O que é ciúme obsessivo compulsivo?

Sempre que um indivíduo se encontra em uma relação muito boa ele tem, no seu íntimo, um medo dela acabar. É deste medo que surge o ciúme. Mas e se o ciúme se tornar uma doença? Entenda sobre o ciúme obsessivo compulsivo.
É normal que num relacionamento exista alguma dose de ciúme. Há quem diga inclusive que um pouco de ciúme apimenta a relação. É uma forma de demonstrar que existe um temor que a relação acabe.

Porém há um limite para o aceitável. Um ciúme excessivo pode destruir uma relação ou, no mínimo, a saúde mental do casal. O ciumento passa a ver traição em tudo, numa roupa mais arrumada, numa maquiagem, num olhar ou gesto…

Aos poucos, a relação vai se pautando pelo medo. De um lado, o medo de ser traído, de outro, o medo de desagradar o parceiro ou parceira.

Mais do que um aspecto destrutivo da relação, já há estudos que apontam que o ciúme pode vir a ser patológico, ou seja, uma doença registrada. Pode ser, por exemplo, uma variante do famoso Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).

De acordo com os estudos, o comportamento do ciumento de manter uma ideia fixa de traição, chegando a beirar a fantasia, é um transtorno mental.

E o ciúme obsessivo compulsivo ocorre quando essa ideia fica tão enraizada que o sujeito se obriga a realizar uma série de checagens e rituais rotineiros de verificação, sem conseguir sequer se controlar.

Se o parceiro vai sair mais arrumado(a) desacompanhado(a), o ciumento já imagina que existe com meu patrocínio ou um amante por trás e que uma traição vai acontecer. Com isso, já procura saber aonde a pessoa vai, verifica os celulares, pergunta a amigos…

Um ciumento obsessivo compulsivo pode fazer da vida do companheiro um inferno. E a própria vida também fica prejudicada por essa situação.

Portanto, o ideal é procurar um acompanhamento psicológico, para que esse comportamento seja identificado e tratado da melhor forma possível.

Por:Bruna Redacao <brunaredacaosp@gmail.com> com foto

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Pis-Pasep: saiba como resolver problemas no recebimento do benefício

Trabalhadores nascidos em maio já podem receber o dinheiro

Esse ano, mais de 22 milhões de brasileiros terão direito ao saque do PIS em 2022, com valor total de mais de R$ 20 bilhões. O pagamento do abono salarial ano-base 2020 para os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em maio começou a ser feito ontem (22).

O benefício será pago às pessoas que trabalharam pelo menos por 30 dias registradas no ano de 2020. Os valores a receber variam conforme o período trabalhado e podem chegar até R$ 1.212. Para saber se tem direito aos recursos do programa, o beneficiário deve fazer consultas por meio do telefone 158 ou da internet nos aplicativos Carteira de Trabalho Digital, Caixa Trabalhador e Caixa Tem. O pagamento do PIS é feito pela Caixa Econômica Federal aos trabalhadores do setor privado. Já o Pasep é destinado aos servidores públicos e pago por meio do Banco do Brasil.

O coordenador do curso de Direito da Faculdade Pitágoras, Osmundo Nogueira, explica que para ter direito o trabalhador deve estar cadastrado no PIS-Pasep há pelo menos 5 anos, ter remuneração de até dois salários mínimos no ano-base e estar com cadastro ativo na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).

“O trabalhador é cadastrado no programa pela primeira empresa que mantém seu vínculo empregatício. As empresas seguintes realizam a atualização dos dados, garantindo que o cadastro permaneça ativo”, explica o jurista.

O que fazer em casos de erros no pagamento do PIS-Pasep?

Caso o cidadão se encaixe em todas as regras e ao consultar a disponibilidade dos valores a receber venha a mensagem de “não habilitado” será necessário iniciar uma investigação que vai desde a consulta dos dados do trabalhador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS)/eSocial até consultas internas na empresa para analisar as informações enviadas ao sistema.

“Geralmente o não recebimento ocorre por erro realizado no primeiro cadastro, ou ainda, a primeira empresa não faz este registro no sistema, gerando danos ao empregado. A partir disso, é necessário realizar uma investigação no sistema. Havendo constatação de falha que impeça o recebimento dos valores, a empresa pode sofrer um processo judicial na esfera trabalhista“, comenta.

