Serial killer da Baixada confessa ter matado mais de 40 pessoas

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“Eu tinha prazer quando ela se debatia, gritava e me arranhava”. Foi assim que o serial killer, Sailson José das Graças, de 26 anos, tentou justificar as mortes de 38 mulheres nos últimos nove anos. Ele confessou ter matado mais quatro pessoas, a mando de sua cúmplice, Cleusa Balbina, e uma criança de dois anos. O assassino disse no final da manhã desta quinta-feira que sentia prazer no momento em que tirava a vida das suas vítimas.

“Eu parava na padaria, numa praça, ficava vendo jornal. Olhava para uma mulher e falava: ‘é essa’. Ia seguindo até em casa, mas nunca estuprei ninguém. Mulher pra mim tinha que ser branca, negra não, por causa da minha cor. Eu tinha prazer quando ela se debatia, gritava e me arranhava. Eu pensava que eu era meio maluco, às vezes normal”, disse.
Demonstrando muita frieza e calma, Sailson afirmou ser viciado em matar: “A primeira mulher que eu matei foi estrangulada com as mãos. Sentia prazer, gostei! Tinha um desejo muito forte. Já matei umas 38 mulheres, tinha vício”, garante o serial killer, que se arrepende de apenas um crime.

“Não me arrependo e parar de matar é difícil. Saindo da cadeia, voltaria a matar novamente outras 38 mulheres. Só me arrependo no caso da criança, mas não teve jeito. A criança chorava muito e poderia acordar os vizinhos”, lembra.
Segundo do delegado assistente da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, Marcelo Machado, Sailson cometia ato libidinoso após matar as vítimas. “Em algumas ocasiões, ele matava as vítimas e se masturbava ao vê-las de olhos abertos”, detalha.

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O assassino disse que perdeu o pai tragicamente quando tinha apenas 11 anos, durante um acidente de trabalho. Mas ele garante que não foi esse episódio que o fez a ter vontade de matar. “A morte do meu pai quando eu tinha 11 anos, em que ele foi eletrocutado num acidente de trabalho, me marcou muito. Mas esse não foi o motivo de ter cometido esses crimes”.
Sailton, Cleuza e José Messias, outro preso, moravam na mesma casa, em Corumbá, bairro de Nova Iguaçu. De acordo os agentes da DH Baixada, a morte de Fátima Miranda, na última terça-feira, foi o pontapé inicial para prender o trio e destrinchar essa inacreditável história.

“Tudo começou no dia 9, quando fomos chamados para um homicídio em Corumbá, em Nova Iguaçu. Três suspeitos foram conduzidos para a delegacia (José Messias, Cleuza e Sailson). Traçamos o perfil dele. Ele tem prazer em matar mulher. Ele esgana as mulheres com as mãos”.
Segundo as investigações, quatro assassinatos que aconteceram nos últimos dois meses (Francisco Carlos Chagas, morto no dia 23 de outubro; Paulo Vasconcellos, morto no dia 12 de novembro; Raimundo Basílio da Silva, morto no dia 30 de novembro e a Fátima) foram por ordens de Cleuza. O delegado Marcelo Machado disse que outras pessoas estavam marcadas para morrer.
“O Sailson contou que teria uma lista para matar outras pessoas na próxima semana, a mando da Cleuza. Porém, a lista não foi encontrada”.

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Já o delegado titular, Pedro Henrique Medina, não descarta a hipótese de Sailson ter inventado todas essas mortes. Porém, tudo leva a crer que ele realmente cometeu os crimes por conta dos detalhes contados durante o depoimento.
“Tudo indica que não, porque ele esta dando detalhes com riqueza. Inclusive, num dos crimes, ele disse que quebrou uma faca na perna de uma vítima. E isso foi confirmado”.
Sailson já foi preso por roubo em agosto de 2007, preso por furto em janeiro de 2007, porte ilegal de armas, fevereiro de 2010 e furto privilegiado, em 23 de fevereiro desse ano. Agora, os policiais pedem que familiares de vítimas mortas por estrangulamento compareçam na delegacia para ajudar nas investigações.
Fonte: O Dia

