Imazon detectou 402 Km2 de desmatamento na Amazônia Legal em setembro de 2014

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O SAD detectou 402 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal em setembro de 2014. Isso representou um aumento de 290% em relação a setembro de 2013 quando o desmatamento somou 103 quilômetros quadrados. Foi possível monitorar 93% da área florestal na Amazônia Legal enquanto que em setembro de 2013 o monitoramento cobriu uma área menor (79%) do território.

Em setembro de 2014, o desmatamento concentrou em Rondônia (33%), Pará (23%), seguido pelo Mato Grosso (18%) e Amazonas (12%), com menor ocorrência no Acre (10%), Roraima (4%) e Tocantins (1%).

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 624 quilômetros quadrados em setembro de 2014. Em relação a setembro de 2013 houve um aumento de 3.797%, quando a degradação florestal somou 16 quilômetros quadrados.

Fonte: Imazon – Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia

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No PA, consumidora leva susto por comprar fatia de melancia a R$ 32,77

A gerente de RH Inacely Costa levou um susto na manhã deste domingo (19) após conferir a nota fiscal de uma compra que fez no último sábado (18) em um supermercado no bairro Batista Campos, em Belém. Sem perceber, ela comprou um quarto de melancia a R$ 32,77. O erro estava na etiqueta do produto, que descrevia equivocadamente a melancia como “Brócolis ninja”.

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A alteração no preço da melancia só foi percebido quando ela chegou em casa. “Cheguei na área das melancias cortadas e observei os preços. Custavam de R$ 3,50 a R$ 4,50. Só que nessa que escolhi reparei na fruta, nem olhei o preço”, conta Inacely. “Fui ver a nota e constava um ‘Brócolis ninja’ de R$ 32,77. Procurei e não havia comprado isso. Mais tarde, quando fui comer a melancia vi que era o brócolis”, afirma a gerente de RH, que colocou o produto de volta na sacola e levou para trocar no supermercado.

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No estabelecimento, Inacely procurou a gerente, que atendeu a cliente. Em troca da melancia, ela recebeu uma nota de crédito. De acordo com a consumidora, com a nota de crédito da melancia ela levou para casa cenoura, repolho, batata, cebola, mamão, banana, creme de leite, um prato de peito de frango e um prato de carne com osso. “Isso tudo valia um pedaço de melancia! Imagina se dez pessoas comprassem ao mesmo preço?!”, disse Inacely.

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A assessoria de comunicação do supermercado informou que o problema deve ter sido no sistema que registra os preços, já que existe um encarregado que verifica os itens um a um. Ainda segundo a assessoria, nunca houve reclamações desse tipo e a situação teria sido um caso isolado.

Fonte: Cenário MT

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2º TURNO-Ibope, votos válidos: Dilma tem 56% e Aécio, 44%, no Pará

Levantamento com 812 pessoas foi realizado entre 14 e 16 de outubro.
Margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Do G1 PA

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Notícias sobre as eleições 2014.

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Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (18) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na corrida presidencial apenas com eleitores do Pará:
– Dilma Rousseff (PT) – 56%
– Aécio Neves (PSDB) – 44%

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A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal.

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

 O Ibope ouviu 812 eleitores em 43 municípios do estado de 14 a 16 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará sob registro PA-00052/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo no BR-001121/2014.

G1

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Polícia fecha casas de prostituição em Vitória do Xingu, no PA

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view all of buy zyban online – cheap zyban without prescription’s presentations. Duas mulheres foram presas em flagrante por explorar as garotas.
bupropion is used to treat major depressive disorder and seasonal affective disorder. at least one brand of bupropion (zyban) is used to help people stop… buy zyban As casas de prostituição funcionavam como se fossem bares.

