Mulher morre em MT após extrair dente e sofrer infecção generalizada

Gerente de loja fez extração de siso no sábado (4) e morreu na quarta (8).
Clínica diz que fez extração simples ‘transcorrendo na normalidade’.

Uma mulher, de 31 anos, morreu vítima de uma infecção, nesta quarta-feira (8), após ter extraído um dente, em uma clínica odontológica particular de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Jucilene de França era gerente de uma loja na cidade e deixou dois filhos, de 15 e 6 anos. Os familiares denunciam que houve negligência por parte dos dentistas que fizeram o procedimento e atendimento.

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Jucilene ainda registrou em fotografia o pescoço inchado. (Foto: Arquivo pessoal)
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inchado. (Foto: Arquivo pessoal)

A certidão de óbito aponta que a morte foi causada por choque séptico, Angina de Ludwig [se trata de uma doença infecciosa] e extração dentária. Segundo a cunhada da vítima, Tatiane Magalhães, a extração do siso ocorreu no sábado (4), no Centro Odontológico do Povo (COP).

No dia seguinte, a vítima teria começado a sentir fortes dores, inchaço e apresentou uma espécie de edema no pescoço. Jucilene voltou ao dentista e passou por um pronto-atendimento particular e um hospital antes de morrer. A família diz que ela estava bem de saúde e não tinha nenhuma doença.

“Voltamos ao Centro Odontológico e lá disseram que era alergia da anestesia. Passaram um remédio, mas ela continuou sentido dor e muito inchaço. Fomos a um pronto-atendimento e o médico constatou que ela estava com uma inflamação e infecção. Ela tomou medicação novamente, mas mal conseguia abrir a boca”, relatou a cunhada ao G1.

O médico que atendeu Jucilene disse que precisava internar a paciente, devido ao estado de infecção que ela se encontrava. Porém, o plano de saúde que Jucilene tinha não cobria a internação solicitada. “Mandaram ela para a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá. Isso era 18 horas de quarta. Quando foi às 23 horas, ela faleceu. Os médicos nos disseram que ela estava com um edema muito grande e infecção generalizada. Tentaram reanimar, mas não conseguiram”, contou Tatiane.

Ccertidão de óbito aponta que a morte foi causada por choque séptico. (Foto: Arquivo pessoal)
Ccertidão de óbito aponta que a morte foi causada por choque séptico. (Foto: Arquivo pessoal)

Clínica
Em nota enviada ao G1, o COP informou que a paciente passou por uma radiografia e extração simples, ‘transcorrendo tudo dentro da normalidade’. A clínica disse que Jucilene recebeu orientações sobre as condutas após a cirurgia e uma receita de medicamentos que deveriam ser tomados.

O COP confirmou que a paciente retornou ao local se queixando de um edema e, na ocasião, foi orientada a tomar uma medicação, alertada para retornar novamente, caso não melhorasse nas próximas 24 horas.

No entanto, conforme a nota, Jucilene teria voltado ao COP somente na quarta-feira e teve que ser encaminhada para o pronto-atendimento e, em seguida, para a Santa Casa. A clínica se colocou à disposição da família para dar todo o tipo de assistência e informou que aguarda o resultado da necropsia. O G1 procurou a Santa Casa de Misericórdia que se comprometeu em encaminhar uma nota sobre o atendimento feito à paciente. Entretanto, até a publicação da reportagem não houve manifestação sobre o caso.

Investigação
O Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso (CRO-MT) disse que não recebeu nenhuma denúncia sobre o que ocorreu com Jucilene. Contudo, vai acompanhar o caso.

Segundo o presidente da Comissão de Ética do CRO-MT, Sandro Stefanini, existem riscos de infecção, mesmo que o profissional siga todas as normas do procedimento. Conforme Stefanini, o profissional é orientado a seguir normas antes da extração, como exames, raio-x e recolher dados da saúde do paciente.