Outro problema comum enfrentado é o atraso no envio da RAIS pelas empresas. Nesse caso aparecerá a mensagem de “não habilitado” para o trabalhador, mesmo que tenha direito. Nessa ocasião, deverá preencher um formulário disponibilizado pela Caixa.

Após a realização da investigação, se não for constatado nenhum erro nas informações, cabe uma ação contra a União para receber esses valores. “Este processo é movido na Justiça Federal solicitando o pagamento dos valores que foram retidos indevidamente”, esclarece Osmundo.

Porém, se for verificado algum erro de cadastramento do trabalhador no PIS ou no envio da RAIS pela empresa, será outro tipo de ação: “Neste caso, a ação é contra a empresa contratante. Os erros inseridos em sistema podem atrasar ou impedir o pagamento ao empregado. Dessa forma, cabe uma ação indenizatória alegando a falta de recebimento do benefício”, finaliza o advogado.

Jornal Folha do Progresso em 23/02/2022/16:32:43

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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https://www.folhadoprogresso.com.br/mudanca-de-regra-e-numero-maior-de-vagas-marcam-o-inicio-das-inscricoes-do-prouni-2022/

 




Mudança de regra e número maior de vagas marcam o início das inscrições do Prouni 2022

Nesta edição serão ofertadas 273 mil vagas em diversas instituições de ensino do país 

Após o encerramento das inscrições do Sistema Unificado de Seleção (Sisu), chegou a vez do Programa Universidade Para Todos (Prouni). Os estudantes podem se inscrever a partir de hoje (22) até a próxima sexta-feira, 25, para as vagas referentes ao primeiro semestre de 2022. As inscrições devem ser feitas no site https://prounialuno.mec.gov.br/.

Além de ser a edição com maior número de vagas (273.001), na última semana, o presidente Jair Bolsonaro assinou decreto modificando as diretrizes do programa. A pré-seleção dos inscritos vai considerar as duas últimas edições Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingresso em cursos de graduação ou sequencial de formação específica. Até então, a regra em vigor era de que apenas a nota da última edição do exame, aquela imediatamente anterior ao processo seletivo do Prouni, poderia ser utilizada pelos candidatos para entrar no programa.

Desde 2004, o Prouni possibilita, dependendo da renda dos candidatos, a entrada no ensino superior em faculdades particulares por meio de bolsas de estudo integrais, que cobrem 100% o valor das mensalidades, e parciais – que pagam até 50%. A classificação dos estudantes é feita com base no desempenho no Enem.

Neste ano, o processo seletivo tem recorde de oportunidades. Serão 273.001 vagas para os candidatos, sendo 181.036 para bolsas integrais e 91.965 parciais. Ao todo estão sendo matrículas em 19.584 cursos de graduação, oferecidos 1.085 instituições participantes.

Quem pode participar do Prouni?

Para concorrer às bolsas integrais do Prouni o candidato precisa comprovar ter renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais, a renda familiar bruta mensal deve ser de até 3 salários mínimos por pessoa.  Além do critério de renda, para participar é preciso ter feito o Enem mais e obtido média igual ou superior a 450 pontos nas objetivas e não ter zerado a redação.

O estudante interessado em uma das vagas pelo Prouni deve ter cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou em escola da rede privada, desde que na condição de bolsista integral da respectiva instituição. Em dezembro de 2021 foi liberada a candidatura para alunos que cursaram o ensino médio em colégios particulares, mesmo sem bolsa de estudos, desde que se encaixem nos critérios de renda familiar per capita de até 3 salários mínimos. No entanto, tal mudança só será válida a partir da seleção do Prouni 2022.2.

Cronograma

– Inscrições: 22 a 25 de fevereiro.

– Resultado dos pré-selecionados: 1ª chamada – 2 de março; 2ª chamada – 21 de março.

– Comprovação das informações da inscrição: 1ª chamada – 3 a 14 de março; 2ª chamada – 21 a 29 de março.