A Polícia Civil fechou na última quinta-feira (16) dois estabelecimentos que funcionavam como casas de prostituição na zona rural do município de Vitória do Xingu, no sudoeste do Pará. Duas mulheres que seriam responsáveis por explorar garotas de programa foram presas em flagrante. Em um dos locais foi encontrado um menino de 10 anos, que vivia em situação de risco.
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Polícia fecha pontos de exploração sexual em Altamira
De acordo com a polícia, uma denúncia anônima de que uma criança estaria morando na casa de prostituição levou a equipe até o local. Constatado que a denúncia era verdadeira, a mãe foi encaminhada para a Superintendência regional de polícia de Altamira.
A criança foi levada para um espaço de acolhimento provisório em Vitória do Xingu, onde deverá receber atendimento psicológico. O juizado da infância deverá decidir o destino do menino que só teria parentes em condições de cuidar dele no estado de Rondônia.
Segundo o delegado que comandou a operação, as casas de prostituição funcionavam como se fossem bares. Elas ficam na agrovila Leonardo da Vinci, no km 18 da rodovia Transamazônica.
A polícia apreendeu grande quantidade de bebida alcoólica e uma máquina caça-níquel. Mulheres que vieram de Belém, Marabá e Rondônia para trabalhar nos estabelecimentos foram levadas para a Delegacia de Vitória do Xingu, onde prestaram depoimento e depois foram liberadas.

Fonte: G1.

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Justiça proíbe santinhos no dia das eleições

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Justiça proíbe santinhos no dia das eleições
Após os santinhos lotarem as ruas-
Um segundo turno das eleições com as ruas mais limpas. Essa e a expectativa da Justiça Eleitoral, que acatou o pedido da Procuradoria Regional Eleitoral e proibiu o uso de panfletos e santinhos no Pará no dia 26 de outubro, dia da votação. A medida foi tomada como forma de evitar as publicidades sejam jogadas no chão, poluindo as vias públicas do Estado, como aconteceu no primeiro turno do pleito.

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A decisão foi tomada pelo juiz Marco Antonio Castelo Branco, que entendeu que a “os acontecimentos já evidenciados no primeiro turno denotam a necessidade desta Justiça Eleitoral tomar atitude enérgica e condizente com a indignação totalmente justificável diante de tamanha afronta ao bem-estar e ao meio ambiente no sentido mais amplo”.

Com a medida, a distribuição dos santinhos só é permitida até 22h da véspera do dia da votação. Após esse horário, quem descumprir a proibição está sujeito à multa de R$ 100 mil por cada infração.

(DOL com informações do MPF) (Foto: Cezar Magalhães/DOL)

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GPS identifica exploração ilegal de madeira no oeste do Pará

Organização monitorou caminhões de agosto até meados de setembro.
Foi constatado que serrarias retiram madeiras de áreas sem licença.

Após pouco mais de um mês monitorando as rotas dos caminhões por meio de rastreadores, a organização ambientalista Greenpeace identificou três empresas realizando exploração ilegal de madeira na região oeste do Pará. Dois destes negócios tem sede no município deSantarém. De acordo com a coordenadora do Greeenpeace, Marina Lacorte, durante o acompanhamento, a ONG constatou que as empresas retiram madeira de locais que não possuem licenciamento e utilizam documentos de planos de manejos licenciados.

“Apresentaram algumas guias, mas foram autuados por inserir informação falsa no sistema. Uma das guias dizia que era de um plano de manejo, mas o Greeenpeace sobrevoou essa área e não houve exploração. Essa madeira ilegal foi ‘coberta’ por esse papel. A madeira ilegal está ganhando um status de legal por meio desse documento oficial que é obtido de forma fraudulenta”.

Os equipamentos de GPS foram instalados diretamente nos caminhões que fazem transporte dos municípios de Placas e Uruará e descarregam em Santarém. O monitoramento ocorre via satélite e é possível saber a data, hora e posição geográfica dos veículos. “Com esses dados conseguimos saber que eles estavam nas áreas onde a exploração é ilegal. Então fizemos sobrevoos nesses locais e constatamos as irregularidades. Vimos clareiras no meio da floresta, estradas, e os caminhões, o que indica sinais da exploração. Essas áreas são terras públicas da União e não tem autorização para exploração”, explicou Marina.

