Quadrilha desviou R$ 8 milhões em milhas aéreas com programa de computadores

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Operação no Piauí, Pernambuco e Minas Gerais desmonta esquema montado em 2003

Os agentes do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) prenderam às 6h10 desta segunda-feira, na zona Leste de Teresina, o estudante Normanhg Arruda Sousa, de 23 anos, do curso de medicina da faculdade particular Facid.

O coordenador do Greco, delegado Carlos César Camelo, informou que a prisão de Normanhg Sousa é parte da Operação Milhas, desencadeada pelas polícias do Piauí, Pernambuco e Minas Gerais para prender uma quadrilha interestadual de desvio de milhas aéreas no valor de R$ 8 milhões, da empresa Multiplus, que gerencia as milhagens da companhia aérea TAM. A quadrilha agia desde 2003.

Segundo Camelo, no Piauí só tinha a prisão do estudante de medicina como parte da quadrilha. De acordo com as suas informações, a prisão foi decretada pelo juiz da Central de Inquéritos do Tribunal de Justiça do Piauí, Luiz Moura.

— As pessoas presas no Piauí, Minas Gerais e Pernambuco estavam desviando milhas aéreas através de senhas dos clientes da Tam conseguidas através de programa de computador que conseguem dados a partir de ofertas e pedidos de informações aos passageiros pela internet, através de fraudes virtuais — declarou o delegado.

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Normanhg Arruda Sousa é pernambucano, mas mora e faz o curso de medicina em Teresina há dois anos.

Fonte: O Globo

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Energia elétrica está quase 4% mais cara no Pará

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Começou a vigorar nesta segunda-feira (2) o novo aumento no preço da energia elétrica em todo o Pará envolvendo a alta no preço das bandeiras e o aumento extraordinário (praticado além do autorizado no aniversário da concessionária, que acontece somente em agosto). Na última sexta-feira (27), a Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou, em todo o Brasil, reajuste de 83,33% (já em vigor desde janeiro deste ano) na bandeira vermelha (Em condições mais custosas de geração a tarifa sobre acréscimo de R$ 0,0300 para cada quilowatt-hora kWh consumidos), passando de R$ 3,00 para R$ 5,50 para o consumo de cada 100 kWh (quilowatts-hora) a partir de hoje.

Também na sexta, a Aneel autorizou aumento extraordinário nas contas de energia dos consumidores de quase todo o Brasil. Os reajustes autorizados não foram uniformes e variaram por regiões. Na região Norte, o reajuste médio autorizado foi de 5,5% (os grandes consumidores terão reajuste médio de 6,6% e os de baixo consumo – residenciais, de 4,8%).

Dos sete Estados do Norte, apenas três estão tendo reajuste extraordinário. São eles o Pará, Tocantins e Acre.

No caso do Pará, o reajuste médio (extraordinário), que começa a ser cobrado pela Celpa a partir de hoje, é de 3,6%, alcançando aproximadamente 2 milhões de unidades consumidoras. A exemplo de outros reajustes anteriores, o reajuste autorizado pela Aneel também será segmentado com percentuais diferenciados entre grandes e pequenos consumidores. O Dieese avalia que, para os grandes consumidores, o reajuste deverá ser superior a 4%.

Na avaliação do instituto de pesquisas, com as altas verificadas nas bandeiras este ano (já incluindo o novo reajuste), somado a este reajuste extraordinário e mais o aumento ocorrido no mês de agosto do ano passado, de cerca de 34%, o aumento médio da energia elétrica para os paraenses em menos de um ano (agosto/2014 a março/2015) chega a mais de 40%, sendo que a inflação neste mesmo período não chega a 5%.

Em termos globais, este é o 16º reajuste na tarifa de energia dos paraenses autorizado pelo Governo Federal à Celpa desde a privatização em 1998. A empresa foi privatizada em julho de 1998, com as tarifas já plenamente recompostas. O primeiro reajuste para os consumidores residenciais paraenses autorizado pela Aneel já com a empresa privatizada ocorreu também de forma parcelada em 1999 (junho/julho/99), em um total acumulado de 10,60%.

