ENEM-Inep vai devolver dinheiro de inscrição de candidato pobre

participantes pobres que tiveram o pedido negado e foram obrigados a pagar a taxa, caso seja provado a sua condição, o dinheiro será devolvido

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou hoje (11) que vai devolver o dinheiro de candidatos pobres que tenham pago a taxa de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Pelas regras do edital, esses candidatos estão isentos. O prazo para o pagamento da inscrição terminou ontem (10).

A taxa de R$ 63 é requisito para participar do exame. Além dos participantes de baixa condições financeiras, são isentos também os concluintes do ensino médio de escolas públicas. Os pedidos de isenção por pobreza são analisados pelo sistema, que aprova ou não a isenção.

Segundo o Inep, os participantes pobres que tiveram o pedido negado e foram obrigados a pagar a taxa, caso seja provado a sua condição de pobreza, o dinheiro será devolvido. “O valor será ressarcido, em data a ser definida e informada aos interessados”, diz o Inep por meio de nota. A autarquia acrescentou que o processamento das inscrições ainda está em andamento.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), 3,7 milhões, 43,9% , dos 8,5 milhões de inscritos declararam carência. Independentemente do pagamento, o MEC pode solicitar a qualquer momento a comprovação de pobreza. Se as insformações forem falsas, o candidato será excluído do Enem.

Para serem considerados em situação de carência, os estudantes precisam ter renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos. Também são isentos aqueles com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio que cursaram o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral em escola da rede privada.

As provas do Enem serão aplicadas nos dias 24 e 25 de outubro, em mais de 1,7 mil cidades em todo o país. Este ano, a taxa de inscrição foi reajustada pela primeira vez desde 2004. Passou de R$ 35 para R$ 63, com o objetivo de repor perdas com a inflação.

Para ajudar os candidatos a se preparar para o Enem, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) preparou o aplicativo Questões Enem que reúne todas as questões desde a edição de 2009. No sistema, é possível escolher as áreas do conhecimento que se quer estudar. O acesso é gratuito.
Por: Agência Brasil/Foto: Thiago Gomes/Ascom Susipe
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Estudo internacional diz que ferrovia defendida por chineses em MT não é viável

Análise da seção latino-americana da União Internacional de Ferrovias (UIC na sigla em inglês) aponta ser inviável a construção da ferrovia Transoceânica, ligando o Brasil ao Peru (com previsão de um trecho entre Lucas do Rio Verde e Campinorte (GO). O levantamento mostra que o custo de transporte da tonelada de soja de Lucas do Rio Verde a Xangai, com embarque porto de Ilo, no Peru, sai por US$ 166,92 contra US$ 120,43, saindo do porto de Santos. A diferença é de US$ 46,49 por tonelada.

De acordo com reportagem de o Estado de São Paulo, o levantamento nem leva em consideração o custo de construção da ferrovia. Foi considerada apenas a distância a ser percorrida de acordo com o preço no país vigente, com dólar a R$3. Assim, o transporte da carga por trem sairia por US$ 58,28 se a soja for embargada em Santos ou US$ 127,75 pela ferrovia Transoceânica.

É destacado também que a construção da ferrovia é duvidosa devido ao interesse dos chineses por conta da grandiosidade dela, já que em projetos anteriores a aplicação de recursos daquele país acabaram não se consolidando. A Tansoceânica pode ter até 3.650 quilômetros de extensão, sendo mais de 1 mil só nos Andes. O investimento da parte brasileira poderia chegar a R$ 40 bilhões.

O estudo foi divulgado em meio as discussões sobre a construção da ferrovia que vem ganhando destaque. Lucas do Rio Verde sedia, desde ontem, o 1º Encontro Internacional da Ferrovia Transoceânica, com participação do governador Pedro Taques  (PDT), deputados, o embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang e 23 empresários daquele país.

Em maio, o governo federal anunciou os estudos de viabilidade para a construção da ferrovia em parceria com a China. O projeto prevê que partiria do Peru, passando pelo Acre, Rondônia, Mato Grosso Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro, criando um corredor entre os oceanos Atlântico e Pacífico.

Fonte: Só Notícias/Agronotícias/Weverton Correa (foto: arquivo/assessoria)
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Duas Agências são assaltadas em Uruará por quadrilha

Quadrilha assalta agências bancárias ao mesmo tempo em Uruará, PA
Divisão de Repressão ao Crime Organizado faz buscas na região.
Durante a fuga, em três carros, a quadrilha fez várias pessoas reféns.