“A extração [do siso] pode ter esse risco, afinal, a pessoa poderia não estar em condições de saúde. Até mesmo o profissional pode seguir os padrões e correr o mesmo risco. Nesse procedimento cirúrgico é aberto uma exposição com a corrente sanguina e existem bactérias de todos os tipos na cavidade bucal”, declarou o presidente.

A Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP) fez a liberação do corpo da vítima e deve encaminhar o caso para uma possível investigação, se necessário, na Delegacia de Polícia do Carumbé (Cisc Norte), em Cuiabá.
Denise Soares Do G1 MT
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Deputados acionam STF para tentar derrubar votação da maioridade penal

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Para eles, votação da proposta violou Constituição e deve ser anulada.
Aderiram ao mandado de segurança 102 deputados de 14 partidos.

Deputados de 14 partidos, entre os quais o PT, protocolaram nesta quinta-feira (9) mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que seja anulada a votação da proposta de emenda à Constituição que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal nos caso de crimes contra a vida.

O mandado de segurança foi assinado por 102 deputados de 14 partidos: PMDB, PSB, PDT, PT, PC do B, PPS, PROS, PSOL, PSDB, PV, DEM, PR, PSC e PTC.

A ação questiona a votação, com intervalo de apenas 24 horas, de dois textos semelhantes sobre maioridade. Na madrugada do dia 2 de julho, a Câmara aprovou uma emenda apresentada algumas horas antes que prevê a responsabilização criminal de jovens com 16 anos ou mais que cometerem homicídio doloso (quando há a intenção de matar), lesão corporal seguida de morte e crimes hediondos, como estupro.

A aprovação ocorreu um dia depois de o plenário derrotar uma proposta parecida, que também reduzia a maioridade penal para crimes graves. A diferença é que o texto aprovado exclui da redução da maioridade os delitos de roubo qualificado e tráfico de drogas.

Na ação protocolada no Supremo, os parlamentares citam o parágrafo 5º do artigo 60 da Constituição Federal, segundo o qual “matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa”.

“Não há dúvidas de que a emenda aglutinativa tratou da mesma matéria já rejeitada quando da votação do substitutivo. O tema em discussão era e continuou a ser redução do limiar etário de responsabilização penal. […] A mera recombinação de tipos penais não parece suficiente para caracterizar matéria nova. O cerne da questão era e continuou a ser a redução da idade mínima da responsabilização”, alegaram os parlamentares no mandado de segurança.

Os deputados alegam ainda que a votação da emenda ocorreu “no susto”, sem respeito ao debate. “Com uma pressa inexplicável em projeto que tramita há 22 anos e tão polarizado, a Mesa Diretora resolveu colocar em votação a ‘novidade’ poucas horas após a sua apresentação e sem nem abrir uma janela formal de debates”, diz a peça jurídica.

Críticas
Deputados de diversos partidos signatários do documento criticaram a atuação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no comando das votações.

“O presidente Eduardo Cunha violou o regimento e a Constituição, por isso, estamos pedindo uma liminar para que não seja colocado em votação no segundo turno”, disse o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), um dos principais articuladores do mandado de segurança. “O nosso pedido […] é que o STF anule a votação e determine que a nova apreciação da matéria só possa se dar no ano que vem”, completou. (veja vídeo ao lado)

O líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), também reclamou da situação. “Tivemos que recorrer a outro poder para garantir a atuação do Poder Legislativo, porque o presidente tem agido com um autoritarismo violento, imperial”, disse. “Os obscurantistas e os autoritários não passarão”, completou.

A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) classificou de “impossível” e “inadmissível” a manobra de Cunha para aprovar a redução da maioridade. “Depois de 25 anos da redemocratização, a gente ainda se submete a práticas antidemocráticas como está ocorrendo, reiteradamente, nesta Casa”, afirmou.

O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), que recentemente trocou farpas públicas com Cunha ao ser destituído do posto de relator da reforma política por ter feito um parecer que o desagradou, fez novos ataques ao presidente da Casa.

“A nossa Constituição é clara ao estabelecer que nenhuma matéria rejeitada poderá ser reapresentada no mesmo ano legislativo. O presidente tem agido de forma autoritária, arbitrária e ninguém pode estar acima da lei”, declarou.