Segundo o Dieese, os impactos no bolso dos consumidores paraenses com os sucessivos aumentos nas contas de energia elétrica desde a privatização da Celpa são bem maiores do que somente os percentuais autorizados no aniversário das privatizadas ou nas revisões tarifárias ocorridas durante este período.

Com isso, a população deverá sofrer novamente um duplo impacto. ‘O primeiro será pelo próprio reajuste da tarifa e o aumento na bandeira nas contas residenciais bem acima da inflação e o segundo pela inflação causada pela subida nos preços em função dos repasses dos reajustes do setor industrial e comercial para todos, como ocorreu em agosto do ano passado’, avalia o economista Roberto Sena, do Dieese.

Os reajustes da energia elétrica no Pará, desde a privatização da Celpa, estão bem acima da inflação, medida por qualquer índice de preços (ICV/DIEESE, IPCA/IBGE, INPC/IBGE, etc.) e também bem acima dos reajustes salariais obtidos no mesmo período (excetuando o salário mínimo). ‘O pior desta situação é que mesmo pagando caro, os serviços oferecidos pela empresa ainda são alvo de muitas reclamações por parte de um número expressivo de consumidores paraenses. Na avaliação do Dieese, estes novos aumentos na conta de energia deverão trazer novas altas em bens e serviços, principalmente da alimentação’, conclui o economista.
Fonte: ORMNews.




Aeronave roubada no Pará ainda não foi encontrada

Acusados de desaparecer com avião, que ia para São Félix do Xingu, já estão presos best prices for all customers! dapoxetine india manufacturer. online drugstore, buy dapoxetine online online pharmacy india, buy baclofen uk buy baclofen online uk may find things making a big pass at one point that baclofen is very cheap , linda. india .

A Polícia Federal faz buscas pela aeronave monomotor que desapareceu na última quarta-feira (25), após partir do aeroporto Brigadeiro Protásio, em Belém, com o nome de uma pessoa que a receberia em São Félix do Xingu, no sudeste paraense. O piloto Álvaro Braga Santana, de 48 anos, foi encontrado na sexta-feira (27) em um hotel em Xinguara e disse à polícia que foi dopado e não sabia como chegou ao local. No sábado (28) quatro acusados do crime foram presos.

De acordo com a Polícia Federal, os acusados foram presos no município de Rolim de Moura, em Rondônia. Eles prestaram depoimento nesta segunda-feira (2), à Polícia Federal daquele Estado e foram encaminhados à cadeia pública da cidade de Pimenta Bueno, em Rondônia.

Os presos são: José Arildo Laurindo Lopes, Cláudio Pinto de Farias, Hamilton de Oliveira cortês e o piloto que é goiano, Wellington Lima de Oliveira. Dos quatro, nenhum é paraense. O bando é formado por um do Paraná, outro do Espírito Santo, outro de Tocantins e o goiano que é o piloto.

Os quatro confessaram que levaram a aeronave para Bolívia. A Polícia Federal, que tem dois policiais trabalhando naquele país, está investigando com a PF boliviana tentando localizar a aeronave. .

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Fonte: ORMNews.

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Petrobras:CPI abre protocolo com 180 pedidos de requerimento

A oposição na Câmara dos Deputados dominou o período de abertura para protocolo de pedidos de requerimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. Até o fim da manhã de hoje (2), foram mais de 180 pedidos. Os partidos recordistas são o PSDB, que protocolou, logo no início da manhã, 57 requerimentos. Em seguida, o DEM apresentou 51 pedidos.

