Enem 2021: dificuldade de acesso às notas e atraso na divulgação geram meme nas redes sociais

Inep antecipou a divulgação do resultado e o acesso em massa congestionou o site

Na noite de ontem (09), o ministro da Educação Milton Ribeiro compartilhou em seu perfil no Twitter que o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi antecipado. “Boas notícias! Antecipamos para hoje a divulgação do resultado do Enem. A partir das 19 horas, já será possível ter acesso ao resultado na Página do Participante. Boa sorte!”, escreveu.

O resultado, no entanto, só pôde ser visto pelos participantes após mais de três horas de atraso. Além da Página do Participante, os estudantes podem conferir o desempenho no aplicativo Enem, disponível para os sistemas operacionais Android e iOS.

Tanto a antecipação do resultado, quanto o atraso para a liberação das notas renderam memes, piadas e ansiedades entre os estudantes. “Inep divulgou a nota do Enem, mas esqueceu do pequeno detalhe de divulgar a nota”, ironizou o perfil @TmaAnaa. Após conseguir visualizar a pontuação, a usuária @m_clarajnk parece não ter tido um bom desempenho. “Sobre meu resultado do Enem: só não me decepcionei porque eu já esperava”, postou ela.

Entre quem lamentava ou comemorava os seus 900 pontos na redação do Exame, houve também aqueles que deixaram mensagens motivacionais, como o perfil @interestellr, que publicou: “Parabéns pra quem ficou feliz com o resultado do Enem!! E quem não conseguiu a nota que queria, não se cobrem tanto. Esses últimos anos não foram fáceis pra ninguém e tenho certeza que o esforço de vcs vai ser recompensado logo. Se cuidem, amores, e boa sorte no Sisu!!”, desejou.

O Enem é requisito para quem deseja pleitear uma vaga nos programas estudantis do governo, que usam a nota da prova como critério de seleção. Nas próximas semanas, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) devem abrir as inscrições. Abaixo, confira o que fazer com a nota do Enem. Há, também, opções para quem tirou pontuação baixa ou pretende entrar no ensino superior sem auxílio da avaliação.

Bolsa de estudo para faculdade sem o Enem

Quem não fez o Enem ou não conseguiu boas pontuações na prova, ainda pode começar o ensino superior este ano contando com programas privados de incentivo estudantil. Entre eles, o mais conhecido é o Educa Mais Brasil. A iniciativa, em parceria com faculdades particulares de todo o país, oferece descontos de até 70% nas mensalidades do curso de graduação sem precisar da nota do Enem.

A bolsa fica disponível durante formação e não há necessidade de pagamentos após a conclusão do curso. As inscrições são gratuitas e ficam abertas no site durante todo o ano para interessados de todas as regiões do Brasil.

Opções para usar a nota do Enem

O resultado do Enem 2021 pode ser utilizado de diversas formas para ter acesso ao ensino superior público e privado. Para as universidades públicas, a nota pode ser utilizada pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), programa que atua em parceria com universidades e institutos de educação superior públicos brasileiros. As inscrições para o processo seletivo estarão abertas no período de 15 de fevereiro até as 23h59 de 18 de fevereiro.

Nas universidades privadas, a nota do Enem é o passaporte para o Programa Universidade para Todos (Prouni), que concede bolsas de estudo integrais e parciais. Além da nota do Enem, também é preciso atender a outros critérios como renda familiar, ter sido estudante de escola pública ou ter estudado com bolsa de estudo integral em instituição particular. As inscrições acontecem entre os dias 22 a 25 de fevereiro.

Para as faculdades particulares também existe o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Com o programa é possível financiar entre 50% a 100% do curso de graduação. Ao concluir os estudos, é preciso devolver o valor pago pelo governo, em parcelas conforme consta no documento. As inscrições estarão abertas entre os dias 8 a 11 de março.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

Jornal Folha do Progresso em 00/00/2022/

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Analfabetismo infantil foi agravado pela pandemia, aponta pesquisa

Estimativa diz que o aumento foi de 66,3%

O número de crianças que não aprenderam a ler nem a escrever saltou de 1,4 milhão em 2019 para 2,4 milhões em 2021. Isso é o que aponta a nota técnica “Impactos da pandemia na alfabetização de crianças”, do Todos Pela Educação, divulgada ontem (08). A estimativa é que o aumento foi de 66,3%.