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TRE de São Paulo desaprova contas de Geraldo Alckmin

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O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) desaprovou a prestação de contas do governador reeleito, Geraldo Alckmin Filho (PSDB), e de seu vice, Márcio Luiz França Gomes (PSB). No julgamento de ontem (10), foi apontado que Alckmin não informou a totalidade das doações recebidas nas duas prestações de contas parciais. Cabe recurso da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A rejeição das contas não impede a diplomação dos eleitos.

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Embora os valores doados tenham sido incluídos posteriormente, cinco dos seis juízes entenderam que a omissão é uma infração grave e, por isso, é passível de desaprovação das contas. De acordo com o TRE-SP, a defesa alegou que os valores não declarados foram recebidos na véspera da entrega das prestações de contas. Na primeira parcial, não foi informada a doação de R$ 900 mil e, na segunda, de R$ 8 milhões.

O juiz relator André Lemos Jorge e os magistrados Cauduro Padin, Diva Malerbi, Roberto Maia e Silmar Fernandes desaprovaram as contas. O juiz Alberto Toron votou pela aprovação com ressalvas, além do desembargador Mário Devienne, que presidiu a sessão.

Em nota, o PSDB estadual diz que “nenhuma despesa ou receita deixou de ser contabilizada ou declarada. E nenhum dado foi omitido, segundo atesta a própria assessoria técnica do Tribunal Regional Eleitoral”. “Trata-se de mera questão formal que já foi justificada, que será mais uma vez esclarecida em embargos de declaração a serem apresentados nos próximos dias.”

Fonte: EBC.

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Brasil tem cinco línguas indígenas com mais de 10 mil falantes

Cinco das mais de 150 línguas indígenas faladas no Brasil têm mais de 10 mil falantes, segundo dados do Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o Censo, que leva em consideração pessoas com mais de 5 anos de idade que usam o idioma em seu próprio domicílio, as línguas mais usadas no Brasil são o tikuna (com 34 mil falantes), o guarani kaiowá (com 26,5 mil), o kaingang (22 mil), o xavante (13,3 mil) e o yanomami (12,7 mil).

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Dessas cinco, três (tikuna, guarani kaiowá e yanomami) têm ainda mais falantes do que o divulgado pelo Censo do IBGE, já que são usadas também por indígenas que vivem em países vizinhos, como o Paraguai, a Colômbia e a Venezuela.

Mais sete idiomas superam a marca de 5 mil falantes no Brasil: guajajara (9,5 mil), sateré-mawé (8,9 mil), terena (8,2 mil), nheengatu ou língua geral amazônica (7,2 mil), tukano (7,1 mil), kayapó (6,2 mil) e makuxi (5,8 mil). Se o guarani nhandeva (com 5,4 mil falantes) e o guarani mbya (5,3 mil) forem considerados línguas distintas do kaiowá, o número chega a nove.

Assim como no caso do guarani, nem sempre é fácil determinar quantas línguas existem no Brasil, já que isso varia de acordo com os critérios usados para definir o que é um idioma e o que é um dialeto. O especialista Wilmar da Rocha D’Angelis, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estima um número entre 150 e 160.

O site Ethnologue.com, um banco de dados das línguas faladas no mundo, cita 170 ainda faladas. Já o Laboratório de Línguas e Literaturas Indígenas da Universidade de Brasília (UnB) lista 199.

O Brasil é um repositório de grande variedade de línguas. O país é berço de pelo menos dois grandes troncos linguísticos: o tupi e o macro-jê. Troncos são a unidade mais ampla da linguística, que reúnem famílias de idiomas com uma mesma origem.

Línguas de um mesmo tronco podem apresentar diferenças enormes entre si. O português pertence, por exemplo, ao tronco linguístico indo-europeu, o mesmo que o hindi (falado na Índia) e o curdo (falado no Iraque, na Síria e Turquia).

