Inscrições para a Olimpíada Brasileira de Matemática Nível A estão abertas

Alunos regularmente matriculados nos 4º e 5º anos do ensino fundamental podem participar

Alunos regularmente matriculados nos 4º e 5º anos do ensino fundamental podem participar da terceira edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas Nível A (OBMEP Nível A). As inscrições ficam abertas até o dia 29 de setembro e podem ser realizadas através da página da OBMEP.

As provas são realizadas em fase única e serão aplicadas em 26 de outubro nas escolas de todo o país. Os participantes vão responder 15 questões objetivas que envolvem raciocínio lógico e criatividade. Estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) estão aptos a participar, desde que a série escolar corresponda a uma das séries aptas a participar da olimpíada.

As inscrições devem ser feitas em nome das escolas, exclusivamente, pelas secretarias de Educação municipais e estaduais e pelos representantes das escolas federais. O link foi enviado no dia 1º de setembro por e-mail para todas as secretarias e representantes.

A OBMEP é gratuita e visa estimular o estudo da matemática e melhorar a qualidade da educação básica, bem como difundir a cultura matemática e identificar novos talentos promovendo a inclusão social a partir do conhecimento.

Lançada em 2018, a OBMEP Nível A é elaborada e organizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), com apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC).

Na OBMEP Nível A, as secretarias de Educação e os representantes das escolas federais são os responsáveis pela impressão da prova, pela logística de aplicação e correção das avaliações. Eventuais premiações também são de responsabilidade das secretarias e representantes escolares. A divulgação do gabarito da prova no site da OBMEP está prevista para o dia 26 de novembro. Dúvidas podem ser esclarecidas no e-mail nivela@obmep.org.br ou pelo telefone (21) 2529-5084.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil com foto

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Encceja: Inep estende prazo para estudante solicitar reaplicação das provas

Quem faltou ao exame poderá fazer as provas em outubro

O pedido de reaplicação das provas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2020 foi prorrogado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pelo exame, para o próximo sábado (04). O prazo seria encerrado um dia antes.

Segundo o Inep, o motivo para o adiamento é que o sistema foi suspenso ontem (31), para “ajustes pontuais”. Os candidatos que faltaram às provas por apresentar sintomas de doenças infectocontagiosas ou problemas logísticos podem pedir reaplicação no site do programa.

O Encceja foi aplicado no domingo (29) em 622 cidades nos 26 estados e no Distrito Federal. A edição, adiada desde o ano passado por conta da pandemia, contou com mais de 1,6 milhão de inscrições. Do total de inscritos, 301.438 buscam a certificação para o ensino fundamental e 1.328.608 para o ensino médio.

Quem tem direito à reaplicação do Encceja

Conforme edital, podem entrar com pedido de reaplicação por motivo de doenças quem apresentou até o dia da prova sintomas de Covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa prevista no edital, como coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola ou varicela.

Como orienta o edital, quem se enquadrar nesses motivos deverá inserir, obrigatoriamente, além da documentação solicitada, o diagnóstico feito por um médico profissional, cadastrado no conselho da profissão. O documento precisa ser anexado em formato PDF, PNG ou JPG, no tamanho máximo de 2 MB.

Já para os problemas logísticos, como desastres naturais ou falta de energia elétrica, o inscrito deverá descrever o que aconteceu, por meio do sistema Encceja. O Inep também receberá documentos que comprovem o ocorrido e analisará cada caso.

Para as pessoas que tiverem as solicitações aceitas pelo Inep, a reaplicação das provas será nos dias 13 e 14 de outubro, juntamente com o Encceja par pessoas privadas de liberdade.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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Conscientização hoje… … antes que seja tarde para os inquilinos da Terra.

(Foto:Reprodução) Muito oportuno e atual o tema da Reunião de Alto Nível do Conselho Econômico e Social (Ecosoc) das Nações Unidas em 2018 — “Do global ao local: apoiando sociedades sustentáveis e resilientes em comunidades urbanas e rurais” —, realizada de 16 a 19 de julho, em Nova York, nos Estados Unidos. A Legião da Boa Vontade (LBV) tem trabalhado em sintonia com esse assunto de maneiras diversas, com especial atenção a populações em situação de vulnerabilidade social, capacitando-as e empoderando-as para que consigam reagir às dificuldades socioeconômicas, bem como às de ordem pessoal que tantas vezes as afligem e, assim, construir um futuro melhor não apenas para si mesmas, mas para as gerações futuras.

De acordo com nosso contributo para fomentar a consciência ambiental em todas as gentes, também há décadas venho insistindo que a destruição da Natureza é a extinção da raça humana. Fica evidente que essa não é uma simples frase de efeito para chamar a atenção desta humanidade, sempre apressada, muitas vezes rumo ao próprio extermínio.

Em geral, as criaturas se movem como se o amanhã não existisse. Desse modo, deixam de avaliar o resultado futuro de seus atos no presente. É preocupante, porque, quando os efeitos devastadores da má semeadura chegam, o quadro pode ser irreversível ou acompanhado de imensos prejuízos.