Quando precisou ficar em casa por conta do distanciamento social – imposto com mais força no início da pandemia –, a fisioterapeuta Marianna Carvalho, 31, teve que se colocar no lugar das professoras da filha, que estava no período de alfabetização, Anna Vitória, de seis anos, e cuidar para que ela não ficasse ainda mais prejudicada por conta da suspensão das aulas presenciais.

E graças à mãe, a pequena Anna, felizmente, não entrou nos dados que apontam um aumento de 1 milhão entre as crianças com idade semelhante à dela que não aprenderam a ler nem escrever durante a pandemia. Mesmo com auxílio da escola que mandava os exercícios, Marianna ainda sentia que era insuficiente. “Para mim ainda era pouco. Por isso, usei o recurso da internet para buscar alternativas para ela começar a desenvolver a escrita, a leitura e treinar as habilidades já conquistadas antes da pandemia”, conta.

Falta de equipamentos em casa como computadores, notebooks ou tablet, ou até mesmo de internet contribuíram para o afastamento de muitas crianças da escola. A nota técnica mostrou que dentre as crianças mais pobres, o percentual das que não sabiam ler e escrever aumentou de 33,6% para 51,0%, entre 2019 e 2021. Dentre as crianças mais ricas, o aumento foi de 11,4% para 16,6%.

A pandemia também contribuiu para a disparidade de aprendizagem entre crianças brancas e crianças pretas e pardas. “Os percentuais de crianças pretas e pardas de 6 e 7 anos de idade que não sabiam ler e escrever passaram de 28,8% e 28,2% em 2019 para 47,4% e 44,5% em 2021, sendo que entre as crianças brancas o aumento foi de 20,3% para 35,1% no mesmo período”, diz o documento.

Em texto publicado no site do Todos Pela Educação, o líder de políticas educacionais da instituição, Gabriel Corrêa, explica que o aumento da disparidade fica ainda pior quando olhado pela perspectiva de que ele agrava problemas históricos da educação brasileira.

“A alfabetização na idade correta é etapa fundamental na trajetória escolar de uma criança, e por isso esse prejuízo nos preocupa tanto. E porque os danos podem ser permanentes, uma vez que a alfabetização é condição prévia para os demais aprendizados escolares.  Precisamos urgentemente de políticas consistentes para a retomada das aulas, para que essas crianças tenham condições de serem alfabetizadas e sigam estudando. É inadmissível retrocedermos em níveis de alfabetização e escolaridade”, afirma.

Para chegar aos números reunidos na nota, o Todos Pela Educação utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), de 2012 a 2021, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que questionou durante a pesquisa aos pais e/ou responsáveis se suas crianças sabiam ou não ler e escrever.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

Jornal Folha do Progresso em 09/02/2022/15:08:08

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Segurança na internet: veja dicas para proteger dados pessoais

Privacidade dentro ou fora do ambiente on-line é garantida pela Constituição Brasileira

O Dia Internacional da Internet Segura é comemorado nesta terça-feira (08) em mais de 200 países. A data chama a atenção para o uso saudável, ético e responsável do ambiente virtual. No Brasil, a ação é uma realização da organização não governamental SaferNet, que deve promover uma série de eventos durante todo o dia.

O acesso à internet é um recurso básico para desenvolvimento da cidadania, além de possibilitar quebrar barreiras geográficas e ampliar o conhecimento. Contudo, seu uso de forma indiscriminada pode oferecer muitos riscos. O uso indevido de informações como CPF, CNPJ, registro de automóveis, endereço e renda, por exemplo, pode vulnerabilizar e expor pessoas a fraudes e outros ataques cibernéticos.

O advogado criminalista e professor do curso de Direito da Faculdade Unime, Lucas Cavalcanti, explica que a privacidade dentro ou fora do ambiente on-line é garantida pela Constituição Brasileira. “O artigo 5º garante o direito à vida privada, intimidade e protege a imagem das pessoas. O indivíduo pode ser indenizado por dano material ou moral no caso de violação”, afirma o docente. Mas como prevenir é melhor do que remediar, Cavalcanti também elenca uma série de cuidados que devem ser tomados para quem deseja proteger dados pessoais e prevenir vazamentos. Confira!

Rede Pública

Cibercriminosos têm facilidade para se hospedar em redes de wi-fi públicas e conseguem coletar senhas e até dados bancários dessa forma. “Ainda que esteja em um estabelecimento de confiança, o aconselhável é não se conectar em redes públicas. Opte por uma VPN privada para mais segurança”, recomenda Cavalcanti.

