Ibama processa infratores para recuperação de áreas desmatadas na Amazônia

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Desmatamento no Pará
Durante a semana em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Ibama entrará com cinco ações civis públicas contra os maiores infratores ambientais no estado do Pará.

O objetivo dos processos é a reparação dos danos ambientais causados. No total, os valores solicitados de indenização ultrapassam R$ 212 milhões, e o replantio florestal em mais de 38 mil hectares da Amazônia.

Além de promover a punição dos infratores e a recuperação dos danos ambientais causados à floresta amazônica, as ações civis fazem parte dos esforços da fiscalização do Ibama de desencorajar o crime ambiental. Os réus nos processos são Antônio José Junqueira Vilela Filho, Décio José Barroso Nunes, Celestino Alécio Fuchina Facco, Gondim Madeireira Ltda. e Acosta & Figueiredo Ltda.

Os desmatamentos foram realizados nos municípios de Altamira, Rondon do Pará, Ulianópolis, Santa Bárbara do Pará e Anapu. As áreas foram embargadas, o que proíbe qualquer exploração econômica nos locais sob pena de multa diária para quem descumprir o embargo. O Ibama solicitará que seja determinada a suspensão dos autuados em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito até a efetiva recuperação do dano ambiental causado. Também, será solicitada a suspensão ou a perda de incentivos ou benefícios fiscais aos infratores até que seja iniciada a recuperação da área degradada.

Uma outra ação da Justiça Federal condenou o empresário Edivaldo Dalla Riva ao pagamento de R$ 2,6 milhões em danos materiais e morais por desmatamento ilegal realizado em 2009 no Pará. O paraguaio foi um dos presos no início do ano durante a Operação Castanheira, realizada pelo Ibama na BR-163 em Novo Progresso. A quadrilha de grileiros atuava em uma das áreas com maior índice de desmatamento na Amazônia, onde invadiam terrenos da União, promoviam o desmate da floresta e comercializavam ilegalmente as terras furtadas.

Rodrigo Santori
Ascom/Ibama
Foto: Ibama

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Países ricos lançam plano para ‘exército global’ de médicos

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Projeto será apresentado na reunião do G7 neste domingo (7), na Alemanha, segundo informações obtidas pela BBC

Um plano para se criar uma força-tarefa global de 10 mil médicos e cientistas contra epidemias será apresentado na próxima reunião do G7, grupo formado por representantes das maiores economias de países desenvolvidos – Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos – no próximo domingo (7), na Alemanha, segundo apurou a BBC.

Trata-se de uma reposta direta ao recente surto de ebola, o maior já registrado, com 27 mil vítimas na África Ocidental.

O projeto prevê ainda melhorias no sistema de monitoramento de doenças, especialmente em países mais pobres, e investimentos no desenvolvimento de novas drogas. Especialistas dizem que tais medidas teriam impedido que a epidemia de ebola atingisse uma escala sem precedentes.

“Discutiremos como nos preparar melhor para tais surtos, como preveni-los e como reagir mais rápido quando eles ocorrerem”, disse a chanceler (premiê) alemã e atual presidente do G7, Angela Merkel, em artigo publicado nesta semana, com base em conselhos recebidos do empresário Bill Gates, de empresas farmacêuticas e de especialistas em saúde pública.

“A criação de uma força-tarefa global, com um financiamento adequado, é sem dúvidas um objetivo de médio prazo, mas talvez deveríamos analisá-lo agora.”

Documentos aos quais a BBC News teve acesso detalham que esta equipe de médicos e cientistas funcionaria como uma reserva militar. Eles de dedicariam a seus trabalhos pessoais normalmente, mas estariam prontos para irem a campo quando requisitados. O projeto ainda prevê um novo grupo independente dentro da Organização Mundial da Saúde (OMS), responsável por lidar com epidemias.

Também seriam criados centros de testes em países-chave, a maioria deles na África Subsaariana, com um custo anual estimado em US$ 15 milhões (R$ 45 milhões), além de investimentos da ordem de US$ 100 milhões em pesquisas de medicamentos, exames e vacinas, com foco em dez doenças, como o coronavírus MERS, a febre de Lassa e novos tipos de vírus da gripe.

