Operação prende presidente da Câmara e mais oito em Cacoal, RO

Ação visa desarticular um suposto esquema de corrupção.
Ao todo, 27 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos.
Operação Detalhe foi iniciada durante a manhã desta sexta (Foto: Magda Oliveira/G1)

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A Polícia Civil e o Ministério Público de Rondônia (MP-RO) realizam na manhã desta sexta-feira (8) a Operação Detalhe, em Cacoal (RO), para desarticular um suposto esquema de corrupção no município. Segundo o delegado Arismar Araújo, entre os presos estão o presidente da Câmara de Vereadores, Paty Paulista (PTB), e a chefe de gabinete da prefeitura, Maria Ivani. Ao todo nove pessoas foram presas, dez conduzidos coercitivamente e 27 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos.

De acordo com a Polícia Civil, a Operação Detalhe teve início às 5h da manhã. Mandados também estão sendo cumpridos na câmara e na Prefeitura de Cacoal. Os advogados do vereador e da chefe do gabinete não foram encontrados para falar sobre o assunto.

O delegado informou que a operação tem o nome de Detalhe, pois seria a palavra usado por envolvidos para tratar a população de Cacoal. Informações sobre as investigações do esquema não foram dadas. Uma coletiva deve ser realizada durante a tarde de sexta para explicar o teor das apurações.
Do G1 RO

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PM e ex-PM são presos sob suspeita de matarem integrantes da Pavilhão 9

Oito pessoas foram assassinadas na quadra da torcida organizada.
DHPP diz que um dos assassinados tinha dívida por droga com ex-PM.

Um policial militar e um ex-PM foram presos na manhã desta quinta-feira (7) em Carapicuíba e Osasco, na Grande São Paulo, sob suspeita de participação na chacina na sede da torcida Pavilhão Nove, do Corinthians, na Zona Norte da capital paulista, segundo informou o Bom Dia São Paulo. Oito pessoas foram assassinadas no último dia 18.

Segundo o DHPP, a chacina ocorreu por dívidas de drogas. Um dos oito assassinados devia dinheiro para o ex-PM Rodinei Silva, acusado de ser o mandante da chacina, que já tinha passagem pela polícia por tráfico de drogas. O nome do policial não foi divulgado.

O PM e o ex-PM tiveram a prisão temporária decretada (15 dias, renováveis por mais 15) e foram levados para a sede do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Há mais mandados de prisão contra outros suspeitos, inclusive policiais.

De acordo com o relato de dois dos cinco sobreviventes da chacina, os criminosos teriam se identificado como “polícia” no momento em que chegaram à quadra, por volta das 23h. Os criminosos estavam com o rosto descoberto. Em seguida, mandaram oito torcedores se ajoelhar e atiraram nas cabeças deles.

A Polícia chegou a informar que a ordem para executar os oito torcedores do Corinthians partiu de uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios.

De janeiro a março de 2015, 33 policiais foram expulsos da Polícia Militar por vários motivos, não apenas por crimes, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP).

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta, durante visitas a obras da LInha 5-Lilás, que o PM vai ser punido exemplarmente.

“A SSP vai falar, mas eu quero destacar a importância do trabalho de investigação e da corregedoria. Um já foi expulso da PM, o outro vai ser punido exemplarmente”, afirmou.

O Ministério Público (MP) de São Paulo acompanha a investigação policial sobre a chacina. No último dia 22, o procurador-geral de Justiça, Márcio Fernando Elias Rosa, determinou que os promotores do 5º Tribunal do Júri acompanhem os trabalhos da Polícia Civil para esclarecer o crime ocorrido no sábado (18).

A Promotoria poderá ter acesso ao inquérito do DHPP. Mas somente após sua conclusão do crime por parte da polícia é que um dos promotores será designado para apurar o caso na esfera judicial.

Mortos
Foram assassinados: Ricardo Junior Leonel do Prado, de 34 anos, André Luiz Santos de Oliveira, de 29 anos, Mateus Fonseca de Oliveira, de 19 anos, Fabio Neves Domingos, de 34 anos, Jhonatan Fernando Garzillo, de 21 anos, Marco Antônio Corassa Junior, de 19 anos, Mydras Schmidt, de 38 anos, e Jonathan Rodrigues do Nascimento, de 21 anos.