Sustentabilidade é palavra da moda. Contudo, agimos em consonância com seu significado? Os problemas relacionados aos recursos naturais aumentam a cada dia. Vejam a diminuição dos reservatórios de água em diversas cidades brasileiras e do mundo!

Vez por outra, vêm à tona estudos demonstrando que qualquer ação desenfreada contra o meio ambiente traz algum tipo de desequilíbrio local ou a distância. Mesmo assim, as árvores continuam sendo “estorvo” ou objeto de ganância sem fim na Amazônia, na Mata Atlântica, no Cerrado ou em qualquer lugar do planeta. Até quando?

Guerra aos plásticos nos oceanos

Vejam o caso da proliferação de resíduos descartáveis e de microesferas de plástico em cosméticos e produtos de higiene, que, nos últimos vinte anos, se tornou uma emergência mundial — a ponto de a Organização das Nações Unidas (ONU) ter lançado, em fevereiro de 2017, a campanha global Mares Limpos, fomentando ações para combater o lixo nos oceanos, do qual 60% a 90% são compostos de vários tipos de plástico, em diferentes tamanhos e nos mais diversos estágios de degradação.

Atitudes decididas de preservação

Na década de 1980, pesquisadores já alertavam para o risco de a capital bandeirante vivenciar clima semelhante ao do Nordeste do Brasil. Com seguidas massas de ar seco sobre a região, falta de chuva recorrente, poluição sem controle, sua famosa marca de “terra da garoa” vai ficando no passado. Ainda que o comportamento climático também seja cíclico, tal fato não sugere que devamos baixar a guarda.

A situação é extremamente grave. Estima-se que, se não ocorrerem significativas mudanças no atual cenário, até 2050, haverá mais plásticos nos mares do que peixes (medida calculada em peso). Como muito bem alertou Erik Solheim, então diretor-executivo da ONU Meio Ambiente e responsável pela campanha: “Estamos muito atrasados em resolver o problema do plástico que flagela nossos oceanos. A poluição plástica está surfando em direção às praias indonésias, assentando no fundo do mar no Polo Norte e subindo na cadeia alimentar até nossas mesas de jantar. Estivemos parados por tempo demais, enquanto o problema só piorava. Isso tem de acabar”.

A esperança é que o povo — e isso em todo o orbe, desde as pessoas mais simples às que dirigem as nações — tome atitudes decididas de preservação de nossa espécie. Se as coisas persistirem como andam, lá na frente poderemos ler anúncios assim: “Restam poucos exemplares humanos em tal localidade. A região, antes repleta de vida, tornou-se hostil, sendo totalmente prejudicada pela aridez e pela falta de visão de seus moradores”. Pode ser chocante, mas os filhos da atual geração e, posteriormente, os netos dela própria pedem socorro aos que hoje gastam, de maneira condenável, o que o planeta lhes oferece.

Hawking: colonizar o espaço para sobreviver

O conceituado astrofísico inglês Stephen Hawking (1942-2018) chegou mesmo às raias de afirmar ao site Big Think que “nossa única chance de sobrevivência em longo prazo não é permanecer na Terra, mas se espalhar pelo espaço”. E prossegue: “Eu vejo um grande perigo para a raça humana. Houve vezes, no passado, em que a sobrevivência [do ser humano] foi incerta. (…) Nossa população e o uso de recursos finitos do planeta Terra estão crescendo exponencialmente, assim como nossa capacidade técnica de mudar o ambiente para o bem e para o mal”, disse Hawking.

É de se destacar também que muita gente idealista e pragmática vem dando voz ativa à fauna e à flora que nos cercam. Entretanto, é preciso que essa consciência se multiplique por toda parte, começando pelas crianças, em casa e nas escolas.

Aplacar as tempestades

Confiantes, rogamos a Deus que aplaque as intempéries meteorológicas, que levam, todos os anos, sofrimento a multidões no mundo. E sejamos cidadãos conscientes de que, se merecedores, Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, em pessoa novamente, fará os prodígios relatados no Evangelho, segundo Lucas, 8:24, quando o Celeste Timoneiro acalma uma tempestade.

O Mestre dos Milênios virá e repreenderá o vento e a fúria da água, hoje simbolizada igualmente pela sua escassez. Usufruir de bonança na atualidade depende do convívio harmônico com a Natureza.

E finalizo este texto com trechos da mensagem “LBV, Rio-92 e os desafios da Rio+20”, que humildemente enderecei aos chefes de Estado do mundo inteiro, suas comitivas e representantes da sociedade civil, presentes à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (CNUDS), a Rio+20, realizada entre os dias 13 e 22 de junho de 2012, na capital fluminense. Especialmente para o evento, remetemos a revista BOA VONTADE Meio Ambiente nos idiomas português, inglês, espanhol e francês.