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Além desses dois troncos, há várias famílias linguísticas (não pertencentes a nenhum tronco específico), como a aruak, a karib, a pano e a tukano, e também línguas isoladas (que não têm nenhuma língua similar hoje no mundo), como um dos mais populares idiomas indígenas brasileiros: o tikuna.

“A forma [do continente sul-americano] favoreceu a entrada de diversas migrações vindas do Norte, mas praticamente bloqueou-lhes a saída. Isso fez, dessa parte da América, uma espécie de laboratório linguístico, do qual ainda há muito por conhecer”, afirma D’Angelis.

Em meio a tanta variedade, o linguista destaca algumas singularidades encontradas em idiomas indígenas, como uma língua de sinais (usada pelos urubu kaapor), a comunicação por assovios na língua pirahã e línguas tonais (que usam o tom para dar diferentes significados à mesma palavra), como o tikuna e o suruí.

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D’Angelis também destaca que alguns fatos linguísticos foram observados pela primeira vez em idiomas indígenas da América do Sul: como a existência de duas formas para a primeira pessoa do plural (uma que inclui o interlocutor, e outra que o exclui) em muitas línguas tupi-guarani.

“Vale dizer que muitos estudos de línguas indígenas brasileiras e pesquisadores brasileiros são referência em discussões teóricas da linguística, embora poucos trabalhem no desenvolvimento de teorias linguísticas a partir de fatos novos e desafios trazidos pelo conhecimento de línguas indígenas”, afirma.

Fonte: EBC.

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Mobilização tenta derrubar projeto que revoga Estatuto do Desarmamento

Representantes de organizações sociais prometem uma grande mobilização para hoje (10) na Câmara dos Deputados. O grupo tentará evitar a aprovação do projeto de lei (PL 3.122/12), que regulamenta aquisição e circulação de armas de fogo e munições no país e revoga pontos polêmicos do Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03).

Conhecida como Estatuto das Armas de Fogo, a proposta foi apresentada pelo deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC). Peninha Mendonça argumenta que a redução de 90% no comércio de armas de fogo e munição pós-Estatuto do Desarmamento não refletiu na redução dos homicídios no Brasil.

Em 2004, nos dez meses de 2005 em que vigoraram as restrições à posse e ao porte de arma e durante a Campanha do Desarmamento, quando se recolheu, aproximadamente, meio milhão de armas, “os índices de homicídio nãoo sofreram redução”, destacou o parlamentar catarinense.

O deputado também citou números do Mapa da Violência 2011. Os dados revelam que, em 2003, foram registrados mais de 50 mil homicídios, “total semelhante ao verificado em 2004 e não divergente dos registrados nos anos seguintes”, completou Peninha Mendonça.

Segundo ele, a redução do comércio de armas de fogo e munição caiu 90% no país desde a promulgacão do Estatuto do Desarmamento. Acrescentou que, dos 2,4 mil estabelecimentos especializados registrados pela Polícia Federal no ano de 2000, sobraram 280 em 2008.

“A redução, comemorada de forma pueril por entidades desarmamentistas, não produziu qualquer diminuição nos índices de homicídio no país. Simples e óbvia, a constatação é que não é a arma legalizada que comete crimes, mas a dos bandidos, para os quais a lei de nada importa”, ressaltou.

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A proposta de Peninha Mendonça reduz de 25 anos para 21 anos a idade mínima para porte de armas, retira a exigência de justificativa da Polícia Federal e amplia de seis para nove o número de armas de fogo por cidadão. O projeto também eleva a quantidade de munições permitidas anualmente. Passaria das atuais 50 por arma para 50 munições mensais, podendo atingir 5,4 mil munições por ano caso o comprador tenha o número máximo de armas.

