Ex-deputado usava e-mail de ‘Nossa Senhora Aparecida Consultoria’ para tratar de propina com doleiro

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Pedro Corrêa utilizava e-mail para falar com o doleiro Alberto Youssef

SÃO PAULO – Depois que foi cassado em março de 2006 pelo seu envolvimento no mensalão, o ex-deputado federal Pedro Corrêa (PP-PE) passou a usar o e-mail “nsa.c@uol.com.br”. Nsa.c significa “Nossa Senhora Aparecida Consultoria. O endereço era usado para falar com o doleiro Alberto Youssef no e-mail “a.youssef@live.com” sobre o recebimento de propinas oriundas da diretoria de Abastecimento da Petrobras.

Detalhes dos e-mails usados pelo ex-deputado foram revelados ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal Criminal do Paraná, na última quarta-feira, em depoimento prestado pelo ex-assessor parlamentar de Pedro Corrêa, o advogado Ivan Vernon Gomes Torres Junior.

No documento do Ministério Público Federal (MPF) que denunciou Pedro Corrêa e o próprio Ivan Vernon, em maio último, por corrupção e lavagem de dinheiro, os procuradores da República afirmam que o ex-deputado enviou e-mail a Youssef utilizando a conta “nsa.c@uol.com.br”, “para tratar do fornecimento de informações de contas bancárias e valores para depósitos das vantagens indevidas oriundas da diretoria de Abastecimento da Petrobras”.

No e-mail “nossasenhoraaparecida”, “cujo assunto era número das contas, Pedro Corrêa repassa informações de agências bancárias, números de contas, bem como os nomes de quatro pessoas físicas associadas a valores que chegam a R$ 100 mil, para que Alberto Youssef efetuasse o repasse da vantagem indevida. Entre as pessoas interpostas utilizadas para o recebimento da propina, encontra-se a denunciada Márcia Danzi (nora do ex-deputado)”, diz trecho da denúncia do MPF.

Vernon explicou ao juiz que antes disso, Pedro Corrêa se comunicava com Youssef para falar do recebimento das propinas mensais através do e-mail “dep.pedrocorrea@uol.com.br”.

O MPF acusa Pedro Corrêa de receber, por meio de Youssef, “para si, direta e indiretamente, a quantia aproximada de R$ 35,4 milhões, correspondentes a 118 repasses de R$ 300 mil mensais, no período de 14 de maio de 2004 a 17 de março de 2014, pulverizados e estruturados em valores menores, acrescida de uma quantia de R$ 5,3 milhões paga no primeiro semestre de 2010, o que totaliza a soma de R$ 40,7 milhões de vantagem indevida”.

O juiz Sérgio Moro perguntou a Ivan Vernon sobre outro e-mail usado por Pedro Corrêa, identificado como “pedrinho.correatex@hotmail.com”.

“O Márcio Anselmo (delegado da Polícia Federal do Paraná) já me perguntou sobre esse e-mail. Eu nunca vi isso. Existia no quarto de Pedro Corrêa um computador privativo dele, que só ele possuía a senha e o máximo que se fazia às vezes era jogar na impressora algum documento para imprimir. Esse e-mail nunca vi”, respondeu Vernon.

O ex-deputado usava as contas de Ivan Vernon para movimentar o dinheiro das propinas e também de seus negócios privados, como de uma fazenda de cavalos pônei que ele possui em Pernambuco. Além de Vernon, também as contas da nora Márcia Danzi eram usadas por Pedro Corrêa. Segundo o MPF, Márcia apresenta nítidos sinais de movimentação financeira incompatível com os seus rendimentos. De 2010 a 2013, ela movimentou R$ 664.624,67.
O Globo por Germano Oliveira
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PF investiga morte de ambientalista em emboscada no Maranhão

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Corpo da vítima foi encontrado, nesta quarta-feira, com sete perfurações de bala
O ambientalista e conselheiro do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) Raimundo Santos Rodrigues e a esposa – ICMBio / Divulgação

MARANHÃO — A Polícia Federal investiga a morte do ambientalista e conselheiro da Reserva Biológica (Rebio) do Gurupi, Raimundo Santos Rodrigues, de 54 anos, no Maranhão. Ele foi morto numa emboscada, nesta quarta-feira, no trajeto entre Buriticupu, no sudoeste do Maranhão, e a casa onde eles moravam na reserva, em Bom Jardim, no estado nordestino. Dois suspeitos foram presos pela PF e estão sendo levados nesta sexta-feira para a Superintendência da PF, na capital São Luís. O corpo da vítima foi encontrado com sete perfurações de bala e cortes provocados por golpes de facão.