Senhas

O primeiro passo para proteger suas informações no ambiente virtual e reduzir os riscos de invasão é criar uma senha forte. “Apesar de menosprezada por muitos usuários da internet, uma combinação complexa faz toda diferença. É importante escolher mais de 7 caracteres, a depender dos critérios do site acessado, e nunca acrescentar o nome do usuário, datas de nascimento nem o número telefônico”, afirma o professor.

Antivírus

Acionar o antivírus em equipamentos eletrônicos impede que programas maliciosos consigam atuar na corrupção de aparelhos e no roubo de dados do internauta. “É imprescindível manter o software atualizado, evitando que invasores consigam acessar o sistema”, ressalta Lucas Cavalcanti.

Cliques

“Analise sempre todas as interfaces do ambiente virtual antes de clicar em links recebidos”, alerta. De acordo com o docente, é necessário analisar o conteúdo de mensagens e assuntos nos e-mails, verificar se há erros gramaticais, ter atenção ao nome de remetentes e tomar cuidado para não ser fisgado por armadilhas.

Recorra a um profissional

Vazamentos de dados são sérios, a coleta arbitrária de informações não é permitida por lei e, caso aconteça, é importante apurar o que foi vazado para entender a dimensão da situação. “De imediato, é necessário registrar um Boletim de Ocorrência e procurar um advogado de confiança. Os direitos on-line, especificamente, estão descritos tanto na LGPD quanto no Marco Civil da Internet, que determina os direitos, deveres, princípios e garantias no uso do espaço virtual no Brasil e prevê quais são as diretrizes de atuação legal no meio digital”, explica o professor.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

Jornal Folha do Progresso em 08/02/2022/14:07:39

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Amazon oferece cursos gratuitos de TI

Podem realizar as especializações pessoas com ou sem experiência na área

A multinacional Amazon está oferecendo mais de 500 cursos gratuitos através da plataforma digital AWS Skill Builder. A gigante do varejo está cada vez mais investindo na formação de pessoas na área de Tecnologia da Informação (TI). Com o mercado na área cada vez mais aquecido, investir em uma formação na área é a solução para quem busca se manter ativo no mercado de trabalho.

A Amazon Web Services (AWS), o braço de computação em nuvem, oferece cursos gratuitos tanto para quem já possui conhecimento como para quem ainda está começando no ramo de TI. As especializações são nas áreas de Análise de Dados, Segurança, Internet das Coisas (IoT), Machine Learning e Serverless (Computação sem Servidor). De acordo com a empresa, a própria plataforma orienta os usuários a encontrarem o conteúdo mais relevante para seu nível de habilidade e plano de carreira. Os interessados podem acessar a AWS Skill Builder e conferir as oportunidades disponíveis.

A Amazon também conta com o programa AWS re/Start, que oferece cursos gratuitos de capacitação e desenvolvimento de habilidades práticas, como entrevistas e redação de currículos, que preparam profissionais para carreiras de nível básico em Nuvem. Para participar, os interessados podem acessar o site do programa. Desde 2017, a AWS revela que já treinou mais de 200 mil pessoas no Brasil.

Conforme mostra a pesquisa “Demanda de Talentos em TIC e Estratégia STCEM” realizada pela Brasscom, o Brasil forma por ano uma média de 53 mil pessoas com perfil tecnológico. Até 2025, a expectativa é que o setor vai demandar 797 mil novos talentos. Com o número de formados aquém da demanda, a projeção é de um déficit anual de 106 mil profissionais de TI – 530 mil em cinco anos.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil Com Foto

Jornal Folha do Progresso em 07/02/2022/17:01:35

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MEC anuncia único portal para cadastro de dados do Sisu, Prouni e Fies

Acesso Único possibilita inserção de informação apenas uma vez 

Candidatos a programas como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) poderão inserir informações cadastrais apenas uma vez. A novidade foi anunciada na manhã dessa sexta-feira (04), Ministério da Educação (MEC), que lançou o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior (Acesso Único).

O Portal terá, segundo o MEC, aperfeiçoamento tecnológico contínuo, desenvolvido em ambiente de nuvem, para os sistemas de inscrições do Sisu, Prouni e Fies. O site ganhará novas funcionalidades disponíveis durante os processos seletivos para o segundo semestre de 2022.