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Relator do texto, o deputado Claudio Cajado (DEM-BA) organizou, semana passada, umvideochat para colher sugestões de setores da sociedade civil. Cajado já sinalizou que deve apresentar alternativa ao projeto. Entre outros pontos, ele quer manter em 25 anos a idade mínima para o porte. Organizações como o Instituto Sou da Paz resistem à tentativa de revogação do Estatuto do Desarmamento.

Diretor executivo do instituto, Ivan Marques é contrário ao texto. Ele disse que um dos pontos mais graves é a mudança nas exigências para o porte. Além da retirada da justificativa, alerta para a exclusão das proibições de porte para quem tem antecedentes criminais ou sofre qualquer tipo de investigação. “É um gatilho muito perigoso”, salientou.

Para Marques, o maior problema é o aumento do número de armas. “Para quê colocar mais armas na mão do cidadão se ele já pode ter seis? O mesmo ocorre com as munições. Para quê tanta bala? Certamente não é para defesa pessoal, porque 5,4 mil munições é muito tiro”, questionou.

Outra crítica das organizações que apoiam o Sou da Paz é o fim dos testes períodicos de análise de capacidade para o portador de arma. Pelas atuais regras, todas as pessoas que têm porte precisam se submeter a exames a cada três anos. “O projeto elimina o teste. O cidadão compra uma arma, faz o teste uma vez, registra e não se preocupa mais com isto”, acrescentou Ivan Marques.

Caso o projeto seja aprovado, uma pessoa com 21 anos pode fazer as provas, que incluem testes psicológicos e análise pericial, para conseguir o porte. “Ele nunca mais vai precisar voltar para registrar ou dizer se ainda tem a arma. Não saberemos se a arma foi doada ou furtada”, avaliou o diretor do Sou da Paz.

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Segundo ele, o esforço do grupo é para rejeitar o projeto ainda na comissão especial. O temor é que, com uma composição mais conservadora a partir do próximo ano, a Câmara aprove a proposta. “É um projeto ruim, que pode ficar por conta de uma composiçao mais conservadora. Se o projeto não for aprovado na comissão, ele é arquivado e, caso resgatado, tem de passar pela tramitação normal”, explicou.

Para atingir esse objetivo, os críticos têm apenas a arma do constrangimento, já que a maioria dos integrantes da comissão é a favor da revogação do Estatuto do Desarmamento.
Fonte: Agência Brasil.

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PF e Ibama prendem nove pessoas e lacram 22 madeireiras por fraude em Rondônia

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Policiais federais e agentes do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) prenderam nove pessoas e lacraram 22 madeireiras em Rondônia. A ação faz parte da chamada Operação Mesclado, deflagrada hoje (10) para combater a extração ilegal de madeira do interior da Terra Indígena Mequéns, próxima à cidade de Pimenta Bueno, na região sul do estado.

De acordo com a PF, os envolvidos no esquema são acusados de fraudar planos de manejo e falsificar documentos para esconder a origem ilícita da madeira. A PF afirma que, além de madeireiros, consultores ambientais, transportadores e “laranjas”, o esquema contava com a “conivência” das lideranças indígenas locais. A estimativa é que o grupo tenha movimentado cerca de R$ 500 milhões.

As diligências ainda não foram encerradas. No total, a Justiça Federal expediu 66 mandados judiciais que estão sendo cumpridos em dez municípios da região. Dos dez mandados de prisão preventiva, apenas dois não haviam sido cumpridos até as 14h30 (horário de Brasília), porque os investigados não tinham sido localizados. Pelo mesmo motivo, três dos 17 mandados de condução coercitiva (quando o investigado é conduzido para prestar depoimento e liberado em seguida) também continuavam pendentes.

No mesmo período, o único mandado judicial de prisão temporária, além dos 23 de busca e apreensão e das 22 ordens de interrupção de atividades das empresas madeireiras já tinham ou estavam prestes a ser cumpridos. A Justiça Federal também decretou o sequestro de bens imóveis dos investigados até o limite conjunto de R$ 7,5 milhões.

