º Congresso Internacional de Educação da LBV – edição on-line!

O tema tratará das estratégias para a realização de aulas remotas, a partir do uso da tecnologia, de jogos e da inclusão 

 De 28 a 30 de junho, professores e educadores vão apresentar estratégias educacionais e práticas pedagógicas como contribuição à educação brasileira e internacional durante a edição on-line do 23º Congresso Internacional de Educação da LBV, sob o tema “Estratégias para aulas remotas — tecnologia, jogos e inclusão: uma visão além do intelecto”.

O evento, que inicia às 19h30, contará com a participação de renomados palestrantes, entre eles a professora Donalda Baeta, doutora honoris causa em Ciências da Educação e Neuroeducação, mestre em Psicologia da Educação, com especialização em Necessidades Educacionais Especiais; e psicóloga, com especialização nas áreas educacional e de reabilitação pela Universidade do Algarve, em Portugal. Ela abordará o tema O “Ensino inclusivo  Intervenções pedagógicas e práticas nas escolas de Portugal”, na segunda-feira (28/6).

Na sequência, o professor Júlio Furtado, doutor em Educação pela Universidade de Havana, em Cuba, mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), consultor educacional e professor de pós-graduação e do ensino básico, falará sobre “As aprendizagens da escola na pandemia”.

Na terça-feira (29/6), é a vez da professora Fátima Alves, que trará importante contribuição a respeito da temática “O movimento, o intelecto e o afeto: a base da Psicomotricidade para a escola e a família em tempos de aulas remotas”Ela é mestre em Ensino de Ciências da Saúde e do Ambiente; docente da pós-graduação presencial e coordenadora de pós-graduação em Psicomotricidade da AVM Educacional, da Universidade Cândido Mendes (UCM) e da licenciatura à distância em Pedagogia da Faculdade Unyleya, no Rio de Janeiro.

A preleção de encerramento na sexta-feira (30/6) será da professora Suelí Periotto, doutora e mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e supervisora da Pedagogia do Afeto e da Pedagogia do Cidadão Ecumênico, da LBV que abordará as “Estratégias para a realização de aulas remotas: o uso da tecnologia, dos jogos e a inclusão: uma visão além do intelecto”, cujas ações são aplicadas na rede de ensino da Legião da Boa Vontade.

Para inscrições acesse a página www.lbv.org/congresso-de-educacao

Serviço: 

Evento: 23º Congresso Internacional de Educação da LBV — Edição on-line

Tema: “Estratégias para aulas remotas — tecnologia, jogos e inclusão: uma visão além do intelecto”.

Para quem: Professores e educadores sociais, gestores escolares e sociais, assistentes sociais, psicólogos e demais profissionais ligados às áreas da educação e da assistência social.

Data e horário: 28, 29 e 30 de junho, às 19h30.

Inscrições: www.lbv.org/congresso-de-educacao

Por:Ana Paula Ferreira

Assessoria de Marketing e Comunicação LBV
Legião da Boa Vontade | www.lbv.org

(91) 98123-5856

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Professores se sentiriam mais valorizados se participassem das políticas públicas educacionais

Dados foram apontados pela pesquisa Vozes Docentes, da Conectando Saberes

Além de exercerem a função de ensinar outras pessoas, os professores também desejam opinar e participar na realização de políticas públicas em seus municípios. É o que aponta a pesquisa Vozes Docentes, realizada pela Conectando Saberes. Foram ouvidos mais de oito mil docentes de 90 municípios espalhados pelo Brasil.

Entre os professores que participaram da pesquisa, 97% afirmaram que se se considerariam valorizados se participassem da formulação de políticas públicas. Outros 77% também se mostraram dispostos a formular as políticas educacionais sem serem remunerados.

Também ficou evidente que 39% desses profissionais aceitam dedicar 1h de trabalho não remunerado para participar das políticas públicas de seu município.

Para Tomaz Vicente, cofundador da Catálise – Impacto Social a várias mãos, empresa que também participou na elaboração da pesquisa, índices mostram um caminho que as secretarias de educação poderiam fazer com que os professores se sintam mais valorizados sem custos adicionais aos municípios.

“Como estamos num cenário de restrição fiscal, temos poucos recursos. É uma oportunidade muito legal que as secretarias têm, através dessa participação, que não é custosa, de fazer com que os professores se sintam valorizados. Acho que a participação talvez seja a grande descoberta da pesquisa”, opina Tomaz Vicente.