Nathalia Passarinho e Fernanda Calgaro Do G1, em Brasília
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CPI da Petrobras convoca Cardozo, Marcelo Odebrecht e Júlio Camargo

A CPI da Petrobras aprovou nesta quinta-feira a convocação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo e de executivos de empreiteiras, como Marcelo Odebrecht, da Odebrecht, e Otávio Marques de Azevedo, da Andrade Gutierrez, presos no mês passado em uma das fases da Operação Lava-Jato. O consultor da Toyo Júlio Camargo, um dos delatores do esquema, também foi chamado. Operadores do pagamento de propina no esquema, como o policial Jayme de Oliveira Filho, o “Careca”, também foram chamados. O bloco de requerimentos aprovados foi proposto pelo relator da comissão, Luiz Sérgio (PT-RJ).

A CPI aprovou ainda a convocação da advogada Beatriz Catta Preta, que se notabilizou pela realização de delações premiadas na Lava-Jato. A advogada foi chamada como retaliação após ter conseguido no Supremo Tribunal Federal (STF) um habeas corpus para que um de seus clientes, o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, não tivesse de comparecer à comissão para acareações nessa semana.

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Foi aprovada ainda a realização de uma nova acareação, envolvendo Augusto Ribeiro de Mendonça, executivo da Setal, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.

A inclusão de Cardozo pelo petista entre os convocados ocorre em um momento em que a bancada do partido questiona a atuação do ministro por falta de “controle” da atuação da Polícia Federal na Operação Lava-Jato. Luiz Sérgio justificou o chamado ao ministro para que ele explique a suspeita de grampo ilegal que teria sido feito pela PF na cela em que o doleiro Alberto Youssef ficou preso no início da Lava-Jato.

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– O depoimento de delegados da Polícia Federal trouxe uma dúvida entre nós sobre a legalidade ou não dos grampos. Então, entre esses requerimentos, está a convocação do ministro José Eduardo Cardozo para que como chefe da PF possa esclarecer essas dúvidas que passavam a pairar sobre nós – afirmou o relator.

Para tratar deste caso, a CPI convocou ainda delegados da PF envolvidos na Operação Lava-Jato, como Márcio Adriano Anselmo, Igor Romário de Paula e Daniele Rodrigues. Foi pedido ainda o acesso a cópia de sindicâncias e inquéritos relativos à escuta.

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A comissão convocou também executivos das duas maiores empreiteiras do país, Odebrecht e Andrade Gutierrez, que foram alvo da fase “Erga Omnes” da Lava-Jato. Foram chamados os ex-presidentes das empresas, Marcelo, e Otávio Marques de Azevedo, além de outros executivos, como Rogério Araújo, da Odebrecht.

Consta na lista também requerimentos que tinham ficado de fora em sessões anteriores e que tratam de pessoas que podem envolver o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no esquema, o empresário Julio Camargo e o policial Jayme Careca.

Segundo o doleiro Alberto Youssef, Julio Camargo lhe relatou ter sido alvo de pressão de Cunha para que continuasse a pagar propina ao lobista Fernando Baiano, tido como operador do PMDB. A pressão teria sido realizada por meio de requerimentos apresentados por aliados de Cunha na Câmara questionando os negócios do consultor com a Petrobras. Camargo é um dos delatores do esquema e não mencionou Cunha em sua confissão. O presidente da Câmara nega ter atuado para a apresentação de requerimentos.

No caso de Careca, o policial afirmou em um primeiro depoimento ter entregue dinheiro em uma casa no Rio de Janeiro tendo Cunha como destinatário. Posteriormente, mudou o depoimento e disse não saber se o presidente da Câmara seria o beneficiário dos recursos. Para justificar o chamado ao policial, foram chamados também Rafael Angulo Lopez e Adarico Negromonte, irmão do ex-ministro Mário Negromonte. Os dois, assim como Careca, faziam entrega de recursos no esquema montado por Youssef.