Gente que luta

Para que nosso planeta sobreviva aos efeitos de tanta ganância pelos séculos, verdade seja dita, temos visto notáveis esforços de pesquisadores e de cidadãos engajados na melhora da qualidade de vida por todo o globo. Aliados às iniciativas que buscam a alimentação saudável, por intermédio da agricultura orgânica, meios de transporte alternativos e a proteção do meio ambiente, pela reciclagem e pelo tratamento racional do lixo e aproveitamento das águas da chuva, excelentes trabalhos de cientistas e outros estudiosos prometem bons resultados no curto e no longo prazos. Por exemplo, é intensa a pesquisa na área energética, sobretudo em relação a fontes renováveis e limpas: biocombustível, biomassa, energia azul, energia geotérmica, energia hidráulica, hidreletricidade, energia solar, energia maremotriz, energia das ondas e energia eólica, além de outros objetos de estudo pouco conhecidos e aqueles que nem mesmo sabemos ainda que serão descobertos. A Fé é o combustível das Boas Obras.

“Não jogam a toalha”

Destaco, por devido, o esforço militante, pela causa do meio ambiente, de entidades governamentais e do Terceiro Setor, sérias e ativas, no Brasil e no mundo; de multidões de idealistas que “não jogam a toalha” e continuam na linha de frente pelejando por um planeta realmente melhor.

Nosso brado é este: Educar. Preservar. Sobreviver. Humanamente também somos Natureza.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

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Com retorno das aulas presenciais iniciativas visam reduzir evasão escolar

Governo de São Paulo, por exemplo, pagará mil reais para aluno que se manter na escola

Com as escolas fechadas na pandemia de Covid-19, o Brasil regrediu 20 anos nos números sobre evasão e abandono escolar. Para minimizar os prejuízos no ensino, as aulas remotas foram adotadas mas, devido à desigualdade também tecnológica, estima-se que aproximadamente 4,1 milhões de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos tiveram dificuldade de acesso ao ensino virtual em 2020, de acordo com o estudo “Enfrentamento da cultura do fracasso escolar”.

Com a mobilização para a retomada das aulas presenciais, que estão voltando gradualmente no país, há pela frente o desafio de recuperar os estudantes que deixaram de estudar.

Em São Paulo, por exemplo, há duas semanas o governo estadual lançou o Bolsa do Povo Educação para os estudantes mais vulneráveis do ensino médio.

A ação prevê o pagamento de benefício no valor de mil reais, por ano letivo, e tem como objetivo principal o combate à evasão escolar. Os pagamentos serão feitos proporcionalmente ao ano letivo e estão condicionados à frequência escolar mínima de 80%, à dedicação de 2 a 3 horas de estudos pelo aplicativo Centro de Mídias SP (CMSP) e à participação nas avaliações de aprendizagem. Os estudantes da 3ª série do Ensino Médio devem ainda realizar atividades preparatórias para o Enem. As inscrições para os moradores do estado vão até o dia 12 de setembro, por meio do site https://www.bolsadopovo.sp.gov.br/.

Em Goiás, uma das estratégias adotadas para dirimir os impactos da evasão escolar por conta da pandemia foi um projeto-piloto realizado pelo Instituto Sonho Grande em colaboração com a Secretaria de Estado da Educação de Goiás e a empresa Movva. Realizado pela primeira vez ano passado, o projeto enviou mensagens SMS para 15 mil alunos de escolas de ensino médio em tempo integral da rede.

As mensagens encaminhadas, conforme noticiou o Portal Porvir, não precisam de conexão com internet e possuem um tom de motivação para que os estudantes não desistam dos seus projetos de vida por meio da educação. Entre os conteúdos das mensagens, estão dicas para organizar os estudos em casa.

“As mensagens foram baseadas no contexto da rede de Goiás. Fizemos algumas entrevistas com estudantes para entender como estava sendo sua experiência de estudos em casa e quais eram os desafios que eles estavam enfrentando”, disse Clara Schettino, gerente de estudos e avaliações do Instituto Sonho Grande ao Porvir. “Além disso, também nos apoiamos na teoria de economia comportamental para entender o formato da mensagem para que ela tivesse o efeito desejado”, reitera a gerente.

Busca ativa para não perder alunos

No Rio de Janeiro, em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a prefeitura iniciou uma busca ativa para evitar o aumento do número de alunos fora da escola. Na busca, uma equipe vai até a casa dos responsáveis pelas crianças para conscientizar sobre a importância da educação.

“O número de crianças ou que já estavam fora da escola ou que, nas últimas semanas, não estavam desenvolvendo nenhuma atividade escolar, era o mesmo número de crianças que não frequentavam a escola no ano 2000. Isso no Brasil como um todo. Ou seja, um retrocesso de 20 anos. Isso é muito grave”, disse Luciana Phebo, que coordena o projeto no Rio de Janeiro, ao Jornal RJ2.

Essa ação pode ser replicada por qualquer munícipio brasileiro com apoio da plataforma Busca Ativa Escolar, criada pelo Unicef. “A intenção é apoiar os governos na identificação, registro, controle e acompanhamento de crianças e adolescentes que estão fora da escola ou em risco de evasão. Por meio da Busca Ativa Escolar, municípios e estados têm dados concretos que possibilitarão planejar, desenvolver e implementar políticas públicas que contribuam para a garantia de direitos de meninas e meninos”, se apresenta a plataforma.

