Maju se diz feliz: ‘Preconceituosos ladram, mas a caravana passa’

Maria Júlia Coutinho foi alvo de ofensas raciais e foi defendida em campanha.
Ela declarou indignação com ‘minoria’, mas feliz com carinho de apoiadores.

Maria Júlia Coutinho, a Maju, se disse feliz pela campanha de apoio a ela e de repúdio a insultos raciais postados na internet. No Jornal Nacional desta sexta-feira (3), a jornalista agradeceu às manifestações de carinho. “Os preconceituosos ladram, mas a caravana passa”, disse a jornalista. Assista ao vídeo acima.

Maju foi alvo de comentários racistas na página do Jornal Nacional no Facebook, em um post sobre previsão do tempo publicado na noite de quinta-feira com uma foto dela. Alguns internautas fizeram comentários ofensivos, e várias pessoas saíram em defesa da jornalista.

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A hashtag #SomosTodosMajuCoutinho chegou ao topo dos trending topics, os tópicos mais comentados do Twitter nesta sexta-feira (3). Internautas criaram a tag para apoiar a repórter do Jornal Nacional.

“Acho importante, claro, essas medidas legais serem tomadas, até para evitar novos ataques a mim e a outras pessoas”, disse a jornalista a respeito das investigações sobre o caso. “Não esmoreço, não perco o ânimo, porque acho que isso é o mais importante. Cresci em uma família muito consciente, de pais militantes, que sempre me orientaram. Eu sei dos meus direitos”, declarou.

Ao final, ela agradeceu ao carinho do público: “Quero demonstrar a felicidade que eu fiquei, porque é uma minoria que fez isso. Eu fiquei muito feliz com as manifestações de carinho. Eu recebi milhares de e-mails, de mensagens.”

Investigação
O Ministério Público do Rio de Janeiro e o de São Paulo pediram a investigação das ofensas à jornalista Maria Júlia Coutinho publicadas por internautas na página do Jornal Nacional no Facebook.

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No Rio, por meio da Coordenadoria de Direitos Humanos, o Ministério Público solicitou à Promotoria de Investigação Penal que acompanhe o caso, com rigor, junto à Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI).

Também haverá uma investigação sobre o caso em São Paulo.

O promotor Christiano Jorge dos Santos, da Promotoria Criminal do Fórum da Barra Funda, abriu um procedimento investigativo para apurar dois possíveis crimes: injúria ou racismo.

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A investigação terá como base os prints dos comentários racistas feitos nas redes sociais.

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Do G1, em São Paulo

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Ratinho-Famoso do SBT terá que dar esclarecimentos na CPI

Famoso do SBT terá que dar esclarecimentos na CPI (Foto: Reprodução)

O apresentador Ratinho terá que explicar as movimentações bancárias em suas contas no HSBC de Genebra, na Suíça, na CPI que investiga denúncias de operações irregulares no banco, segundo informações do portal MSN.

A comissão conseguiu a quebra de sigilo fiscal e bancário de clientes investigados, na última terça-feira (30).  O artista do SBT será intimado para dar detalhes sobre a doação de mais de R$ 250 mil feitas ao seu filho, Ratinho Júnior.

O dinheiro teria sido usado na campanha eleitoral do político, que foi eleito deputado estadual pelo PSC no Paraná, em 2004.

Na época em que o assunto veio à tona, o Grupo Massa informou que todos os bens da família do apresentador foram devidamente declarados aos órgãos competentes.

(DOL com informações do MSN)

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Força Nacional vai combater conflito agrário em MS

A portaria do Ministério da Justiça foi publicada hoje (3) no Diário Oficial da União

A Força Nacional reforçará as ações de segurança pública em Mato Grosso do Sul por 30 dias, para apoiar ações nos municípios de Antônio João e Japorã. Com a Polícia Militar (PM) do estado, os homens atuarão para prevenir e reprimir os conflitos agrários e crimes contra comunidades indígenas. A portaria do Ministério da Justiça foi publicada hoje (3) no Diário Oficial da União.

Em nota divulgada no dia 26 pelo Ministério Público Federal, o procurador da República em Ponta Porã, Ricardo Pael Ardenghi, disse que a omissão do governo federal em demarcar as terras indígenas contribui para agravar o clima de tensão na região. “A situação indígena no estado é grave e tem sido negligenciada pelo Poder Público”, disse Ricardo Ardengui.