Dois bancos foram assaltados no final da manhã desta quarta-feira (10), no município de Uruará, no sudoeste do Pará. De acordo com a Divisão de Repressão ao Crime Organizado, buscas aos criminosos estão sendo realizadas na região.

Os assaltos foram nas agencias do Banco do Brasil e Banco da Amazônia e aconteceram ao mesmo tempo, assustando os moradores. Durante a fuga, em três diferentes carros, a quadrilha fez várias pessoas reféns. Houve troca de tiros com polícia.

Um dos veículos foi encontrado horas depois, queimado próximo ao uma ponte do município. O G1 tenta contato com as agências para mais informações.
Jornal Folha do Progresso com  G1 PA- Fotos WatsApp

Foto- WatsApp
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Foto: Uruará em Foco
Foto: Uruará em Foco

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Prefeito pega vassoura e faz faxina para economizar em Itanhandu, MG

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Político disse que tomou atitude para economizar com hora extra.
Morador que passava por rodoviária registrou atitude inusitada em top quality medications. cheap dapoxetine online doxycycline monohydrate 100mg dosage doxycycline hyclate 20 mg uses doxycycline reviews . cheapest rates, dapoxetine order in india. vídeo.

Uma atitude inusitada do prefeito de Itanhandu (MG) tem causado polêmica nas redes sociais. O chefe do Executivo resolveu pegar na vassoura e varrer a rodoviária da cidade. O prefeito alega que fez o trabalho porque a administração está em contenção de gastos e não pode mais pagar hora extra aos funcionários. Um morador que passava pela rodoviária registrou a cena em um vídeo. Nele, o prefeito Joaquim Arnoldo Evangelista Silva aparece de chapéu e bem à vontade fazendo a faxina.

“Eu estava tomando um café e a moça da lanchonete falou que o senhor que estava limpando era o prefeito da cidade”, disse o DJ Vinícius Rocha, que filmou o trabalho.

Assim que o vídeo foi parar na internet, o assunto causoupolêmica. Várias opiniões foram postadas contra e a favor do prefeito, que disse que já está acostumado a fazer o serviço pesado e que resolveu encarar a faxina por corte de gastos.

Boa parte das horas extras dos 600 funcionários públicos da Prefeitura de Itanhandu foi cortada. O prefeito disse que tomou a medida porque a arrecadação do município caiu. O montante de janeiro a maio, que geralmente girava em torno de R$ 14,5 milhões, caiu para R$ 12,7 milhões neste ano. Por isso, a alternativa foi enxugar a folha de pagamento.

“A atitude que eu fiz não é crime. Eu não fiz isso para levar vantagem ou para aparecer. Todos os secretários cortaram algumas horas extras de suas secretarias”, justificou o prefeito.

 Prefeito é flagrado limpando rodoviária por corte de gastos em Itanhandu (Foto: Reprodução EPTV)

Prefeito é flagrado limpando rodoviária por corte de gastos em Itanhandu (Foto: Reprodução EPTV)

O prefeito varreu a rodoviária durante quatro dias, por cerca de duas horas. Para o chefe do Executivo, o corte nas horas dos 40 funcionários da limpeza urbana gerou uma economia de R$ 48 mil aos cofres da prefeitura. Isso só durante o feriado de Corpus Christi, quando os servidores foram dispensados do trabalho. Quem não gostou nada foi a funcionária que é responsável pela limpeza da rodoviária, que viu o seu trabalho ser dividido com o prefeito. Ela ganha R$ 823 por mês. Com a hora extra, o salário chegaria a R$ 1,3 mil.

“A gente tem filho para criar né. O salário é pouco, era o que complementava a renda”, lamentou a auxiliar de serviços gerais, Adriana Bertolino Souza.

Os servidores de Itanhandu podem se preparar, pois o político disse que não pretende parar de dar uma “mãozinha” no trabalho.

“Se for necessário, não só varrendo, mas fazendo outro serviço que eu sei fazer”, completou o prefeito.