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Além do PSDB e DEM, o PPS e o Psol protocolaram, respectivamente, 23 e 16 requerimentos. No período, o PT protocolou 17 pedidos. O início da abertura dos pedidos foi anunciado pelo presidente da comissão, deputado Hugo Motta (PB), na última quinta-feira (26), quando a CPI foi instalada.

Os tucanos e os parlamentares do PPS pedem a criação de sub-relatorias na Comissão. Caso sejam aprovadas, essas sub-relatorias podem reduzir a atuação do relator, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ). PSDB e PPS também pediram a convocação do ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco.

Em depoimento à Polícia Federal, Barusco afirmou que começou a receber dinheiro do esquema de pagamento de propina entre 1997 e 1998, ainda durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O pedido se antecipa à intenção do PT de também pedir a convocação do ex-gerente e de aumentar o período investigado pela CPI para o mandato de FHC.

Além de Barusco, o PPS quer a convocação dos ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci, do senador Fernando Collor (PTB-AL), de João Vaccari, tesoureiro do PT, e do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque.

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O PT também quer convocar Barusco e Duque, além de José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras Entre os pedidos do Psol, destacam-se as convocações do também ex-diretor da empresa, Paulo Roberto Costa, e do doleiro Ablerto Youssef.

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Fonte: ORMNews.

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Dilma Rousseff sanciona hoje Lei dos Caminhoneiros

Manifestações começaram há duas semanas e a categoria pede redução do preço do combustível e aumento do valor do frete

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Depois de o governo constatar redução das manifestações de caminhoneiros que bloqueiam rodovias federais, a presidenta Dilma Rousseff vai sancionar hoje (2) a Lei dos Caminhoneiros. A informação é da Secretaria-Geral da Presidência da República.

A sanção da lei faz parte das propostas apresentadas pelo governo no dia 26 de fevereiro, durante reunião para acabar com os protestos. Na ocasião, o governo se comprometeu a sancionar a lei, sem vetos, e prorrogar por 12 meses o pagamento de caminhões por meio do Programa Procaminhoneiro.

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Em nota divulgada nesse domingo (1°), a Secretaria-Geral cita a “diminuição do movimento” e reitera o compromisso com as propostas anunciadas. A nota diz ainda que as manifestações estão localizadas na Região Sul do país, com bloqueios concentrados em rodovias federais no Rio Grande do Sul, Paraná e em Santa Catarina.

As manifestações começaram há duas semanas e a categoria pede redução do preço do combustível e aumento do valor do frete.

Fonte:  ORMNews.

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Presos bebem e fazem churrasco dentro de presídio na Bahia

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Presos da Penitenciária Lemos Brito, situada no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador, foram flagrados “ostentando” churrasco, bebidas, armas, suplementos alimentares e até uma esteira ergométrica dentro da unidade.

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Segundo o Sindicato dos Servidores Penitenciários da Bahia (Sinspeb), as fotografias com a “farra” foram encontradas nos celulares dos presos apreendidos entre o final de 2014 e início deste ano.

Em contato com o G1, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) afirma que tem conhecimento da denúncia e que irá se posicionar ainda nesta segunda-feira (2). A reportagem também tentou contato com o Superintendente de Gestão Prisional, major Júlio César, mas ele não atendeu as ligações.

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Em novembro de 2014, uma outra denúncia do Sinspeb apontou a realização de prostituição dentro da penitenciária. Na época, a Seap informou que não foi informada sobre o caso formalmente.

“Eles tiram essas fotos e elas ficam circulando entre eles. Ficam se gabando entre os módulos. É um absurdo. Não há controle, não há sistema integrado para impedir isso”, critica Geonias Santos, coordenador do Sinspeb.

De acordo com o Ministério Público, um inquérito civil foi aberto para apurar as condições de funcionamento da penitenciária.