Arte Rota caminhões madeira (Foto: Andressa Azevedo/G1)

Rotas
Dois caminhões foram monitorados de agosto até meados de setembro de 2014. O trabalho foi realizado nas rodovias BR-163, BR-230, PA-370 e PA-371, vias que interligam os municípios de Uruará, Santarém e buy dapoxetine online usa , buy viagra cialis online canada! generic methocarbamol no prescription. generic viagra sales! Prainha.

Um dos veículos fez várias viagens entre a área de floresta onde ocorre a extração ilegal e a empresa que recebe a madeira em Santarém. Segundo dados do Greeenpeace, este mesmo caminhão iniciou uma viagem pela Rodovia PA-370, e na mesma Rodovia acessou um ramal para a área de floretas e depois retornou para a cidade, especificamente para a sede de uma das madeireiras, localizada no KM 25 da BR-163. Após descarregar, o veículo retornou ao local de extração.

O segundo caminhão acompanhado, após extrair madeira, tinha como destino duas serrarias, uma em Santarém, outra em Placas.

Ainda de acordo com a ONG, as duas madeireiras possuem junto ao Ibama um histórico de multas em processo de julgamento que somam um total de R$ 859.713,34.

Após a investigação, a organização denunciou o caso ao Ministério Público Estadual que acionou os órgãos competentes.

Empresa madeireira no oeste do Pará (Foto: Agnaldo Almeida/Greenpeace)
Empresa madeireira no oeste do Pará
(Foto: Agnaldo Almeida/Greenpeace)

Sema
Após a denúncia, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) informou que durante os próximos dias vai fiscalizar as serrarias envolvidas nas fraudes e os Planos de Manejo Florestais Sustentáveis (PMFS) que estão abastecendo créditos florestais às empresas para acobertar a madeira explorada ilegalmente.

Segundo a secretaria, já foi realizado sobrevoo nas áreas de manejo florestal licenciadas pelo órgão, e preliminarmente foram identificadas irregularidades, sobre as quais estão sendo tomadas medidas administrativas cautelares por conta das novas irregularidades na venda de crédito por parte dos Planos de Manejo. Uma serraria já foi fiscalizada, e nela foi encontrada madeira ilegal no pátio. Essa empresa foi multada e a madeira apreendida. A Sema verifica outras medidas administrativas com relação à empresa.

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A secretaria ressaltou que uma das principais medidas para coibir a exploração ilegal de madeira é implementar sistemas e mecanismos que permitam rastrear as toras de madeira obtidas a partir da árvores autorizadas pelo órgão ambiental, impedindo que árvores não autorizadas sejam exploradas e comercializadas ilegalmente.

De acordo com o secretário adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Hildemberg Cruz, os esforços atuais da Sema para impedir a exploração ilegal de madeira de florestas do Estado estão voltadas na modernização do sistema de licenciamento, controle e fiscalização no Estado. Um novo sistema de licenciamento e monitoramento de Planos de Manejo Florestais denominado Sisflora II será implantado até o segundo semestre de 2015. Neste novo sistema, o controle das toras de madeiras será feita a partir de “chips”, permitindo rastrear e confirmar a origem da madeira, de forma a coibir que sejam adquiridas pelas empresas do setor florestal madeiras vindas de áreas exploradas ilegalmente.

G1 fez contato com o Ibama em Brasília e o órgão informou que a operação de autuação está sob responsabilidade da Sema.

Organização monitorou região pouco mais de um mês (Foto: Lunae Parracho/Greenpeace)

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Organização monitorou região pouco mais de um mês (Foto:Lunae Parracho/Greenpeace)
Fonte: G1.

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Desmatamento fora dos planos dos principais candidatos aos governos de Amazonas, Mato Grosso e Pará

Um levantamento feito pelo site Mídia e Desmatamento na Amazônia, a partir da leitura dos programas de governo (ou documentos correlatos) dos principais candidatos aos governos de Amazonas, Mato Grosso e Pará, constatou que apenas Simão Jatene (PSDB), que concorre à reeleição no Pará, aborda explicitamente o plano de combate ao desmatamento vigente em seu estado. Os demais ignoraram esse compromisso assumido pelos estados junto ao governo federal.