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Por: Agência Brasil

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Justiça nega pedido de habeas corpus preventivo a Dirceu

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Defesa do ex-ministro entrou com ação para tentar evitar possível prisão. Empresário relatou ao MP suposto pagamento de propina a ex-ministro
A Justiça Federal negou nesta sexta-feira (3) o pedido de habeas corpus preventivo solicitado no dia anterior pela defesa do ex-ministro  José Dirceu para tentar evitar uma possível prisão dele na Operação Lava Jato. A informação é do Tribunal Regional da 4ª Região (TRF4), com sede em Porto Alegre.

O pedido foi feito na quinta-feira (2) pela defesa do ex-ministro após o empresário Milton Pascowitch, preso durante a Operação Lava Jato, dizer que o ex-chefe da Casa Civil recebeu propina por contratos com a Petrobras.

A defesa de Dirceu alegou que ele tem colaborado com as investigações sobre o escândalo de corrupção na Petrobras e que quer evitar um “constrangimento ilegal” com uma possível  prisão do ex-ministro. Segundo os advogados, na sua vida política, Dirceu “não construiu castelos, não criou impérios ou acumulou fortuna”.

Responsavel pela decisão, o juiz federal Nivaldo Brunoni afirmou que o fato de Dirceu ser apontado por Pascowitch na delação premiada não significa que ele será preso preventivamente e que o “mero receio” da defesa não justifica o habeas corpus preventivo.

“(…) O fato de o paciente [Dirceu] ser investigado e apontado no depoimento de Milton Pascowitch não resultará necessariamente na prisão processual. Até mesmo em face do registro histórico, as prisões determinadas no âmbito da ‘Lava-Jato’ estão guarnecidas por outros elementos comprobatórios do que foi afirmado por terceiros”, escreveu o juiz.

O magistrado afirmou ainda que não cabe a ele antecipar-se ao juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, decidindo, em tese, se a situação de Dirceu comporta ou não a prisão preventiva.

Ele explicou ainda que decretou segredo de Justiça por 48 horas para evitar uma queda no sistema no portal de consulta processual da Justiça Federal como a que ocorreu na semana passada, quando um cidadão de Campinas (SP) entrou com um pedido semelhante em benefício do ex-presidente Lula.

O depoimento de Pascowitch

Os detalhes da delação premiada de Pascowitch foram divulgados na quarta-feira (1º). O empresário relatou aos procuradores do Ministério Público Federal ter intermediado pagamento de propina a José Dirceu para que a Engevix, uma das empresas investigadas pela Polícia Federal, mantivesse contratos com a estatal.

Na delação, Pascowitch afirmou que a empresa dele, Jamp, pagou R$ 1,5 milhão para a JD Consultoria, empresa do ex-ministro.

Atualmente, José Dirceu cumpre prisão domiciliar em regime aberto por condenação no processo do mensalão do PT. Ele cumpre 7 anos e 11 meses pelo crime de corrupção ativa. O ex-ministro foi preso em novembro de 2013, e, menos de um ano depois, obteve progressão do regime semiaberto para o aberto.

Investigações da Lava Jato

Dirceu é investigado em inquérito por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro. Os investigadores querem saber se a empresa dele prestou serviços de consultoria a empresas que desviaram dinheiro da Petrobras ou se os contratos eram apenas uma maneira de disfarçar repasses de dinheiro desviado da Petrobras.

Em janeiro, o juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato na primeira instância, decretou a quebra do sigilo bancário e fiscal da empresa JD Consultoria e do ex-ministro depois de as investigações revelarem pagamentos de empresas ligadas ao esquema de corrupção para a empresa de Dirceu.

Segundo relatório da Receita Federal, a empresa de José Dirceu recebeu dinheiro de pelo menos cinco empresas investigadas na Lava Jato – construtoras OAS, Engevix, Galvão Engenharia, Camargo Corrêa e UTC. Entre 2006 e 2013, os depósitos somados chegaram a quase R$ 8 milhões. Os pagamentos estão sendo investigados.

A JD Consultoria faturou R$ 29 milhões em contratos com cerca de 50 empresas nos últimos nove anos, segundo advogados de Dirceu.

O que diz a defesa de Dirceu

Procurada, a defesa do ex-ministro reafirmou que o contrato da JD Consultoria com a Jamp não tem relação com a Petrobras ou o PT. Segundo o habeas corpus, a consultoria “já encerrou, há muito tempo, suas atividades, não tendo mais quaisquer valores a receber nem tampouco funcionários”.