‘Grande impacto’

Um dos conselheiros de Merkel, o médico Jeremy Farrar, diretor do Wellcome Trust, fundação dedicada a temas de saúde, alerta que não se deve subestimar os custos gerados pelas epidemias.

“Os custos relacionados à epidemia mais recente de ebola devem ficar em torno de US$ 5 bilhões a US$ 10 bilhões. Há dez anos, o vírus Sars teve custos semelhantes”, afirma Farrar. “Já o dinheiro que seria gasto com pesquisa, monitoramento e o preparo necessário para agir nestes casos seriam uma fração disso.”

Jonathan Ball, professor de virologia da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, avalia que a resposta ao surto de ebola foi lenta e que isso levou a um aumento exponencial dos casos de contágio no fim do ano passado. “O monitoramento e diagnóstico são cruciais para identificar epidemias assim que elas começam e podem ter um grande impacto em seu controle.”

“Isso teria impedido que o ebola se espalhasse tanto na África”, complementa Ball. “É difícil prever quando e onde ocorrerá um novo surto, mas, se a comunidade global estiver preparada para reagir de forma ágil, poderemos contê-lo antes que se alastre demais. Por isso, medidas como essas são muito importantes.”
Por: Globo.com
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Argentinos saem às ruas para protestar contra o feminicídio

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Um dos casos mais recentes é a morte da adolescente Chiara Paez, de 14 anos, assassinada pelo namorado de 16 anos, de quem estava grávida

Milhares de argentinos saíram as ruas em todo o país, nessa quarta-feira (3), para protestar contra o femicídio. Na Argentina, uma mulher morre a cada 30 horas vítima de ato de violência praticado por um homem. Um dos casos mais recentes é a morte da adolescente Chiara Paez, de 14 anos, assassinada pelo namorado de 16 anos, de quem estava grávida. A polícia encontrou o corpo enterrado no quintal da casa da família do rapaz. O crime chocou um grupo de jornalistas, que decidiu convocar uma manifestação pelas redes sociais.

“Em 2009, o Congresso aprovou uma lei contra a violência, que deveria proteger a mulher. Mas, até agora, não foi implementada, por falta de regulamentação e orçamento”, disse em entrevista à Agência Brasil a ativista Vilma Ripoll.  “Na prática, uma mulher espancada, que cria coragem de deixar o marido, não tem para onde ir.”

Manifestação contra o feminicídio reúne milhares de argentinos em Buenos Aires (Foto:Fernando Sturla/Divulgação/Télam)

Segundo Vilma, a Organização das Nações Unidas (ONU) recomenda que é preciso haver um abrigo para cada dez mil habitantes, um espaço onde a mulher vítima de violência possa se esconder com os filhos e obter ajuda legal e psicológica para enfrentar a situação. “Mas, na cidade de Buenos Aires, onde vivem 3 milhões de pessoas, só existe um.  Na província de Buenos Aires, com uma população de 16 milhões, só existem três refúgios”, informou.

Karina Abregu é uma das vítimas da violência e conta que sobreviveu graças à ajuda de uma organização não governamental (ONG), que juntou doações em dinheiro e paga a advogada dela. Karina foi queimada com álcool pelo marido. Ela teve 55% do corpo queimados. “Passei seis meses em terapia intensiva e fui despedida do trabalho”, disse. “Tive que me mudar para a casa da minha irmã porque meu ex-marido continuava passando na porta de casa, me seguindo. Ele só ficou na cadeia 33 dias. Depois foi solto para esperar o julgamento em liberdade.”

A ativista Manuela Castaneda diz que a principal reinvindicação das mulheres é fazer cumprir a lei, fornecendo os meios necessários para que as vítimas possam realmente se sentir protegidas. “Esse não é um problema privado, que acontece dentro da casa das pessoas. E um problema político, porque o Estado não dá as devidas garantias – apesar de termos uma mulher na Presidência e uma bancada feminina representando 40% da Câmara dos Deputados. E temos juízes e funcionários públicos que ignoram as denúncias das mulheres ou soltam seus agressores.”

O Congresso argentino está discutindo um projeto de lei que crime cantadas consideradas mais agressivas, o chamado “assédio verbal”. A prática poderá ser punida com multa de até R$ 240. Uma legislação parecida já existe na Bélgica e no Peru. Na Argentina, a discussão ganhou força a partir de uma denúncia gravada pela jovem Aixa Rizzo, de 20 anos, e postada no Youtube.