No momento, conforme adiantou o MEC, o banco de dados é composto das edições mais recentes, de 2020 e 2021, mas já há projeto para ampliá-lo, tanto com a alimentação de dados de edições anteriores a 2020, como também com a atualização dos dados das edições deste ano e futuras.

Como funciona o portal

O portal disponibiliza busca avançada por meio de filtros que pode ser explorada pelo estudante para projetar as chances de ser selecionado para o curso desejado. Isso pode ser feito a partir das notas de corte disponíveis no banco de dados, que podem ser comparadas com a nota que o estudante obteve no Enem (dados reais ou estimados).

Os dados podem ser filtrados por nota de corte de cada curso, por instituição e localidade, município e estado, bem como quantidade das vagas ofertadas por cada edição do Sisu, Prouni e Fies.

Segundo o MEC, o projeto continuará em desenvolvimento, até o final do ano, para oferecer ampliações e aprimoramentos dos serviços e ferramentas tecnológicas que objetivam promover o ingresso no ensino superior.

Programas estudantis 

Sisu: O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) é o processo que possibilita que estudantes ingressem em universidade pública com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nessa seletiva, os candidatos são contemplados em ordem classificatória de acordo com a nota no exame.

Cronograma do Sisu:

Inscrições: 15 a 18 de fevereiro

Resultado: 22 de fevereiro

Matrícula: 23 a 28 de fevereiro

Lista de espera: 22 a 28 de fevereiro

Prouni: O Programa Universidade para Todos (Prouni) oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em instituições particulares de educação superior. Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais (50%), a renda familiar bruta mensal deve ser de até 3 salários mínimos por pessoa.

Além do critério da renda, para participar o candidato não pode ter diploma de curso superior e precisa ter obtido, no mínimo, 450 pontos de média das notas do Enem e não pode ter tirado zero na redação.

Cronograma do Prouni:

Inscrições: 22 a 25 de fevereiro

Resultado dos pré-selecionados:

1ª chamada – 2 de março

2ª chamada – 21 de março

Fies: O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) concede financiamento a estudantes em cursos superiores de instituições privadas. É dividido em diferentes modalidades, possibilitando juros zero a quem mais precisa e uma escala de financiamentos que varia conforme a renda familiar do candidato.

Para participar do processo seletivo é preciso ter a nota do Enem a partir da edição de 2010 e obtido média nas provas igual ou superior a 450 pontos, sem ter zerado a redação.

O programa leva em consideração a renda familiar. Para participar desse processo o candidato precisa possuir renda familiar mensal bruta, por pessoa, igual a superior a um salário-mínimo ou até 3 salários-mínimos.

O bolsista parcial do Prouni poderá participar do processo seletivo do Fies e financiar a parte da mensalidade não coberta pela bolsa, desde que se enquadre nas condições previstas no edital. Assim como o Prouni, o Fies é realizado em chamadas no primeiro e segundo semestre e também possui lista de espera.

Cronograma do Fies:

Inscrições: 8 a 11 de março

Resultado dos pré-selecionados em chamada única: 15 de março

Complementação da inscrição:

16 a 18 de março (para pré-selecionados na chamada única)

16 de março a 28 de abril (de pré-selecionados por meio da lista de espera).

*Com informações do MEC

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

 

Jornal Folha do Progresso em 04/02/2022/16:56:37

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CAPES realiza a segunda edição do Prêmio Talento Universitário

No total, serão mil estudantes premiados com R$5 mil

Estão abertas as inscrições para o 2º Prêmio CAPES Talento Universitário, concurso que tem como objetivo reconhecer o desempenho dos alunos com alto grau de desenvolvimento de competências cognitivas. Os interessados em participar devem se inscrever através do site, até o dia 13 de fevereiro. A prova terá 80 questões de múltipla escolha, todas sobre conhecimentos gerais, e será aplicada no dia 20 março. Os locais do exame serão divulgados a partir de 03 de março.

As premiações serão distribuídas para os mil participantes com maiores notas na prova. O prêmio é de R$5 mil e serão aceitas até 44 mil inscrições. Podem participar estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 ou 2020 e ingressaram na educação superior em 2021.

Além disso, é preciso estar matriculado em um curso de graduação – presencial ou a distância – em uma instituição de ensino superior pública, privada ou militar. Outra exigência é não estar em débito com a CAPES, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ou outras agências de fomento à pesquisa.