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Os alvos do mandado de prisão preventiva e de dois mandados de condução coercitiva ainda não cumpridos são contra índios da etnia Sakurabiat. Segundo a PF, durante as investigações foram encontrados indícios de que as lideranças da comunidade indígena autorizavam os madeireiros a ingressar na reserva indígena e retirar a madeira, recebendo por isso. A PF ainda apura se o dinheiro era usado para beneficiar toda a comunidade ou apenas as lideranças que negociavam com os madeireiros.

Entre os investigados já detidos está o madeireiro Josil Binow, apontado como um dos principais beneficiários do esquema e com quem a PF afirma ter encontrado cheques no valor total de R$ 1,2 milhão. Binow está sendo ouvido no posto da PF em Pimenta Bueno e, em seguida, será conduzido para o presídio da cidade com os outros suspeitos cujas prisões preventivas ou temporárias foram cumpridas. A Agência Brasil não conseguiu localizar seu advogado.

Binow já foi condenado em agosto de 2014 por obstruir ou dificultar a ação fiscalizadora do Poder Público; por receber madeira sem exigir a exibição de licença do vendedor, outorgada pela autoridade competente, e por falsidade ideológica (Artigo 299 do Código Penal). Ele e cinco corréus estavam em liberdade, após recurso contra a sentença do juiz Leonel Pereira da Rocha. O grupo foi denunciado pelo Ministério Público de Rondônia (MP-RO) no Processo 0004575-92.2010.822.0008, por apresentar aos órgãos fiscalizadores, em 2006, relatórios ambientais fraudulentos, nos quais alegavam terem saldo de madeira superior ao real.

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Fonte: Agência Brasil.

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Comissão da Verdade pede julgamento de militares e fim da PM

Para evitar a repetição de tais atos, “assegurar sua não repetição e promover o aprofundamento do Estado democrático de direito”, o documento final da comissão encaminha 29 propostas que devem ser adotadas pelo governo e por órgãos públicos.

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A principal recomendação é que as Forças Armadas assumam responsabilidade, inclusive juridicamente, pelos atos cometidos durante os regimes militares. A comissão também quer o fim das polícias militares, a proibição de atos que comemorem o golpe de 64 e a revogação da Lei de Segurança Nacional. A revisão da Lei da Anistia, que chegou a ser cogitada pelos integrantes do grupo, não foi incluída no relatório.

A lei de 2011 que criou a comissão já estipulava que seus integrantes deveriam encerrar os trabalhos com propostas e “recomendar a adoção de medidas e políticas públicas para prevenir violação de direitos humanos, assegurar sua não repetição e promover a efetiva reconciliaçãoo nacional”.

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Das quase 30 recomendações, 17 são medidas institucionais, oito são iniciativas de mudanças de leis ou da Constituição e quatro são medidas para dar seguimento às ações da CNV. Segundo o grupo, foram recebidas 399 recomendações pelo site da CNV, e algumas delas foram incluídas no relatório. Há ainda recomendações específicas no volume 2 do relatório, onde existem capítulos temáticos sobre assuntos como perseguição a religiosos e a indígenas.

Medidas institucionais
A mais enfática recomendação da comissão é que as Forças Armadas reconheçam sua responsabilidade. “Além da responsabilidade que pode e deve recair individualmente sobre os agentes públicos que atuaram com conduta ilícita ou deram causa a ela, é imperativo o reconhecimento da responsabilidade institucional das Forças Armadas por esse quadro terrível”, cobra a comissão.

Em relação à Lei da Anistia (lei nº 6.683, de 1979), que impede a responsabilização de agentes do Estado e militares acusados de crimes de lesa humanidade, como os de tortura, a comissão entende que os delitos cometidos durante o regime militar não se enquadram como crimes políticos –se assim fossem, estariam enquadrados pela lei.

“A CNV considerou que a extensão da anistia a agentes públicos que deram causa a detenções ilegais e arbitrárias, tortura, execuções, desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres é incompatível com o direito brasileiro e a ordem jurídica internacional, pois tais ilícitos, dadas a escala e a sistematicidade com que foram cometidos, constituem crimes contra a humanidade, imprescritíveis e não passíveis de anistia”, declara o relatório. Apesar da recomendação da não aplicabilidade da norma, a revisão da lei não foi pedida no relatório final.