Ainda segundo a PF, não há informação de quando os suspeitos serão ouvidos. Na manhã de hoje, houve uma reunião entre o presidente do Instituto Chico Mendes, Cláudio Maretti, e o superintendente da Polícia Federal no Maranhão, Alexandre Saraiva, e o delegado de combate ao crime organizado, Fabrizio Garbi.

— Eu escapei mesmo por milagre de Deus. Porque quando eles atiraram eu caí no chão. Quando eu me levantei no meio do tiroteio, eles se atracaram com ele, derrubaram ele no chão e ainda continuaram atirando — disse a trabalhadora rural Maria da Conceição Lima, viúva do ambientalista, em entrevista ao Jornal Nacional.

Cerca de 30 famílias de trabalhadores rurais moram na reserva biológica do Gurupi com o consentimento do Instituto Chico Mendes. Elas ajudam no combate ao plantio de maconha e ao desmatamento. Em um vídeo gravado no fim do ano passado, ele citou um fazendeiro como sendo o autor das ameaças. O nome, porém, está em sigilo. O ambientalista e a família moravam no local há dez anos.

Ao portal de notícias “G1”, um dos trabalhadores da reserva, que não quis se identificar, afirmou que a vítima vinha sendo ameaçado por defender a preservação da floresta:

— Os madeireiros odiavam o Raimundo porque ele denunciava. Era bastante atuante na região, defendia a comunidade e participava do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Bom Jardim — disse.

Em nota, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lamentou a morte e destacou que Raimundo e Maria merecem ser homenageados pela dedicação em defesa da natureza. “A região da Reserva Biológica do Gurupi (MA) é muito problemática e conflituosa. O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) faz fiscalizações sistemáticas na área para coibir os ilícitos, normalmente em parceria com as forças de segurança federais e estaduais”, afirma a nota.

A Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Estado do Maranhão também se solidarizou com a família do trabalhador rural.
por O Glob
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Polícia tenta identificar mulher que jogou tinta em formanda em Cuiabá

Formanda teve queimaduras leves por causa da composição da tinta.
Tinta vermelha jogada ficou impregnada no rosto, cabelo e braços.

A Polícia Civil  tenta identificar quem é a mulher que jogou tinta vermelha na universitária Sirene Luzia Correia, de 31 anos, minutos antes da formatura dela na última terça-feira (25), em Cuiabá. Em depoimento à polícia, Sirene teria apontado a mulher de um homem com quem se relacionava como principal suspeita. A polícia vai ouvir testemunhas.

“Ela contou que tinha um relacionamento com um homem que seria casado, mas que terminou com ele há seis meses, e que a mulher dele seria a principal suspeita para ela”, afirmou o delegado Simael Ferreira, da 3ª Delegacia de Polícia de Cuiabá, responsável pela investigação do caso.

A estudante, que estava de beca no momento do incidente, iria se formar em administração quando uma mulher a chamou pelo nome e jogou tinta nela. A formanda teve queimaduras leves, porque o material tinha óleo em sua composição.

“Estamos instaurando os procedimentos padrões para as investigações. Vamos intimar as amigas mais próximas, quem esteve com ela na cerimônia e, o mais importante, assistir às imagens do circuito interno de segurança do local”, disse Ferreira.

Estudante teve queimaduras no rosto após ser atingida por tinta (Foto: Reprodução/ TVCA)
Estudante teve queimaduras no rosto após ser
atingida por tinta (Foto: Reprodução/ TVCA)

Ainda segundo o delegado, após ouvir as pessoas mais próximas à vítima, a polícia deve intimar o antigo namorado de Sirene e a mulher dele.

‘Muito abalada’
Em entrevista ao G1, Sirene Luzia disse que ainda está muito abalada com o ocorrido, mas tenta se recuperar. “Eu realmente não sei quem foi, pode ter sido qualquer pessoa, mas para mim essa mulher é a principal suspeita”, disse. A instituição em que a jovem estuda deve esperar a recuperação dela para marcar um nova cerimônia.