A premiação vai subsidiar estudos e pesquisas da CAPES para a formulação de políticas públicas para a educação superior. O resultado será divulgado a partir de abril.

Confira o cronograma da premiação:

  • Previsão de divulgação dos locais de prova: a partir de 03 de março de 2022.
  • Aplicação de prova: 20 de março de 2022.
  • Resultado: a partir de abril de 2022.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Sisu: MEC divulga cursos com maior oferta de vagas; confira quais são

Inscrições começam a partir do dia 15 de fevereiro

O Ministério da Educação (MEC) divulgou ontem (01) o número de vagas que serão disponibilizadas no primeiro semestre do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). No total, 221,7 mil oportunidades serão distribuídas nos mais de 6.146 cursos de graduação, em 125 instituições públicas de ensino superior.

Neste semestre, os 10 cursos com maior oferta de vagas são: Pedagogia, Administração, Ciências Biológicas, Matemática, Direito, Química, Física, Agronomia, Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia e Engenharia Civil. Para participar desta edição do Sisu, o candidato precisa ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021, obtido nota superior a zero na prova de redação, e não ter participado na condição de treineiro.

Segundo o MEC, mais de 84,5% das vagas são para instituições federais (universidades e institutos). Os interessados podem se inscrever a partir do dia 15 de fevereiro em uma das vagas oferecidas. O prazo de inscrição encerra no dia 18 de fevereiro. Além disso, é possível consultar a modalidade de concorrência, cursos e turnos, instituições e localização dos cursos. Também será possível acessar a íntegra do documento de adesão de cada uma das 125 instituições ao Sisu.

Uma outra novidade anunciada na última sexta feira (28) foi a alteração no cronograma do Sisu 2022.1 a partir do período destinado para matrícula dos estudantes selecionados. O período para matrícula ou registro acadêmico dos selecionados na chamada única terminaria no dia 28 de fevereiro. Com a mudança, o prazo se estenderá até 8 de março. O período de inscrição para o Sisu não foi alterado. Os estudantes podem se inscrever para o Sisu gratuitamente pela internet. O resultado sairá no dia 22 de fevereiro.

Com a prorrogação, os candidatos terão mais tempo para providenciar a documentação exigida pelas instituições de ensino para efetuar a matrícula. A mudança alterou, também, os prazos para manifestar interesse em participar da lista de espera do Sisu, que passa a ser de 22 de fevereiro a 8 de março, e para a convocação por meio da lista de espera, que ocorrerá a partir do dia 10 de março.

O Sisu é o processo seletivo que possibilita que estudantes ingressem em universidade pública com base na nota do Enem. Nessa seletiva, os candidatos são contemplados em ordem classificatória de acordo com a nota no exame. A estudante Beatriz Santos, 18 anos, fez o Enem pela primeira vez em 2019, com a intenção de conhecer a prova e testar seus conhecimentos. Dessa vez, ela pretende usar o desempenho para tentar ingressar no curso de Jornalismo. “Estou super ansiosa para o resultado do Enem e mais nervosa ainda para as inscrições do Sisu”, relata.

 

Novo Cronograma do Sisu 

Inscrições: 15 a 18 de fevereiro;

Resultado: 22 de fevereiro;

Matrícula: 23 de fevereiro a 8 de março.

 

Bolsas de estudo para faculdade

Quem não conseguir ser contemplado no Sisu pode continuar com o sonho de estudar, através de bolsas de estudo disponibilizadas por programas de inclusão educacional de iniciativas privadas, como o Educa Mais Brasil. O programa oferece bolsas para todas as modalidades de ensino, incluindo graduação, com até 70% de desconto para cursos presenciais e a distância, em parceria com milhares de instituições de ensino de todo o país. As inscrições podem ser feitas ao longo de todo o ano e não precisa de nota do Enem ou comprovante de renda. Por não se tratar de financiamento e, sim, de bolsa de estudo, após o término do curso não é preciso pagar nada.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

Jornal Folha do Progresso em 02/02/2022/18:00:34

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Indígenas e quilombolas são público-alvo de oferta de bolsas de estudo para graduação

Entre os benefícios previstos pelo programa está a concessão de estadia dos estudantes

Estão abertas as inscrições para o Programa de Bolsa Permanência (PBP) destinado a estudantes indígenas e quilombolas matriculados em cursos de graduação presencial ofertados por instituições federais de ensino superior. Alunos que se enquadrem no perfil previsto em edital podem se inscrever até o dia 28 de fevereiro.