Do G1 Sul de Minas

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Perícia diz que estudante fez ultrapassagem forçada na BR-163

Hinara Maniezzo, 19, morreu em uma colisão envolvendo quatro veículos, em Itaúba, no Norte de MT
Carros ficaram destruídos após colisão; a universitária Hinara Maniezzo (detalhe) morreu no local
Uma perícia feita no local do acidente que matou a estudante de medicina veterinária Hinara Maniezzo, de 19 anos, na manhã de segunda-feira (8), apontou que a colisão foi provocada por uma ultrapassagem forçada da vítima.
O acidente ocorreu na BR-163, no município de Itaúba (600 km ao Norte de Cuiabá), e envolveu dois carros – um deles dirigido pela estudante -, uma motocicleta e um caminhão.
De acordo com o gerente regional da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Sinop (a 100 km de Itaúba), Carlos Fernando Ferraciolli, a estudante, que estava sozinha em um Gol preto, trocou de pista para ultrapassar uma motocicleta e colidiu com um caminhão, que seguia no sentido contrário.
Conforme Ferraciolli, Hinara havia acabado de passar por uma lombada, o que pode ter feito com que ela perdesse a visibilidade da pista.
“Há marcas de derrapagem no local, o que demonstra que ela não tentou frear, mas que perdeu o controle do carro”
“Há marcas de derrapagem no local, o que demonstra que ela não tentou frear, mas que perdeu o controle do carro”, afirmou o gerente.
O carro da estudante foi atingido na lateral pelo caminhão e por outro veículo que estava atrás dela. Não houve outros feridos no acidente.
A velocidade do veículo da jovem, no momento da colisão, ainda não foi confirmado. Mas, para Ferraciolli, “provavelmente, a jovem estava em alta velocidade”.
“O local do acidente é muito confuso, então, ainda não dá para saber qual a velocidade em que ela estava”, afirmou.
Conforme o gerente, o resultado oficial da perícia deverá sair em 15 dias.
“O local do acidente é muito confuso; então, ainda não dá para saber qual a velocidade em que ela estava”

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Hinara Maniezzo voltava da casa dos pais, em Colíder (650 km ao Norte da Capital), com destino a Sinop, onde estudava.
Ela dirigia um Gol preto e acabou se envolvendo em uma colisão com um caminhão, outro carro de passeio e uma motocicleta.
A vítima estudava no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em Sinop.
De acordo com o site SóNotícias, o corpo de Hinara Maniezzo foi velado na noite de ontem e sepultado na manhã de hoje, no cemitério de Colíder.

Foto-Alecio Ricardo/Reprodução

THAIZA ASSUNÇÃO MIDIA NEWS DA REDAÇÃO

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Filho constrangido pode mudar o nome

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Os pais possuem muita responsabilidade em decidir pelo nome que os filhos serão chamados porque ele poderá ser motivo de alegria ou não que o indivíduo carregará pelo resto de sua vida. A ridicularização do nome de uma pessoa pode ser uma das graves consequências que pode acarretar o uso de nomes engraçados ou taxados como aberração.

O processo de mudança de nome, apesar de ter se tornado flexível ao longo dos tempos, ainda dá um bom trabalho para descontentes com seus nomes próprios. A Lei de Registros Públicos (Lei 6.015/73) determina que os oficiais do registro civil não aceitem prenomes que possam expor as pessoas ao ridículo. Se os pais insistirem, o caso pode ser submetido a decisão judicial. Mesmo assim, é comum encontrar pessoas com nomes que lhes causem constrangimentos ou problemas.

As mudanças podem ser feitas diante de certas questões, como erro de grafia, e podem ser substituídos por apelidos públicos notórios, além disso, quando fica evidenciada a exposição da pessoa ao ridículo ou há ocorrência de homonímia (nome igual ao de outra pessoa), além de fatores como mudança de sexo, pela adoção e ainda no caso de pessoas vítimas ou que testemunham crimes. De acordo com o site do senado federal, a lei fixa que, no primeiro ano depois de atingir a maioridade civil, aos 18 anos, a pessoa poderá alterar o prenome, desde que não modifique os sobrenomes.

Para isso, é preciso provar que há constrangimentos ou problemas. Em qualquer hipótese, é preciso provar que a mudança no nome não será usada para evitar compromissos jurídicos, financeiros, entre outros. Essa certeza pode ser provada por meio de certidões negativas da Justiça Federal, Justiça estadual, juizados especiais, cartório e distribuidor de protestos.

RESUMO

O professor Alberto Miranda de Miranda, de 43 anos, conseguiu mudar de sobrenome quando ainda possuía o ensino médio, mas para isso precisou retornar aos estudos de ensino fundamental para realizar seu desejo. “O meu sobrenome me vinculava ao meu avô e depois precisei mudar para depender do meu pai com quem eu convivi durante a maior parte da minha vida”.