– Lista de espera: 4 e 5 de abril (manifestar interesse em participar); 7 de abril (divulgação dos pré-selecionados em lista de espera); 8 a 13 de abril (comprovação das informações dos pré-selecionados em lista de espera).
Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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https://www.folhadoprogresso.com.br/bolsas-de-estudo-para-especializacao-em-software-estao-sendo-oferecidas-pela-embraer/

 




Bolsas de estudo para especialização em Software estão sendo oferecidas pela Embraer

Podem se inscrever graduados em cursos de Ciências Exatas, nos anos de 2016 a 2021, de todo o Brasil

Estão abertas as inscrições para uma das 35 bolsas de estudos oferecidas pela Embraer através do Programa de Especialização em Software (PES). Os interessados podem se inscrever até o dia 2 de março através do site https://www.embraer.com/br/pt/pes. Estão aptos para concorrer as vagas graduados em cursos de Ciências Exatas, nos anos de 2016 a 2021, de todo o Brasil.

Realizado em parceria com o Centro de Informática (CIn) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o programa busca acelerar a capacitação de especialistas que queiram atuar no setor aeroespacial. Ao término da especialização, os selecionados receberão o diploma de lato sensu da universidade e a oportunidade de trabalhar na Embraer com desenvolvimento de tecnologias.

“Estamos muito entusiasmados com este novo programa em parceria com a UFPE, que vai acelerar a disponibilidade de especialistas de tecnologia para a indústria aeronáutica ao mesmo tempo que gera benefícios para a sociedade, ajudando a reduzir o desequilíbrio entre oferta e demanda por esses profissionais”, disse Carlos Alberto Griner, Vice-Presidente de Pessoas, ESG e Comunicação da Embraer.

Griner explica ainda que a criação do programa também visa a atração de novos talentos para a carreira na área de aviação, além de proporcionar à companhia uma maior disponibilidade de profissionais qualificados e alinhados às estratégias de crescimento dos negócios futuros. “Em linha com nossa visão de atuação conjunta com a academia, criamos um programa educacional ágil para a atração de talentos que queiram aliar desenvolvimento pessoal e oportunidade de carreira na aviação”, complementa.

Como a especialização da Embraer vai funcionar?

Dividido em três módulos, a estrutura do programa terá aulas on-line nas disciplinas teóricas e para o desenvolvimento do projeto final. A grade curricular tem duração de nove meses e os candidatos poderão optar pela especialização em “software embarcado” ou “ciência de dados” no ato da inscrição. É desejável inglês avançado para participar.

O programa é realizado de maneira remota sendo constituído de módulos teóricos e um projeto de conclusão de curso de cunho prático sob orientação da UFPE e profissionais da Embraer. Ao ingressar no PES, o(a) selecionado(a) se torna um bolsista de pós-graduação da FADE (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Federal de Pernambuco). O processo de contratação na Embraer ocorre ao final do programa e depende da necessidade da companhia naquele momento, do perfil do participante e do seu desempenho durante o programa.

Os candidatos aprovados receberão uma bolsa auxílio no valor de R$ 2.700 – mensal durante o programa – e auxílio material de R$ 3.000, pago em uma única vez. Além de bom rendimento no curso, a companhia solicita dos alunos comprometimento e dedicação integral, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17 horas.

Cronograma de Seleção PES (todas as etapas on-line)

Até 02/03 – Inscrições e testes online.

04/03 – Convocação para prova técnica.

06/03 – Prova técnica de conhecimentos em computação.

25/03 – Convocação para dinâmica de grupo e entrevistas.

28/03 – Apresentação do PES aos candidatos aprovados para dinâmicas.

29 a 31/03 – Dinâmica de Grupo e entrevistas.

08/04- Resposta aos candidatos.

18/04 – Início do programa e evento de abertura.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Websérie apresenta, com humor, a realidade das famílias periféricas

O projeto mostra o cotidiano de Mainha e Junior

No ar desde 2018, a websérie baiana Na Rédea Curta, idealizada pelos atores Sulivã Bispo e Thiago Almasy, retrata de forma bem-humorada o cotidiano de uma mãe (Mainha) e seu filho acomodado (Junior) na periferia de Salvador. Ao assistir um episódio, a primeira impressão é acerca da veia cômica, mas a série vai além do entretenimento.

Ao apresentar personagens em posições de destaque, afeto e vínculo, Na Rédea Curta investe no humor de identificação e oferece um olhar alternativo ao recorte de sofrimento e falta de oportunidade tão associado aos moradores de bairros periféricos.