Origem dos planos estaduais de controle do desmatamento

O aumento do desmatamento verificado entre 2007 e 2008 levou o governo federal a por em prática uma das estratégias originais do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm): mobilizar estados e municípios em um esforço articulado para conter as causas do desmatamento em seus respectivos territórios.

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Desta forma, entre 2009 e 2011, os governos de estados amazônicos formularam planos estaduais de prevenção e controle do desmatamento alinhados às metas e objetivos do PPCDAm. Para isso, receberem apoio técnico e financeiro de diferentes fontes, como a cooperação internacional. Esses planos estaduais são considerados parte da estratégia nacional para que o Brasil cumpra as metas para 2020 do Plano Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC).

Hoje, Amazonas, Mato Grosso e Pará têm planos formulados e em implantação. No entanto, o compromisso não aparece citado nos programas de governo dos dois candidatos ao governo do estado do Amazonas – Eduardo Braga (PMDB) e José Melo (Pros), que disputam o segundo turno -, do governador eleito pelo Mato Grosso, Pedro Taques (PDT), e do candidato da oposição ao governo do Pará, Helder Barbalho (PMDB), que disputa o segundo turno com Jatene, atual governador do estado.

Lacuna cria apreensão

Essa lacuna causa preocupação, especialmente diante do fato de que o desmatamento aumentou 29% em 2013, de 4.571 km2 para 5.891 km2, e, segundo os dados do sistema Deter, há neste ano tendência de um novo aumento – a estimativa oficial de 2014 deverá ser anunciada pelo Ministério do Meio Ambiente antes de dezembro. Se essa tendência for confirmada, será a primeira vez desde 2004, ano de lançamento do PPCDAm, que o desmatamento crescerá por dois anos consecutivos.

Amazonas (583 km2), Mato Grosso (1.139 km2), Pará (2.346 km2) e Rondônia (932 km2) lideram o crescimento do corte ilegal de florestas na região registrado entre agosto de 2012 e julho de 2013, o período adotado para calcular a taxa oficial de desmatamento pelo Prodes de 2013.

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Veja aqui uma síntese das propostas de governo de Eduardo Braga para o Amazonas, com foco nas questões que influenciam o desmatamento no estado. As propostas de José Melo sobre o assunto podem ser lidas aqui.

Leia aqui um resumo das diretrizes do plano de governo de Simão Jatene que dizem respeito ao desmatamento no estado do Pará. Uma síntese das propostas de Helder Barbalho para o mesmo tema pode ser lida aqui.

Fonte: EcoDebate.

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Influência do agronegócio esvazia debate ambiental entre Dilma e Aécio

Crescimento da bancada ruralista no Congresso afasta candidatos, segundo especialistas, de assumirem grandes compromissos sobre o tema. Discussões construtivas se perdem em meio a propostas tímidas.

De mãos atadas pela bancada ruralista em alguns temas, Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) travam poucos debates sobre meio ambiente e evitam firmar grandes compromissos. Ainda que de forma tímida, temas como demarcação de terras indígenas e incentivo à conservação de florestas estão em seus planos de governo, mas têm poucas chances de avançar no Congresso.

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Mesmo com a declaração de apoio de Marina Silva (PSB), que fez exigências para que Aécio absorvesse parte de suas bandeiras ambientalistas, o tema segue relativamente afastado da campanha, assim como outros tópicos considerados de importância menor para o dia a dia do eleitorado brasileiro.

Segundo o cientista político Pedro Fassoni Arruda, da PUC-SP, as propostas de Aécio e Dilma são tímidas exatamente para não afetar o agronegócio, que também tem importante peso no financiamento da campanha dos dois candidatos.

“Qualquer tentativa de contrariar os interesses do agronegócio acaba causando descontentamento em alguns setores do Congresso”, diz Arruda. “Como o presidente precisa construir uma base de sustentação parlamentar, confrontar os interesses do agronegócio significa justamente confrontar interesses políticos encastelados no Congresso.”

Nos últimos quatro anos, muitas vezes a presidente Dilma teve que conciliar sua agenda de meio ambiente com a do agronegócio, como na aprovação do Código Florestal. Para analistas, mesmo com os vetos da presidente, o código atendeu a interesses dos grandes latifundiários.