(Diário do Pará)

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Em MG, dupla armada invade velório, atira e coloca fogo em caixão

Rapaz de 18 anos havia sido baleado e morreu no hospital na sexta-feira (5).
Bandidos também picharam as paredes da igreja onde o corpo era velado.

Uma dupla armada invadiu um velório, atirou contra o caixão e colocou fogo no local onde um jovem estava sendo velado na madrugada desta segunda-feira (8), no Bairro Bom Jardim, em Ipatinga. De acordo com a Polícia Militar, Tayron Viana de Souza, de 18 anos, foi baleado na quinta-feira (14). Ele foi encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na sexta-feira (5).

Ainda segundo informações da PM, o velório foi invadido por volta de 00h30. De acordo com testemunhas, familiares da vítima estavam na igreja onde o corpo era velado, quando os dois homens chegaram e pediram para a família se afastar. Em seguida, eles atiram no caixão, picharam as paredes com frases de ofensas e ameaças, e colocaram fogo no local. O caixão ficou danificado e ninguém se feriu. As chamas foram controladas pelos familiares.

“Já estávamos muito abatidos com a morte e infelizmente a situação ficou ainda pior com tudo isso. Foram momentos de pânico e terror, os bandidos chegaram agressivos e cometeram a ação. Eles não tiveram misericórdia nem dos familiares que já estavam sofrendo muito com a perda”, relata uma testemunha que não quis se identificar.

Na manhã desta segunda-feira (8), vizinhos e amigos estiveram no local do velório para limpar e pintar a igreja. O corpo do jovem foi sepultado no cemitério de Ipatinga. Durante o enterro, os parentes da vítima solicitaram a presença de uma viatura da PM para proteger o local.
” Estamos com medo. Não sabemos o que realmente está por trás destes crimes, por isso  buscamos proteger a família e os amigos para que outras tragédias não aconteçam”, diz a testemunha.

Investigações
Tayron Viana de Souza foi baleado com cinco tiros, na última quinta-feira (4),  no Bairro Bom Jardim, em Ipatinga. No mesmo dia a PM fez rastreamento e prendeu um rapaz de 25 anos que confessou a autoria do crime. Ele disse que teria atirado contra o jovem por vingança.

Segundo a PM, a vítima não tinha passagens e o autor possui ficha criminal. O Delegado da Polícia Civil, Bruno Morato, diz que a PC procura os autores do atentado ao velório e investiga qual a ligação entre os dois crimes. De acordo com o delegado, os suspeitos podem responder por crime de destruição de cadáver, porte ilegal de armas, ameaças e pichação.
“Não podemos afirmar ainda que o autor preso tem envolvimento com o que ocorreu no velório, todas as frentes serão apuradas pela polícia”, finaliza.
Patrícia Belo Do G1 Vales de Minas Gerais

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MPF pretende recomendar suspensão da remoção de comunidades atingidas por Belo Monte

O Ministério Público Federal (MPF) pretende recomendar à Justiça que suspenda a remoção de ribeirinhos que moram em áreas que serão afetadas pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, em Vitória do Xingu, no sudoeste do Pará. A iniciativa, que está sendo discutida com o Conselho Nacional dos Direitos Humanos, é fruto da inspeção de dois dias que representantes de órgãos públicos federais, entre eles o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), fizeram na região esta semana.

“Conversamos com as pessoas que, desde o começo, sabíamos que seriam as mais afetadas pelo empreendimento: os ribeirinhos e os pescadores do Rio Xingu, e tivemos um choque de realidade. As dificuldades que estão tendo são muito maiores do que imaginávamos a princípio”, disse o procurador da República Felício Pontes, à Agência Brasil.

Um relatório da visita está sendo produzido e será enviado ao Consórcio Norte Energia, responsável pela construção da usina nos próximos dias. A proposta é aguardar a manifestação do consórcio sobre os problemas apontados pela comitiva e propostas para superá-los. Apesar disso, além de negociar com o Conselho dos Direitos da Pessoa Humana uma recomendação conjunta para tentar suspender as remoções até que os problemas sejam resolvidos, o procurador adiantou estudar a hipótese de o MPF ajuizar um processo judicial para tentar rever os valores das indenizações que estão sendo pagas a título de reparação financeira.

