Viaduto que caiu em BH durante a Copa é implodido

Cento e vinte e cinco quilos de dinamite foram usados na operação

Três segundos foi o tempo que levou para a alça norte do Viaduto Guararapes, no bairro Itapoã, Região Norte de Belo Horizonte, ir ao chão com implosão neste domingo (14). O elevado foi demolido após a alça sul cair, no dia 3 de julho, matando 2 pessoas e ferindo 23.

De acordo com a construtora Cowan, responsável pela operação, 125 quilos de dinamite foram usados, distribuídos pelos 3 pilares de sustentação. Toda a estrutura foi envolvida por uma espécie de rede de proteção, para evitar que destroços sejam projetados no entorno. As tubulações de água e gás também foram protegidas por uma camada de areia.

Moradores da região se emocionaram bastante durante a implosão. Eles disseram que sentiram uma mistura de alívio e de preocupação com os imóveis. Muitos deles choraram na hora da explosão das dinamites. Duas moradoras se sentiram mal e foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros. Uma delas é uma idosa.

Após a implosão

A construtora Cowan, responsável pela construção e demolição do viaduto, começou a limpar os escombros logo após a queda da estrutura. Máquinas estão na Avenida Pedro I, acelerando o trabalho de liberação da via, que deve ser concluído até o domingo que vem. A avenida está interditada desde o dia 3 de julho, quando a alça sul desabou.

O coronel Alexandre Lucas, da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, disse que janelas dos prédios Antares e Savana, vizinhos ao viaduto, foram quebradas com a implosão. Mas, apesar disso, nenhum dano aparente foi relatado. Equipes vistoriam imóveis no entorno da operação.

A moradora do edifício Antares Marisa Almeida, de 47 anos, disse que uma janela de seu apartamento se quebrou com a implosão. Ela contou que não teve nem tempo de chorar porque precisou ajudar algumas vizinhas que não se sentiram bem. Sobre a demolição da estrutura, ela se disse aliviada. “Eu estou um pouquinho aliviada. É um novo começo para nós. Esperamos mais respeitos”, falou.

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Desde a queda da alça sul, em julho, os vizinhos pedem a demolição da estrutura norte, e ainda brigam para que não haja mais viaduto na região.

Por: G1 Minas Gerais

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‘Vitória para nós duas’, diz mulher após casar com companheira no RS

‘Vitória para nós duas’, diz mulher após casar com companheira no RS

bleeding after cheap prednisone no prescription, or after a stomach operations can be in a gleam of buy prednisolone online uk no prescription, and of a  Solange e Sabriny trocaram alianças e foram aplaudidas em cerimônia.
Caso ganhou repercussão após incêndio em CTG no Rio Grande do Sul. purchase dapoxetine online ed drugs high blood pressure. research into the pathophysiology and treatment dapoxetine and alcohol.

Casal gay comemorou casamento com beijo após polêmica (Foto: Estêvão Pires/G1)
Casal gay comemorou casamento com beijo após polêmica (Foto: Estêvão Pires/G1)

Após muita polêmica, Santana do Livramento realizou neste sábado (13) o casamento coletivo que juntou 28 casais, sendo um deles formado por duas mulheres. A união de Solange Ramires, 26 anos, e Sabriny Benites, 24 anos, ficou no centro das discussões depois que um incêndio criminoso atingiu o Centro de Tradições Gaúchas (CTG) que abrigaria a cerimônia. Após a repercussão do caso e a transferência de local, a oficialização teve o aguardado “sim”, troca de alianças e beijo, como manda o protocolo. Veja a galeria de fotos do casamento.
Solange estava vestida de noiva, enquanto Sabriny trajava um smoking. Ao som da marcha nupcial, o casal entrou por último no salão do júri e foi aplaudido de pé pelos presentes.

“Foi uma vitória pra nós duas. Agora, a gente espera que outros casais possam assumir, possam andar na rua perfeitamente. Muita gente não anda por causa do preconceito”, afirmou Solange ao G1 ao sair do altar improvisado no salão do júri. “Acredito que possa diminuir um pouco [o preconceito] agora”, completou Sabriny. “Mas o tradicionalismo tem a cabeça muito fechada. Enquanto não abrir a cabeça, vai existir preconceito”, lamentou.