Maior resistência legislativa

Seja com Aécio ou Dilma na presidência, os projetos de cunho ambientalista devem ter mais dificuldade para serem aprovados a partir de 2015. De acordo com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), seu núcleo duro, formado hoje por cerca de 60 deputados federais, deve passar para mais de 70 – o que se equipará com o tamanho da bancada do PT na Câmara.

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Hoje, estima-se que o grupo tenha uma base de apoio de 191 deputados e 14 senadores. Segundo um levantamento preliminar da assessoria técnica da FPA, o número subirá para 270 integrantes, um crescimento em torno de 30%, a partir da próxima legislatura.

Para a próxima legislatura, a bancada tem ao menos dois objetivos principais: transferir ao Legislativo a decisão sobre a demarcação de terras indígenas e definir de “uma melhor forma” os conceitos do que é trabalho escravo.

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Para Márcio Astrini, coordenador da campanha “Amazônia”, do Greenpeace, mesmo com a composição do Congresso, muitas pautas que dependem do Poder Executivo têm espaço para avançar, como a conclusão do Cadastramento Ambiental Rural. Já temas como energias renováveis e mobilidade urbana são não se chocam diretamente com os interesses da bancada ruralista no Congresso.

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“A composição e a negociação com as bancadas do Congresso é muito importante”, afirma Astrini. “Mas a decisão e a linha adotada pelo Poder Executivo é oque prevalece quando o presidente age com determinação.”

Apoio de Marina

A ex-senadora Marina, com um histórico de luta ambiental, foi a candidata que mais levantou o tema no primeiro turno. Com a terceira colocação, a ambientalista trocou seu apoio no segundo turno pela inclusão de propostas no programa de Aécio.

O tucano concordou com a maioria, como a manutenção da prerrogativa do Executivo de demarcar terras indígenas, além de reiterar seu compromisso de programa com a questão ambiental, que é um dos temas-chave para Marina. Outro tema sugerido por ela foi a retomada da reforma agrária no país.

Mas, para especialistas, os programas de Aécio e Dilma são vagos. A petista cita que é importante reforçar a cooperação entre os governos federal, estaduais e municipais para criar um projeto nacional de desenvolvimento sustentável e inclusivo. Ela pretende estimular políticas que motivem o uso de energia limpa, reciclagem e veículos que emitem menos gases do efeito estufa.

Por sua vez, Aécio quer implementar uma política de sustentabilidade que afete todas as áreas do governo. O tucano quer anda criar mecanismos financeiros para os que atuam na preservação do meio ambiente, além de trabalhar para a aprovação imediata do marco regulatório da mineração, o que preocupa os ambientalistas.

Cláudio Szlafsztein, do Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará (UFPA), diz que, enquanto o programa do PSDB é mais propositivo, o do PT é o que dá menos atenção à temática do meio ambiente. Mesmo assim, segundo ele, os dois candidatos não se aprofundam na questão.

“Lamentavelmente, todos os programas de governo detalham mais os diagnósticos dos problemas existentes do que as propostas em si”, afirma Szlafsztein. “Eles não apresentam as formas, recursos financeiros disponíveis e nem metas a serem alcançadas.”

Para Arruda, as propostas são vagas não só no tema meio ambiente, mas em muitos outros. Ele diz que isso é uma característica do processo eleitoral contemporâneo e ocorre não só no Brasil, mas em países como Estados Unidos e França.

“Eles utilizam cada vez mais modernas técnicas da publicidade comercial – como jingles e slogans – nas campanhas eleitorais e, assim, evitam debates que suscitam o pensamento crítico dos eleitores”, resume o especialista.

Fonte: EcoDebate.

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Denúncia – Madeira sai de Santarém ilegalmente para Europa

Clareiras se abrem em várias partes da floresta amazônica, fruto do desmatamento

Clareiras se abrem em várias partes da floresta amazônica, fruto do desmatamento

Uma grave denuncia de extração e exportação ilegal de madeira da região Oeste do Pará e de outras áreas do Estado veio à tona nesta semana, por ambientalistas da ONG Greenpeace. Centenas de árvores da Amazônia brasileira estão sendo cortadas clandestinamente e transportadas em caminhões para serrarias que, em seguida, tratam e exportam a madeira como se fosse produto legal para França, Bélgica, Suécia e Holanda, segundo o Greenpeace.