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O relatório da comissão enfatiza ainda que os autores dos crimes devem ser julgados. “Prevalece o dever jurídico do Estado de prevenir, processar, punir e reparar os crimes contra a humanidade, de modo a assegurar o direito à justiça e à prestação jurisdicional efetiva.”

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Mudanças em leis e continuidade
Outro trecho do relatório faz um apanhado de leis e normas que, na opinião da comissão, deveriam ser reformulados. Destacam-se o pedido do fim da Lei de Segurança Nacional, o fim dos chamados “autos de resistência” (mortes em confronto com a polícia) e o fim da militarização em vários níveis –desde as polícias militares estaduais até a Justiça Militar nos Estados–, além do fim do julgamento de civis pela Justiça Militar federal.

“Torna-se necessário, portanto, promover as mudanças constitucionais e legais que assegurem a desvinculação das polícias militares estaduais das Forças Armadas e que acarretem a plena desmilitarização desses corpos policiais, com a perspectiva de sua unificação em cada Estado”, afirma o documento.

Por fim, o relatório faz quatro propostas para que o trabalho da comissão tenha seguimento em outros órgãos e sugere até a criação de um Museu da Memória em Brasília para lembrar as agruras do período militar.

Fonte: Região Noroeste.

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MPF quer impedir ANA de autorizar obras em rios de MT e mais 5 estados

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Procuradores da República de seis estados pedem que a Justiça Federal proíba a Agência Nacional de Águas (ANA) de autorizar novos empreendimentos em importantes rios da Amazônia brasileira sem que, antes, sejam criados os chamados comitês de bacia hidrográfica. São colegiados com a participação da sociedade civil que, entre outras coisas, definem os mecanismos de uso compartilhado da água e o plano de recursos hídricos de cada bacia.

Os procuradores ingressaram hoje (19), com ações em tribunais federais do Amapá, Pará, Amazonas, em Mato Grosso, Rondônia e Roraima. Eles pedem que a agência seja proibida de emitir a Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica para quaisquer empreendimentos que estejam em fase de licenciamento nas bacias dos rios Tapajós, Teles Pires, Madeira, Ji-Paraná, Negro, Solimões, Oiapoque, Jari, Araguaia, Tocantins e Trombetas, antes que os comitês de bacia sejam criados, e seus membros nomeados e empossados. No total, foram ajuizadas nove ações.

“Rigorosamente, a ação inviabiliza qualquer empreendimento futuro [nos rios da região amazônica], pois, para fazer qualquer coisa é preciso a outorga da ANA. O propósito é assegurarmos que tenhamos água suficiente e de qualidade para a população”, explicou a subprocuradora-geral da República, Débora Duprat, que coordena a 6ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF – órgão setorial do MPF, responsável por tratar dos temas relacionados às comunidades tradicionais, como índios, quilombolas, ribeirinhos e ciganos.

A subprocuradora garantiu que, se aceitos pela Justiça, os pedidos dos procuradores não afetarão os empreendimentos em curso. Não está descartada, no entanto, a hipótese de ajuizamento de outras ações, inclusive em outras regiões do país. Segundo Débora, a iniciativa foi motivada pela preocupação do MPF com os rios amazônicos, com a disponibilidade de água e com a má gestão dos recursos hídricos.

“Estamos vivendo uma crise hídrica sem precedentes [em outras regiões] devido à má gestão desses recursos. Para nossa surpresa, ao começarmos a trabalhar com os rios amazônicos, descobrimos que a bacia amazônica não tem comitês. Ou seja, não tem um plano de uso e de gestão da água”, acrescentou a subprocuradora, revelando que os próprios procuradores da 6ª Câmara decidiram ingressar com as ações considerando que a Constituição Federal prevê a existência de um sistema nacional de gestão de recursos hídricos e que uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente estabelece que qualquer empreendimento leve em consideração os impactos para a bacia hidrográfica.