Para Tomaz, a participação dos professores nas políticas públicas educacionais é importante justamente porque os professores, por estarem na sala de aula no dia a dia, são capazes de contribuir de maneira eficaz com ideias e sugestões efetivas. “Por que não deixar o professor decidir algumas questões que afetam diretamente eles, como a formação, por exemplo? Ou como avaliar os alunos?”, indaga.

Iniciativa da rede Conectando Saberes, apoiada pela Fundação Lemann, Vozes Docentes tem o objetivo de fortalecer o diálogo entre docentes e Secretarias de Educação Municipais para que, juntos, consigam resolver os maiores desafios educacionais da atualidade.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Enem 2021: PL defende isenção de pagamentos para faltosos por conta da pandemia

Solicitações de isenção da taxa de inscrição terminam hoje (28)

Interessados em participar do Enem 2021 devem solicitar a isenção da taxa de inscrição até o final desta sexta-feira, 28. Aqueles que tiveram a isenção na edição 2020 do exame e não compareceram devem justificar a ausência por meio de documentação de comprovação para ter direito ao benefício neste ano. A regra, instituída pelo Ministério da Educação desde 2018, não inclui faltas motivadas pela pandemia.

Um projeto de lei protocolado com pedido de urgência na última quarta-feira (26), no entanto, quer mudar essa regra. Trecho do documento diz que “tempos excepcionais demandam medidas excepcionais”, o governo deveria “eliminar barreiras” para os jovens permanecerem estudando.

Segundo o relator do projeto, o deputado federal Ildivan Alencar (PDT-CE), as justificativas aceitas oficialmente pelo edital preveem casos como casamento, nascimento de filhos e até privação de liberdade, mas não citam a Covid-19. Um outro protocolo referente ao mesmo pedido já havia sido feito pelo deputado, solicitando alteração pelo Ministério da Educação (MEC), mas não houve retorno.

A última edição do exame, o Enem 2020, foi marcada por ausência recorde: 55,3% na edição impressa e de 71,3% na versão digital. Dos 5,7 milhões de candidatos confirmados 4,8 milhões (85%) obtiveram isenção da inscrição.

Prazo para solicitar isenção termina nesta sexta (28)

Alunos oriundos de escola pública ou bolsistas em instituição privada, comprovando atender aos critérios de baixa renda têm direito à isenção do Enem. Para tanto, precisam solicitar a isenção na Página do Participante. O prazo termina hoje (28), às 23h59.

O valor da taxa de inscrição para os não-isentos ainda não consta no edital do Enem 2021, mas na edição passada foi de R$ 85.

Caso o candidato já tenha sido isento na edição passada e não compareceu ao exame, precisará justificar a ausência com documentos, para seguir tendo acesso ao benefício. Conforme o edital, são aceitas as justificativas com os seguintes documentos:

– assalto ou furto: deve ser comprovado com boletim de ocorrência policial nas datas do exame ao qual o candidato estava inscrito (impresso ou digital);

– acidente de trânsito: deve ser apresentado boletim policial com dados do estudante e relato do acidente na data dos exames;

– casamento/união estável: será aceita a certidão de casamento ou contrato de união estável realizados na data dos exames;

– morte na família: poderá ser comprovada mediante certidão de óbito;

– maternidade: será preciso apresentar uma certidão de nascimento da criança nas datas do exame;

– acompanhamento de cônjuge ou companheiro: documento deverá ser expedido por alguma autoridade que ateste o deslocamento de cidade;

– privação de liberdade: mandado de prisão ou documento similar;

– emergência médica ou odontológica: atestado profissional relatando a condição de saúde do candidato;

– trabalho: situação que demande o deslocamento por motivos de trabalho, com identificação da empresa, CNPJ, e assinatura do empregador;

– intercâmbio acadêmico: documento assinado, em português, justificando o vínculo;

– atividade curricular: declaração ou documento assinado que comprove a participação em atividade escolar na data do Enem.

 

Comprovantes de renda para o Enem

Para garantir o benefício da isenção, é preciso comprovar não ter condições financeiras de pagar a taxa. Assim, são aceitos como comprovantes os seguintes documentos:

– comprovante de pagamento, como holerite ou contra-cheque;

– declaração assinada pelo interessado para autônomos, com nome, atividade que exerce, onde a executa, telefone de contato, há quanto tempo tem esta função e renda bruta mensal em reais;

– extrato de rendimento do INSS;

– recibo de seguro-desemprego e do FGTS;

– rescisão do contrato de trabalho;

– comprovante de programas sociais como Bolsa-Família.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil – Com Foto

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Multiplicação de pães e peixes e combate ao desperdício

(Foto:Reprodução)  –  Em meu livro O Capital de Deus, comento uma passagem evangélica que nos traz instrutiva lição. Conhecedor dos Soberanos Estatutos da Economia de Deus, ainda ignorados pela maioria dos seres humanos, Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, pôde realizar o milagre da multiplicação de peixes e pães, conforme o relato de Mateus, 14:13 a 21.