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Estes quatro países europeus tiveram, entre janeiro e agosto deste ano, uma relação comercial direta com três destas serrarias, de acordo com investigação do Greenpeace em Santarém.

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As serrarias identificadas pela ONG foram Rainbow Trading Importação e Exportação Ltda., Comercial de Madeiras Odani Ltda., e Sabugy Madeira Ltda. Doze pontos na região de Santarém são suspeitos de atividade madeireira ilegal. O Greenpeace pediu apuração imediata para averiguar descumprimento de leis ambientais.

“A Rainbow Trading exporta para a França e a Odani é subcontratada da Rainbow”, explicou a porta-voz do Greenpeace, Marina Lacorte.

Santarém concentra o principal pólo da indústria madeireira do Pará, estado que produz e exporta mais madeira da Amazônia, informou o Greenpeace em comunicado enviado à AFP.

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Em sobrevôo na região, feito nesta semana em avião do Greenpeace, foi possível ver “várias clareiras e rotas abertas na selva”, constatou um repórter da AFP/TV.

“São pequenas áreas que demoram a aparecer e as imagens de satélite não as detectam”, informou Lacorte.

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O Greenpeace conseguiu estabelecer “os laços de uma rede de exploração suja que destrói as áreas distantes da selva e que está ligada à violência contra comunidades locais”, disse.

A investigação do Greenpeace – que escondeu aparelhos de GPS debaixo dos caminhões que transportam madeira para vigiar seu trajeto – revelou, ainda, “que os documentos oficiais não são nem sequer capazes de garantir a origem legal da madeira”.

Em 2006, o ministério do Meio Ambiente transferiu a responsabilidade da exploração florestal aos estados, que fecham os olhos e chegam até mesmo a incentivar a atividade, avaliou Lacorte.

Segundo dados do Instituto Imazon, entre agosto de 2011 e julho de 2012, 78% das regiões de atividade florestal no Pará não tinham autorização para cortar madeira.

A madeira de ipê, muito cobiçada na Europa sobretudo para construir deques de piscinas, pode chegar a custar US$ 3.200 o metro quadrado.

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O Greenpeace pediu ao governo brasileiro que revise todas as autorizações entregues desde 2006 às madeireiras e para retomar o controle da atividade.

“Ao manter suas portas abertas à madeira ilegal, o mercado se torna cúmplice da destruição na Amazônia”, avaliou a ONG.

O Greenpeace lançou em maio a campanha “A crise silenciosa da Amazônia” e denunciou que de 20% a 40% da madeira exportada para a Europa têm origem ilegal.

DENUNCIA: Em junho último, o Greenpeace protocolou uma denúncia junto ao Ministério Público Federal do Pará (MPF-PA), Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará (Sema) e Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para apuração imediata da situação de 12 pontos na região de Santarém, no Oeste do Pará, identificados como sendo de possível atividade madeireira ilegal ou descumprimento flagrante da lei ambiental.

O Greenpeace mostrou que fraudes em planos de manejo permitem que a madeira extraída sem autorização seja vendida nos mercados nacional e internacional como se tivesse origem legal. A investigação revelou que o descontrole no setor é tão grande que nem o documento oficial é capaz de garantir a origem legal da madeira, que destrói a floresta e está ligada à violência no campo.
Enquanto o governo brasileiro pouco faz sobre o assunto, os pólos madeireiros na Amazônia prosperam cada vez mais e a falta de fiscalização permite que a madeira seja retirada facilmente de áreas sem autorização. O trânsito de caminhões carregados de toras trazidas de áreas sem manejo florestal até as serrarias que processam a madeira é completamente livre. São centenas deles circulando ao longo das principais vias de acesso na região.