“Não é possível acumularmos empreendimentos sem sabermos a capacidade das bacias hidrográficas de suportar isso sem comprometer a existência d’água para seu principal fim, que é o uso humano”. De acordo com Débora, os procuradores da 6ª Câmara constataram que as bacias da região amazônica não dispõem de comitês hidrográficos enquanto analisavam os impactos da construção de usinas hidrelétricas nos rios Teles Pires e Tapajós.

Procuradora da República em Santarém, Fabiana Schneider destacou a importância dos comitês e do planejamento no uso da água. “Com tantos empreendimentos sendo planejados para a região, se não houver um planejamento mínimo, holístico, [outras exigências administrativas] quase não surtirão resultados concretos. O licenciamento ambiental, por exemplo, costuma ser concentrado em uma área e em um empreendimento, enquanto o comitê leva em conta a bacia hidrográfica”.

Procurada, a Agência Nacional de Águas informou que não foi notificada sobre as ações e que só irá se pronunciar após analisar juridicamente as petições.

Fonte: O Caldeirão.

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Governo repassa terras para reforma agrária em cinco Estados

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio do programa Terra Legal Amazônia, destina hoje (9) terras federais para a reforma agrária e a conservação do meio ambiente. A cerimônia será às 16h, no auditório do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade, com a presença do ministro Miguel Rossetto.

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Serão destinados 2,5 milhões de hectares para os estados do Acre, Amazonas, Pará, de Rondônia e do Tocantins. Do total, 1 milhão será para regularizar unidades de conservação ambiental de Rondônia.

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Mais 6 mil hectares serão repassados ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária para ações nos municípios de Anapu e de Pacajá, no Pará. O MDA também vai destinar 1,48 milhão de hectares ao Ministério do Meio Ambiente para a conservação ambiental no Pará, Amazonas, Acre, em Rondônia e no Tocantins.O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio do programa Terra Legal Amazônia, destina hoje (9) terras federais para a reforma agrária e a conservação do meio ambiente. A cerimônia será às 16h, no auditório do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade, com a presença do ministro Miguel Rossetto.

Serão destinados 2,5 milhões de hectares para os estados do Acre, Amazonas, Pará, de Rondônia e do Tocantins. Do total, 1 milhão será para regularizar unidades de conservação ambiental de Rondônia.

Mais 6 mil hectares serão repassados ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária para ações nos municípios de Anapu e de Pacajá, no Pará. O MDA também vai destinar 1,48 milhão de hectares ao Ministério do Meio Ambiente para a conservação ambiental no Pará, Amazonas, Acre, em Rondônia e no Tocantins.

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Fonte: Caldeirão Politico.

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Deputados querem liberar a posse de até 9 armas por pessoa no país

A comissão especial que discute o projeto de lei que revoga o Estatuto do Desarmamento pode votar o parecer do relator, deputado Cláudio Cajado (DEM-BA), nesta quarta-feira (10). Em resumo, o texto permite a posse de armas em casa, no local de trabalho (se for dono do estabelecimento) ou em propriedades rurais, possibilitando que qualquer cidadão com mais de 21 anos possua, sem nenhum motivo justificável, até nove armas de fogo e compre até 50 balas por mês. A proposta enfrenta resistência do governo, que prefere manter as diretrizes da atual legislação.

Na semana passada, em videochat promovido pela Câmara dos Deputados, Cajado explicou alguns pontos de parecer que, entre outros pontos, vai propor 25 anos de idade para compra de arma de fogo e 30 para porte.

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O autor do PL, deputado federal Peninha Mendonça (PMDB-SC), diz que a proposta tenta adequar a legislação ao pensamento da maioria da sociedade. Em 2005, 63,96% dos brasileiros rejeitaram, em referendo, a proibição do comércio de armas no país (a votação não fazia referência ao porte).