A primeira multiplicação de pães e peixes

13 Jesus, ouvindo que João Batista fora decapitado por ordem de Herodes, retirou-se dali num barco, para um lugar deserto, à parte. Sabendo disso, as massas populares vieram das cidades, seguindo-O por terra.

14 Desembarcando, Ele viu uma grande multidão. Compadeceu-se dela e curou os seus enfermos.

15 Ao cair da tarde, aproximando-se Dele, os Discípulos Lhe disseram: Senhor, o lugar é deserto, e vai adiantada a hora. Despede, pois, o povo para que, indo pelas aldeias, compre para si o que comer.

16 Jesus, porém, lhes disse: Não precisam retirar-se; dai-lhes, vós mesmos, o alimento.

17 Ao que Lhe responderam: Senhor, não temos aqui senão cinco pães e dois peixinhos!

18 Então, o Mestre ordenou-lhes: Trazei-os a mim.

19 E, tendo mandado que todos se assentassem sobre a relva, tomando os cinco pães e os dois peixinhos, erguendo os olhos ao céu, os abençoou. Depois, havendo partido os pães, deu-os aos Discípulos, e estes, às multidões.

20 Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que sobraram recolheram ainda doze cestos repletos.

21 E os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças.

Aliado a isso, não nos esqueçamos do que o Economista Divino nos ensinou a respeito da capacidade pessoal de cada ser humano, ao dizer: “Vós sois deuses. Eu voltarei ao Pai, vós ficareis aqui na Terra; (…) portanto, podereis fazer muito mais do que Eu” (Evangelho, segundo João, 10:34 e 14:12).

Alguém, talvez por ócio, analisando o trecho anterior, poderia argumentar que Jesus é um caso único e que, por isso, não há parâmetros para equivaler a nossa competência à Dele, celestemente superior. Uma maneira de combater esse raciocínio seria considerar que, mesmo não estando ainda no altíssimo patamar espiritual do Mestre dos mestres, somos capazes de gestos simples que fazem imensa diferença.

O poder de multiplicar os pães e os peixes também está em nós, a começar pelo consumo consciente. Vamos nos empenhar, então, por corrigir o desperdício. Quanto alimento descartamos por negligência! O que é desprezado pelas populações abastadas do mundo daria para acabar com a fome dos que padecem verdadeiros tormentos. É apenas um passo. Sim, mas um passo considerável. E só pela soma das aparentemente pequenas ações alcançaremos os maiores êxitos.

Como observou Confúcio (551-479 a.C.): “Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha”.

Faço aqui um destaque ao que revela o Evangelista Mateus, no versículo 20 do capítulo 14: “Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que sobraram recolheram ainda doze cestos repletos”.

Quer dizer, por determinação de Jesus, não jogaram fora o que lhes sobejou. As apreciáveis porções recolhidas pelos Discípulos haveriam de, em nova oportunidade, beneficiar aquela gente ou outra. Reitero sempre que a migalha de hoje é a farta refeição de amanhã. Reflitamos sobre isso.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

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Dia internacional comemora importância de brincadeiras na infância

Dia internacional do Brincar celebra a importância das brincadeiras na infância. – (Foto:Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Brincar de boneca, de colorir, de massinha, jogar bola, tocar pianinho são as brincadeiras preferidas da Mariah Alves Ferraz, de 5 anos.

No Dia Internacional do Brincar, celebrado nesta sexta-feira (28), ela e milhões de crianças em todo o mundo brincam para se divertir, mas, além disso, a brincadeira é parte fundamental do desenvolvimento infantil, diz a especialista em educação do Itaú Social, Juliana Yade.

“Brincar é essencial para o desenvolvimento infantil. É por meio dos jogos e brincadeiras que as crianças aprendem sobre o mundo e sobre elas. As crianças aprendem o tempo todo sozinhas, com outras crianças, com objetos, com adultos. Brincar é um direito, e as situações que são promovidas pelas brincadeiras ajudam muito no desenvolvimento da autonomia”.