Segundo Pontes, as indenizações não são suficientes para que as famílias de ribeirinhos e pescadores preservem as fontes de renda e o padrão de vida. “Os valores são muito baixos, calculados a partir das casas de madeira e palha onde essas pessoas moram, sem levar em conta que elas retiram seu sustento dos locais onde vivem e pescam. As perdas resultantes da impossibilidade de continuarem exercendo sua atividade econômica não estão contempladas nas indenizações pagas.”

De acordo com o procurador, pescadores relataram que, em função das intervenções no Rio Xingu, a produção individual semanal caiu de 3 toneladas para 7 quilos de pescado. “É uma situação muito difícil, antes mesmo de a usina começar a funcionar. O consórcio não quer aceitar isso. Quer indenizar as pessoas levando em conta apenas o valor das construções humildes que, muitas vezes, não passam de uma choupana. Ou então transferir as famílias para assentamentos urbanos nas cidades, longe do rio, onde ribeirinhos e pescadores não terão mais sua principal fonte de sustento.”

Pontes não soube precisar o número de pessoas que podem ser prejudicadas pelo empreendimento por não ter tido acesso ao cadastro socioambiental dos moradores das áreas afetadas, cuja produção é responsabilidade do consórcio e o procurador afirma não ter sido concluído. A Norte Energia garante ter feito o levantamento completo e fornecido as informações ao Ibama para obter a autorização ambiental. Segundo o Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), autor das denúncias de violação dos direitos humanos das comunidades tradicionais, mais de 3 mil famílias já cadastradas estão sendo obrigadas a aceitar a reparação financeira, impossibilitadas de optar pelo reassentamento.

O procurador entende que os problemas identificados pela comitiva que visitou as comunidades afetadas violam previsões legais, como a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) – da qual o Brasil é signatário e que estabelece que os povos tradicionais devem ser consultados de forma a preservar seus modos de vida – e as próprias condicionantes estabelecidas pelo Ibama ao autorizar as obras. “Há uma violação das leis e das condições estabelecidas para tornar o empreendimento viável do ponto de vista socioambiental.”

Procurado pela reportagem, o Ibama confirmou a participação na elaboração do referido relatório da visita, no qual serão “apurados” eventuais descumprimentos no processo de licenciamento ambiental de Belo Monte. O instituto disse não ter qualquer participação na definição das indenizações, que, segundo o órgão, são negociadas entre as partes.

Em nota, a Norte Energia afirmou cumprir todas as condicionantes estabelecidas no Plano Básico Ambiental, cuja execução é fiscalizada pelos órgãos licenciadores. O consórcio explicou que, de fato, os pescadores são indenizados apenas pelas benfeitorias feitas nos locais onde vivem, e não pelas propriedades, que pertencem à União. Nas ilhas que serão submersas, por exemplo, a Norte Energia diz não haver casas, mas sim construções rudimentares que servem de apoio aos pescadores que param nas ilhas. O consórcio se compromete não só a pagar indenizações por essas instalações, como a construir outras nas ilhas que não vão ser alagadas.

Em relação ao reassentamento dos pescadores que optarem por ser transferidos para outras áreas, a Norte Energia assegura que os locais escolhidos estão dentro das distâncias admitidas no Plano Básico Ambiental. O consórcio afirma não ter constatado a diminuição de peixes em consequência do empreendimento e lamenta que os representantes do MPF tenham permanecido apenas dois dias na região, “prazo insuficiente para qualquer análise aprofundada da realidade da região”. A empresa acredita que algumas autoridades públicas e representantes de organizações não governamentais (ONGs) combatem a hidrelétrica de Belo Monte “por questões meramente ideológicas”.

Por Alex Rodrigues, da Agência Brasil. Ao lado do cadáver foram encontradas diversas penas do animal e um pedaço de madeira, possivelmente empregado pela vítima para tentar se defender

Remoção forçada de ribeirinhos por Belo Monte provoca tragédia social em Altamira

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Durante 2 dias de inspeção, várias instituições constataram violação sistemática de direitos assegurados na Constituição, nas leis e no licenciamento da usina.

No próximo dia 13 de junho não vai haver a tradicional festa de Santo Antônio, na Comunidade Santo Antônio, que existia desde a década de 70, entre a rodovia Transamazônica e o rio Xingu, em Altamira, no oeste do Pará. Não há mais a comunidade, uma das primeiras a ser dissolvida porque ficava no caminho da usina de Belo Monte. As 252 casas foram demolidas e os moradores, agricultores e pescadores que levavam o modo de vida tradicional das comunidades rurais da Amazônia, transferidos para cidades da região, longe do rio Xingu. Onde ficava o campo de futebol da comunidade, há hoje um estacionamento para os funcionários da Norte Energia e do Consórcio Construtor de Belo Monte.