Os corintianos mortos preparavam bandeiras que seriam levadas para o jogo contra o Palmeiras, no domingo (19), na Arena Corinthians, em Itaquera, Zona Leste. Câmeras de segurança de um posto de combustível, que fica ao lado da quadra da torcida, gravaram outras pessoas fugindo, escapando dos assassinos.
Oito pessoas morreram neste domingo na sede da torcida (Foto: Reprodução/TV Globo)
Acima estão as oito pessoas mortas na sede da torcida Pavilhão Nove (Foto: Reprodução/TV Globo)

Para a polícia, o alvo dos bandidos era um só: Fabio Domingos, ex-presidente da torcida. Ele foi o único dos mortos a receber dois tiros. Os demais foram atingidos por um disparo.
Fábio era um dos 12 corintianos presos em Oruro, na Bolívia, em 2013. Estava entre os suspeitos de disparar um sinalizador que atingiu e matou o adolescente boliviano Kevin Espada, torcedor do San José, num jogo contra o Corinthians pela Libertadores.
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Ainda de acordo com a investigação, depois de ser solto, Fábio se envolveu numa briga entre corintianos e vascaínos em Brasília.

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Segundo os policiais, Fábio e mais três outras vítimas também já haviam sido condenados por tráfico de drogas, o que reforça a tese de que a chacina tenha relação com disputa ou dívidas de entorpecentes.
Oito pessoas morrem depois de serem baleadas na sede da Pavilhão 9, na Ponte dos Remédios, em São Paulo, SP, na noite deste sábado (18) (Foto: Edison Temoteo/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Oito pessoas foram mortas na sede da Pavilhão 9
(Edison Temoteo/Futura Press/Estadão Conteúdo)

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Sobrevivente
A mãe de um dos oito mortos contou ao G1 que um dos sobreviventes da chacina disse a ela ter se enrolado em uma bandeira do time e deixado vivo pelos criminosos. “Disseram para ele que ele tinha sorte que as balas tinham acabado e que ele ficou vivo para contar tudo”, disse a mulher, que pediu para não ser identificada por medo de represálias.

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Segundo ela, outros quatro rapazes que estavam no local conseguiram arrombar uma porta e fugir.  A mulher esteve no Instituto Médico-Legal (IML) para fazer o reconhecimento do corpo do filho, e disse que as vítimas foram espancadas antes de morrer. “Deixaram o rosto e o braço dele todo machucado”, afirmou.

A torcida organizada Pavilhão Nove foi criada em homenagem aos presos mortos em um dos pavilhões da penitenciária do Carandiru, em São Paulo, em outubro de 1992. Ela foi criada por um grupo de amigos que fazia trabalho social no presídio e promovia jogos de futebol contra o time “Corinthians do Pavilhão 9”.

Do G1 São Paulo

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Após um ano e meio, portos no Pará serão leiloados

 

TCU liberou arrendamento de áreas em Santarém Barcarena e Belém

Após um ano e meio de tramitação – e quase dois anos e meio depois do lançamento, pelo governo, do programa de investimento para o setor portuário -, o Tribunal de Contas da União (TCU) liberou ontem (7) o governo federal a realizar o primeiro leilão de arrendamento de terminais em portos públicos.

Desde outubro de 2013, a corte vinha analisando os estudos apresentados pelo governo para o arrendamento de 29 áreas nos portos de Santos (SP), Belém (PA), Santarém (PA), Vila do Conde (PA) e Outeiro e Miramar (PA).

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A demora se deveu a uma sucessão de pedidos de vista do processo, quando os ministros da corte, que participam dos julgamentos, requerem mais tempo para analisar uma questão.

Em nota, o ministro da Secretaria de Portos, Edinho Araújo, comemorou a decisão do TCU. Ele apontou que os investimentos nos terminais de Santos e do Pará são “prioritários e inadiáveis” e que a preparação dos lotes para licitação será feita “no menor prazo possível.”

“É importante destacar que estes arrendamentos representam um potencial de investimentos de R$ 4,7 bilhões, agregando uma capacidade de movimentação de 47 milhões de toneladas anuais de cargas”, diz o ministro na nota.