Iniciativa privada reduz valor das mensalidades em instituições de todo o país 

Em parceria com instituições particulares de ensino, o Educa Mais Brasil é um dos principais programas de incentivo estudantil privados do país. Através do programa, é possível estudar em boas escolas e faculdades pagando até 70% do valor das mensalidades.

Preocupada com o ensino das filhas Gisele, 14 de anos, e Karina, de 9, a ajudante de limpeza Elizete Batista, 42, viu através do Educa a possibilidade de dar um estudo melhor para elas. “Eu ficava apreensiva em deixar minha filha na escola pública pelo que eu via no ambiente, que me desagradava, incomodava ao ponto de orar pedindo uma oportunidade melhor de educação para Karina”, conta.

Desde 2018, a filha mais velha de Elizete estuda na escola Ph3, de Parnamirim (RN). Atualmente, Gisele já cursando o nono ano, mas já pensa no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Ainda indecisa, ela analisa fazer faculdade de Medicina ou ingressar na Marinha, profissões que ela acha inspiradoras. “Tive que ter fé e alguém que me entusiasmasse a lutar para que minha filha tivesse uma educação de qualidade e quem me entusiasmava era o Educa Mais Brasil”, declara a mãe.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Cursos gratuitos auxiliam professores na volta às aulas

As especializações são gratuitas, on-line e possuem certificação

O retorno presencial às salas de aula está ocorrendo de forma gradual em alguns lugares do Brasil. Cerca de 189 milhões de pessoas já receberam ao menos a primeira dose do imunizante contra o novo coronavírus, de acordo com o Governo Federal, até julho desse ano.

Com o avanço da imunização contra a Covid-19, o setor da educação planeja retornar de forma segura às aulas. Para auxiliar nesse processo, a plataforma de formação continuada Escolas Conectadas disponibiliza sete cursos para ajudar os educadores no planejamento de uma aprendizagem significativa nessa volta às aulas. As especializações são gratuitas, on-line, certificadas e podem ser realizadas como e onde o educador quiser.

“Para além do retorno físico às salas de aula, os professores precisam pensar como estão a cabeça dos alunos após quase dois anos de aula remota. A expectativa em reencontrar os amigos, a ansiedade por retornar ao espaço onde essas crianças, esses jovens se sentem bem. Por outro lado, o medo de sair de casa também precisa ser levado em consideração. Por isso, abordar conteúdos e proporcionar momentos de descontração e alegria são essenciais para um retorno tranquilo”, afirma a professora Mariana Gonçalves, 35.

Confira as especializações gratuitas oferecidas aos professores:

  1. Jogos e brincadeiras: para além da seriação

Um dos conteúdos que mais engaja os estudantes, independentemente do nível de aprendizagem são os jogos. Através do lúdico, os alunos potencializam seu desenvolvimento de forma divertida e educativa. O propósito deste curso é discutir e analisar as potencialidades deles na constituição da infância e na construção de vínculos.

Início: 30 de agosto
Término: 27 de setembro
Carga horária: 20 horas
Modalidade: Mediado
Competências da BNCC envolvidas: Comunicação; Empatia e cooperação; Autoconhecimento e autocuidado; Cultura Digital; Repertório Cultural
Certificação: Universidade Estadual do Rio Grande do Sul

  1. Experiências educativas inovadoras usando as TIC

As Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) vieram para ficar. Falar em inovação e integração entre profissionais da educação e estudantes é também debater as possibilidades dos recursos tecnológicos como potencializadores do desenvolvimento de competências e habilidades do século XXI. O objetivo do curso é reavaliar práticas pensando no contexto atual e adaptá-las para a realidade de cada turma.

Início: 30 de agosto
Término: 27 de setembro
Carga horária: 10 horas
Modalidade: Autoformativo
Competências da BNCC envolvidas: Conhecimento; Pensamento científico, crítico e criativo; Comunicação; Autoconhecimento e autocuidado; Cultura Digital.
Certificação: Centro Universitário Ítalo Brasileiro

 

  1. Inova Escola – Personalização

Cada estudante é único e merece a chance de traçar o próprio caminho de aprendizagem. Por meio da personalização, os professores podem compreender as necessidades individuais e valorizar a diversidade de saberes da turma. O objetivo do curso é preparar os participantes para aplicar o conceito de personalização em suas realidades, adaptando práticas para desenvolver autonomia e mediar o processo de aprendizagem de acordo com os ritmos variados dos estudantes.