Porém, a formanda disse que não está pensando nisso por enquanto. “Eu quero deixar o susto passar, me recuperar completamente primeiro”, completou.

Para Sirene, independentemente de quem for, o culpado deve pagar pelo ocorrido. “Espero que a pessoa seja localizada e punida pelo que fez. Ainda é muito recente, mas eu não perdoo quem fez isso comigo”, disse.

A formanda afirma que o que aprendeu no curso ninguém pode tirar, mas o desejo de se formar foi interrompido. “Eu tinha o sonho de tirar as fotos com meus familiares, colar grau, passar pela cerimônia e isso foi tirado de mim. Eu esperei quatro anos e alguém tirou isso de mim”, contou Sirene.

Formanda foi atingida por tinta na cabeça e não colou grau em Cuiabá (Foto: Reprodução/TVCA)
Formanda foi atingida por tinta na cabeça e não
colou grau em Cuiabá (Foto: Reprodução/TVCA)

O caso
Sirene estava de beca e a poucos minutos de se formar pela Universidade de Cuiabá (Unic) quando foi atingida. Segundo familiares, a estudante tinha ido beber água quando foi atingida pela tinta vermelha, que ficou impregnada em seu rosto, cabelo e braços.

Sirene foi levada até a Policlínica do Coxipó, e a equipe de médicos tratou a jovem com um óleo à base de banana para retirar a tinta vermelha de seu corpo.
Do G1 MT

 

 

 

 
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Amarildo: julgamento dos 25 PMs acusados já está na fase final

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Juíza analisa as últimas alegações da acusação e da defesa para decidir destino dos policiais

Investigação. Dia de perícia na UPP da Rocinha, para onde Amarildo foi levado antes de desaparecer, em julho de 2013 – Agência O Globo / Thiago Lontra/24-7-2013

RIO – O julgamento em primeira instância dos 25 PMs acusados da tortura e morte do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza – caso que correu o mundo através das redes sociais e ecoou nas ruas durante os protestos de 2013 – já está em fase de sentença. Desde segunda-feira, a juíza Daniella Prado, da 35ª Vara Criminal, analisa as alegações finais do Ministério Público e da defesa, num processo de mais de 11 mil folhas e 150 horas de audiências. Entre as principais provas da acusação, estão os depoimentos de quatro soldados que, dentro de contêineres da UPP da Rocinha, teriam ouvido as torturas, praticadas num espaço ao lado. A defesa dos réus nega e garante ter apresentado provas de que pelo menos três dos acusados de participação direta no crime sequer estavam no local. Não há uma previsão para o fim do julgamento. Amarildo desapareceu em julho de 2013, depois de ser levado para a UPP da favela.

Uma diligência feita pela própria juíza deixa em suspense a sentença: Daniella Prado foi à sede da UPP, se trancou num dos contêineres e concluiu que dali não era possível distinguir claramente as vozes no espaço ao lado, onde teriam ocorrido as torturas. Agora, a magistrada terá que decidir se os testemunhos dos soldados e do perito do MP são suficientes para superar suas impressões pessoais e as provas da defesa.

Entre os acusados do crime, estão o comandante da UPP na época, major Edson Raimundo dos Santos, e o tenente Luiz Felipe de Medeiros, então subcomandante. Além dos depoimentos de policiais da UPP, o MP reuniu farto material da Divisão de Homicídios, como interceptações telefônicas, que revelariam que PMs montaram uma farsa para responsabilizar traficantes pelo desaparecimento de Amarildo. Uma perícia do Ministério Público confirmou que o soldado Marlon Campos Reis usou um dos telefones grampeados, fingindo ser um traficante e dizendo que teria assassinado o pedreiro.

Já a principal prova da defesa são as imagens de câmeras na favela. Segundo advogados, elas provam que o tenente Medeiros, o sargento Reinaldo Gonçalves dos Santos e o soldado Wellington Tavares da Silva estavam em outros pontos da comunidade.

– Alguns réus que constam como participantes da tortura sequer estavam no local. A gente comprova isso através de vídeos. As câmeras registraram imagens desses acusados em local totalmente diferente daquele onde teria ocorrido a tortura – afirmou o advogado Saulo Salles, que defende o major, o tenente e outros três acusados.

Além das imagens, a defesa dos réus afirma que o soldado Alan Jardim, principal testemunha do caso, foi investigado junto com outros policiais num inquérito da corregedoria que buscava descobrir quem seria um informante do tráfico dentro da UPP. Segundo Salles, o inquérito não identificou o PM envolvido.