No vídeo, gravado pelo celular, Aixa conta que, dia após dia, ouvia grosserias de trabalhadores de um canteiro de obra perto da sua casa. Ela tentou denunciar o assédio verbal à policia – sem resultado. Mas, nas redes sociais, o caso ganhou repercussão, provocando um debate nacional.

“O feminicídio é o final mais trágico de uma história que pode começar muito antes, com uma cantada agressiva”, disse a ativista Carina Monja. “Tudo faz parte de um mesmo quadro de violência contra a mulher. Além do assédio verbal, as mulheres são vítimas da violência dos meios de comunicação, onde muitas vezes aparecem seminuas, tocadas por homens, como se fossem objetos”, criticou.

Por: Agência Brasil
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Jovem captura peixe com mais de 100kg, mas liberta o animal

Linguado gigante foi pescado no no mar da Noruega
Um pescador sueco se surpreendeu ao capturar um linguado gigante, no mar da Noruega. Erik Axner, de 24 anos, estava na companhia de amigos, quando fisgou em seu anzol o animal, que pesava mais de 100 quilos e tinha cerca de 2 metros de comprimento. Segundo informações do jornal The New York Post, o jovem acabou libertando o animal, que era grande demais para o pequeno barco no qual ele estava com seus parceiros.

Para que o encontro com o animal enorme não virasse “história de pescador”, Erik não pensou duas vezes antes de entrar nas águas congelantes e tirar fotos com sua presa. “Depois, nós o libertamos para pescá-lo de novo outro dia”, contou o sueco, que divulgou os cliques ao lado do bicho no Facebook, onde arrancou elogios de internautas.

Embora o peixe tenham impressionado os pescadores por seu tamanho, ele ainda pode ser considerado pequeno. Há dois anos, o alemão Marco Liebenow já tinha conseguido pescar um linguado de com mais de 231 quilos.

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Por: Extra

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Com novo contrato, Incra alcança 1.550 famílias com assistência técnica em Monte Alegre (PA)‏

Santarém (PA)-Chega a 1.556 o número de famílias assentadas em Monte Alegre (PA) que passam a ser atendidas com assistência técnica e extensão rural. Até então, oito assentamentos agroextrativistas já eram atendidos com o serviço. Agora, mais três assentamentos, Campos do Popó, Baixão e Serra Azul, serão beneficiados.

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Representantes desses três assentamentos participam de oficina, em Monte Alegre, no qual Incra e Consulte, empresa contratada pela autarquia, apresentam as diretrizes e o planejamento do trabalho a ser executado. A programação iniciou ontem (02.06) e encerra hoje, na sede do Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais (STTR) do município.

O Incra assinou contrato com a Consulte para o atendimento de 368 famílias dos assentamentos Campos do Popó, Baixão e Serra Azul. A oficina de nivelamento é a primeira atividade dentro do contrato, que tem vigência inicial de um ano, mas passível de prorrogação.
“Esta oficina serve para esclarecer as lideranças de como foi o processo de seleção da empresa e como será a execução das atividades. Estas lideranças, por sua vez, terão o papel de divulgar o contrato nos assentamentos, viabilizando, desta forma, a execução das demais atividades em favor dos beneficiários”, explica Marcelo Fernandes, coordenador da equipe de assistência técnica do Incra Oeste do Pará.

O primeiro trabalho de campo da Consulte será a elaboração de um diagnóstico sócioeconômico, com o fim de subsidiar o planejamento da assistência técnica e extensão rural conforme a realidade de cada assentamento.

Desde setembro do ano passado, outra entidade contratada pelo Incra, a Associação Horto Florestal, atende,  em Monte Alegre, oito assentamentos com o serviço de assistência técnica e extensão rural: Aldeia, Jacarecapá, Região dos Lagos, Nazaré, São Diogo, Cuçaru, Paytuna e Curralinho.