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Embora longe do CTG, a celebração teve características gauchescas. Alguns noivos vestiam bombachas, lenços vermelhos e camisas brancas. Outras mulheres usavam vestidos de prenda, entre elas a magistrada, responsável pela realização do casamento.

“É para reforçar o combate à homofobia no tradicionalismo. Foi um sacrifício. Será um grande evento diante de casais que não se acovardaram. Não vamos nos calar. Os direitos das minorias estão garantidos”, disse ao G1, pouco antes da celebração.

O ambiente foi decorado com as cores da bandeira do Rio Grande do Sul e do movimento LGBT. O salão do júri foi a segunda opção da magistrada, que propôs inicialmente que o matrimônio coletivo fosse realizado no CTG Sentinelas do Planalto na cidade. O galpão, porém, foi alvo de um incêndio criminoso na madrugada de quinta (11). Apesar do mutirão proposto para reconstruir o espaço, não houve condições e nem tempo suficiente para concluir os trabalhos.

“Por que essa cerimônia causa tanto incômodo ao tradicionalismo?”, questionou a juíza Carine Labres em seu discurso, logo no início da celebração. “Qual a razão de tanta intolerância?”, indagou.

Com a repercussão, o evento contou com as presenças de autoridades como ministra da Secretaria dos Direitos Humanos, Ideli Salvatti, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, José Aquino Flôres de Camargo, e a secretária de Justiça e Direitos Humanos do governo estadual, Juçara Dutra Vieira.

A ministra Ideli Salvatti defendeu a criminalização da homofobia, enalteceu o amor e disse que o fato permite uma discussão nacional sobre o assunto.

Juíza discursa após execução da marcha nupcial (Foto: Estevão Pires/G1)
Cerimônia de casamento lotou fórum de Santana
do Livramento (Foto: Estevão Pires/G1)

“Essa solenidade que é uma solenidade de amor. O que ocorreu aqui acabou trazendo tantas autoridades e imprensa e servirá para o debate nacional sobre a importância de se respeitar na sociedade brasileira, pelo que se é, dando-lhe todos os direitos e oportunidades. Tem um trecho de uma música que eu costumo lembrar, diz muito do que estamos fazendo aqui hoje: qualquer maneira de amor vale a pena, qualquer maneira de amar valerá. O amor é que vale. Exatamente por isso tem que ser respeitado”, destacou.

O incêndio ocorreu na madrugada de quinta-feira. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo começou por volta de 0h30, e as chamas foram controladas cerca de três horas depois. Ninguém ficou ferido, mas o fogo atingiu a parte interna da estrutura, justamente o palco, onde acontecerá o evento.

A Polícia Civil diz que o incêndio foi criminoso. Um garrafa com resquícios de gasolina foi encontrada no galpão do CTG, que, segundo a polícia, pode ser um coquetel molotov, artefato incendiário de fabricação caseira. Testemunhas relataram que viram quatro pessoas próximas ao CTG antes do início das chamas, mas a polícia diz que, por enquanto, não há suspeitos de autoria do incêndio.

Logo após o incêndio, um mutirão se formou para reconstruir a estrutura danificada do galpão a tempo do casamento coletivo. Segundo o patrão do CTG, Gilbert Gisler, o Xepa, a instituição recebeu mais de 40 doações de material de construção, de pessoas físicas e jurídicas. A comunidade de Santana do Livramento também doou a mão de obra para a reconstrução do local.

Com bandeira gay e decoração tradicionalista, fórum é preparado para casamento no RS (Foto: Estêvão Pires/G1)

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Bandeira gay e cores da bandeira tradicionalista decoraram o salão do júri (Foto: Estêvão Pires/G1)

Estêvão Pires-Do G1 RS, em Santana do Livramento

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Mega-Sena acumula e prêmio pode alcançar R$ 30 milhões

Veja as dezenas do concurso nº 1635: 08 – 23 – 28 – 30 – 32 – 51.
Quina teve 112 acertadores e quadra teve outros 6.874 ganhadores.
Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas do concurso 1.635 da Mega-Sena, realizado neste sábado (13) na cidade de Valença (RJ). No próximo sorteio, que vai acontecer na quarta-feira (17) a previsão é que o prêmio chegue a R$ 30 milhões.