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Em meados do ano passado, o tribunal deu um primeiro passo para liberar o leilão. Na época, condicionou a publicação do edital ao cumprimento de 19 condicionantes, como mudanças em valores previstos nos estudos apresentados.

O governo acatou 15 delas, mas recorreu das outras quatro. A principal divergência era em relação à determinação da corte para que fosse adotado um valor teto para as tarifas que os vencedores dos leilões poderiam cobrar pelo serviço nos terminais arrendados.

Essa exigência, porém, contrariava o modelo construído pelo governo para os leilões, que previa como critério de escolha dos vencedores quem se dispusesse a cobrar a menor tarifa pelo serviço.

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No julgamento de ontem, os ministros do TCU aprovaram o modelo proposto pelo governo e consideraram todas as condicionantes cumpridas. Entretanto, após a publicação do edital, o governo terá que encaminhar mais justificativas para os critérios adotados.

LEI

Em dezembro de 2012, o governo lançou um pacote para ampliar os investimentos em infraestrutura no país, que incluía estradas, ferrovias, aeroportos e portos. Apenas para o setor portuário, a previsão era de injeção de R$ 54 bilhões até 2019. O plano para os portos previa ainda um novo marco regulatório para o setor, eliminação de barreiras à entrada de novas empresas no setor, a abertura de novas chamadas públicas para construção de TUPs (portos privativos), além da aceleração de processos de arrendamento de áreas para prestação de serviços e licenciamento ambiental.

O novo marco regulatório, que se transformou na nova Lei de Portos, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em meados de 2013, estabeleceu novos critérios para a exploração e arrendamento, para a iniciativa privada, de terminais de movimentação de carga em portos públicos. Além disso, as novas regras também facilitam a instalação de novos terminais portuários privados.

A expectativa do governo é ampliar os investimentos privados e modernizar os terminais, a fim de baixar os custos de logística e melhorar as condições de competitividade da economia brasileira.

Uma das mudanças está no critério para escolha dos concessionários. Pela Lei dos Portos de 1993, ganhava a licitação a empresa que pagasse maior valor pela outorga. A nova lei prevê que os critérios para a escolha passariam a ser maior eficiência, como menor tarifa a ser cobrada dos usuários e maior movimentação de carga.
Fonte: ORMNews.
Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981171217 / (093) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

 




Após um ano e meio, portos no Pará serão leiloados

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Após um ano e meio de tramitação – e quase dois anos e meio depois do lançamento, pelo governo, do programa de investimento para o setor portuário -, o Tribunal de Contas da União (TCU) liberou ontem (7) o governo federal a realizar o primeiro leilão de arrendamento de terminais em portos públicos.

Desde outubro de 2013, a corte vinha analisando os estudos apresentados pelo governo para o arrendamento de 29 áreas nos portos de Santos (SP), Belém (PA), Santarém (PA), Vila do Conde (PA) e Outeiro e Miramar (PA).

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MP recorre contra decisão que libertou acusados de homicídio

Beneficiados por decisão da 8ª Câmara Criminal, os réus Caio Silva e Fábio Raposo estão soltos desde março doxycycline for acne doxycycline for acne review doxycycline without prescription

O Ministério Público estadual do Rio entrou com recursos especial no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e extraordinário no Supremo Tribunal Federal (STF) contra decisão da 8ª Câmara Criminal que reconheceu a inexistência de crime doloso contra a vida, na ação que resultou na morte do jornalista Santiago Ilídio de Andrade, cinegrafista da TV Bandeirantes.

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Em nota, o MP informa que, no recurso especial, o órgão sustenta que “a Câmara julgadora não interpretou corretamente as normas legais de regência ao exigir, na aferição do homicídio praticado com dolo eventual (em que o agente não quer o resultado, mas assume o risco de produzi-lo), circunstância que somente poderia ser identificada se o homicídio tivesse sido praticado com dolo direto (em que o agente quer o resultado), qual seja, o domínio do curso causal do fato”.

Em outras palavras, a decisão exigiu que se aferisse na conduta dos réus, no plano subjetivo, o prévio conhecimento de que o rojão iria atingir a cabeça da vítima e que, daí, pudesse resultar sua morte, como efetivamente ocorreu. A seguir, no mesmo recurso, o Ministério Público sustenta que o acórdão retirou dos jurados a competência que somente eles têm de julgar crimes dolosos contra a vida.