“Isso é fruto da falta de estrutura da penitenciária e de segurança. Até hoje não existe muralha, não existe cerca. A portaria é precária, as revistas deixaram de ser íntimas porque ofendem a dignidade da pessoa humana. Infelizmente, não houve a substuição dessa revista por equipamentos que sejam eficazes. Você tem uma falta de policiamento na guarda e, segundo o que a gente apurou, somente 30% das guaritas estão efetivamente cobertas”, disse o promotor Edmundo Reis.

Segundo o coordenador do Sinspeb, pessoas do lado de fora da penitenciária chegam a arremessar armas e celulares para dentro do presídio. “Essas coisas [comidas, bebidas, armas] chegam de todas as formas: intermédio de visitas, pessoas que arremessam do lado de fora. Na penitenciária não tem muro externo, não tem vigilância externa, as portas estão caindo aos pedaços. Aqui não tem condição de segurança e estrutura para funcionar”, completa Geonias Santos.

O coordenador conta que a penitenciária dispõe, diariamente, de cerca de vinte agentes penitenciários, que atuam entre mais de 1,2 mil detentos. “Tem agente penitenciário entregando sua vida nas mãos de Deus. Ele não tem nenhum tipo de garantia que sairá de lá vivo. O agente vê e sabe que não tem na gestão uma ação para por fim a essas situações calamitosas”.

De acordo com o promotor Edmundo Reis, somente com término das investigações será possível determinar se a penitenciária continuará operando. “Isso envolve uma série de itens e vetores diferentes que nós temos que analisar e trabalhar com muito cuidado. Temos que trabalhar a extensão real do problema para, a partir daí, junto com as secretarias próprias, chegar uma possibilidade de resolução do problema”, conclui.

Fonte: ORMNews.

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Pesquisadores defendem financiamento para energia solar

O tema foi discutido durante a 1ª Escola Internacional de Energia Solar, que ocorreu na última semana na Universidade de Brasília (UnB)

Pesquisadores brasileiros em energia solar defendem a criação, pelo governo, de linhas de crédito especial para a aquisição de equipamentos e a instalação de energia solar fotovoltaica (que transforma energia solar em energia elétrica) em residências. O tema foi discutido durante a 1ª Escola Internacional de Energia Solar, que ocorreu na última semana na Universidade de Brasília (UnB).

Para o professor da UnB Rafael Shayani, um dos organizadores do evento, esse modelo de microgeração distribuída, com a instalação de painéis nas casas, é bem promissor, pois não ocupa grandes áreas como as usinas solares, e o excedente de energia é enviado à rede pública, em um sistema de compensação. “Poucas pessoas sabem disso, é como se o relógio rodasse para trás. Com essa expectativa de que a energia elétrica vai subir 40%, a solar não vai ficar mais tão cara, se houver subsídio do governo”, disse.

Shayani explica que isso não vai ocorrer da mesma forma em todo o país. Segundo ele, em Minas Gerais, por exemplo, há mais procura porque é um estado com incidência solar favorável e onde o preço da concessionária de energia é mais alto, então o retorno do investimento será mais rápido.

Segundo o professor da Universidade Federal de Santa Catarina Ricardo Rüther, investir em geração de energia não é papel do consumidor final, mas é ele quem acaba pagando a conta, então precisa de condições de financiamento. “É um assunto que não está bem equacionado no Brasil. O financiamento é o gargalo. Comparando com a indústria automobilística, se o consumidor é bom pagador, hoje ele sai da concessionária com carro financiado até com juro zero. Como consumidor de energia elétrica, todo mundo é bom pagador, então por que não posso entrar em uma loja e sair com um contrato, para inclusive gerar recursos para pagar um telhado solar?”

Rüther explica que o investimento em um sistema de energia solar fotovoltaica é maior que no de aquecimento solar, usado geralmente em chuveiros, e pode variar de R$ 12 mil a R$ 15 mil, de acordo com a média de consumo das famílias. O retorno financeiro desse sistema vai variar de cinco a dez anos, com o uso de um equipamento que vai durar 25 anos em média.