Fonte: RG 15/O Impacto e Greenpeace

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Aécio e Dilma seguem com tiroteio verbal em novo debate na televisão

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Debate foi transmitido pelo SBT e organizado por UOL e rádio Jovem Pan. oxycontinѓ (oxycodone hydrochloride controlled-release) tablets 20 mg are hydroxyzine general otc pharmacy health round, unscored, pink-colored, health… prednisone sale online prednisone sale online Deltasone without prescription purchase atarax

Os candidatos à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) durante intervalo de debate presidencial em São Paulo (SP) (Foto: Thiago Bernardes/Frame/Estadão Conteúdo)
Os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) voltaram a trocar agressões verbais nesta quinta-feira (16) no segundo debate entre presidenciáveis do segundo turno, transmitido pelo SBT e também organizado pelo portal UOL e pela rádio Jovem Pan. O tom foi semelhante ao do debate anterior, na última terça-feira, em que ambos se atacaram mutuamente. O G1 acompanhou em tempo real (veja aqui).

No debate desta quinta, o presidenciável tucano disse em várias passagens que Dilma “mente” e que a campanha dela produz ofensas contras os adversários. “Quem mente é o senhor”, respondia a presidente, candidata à reeleição, que após o debate sentiu um mal estar e teve de interromper uma entrevista.

Em um dos momentos mais tensos do debate, os candidatos trocaram acusações devido ao emprego de irmãos no serviço público. Dilma questionou o fato de a irmã de Aécio, Andreia, ter atuado no governo de Minas Gerais na época em que ele foi governador. “Ela era responsável pela gestão das verbas em todas as questões relativas a propaganda”, afirmou a petista, que, a exemplo do debate anterior. destacou que o rival também empregou tia, tio e três primos no governo mineiro.

Aécio reagiu dizendo que a irmã assumiu o serviço de voluntariado de Minas Gerais, trabalhando sem remuneração, e fez referência ao irmão de Dilma, Igor Rousseff. “A senhora conhece o sr. Igor Rousseff? Seu irmão foi nomeado pelo prefeito Fernando Pimentel [do PT, que governou Belo Horizonte entre 2002 e 2009] e nunca apareceu para trabalhar. A diferença é que a minha irmã trabalha muito e não recebe nada. O seu irmão recebe e não trabalha”, respondeu o tucano.

Os candidatos começaram a atingir um ao outro logo na abertura do debate, quando responderam à pergunta “Por que quer ser presidente da República?”

Aécio iniciou, dizendo que é candidato “para encerrar um ciclo de governo que fracassou”. Disse que a educação e a saúde pioraram e que o Brasil é um “cemitério de obras inacabadas”. Dilma devolveu afirmando que é candidata de um projeto contra a “exclusão”, referindo-se aos governos do PSDB. “Faço parte de um projeto que construiu as bases para um Brasil moderno, mais inclusivo, mais produtivo”, declarou.

No debate, os dois voltaram a discutir sobre corrupção na Petrobras. Na primeira pergunta que formulou, Aécio Neves mencionou uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) e apontou irregularidades de R$ 18 bilhões na construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Dilma afirmou que a diferença entre os dois é que ela manda investigar. “Onde estão os corruptos da compra de votos para a reeleição, do metrô de São Paulo, do Sivam, da privataria tucana? Todos soltos”, disse, em referência a casos que envolveram integrantes do PSDB.

Aécio reagiu: “Onde estão os corruptos do seu partido? Estão presos”, disse, em referência a petistas condenados no julgamento do mensalão. Ele disse que falava de denúncias “de agora”. “Não é possível que a senhora não se sinta responsável. Ou foi conivente ou incompetente”, declarou.

A petista citou denúncia de que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, em depoimento ao Ministério Público, teria afirmado que deu propina ao ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra – que já morreu – para esvaziar uma Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a investigar a Petrobras em 2009.

Na resposta, Aécio disse que, pela primeira, vez a presidente reconheceu denúncias de Paulo Roberto Costa, que fez acordo de delação premiada e, em troca de prisão domiciliar, passou a colaborar com a Justiça nas investigações sobre corrupção na Petrobras. “Se a sra. não tem receio, por que seu partido impediu que o sr. Vaccari fosse à CPI”?, disse Aécio, referindo-se ao tesoureiro do PT, que, segundo depoimentos de Costa, também se beneficiou de propinas de contratos na estatal.