Os advogados de José Dirceu afirmam ainda que, diante de fatos relatados pela imprensa, ele está na “iminência de sofrer constrangimento ilegal” em investigação aberta na Justiça Federal do Paraná. Os advogados sustentam que Dirceu tem adotado postura “absolutamente proativa” e apresentou documentos referentes aos serviços prestados às empresas Galvão Engenharia, Construtora OAS e UTC Engenharia. Depois, diz a defesa, Dirceu abriu mão de seus sigilos “e se colocou à disposição, mais de uma vez, para prestar esclarecimentos à autoridade policial e ao Ministério Público Federal”.

No texto, a defesa afirma ainda que Dirceu não tem riquezas e “não construiu castelos”. “Até mesmo seus críticos mais duros sabem que com ele não encontrarão riquezas escondidas; dele, não acharão contas no exterior, nem com muito, nem com pouco dinheiro. Pelo contrário, o que se afirma nas delações é que amigos pediram por ele.”

Prisão de empresário

Pascowitch foi preso pela PF em maio deste ano na 13ª fase da Lava Jato e levado à superintendência da corporação em Curitiba (PR). Na última terça (30), ele passou a cumprir pena em regime domiciliar em São Paulo, em razão do acordo de delação premiada, homologado pela Justiça Federal no dia anterior.

Segundo a Polícia Federal, Pascowitch é suspeito de ser um dos operadores do esquema de corrupção que atuou na Petrobras. A PF diz que ele atuava como elo entre a diretoria de Serviços da estatal e o PT. O contato, diz a corporação, era feito por meio da JD Consultoria.

Habeas corpus para Lula

Há uma semana, um pedido de habeas corpus preventivo também foi registrado no TRF-4 pedindo que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não fosse preso na Lava Jato. Na ocasião, o Instituto Lula, do ex-presidente, negou que a ação judicial tenha sido impetrada por ele ou por qualquer advogado ou entidade que o represente.

Segundo a assessoria do TRF-4, o autor do pedido era Maurício Ramos Thomaz. Ele é um consultor de Campinas, sem ligação com ex-presidente. Qualquer cidadão tem o direito de acionar a Justiça para obter um habeas corpus em favor de qualquer pessoa.

O habeas corpus preventivo, também conhecido como salvo-conduto, pode ser concedido quando a liberdade física está sendo ameaçada (ou seja, quando ainda não há o dano, mas apenas a ameaça de dano).

Por: G1 Rio Grande do Sul

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Advogado de Dirceu entra com pedido de habeas corpus para evitar prisão

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A defesa do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu entrou hoje (2) com pedido de habeas corpus para evitar possível prisão por causa da Operação Lava Jato. Segundo o advogado Roberto Podval, devido à dinâmica das investigações, “tudo leva a crer” que Dirceu está prestes a ser preso. O ex-ministro cumpre prisão em regime aberto por ter sido condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão.

Podval afirma que a eventual prisão do ex-ministro não se justifica, pois ele está colaborando com as investigações desde o momento em que passou a ser investigado na Lava Jato. A defesa alega que o ex-ministro é alvo de uma “sanha persecutória”.

“Ele abriu mão de seus sigilos telemático e telefônico, e se colocou à disposição, mais de uma vez, para prestar esclarecimentos à autoridade policial e ao Ministério Público Federal sobre os fatos apurados no inquérito policial”, explicou Podval.

O advogado informou à Justiça Federal que a empresa JD Consultoria, de propriedade de Dirceu, encerrou suas atividades e encaminhou os documentos sobre os serviços prestados às empreiteiras Galvão Engenharia, OAS e UTC, investigadas na Lava Jato.

“Não há um único indício de que o paciente (já preso, ressalte-se) esteja influindo, de alguma forma, na coleta das provas, seja criando entraves na investigação, seja ameaçando ou cooptando testemunhas”, disse o defensor.
Por André Richter Edição:Beto Coura Fonte:Agência Brasil
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Fluxo de veículos na BR-163 em Santarém diminui nas férias escolares

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PRF vai iniciar operação no dia 6 e segue até 31 de julho.
Rodovia ainda não é rota de saída por causa das más condições.
Diferente de outras rodovias federais, BR-163 em Santarém não é principal rota de saída (Foto: Karla Lima/G1)

Enquanto a maioria das rodovias federais fica com o fluxo de veículos intenso no mês das férias escolares, a Rodovia BR-163 no município de Santarém, oeste do Pará tem uma queda na movimentação. De acordo com a Policia Rodoviária Federal (PRF) a via ainda não é a principal rota de saída para as férias por conta das péssimas condições de circulação.