A psicóloga Dora Leite, coordenadora do Setor Child Life, do Sabará Hospital Infantil (SP), completa: “Considerando que o brincar é a linguagem da criança, essa ação se desenvolve nas áreas tanto cognitiva, quanto afetiva, motora e social”.

As brincadeiras são essenciais para o desenvolvimento integral das crianças. Sua importância é tanta que é um direito garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), preconizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), e tem até um dia de celebração: 28 de maio.

Durante o período de isolamento social, porém, algumas atividades ficaram limitadas e está cada vez mais difícil manter as crianças tranquilas dentro de casa. O afastamento da rotina escolar, dos amigos e dos familiares tem criado o que alguns chamam de “estresse tóxico”, no qual as crianças ficam inquietas e entediadas.

“Foi necessário que as famílias criassem outras possibilidades de interação das crianças, às vezes por videochamada, às vezes dentro do próprio núcleo familiar, outras formas de brincadeiras, de jogos, de interações, seja na hora de cozinhar, de se alimentar, cuidar da casa, incluindo-as também nas tarefas domiciliares. Nesse sentido, as crianças acabaram ficando com menos possibilidades de interação, o que fez com que o cotidiano delas se tornasse mais restrito. Isso tem sim uma implicação até para o desenvolvimento da criança, mas acredito que, como elas são muito ávidas às possibilidades, quando esse momento minimizar ou passar, vão rapidamente recuperar esse tempo de isolamento social”.

Para a educadora social Juliana Yade, as crianças maiores criaram estratégias para se manter em movimento, em brincadeiras durante o isolamento. “Foi muito bom perceber, neste período, o quanto as famílias foram se adaptando às suas realidades, para que os jogos, as brincadeiras, as cantigas tivessem um valor nessa rotina desafiadora. Mesmo que as crianças não pudessem brincar com outras, essa relação com o adulto foi essencial para que a gente não rompesse com as possibilidades de desenvolvimento integral durante o período de pandemia”, destacou.

A mãe da Mariah, a professora Aline Alves Ferraz, tem usado diversos recursos para que a brincadeira continue animada durante o isolamento social. “Nossa saída para este período foi dispensar um tempo maior a ela e investir em opções de brinquedos que possibilitem uma interação individual, como quebra-cabeças,  a boneca de maquiagem, jogos educativos e até mesmo alguns jogos eletrônicos no celular, às vezes. Também continuamos brincando de cantar, colorir ou pintar, massinhas de modelar, desenhar para o outro adivinhar e baralhos”.

Aline também incluiu tarefas domésticas como brincadeira. “Brincamos de “loja de roupas” quando precisa arrumar suas roupas no quarto dela, e de aulinha, por ser o meu trabalho e, muitas vezes, ela presenciar devido ao home office. Vídeos do youtube, com aulas de balé e contos de histórias diversas também foram opções para nossa pequena”, afirmou.
PIANOFoto:Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Como os pais de Mariah também são músicos, canções sempre foram parte da brincadeira em casa. “Música sempre foi nossa aliada e ainda é, seja com utilização de instrumentos musicais ou simplesmente à capela, cantigas de roda ou para reprodução de uma coreografia”.
Brincadeiras da tradição oral brasileira

Mariah tem sorte de ter pais músicos, mas não é preciso nenhum talento extra para adicionar brincadeiras criativas no cotidiano das crianças, mesmo em casa. Para o Dia do Brincar, o Itaú Social destaca conteúdo voltado para o desenvolvimento integral das crianças.

Como parte da programação da Semana Mundial do Brincar 2021, promovida pela Aliança pela Infância, o Itaú Social destaca o conteúdo construído para valorizar os momentos em família por meio de brincadeiras fáceis de se fazer em casa.

O material conta com 25 opções de atividades que fazem parte da tradição oral brasileira adaptadas à realidade atual. O conteúdo, disponível em forma de curso online de duas horas, contém vídeos, áudios e e-book. Também há dicas para garantir a diversão de forma leve para toda a família. O material conta com o apoio técnico do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária.
Algumas dicas para garantir a diversão:

– Escolha um horário em que as crianças não estejam cansadas ou com fome, tampouco precisem relaxar logo depois.

– Organize o espaço em que a brincadeira acontecerá. Há três motivos para isso: facilitar a circulação e garantir a segurança; mostrar a todos que diferentes ambientes da casa podem ter usos variados; e chamar as crianças para a brincadeira.

– Use os materiais que você possui, faça as adaptações necessárias, ajuste as propostas ao que é possível na sua casa e reinvente as brincadeiras tradicionais, do tempo dos pais, tios, avós e bisavós.