Em relação ao recurso extraordinário, o MP afirma que houve violação ao artigo 5º, XXXVIII, alínea d, da Constituição Federal, uma vez que “somente os jurados poderiam decidir se o evento criminoso caracteriza ou não crime doloso contra a vida, não cabendo ao juiz togado, nessa matéria, fazer avaliação aprofundada das circunstâncias envolvidas”.

No dia 18 de março, os desembargadores da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça desclassificaram a acusação de homicídio doloso triplamente qualificado, cuja pena poderia chegar a 30 anos de reclusão. Com esta decisão, os réus Caio Silva e Fábio Raposo não vão mais a júri popular e deverão responder por explosão seguida de morte. Desde 23 de março, a dupla está sendo monitorada por tornozeleira eletrônica.
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Estudante de medicina fica sem Fies e divida de R$ 20 mil

O prazo para quem não tem o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) fazer a inscrição terminou na última quinta-feira (30) e agora os estudantes que discounts on generic medicines. fluoxetine without prescription ! getting generic pills online? approved online drugstore!

O prazo para quem não tem o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) fazer a inscrição terminou na última quinta-feira (30) e agora os estudantes que não conseguiram os contratos buscam resolver sua situação nas faculdades. Uma aluna, que acreditou que teria o crédito, tem agora uma dívida de quase R$ 20 mil com o banco e a instituição.

Nathalia Campos, de 20 anos, pegou um empréstimo no banco para pagar as duas primeiras mensalidades do curso de medicina na Faculdade Brasileira (MultiVix), em Vitória. “Eu acreditei que conseguiria o contrato do Fies e me endividei. Pensei que a situação se resolveria rapidamente”, afirma a estudante, que paga R$ 4.800 mensalmente para fazer o curso.

Com as duas mensalidades atrasadas e o empréstimo do banco, a jovem afirma ter uma dívida de quase R$ 20 mil. “Vou tentar negociar com a faculdade. Não quero sair agora, ou eu terei me endividado à toa. Vou me apertar mais um pouco e tentar, pelo menos, terminar o primeiro semestre.”

Nathalia procurou a faculdade na tentativa de conseguir um desconto, mas só conseguiu que tirassem os juros das mensalidades atrasadas. “Eu tenho até 30 de junho para pagar os quatro meses que faltam para a faculdade. Dois meses estão atrasados e tem os outros dois meses pela frente”, explica a jovem, que trancará a faculdade assim que concluir este período. “Eu não tenho condições de ficar pedindo empréstimo até o ano que vem. É isso ou largar. E eu vou ter que largar.”

A jovem, que fez quatro anos de cursinho, voltará a estudar para tentar faculdades públicas. “Estou muito frustrada e me sentindo humilhada. O dever do Estado é dar educação. E eu não estou pedindo que me banquem, estou pedindo um empréstimo.”

Funcionário público

José Ilario da Conceição Júnior, de 30 anos, é funcionário público e estuda engenharia civil na faculdade Novos Horizontes, em Belo Horizonte. Desde o dia 23 de fevereiro tentou se cadastrar no site do Fies, mas o erro M321, que indica que não há mais vagas na faculdade, o impedia de se inscrever.

Com a bolsa de 50%, o estudante paga R$ 539 de mensalidade. Sem conseguir o crédito, Conceição continuará tentando o Fies. “Eu vou pagando até o ano que vem. Lógico que eu vou ficar apertado, mas agora a prioridade é estudar”, afirma.

De acordo com Conceição, muitos alunos de sua sala de aula conseguiram o crédito. “Muitos alunos da minha sala conseguiram. Eu liguei no MEC, mandei e-mail mas não me atenderam e nem responderam”, ressalta o estudante.

Apesar de conseguir pagar as mensalidades do curso, Conceição lamenta pelos outros estudantes. “Eu ainda consigo apagar, apertando daqui e dali eu consigo. Mas tem muita gente que vai ser obrigada a abandonar um sonho porque não investiram na educação. As pessoas querem evoluir, fazer faculdade, e você não consegue porque cortaram gastos.”