Apesar da diminuição de veículos na rodovia, a PRF deve iniciar no dia 6 de julho a operação “Férias Escolares”, acompanhando as fiscalizações realizadas pelo órgão em todo o País. “Aqui em Santarém a tendência é diminuir o fluxo porque as pessoas preferem viajar de avião. A BR ainda não é uma rota de saída. Vai até Rurópolis tranquilo, passou de lá tem dificuldades. O fluxo diminui porque muitas pessoas que trabalham ou moram ao longo da BR saem de férias também”, explicou o chefe de fiscalização da PRF, inspetor Jailson Silva.

A fiscalização vai seguir o mesmo padrão de operações anteriores, mas com foco no teste do bafômetro. O inspetor ressaltou que os policiais estão orientados a montarem barreiras nos pontos onde mais ocorrem acidentes. O principal trecho fiscalizado fica entre a Avenida Tancredo Neves e a Companhia Docas do Pará (CDP), na área urbana de Santarém.

Além dos pontos fixos, os policiais farão fiscalizações itinerantes dependendo da necessidade do dia. “Teremos pontos específicos, mas que podem mudar dependendo do histórico de acidentes no local. Nossa intenção é transmitir ao cidadão a sensação de que ele está seguro”, disse Silva.

Operação Integração Nordestina
Durante os três dias -2 a 4 de junho – da festa da Integração Nordestina em Mojuí dos Campos, a PRF vai intensificar a fiscalização na rodovia  BR-163, que é um dos principais acessos a cidade. As abordagens serão voltadas para testes de bafômetro.

Do G1 Santarém
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Índios denunciam desaparecimentos durante conflito em fazenda de MS

Segundo boletim de ocorrência, eles estão sumidos desde 24 de junho.
Força Nacional de Segurança está na região desde sábado (27).

Índios denunciaram à polícia o sumiço de um adolescente de 14 anos e de uma criança de 12, durante conflito na fazenda Madama, em Coronel Sapucaia, a 377 quilômetros de Campo Grande, no dia 24 de junho.

Segundo informações do boletim de ocorrência registrado dia 30 como desaparecimento de pessoa, os dois indígenas não são mais vistos desde a data do conflito entre índios e fazendeiros. Ambos são nascidos na aldeia Taquaperi.

Em nota divulgada semana passada pela Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), o presidente Nilton Pickler disse que a instituição vem trabalhando para buscar a pacificação e a integração social entre índios e produtores. “A federação tem atuado no sentido de orientar os produtores a buscar a justiça e sempre evitar a violência”, declarou.

Conforme o registro policial, após os relatos de desaparecimento, uma equipe da Fundação Nacional do Índio (Funai), Força Nacional de Segurança Pública, o proprietário da fazenda e outros pecuaristas da região procuraram pelos indígenas na propriedade rural e também nas pastagens ao fundo do local e nas proximidades de uma lagoa.

Consta no documento policial que diante do “estado de comoção do grupo indígena”, a Funai decidiu levar a denúncia dos índios ao conhecimento da Polícia Civil. Diante disso, foi registrado o boletim de ocorrência.

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Conflito
Cerca de 50 guarani kaiowá entraram na fazenda Madama na segunda-feira (22). Na quarta-feira (24), produtores rurais entraram no local com caminhonetes e fizeram buzinaço e manobras perigosas. Os índios reagiram com paus e flechas.
Produtores rurais e índios entram em confronto após ocupação em MS (Foto: Reprodução/TV Morena)

De longe, era possível ver fogo no acampamento dos índios. Foram ouvidos disparos de arma de fogo,

Depois disso, os índios saíram do local. A Polícia Rodoviária Federal (PRF), Funai, Ministério Público Federal (MPF) e o presidente da Comissão de Direitos Humanos, da Câmara Federal, deputado Paulo Pimenta (PT) estiveram na fazenda e conversaram com os dois lados envolvidos no conflito.