Início: 27 de setembro
Término: 25 de outubro
Carga horária: 25 horas
Modalidade: Mediado
Competências da BNCC envolvidas: Conhecimento; Pensamento científico, crítico e criativo; Comunicação; Autoconhecimento e autocuidado; Trabalho e projeto de vida
Certificação: Instituto Singularidades

  1. Avaliação: para que e como avaliar

Uma vez adotadas práticas inovadoras, os processos avaliativos também precisam acompanhá-las. O objetivo da avaliação é conhecer como o estudante pensa para ajudá-lo a aprender. Neste curso, os educadores são convidados a trabalhar com diferentes abordagens avaliativas, em modelos presenciais e remotos, e a pensar nelas como parte do processo de aprendizagem.

Início: 11 de outubro
Término: 08 de novembro
Carga horária: 20 horas
Modalidade: Mediado
Competências da BNCC envolvidas: Conhecimento; Pensamento científico, crítico e criativo; Comunicação; Argumentação; Autoconhecimento e autocuidado;
Certificação: Universidade Estadual do Rio Grande do Sul

 

  1. Sem medo da indisciplina: a construção participativa da disciplina na sala de aula

Conceitos como disciplina e indisciplina são discutidos, buscando responder algumas das questões mais essenciais dos educadores em relação à gestão de uma sala de aula. A partir dos tópicos levantados ao longo do módulo, o objetivo é fazer com que o educador sinta-se mais confortável para buscar soluções de construção participativa com a turma.

Início: 11 de outubro
Término: 08 de novembro
Carga horária: 50 horas
Modalidade: Curso mediado
Competências da BNCC envolvidas: Conhecimento; Argumentação; Empatia e Cooperação; Autoconhecimento e autocuidado; Responsabilidade e cidadania.
Certificação: Universidade Estadual do Rio Grande do Sul

 

  1. Produção colaborativa de conhecimento: redes para multiplicar e aprender

Diante da possibilidade de personalizar conteúdos e analisar grandes volumes de dados, a colaboração se torna uma das mais importantes habilidades a ser desenvolvida para tomar decisões e executá-las de forma efetiva. A ideia do curso é incentivar construções coletivas em sala de aula e em outros ambientes, criar redes e ampliar a conexão entre profissionais da educação e estudantes.

Início:  25 de outubro
Término: 22 de novembro
Carga horária: 50 horas
Modalidade: Mediado
Competências da BNCC envolvidas: Conhecimento; Comunicação, Argumentação; Empatia e cooperação; Cultura Digital
Certificação: Universidade Estadual do Rio Grande do Sul

 

  1. Mudanças de tempos e espaços para a inovação pedagógica

Entre tantos impactos produzidos pela pandemia sobre a educação, a necessidade de repensar os tempos e espaços escolares talvez seja o maior. Neste curso, o objetivo é apresentar estratégias que permitam romper o modelo tradicional de escola para encorajar a paixão por aprender, o exercício da curiosidade e a adoção de princípios e procedimentos científicos, como a investigação, a análise crítica, a imaginação e a criatividade.

Início:  25 de outubro
Término: 22 de novembro
Carga horária: 20 horas
Modalidade: Mediado
Competências da BNCC envolvidas: Conhecimento; Comunicação; Argumentação; Pensamento científico, crítico e criativo; Empatia e Cooperação
Certificação: Universidade Estadual do Rio Grande do Sul

 

* Com informações da Fundação Telefônica Vivo

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

 

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Mercado Livre disponibiliza capacitações on-line e gratuitas

A oferta é feita através de plataforma educacional; cursos são na área de marketing digital 

A plataforma educacional Mercado Ads Academy, do Mercado Livre, está disponibilizando cursos 100% virtuais e gratuitos para quem deseja ampliar os conhecimentos em marketing digital. As especializações são voltadas para agências, empresas, vendedores e estudantes de marketing e publicidade. Os cursos, que oferecem certificação, são focados nas áreas de branding, performance e programática.

Para ter acesso aos módulos de estudos dos cursos, basta acessar a Mercado Ads Academy e realizar a inscrição. Até o momento foram disponibilizados quatro módulos com diferentes cursos cada. São eles:

– Brand Building: é ensinado como criar campanhas de Branding para posicionar sua marca na mente do consumidor;

– Fundamentals: são apresentados níveis introdutórios dos cursos de Brand Building e Product Ads;

– Product Ads: os alunos aprendem a criar campanhas publicitárias e melhorar a exposição dos seus produtos nos resultados de busca do Mercado Livre;

– Audience Deals: como criar campanhas automatizadas em tempo real com o uso da tecnologia e conhecimento das audiências.

Após a conclusão do curso, o estudante poderá responder o questionário e obter a pontuação exigida para receber o certificado. São exigidos pelo menos 80% de acerto da prova. Caso não atinja a porcentagem, é possível que o estudante faça o teste novamente após 24 horas.