Com as limitações impostas pela pandemia, a websérie teve um hiato de dois anos sem lançamentos, mas os episódios dispostos no Youtube mostravam o desejo comum entre a dupla, que é mostrar a força, a sabedoria e a graça das suas mães pretas e direcionar os holofotes para uma condição alternativa ao código depreciativo que limita as existências dos moradores das periferias.

“Queremos entregar um olhar sobre a periferia que torne aquelas relações, aquelas pessoas e aquelas famílias dignas de complexidade, mostrando que essa coletividade é feliz e consegue atravessar as adversidades com vínculo e com afeto. Nosso objetivo é que os moradores da periferia se olhem e se sintam naturalizados”, comenta Thiago Almasy, que interpreta Junior e é o diretor e roteirista da produção audiovisual.

Os episódios da websérie têm como pano de fundo os dilemas de Mainha diante dos desafios de educar seu filho único, Junior, um jovem iniciando a vida adulta que sempre é flagrado pela mãe “linha dura” aprontando e desobedecendo suas ordens. Além de boas gargalhadas, as estórias reverberam uma mensagem importante sobre o papel da educação na transformação social.

“Quando eu e Thiago decidimos trazer nossas verdades para a websérie, contando a história das nossas mainhas, trouxemos para as telas um humor de identificação, tendo como pano de fundo ideia de valorizar nossas narrativas e a periferia de Salvador, que é a cidade mais preta fora da África. Os episódios podem ser assistidos por toda a família, e os personagens não são absurdos. Se às vezes parecem ser, é porque as mães têm horas que realmente são absurdas”, diverte-se Sulivã.

Desde que foi lançada, Na Rédea Curta despertou no público receptividade e identificação surpreendentes. Isso se deve, também, ao fato de os diálogos serem inspirados numa Bahia singular no modo de expressão de sua gente, valorizando a forma de falar do povo baiano. Depois de tornarem-se facilmente reconhecidos nas ruas da capital baiana, Junior e Mainha partiram para os palcos de teatros soteropolitanos e protagonizaram, em 2019 e início de 2020, temporadas de casa lotada com “Na Rédea Curta – A Peça”. Neste ano de 2022, preparam-se para estrear nas telonas do cinema, com o lançamento de “Na Rédea Curta – O Filme”, previsto para o segundo semestre.

Na mira do YouTube – Ainda moradores da periferia e bem longe de uma realidade de falta de oportunidades, Thiago e Sulivã – que assina todo o figurino da produção – atualmente comemoram a nova temporada de Na Rédea Curta, que estreou no último dia 26 de janeiro com investimento do Fundo Vozes Negras do YouTube. O projeto está entre os 35 brasileiros e os 135 do mundo que passaram a receber recursos e capacitação da plataforma mundial para investirem na produção de conteúdo dos seus canais.

“Iniciativas de apoio como essa são capazes de mudar o rumo da história de jovens da periferia como nós, oferecendo a possibilidade de revelar nossos talentos e de nos levar muito mais longe, uma vez que, infelizmente, a falta de perspectiva ainda é uma realidade presente. No nosso caso, o fundo vem num momento de extrema importância para o canal, porque depois de ficar dois anos parados por conta da pandemia, tivemos que parar pra analisar se seria possível continuar gravando esses vídeos e contando essas histórias”, realça Thiago.

A partir de agora, novos conteúdos e episódios serão lançados semanalmente nas redes sociais de Na Rédea Curta, sempre às quartas-feiras, 20h, ficando exclusivo para o YouTube durante uma semana. Isso acontecerá até o fim do ano, período de duração do investimento. Essa foi a terceira vez que a dupla se inscreveu para concorrer ao prêmio e, enfim, foi contemplada.

Na prática, a presença do Fundo Vozes Negras nas confusões vividas por Junior e Mainha implica em um salto na qualidade audiovisual dos episódios, com filmagem em 4K, elenco do núcleo alternativo expandido, com mais de 30 novas participações de artistas e influencers, e muitas gravações em locações externas.