“A destruição do modo de vida ribeirinho e a transformação compulsória de populações tradicionais que sempre tiraram o sustento do rio e da terra em moradores desempregados e subempregados da periferia de Altamira é prova definitiva de que as regras do licenciamento da usina, maior obra civil promovida pelo governo federal, não estão sendo cumpridas”, afirma a procuradora da República Thais Santi. Após receber dezenas de denúncias de ribeirinhos no escritório do Ministério Público Federal (MPF) em Altamira, a procuradora decidiu convocar várias instituições para fazerem uma inspeção nas áreas atingidas pela usina e verem pessoalmente a tragédia social provocada na região. A inspeção ocorreu nos dias 1 e 2 de junho e constatou a dissolução de famílias, a destruição de comunidades tradicionais e a impossibilidade de que os atingidos possam reconstruir suas vidas após a remoção.

“Não foram só as máquinas chegarem e derrubarem as casas, foi a destruição dos nossos sonhos, dos vínculos de amizade. Para a Norte Energia não existe direito. Eu olho para um lado e não vejo mais meu filho, olho para o outro e não está mais o meu compadre, olho para frente e não tem mais o agente de saúde, nem o vizinho que rezava”, disse o pescador Hélio Alves da Silva, um dos moradores de Santo Antônio, a comunidade dissolvida há 3 anos. Todos os moradores perderam seu sustento e não tem mais como pescar nem plantar. Hélio mora em Altamira, em um bairro muito distante do centro e vive de bicos, como pedreiro, nas cidades vizinhas.

“Se eu não tivesse aprendido a ser pedreiro, estava passando fome. Não tem ninguém para quem a vida tenha melhorado. Todos nós estamos impedidos de pescar”. A afirmação de Hélio foi repetida por todos os ribeirinhos visitados pela equipe de inspeção, que foi coordenada pelo MPF e incluiu representantes do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente), Funai (Fundação Nacional do Índio), CNDH (Conselho Nacional de Direitos Humanos), ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), DPU (Defensoria Pública da União) e DPE (Defensoria Pública do Estado), além de vários pesquisadores, entre eles Mauro Almeida, da Unicamp, Manoela Carneiro da Cunha, da USP e Sônia Magalhães, da UFPA. O Procurador Federal dos Direitos do Cidadão, Aurélio Rios, veio de Brasília e também acompanhou a inspeção.

Inspeção – Durante dois dias, os grupos de inspeção visitaram 15 ilhas e beiradões do Xingu tomando o depoimento de pescadores e ribeirinhos. Também foram até os locais para onde essas pessoas estão sendo removidas e para áreas onde a empresa diz haver projetos de reassentamento coletivo, mas até agora nada foi construído. A conclusão da inspeção é taxativa: os direitos constitucionais das populações tradicionais do Xingu estão sendo frontalmente violados pela empresa e é necessário readequar as remoções para que cumpram o licenciamento e o Projeto Básico Ambiental de Belo Monte, assegurando os direitos dos ribeirinhos.

A violação já foi reconhecida oficialmente pelo Ibama em nota técnica enviada à Norte Energia. “A condição do atingido não deve ser observada do ponto de vista unicamente territorial e patrimonialista, e sim reconhecer uma situação onde prevalece a identificação e o reconhecimento de direitos e de seus detentores, evoluindo significativamente na amplitude com que procura assegurar a recomposição, e mesmo melhoria, das condições de vida das populações afetadas”, diz a nota.

Dona Maria Luiza Moreira é chamada pelos vizinhos de Cláudia e mora desde criança na Ilha Moriá, alguns quilômetros rio acima de Altamira. Sempre foi agricultora e pescadora. A ilha será alagada pelo reservatório de Belo Monte e a Norte Energia foi até o local avisar que ela teria que sair de lá e teria a casa demolida. Analfabeta e sem nenhuma assistência jurídica, assinou um documento em que constavam três opções de remoção: a indenização de benfeitorias, o reassentamento rural coletivo e o reassentamento rural individual. Mas a ela só foi dada uma opção, a indenização por benfeitorias. De acordo com a empresa, a ilha onde Cláudia sempre viveu e pescou não era local de moradia nem trabalho, era apenas de lazer. Pela roça, pela casa e pela terra, recebeu R$ 9 mil. Ao Xingu, não tem mais acesso.