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De acordo com o professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Fernando Martins, o Brasil já tem regulamentação para o uso dessa energia, então as pessoas só dependem de mais incentivo e informação. “O benefício é a longo prazo, com o tempo as famílias vão economizar e ajudar o país a enfrentar uma crise hídrica, consumindo a energia da própria residência, enquanto os reservatórios possam ser enchidos”, disse.

Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) indicam que existem hoje no Brasil 317 empreendimentos em operação gerando energia solar fotovoltaica, com potência de 15,1 mil kilowatts (kW), 0,01% da energia utilizada no país. As usinas hidrelétricas produzem 62,55% da energia consumida.

Essa foi a primeira de três escolas internacionais, um projeto que envolve várias instituições para a disseminação do conhecimento das tecnologias de energias renováveis. “Tivemos um público de 300 pessoas, a maioria estudantes. A ideia da escola é fomentar a capacitação de recursos humanos. A escola está desmistificando o uso da energia solar. O Brasil tem uma visão conservadora, talvez pouco inovadora, que ninguém vai saber usar, mas existem dezenas de países que já a utilizam há 25 anos”, disse Rafael Shayani.

Para Rüther, apesar dos incentivos do governo e dos projetos estratégicos da Aneel, essa é uma área muito carente de mão de obra. “Precisamos dessa massa crítica. Essas novas gerações incluem os tomadores de decisões do futuro, que vão, então, fazer isso de forma mais acertada.”

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Fernando Martins explica que os impactos ambientais da geração fotovoltaica são bem menores do que de qualquer fonte de energia, e a integração urbana em telhados é uma ótima saída e não necessita de infraestrutura de transmissão. “Mesmo uma grande usina fotovoltaica não traz mais danos que uma hidrelétrica, conseguimos a mesma energia com área muito menor e podemos também usá-la para outros fins, por exemplo, se a área tiver também um potencial eólico. Uma forma não prejudica a outra, existem tecnologias de aproveitamento.”

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“O importante é deixar claro que o Brasil tem recursos renováveis suficientes para atender à demanda de energia elétrica do país. Precisamos criar alternativas e informar às pessoas o potencial que temos”, argumentou Martins.
Fonte: ORMNews.

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Conta de luz sobe, em média, 23,4% no país a partir de hoje

Aneel aprovou revisão extraordinária das tarifas na sexta-feira (27)

Os brasileiros já estão pagando mais pelas contas de luz. Com a entrada em vigor da revisão extraordinária das tarifas aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na última sexta-feira (27), as contas subiram, em média, 23,4%.

Para os consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a alta é de 28,7%, na média – 4,5 vezes maior que a aplicada para aqueles que vivem em estados do Norte e Nordeste, que será de 5,5%, também na média.

Essa diferença ocorre porque os consumidores das três primeiras regiões terão mais custos para cobrir com essa revisão extraordinária. Um exemplo é a energia gerada pela hidrelétrica de Itaipu, que atende a todo o país e foi reajustada em quase 50% em 2015, mas que é repassada apenas às contas de luz de moradores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Ao todo, a Aneel autorizou o reajuste das tarifas de 58 das 63 distribuidoras de energia do país. Os cerca de 1,2 milhão de consumidores da AES Sul, que atende em 118 cidades do Rio Grande do Sul, terão o maior reajuste, de 39,5%.

Entre as maiores distribuidoras, os mais altos são da Copel (36,4%), que atende a clientes no Paraná, da Eletropaulo (31,9%), que atua em São Paulo, e da Cemig (28,8%), que atende a consumidores de Minas Gerais. Veja, abaixo, lista das distribuidoras e respectivo reajuste.

Clientes de quatro distribuidoras não foram atingidos pelo reajuste extra das contas de luz. Os da CEA, do Amapá, porque a empresa não pediu à Aneel a revisão extraordinária. Já os da Amazonas Energia (AM), Boa Vista e CERR (RR), estão livres porque vivem em regiões que não são atendidas pelo Sistema Interligado Nacional (SIN), rede de linhas de transmissão que liga o país, e por isso não participam do rateio de contas do setor.