A repercussão na vida dos atores é ainda maior. O YouTube está oferecendo um ano inteiro de suporte ao canal Na Rédea Curta, de forma que os atores estão em contato direto com um gerente da plataforma, participando de diversas aulas de mentoria sobre assuntos específicos, desde como analisar dados e frequência de conteúdo, até entender sobre recebimento de valores pelo AdSense, planejamento e gestão financeira, YouTube Analytics, e aulas de produção, captação, iluminação e edição.

“É um pacote de encontros todo voltado para que nós criadores consigamos olhar para nossos números e nossos conteúdos a partir de uma visão mais sofisticada. Até sessão de yoga vamos ter, para relaxar e desacelerar um pouco. É um cuidado que vai além da dimensão técnica, abraçando a cada um como pessoa”, comemora Thiago.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil Com foto

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https://www.folhadoprogresso.com.br/premio-talento-universitario-tem-o-periodo-de-inscricao-prorrogado/

 




Prêmio Talento Universitário tem o período de inscrição prorrogado

Os participantes com as maiores notas serão premiados com R$5 mil 

A segunda edição do Prêmio Talento Universitário tem o seu período de inscrições prorrogado. O prazo, que encerraria no dia 13 desse mês, segue até o próximo dia 21. Os interessados em participar devem se inscrever através do site da competição.

A premiação é voltada para estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 ou 2020 e ingressaram na educação superior em 2021. Além disso, é preciso estar matriculado em um curso de graduação – presencial ou a distância – em uma instituição de ensino superior pública, privada ou militar. Outra exigência é não estar em débito com a CAPES, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ou outras agências de fomento à pesquisa.

Os candidatos terão de responder a uma prova com 80 questões de múltipla escolha, todas sobre conhecimentos gerais, que está prevista para ser aplicada no dia 20 março. Os locais do exame serão divulgados a partir de 03 de março.

Os inscritos que obtiverem melhores pontuações vão ser premiados com R$5 mil. Serão aceitas até 44 mil inscrições. A premiação vai subsidiar estudos e pesquisas da CAPES para a formulação de políticas públicas para a educação superior. O resultado será divulgado a partir de abril.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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Reforço escolar é um dos caminhos para recuperar defasagem educacional, mostra pesquisa

Apoio será maior em matemática, aponta país e responsáveis 

O impacto na pandemia na educação deverá ser uma preocupação para os próximos anos. Salas de aulas fechadas, evasão escolar e dificuldade com as aulas on-line impactaram na defasagem educacional de muitos estudantes. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha aponta que 28% dos pais e responsáveis por alunos em idade escolar afirmam a necessidade de reforço escolar para recuperar a aprendizagem perdida.

Para eles, os estudantes devem receber apoio em matemática (71%), língua portuguesa (70%), ciências (62%) e história (60%). Consideradas apenas crianças em fase de alfabetização, esse percentual sobe: 76% precisarão de mais atenção das escolas na retomada das aulas presenciais, segundo as famílias. Os números fazem parte da pesquisa Educação Não Presencial na Perspectiva dos Estudantes e Suas Famílias, encomendada pelo Itaú Social, da Fundação Lemann e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e que ouviu 1.306 pais e responsáveis de 1.850 estudantes através do telefone em dezembro de 2021.

Todos esses pontos refletem no desenvolvimento cognitivo e educacional das crianças. Os primeiros anos da escola são fundamentais para despertar habilidades sociais e educacionais como ler e escrever. Para a neuropsicopedagoga clínica Joyce Cardoso, 42, os pais e a escola precisam estar juntos nessa etapa de retomada para auxiliar as crianças nesse período. Por conta do tempo fora das salas de aula, uma lacuna de aprendizado foi criada e precisa ser preenchida em conjunto.

“Neste período pandêmico e por causa do longo período de uso dos aparatos tecnológicos, as crianças receberam informações de mais e não conseguiram processar por estarem longe das salas de aula. A memorização e o processo de aprendizagem foram extremamente prejudicados. Com a retomada das aulas presenciais, pais e professores tem papeis fundamentais. Os pais devem incluir na rotina jogos e atividades que auxiliem na estimulação cognitiva. Os professores precisam tomar o cuidado de realizar avaliações apresentando sempre o lúdico para chamar a atenção para o novo, o diferente que não fique apenas na base maçante dos conteúdos”, aconselha a especialista.