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Dilma declarou que Aécio tem “dois pesos e duas medidas” e prometeu que investigará “sem constrangimento tudo e todos”. O tucano também defendeu a investigação de “todos” e criticou o que chamou de tentativa do Planalto de impedir o funcionamento da CPI da Petrobras.

No primeiro bloco, Aécio levantou o tema inflação, questionando Dilma sobre medidas que ela pretende tomar para controlar os preços dos produtos. A presidente disse ter “certeza” de que a inflação está “sob controle” e afirmou que há “choques de oferta” de energia e de alimentos por causa da seca. Aproveitou para criticar o desabastecimento de água em São Paulo, estado governado pelo PSDB. O tucano replicou e disse que Dilma “não tem nenhuma solução” para enfrentar a alta de preços. “Você compra com o mesmo dinheiro hoje o que comprava seis meses atrás?”, questionou o candidato. A petista afirmou que o PSDB entregou o governo com mais de 11,4 milhões de desempregados e disse que não combaterá a inflação “com métodos de arrochar salário, desempregar e não investir”.

Noutro momento, Dilma questionou o tucano sobre a importância de se realizar o teste do bafômetro. “Eu tive um episódio em que parei numa blitz da Lei Seca com a licença vencida e não fiz o exame. Me arrependi disso”, respondeu o tucano. Para a petista, o assunto da Lei Seca tem que ser tratado “com mais cuidado”. “Eu não dirijo sob efeito de álcool ou droga”, afirmou a petista. “Seja correta, seja séria. Mentir e insinuar ofensas como essa é indigno para uma presidente da República”, afirmou.

Aécio perguntou se a candidata “mente tanto” porque não tem “nada a apresentar”. Dilma afirmou que a gestão do tucano em Minas deixou de investir R$ 7,8 bilhões na saúde e R$ 8 bilhões na educação. “Como o senhor acha que pode se sentar aqui e se furtar a explicar porque teve que assinar um termo de ajustamento de gestão?”, questionou a petista. Aécio disse que Dilma desrespeita Minas e elogiou a gestão da saúde e da educação no estado. Disse que o Tribunal de Contas aprovou as contas do governo dele por unanimidade. Dilma afirmou que Minas não se confunde com Aécio e que nasceu no estado antes dele. “Eu nasci em Minas, saí de Minas não fui para passear no Rio de Janeiro”, afirmou.

A exemplo do debate anterior, Dilma voltou a indagar o rival sobre a construção de um aeroporto no município de Claudio (MG), em uma fazenda que pertenceu ao tio do tucano. “Uma das coisas mais importantes do país é que não podemos tolerar uso de bens públicos para beneficiar A, B ou C”, declarou. Aécio afirmou que é “muito triste ver uma presidente da República mentindo” e cobrou a entrega de aeroportos prometidos pela petista na Presidência.

Considerações finais
Nas considerações finais, Dilma afirmou que os governos passados “só viam as elites”, mas que a gestão dela “olha para todos os brasileiros”. Disse que o Brasil enfrentou a crise internacional “de peito aberto” e prometeu saúde e educação de qualidade e manter a “trajetória de conquistas sociais a todos”.

O tucano afirmou que quer ser presidente porque, segundo ele, o Brasil “não pode viver mais quatro anos de tanto desgoverno”. Ele disse que não quer dividir, mas ser presidente da “integração nacional” e afirmou que não tratará “o adversário como inimigo a ser batido a qualquer custo” e em favor da “verdade”.

Leia abaixo a íntegra das considerações finais dos dois candidatos.

Do G1, em Brasília

Dilma - considerações finais (Foto: Arte/G1)
Aécio - considerações finais (Foto: Arte/G1)

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-81171217 / (093) 84046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br much can you sell for khasiatnya salep nizoral ketoconazole para que es clopidogrel 75 mgs generic zoloft cost without insurance does cialis make you crap