– Em algumas atividades, os brincantes têm papéis definidos. Por exemplo, alguém precisa ser o pegador e os demais, os fugitivos. Procure revezar esses papéis, isso aumenta a autonomia das crianças e pode tornar a brincadeira mais divertida para todos. Contudo, o ideal é que o adulto comece exercendo o papel de quem comanda a brincadeira até que as crianças aprendam.

– As crianças gostam de repetir as brincadeiras. Então, não se preocupe em oferecer sugestões novas todos os dias. As brincadeiras podem ser repetidas enquanto estiverem interessando às crianças. Às vezes, variar um pouco a forma de brincar mantém a curiosidade dos pequenos.

– As mesmas brincadeiras podem ser muito divertidas em diferentes idades. Contudo, a partir de determinada fase, a criança terá mais condições de entender as propostas, desenvolvendo-as com mais autonomia.
Brinquedos tradicionais com materiais reutilizáveis

Quem quiser produzir o próprio brinquedo pode se inspirar na oficina de confecção de peteca e bilboquê, que traz instruções para a confecção dos brinquedos tradicionais com materiais reutilizáveis. As petecas são de origem indígena, já o bilboquê existe há mais de 500 anos no Brasil. A oficina pode ser assistida na página @museudainfanciaunesc.
Semana Mundial do Brincar

ESTUDO
Dia internacional do Brincar celebra a importância das brincadeiras na infância. – Foto:Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

É uma grande mobilização para sensibilizar a sociedade sobre a importância do brincar e a essência da infância. Promovida pela Aliança pela Infância no Brasil, em parceria com dezenas de outras organizações, seu objetivo geral é mostrar que o brincar é fundamental para a construção de uma infância digna. Em 2021, o tema da SMB é “Casinhas das Infâncias”, que busca valorizar o brincar de casinha, a casa e as tradições de brincadeiras, cantigas e jogos lúdicos passados de geração em geração.

Por:agenciabrasil.ebc.com.br

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Projeto da USP disponibiliza videoaulas com conteúdo do ensino médio

Material era oferecido para alunos ingressantes; agora qualquer pessoa pode acessar

A plataforma A USP te Espera, da Universidade de São Paulo (USP), passou a disponibilizar gratuitamente para qualquer pessoa videoaulas com conteúdo de matérias do ensino médio. Esse material era oferecido apenas para os alunos matriculados em cursos de graduação da instituição.

A iniciativa visa ajudar os estudantes do ensino médio complementando a aprendizagem adquirida em sala de aula nas escolas, além de ajudar os estudantes que ingressam nos cursos de graduação a rever e reforçar alguns assuntos básicos que serão utilizados ao longo do curso.

No momento, estão sendo oferecidas apenas videoaulas das disciplinas de Matemática, Física, Química e Biologia. O material foi desenvolvido por professores da USP, em parceria com a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp).

“Embora o projeto faça parte do Programa de Acolhimento da Pró-Reitoria, direcionado ao aluno ingressante, é importante destacar que o conteúdo é aberto e as videoaulas podem ser muito úteis e interessantes para os alunos veteranos e também para os estudantes do ensino médio”, afirmou o pró-reitor de graduação, Edmund Chada Baracat.

A previsão é que a plataforma ofereça videoaulas das oito disciplinas que compõem a Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio (BNCC): Matemática, Física, Química, Biologia, Português, História, Geografia e Inglês.

 

* Com informações da Agência Brasil

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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Senado aprova projeto que sugere melhorias na educação bilíngue para surdos

Conforme a proposta, a oferta de educação bilíngue de surdos terá início desde o nascimento

O Senado aprovou, nesta terça-feira (25), um projeto que inclui novos itens para qualificação da educação bilíngue como modalidade de ensino independente. O texto aprovado visa atender demandas da comunidade surda brasileira e da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), inclui o “respeito à diversidade humana, linguística, cultural e identitária das pessoas surdas, surdocegas e com deficiência auditiva”, e acrescenta o capítulo “Da Educação Bilíngue de Surdos”.

Caso seja aprovado na Câmara, a educação bilíngue será feita em escolas bilíngues de surdos, classes bilíngues de surdos, escolas comuns ou em polos de educação bilíngue de surdos. O público será de educandos surdos, surdocegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com deficiências associadas.