Aumento extra

As revisões extraordinárias aprovadas na sexta representam um aumento extra nas contas de luz, aplicado quando há risco de desequilíbrio nas contas das distribuidoras. Portanto, os consumidores podem esperar por nova alta em suas tarifas ao longo de 2015, pois a Aneel ainda vai autorizar o reajuste ordinário, aquele que já ocorre uma vez por ano.

Das 63 distribuidoras, 6 já passaram, em fevereiro, pelo reajuste ordinário. A Ampla, que atende cidades do interior do Rio de Janeiro, vai ter os reajustes ordinário e extraordinário aprovados juntos ainda no mês de março, por isso não consta da lista divulgada pela Aneel na sexta.

A revisão aprovada na semana passada vai permitir que as distribuidoras arrecadem, de imediato, recursos para cobrir custos com a compra de energia de Itaipu, novos contratos de suprimento de eletricidade firmados em leilões recentes, além de ações do governo financiadas pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Pela regra, as distribuidoras deveriam bancar essas contas para, depois, serem ressarcidas no reajuste anual, mas elas alegam não ter recursos. Ou seja, essas despesas bilionárias já seriam repassadas aos consumidores mas, com a revisão extraordinária, isso ocorre antes.

Também na sexta, a Aneel aprovou a previsão de orçamento da CDE para 2015. E determinou que os consumidores paguem, via contas de luz, R$ 22,06 bilhões para o fundo.

O dinheiro vai financiar, entre outras ações, o programa Luz para Todos, o subsídio à tarifa de famílias de baixa renda, combustível para usinas termelétricas do Norte do país e o pagamento de indenizações a empresas.

Consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste vão pagar 80% desse valor. Aos consumidores do Norte e Nordeste, será repassado 20% do total. A arrecadação dos R$ 22,06 bilhões será feita ao longo de 2015.

Equilíbrio

O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, afirmou que o reajuste extra vem corrigir “eventos que perturbam o equilíbrio econômico e financeiro das distribuidoras”, entre os quais o repasse da CDE “é o principal item.”

“Com essas decisões que estão sendo tomadas, completamos o ciclo para alcançar a sustentabilidade do setor elétrico por meio da tarifa”, disse Rufino.

A medida faz parte dos esforços do governo para equilibrar as contas públicas e reverter o processo de perda de credibilidade. No caso do setor elétrico, isso significa suspender ajuda financeira às distribuidoras, por meio de recursos do Tesouro, e promover o chamado “realismo tarifário”, ou seja, repassar às tarifas todos os custos do setor.

Veja a lista das distribuidoras e o respectivo aumento:

AES Sul – 39,5%

Bragantina – 38,5%

Uhenpal – 36,8%

Copel – 36,4%

RGE – 35,5%

CNEE – 35,2%

Cocel – 34,6%

Muxfeldt – 34,3%

Demei – 33,7%

Caiua – 32,4%

Forcel – 32,2%

Eletropaulo – 31,9%

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CFLO – 31,9%

Hidropan – 31,8%

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CPFL Paulista – 31,8%

EDEVP – 29,4%

CPFL Piratininga – 29,2%

Cemig – 28,8%

Enersul – 27,9%

DME-PC – 27,6%

Celg – 27,5%

Eletrocar – 27,2%

Eflul – 27%

Energisa MG – 26,9%

Cemat – 26,8%

Escelsa – 26,3%

ENF – 26%

Bandeirante – 24,9%

Celesc – 24,8%

Elektro – 24,2%

CEB – 24,1%

Ienergia – 23,9%

CJE – 22,8%

Light – 22,5%

CEEE – 21,9%

CSPE – 21,3%

Chesp – 21,3%

Santa Maria – 21%

Eletroacre – 21%

Cooperaliança – 20,5%

Joaocesa – 19,8%

CPEE – 19,1%

Ceron – 16,9%

Mococa – 16,2%

Coelce – 10,3%

CPFL Santa Cruz – 9,2%

Energisa SE – 8%

Sulgipe – 7,5%

Energisa Borborema – 5,7%

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Coelba – 5,4%

Ceal – 4,7%

Celtins – 4,5%

Energisa PB – 3,8%

Celpa – 3,6%

Cepisa – 3,2%

Cemar – 3%

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Cosern – 2,8%

Celpe – 2,2%

Bandeiras tarifárias

A Aneel já havia tomado na sexta uma outra decisão que implica em aumento das contas de luz para os brasileiros ao aprovar o aumento na taxa extra das bandeiras tarifárias, cobrada nas contas de luz quando há aumento no custo de produção de energia no país. Os novos valores, agora oficiais, também começam a valer nesta segunda-feira (2) e são os mesmos propostos no início de fevereiro, quando o assunto foi levado a audiência pública.

Fonte: ORMNews.

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Polícias Civil e Militar fecham matadouro clandestino

As carnes dos animais abatidos foram apreendidas. A perícia feita no matadouro considerou as carnes impróprias para consumo humano

As Polícias Civil e Militar prenderam em flagrante, neste fim de semana, o comerciante Ordemi Silva, acusado de manter um matadouro clandestino, na cidade de Juruti, no oeste do Pará.

Durante a operação, carnes dos animais abatidos no local foram apreendidas. A perícia feita no matadouro considerou as carnes impróprias para consumo humano. De acordo com o delegado Arthur Nobre, titular da Delegacia de Juruti, as condições do matadouro eram degradantes. ‘Sem luz, sem trilho para abater os bois, o piso não era adequado, não tinha veterinário inspecionando nem autorização de qualquer órgão para funcionar’, constata.

Segundo os relatos, as carnes apreendidas apresentavam larvas e tuberculose. O delegado apurou que o matadouro era responsável por distribuir a carne para açougues no município. Com o fechamento do local, foi emitida ordem judicial para queimar um total de 34 carcaças de boi apreendidas no estabelecimento, o que gerou um prejuízo superior a R$ 60 mil aos empresários da cidade, que já haviam adquirido as carnes.

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Fonte: ORMNews.

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Governo Federal deve mais de R$700 mi a municípios do Pará

Valor corresponde a investimentos autorizados e não pagos pelo governo buy baclofen online australia. problems with can you take and ambien pump manufacturer baclofen therapeutic index buy europe and fioricet. pump eri  30 mg dosage 7 weeks fluoxetine price in india buy prozac online canadian pharmacy 20 mg every other day. price australia can you take without food

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O governo federal deixou de repassar para as prefeituras paraenses, nos últimos anos, um montante de R$ 720,9 milhões previsto no orçamento federal para despesas correntes e investimentos dos municípios. Esse recurso foi autorizado pela União, mas não foi efetivamente pago no orçamento corrente, e agora entra na rubrica de “restos a pagar” (RAP). A maioria dessa dívida é referente a obras nos municípios. Alguns até conseguem emendas parlamentares para custeio de obras, mas esbarram na falsa expectativa de recebimento desses recursos.

Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), responsável pelo cálculo da dívida de cada um dos 144 municípios do Pará, a situação é extremamente preocupante, pois, por conta dessa “inadimplência” do governo federal, existem inúmeras obras inacabadas em todo o Estado. Nesse caso, ou a obra fica incompleta ou o prefeito é obrigado a pagar com recursos próprios aquilo que deveria ter sido pago com a emenda, comprometendo a manutenção ou até mesmo o investimento em serviços essenciais à população em diversas áreas.