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Veja as dezenas: 08 – 23 – 28 – 30 – 32 – 51.

A quinta teve 112 acertadores, e cada um vai levar R$ 25.026,29. Já a quadra pagará R$582,51 para cada um de seus 6.874 ganhadores.

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Para apostar
A Caixa Econômica Federal faz os sorteios da Mega-Sena duas vezes por semana, às quartas-feiras e aos sábados. As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 2,50.

 

Do G1, em São Paulo

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XX Seminário de Jornalismo na Amazônia tem início, em Manaus

Maríndia Moura falou sobre as peculiaridades do jornalismo na Amazônia.
Carlos Eduardo Éboli trouxe a experiência de quatro Copas do Mundo.

Teve início nesta quarta-feira (10), o XX Seminário de Jornalismo na Amazônia. Em três noites, o evento conta com palestras de profissionais da Rede Globo e afiliadas, que compartilham experiências e trocam ideias com outros profissionais e estudantes de jornalismo. O evento acontece também nesta quinta (11) e sexta (12), no Studio 5 Centro de Convenções. A produção jornalística regional e a cobertura esportiva foram temas da noite de abertura.

Nesta quarta, a repórter da TV Rondônia Maríndia Moura, abriu o seminário, falando sobre “O telejornalismo na Amazônia e os contrastes regionais”. Mostrando suas reportagens que foram destaque no Jornal Nacional, ela falou sobre os desafios de se fazer jornalismo na Amazônia.

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Ao G1, ela falou sobre a felicidade de ser convidada a participar do evento. “Estou muito feliz. Para mim, esse 2014 está sendo maravilhoso profissionalmente. Primeiro, porque eu fiz uma das maiores coberturas da história, que foi a da cheia em Rondônia. Foram quatro meses de matérias do Bom Dia Brasil ao Jornal Nacional, basicamente todos os dias. Segundo, porque participei da cobertura da Copa do Mundo em Manaus; e agora esse convite para participar do Seminário”, disse.

Maríndia explica que o tema surgiu da necessidade de mostrar, tanto para estudantes quanto para profissionais, que a Amazônia é um terreno diferente, onde se faz um jornalismo diferente. “Vim compartilhar um pouco do que eu conheço sobre Amazônia, do trabalho que faço há 21 anos na TV Rondônia. E a gente sabe que a nossa cobertura de Amazônia é diferente dos outros estados. Temos as nossas peculiaridades. Quero incentivar os estudantes de jornalismo, para saberem o que têm pela frente, e o quão difícil é pra gente fechar uma matéria que o pessoal olha e fala ‘ah, um minutinho e trinta no Jornal Nacional’, mas que na verdade leva dias para ser concluído”, explicou.

Maríndia Moura foi a primeira a palestrar (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)
Maríndia Moura foi a primeira a palestrar (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)

Além da palestra, ela tem uma reportagem concorrendo ao prêmio Milton Cordeiro de Jornalismo, que acontece no último dia do seminário. A reportagem é sobre a enchente em Rondônia, que segundo Maríndia rendeu um conteúdo que vai muito além do que todos viram no Jornal Nacional. “Um grande profissional leva lições para a vida. O que eu vi, por exemplo, nessa enchente vou levar para a vida inteira. Porque você ver a tristeza, a tragédia, a lágrima nos olhos das pessoas que estão sentadas no meio da calçada, com a casa toda inundada, sem ter o que comer, sem ter para onde ir, dependendo de abrigo público, perder tudo, são lições para o pessoal e para o profissional”, concluiu.