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A comissão voltou ainda a aprovar a quebra de sigilo de familiares de Youssef. Desta vez, a votação foi feita de forma individual. Os familiares tinham conseguido no Supremo Tribunal Federal (STF) derrubando decisão anterior pela quebra de sigilo. Entre os argumentos, estava que a votação tinha sido feita em bloco.
Agência O Globo
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Operação da PF em Mato Grosso desarticula grupo criminoso que lucrava R$ 30 milhões ao mês

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A Polícia Federal deflagrou, esta manhã, a operação Hybris com o intuito de desarticular uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de drogas. Estão sendo realizadas 36 prisões preventivas, quatro prisões temporárias de 30 dias e 48 buscas e apreensões. Os mandados foram expedidos pelo juízo da 1ª Vara Federal de Cáceres e são cumpridos nos municípios mato-grossenses de Cuiabá, Cáceres, Pontes e Lacerda e Vila Bela da Santíssima Trindade, e nos Estados de São Paulo, Tocantins e Minas Gerais.

Também estão sendo apreendidos bens de alto valor, veículos, fazendas, apartamentos, casas, aeronaves, armas e dinheiro em espécie que são fruto da atividade criminosa e que são utilizados para o próprio tráfico de drogas.

As investigações detectaram que o grupo teria movimentado cerca de R$ 30 milhões ao mês com a grife “Superman Pancadão”. O inquérito foi iniciado em 2013 através de informações de inteligência coletadas durante a operação Sentinela, que identificou um grupo criminoso com características de organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas atuando no município de Pontes e Lacerda e circunvizinhanças, responsável por frequentes carregamentos de cocaína oriunda da Bolívia para São Paulo, Minas Gerais, Maranhão, Goiás, Pará, Maranhão e também países da Europa.

Durante a investigação foram apreendidas cerca de quatro toneladas de cocaína e dois milhões de dólares em quinze ações policiais que resultaram nas prisões em flagrante de 32 pessoas, materializando assim a atuação do grupo, muito embora acredita-se que fossem comercializadas até três toneladas da droga ao mês.

Para atestar a qualidade do produto, os criminosos rotulavam a droga com a imagem do personagem “Superman”, seguida da palavra “Pancadão”, que remete ao líder da organização, existindo outras apreensões no país e no exterior de drogas com esta marca não relacionadas à operação Hybris.

A organização criminosa é fortemente estruturada e hierarquizada, com liderança firme e divisão de tarefas, incluindo a participação de casas de câmbio para a compra de dólares utilizados na negociação e a adoção de práticas violentas para aterrorizar inimigos e moradores da região de fronteira, possuindo ligações políticas que culminaram na utilização de empresas fantasmas e contratos com órgão público municipal para lavar o dinheiro obtido com o tráfico.

Para a deflagração estão sendo utilizados 220 policiais federais, contando com o apoio do Exército Brasileiro e da Polícia Rodoviária Federal.

O nome da operação remete a um conceito grego que pode ser traduzido como “tudo que passa da medida, “descomedimento” e que atualmente alude a uma confiança excessiva, um orgulho exagerado, presunção, arrogância ou insolência, que com frequência termina sendo punida.

(fotos: assessoria)

Fonte: Redação Só Notícias
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Presidente da Câmara diz que OAB é cartel sem credibilidade

Eduardo Cunha diz que Exame de Ordem é um roubo e que OAB deveria prestar contas

“A Ordem dos Advogados do Brasil é um cartel eleito por eleição indireta, que movimenta bilhões sem fiscalização.” A afirmação foi feita pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ao comentar pesquisa feita pelo Datafolha sob encomenda da entidade dos advogados, segundo a qual 79% da população acredita que o financiamento de campanhas políticas por empresas estimula a corrupção.