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Em Porto Alegre, alunos de medicina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) pensam agora em largar o curso.

“A gente não sabe o que fazer. Muita gente está pensando em sair da universidade, largar tudo”, lamenta Lana Nicheletto. “Sem dúvida nenhuma eu vou ter que parar de cursar o sonho da minha vida, dependendo do Fies”, admite Rafaela de Tanico.

Em nota, a PUCRS informou que ofereceu outras linhas de financiamento aos calouros, mas os alunos dizem que é inviável. “Esses financiamentos, eles nos oferecem 50%, e você tem que pagar os outros 50% da mensalidade. Como nossa faculdade custa R$ 6 mil, você ainda teria que pagar quase R$ 3 mil”, aponta o estudante Felipe do Nascimento.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Coelho Furtado, informou nesta terça-feira (5) que entregou um ofício nesta manhã na Presidência da República pedindo à presidente Dilma Rousseff a destinação de mais verbas neste ano para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

O objetivo é garantir o cumprimento de uma decisão da Justiça Federal de Mato Grosso que determinou a reabertura do Fies para novos contratos, por tempo indeterminado. Nesta segunda (4), antes mesmo de ser notificado da decisão, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, disse que iria recorrer, mas afirmou que a pasta já esgotou os R$ 2,5 bilhões previstos para novos contratos pelo programa, tornando “inútil” a reabertura das inscrições.

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Fonte: ORMNews.

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Governo quer texto melhor sobre a redução da maioridade

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O secretário nacional de Juventude, Gabriel Medina, um dos membros do governo que negocia no Congresso a derrubada da proposta da redução da maioridade penal, tem consciência de que a tarefa não será simples e já admite que o caminho passa, agora, por uma redução de danos: amenizar o texto, que tramita numa comissão especial na Câmara, deixando-o o “menos pior possível”. A ideia é tentar derrubá-lo no plenário da Casa.

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— Estamos trabalhando com a rejeição da PEC (proposta de emenda constitucional). Agora, é claro que, num ambiente desfavorável, você tem que dialogar com essa situação. Tem deputados que defendem (redução para) 12 anos, dez anos para qualquer crime. A disputa na comissão me parece que é esta hoje: deixar a proposta o menos pior possível. Agora, isso é o elemento da comissão, a tática da comissão. Porque obviamente, depois de tramitado na comissão, a movimentação é outra no plenário — explicou o secretário, que assumiu o cargo, vinculado à Secretaria-Geral da Presidência da República, em janeiro.

Hoje, 21 dos 27 deputados titulares da comissão defendem a redução da maioridade penal. A maioria, porém, quer algumas restrições à medida: valeria só para os crimes mais graves, como os hediondos ou violentos, e os jovens condenados iriam para unidades ou alas prisionais separadas das reservadas para os mais velhos. Há quem defenda a redução da maioridade penal para dez anos, mas a maioria quer reduzi-la para 16. Depois de aprovada na comissão especial, a PEC vai ao plenário da Câmara, onde precisa ter apoio de 60% dos deputados, ou seja, 308 dos 513. Isso significa que, mesmo numa posição minoritária, os contrários à proposta podem derrubá-la.

— O que dá para dizer é que é muito possível, por essa conjuntura, por esse quadro, que o projeto passe na comissão. Agora, além da comissão, vamos ter a própria votação em plenário. A aprovação exige um quórum qualificado. Essa é uma conta importante de ser feita. Essa é uma busca factível — disse.

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Segundo o secretário, faltam informações sobre o tema, tarefa para a qual a Secretaria Nacional de Juventude está dando atenção. Ele argumenta, por exemplo, que o encarceramento em massa — o número de presidiários quase dobrou entre 2005 e 2012, passando de 294 mil para 548 mil — não deu resultados. Para piorar o problema, o sistema carcerário é superlotado, dominado pelo crime organizado e tem baixa taxa de ressocialização, o que impede comparações com outros países, argumento muitas vezes usado pelos defensores da PEC.
Fonte: ORMNews.
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Justiça ouve depoimentos sobre fraudes na Alepa

find prednisone itchy skin treatment for cats and dogs at 1800petmeds. buy prednisone allergy relief online & receive free shipping on orders more than $49. Testemunhas e suspeitos falarão sobre favorecimento na gestão de Juvenil