“O objetivo da plataforma é oferecer conhecimento ao público geral, em específico àqueles que anunciam no Mercado Livre, tendo sucesso em suas vendas. Queremos educar o mercado com soluções de advertising no e-commerce. Portanto, o Mercado Ads Academy chega para proporcionar formações diferenciadas e criar oportunidades para profissionais da área se destacarem no mercado”, comenta Fabiana Manfredi, diretora sênior de Mercado Ads.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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Capacitações gratuitas com certificado são oferecidas pela ESPM

Os cursos serão ministrados em formato de “pocket live” entre o final de agosto e o mês de setembro

Formações que abordam temas do universo de marketing, publicidade, comunicação e tecnologia estão sendo disponibilizadas gratuitamente pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). As aulas são ministradas on-line e ao vivo no formato de “pocket live” e possuem, em média, duas horas de duração.

Ao todo, estão sendo disponibilizados 11 cursos, entre eles: Como turbinar o seu LinkedIn e se destacar na multidão, Big Data e Inteligência Artificial como alavanca de disrupção de Negócios. Para participar das aulas, basta acessar a página da instituição e se inscrever no curso desejado se atentando para a data de realização.

A ESPM é uma das instituições de ensino superior mais conhecidas do país. Fundada em 1951, a faculdade possui campi em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Florianópolis e oferece cursos de  graduação, pós-graduação, mestrados e doutorados.

Confira, abaixo, algumas opções de cursos disponíveis:

Como turbinar o seu LinkedIn e se destacar na multidão: dará dicas sobre como fortalecer os perfis no LinkedIn, aumentando a empregabilidade e a reputação profissional dos alunos e das alunas. Curso voltado para pessoas de qualquer nível hierárquico que pretendam ter uma presença profissional marcante na web. A professora Tatiana Maia Lins é responsável pela aula que será disponibilizada no dia 30/08.

Comportamento All Line: “Como se tornar presente numa jornada all line?” Essa é a principal questão que será discutida na formação. Ministrado pelos professores Diogo Oliveira e Sergio Lage Teixeira de Carvalho no dia 01/09, o curso vai abortar tópicos como mídia, pontos de contato, omnicanalidade e gestão da experiência.

Big Data e Inteligência Artificial como alavanca de disrupção de Negócios: aborda os resultados que a Big Data vem trazendo para os negócios, assim como as transformações dos negócios com estratégia baseada em Big Dados e Inteligência Artificial. O curso será ministrado pelo professor José Anibal Ferreira, no dia 02/09.

SEO: Técnicas de otimização de conteúdo focado em SEO para e-commerce e blog: no dia 09/09, o professor Williams Bayczar vai analisar diferentes usos do SEO para os buscadores e compreender as diferenças entre buscas pagas e orgânicas.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil com foto
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Agosto Lilás: iniciativas disseminam informações e suporte a vítimas de violência doméstica

1 em cada 4 mulheres acima de 16 anos afirma já ter sido vítima de algum tipo de violência

Na pandemia, o problema da violência doméstica contra mulheres tem sido algo preocupante entre organizações que lidam com o assunto. De acordo com o relatório “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, do Instituto Datafolha encomendado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), a cada minuto, oito mulheres são agredidas no país e, na pandemia, uma em cada quatro mulheres acima de 16 anos afirma ter sido vítima de algum tipo de violência.

As notificações são ainda mais problemáticas tendo em vista que nove em cada 10 mulheres não confiam nos órgãos oficiais de atendimento à mulher vítima de violência, de acordo com dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto AzMina, em parceria com a consultoria Plurix, que ouviu 437 mulheres e homens de todo país.

Durante todo o mês de agosto, chamado de “Agosto Lilás”, diferentes organizações chamam a atenção para esses números dando luz a iniciativas que tentam reverter as violências contra as mulheres.

Comandada pelo psicanalista clínico Cezar Camargo, 40, a Fundação D’Camargo Centers é uma dessas iniciativas. Com sede em Rolim de Moura, no estado de Rondônia, a instituição busca auxiliar mulheres em situação de vulnerabilidade emocional, que passam ou passaram por episódios de violência doméstica.

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Psicanalista Clínico Cezar Camargo … s -Foto:Diulgação – Acervo Pessoal.

“O nosso trabalho se inicia no acolhimento não apenas daquelas que já sofreram algum tipo de agressão, mas também das que podem sofrer. Em conjunto com a Pastoral da Menor, do Conselho de Mulheres e a Delegacia da Mulher da cidade, nós ficamos sabendo de situações que ainda não chegaram as vias de fato mas que já existe uma agressão verbal, o que gera uma tensão por parte da mulher”, explica Cezar.

A Fundação oferece suporte psicológico, jurídico, social e assistencial para mulheres que passam por violência doméstica e que precisam de ajuda para se reerguer e ter autonomia da sua própria vida e história. É uma rede de apoio com a intenção de resgatar, a cada dia, a força e a coragem dessas mulheres que já sofreram tanto no convívio com seus algozes.

Aos poucos, tendo o suporte necessário de uma rede de profissionais multidisciplinares as mulheres atendidas pelo projeto percebem que é possível sair da situação de vulnerabilidade. Possibilitar a esperança de um futuro melhor para a vida de mulheres que sofrem com a violência doméstica é uma das motivações da fundação para continuar ativa.