duardo Cunha diz que Exame de Ordem é um roubo e que OAB deveria prestar contas
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Segundo o jornal Correio Braziliense, Cunha questionou a credibilidade da pesquisa e aproveitou para fazer ataques à entidade e a seu presidente, Marcus Vinícius Furtado Coêlho:
“A OAB não tem muita credibilidade já há muito tempo. As minhas críticas à OAB são constantes. Aliás, o presidente da OAB, que criticou na semana passada a [redução da] maioridade penal… Se você pegar os panfletos de campanha do (deputado) Alessandro Molon (PT) no Rio de Janeiro, ele faz parte dos panfletos. Ele é um agente do Molon, um apoiador do Molon”, afirmou o político.
A saraivada de críticas não parou por aí. Ainda segundo o Correio Braziliense, Cunha apontou que a Ordem dos Advogados “não tem eleição direta”, “não presta contas” e disse que o Exame da Ordem é “um roubo”.
Para presidente do Conselho Federal da OAB, instituições devem se respeitar

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O presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coêlho evitou entrar em um embate com o deputado federal. Em nota, afirma que “as ideias devem brigar, não as pessoas. As instituições devem se respeitar. O debate de ideias e a divergência de opiniões são próprias de uma democracia”.
Furtado Coêlho continua: “O presidente da Câmara deve aprender a conviver com opiniões divergentes. Ninguém é dono da verdade, mas todos devem se respeitar. Da divergência e do debate de ideias surgem os melhores caminhos”.
O presidente defendeu a pesquisa, lembrando que ela não foi feita pela OAB, mas pelo Datafolha. “Ofensas e desacatos não vão mudar os números da opinião pública”, pontua. O levantamento foi feito entre os dias 9 e 13 de junho deste ano com 2.125 entrevistados, em 135 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Briga antiga
Não é a primeira vez que Eduardo Cunha investe contra a OAB. Em outubro de 2013, quando a Câmara dos Deputados votou a medida provisória que criou o programa Mais Médicos Cunha inseriu uma emenda que previa a extinção do Exame de Ordem. A proposta foi rejeitada por 308 votos contra 46.
Em fevereiro de 2014, o parlamentar articulou outro “jabuti”, como é chamada uma regra, sem relação com o assunto principal, inserida em uma proposta legislativa. Na ocasião, ele incluiu o fim da taxa de inscrição no Exame de Ordem no relatório da Medida Provisória 627/2013, que trata de mudanças nas legislações tributária e contábil.
Em sua campanha à reeleição, Cunha divulgou entre suas principais propostas o fim do Exame de Ordem a submissão da OAB ao Tribunal de Contas da União. Reeleito e com a caneta de presidente da Câmara, voltou à carga. Um de seus primeiros atos foi desarquivar o Projeto de Lei 7.116/2014, que permite a bacharéis em Direito que comprovarem três anos de atuação na área se inscreverem na OAB sem fazer o Exame.
Fonte: Revista Consultor Jurídico

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Polícia identifica suspeito de publicar ofensas contra Maria Júlia Coutinho

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Jornalista do Jornal Nacional foi alvo de ataques racistas em redes sociais.
Adolescente de Carapicuíba foi ouvido e liberado.

Foto- A jornalista Maria Júlia Coutinho (Foto: Globo/Zé Paulo Cardeal)
A polícia de São Paulo informou, nesta terça-feira (7), que identificou um adolescente de 15 anos suspeito de ter publicado agressões racistas na internet contra a jornalista Maria Júlia Coutinho.

Segundo reportagem do Jornal Nacional, o autor dos ataques criminosos mora em Carapicuíba, na Grande São Paulo. Ele foi ouvido pela polícia na segunda (6) e liberado.

O adolescente vai responder por ato infracional e pode sofrer alguma medida socioeducativa. A polícia está tentando identificar outros envolvidos na divulgação de ofensas à jornalista.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), instaurou inquérito policial.

Para chegar ao jovem, policiais rastrearam as imagens com as mensagens ofensivas e fizeram buscas nas redes sociais para identificar as páginas dos envolvidos. O Decradi também solicitou dados cadastrais e números de IPs ao Facebook.

Além da investigação da Polícia Civil, o Ministério Público paulista também vai apurar o caso. O promotor Christiano Jorge dos Santos abriu um procedimento investigativo para apurar dois possíveis crimes: injúria ou racismo. A investigação terá como base os prints dos comentários racistas feitos nas redes sociais.