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) pediu a Força Nacional de Segurança Pública na região por conta dos conflitos. Os policiais chegaram sábado (27) e desde então reforçam a segurança.

Do G1 MS

Produtores rurais e índios entram em confronto após ocupação em MS (Foto: Reprodução/TV Morena)
Produtores rurais e índios entram em confronto após ocupação em MS (Foto: Reprodução/TV Morena)

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STF determina que ex-presidente da Assembleia do Mato Grosso José Riva seja solto

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O ex-deputado estadual José Riva (PSD) conseguiu liberdade no Supremo Tribunal Federal (STF), no início da noite, em decisão liminar é do ministro Gilmar Mendes, que  suspendeu a ordem de prisão decretada pela juíza Selma Rosane Santos Arruda, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá. A defesa recorreu com uma petição protocolada no mesmo habeas corpus impetrado anteriormente e julgado no dia 23 de junho (mérito). Os documentos foram juntados após a prisão dele ser cumprida nas primeiras horas do dia.

Entre os argumentos que motivaram a decisão favorável, está o fato de que quando os advogados pediram a revogação da prisão junto ao STF, o MPE já informou a Supremo Tribunal Federal sobre o novo pedido de prisão que seria formulado no bojo da Operação Ventríloquo. Por sua vez, o Supremo já tinha avaliado que não teria necessidade de uma nova prisão do ex-parlamentar.

Esta é a terceira prisão de José Riva desde maio de 2014, quando foi preso na 5ª fase da Operação Aratath, da Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal (MPF). À época, ele ainda tinha mandato de deputado e ficou preso por 3 dias. Foi preso sob acusação de integrar um complexo esquema de lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro operado pelo ex-secretário de Fazenda Eder Moraes (PHS) e “financiado” pelo empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior, o Júnior Mendonça, dono de factorings e empresas que operavam como “bancos piratas” emprestando dinheiro para os envolvidos, entre outras coisas, financiar campanhas políticas.

A segunda prisão do social-democrata foi preso foi cumprida no dia 21 de fevereiro deste ano, numa tarde de sábado, determinada pela juíza Selma Rosante Santos Arruda e durou 123 dias. As acusações imputadas a ele, de chefiar um esquema que desviou R$ 62 milhões da Assembleia Legislativa entre 2005 e 2009, são investigados na Operação Imperador. Na semana passada, o Supremo concedeu habeas corpus e colocou Riva em liberdade.

Agora, 6 dias depois, ele voltou a ser preso, novamente a pedido do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) e por ordem da mesma juíza. No entanto, num intervalo de apenas 13 horas a defesa conseguiu decisão favorável no Supremo Tribunal Federal. Dessa vez, o Gaeco acusa Riva de liderar outro esquema que teria funcionado na Assembleia Legislativa entre 2013 e 2014, últimos anos de mandato do ex-deputado. Nesse caso, é apontado um prejuízo da ordem de R$ 10 milhões.

A defesa de Riva comemora a decisão favorável. “O STF novamente fez justiça e respondeu de prontidão às arbitrariedades perpetradas em primeira instância”, disse Valber Mello, um dos advogados que integra a banca de defesa do ex-deputado.

Fonte: Só Notícias/Gazeta Digital

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PF busca 50 suspeitos de pornografia infantil

Operação foi realizada na manhã de hoje em 14 estados da federação (Foto: DOL)

A Polícia Federal fez hoje (30) uma ação em 14 estados para tentar coibir a pornografia infantil pela internet. A operação Moikano busca cumprir 81 mandados judiciais, 50 de busca e apreensão e 31 de prisão preventiva, em 13 estados e no Distrito Federal.

Suspeitos de praticar crime de divulgação pornográfica na internet estão sendo procurados no Amazonas, São Paulo, Acre, na Bahia, no Ceará, em Minas Gerais, Pernambuco, no Pará, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Distrito Federal. Além dos 50 suspeitos no território nacional, há 70 em outros países.

O nome da operação faz referência ao apelido usado na rede mundial de computadores por um dos usuários da rede de pedofilia investigada. De acordo com a PF, o suspeito, identificado como Moikano, era um dos responsáveis pelo compartilhamento do material em grupos na internet. Após cumprimento de mandado de busca domiciliar, a polícia identificou os contatos do investigado e descobriu a rede internacional.