“A gente não pode fazer muito ainda, mas toda nossa equipe se empenha para levar um olhar diferente de futuro para essas mulheres. Proporcionar qualificação, estudo, disciplina, preparo. Fazer com que elas tenham uma visão melhor de si mesma, escolhendo se amar, cuidar de si e, acima de tudo, mostrando que tendo uma rede de apoio e força de vontade elas podem mudar suas vidas”, defende o especialista.

Supervisora da Fundação D’Camargo Centers, a engenheira ambiental Mari Lira é gestora ambiental e enxerga no trabalho que eles desenvolvem a luz no final do túnel para as diversas mulheres assistidas pela instituição. “O nosso trabalho é levar esperança para aquelas que precisam de que elas podem permear um caminho diferente. Ajudamos para que descubram exatamente onde querem chegar. Então, é uma trilha de esperança com diversas metas, para que essas mulheres consigam ver que é possível sair de uma relação abusiva e falar ‘estou livre, estou salva, estou bem, estou curada’”, defende Lira.

Agosto lilás com Afeto

Outra iniciativa que tem auxiliado pessoas em situação de violência doméstica é a Rede Afeto que visa dar apoio, fortalecimento, escuta e troca de orientações para meninas e mulheres em situações de vulnerabilidade. Comandada por Suzana Coelho, coordenadora do curso de Serviço Social da Universidade Salvador (Unifacs) e responsável técnica pelo projeto, a Rede Afeto começou como um espaço para ajuda de estudantes universitárias que sofriam abusos. O suporte ultrapassou as fronteiras da universidade.

“Criamos o Instagram e divulgamos alguns cards de orientação, mensagens de motivação e, além das alunas da própria faculdade, mulheres fora do convívio acadêmico começaram a seguir a página e demandar de nós algum tipo de acolhimento. Então, nos estruturamos e hoje somos um grupo formado por estudantes e egressas dos cursos de Psicologia, Medicina e Serviço Social. Começamos a fazer rodas de conversa, convidando as pessoas para bate-papos e assim fomos nos aproximando”, conta a coordenadora.

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Com objetivo de ampliar ainda mais o alcance das informações compartilhadas, a Rede Afeto vai realizar, o I Simpósio Agosto Lilás: “Reflexões multiprofissionais sobre o ciclo de violência contra a mulher”, no dia 28 de agosto, às 13 horas. O evento oferece certificação de 5 horas. A mesa de debate contará com a presença de profissionais de Serviço Social, Psicologia, Direito e Medicina, além de convidadas da Central Única das Favelas (Cufa) que participarão da abertura e do encerramento do simpósio com apresentações culturais. A live será realizada no Youtube e o público pode se inscrever através do formulário.

Combate através do Twitter

O Instituto AzMina em parceria com o Twitter desenvolveu a assistente virtual Penha. De forma rápida e fácil, as mensagens trocadas pelo Direct do Twitter ajudam na identificação de sinais de relação abusiva e orienta como interromper situações de violência de forma segura. Para receber um atendimento, basta enviar uma Mensagem Direta (DM) para o perfil @revistaazmina no Twitter.

“As plataformas digitais são um espaço fundamental para a conscientização acerca da violência doméstica. Nos últimos anos, vimos crescer a confiança de mulheres no uso de aplicativos para o registro de denúncias de assédio e violências. Na conversa com a Penha, a mulher vai saber mais sobre relacionamento abusivo, aprender como ajudar outra mulher nessa situação e receber orientações importantes de serviços gratuitos próximos a ela”, explica Marília Moreira, gerente de projetos do Instituto AzMina.

Quem precisar ser atendida pela assistente Penha vai receber informações sobre os serviços da rede de atendimento à mulher mais próximos. Entre eles estão os locais públicos de denúncia como a Delegacias da Mulher, Defensoria Pública e Ministério Público, serviços de assistência social, acolhimento, a exemplo da Casa da Mulher Brasileira e outros centros de referência e unidades básicas de saúde e serviços de violência sexual e aborto legal. O importante é fazer chegar a mensagem para quem sofre de abusos de que qualquer tipo de violência é inaceitável.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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Presença de Talibã no Afeganistão prejudica acesso de mulheres à educação

Sistema educacional seguido pelo grupo exclui diversidade de gênero

Na última semana, o mundo tem acompanhado com apreensão a volta do grupo radical Talibã ao comando do Afeganistão. Entre as mudanças já impostas ao país está a retirada do acesso à educação para as mulheres. Em um relato à rede BBC, a estudante de Ciências da Computação, da Universidade de Cabiul, Aisha Ahmad, de 22 anos, pediu asilo a algum país para que ela possa concluir os estudos, algo que ela acredita não ser mais possível no Afeganistão.

Aisha foi uma das pessoas agredidas junto à multidão que tentava pegar um voo para fugir do país no Aeroporto Internacional Hamid Karzai, no último dia 16 de agosto, que culminou em mortes, dentre a queda de duas pessoas de um avião.