Conforme o projeto, a oferta de educação bilíngue de surdos terá início desde o nascimento e deverá se estender ao longo da vida. Para atender às especificidades linguísticas dos surdos, deverá haver, quando necessário, serviços de apoio educacional especializado, como o atendimento educacional especializado bilíngue. O projeto prevê, ainda, que os estudantes surdos tenham acesso a materiais didáticos e professores bilíngues com formação e especialização adequadas em nível superior.

O autor do projeto, senador Styvenson Valentim (Podemos – RN) afirma que essa é uma forma de “fazer verdadeira inclusão, garantindo a igualdade de condições de acesso e a permanência nas escolas”. Para ele, “uma escola bilíngue apresenta significativo potencial para contribuir efetivamente para a inclusão de fato dessas pessoas nas escolas brasileiras, pois leva em conta especificidades linguísticas, culturais e identitárias”.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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https://www.folhadoprogresso.com.br/curso-de-programacao-voltado-para-meninas-de-14-a-17-anos-abre-inscricoes/




Curso de programação voltado para meninas de 14 a 17 anos abre inscrições

Formação oferecida pela startup social {reprograma} está na segunda edição

A segunda edição do {reprograma} tens, que oferece cursos gratuitos na área de tecnologia exclusivos para meninas e mulheres, está recebendo inscrições para novas alunas. A formação será oferecida 100% pela internet para estudantes entre 14 e 17 anos. O curso é oferecido pela startup social {reprograma}, em parceria com a associação sem fins lucrativos B3 Social.

Interessadas podem realizar a inscrição através do site do programa. Além de preencher o formulário, o processo seletivo inclui enviar um vídeo de apresentação de, no máximo, um minuto. Um responsável legal pela menor de idade também deverá autorizar o uso dos dados cedidos. Nesta edição haverá preferência a jovens negras e trans.

Serão selecionadas 180 meninas adolescentes na primeira etapa, que ocorre entre 10 e 12 de junho, para participar de oficinas de um dia, onde haverá uma introdução sobre HTML e CSS. O objetivo é que elas possam, ao final das oficinas, colocar no ar o primeiro site e enviá-lo a recrutadores, estabelecendo, assim, uma ponte com o mercado de trabalho.

Após as oficinas, 30 alunas serão escolhidas para realizar o curso de front-end, com duração de seis semanas e início em 30 de junho. As aulas ocorrem sempre aos sábados à tarde, com revisão de atividades às quartas-feiras.

Nessa segunda fase, além de aprofundar os tópicos abordados na primeira etapa, elas vão aprender lógica de programação e JavaScript. Para participar do curso, é preciso ter acesso à internet e a um computador, mas a startup, por meio de parcerias locais, oferece auxílio às jovens que não tenham essa estrutura.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil – Com  Foto

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Encceja PPL: período de adesão ao exame começa nesta segunda-feira (24)

Unidades prisionais têm até o dia 4 de junho para manifestar interesse

A partir de hoje, 24, os órgãos de administração prisional e socioeducativa podem manifestar interesse para a aplicação do o Encceja PPL 2020 aos seus detentos. A solicitação deve ser encaminhada por meio do e-mail aplicacao.ppl@inep.gov.br até o dia 4 de junho de 2021.

Na solicitação será preciso indicar um responsável para acesso ao sistema do exame e às suas funcionalidades, além de ser assinada pelo secretário de Estado responsável pela instituição de administração prisional e socioeducativa.

As provas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para Pessoas Privadas de Liberdade ou sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade (Encceja PPL) 2020 seriam aplicadas no ano passado, mas, por conta da pandemia, foram adiadas para 2021.

O período de inscrição dos candidatos será de 7 a 18 de junho. A aplicação das provas ocorrerá nos dias 13 e 14 de outubro de 2021, para o ensino fundamental e médio, respectivamente.

O Encceja é destinado a jovens e adultos que não concluíram o ensino fundamental ou ensino médio na idade apropriada e desejam obter certificação de escolaridade nesses níveis de ensino. O exame seria aplicado no ano passado, mas por conta da pandemia foi adiado para 2021. O exame avalia competências, habilidades e saberes adquiridos no processo escolar ou extraescolar dos participantes. O Encceja é realizado pelo Inep, desde 2002.

A participação é voluntária, gratuita e tem como principal função a emissão de diplomas na educação básica – ensino fundamental e médio – para aqueles que não puderam concluir no período regular. Com o diploma em mãos, é possível ter mais chances no mercado de trabalho, além de poder tentar vagas em cursos de graduação.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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https://www.folhadoprogresso.com.br/feirao-de-estagio-e-emprego-ofertara-mais-de-100-mil-vagas-em-diferentes-empresas/