Segundo a Polícia Federal, o homem mantinha página em rede social com filmagens e fotografias de conteúdo pedófilo. O material compartilhado contém fotos e vídeos de abuso sexual de adolescentes e, principalmente, de crianças. Segundo as investigações, o grupo ainda trocava orientações na internet sobre como abordar e conquistar a confiança das crianças. Durante as investigações um suspeito chegou a ser preso antes de cometer o abuso sexual.

Os suspeitos poderão ser indiciados pelo crime contido no Estatuto da Criança e do Adolescente (Artigo 241-B da Lei 8.069/90) por possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente. A pena pode chegar a 6 anos de reclusão.

(Agência Brasil)
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TSE rejeita recurso do PT, que tentava impedir depoimento de Ricardo Pessoa

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Brasília – Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitaram, por unanimidade, um pedido da Coligação Com a Força do Povo, pela qual a presidente Dilma Rousseff (PT) venceu as eleições de 2014, que tentava impedir que Ricardo Pessoa fosse ouvido como testemunha em uma investigação eleitoral da qual a presidente é alvo.

Como publicou o Estado no último domingo, o corregedor-geral eleitoral, o ministro João Otávio de Noronha, autorizou a oitiva de Ricardo Pessoa, que é dono da UTC e um dos delatores da Operação Lava Jato. Chefe do “clube das empreiteiras”, Pessoa deverá esclarecer à Justiça Eleitoral se a campanha pela qual a presidente Dilma disputou a reeleição foi beneficiada pelo esquema de corrupção da Petrobrás. O empreiteiro disse em depoimento ao Ministério Público Federal que repassou R$ 3,6 milhões aos tesoureiros do PT e da campanha de Dilma Rousseff.  O depoimento de Pessoa está marcado para o dia 14 de julho no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP).

Ao analisar o pedido, os ministros do TSE entenderam que não caberia um recurso contra autorização de coleta de testemunhas. De acordo com Noronha, relator do caso, cabe ao juiz definir quem deve ser ouvido. “O destinatário da prova é o juiz e não a parte. Ele que sabe se precisa ou não ouvir testemunha”, disse o relator.

Já o ministro Dias Toffoli, presidente do TSE, disse que o Tribunal não pode admitir um agravo para cada despacho do ministro relator em uma ação de investigação. “Eu penso que é muito ruim conhecer um agravo”, opinou.

A oitiva de Pessoa foi autorizada no dia 23 por Noronha, que é relator da investigação na Corte Eleitoral. A ação de investigação apura suposta prática de “abuso do poder econômico e político” e a “obtenção de recursos de forma ilícita” pela coligação da presidente. Se o tribunal entender que a ação é procedente, isso pode eventualmente resultar na cassação do diploma de Dilma. A coligação liderada pelo PT já havia apresentado recursos semelhantes para tentar impedir a oitiva do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa. Com a realização dos depoimentos, o pedido foi repetido agora e rejeitado pela Corte.

Delação premiada. Pessoa será ouvido pouco depois de ter citado ao Ministério Público Federal repasses para o PT e por ter sido mencionado por Paulo Roberto Costa, que já foi ouvido pela Justiça Eleitoral. O dono da UTC entregou aos investigadores uma planilha intitulada “pagamentos ao PT por caixa dois” que relaciona os ex-tesoureiros a valores. São citados, por exemplo, os ministros da Secretária de Comunicação Social, Edinho Silva, da Casa Civil, Aloizio Mercadante, além do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, hoje preso na Lava Jato.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral foi aberta no TSE em dezembro de 2014, a pedido da coligação pela qual o senador Aécio Neves disputou as eleições presidenciais, liderada pelo PSDB. Na mesma ação já foram ouvidos outros dois delatores da Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa. Além do delator, Noronha autorizou que Marcelo Néri, que comandou o Instituto de Pesquisas Aplicadas (IPEA) até o início deste ano, também seja ouvido. Na mesma ação será ouvido ainda Rogério Boueri Miranda, que é técnico de planejamento e pesquisa do Ipea.

O envolvimento de integrantes do Ipea como testemunhas se deu porque o PSDB acusa o governo de ter segurado dados socioeconômicos negativos durante o período eleitoral. O ex-servidor do Ipea Herton Araújo também já foi listado como testemunha na ação e confirmou que o instituto segurou dados negativos sobre o quadro socioeconômico do País em 2014. O depoimento dele levou à oitiva de Néri e de Miranda.
Estadão

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