Ela foi obrigada a trabalhar como faxineira e lavadeira em Altamira, mas não se conforma. Durante a inspeção, mostrou seu lugar e disse “que seria bom se me dessem uma terra para eu levar a vida que eu sempre levei, porque eu nasci e fui criada assim, onde tem muita água”. “Lá pra rua (é assim que os ribeirinhos se referem à cidade) eu já não gosto”. Na casa onde a Norte Energia a colocou, no reassentamento urbano Jatobá, há problemas de abastecimento de água. Ela relatou passar até uma semana sem água. A inspeção visitou dona Cláudia no dia 2 de junho. Hoje (3) a casa dela foi demolida pela Norte Energia.

O pescador José Arnaldo da Costa Pereira recebeu R$ 24 mil por tudo que conquistou em uma vida de trabalho. Mas não é a quantia irrisória que o incomoda. “Tiram a gente do sossego da gente, onde a gente tem nossos pés de macaxeira, nossas galinhas, onde nasceu e criou os filhos para mandar a gente pra cidade e ficar naquela zoada, com ladrão para todo lado. Eu sou pescador e não tenho de onde tirar meu sustento a não ser no rio”, disse à equipe de inspeção.

No beiradão chamado Bom Jardim, Maria Carmina Souza da Silva e Antonio Carlos Souza da Silva vivem há 38 anos em um sítio com galinhas, pés de cupuaçu, cacau, acerola, laranja, limão. Na roça plantam arroz, feijão, milho, mandioca. No rio pescam piau, matrinchã, curimatã, pescada e pacu. Segundo a Norte Energia, o sítio vai ser alagado e eles terão que se mudar para a beira de uma estrada. Como não foram considerados pela empresa merecedores de uma casa, receberam uma indenização que teve que ser dividida entre os irmãos e a parcela deles não é suficiente para comprar um terreno.

Moradia – Além da retirada da casa e do sustento dos pescadores e ribeirinhos, existem situações não reconhecidas de dupla moradia, de moradores dos rios da região que sempre mantiveram casa em Altamira para resolver questões na cidade. São extrativistas de vários locais que foram obrigados a optar entre uma casa ou outra, apesar de ambas serem de propriedade deles. “Quando você diz para um pescador que ele tem que escolher entre ser rural e ser urbano, você está dizendo qual parte dele ele vai abrir mão, o que implica em deixar de ser pescador”, diz a procuradora Thais Santi. A casa na cidade faz parte das posses das famílias ribeirinhas e é necessária para acessar equipamentos públicos, para que os filhos estudem, para a venda dos produtos da terra e do rio.

“O conceito de moradia aplicado pela Norte Energia está desassociado da realidade da região. A realidade da região não foi estudada, não está sendo respeitada e com isso está se tolhendo as pessoas de continuarem sendo pescadores. Como pode, a um pescador que nasceu e cresceu no rio e quer continuar sendo pescador, vocês darem a opção de morar na Transamazônica? Não existe nenhuma oferta próxima ao rio”, questionou Santi.

“A situação que vimos, de pessoas humilhadas, violadas, afrontadas pelo empreendedor torna Belo Monte um dos piores exemplos de licenciamento de hidrelétricas no país. As violações que constatamos são até mais graves do que em usinas feitas durante a ditadura militar. Não se pode destruir o modo de vida de populações tradicionais, eliminar tradições, conhecimento tradicional e o sustento dessas pessoas ”, disse o procurador Felício Pontes Jr, que também participou da inspeção.

O resultado foi apresentado no dia 3 de junho à Norte Energia em reunião com o superintendente de assuntos fundiários da empresa, Arlindo Miranda. “Nossa orientação é debater sempre, desde que não interfira na autonomia da empresa. Existem os interesses dos acionistas, então não temos autonomia para compor determinados compromissos”, disse. Um relatório consolidado da inspeção deve ser enviado aos órgãos do governo responsáveis pela usina até a semana que vem. Enquanto a situação não é corrigida, o MPF vai recomendar a suspensão das remoções de ribeirinhos.