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Cajado ressaltou que o objetivo de seu relatório não é revogar o Estatuto do Desarmamento, mas achar um meio termo entre o que a lei determina hoje e o que a população deseja em termos de direito à defesa de sua segurança.

Renovação
O relator mantém, em seu substitutivo, a necessidade de renovação do registro das armas, com a repetição dos procedimentos exigidos para a compra, como exames psicológicos e cursos para uso. Na avaliação do parlamentar, não é admissível que alguém adquira uma arma e depois não dê mais satisfação.

Cajado, no entanto, aumenta o prazo atual de renovação de três para cinco anos, no caso dos cidadãos comuns. Já integrantes das Forças Armadas e policiais terão que renovar o registro de três em três anos, segundo o relator, para que passem por testes com mais frequência.

“Bancada da bala”
A aprovação do projeto que revoga o Estatuto do Desarmamento, pelo menos na comissão especial, é dada como certa graças à articulação da “bancada da bala”, que reúne parlamentares que receberam doações da indústria armamentista. Levantamento do Instituto Sou da Paz mostra que dos 24 titulares do grupo, 17 receberam doações de empresas do setor

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Fonte: Caldeirão Politico.

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Custo médio de energia elétrica para indústria subiu 23%

Com o aumento de 6,33%, o Rio Grande do Sul passou da 19ª para a 15ª posição no ranking estadual de custo médio industrial buy viagra professional online buy viagra professional 50 mg online viagra

O custo médio de energia elétrica para a indústria brasileira, após o reajuste de 6,33% autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEE) do Rio Grande do Sul, subiu, em 2014, de R$ 358,77 para R$ 360,72 por megawatt-hora (MWh).

Os dados foram divulgados hoje (9) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e podem ser acessados na página Quanto Custa a Energia Elétrica para a Indústria do Brasil?. A elevação manteve o Brasil na oitava posição do ranking de 28 países com energia elétrica mais cara para indústria. A lista é liderada pela Índia e Itália, países onde a tarifa média industrial de energia elétrica alcança, respectivamente, R$ 596,96 e R$ 536,14 por MWh.

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O gerente de Competitividade e Investimentos do Sistema Firjan, economista Cristiano Prado, informou à Agência Brasil que, desde o início deste ano, o aumento totalizou 23%. A evolução da tarifa atinge 37% desde janeiro de 2013, quando foi registrada redução de 20% no custo para indústria.

Em 2012, o custo médio era R$ 332 por MWh. Com a queda de 20% em janeiro de 2013, passou para R$ 263, subindo 11,5% ao longo do ano passado e atingindo R$ 293 em dezembro. Com o aumento de 23%, a tarifa média para a indústria alcançou R$ 360,72 o MWh.

“A preocupação é que estamos com uma tendência de crescimento do custo no Brasil. E energia é um insumo fundamental para indústria. Se o Brasil quer se tornar mais competitivo, vender mais produtos para o mundo e mais baratos para população, não poderá conviver com o aumento no preço da energia”, disse o economista.

“Somam-se à elevação um cenário de baixo crescimento econômico, inflação alta e reduzida atividade industrial”, destacou. Segundo ele, subiram todos custos que afetam a competitividade industrial. Para ilustrar, Cristiano Prado lembrou o aumento do Custo Unitário do Trabalho (CUT), divulgado ontem (8). “A gente sabe que os impostos também estão subindo. O país coloca o setor empresarial em situação delicada. Ele não tem mais como contribuir”, avaliou Prado.

Com o aumento de 6,33%, o Rio Grande do Sul passou da 19ª para a 15ª posição no ranking estadual de custo médio industrial. Entretanto, as tarifas médias mais caras para indústria são encontradas no Pará (R$505,72), Tocantins (R$ 441,83) e Maranhão (R$440,83). De acordo com o estudo da Firjan, a mais barata (R$150,05) foi registrada no Amapá.

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Fonte: ORMNews.

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