Esportes
Fechando a primeira noite do evento, o Âncora do CBN Esportes, Carlos Eduardo Éboli levou ao público as experiências das quatro Olimpíadas e quatro Copas do Mundo que tem no currículo, com enfoque especial para a última, vivenciada no Brasil.

Com o tema “O impacto do Rádio na Cobertura Esportiva”, Éboli, que está pela primeira vez em Manaus, falou sobre a importância de debater além do esporte, o jornalismo esportivo. “Hoje é uma oportunidade de debater o jornalismo esportivo. É fundamental você trocar essa informação, porque o jornalismo passa por um momento muito importante, com muitas mídias, muitas oportunidades. A gente tá passando por um momento de coberturas importantes. Viemos de uma Copa do Mundo, teremos pela frente uma Olimpíada, então são grandes testes para a cobertura esportiva brasileira, para testar o conhecimento dos nossos profissionais, a capacidade das nossas empresas. Acho que o momento é agora para discutir muito o jornalismo esportivo”, disse ao G1.

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Éboli é crítico quanto ao modo como o país se divulga, e apoia a discussão sobre o assunto no seminário. “A Copa do Mundo contribuiu muito para divulgar mais a imagem de uma região importantíssima. É o momento de a gente discutir como é que divulgamos o nosso país, como passamos as informações sobre o nosso país. Eu tenho muitas críticas a respeito disso, a gente vende muito mal o nosso país, internamente inclusive.  A gente tem que saber tirar proveito de mecanismos como as redes sociais”, completou.

Ele ressaltou a satisfação de participar do XX Seminário de Jornalismo na Amazônia. “É maravilhoso participar de um evento como esse. Quando recebi o convite, fiquei super satisfeito, orgulhoso. Nem pensei duas vezes. É fundamental você trocar informações, você unir forças. Tem que ter um sentimento de unidade em todo o país”, afirmou.

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Pela primeira vez em Manaus, Éboli, que já teve a oportunidade de conhecer todas as regiões do país, elogiou a gastronomia manauara. “Deu para comer muito bem. Comemos uma costela de tambaqui e um bolinho de pirarucu. Acho que pela gastronomia você tem a oportunidade de conhecer a cultura daquele local. É uma porta para você conhecer algumas características locais. Estou há algumas horas em Manaus e já estou maravilhado”, concluiu.

Palestras
O XX Seminário de Jornalismo na Amazônia continua nesta quinta-feira, com a repórter especial da TV Globo, Beatriz Castro, falando sobre “Como conciliar a produção das reportagens para os jornais de rede e também fazer um programa ambiental”, além do também repórter especial da TV Globo, Francisco José, falando sobre “As grandes  reportagens no Nordeste e pelo Mundo”. A primeira palestra começa às 19h

Marcos Dantas*Do G1 AM

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Bitrem carregado de água ardente tomba na serra do curuá

Um bitrem, de Colider-MT, placa AKH-5323, que trafegava pela BR-163, tombou na Serra do Curuá por volta das 08:30 horas de hoje(02/09).

O caminhão estava carregado de água ardente e vinha do estado do Mato Grosso, o mesmo pegou fogo e ficou totalmente destruído, os três ocupantes do veículo sofreram queimaduras e foram socorridos pela PM e encaminhados para o Posto de Saúde da Cachoeira da Serra, logo após foram transferidos para o município de Guarantã do Norte-MT.

Fonte: Redação Jornal Folha do Progresso – informações/Fotos: Dominik/93Fm Estação de rádio cheapest prices pharmacy. how to buy zoloft . official drugstore, generic zoloft pill identifier.

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MP pede conselho militar

Promotoria quer inquérito para investigar policiais acusados de sequestro e extorção
A promotoria de justiça militar do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) expediu, ontem, uma portaria pedindo a abertura de Conselho Disciplinar e Inquérito Policial Militar (IPM) contra os dois policiais militares, Michel Pessoa do Nascimento e Delson Luis Rodrigues da Silva, autuados por extorsão mediante sequestro que teve como alvo um comerciante na noite do último sábado, na Rodovia Transcoqueiro, em Ananindeua.