Informe do Ministério Público Federal no Pará
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Pai acorrenta o filho na luta contra o vício

Pai acorrenta o filho na luta contra o vício (Foto: Eucimar Neves/Diário do Pará)
Sem outra opção, pai de jovem o acorrenta na cama para evitar que o filho continue usando drogas. (Foto: Eucimar Neves/Diário do Pará)

O pintor José Roberto Batista de Jesus, 46, pede ajuda para internar o filho que há dez anos tornou-se um dependente químico. Ele conta que o filho, de 24 anos, começou a usar drogas quando ainda era um adolescente. Desde então, o prolema desestruturou toda a família que hoje sofre junto com o rapaz. Temendo que o pior aconteça, José resolveu acorrentar o filho dentro de casa.

“Ele começou a usar cola com 14 anos, depois passou para a maconha, cocaína e agora está viciado em crack faz cinco anos. Ele passa dez, 15 dias direto na rua e começou a furtar as pessoas para usar a droga. Na terça-feira ele furtou o celular de um rapaz, de quase mil reais. O rapaz foi atrás dele com várias pessoas, aí me meti porque fiquei com medo de fazerem algo contra ele. Consegui recuperar o celular e devolvi para o rapaz. Ele está sofrendo ameaças de morte e eu também já sofri. Por isso, resolvi acorrentar e pedi ajuda. E agora ele também está pedindo para ser ajudado”, relatou o pai.

José mora com os quatro filhos, incluindo uma criança de colo, e a esposa dentro de um pequeno quarto alugado, localizado no bairro da Cremação. Ele contou que devido a situação do filho, atualmente ele faz bicos para tentar sobreviver. Porém, as dificuldades são muitas e o homem teme ficar sem um teto junto com a família.

“Acredito que ele ainda está vivo por um milagre de Deus. Acho que meu filho está até com problemas psicológicos por causa da droga. É desesperador, porque estou numa lida com ele há mais de oitos anos. Não posso trabalhar, pois tenho que ficar reparando ele e resolvendo os problemas. A gente sofre junto com ele. Quando bate a abstinência ele fica doido, já chegou a quebrar uma corrente. Ninguém da família quer mais ajudar, só eu que ainda estou com ele. Ninguém mais acredita. Mas eu ainda tenho esperança que ele possa sair dessa situação”, disse.

Liberdade do vício das drogas durou somente 1 ano

O rapaz chegou a ficar mais de um ano livre do vício. Mas teve uma recaída que o fez voltar para o mundo das drogas. “A gente passa muita dificuldade aqui, pagamos quarto, o aluguel está atrasado uns três meses e já ficamos até sem comer. Ele começou com isso por influência de camaradagem. Antes ele até estudava. Agora ele chegou no pior nível do vício e não consigo mais fazer nada. Acho difícil ele sobreviver até final do ano se não conseguir ajuda. Antes ele ficava de 2, 3 dias na rua, agora fica 15. Peço um internamento numa clínica para ele para eu poder voltar a trabalhar, cuidar da minha família, porque não tenho mais condições de ficar com ele nessa situação”, implora o pai desesperado.

Para ajudar o jovem a conseguir uma internação, basta entrar em contato com José Roberto no número (91) 98349-6053. Todo tipo de ajuda para a família é bem-vinda, segundo o pintor.

(Diário do Pará)

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Raios ferem mais de 30 pessoas em festival de rock alemão

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Apesar do susto, os organizadores não cancelaram a festa

Trinta e três participantes do festival de música “The Rock am Ring” ficaram feridos após o local onde acontecia o evento, na cidade de Mendig, na Alemanha, ter sido atingido por dois raios, na madrugada do último sábado. Segundo informações do jornal The Mirror, as vítimas não sofreram ferimentos graves e foram levados para hospitais da região. Apesar do susto, os organizadores não cancelaram a festa, que reune mais de 100 mil pessoas.

De acordo com a polícia, o primeiro raio atingiu a área de backstage do evento por volta da 1h (horário local) e feriu 8 funcionários da produção. Organizadores decidiram, então, oferecer abrigos para proteger os frequentadores do festival. Em seguida, por volta 4h, um novo raio atingiu a área de camping da festa, onde outras 25 pessoas ficaram machucadas. Nenhum dos feridos foi diretamente atingido pelos raios.

Uma participante do festival divulgou em seu perfil no Instagram uma foto na qual mostra o momento em que um dos raios caiu na área de camping. Chovia no momento. Neste ano, o evento reuniu músicos da banda Foo Fighters e Slipknot
Por: Extra-Foto-Divulgação

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