Os contratos com a Associação Horto Florestal preveem o atendimento de 1.188 famílias assentadas.
Assessoria de Comunicação
Jornalista responsável: Luís Gustavo

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Mulheres se sentem insultadas com cantadas

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14 oct 2013 … generic name for zyban cheap zyban buy female viagra online without prescription information page. cheapest prices Mulheres se sentem insultadas com cantadas (Foto: )

Um estudo realizado pelo instituto Data Popular apontou que 89% das mulheres se sentem insultadas quando são chamadas de “gostosas” por desconhecidos. A famosa “cantada de pedreiro”, de acordo com a pesquisa, é o primeiro e certeiro passo para o fracasso na hora de cortejar a moça.

Em entrevista ao jornal Extra, algumas personalidades que ganharam fama não só pelo trabalho exercido, mas também pela facilidade em cantar mulheres, falaram sobre a atitude e a julgaram, principalmente, como agressiva.

“Acho cafona e agressivo. Coisa de tarado. Eu falaria uma coisa mais leve, mais suave, mas não vou ficar ensinando esses caras. Eles têm que aprender por conta própria”, disse Renato Gaúcho, ex-jogador e atualmente técnico de futebol. O funkeiro Mr. Catra fez coro às declarações do boleiro.

“Não é papel de homem ficar fazendo a mulher passar constrangimento. Isso é coisa de moleque! Mulher tem que ser tratada como rainha. Prefiro falar baixinho só para ela saber o quanto está gostosa”, ensinou o cantor.

Entretanto, teve quem defendesse as abordagens mais incisivas, como foi o caso de Deni Jacinto, encarregado pela construção de um prédio no Rio de Janeiro. “Pedreiro mexe mesmo. É coisa de homem. Claro que elas gostam”, garantiu. O mesmo pensamento foi compartilhado pela funkeira Renata Frisson, a Mulher Melão. “Se eu passo numa obra ou num bar e nada acontece, eu morro”, confessou.

Há quem consiga explicar porquê as mulheres odeiam tanto serem chamadas de ‘gostosas’ no meio da rua. Segundo a especialista em psicanálise, Priscila Gasparini, a mulher prefere uma abordagem mais sensível por ser mais instrumental. Por sua vez, o homem escolhe sua companheira muito em função do que vê.
“O corpo bonito é que chama a atenção do homem, enquanto a mulher não gosta de ser abordada pelo cunho sexual. Elas gostam de papo”, disse.

A matemática também mostra a ineficácia de uma cantada agressiva. Para entender o que representa 89% das mulheres se sentindo insultadas, basta pensar que, se um homem tentar chamar cem mulheres de gostosas, só 11 ficarão felizes – ou seja, a chance é de 89 bofetadas.

(Dol, com informações do site Extra)

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Quase 58 mil títulos são cancelados no Pará

Quase 58 mil títulos são cancelados no Pará (Foto: Rafael Neddermeyer/FotosPúblicas)
Eleitor que não justificou ausência de votação há três eleições não poderá obter documento

Segundo a Justiça Eleitoral, 57.964 eleitores paraenses tiveram o título cancelado por ausência ás urnas nas três últimas eleições. Os nomes e números dos títulos já estão disponíveis para consulta nos sites do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Do universo de 142.822.083 eleitores na época do último pleito realizado no país, foram cancelados 1.711.267 títulos. Para aplicação dessa regra, cada turno é considerado uma eleição.

No Pará, dos 5.188.450 eleitores aptos ao voto, 60.188 estavam passíveis de cancelamento, e apenas 2.204 foram regularizados dentro do prazo determinado. Em Belém, o atendimento ao chamado foi bem menor ainda. A capital possui 1.023.169 eleitores e 11.722 títulos estavam correndo risco de serem cancelados, mas somente 413 eleitores regularizaram sua situação, e outros 11.347 forma cancelados.

O cancelamento ocorreu depois de passado o prazo de 60 dias para que os 1.781.115 eleitores passíveis de terem o documento invalidado pudessem regularizar a situação perante a Justiça Eleitoral. Desse total, apenas 64.580 (3,62%) compareceram aos cartórios eleitorais portando documento oficial com foto, título e comprovantes de votação, de justificativa e de recolhimento ou dispensa de recolhimento de multa.

Para saber se o documento foi cancelado, basta acessar o link “situação eleitoral”, no espaço “serviços ao eleitor”, disponível nos sítios eletrônicos da Justiça Eleitoral.