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“É um absurdo. O prefeito trabalha sem haver um planejamento efetivo. Isso acontece, justamente por essa falha na relação da União com os municípios. Como consequência, estamos vendo aí obras contratadas pelos municípios e paralisadas por falta de pagamento, sem falar em obras anunciadas e nunca iniciadas. Isso tem que ser melhorado, urgentemente. Essa rolagem da quitação de recursos empenhados ocorre há décadas, desde o governo do presidente José Sarney, mas tem se agravado nos últimos anos. E o pior é que ela vem de setores considerados essenciais como educação e saúde”, reclamou Paulo Ziulkoski, presidente da CNM, que atribui o excesso de restos a pagar a uma estratégia política do governo federal.

“A União tem deliberadamente utilizado entraves burocráticos para disfarçar uma estratégia de prometer muito, empenhos de convênios e emendas, e realizar pouco em transferência efetiva de recursos. Essa estratégia favorece a União porque aumenta a moeda política para suas negociações, com um volume muito maior de empenhos do que o lastro em recursos reais para realizá-las”, completou o líder municipalista.

De acordo com o levantamento, somente ao município de Santarém a dívida da União chega à R$ 55,7 milhões. Em Ananindeua, o débito também é alto, na casa de R$ 48,3 milhões. Na sequencia, Marabá e Belém, esperam o cumprimento da promessa do governo federal de transferências iguais a R$ 35,2 milhões e R$ 33,4 milhões, respectivamente. De acordo com a CNM, a maioria dos restos a pagar desses municípios existem há mais de um ano. Do total que deve ser pago a eles, 70% estão concentrados em três pastas: Ministério das Cidades, Ministério da Educação e Ministérios da Saúde.

Ainda de acordo com os dados divulgados pela CNM, da dívida total dos municípios do Pará, R$ 369 milhões (51,2%) são restos a pagar não processados, ou seja, quando a despesa não foi realizada ou ainda não foi aferida/atestada e por isso não foi paga. O restante do recurso são de processados – aquelas despesas que foram executadas, e aferidas/atestadas e só faltam ser pagas.

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Em todo o País, a entidade avalia um débito total de R$ 35 bilhões aos governos municipais, sendo 90% deles de não processados. “O RAP processado apresentava queda nos últimos anos e em 2014 passou a crescer. Por outro lado, o RAP não processado tinha um crescimento considerável e a partir de 2012, depois de uma estagnação, o crescimento está em média de 10% ao ano”, diz o estudo. “Existem milhares de obras paradas e isso é preocupante, pois a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) proíbe que no último ano de mandato, no caso em 2016, haja Restos a Pagar. É preciso ter cuidado. Passar dívidas para a gestão seguinte é improbidade”, recomenda a CNM.

Pente fino

Na tentativa de evitar um desgaste maior que o que vive em outras questões, o governo federal publicou o Decreto 8.407/2015. Ele diz é que os ministérios terão até o dia 30 de junho deste ano para fazer uma avaliação destes restos a pagar. As pastas indicarão quais devem ser efetivamente pagos e quais devem ser cancelados. De acordo com o decreto, apenas os restos a pagar do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Ministério da Saúde, dos Programas de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino do Ministério da Educação e os de emendas parlamentares do Orçamento Impositivo de 2014 não precisam passar por este “pente fino”. Dos R$ 31,5 bilhões, uma parcela importante é da Saúde, Educação, emendas e PAC, mas ainda resta muito para ser avaliado pelos outros ministérios.

“Este decreto federal é lamentável”, afirmou Ziulkoski. Ele lembra que esta ação do governo mais uma vez frustra os gestores municipais. Além das comunidades que acreditaram nestes investimentos, prepararam os projetos e tinham a expectativa de que isso se concretizasse. Entre estes RAP não processados existem aproximadamente R$ 13 bilhões de exercícios anteriores para todo o País. Portanto, há anos a execução se arrasta.
Fonte: ORMNews.

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