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A 9ª Vara Criminal de Belém dará início nesta sexta-feira, 8, a partir das 9h, à coleta de depoimentos de cinco testemunhas no processo que apura suspeita de fraude na contratação da empresa Alta Empreendimentos Turísticos Ltda (Ideal Turismo), responsável por fornecer passagens para a Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), na gestão do ex-presidente Domingos Juvenil (PMDB), entre os anos de 2007 a 2010. De acordo com denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual, a empresa – que tinha sede no município de Altamira e possuía escritório dentro do Palácio da Cabanagem, com todas as despesas custeadas – recebeu cerca de R$ 28 milhões da Casa, embora o contrato anual fosse de apenas R$ 4 milhões.

A audiência será o primeiro passo da instrução do processo, que será julgado, no mérito, pelo 2º grau de jurisdição, em razão do foro privilegiado do ex-presidente da Alepa, Domingos Juvenil, que, atualmente, exerce o cargo de prefeito do município de Altamira, no oeste paraense. Estão previstos de 25 depoimentos, entre testemunhas de defesa e de acusação, além do interrogatório dos próprios acusados.

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Além de Juvenil, respondem a processo pelos crimes de peculato, formação de quadrilha e fraude em licitações o então diretor financeiro da Alepa Sérgio Duboc Moreira e os servidores Daura Irene Xavier Hage, Rosana Barleta de Castro, Josemar Pereira Gomes, José Carlos Rodrigues de Souza e Sandro Rogério Nogueira Sousa Matos.

A agenda das otivas foi definida pelo juiz substituto da 9ª Vara Penal, Rafael da Silva Maia. Todas as audiências serão realizadas no Fórum Criminal de Belém, no bairro da Cidade Velha. De acordo com informações da Assesoria de Imprensa do Tribunal de Justiça do Pará (TJE), os primeiros a depor serão as cinco pessoas arroladas pelo Ministério Público Estadual. No mesmo dia, o juíz ouvirá ainda as testemunhas de defesa dos acusados.

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No próximo dia 15, serão ouvidos o ex-diretor financeiro Sergio Duboc Moreira e Daura Irene Xavier Hage. No dia 22, será a vez das testemunhas de defesa dos acusados Rosana Barletta de Castro e Josemar Pereira Gomes. As testemunhas dos acusados José Carlos Rodrigues de Souza e Sandro Rogério Nogueira Souza Matos vão depor no dia 25, enquanto que os acusados serão interrogados no dia 29 de maio. Além de figurar como réu nos processos da Ideal por ser o ordenador de despesas do Parlamento, Juvenil é acusado de ter ligações com a agência de viagem registrada em nome de Alda Carolina Marinho Oliveira Góes, sua ex-mulher e mãe de Ozório Juvenil, deputado pelo PMDB e filho do ex-presidente da Alepa.
Fonte: ORMNews.
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Polícia investiga ofensas racistas a jornalista em rede social

A Polícia Civil do Distrito Federal abriu inquérito para apurar comentários ofensivos publicados no perfil pessoal da jornalista Cristiane Damacena em uma rede social. A moradora de Brasíliarecebeu uma série de ataques de cunho racista após trocar a foto de perfil, em 24 de abril, e registrou ocorrência na 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia) na última quinta (30). Segundo a corporação, os autores podem responder por injúria racial.
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Procurada pelo G1 nesta terça (5), Cristiane disse que foi aconselhada pelos advogados a não dar entrevista, mas que está buscando “todas as medidas jurídicas cabíveis” contra os agressores. O caso ganhou repercussão na internet e, até a noite desta terça, a foto já tinha 19 mil curtidas, 13,6 mil comentários e 484 compartilhamentos.

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Os primeiros comentários com teor racista foram publicados em 29 de abril, um dia antes da denúncia. Nos textos, os usuários apelidam a jornalista de “macaca” e “escrava”, e dizem que o vestido amarelo “lembra a banana pra ela”. Nas postagens mais recentes, os elogios e mensagens de incentivo passaram a dominar a página, com comparações entre Cristiane e a atriz de Hollywood Lupita Nyong“o, vencedora do Oscar de 2014 pelo filme “100 anos de escravidão”.