No Rio, por meio da Coordenadoria de Direitos Humanos, o Ministério Público fluminense solicitou à Promotoria de Investigação Penal que acompanhe o caso, com rigor, junto à Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI).

Injúria
O crime de injúria está previsto no artigo 140 do Código Penal e consiste em ofender a dignidade ou o decoro de alguém “na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”.

A pena pode chegar a três anos de reclusão. Se o promotor entender que houve racismo, os acusados podem responder pelos crimes previstos na Lei 7.716, de 1989.

Há várias penas possíveis para racismo, entre elas prisão e multa. O crime de racismo não prescreve e também não tem direito à fiança.

Comentários racistas
A produção do telejornal publicou no Facebook, na noite de quinta-feira (2), uma foto da apresentadora diante do painel da meteorologia, com um link sobre a previsão do tempo para sexta (3).

Desde então, diversas mensagens ofensivas e de conteúdo racista têm sido direcionadas à jornalista nos comentários do post. Em outros comentários, algumas pessoas saem em defesa de Maria Júlia.

No Twitter, Maju respondeu um comentário agressivo de um internauta. Ela deu um reply e escreveu apenas: “Beijinho no ombro”.

William Bonner e Renata Vasconcellos publicaram um vídeo no Facebook em que dão um recado, com a equipe do JN. Eles mostraram um cartaz e gritaram “somos todos Maju”. No Twitter, a hashtag #SomosTodosMajuCoutinho chegou ao topo dos tópicos mais comentados.

Em dezembro, Maju passou a informar a previsão do tempo no Hora 1, mas de uma forma diferente, mais conversada, como se estivesse na sala do espectador. Desde 27 de abril, está no Jornal Nacional.
Do G1 São Paulo
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Imagen Forte- Assaltante é amarrado em poste e espancado até a morte por pedestres em São Luís

Um homem foi amarrado em um poste e espancado até a morte por moradores do bairro São Cristóvão, em São Luís, no Maranhão, depois de praticar um assalto a uma loja da região. De acordo com a Polícia Civil, Cleydison Pereira Silva, de 29 anos, foi linchado, com mãos, pernas e tronco amarrados em um poste de luz, até a chegada da polícia. Um adolescente, que também participou do assalto, foi apreendido, depois de também ser agredido pela população.

O caso aconteceu na tarde desta segunda-feira, em uma região movimentada do bairro. A dupla que tentava o assalto acabou rendida por um grupo de pessoas que passavam pelo local. Cleydison, segundo a polícia, foi agredido com socos, chutes, pedradas e garrafadas. Ele não resistiu e morreu no local, vítima de hemorragia. O adolescente teve escoriações leves e foi encaminhado para a Delegacia do Adolescente Infrator (DAI).

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Cleydison Pereira Silva morreu no local, após as agressões Foto: Biné Morais
Cleydison Pereira Silva morreu no local, após as agressões Foto: Biné Morais

O pai de Cleydison esteve no local para reconhecer o corpo e disse desconhecer qualquer envolvimento do filho com crimes. A Polícia Civil informou que o caso é investigado em sigilo pela Delegacia de Homicídios da capital maranhense, que trabalha para identificar os autores do linchamento. Até o momento, nenhum suspeito foi detido.

O corpo de Cleydison foi levado ao Instituto Médico Legal de São Luís. Ainda não há previsão de sepultamento.

Por-extra.globo.com

(Fotos-Extra Globo)

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Menina de 12 anos é estuprada por 5 adolescentes

Segundo parentes, a menina voltava a pé da escola quando foi abordada pelos adolescentes

O livro de colorir esconde o rosto envergonhado pela violência sofrida. Traumatizada, a menina de 12 anos mal consegue conversar com estranhos, nem mesmo demonstrar a alegria característica da idade. A perda de parte dos sonhos da infância começou no mês passado, quando ela foi estuprada por cinco adolescentes no bairro Paiol, em Nilópolis, no Rio de Janeiro.