Para participar do processo seletivo, os estudantes devem se inscrever na página do Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP), disponibilizada no site do Ministério da Educação (MEC). O endereço de acesso é o http://sisbp.mec.gov.br/primeiro-acesso.

Entre os benefícios previstos pelo programa está a concessão de bolsa para estadia dos estudantes. O objetivo é minimizar as desigualdades sociais, étnico-raciais e contribuir para permanência e diplomação dos alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, em especial, indígenas e quilombolas. Para receber a bolsa, os candidatos devem cumprir os seguintes requisitos:

  1. a)       estar matriculado em curso presencial de graduação ofertado por instituição federal de ensino superior;
  2. b)      comprovar a condição de estudante indígena ou quilombola, nos termos do inciso II do Anexo I da Portaria MEC nº 389/2013;
  3. c)       não ultrapassar dois semestres do tempo regulamentar do curso de graduação em que estiver matriculado para se diplomar;
  4. d)      ter assinado o Termo de Compromisso conforme Anexo II da Portaria MEC nº 389/2013;
  5. e)      ter seu cadastro devidamente aprovado e mensalmente homologado pela instituição federal de ensino superior no âmbito do sistema de informação do programa.

De acordo com o MEC, a análise da documentação comprobatória de elegibilidade do estudante e a aprovação do cadastro no SISBP deverão ser feitas pelas faculdades e universidades federais até o 31 de março. Uma página específica sobre o programa foi criada pelo ministério para tirar dúvidas dos participantes.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Olimpíada Brasileira de Sustentabilidade abre inscrições para estudantes

Competição é realizada em duas etapas

Voltada para estudantes do 7º ao 9º ano do ensino fundamental, a primeira edição da Restaura Natura – Olimpíada Brasileira de Restauração de Ecossistemas está com inscrições abertas. Interessados podem se candidatar pelo site restauranatureza.org.br.

A olimpíada é uma iniciativa educativa que visa promover a cultura e a vivência de restauração a partir da comunidade escolar. Por isso, vai abordar temas atuais que estão conectados com o currículo das escolas como a restauração de ecossistemas terrestres e marinhos, regeneração natural, combate à degradação da natureza e crise climática.

Os participantes vão enfrentar duas etapas: a primeira é individual, realizada de forma on-line, sendo composta por desafios que fazem o estudante testar o que sabe sobre o tema, acumulando pontos para a fase final. Nessa fase, os estudantes terão acesso a nove temas formativos, todos importantes para a restauração de ecossistemas, além de 20 planos de ação para se inspirar; e na segunda etapa os inscritos terão dois meses para desenvolver uma atividade prática em grupo e com a ajuda de um professor responsável. Essa etapa pode envolver uso de tecnologia, plantio, campanhas de engajamento ou demais atividades que estejam alinhadas com o tema.

“A Restaura Natureza reconhece a complexidade de cada território e ambiente do Brasil. Aprendemos coletivamente com vários parceiras e parceiros que precisamos agir acolhendo a diversidade e fortalecendo as soluções locais. Em cada lugar, em cada cidadã e cidadão, uma ideia pode nascer diferente. Por isso o projeto começa agora, mas espera ampliar parcerias e identificar complementariedades com outras iniciativas, organizações, coletivos e atores da sociedade”, explica Gabriela Yamaguchi, do WWF-Brasil, organização que atua para combater a degradação socioambiental e defender a vida das pessoas e da natureza.
Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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https://www.folhadoprogresso.com.br/materiais-escolares-tem-aumento-significativo-e-pais-criam-estrategias-para-driblar-os-precos/

 




Materiais escolares têm aumento significativo e pais criam estratégias para driblar os preços

O aumento pode ser explicado pelo encarecimento repassado para as indústrias e importadoras

Com o avanço da vacinação contra a Covid-19, as aulas presenciais já são uma realidade e vão ocorrer na maioria das instituições. Nas próximas semanas será iniciado o ano letivo das escolas públicas e privadas de todo o Brasil.

Nesse ano, além dos alunos em sala de aula, um item que vai continuar presente na lista de chamada é o aumento de preço dos materiais escolares, que deve chegar até 30%, de acordo com previsão da Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (ABFIAE).