Hada Hamidi, de 21 anos, também passa pela mesma situação que Aisha. Aluna de engenharia de uma das principais instituições de ensino de Cabul, tinha a previsão de concluir sua graduação em dezembro de 2022. “Vocês, brasileiras, são muito sortudas, porque vivem em um país sem guerra, em paz. Valorizem sua comunidade e busquem seu melhor. Ninguém deveria jamais pensar que uma mulher é fraca e dependente do homem”, disse Hamidi ao G1.

Como explica o explica o historiador e professor Ricardo Carvalho, a educação no Afeganistão passa a ser regida pelos princípios da fé islâmica traduzidos pelo discurso fundamentalista. Com isso, exclui as mulheres e qualquer diversidade de gênero e orientação binária. Assim, mulheres, homossexuais e estrangeiros não-islamizados estarão alheios a qualquer benefício no país, incluindo a educação formal.

Motivo da atual guerra no Afeganistão

Segundo o professor Ricardo Carvalho, o conflito atual no Afeganistão tem uma ancestralidade muito grande. Com o mundo contemporâneo, o país entrou no cenário da geopolítica de forma tensa, principalmente quando foi invadido no final dos anos 70, no início dos anos 80, pelas tropas soviéticas que tentaram garantir o controle da região.

“Esse país sempre foi uma zona de tensões porque equivalia a uma das passagens de rotas comerciais desde a antiguidade, a famosa rota da seda, por exemplo, passava pelo Afeganistão. Então é um território muito desejado”, justifica Ricardo.

Os Estados Unidos acabaram patrocinando e financiando as forças contrárias ao governo soviético naquela época, incluindo muitos grupos ortodoxos, fundamentalistas e islâmicos que seguem o princípio essencial da fé islâmica.

“Esse grupo financiado cresceu, ganhou força, e tomou conta do Afeganistão por muitos anos e agora, depois de longo período de guerrilha, o grupo Talibã – que é um grupo político-religioso – volta ao poder, tomando Cabul, e reconstruindo esse modelo teocrático de governo”, destaca o professor.

Posicionamento brasileiro 

O Brasil ainda não se posicionou oficialmente em relação à atual guerra no Afeganistão. No ponto de vista do historiador e professor Ricardo Carvalho, a situação do Brasil é muito curiosa. “Se o Brasil apoia o Talibã desagrada aos Estados Unidos e, ao mesmo tempo, se alinha à intolerância. Se o país toma uma atitude contrária, é incoerente com o próprio modelo político do Brasil de hoje. Se não se posiciona, assume um atestado de culpabilidade, de não se posicionar diante de um cenário tão grave como esse que o Afeganistão está vivendo”, opina.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Projeto abre inscrições para cursos gratuitos com foco na terceira idade

Podem se inscrever candidatos acima dos 50 anos; saiba como

Aos 80 anos o jornalista Boris Casoy compartilhou que se dedicará também a uma antiga paixão: cuidar dos animais. Com 65 anos de carreira dedicado ao jornalismo, o renomado profissional anunciou a inscrição no graduação de Medicina Veterinária. O caso de Casoy é um exemplo de que nunca é tarde para começar a estudar e se dedicar a algo que se ama.

Na Faculdade de Petrolina (Fecape), por exemplo, há cursos on-line e gratuitos oferecidos dentro do projeto Faculdade da Terceira Idade (FATI) para estudantes acima de 50 anos. Alguns deles estão com inscrições abertas até o dia 27 de agosto, através do formulário eletrônico.

Para participar, é necessário que os candidatos possuam formação escolar em nível fundamental ou equivalente e que tenham disponibilidade de tempo para o horário das aulas remotas.

Estão sendo ofertadas, ao todo, 30 vagas gratuitas para os módulos de Direito, Inclusão Digital, Finanças Pessoais, Saúde, Espanhol, Inglês, Musicalidade e Criatividade, Alfabetização e Letramento. A iniciativa tem como objetivo estimular a inserção de idosos no ensino superior. O início das aulas virtuais está previsto para o dia 20 de setembro.

De acordo com a FATI, essa é a terceira turma com aulas on-line no período da pandemia de Covid-19. Para a coordenadora do projeto, Thereza Christina, a experiência de realizar os módulos dos cursos de forma virtual foi uma opção para atender idosos que não querem parar de estudar e seguir com o programa.

“Tendo em vista o distanciamento social desta faixa etária, realizamos esta experiência que foi benéfica e resolvemos continuar executando. Não vemos a hora de poder voltar ao presencial, mas só retornaremos quando existir a possibilidade de segurança para esses alunos”, afirma.

Estude com bolsas de estudo EAD

Se o desejo é aprofundar o conhecimento em um curso com maior duração, a exemplo de uma graduação, é possível encontrar valores mais conta. O Educa Mais Brasil oferece 70% de descontos nas mensalidades em parceria com diversas instituições do país.

Além do ensino superior, você encontra bolsas em cursos técnicos, idiomas, profissionalizantes, preparatórios para Enem e concursos, EJA e Educação Básica. Confira as oportunidades disponíveis e realize sua inscrição gratuita.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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