Segundo parentes, a menina voltava a pé da escola onde estuda, perto de casa, com uma amiga. Ela teria sido atraída por essa colega para um local conhecido como Fazendinha, onde estavam cinco garotos. Logo depois, a amiga teria ido embora levando os pertences da vítima, que teve as roupas rasgadas e foi estuprada.

— Minha filha viu os meninos e tentou correr, mas um deles puxou os cabelos dela e tirou sua roupa. Ela estava uniformizada — conta a mãe da menina: — Minha filha foi encontrada por vizinhos, assustada e sangrando. Alguns me contaram que ela gritava muito de tanto medo.

Foto: Márcio Alves
Foto: Márcio Alves

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Desde o crime, a vítima foi transferida do turno da tarde para a manhã. Mas, apesar dos cuidados da escola, o recomeço tem sido difícil.

— Minha filha fez todos os exames médicos e está tomando os remédios necessários em casos como esse — diz a mãe, preocupada com a reação da menina na volta para o segundo semestre: — A diretora deu sete dias para ela ficar afastada. Convívio com os coleguinhas, agora, só depois das férias de julho.

A investigação do caso segue sob sigilo na 57ª DP (Nilópolis), onde o caso foi registrado. A Polícia Civil, porém, já identificou todos os envolvidos no estupro e deve encaminhar o inquérito para o Ministério Público em até dez dias.

Um vídeo, que foi feito durante o crime, está sendo analisado pela polícia. Os parentes da vítima não chegaram a ver as imagens, mas ficaram sabendo do conteúdo do material. A irmã da vítima diz que o vídeo circulou pelos celulares de alguns alunos da escola, aumentando o constrangimento.

— Muitas pessoas lá no colégio ficaram revoltadas com isso — ressalta.

“Ela não pode confiar em ninguém”, diz mãe

A mãe da menina cobra agora a solução do caso. Mesmo sabendo que a maior parte dos envolvidos no estupro é menor de idade (apenas um tem 18 anos), ela quer que os envolvidos sejam punidos pelo crime que cometeram.

— A polícia está fazendo a a parte dela. Sei que os envolvidos já estão identificados, mas quero justiça. Muita justiça. Minha filha agora vai andar na rua com medo. Ela não sabe quem é do bem e quem é do mal. Não pode mais confiar em ninguém — lamenta a mãe.

Segundo a família da vítima, o trauma sofrido pela menina fica ainda mais evidente enquanto dorme, já que ela sempre acorda assustada à noite.
Por: Extra
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Eu não vou cair. Isso é moleza, é luta política’, afirma Dilma a jornal

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Presidente disse que não há base para um pedido de impeachment.
Oposicionistas afirmaram que governo Dilma poderia acabar antes de 2018.

A presidente Dilma Rousseff (Foto: Reprodução)

A presidente Dilma Rousseff afirmou, em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo”, publicada nesta terça-feira (7), que não vai deixar o cargo e desafiou os que defendem seu afastamento  a provar que está envolvida em corrupção. “Eu não vou cair. Eu não vou, eu não vou”, disse a presidente . “Vão provar que algum dia peguei um tostão? Vão? Quero ver algum deles provar. Todo mundo neste país sabe que não. Quando eles corrompem, eles sabem quem é corrompido”.

Dilma disse que não há base para um pedido de impeachment e que não teme essa possibilidade.

“Não tem base para eu cair, e venha tentar. Se tem uma coisa que não tenho medo é disso”, afirmou.

Em convenção do PSDB no domingo (5), diversos tucanos e políticos de outros partidos de oposição fizeram ataques à gestão Dilma e disseram estar “preparados” para assumir o governo. Os oposicionistas disseram ainda que o governo Dilma pode acabar “talvez mais breve do que imaginam”.

Na entrevista, a presidente respondeu às declarações e disse que há um setor da oposição “um tanto quanto golpista”.