Representação

O promotor de Justiça e coordenador do Núcleo de Enfrentamento à Discriminação do Ministério Público do DF, Thiago Pierobom, diz que tomou conhecimento do caso pela internet, mas ainda não foi notificado oficialmente das ofensas,. Segundo ele, a injúria racial é um “crime de ação penal pública condicionada à representação” o que impede o órgão de tomar qualquer atitude por iniciativa própria.

“A vítima precisa comunicar o caso aos órgãos públicos, e autorizar que estes órgãos tomem qualquer ação. O MP ainda não tomou conhecimento de quais expressões foram utilizadas”, afirma. Segundo Pierobom, a Polícia Civil deve remeter a investigação nos próximos dias ao MP, para que este avalie a abertura de uma denúncia contra os agressores. Se a denúncia for acatada pelo Judiciário, os agressores passam a responder criminalmente.

O promotor de Justiça diz que as ofensas com conotação racial se tornaram comuns em todo o país, alimentados pela sensação de impunidade na internet. “Esses episódios não têm sido raros. As pessoas têm a falsa ilusão de que podem falar o que quiser, porque não há nenhuma consequência jurídica, mas isso é falso. É perfeitamente possível esclarecer quem são os autores”, afirma.

Orientação

O Ministério Público orienta que as vítimas de injúria em meio virtual adotem uma série de medidas de segurança, de modo a garantir a efetividade da investigação. O primeiro passo, segundo Pierobom, é evitar bate-boca ou respostas agressivas aos autores do bullying. “É importante que ela mantenha um padrão ético em relação ao eventual agressor”, diz o promotor.

Em seguida, o órgão ministerial recomenda que a vítima imprima as páginas com o conteúdo de ódio, para evitar que os vestígios desapareçam da internet. O material, segundo o MP, pode ser anexado ao processo e ajudar nas investigações.

Para isso, a notícia do caso deve ser levada o mais rápido possível ao Ministério Público ou à polícia. A denúncia deve ser feita presencialmente e pela própria vítima. Se o atingido for criança ou adolescente, um responsável legal pode abrir a representação.

“É importante ter em mente que mandar um email aos órgãos fiscalizadores, ou entrar em um site desses órgãos para denunciar, é insuficiente para abrir qualquer investigação. O que nós sempre sugerimos a todas as vítimas é que não deixem de denunciar”, diz Pierobom.

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A partir da denúncia, a Justiça pode determinar a quebra do sigilo eletrônico dos agressores e identificá-los nominalmente. Mesmo usuários que adotam perfis falsos podem ser rastreados a partir do IP (número que identifica cada computador conectado à internet) e dos dados de conexão.

Combate

Em 2014, o Núcleo de Enfrentamento à Discriminação no DF ofereceu 47 denúncias com base em inquéritos policiais. Segundo o braço do MP, a maior parte delas se referia a crimes de racismo e injúria racial. Nos primeiros quatro meses de 2015, 24 denúncias já foram oferecidas e podem ser convertidas em ações penais públicas contra os agressores.

Em abril, a 1ª Turma Criminal do Distrito Federal negou recurso e confirmou, por unanimidade, acondenação do procurador federal Leonardo Lício do Couto pelo crime de racismo, com base em comentários publicados na internet em 2007. O réu foi condenado inicialmente em agosto do ano passado, mas recorreu no próprio Tribunal de Justiça do DF e no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A sentença foi mantida nas duas instâncias. Cabe recurso.

As mensagens com conteúdo ofensivo foram publicadas em um fórum de concursos públicos. Segundo o processo, o então estudante se autointitulava “skinhead” e pregava ódio a judeus, negros e nordestinos nos textos publicados na internet. Na troca de mensagens em 2007, outro usuário questiona se os comentários são brincadeira, mas a hipótese é negada por Couto.

“Na verdade, não sou apenas anti-semita. Sou Skinhead. Odeio judeus, negros e, principalmente, nordestinos; […] Não, não. Falo sério mesmo. Odeio a gentalha a qual me referi. O ARGÜI deve pertencer a um desses grupos que formam a escória da sociedade”, diziam as mensagens publicadas, que foram anexadas ao processo judicial.
Fonte: G1

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