O aumento, segundo a Associação, pode ser explicado por um encarecimento, na outra ponta, para as indústrias e importadoras que tiveram que pagar um pouco mais em matérias-primas como papel, papelão, plástico, químicos e embalagem, por exemplo. “Para os produtos importados, os principais impactos são a variação do dólar no Brasil, os aumentos de custos na Ásia e a elevação dos preços de fretes internacionais, decorrente da falta de containers. Além disso, as medidas antidumping para importações de lápis da China, adotadas pelo governo brasileiro este ano, aumentaram os custos na categoria de lápis”, explicou o presidente executivo da ABFIAE, Sidnei Bergamaschi, em entrevista à Agência Brasil.

Colocando o orçamento na ponta do lápis a esteticista Janete Silva sentiu as contas apertarem um pouco mais nesse mês por conta do material escolar do filho Gabriel, de 10 anos, aluno do sexto ano do fundamental. Mãe de mais três crianças, sem uma renda fixa e com o marido eletricista desempregado, Janete contou com ajuda externa da irmã que doou o kit livro – onde Janete percebeu um maior aumento – para o Gabriel. Outros materiais que o filho precisa nas aulas no dia a dia, como caderno de 10 matérias, caneta e borrachas, ela optou por parcelar no cartão de crédito.

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O esforço que tem sido feito tanto para o Gabriel, como para os outros filhos, é para garantir um futuro melhor para as crianças. “Pela educação de qualidade, a gente acaba fazendo esse esforço. Então, assim, abrimos mão de outras coisas para poder estar proporcionando isso para o nosso filho. Essa contribuição da minha irmã e de outras pessoas me ajudou muito para a matrícula do Gabriel”, explica.

Pai do Ramon, um menino de 17 anos e estudante do terceiro ano do ensino médio, o militar Fernandes Antônio Pereira fez uma economia repassando livros que o filho usou no ano passado para outro pai. Os materiais que também não foram usados durante as aulas on-line serão reaproveitados nesse ano. “Teve essa economia também. Em casa, no computador, ele economizou mais o material. Então isso vai ser utilizado novamente”, conta Fernandes, acrescentando que a adoção de conteúdo eletrônico para auxiliar nas aulas, algo que ganhou força na pandemia, também será uma boa opção para não apertar o orçamento.

Auxílio de bolsa de estudo aliviou as contas

As incertezas da pandemia, como atualmente a variante Ômicron que tem aumentado os casos de Covid-19 e exigindo novamente ainda mais atenção, fez Janete se preocupar em colocar o filho em uma escola particular. A matrícula na pública já era um planejamento, mas o medo de uma nova parada nas aulas influenciou ainda mais a decisão.

“Sinceramente, é um sentimento muito confuso diante de tanta dificuldade priorizar a escola. Acredito que só sendo mãe o pai para entender. Em relação à rede pública, eu não tenho nada a falar e eu sou muito grata. Mas, o que acontece, é que nesse período de pandemia por conta dessa instabilidade se vai ter ou não aula presencial na pública, como iria ser a dinâmica de cuidados em sala eu me senti mais segura optando por uma escola particular”, conta.

A ajuda para seguir com o objetivo foi através do programa de incentivo estudantil Educa Mais Brasil. Mais conhecido entre os programas de inclusão educacional, o Educa tem parceria com instituições de ensino de todo o país e oferta bolsas de estudo de até 70% em cursos que vão desde a educação básica ao ensino superior. Com a bolsa, Janete vai conseguir economizar 50% no valor das mensalidades. “Um verdadeiro milagre aqui na nossa vida é essa oportunidade do Educa Mais Brasil. Eu já tinha desistido por conta de outras dificuldades, mas o Educa foi válvula de escape que me motivou a ficar na escola”, diz ela aliviada.

Fernandes também fez uso de uma bolsa de estudo do Educa para o filho Ramon. A escolha por pagar pela educação do filho se dá por acreditar que tudo que se conquista tem um dedo no conhecimento. A escolha pela escola particular hoje, para ele, é um projeto de investimento para a faculdade do filho. “Tudo que a gente tem hoje, nós temos de agradecer aos estudos. É através do estudo que se formou o que hoje o país é. Se tem alguém que é empresário, está empregado, se tem alguém que tem uma profissão, é um médico… tudo isso tem que passar pela educação”, reforça.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil – Com Foto

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