“Não vou terminar [o governo] por quê? Para tirar um presidente da República, tem que explicar por que vai tirar. Confundiram seus desejos com a realidade, ou tem uma base real? Não acredito que tenha uma base real. Não acho que toda a oposição seja assim. Assim como tem diferenças na base do governo, tem dentro da oposição”. E desafiou: “Alguns podem até tentar. Não é necessário apenas querer, é necessário provar”.

Desde o fim do ano passado, após a reeleição de Dilma, a oposição acusa a campanha da presidente de ter usado dinheiro do suposto esquema de corrupção na Petrobras, investigado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal. O PT, partido de Dilma, e a campanha da presidente sempre negaram as acusações e dizem que o dinheiro da campanha é legal.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) responsável pela Lava Jato, Teori Zavascki, não abriu inquérito para investigar a presidente. Ele concordou com a alegação do Ministério Público de que o presidente da República não pode responder por atos estranhos ao exercício de suas funções antes do início do mandato.

O ministro aposentado do STF Carlos Velloso, ouvido pela GloboNews nesta terça, disse que um processo de impeachment é “coisa séria” e deve ser precedido de uma “investigação idônea”.

“O impeachment é um procedimento político, um julgamento político do presidente da República que haja incorrido num crime de responsabilidade. Deve, portanto, ser visualizado sob dois aspectos, o político e o jurídico. Quanto ao aspecto político, cumpre indagar se o presidente teria perdido o apoio na Câmara, o suficiente para ter contra ele dois terços dos votos dos deputados a autorizar a abertura do processo de impeachment. O aspecto jurídico estaria na plena configuração do crime de responsabilidade. Impeachment é coisa séria, que deve ser precedido de investigação idônea e que há de ser tratado como medida extrema. Assim deve ser em estado de direito democrático”, afirmou o ministro aposentado.

Operação Lava Jato
Dilma falou na entrevista ao jornal também sobre a operação Lava Jato. “Falam coisas do arco da velha de mim. Óbvio que não [tenho nada a ver com o esquema]. Mas não estou falando que paguei conta nenhuma também. O Brasil merece que a gente apure coisas irregulares. Não vejo isso como pagar conta. É outro approach. Muda o país para melhor. Ponto. Agora excesso, não [aceito]. Comprometer o Estado democrático de direito, não. Foi muito difícil conquistar. Garantir direito de defesa para as pessoas, sim. Impedir que as pessoas sejam de alguma forma ou de outra julgadas sem nenhum processo, também não [é possível]”.

A presidente afirmou que achou “estranho” a prisão dos presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez. “Não costumo analisar ação do Judiciário. Agora, acho estranho. Eu gostaria de maior fundamento para a prisão preventiva de pessoas conhecidas. Acho estranho só. Não gostei daquela parte [da decisão do juiz Sergio Moro] que dizia que eles deveriam ser presos porque iriam participar no futuro do programa de investimento e logística e, portanto, iriam praticar crime continuado. Ora, o programa não tinha licitação. Não tinha nada”.

Dilma disse que não entende a razão de doações à sua campanha estarem ligadas a alguma propina. “É uma coisa estranha. Porque, para mim, no mesmo dia em que eu recebo doação, em quase igual valor o candidato adversário recebe também. O meu é propina e o dele não?”.
Do G1, em São Paulo
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Anvisa suspende lote de antibiótico no país

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Anvisa suspende lote de antibiótico no país (Foto: Agência Brasil)

A resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (6) no Diário Oficial da União suspende a distribuição, a comercialização e o uso do lote AX4144A2D (validade até setembro de 2016) do medicamento Amoxicilina 500 mg cápsulas, fabricado pela empresa Aurobindo Pharma Indústria Farmacêutica Ltda.

De acordo com o texto, o próprio fabricante encaminhou à agência comunicado de recolhimento voluntário do produto em razão de desvio de qualidade por presença de corpo estranho em um blister (embalagem) lacrado do lote.

A Aurobindo Pharma Indústria Farmacêutica Ltda. informou que já encaminhou uma carta a todos os clientes e estabelecimentos que receberam o lote, orientando sobre a devolução do medicamento.

(Agência Brasil)

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