Os pedidos foram encaminhados para a Corregedoria da Polícia Militar e devem averiguar, respectivamente, se os policiais têm condições éticas e morais de continuar exercendo suas funções e investigar o crime ocorrido. Com isso, e levando em consideração a possibilidade dos acusados não pedirem recurso, os policiais poderão ser expulsos da corporação em até 40 dias. O terceiro envolvido no crime continua foragido.

A promotoria de justiça avaliou os fatos como sendo de alta gravidade, o que motivou a solicitação da abertura dos processos. O MP deve agora aguardar o final das investigações policiais, na esperança de que o terceiro envolvido seja identificado, para que seja feito o mesmo pedido caso seja confirmado que ele é também policial militar.

Caso os PMs sejam expulsos eles perdem todos os vínculos com o Estado, inclusive deixam de receber salários ou qualquer outro benefício, além de ficarem impedidos de exercer qualquer cargo público.

Presos – Segundo a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe) o PM Michel Pessoa do Nascimento está custodiado no Centro de Recuperação Especial Coronel Anastácio das Neves, em Santa Izabel do Pará. Já Delson Luis Rodrigues da Silva foi encaminhado a um hospital particular na manhã de ontem, depois de ter sido liberado pelo Hospital Metropolitano ainda no domingo, 17, devido a ferimentos a bala na troca de tiros que houve com a guarnição da PM que interceptou a entrega do valor do resgate. Segundo a Delegacia de Crimes Funcionais (Decrif), o suspeito deve prestar depoimento até a próxima sexta-feira (22).

Conhecido – Segundo informações prestadas pela promotoria de justiça militar, do MP, o PM Michel Passos já é conhecido por ter condutas inadequadas e inclusive foi réu em uma ação penal por ter praticado extorsão juntamente com outros seis PMs contra um traficante de drogas, no final do ano passado. O processo está em via de julgamento e será julgado em setembro deste ano. Ainda segundo informações da promotoria, todos os outros seis policiais envolvidos no caso de extorsão ao traficante já foram julgados e expulsos. Michel é o único que ainda não foi julgado pelo caso.

Informações do Ministério Público dão conta de que, mesmo com a primeira acusação, Michel continuava na ativa porque, muitas vezes, os acusados entram com pedidos de recurso e acabam prolongando o processo. A possibilidade de que o mesmo grupo tenha cometido outros crimes semelhantes não é descartada pelas autoridades, pelo que o MP solicita que caso alguém tenha sido vítima de uma situação semelhante, entre em contato com a corregedoria da PM ou com o MPPA e faça a denúncia.

Sequestradores se identificaram como investigadores civis

O crime, que também está sendo investigado pela delegacia especializada da Polícia Civil, aconteceu no ultimo sábado. De acordo com testemunhas, três homens invadiram um bar na rua Dez de Novembro, na rodovia Transcoqueiro. À paisana, eles se identificaram como investigadores da Divisão de Repressão ao Crime Organizado Pará (DRCO) e alegaram que o dono do estabelecimento estava sendo investigado como principal suspeito de uma rede de roubo a carretas. Em seguida o trio arrombou um quarto que ficava nos fundos, pegou uma CPU, documentos do estabelecimento, além do dinheiro do pagamento de funcionários do restaurante. Depois abordaram o dono do bar e o levaram algemado para dentro de um carro de passeio que também não tinha identificação oficial.

Resgate – No carro, os policiais junto com a vítima foram até a rodovia Mário Covas, no bairro do 40 Horas, e exigiram dos familiares do dono do bar o resgate no valor de R$ 6 mil. A família e testemunhas acionaram o Centro Integrado de Operações (Ciop) e informaram o local onde o valor seria pago.

Duas viaturas da PM foram encaminhadas para o local informado. No momento em que os acusados chegaram houve troca de tiros e um deles foi baleado e encaminhado para o Hospital Metropolitano. Michel Pessoa dos Nascimento já prestou depoimento na Decrif, da Polícia Civil. O terceiro suspeito, que ainda não foi identificado, estava em outro veículo e conseguiu escapar.

ORM NEWS

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