REGULARIZAÇÃO

Para reverter esse quadro e regularizar o título eleitoral, o eleitor deverá comparecer, pessoalmente, ao cartório eleitoral de sua inscrição ou, em caso de mudança de endereço, no cartório eleitoral ao qual pertença sua residência. Ele deverá levar um documento de identidade, exceto o novo modelo de passaporte por não conter dados de filiação, e, se possuir, apresentar o título eleitoral e os comprovantes de justificativa de ausência em cada turno das eleições, além de comprovante de residência.

A regularização não é necessária para eleitores com menos de 18 anos ou com mais de 70, para os quais o voto é facultativo. Pessoas com deficiência e que têm dificuldade de cumprir as obrigações eleitorais também não terão o título suspenso.

Segundo a Justiça Eleitoral, 57.964 eleitores paraenses tiveram o título cancelado por ausência ás urnas nas três últimas eleições. Os nomes e números dos títulos já estão disponíveis para consulta nos sites do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Do universo de 142.822.083 eleitores na época do último pleito realizado no país, foram cancelados 1.711.267 títulos. Para aplicação dessa regra, cada turno é considerado uma eleição.
No Pará, dos 5.188.450 eleitores aptos ao voto, 60.188 estavam passíveis de cancelamento, e apenas 2.204 foram regularizados dentro do prazo determinado. Em Belém, o atendimento ao chamado foi bem menor ainda. A capital possui 1.023.169 eleitores e 11.722 títulos estavam correndo risco de serem cancelados, mas somente 413 eleitores regularizaram sua situação, e outros 11.347 forma cancelados.
O cancelamento ocorreu depois de passado o prazo de 60 dias para que os 1.781.115 eleitores passíveis de terem o documento invalidado pudessem regularizar a situação perante a Justiça Eleitoral. Desse total, apenas 64.580 (3,62%) compareceram aos cartórios eleitorais portando documento oficial com foto, título e comprovantes de votação, de justificativa e de recolhimento ou dispensa de recolhimento de multa.
Para saber se o documento foi cancelado, basta acessar o link “situação eleitoral”, no espaço “serviços ao eleitor”, disponível nos sítios eletrônicos da Justiça Eleitoral.

REGULARIZAÇÃO

Para reverter esse quadro e regularizar o título eleitoral, o eleitor deverá comparecer, pessoalmente, ao cartório eleitoral de sua inscrição ou, em caso de mudança de endereço, no cartório eleitoral ao qual pertença sua residência. Ele deverá levar um documento de identidade, exceto o novo modelo de passaporte por não conter dados de filiação, e, se possuir, apresentar o título eleitoral e os comprovantes de justificativa de ausência em cada turno das eleições, além de comprovante de residência.

A regularização não é necessária para eleitores com menos de 18 anos ou com mais de 70, para os quais o voto é facultativo. Pessoas com deficiência e que têm dificuldade de cumprir as obrigações eleitorais também não terão o título suspenso. (Com informações do TSE)

(Diário do Pará)

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No MT_PF instaura processo administrativo para apurar episódio em que agente confundiu e atirou contra policiais militares

PF instaura processo administrativo para apurar episódio em que agente confundiu e atirou contra policiais militares
Processo administrativo foi instaurado pela Superintendência da Polícia da Polícia Federal para apurar episódio envolvendo o  agente da instituição, José Pereira Rego, que foi detido na noite de domingo, 31 de maio, no bairro 1º de Março, em Cuiabá, depois de atirar contra uma equipe da Polícia Militar.  A pistola que ele utilizava foi apreendida. O agente confundiu a equipe e atirou.

O episódio foi registrado depois que o policial foi comunicado quanto a uma ocorrência de furto a estabelecimento comercial, e fazia a checagem do local.

Em nota encaminhada à imprensa a Polícia Federal que o agente recebeu a comunicação do gerente da loja Moda Verão que naquele exato momento haviam assaltantes no interior da loja.

Diante da notícia, ele  acionou a Polícia Militar, se identificando como policial federal. A atendente informou que uma viatura estaria se deslocando ao local. O policial, com prudência, avisou que aguardaria a PM pela rua dos fundos.