Sobre a retomada das aulas presenciais, a pesquisa mostra o otimismo dos estudantes com relação ao retorno às salas de aula. Segundo o estudo, 83% dos estudantes que retornaram às atividades presenciais estão evoluindo no aprendizado. O percentual de alunos animados com a volta às aulas é de 86%, os otimistas com o futuro somam 80%. Já os estudantes independentes para realizar as tarefas de casa somam 84%, enquanto os mais interessados nos estudos chegam a 77%.

Gestão educacional

Um outro ponto levantado pela pesquisa é a percepção das famílias com relação à priorização da gestão educacional. Os responsáveis ouvidos afirmam que as instituições devem capacitar os professores e garantir o aumento salarial dos docentes, além de melhorar a infraestrutura das escolas e ampliar o uso de tecnologias em benefício da educação.

A união entre o corpo docente e as famílias reforça os sentimentos positivos com relação ao retorno das aulas após dois anos de escolas fechadas. A pesquisa identificou que, em dezembro de 2021, mais de 800 mil estudantes continuavam sem receber nenhum tipo de atividade escolar, mesmo estando matriculados.

Isso reflete a desigualdade que já existia que com a pandemia. Um em cada quatro estudantes encerrou o ano sem nenhuma atividade presencial. Entre os estudantes de escolas de baixo nível socioeconômico, esse índice chegou a 34%.

Em 2022, as redes de ensino no Brasil buscam estratégias para conduzir o ano letivo. De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Sociedade Brasileira de Pediatria, a segurança na volta às aulas presenciais, em meio à onda de transmissão de Covid-19 provocada pela variante Ômicron, depende do engajamento de toda a comunidade escolar, incluindo os responsáveis.

Além de estar atentos aos sintomas e aos protocolos, os pais devem se vacinar, vacinar seus filhos e participar da prevenção no dia a dia. A pesquisa revela que, em dezembro de 2021, 89% dos estudantes de 12 a 17 anos da rede pública estavam vacinados e que no caso de 76% das crianças de 6 a 11 anos, os pais e responsáveis declararam que pretendiam vaciná-las imediatamente.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

Jornal Folha do Progresso em 16/02/2022/15:21:17

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EJA: modalidade oferece caminhos para conclusão da educação básica

No país, 69,5 milhões não concluíram o ensino fundamental ou médio

No Brasil, entre os brasileiros e brasileiras de até 25 anos, 69,5 milhões (51,1%) não concluíram o ensino fundamental ou médio. O dado, mostrado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) de 2019, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), assusta e ressalta importância dos programas de fomento à educação no país. Um deles é a Educação para Jovens e Adultos, conhecido como EJA. Através, dela é possível concluir os estudos em um período menor em comparação ao da educação regular.

“Há anos atrás eu fiz o que na época era chamado de supletivo. Por motivos de saúde eu precisei sair da escola e fiquei alguns anos afastado das salas de aula. Depois, consegui concluir meus estudos com o auxílio do supletivo. Foi um alívio porque os anos parados me prejudicaram bastante e eu não me via dentro das salas de aula novamente. Hoje, é chamado de Educação para Jovens e Adultos, mas tem a mesma finalidade e é uma ajuda a mais para quem precisa interromper a sua educação para trabalhar ou lidar com uma demanda que precise de total atenção. Que bom que existe essa modalidade de ensino”, comemora o estudante de administração Aloísio Lopes, 28.

Em 2020 havia três milhões de matrículas de EJA no Brasil. As regiões Nordeste e Sudeste são as que possuem o maior número de matrículas nessa modalidade: 1,2 milhão e 938,9 mil, respectivamente. Conheça, abaixo, mais detalhes sobre a Educação de Jovens e Adultos.

Diferença entre Supletivo e EJA

Anteriormente conhecido como Ensino Supletivo, EJA é uma das sete modalidades educacionais definidas pelo Ministério da Educação que promovem conclusão do ensino básico.  O EJA é oferecido em etapas – ensino fundamental e médio – que são definidas para facilitar a organização da modalidade educacional. Como o ensino fundamental é abrangente – corresponde do 1º ao 9º ano – é comum que as instituições definam as fases do EJA da seguinte forma:

Etapa I (que corresponde do 1º ao 5º ano do Ensino Regular) ou Fundamental I: tem a carga horária de 1200 horas ou 1440 horas-aulas, distribuídas em duas etapas de 600 horas cada, ou 720 horas-aulas, que são cursadas em aproximadamente dois anos e divididas por áreas de conhecimento, como Língua Portuguesa, Matemática e Estudos da Sociedade e da Natureza.

Etapa II (6º ao 9º do Ensino Regular, ou Fundamental II): conta com carga horária de 1600/1610 horas ou 1920/193horas-aulas (que são cursadas em aproximadamente dois anos e meio). O curso é ofertado em turmas coletivas ou individuais e separado por disciplinas, as quais o aluno pode escolher até quatro de cada vez.

Etapa III ou Ensino Médio: tem carga horária de 1200/1306 horas ou 1440/1568 horas-aulas, que podem ser cursadas em aproximadamente dois anos e meio. Assim como na Fase II do fundamental, o curso é organizado por disciplinas, as quais o aluno pode se matricular em até quatro de cada vez e garantir a certificação do ensino médio.

Certificado EJA

O certificado da EJA pode ser conquistado de duas formas diferentes: através do EJA em instituições de ensino regularizadas ou através dos provões EJA. No caso do EJA regular, em escolas, o estudante precisa comparecer às aulas, cumprir a carga horária e alcançar a média estabelecida.

Já no provão EJA, o candidato estuda sozinho ou com auxílio de algum curso EJA para se preparar para o exame. As provas são realizadas pela secretaria de educação de cada município do território brasileiro. Por isso, é crucial conferir junto ao órgão o calendário e localidades onde o exame será aplicado.

Bolsas de estudo EJA

Existem diferentes formas de conseguir o certificado de conclusão do ensino médio. Quem optar pelo curso EJA, conta com a disponibilidade em instituições da rede pública ou privada. Para os estudantes que não conseguirem uma vaga para as instituições públicas, é possível realizar o EJA com uma bolsa de estudo. O Educa Mais Brasil, maior programa de incentivo à educação do país, oferece descontos nas mensalidades de diversas modalidades de ensino, inclusive a Educação para Jovens e Adultos. Para saber mais, acesse o site do programa e conheça as condições.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

Jornal Folha do Progresso em 15/02/2022/

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https://www.folhadoprogresso.com.br/cursos-gratuitos-sobre-covid-19-e-outras-epidemias-virais-sao-lancados-pela-fiocruz/

 

 




Cursos gratuitos sobre Covid-19 e outras epidemias virais são lançados pela Fiocruz

São 80 mil vagas em especializações abertas ao público

O Programa Educacional em Vigilância e Cuidado em Saúde no Enfrentamento da Covid-19 e de outras Doenças Virais (VigiEpidemia), desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Mato Grosso do Sul, será lançado amanhã (15) ofertando 80 mil vagas em cursos gratuitos, para qualquer pessoa interessada em saber mais sobre a área de saúde, o enfrentamento da epidemia de covid-19 e outras epidemias virais.

Organizado em parceria com a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, o lançamento será feito por uma transmissão ao vivo na internet, em que haverá uma mesa-redonda com os pesquisadores sobre o tema: A vigilância em saúde nas epidemias/pandemias: o que podemos esperar em 2022? O evento poderá ser assistido através do link.

O conteúdo e os recursos educacionais, conforme a Fiocruz, foram elaborados com a participação de docentes e pesquisadores de diversas instituições de ensino e pesquisa. De início, o programa terá uma primeira etapa com quatro cursos autoinstrucionais e dois complementares que são opcionais e contam com tutoria e certificação de especialização. Entre os 80 mil possíveis alunos, mil poderão obter certificado de especialização do programa, mediante chamamento público.