Ainda segundo a PF, quando a PM chegou, um dos policiais militares ergueu a cabeça acima do muro do imóvel, como se fosse pular. O boné que ele usava era escuro, sem identificação nítida da PM, o que levou o policial federal acreditar que se tratava de um dos bandidos. Diante da possível ameaça, o policial efetuou um disparo de alerta, no estrito cumprimento do dever legal, para afugentar quem ele considerava ser um assaltante. Não houve feridos.

O policial foi liberado depois de pagar fiança no valor de R$ 788 e vai responder a procedimento em liberdade.

Confira a nota na integra:

“A Polícia Federal vem se manifestar diante das notícias veiculadas  sobre o disparo de arma de fogo do Agente de Polícia Federal, José Pereira Rego, ocorrido no último domingo (31). Conforme o policial informou em depoimento para a Polícia Civil, o fato teve início quando ele estava em sua residência no bairro 1º de Março e foi informado pelo gerente da Loja Moda Verão que naquele exato momento haviam assaltantes no interior da loja.

Diante da notícia, o policial prontamente acionou a Polícia Militar, se identificando como policial federal. A atendente informou que uma viatura estaria se deslocando ao local. O policial, com prudência, avisou que aguardaria a PM pela rua dos fundos.

Quando a PM chegou, um dos policiais militares ergueu a cabeça acima do muro do imóvel, como se fosse pular. O boné que ele usava era escuro, sem identificação nítida da PM, o que levou o policial federal acreditar que se tratava de um dos bandidos. Diante da possível ameaça, o policial efetuou um disparo de alerta, no estrito cumprimento do dever legal, para afugentar quem ele considerava ser um assaltante. Não houve feridos.

Os bandidos evadiram-se do local. Os policiais militares se identificaram e também assim fez o policial federal, apresentando sua carteira funcional. Tendo em vista que houve disparo de arma de fogo, o Agente Rego foi encaminhado pelos policiais militares até a Delegacia do Planalto para prestar depoimento à autoridade policial em plantão.

A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o ocorrido, ao policial foi dada prisão, mas o mesmo pagou fiança e aguardará os desdobramentos das apurações.

Por se tratar de fato envolvendo servidor público federal no exercício das suas atribuições, a Polícia Federal também instaurou inquérito. Em conjunto, um processo administrativo também será instaurado para que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos”.

Comunicação Social – SR/DPF/MT

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Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

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MPF verifica situação de comunidades perto de Belo Monte

Órgão recebeu denúncias do Movimento de Atingidos por Barragens sobre a violação de direitos humanos

Depois de denúncias apresentadas por representantes do Movimento de Atingidos por Barragens (MAB) de que há violação dos direitos humanos de comunidades ribeirinhas, de pescadores e de indígenas no processo de construção da Hidrelétrica de Belo Monte, o Ministério Público Federal (MPF), em Altamira (PA), inicia hoje (1º), no sudoeste do Pará, série de visitas a comunidades atingidas direta ou indiretamente pela construção da barragem.

Além de integrantes do MPF, participam da inspeção representantes do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), ligado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

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De hoje até a próxima quarta-feira (3), o MPF e o CNDH verificam como estão ocorrendo a remoção compulsória das populações ribeirinhas, os reassentamentos e se a barragem está levando problemas para as comunidades que vivem às margens do Rio Xingu.

Segundo o MAB, mais de 3 mil famílias cadastradas estão sem possibilidade de optar pelo reassentamento, sendo obrigadas a aceitar a reparação financeira. A reportagem da Agência Brasil não conseguiu fazer contato com a assessoria do Consórcio Norte Energia, responsável pela obra, para ouvir as explicações do consórcio.

Integrante do CNDH, a Dhesca Brasil solicitou ao Consórcio Norte Energia autorização para que parte da comitiva possa ter acesso à central de concreto da hidrelétrica. No último sábado (30) um silo de concreto desabou, provocando a morte de três operários e deixando outros três feridos. Um ainda está internado.

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A Dhesca Brasil é uma rede nacional de articulação de organizações da sociedade civil que visa a promover os direitos humanos econômicos, sociais, culturais e ambientais.

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Por: Agência Brasil

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A presidente do INCRA, Maria Lúcia Falcón, garantiu o repasse de recursos, em R$ 10 milhões, para a conclusão de obras que envolvam a recuperação de estradas vicinais em assentamentos no Oeste do Pará.

A presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Maria Lúcia Falcón, garantiu o repasse de recursos, estimados em R$ 10 milhões, para a conclusão de obras que envolvam a recuperação de estradas vicinais em assentamentos no Oeste do Pará. O anúncio foi feito durante reunião realizada ontem (28.05), no Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais (STTR) de Santarém (PA).

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Atualmente, estão em vigência termos de compromissos e convênios entre o Incra e as prefeituras de Novo Progresso, Alenquer, Aveiro, Itaituba, Jacareacanga, Mojuí dos Campos, Óbidos, Oriximiná, Rurópolis, Trairão e Juruti para a recuperação de vicinais em 21 assentamentos.

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Juntos, os termos de compromisso e os convênios têm como objeto a recuperação de 811 quilômetros de vicinais.

Dentro da programação do “Incra Itinerante”, a presidente da autarquia se encontrou, na sede do STTR Santarém, com o consórcio de prefeitos do Tapajós, entidade que abrange os municípios de Itaituba, Jacareacanga, Aveiro, Trairão, Novo Progresso e Rurópolis. As prefeituras de Santarém, Juruti e Monte Alegre também estiveram presentes.

Durante o encontro com a direção nacional do Incra, prefeitos ou seus representantes expuseram as principais demandas da região Oeste do Pará, como de infraestrutura.

A presidente do Incra manifestou o interesse em firmar parcerias com o consórcio de prefeitos do Tapajós. “Na medida em que esses líderes, eleitos democraticamente, unem-se em prol de seu território, acredito que as políticas públicas do governo federal têm de valorizar a iniciativa. A cooperação técnica seria um convênio ‘guarda-chuva’ que pode abrigar aditivos no sentido de projetos concretos”, explica Maria Lúcia Falcón.

Além da presidente do Incra, estiveram presentes na reunião os diretores de Desenvolvimento de Projetos de Assentamentos e de Ordenamento da Estrutura Fundiária, César Aldrighi e Richard Torsiano, respectivamente. O procurador-chefe da Procuradoria Federal Especializada, Júnior Fideles, também integrou a equipe. O superintendente regional do órgão no Oeste do Pará, Luiz Bacelar Guerreiro, acompanhou a direção nacional durante as discussões.

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Titulação

O coordenador do “Terra Legal” no Pará, Raimundo da Silva Alves, conhecido como “Castanheira”, esclareceu as dúvidas das prefeituras relacionadas a títulos rurais e urbanos. Em todo o estado, ele informou que foram entregues mais de três mil títulos. “Estamos dentro das metas do que acordamos com o Governo e a sociedade”, avalia Castanheira.

Falcón se reúne com servidores do Incra

Ainda como parte da programação em Santarém, a direção nacional do Incra se reuniu, ontem pela manhã, com os gestores e servidores do Incra local, oportunidade em que anunciou investimentos para a modernização de equipamentos e procedimentos da autarquia.

Maria Lúcia Falcón firmou o compromisso em investir na capacitação do servidores, citando como exemplo a proposta de um mestrado profissional em desenvolvimento territorial, que está em fase de elaboração.

A presidente do Incra também afirmou que irá se empenhar para viabilizar a realização de um novo concurso público e buscar o diálogo dentro do governo por melhorias salariais aos servidores.

Situação fundiária

À tarde, no escritório da Advocacia Geral da União (AGU), a presidente do Incra acompanhou uma apresentação  sobre a situação fundiária no Oeste do Pará, elaborada pela Procuradoria Federal Especializada (PFE) que atua na autarquia em Santarém.

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Dentre os pontos abordados na apresentação, estavam os desdobramentos de uma Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF), em 2007, que culminou, inicialmente, na interdição de 106 projetos. Atualmente, 24 assentamentos encontram-se liberados nos âmbitos administrativo e judicial; 18 foram cancelados, administrativamente e judicialmente; e 64 estão cancelados, mediante decisão judicial, contra a qual o Incra apresentou recurso.

A partir de um relatório detalhado a ser elaborado pelo Incra em Santarém, a direção nacional irá fazer um planejamento de ações em relação aos assentamentos interditados.

Assessoria de Comunicação
Jornalista responsável: Luís Gustavo

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