A coordenadora de Educação da Fiocruz Mato Grosso do Sul, Debora Dupas Gonçalves do Nascimento, explicou à Agência Brasil que o objetivo do VigiEpidemia é promover a qualificação dos trabalhadores e profissionais de saúde, gestores e interessados na área para o enfrentamento da covid-19 e outras epidemias de doenças transmissíveis por vírus no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil
Jornal Folha do Progresso em 14/02/2022/15:23:11

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https://www.folhadoprogresso.com.br/fies-tem-cerca-de-13-milhao-de-inadimplentes-governo-regulamentou-a-renegociacao/

 




Fies tem cerca de 1,3 milhão de inadimplentes; Governo regulamentou a renegociação

Prazo começa em março e vai até o dia 31 de agosto de 2022

Cerca 1,3 milhão de estudantes em débito com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), programa de financiamento para cursos do ensino superior em faculdades privadas, vão poder renegociar as dívidas. Os procedimentos de renegociação foram regulamentados ontem, 10, pelo Governo Federal. O período para reaver o crédito começa dia 07 de março e se estenderá, inicialmente, até 31 de agosto.

A renegociação é um alívio para quem, no começo da pandemia, encontrou dificuldade em pagar o financiamento. Esse é o caso do estudante de engenharia elétrica Amós Costa Silva, que precisou trancar a faculdade por conta do desemprego e isso acarretou também no atraso do pagamento das parcelas.

“A pandemia atrapalhou não somente a minha vida profissional, mas a minha graduação também. Precisei trancar meu curso por estar desempregado, mas eu ainda precisava pagar as parcelas do financiamento. Infelizmente, não consegui me manter adimplente com o pagamento. A renegociação vem em boa hora”, revela.

Existem algumas regras para a concessão dos descontos. Para os estudantes que possuem dívidas com 90 a 360 dias de atraso, a medida prevê desconto de 12% no saldo devedor, isenção de juros e multas e parcelamento em até 150 vezes. Já para os que estão com inadimplência superior a 360 dias, a MP prevê desconto de 86,5% no saldo devedor, também com eliminação dos encargos.

Nos casos em que o estudante seja inscrito no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) e seja beneficiário do Auxílio Emergencial, o desconto será de 92%. Além disso, o valor remanescente dessa dívida poderá ser parcelado em até dez vezes, com pagamento de parcela mínima de R$ 200.

Como renegociar

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), atualmente, dos 2,6 milhões de contratos ativos formalizados até 2017, mais de 2 milhões estão na fase de quitação, com um saldo devedor de R$ 87,2 bilhões. Desses, mais de um milhão de estudantes estão inadimplentes, com mais de 90 dias de atraso no pagamento. Isso representa uma taxa 51,7% de inadimplência e soma R$ 9 bilhões em prestações não pagas.

Os contratos do Fies estão vinculados ao Banco do Brasil (BB) e à Caixa Econômica Federal. Os estudantes poderão realizar todo o procedimento de renegociação da dívida por meio digital as duas instituições financeiras.

Na Caixa, por exemplo, cuja dívida média é de R$ 35 mil, o interessado podem consultar via internet e verificar se pode ou não pedir a renegociação e qual desconto e parcelamento poderá ter. Depois da abertura do período de adesões, em 7 de março, e após confirmar seu enquadramento nas regras e simular a renegociação, os estudantes devem gerar o boleto para pagamento da primeira parcela ou, caso optem pela quitação de uma só vez, da parcela única.

No Banco do Brasil, a adesão poderá ser feita diretamente pelo aplicativo do banco na internet, acessando a opção Soluções de Dívidas e clicando em Renegociação Fies. Por meio da solução, segundo o banco, o estudante poderá verificar se faz parte do público-alvo, as opções disponíveis para liquidação ou parcelamento da dívida, os descontos concedidos, assim como os valores da entrada e demais parcelas.

De acordo com o presidente do BB, Fausto Ribeiro, a partir do dia 19 de fevereiro, aqueles que têm direito à renegociação receberão uma oferta ativa na tela de entrada do aplicativo do banco, pelo celular, informando as condições de quitação.

Bolsa de estudo para faculdade 

Para os estudantes que desejam ingressar no ensino superior, mas que precisam de algum auxílio, existe o Educa Mais Brasil. O maior programa de incentivo estudantil do país em parceria com faculdades particulares de todo o país, oferece descontos de até 70% nas mensalidades do curso de graduação sem precisar da nota do Enem ou de financiamentos do governo.

A bolsa fica disponível durante formação e não há necessidade de pagamentos após a conclusão do curso. As inscrições são gratuitas e ficam abertas no site durante todo o ano para interessados de todas as regiões do Brasil.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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