O inquérito citado pelo advogado pode não ter identificado o informante, mas excluiu qualquer possibilidade de Alan Jardim ter cumplicidade com o tráfico.

Para a promotora Carmen Eliza Bastos de Carvalho, as provas do processo são contundentes e podem condenar todos os réus.

– O fato de a juíza não ter conseguido distinguir vozes (quando estava dentro de um dos contêineres) não significa que ela vai descartar os depoimentos. Afinal, as testemunhas estavam trancadas nos contêineres, ou seja, com a atenção totalmente voltada para o que estava acontecendo do lado de fora. Além disto, nosso perito também foi ao local e concluiu que, dentro dos contêineres, dava para identificar claramente de quem eram as vozes do lado de fora – afirmou a promotora.

Crime teve destaque em protestos

A pergunta “Cadê o Amarildo?” desceu a comunidade, tomou as ruas do Rio durante as manifestações de 2013 e se espalhou pelo mundo. Eram moradores da Rocinha que protestavam contra o destino do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, levado no início da noite de 14 de julho de uma birosca perto do seu barraco, na localidade da Roupa Suja, uma das áreas mais carentes do morro, para a UPP da favela. Foi o segundo dia da fracassada Operação Paz Armada, realizada pelo comando da UPP, com apoio de policiais do Bope e da 15ª DP (Gávea), para localizar traficantes e armas na comunidade. Mas, até o fim da tarde daquele domingo, a polícia não havia conseguido apreender sequer um dos mais de cem fuzis que estariam enterrados no morro. Pouco antes das 19h, uma moradora telefonou para o soldado Douglas Roberto Vital Machado, um dos principais acusados, informando que Amarildo estaria com a chave do paiol dos traficantes. Levado por duas equipes de PMs para a sede da UPP, ele nunca mais foi visto.

Indignados com a falta de notícias, familiares começaram a organizar protestos para denunciar torturas que vinham acontecendo na comunidade desde março, quando tiveram início as investigações, realizadas com a participação do comandante da UPP, para localizar o depósito de armas da facção criminosa da região. O caso acabou revelando práticas contrárias aos princípios do projeto de polícia pacificadora.

Depois do desaparecimento do ajudante de pedreiro, vários moradores foram até a Coordenadoria de Direitos Humanos da Procuradoria de Justiça do Estado, para denunciar a prática de torturas dentro da Unidade de Polícia Pacificadora.

Quinze dias após o sumiço de Amarildo de Souza, o caso foi transferido para a Divisão de Homicídios (DH) e teve início o inquérito que concluiria pela participação de 25 policiais da UPP não só nos crimes de tortura, morte e ocultação de cadáver, como também de tentativa de fraude processual. Passados mais de dois anos, até hoje o corpo da vítima não foi localizado pelas autoridades.

por O Globo
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Pior desde… Veja alguns recordes negativos do PIB

Num cenário de recessão, o resultado da economia no segundo trimestre é marcado por números ruins

RIO – Assim como aconteceu no primeiro trimestre deste ano, a desaceleração da economia brasileira é evidenciada no resultado do PIB referente ao período de abril a junho, divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE. Algumas taxas mostram o pior desempenho desde o início da série histórica, em 1996.

FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL (investimentos)

Queda de 8,1% frente ao primeiro trimestre. É a maior desde o primeiro trimestre de 2009, quando o indicador despencou 10,1%, refletindo a crise global.

Em relação ao mesmo período do ano passado, a contração foi de 11,9%, a maior desde o primeiro trimestre de 1996, quando foi registrada uma queda de 12,7%. O tombo é a quinta queda trimestral seguida, considerando a comparação anual.

CONSUMO DAS FAMÍLIAS

Encolheu 2,1% em comparação com o primeiro trimestre e teve o pior desempenho desde o terceiro trimestre de 2001, quando recuara 3,2%.

Já a queda de 2,7% do consumo das famílias em relação ao ano anterior é a maior desde o quarto trimestre de 1997. Esse indicador subiu entre o quarto trimestre de 2003 e o quarto trimestre de 2014.

INDÚSTRIA

Queda de 4,3% em relação ao primeiro trimestre é a pior desde o primeiro trimestre de 2009, quando encolheu 5,9%. A construção civil registrou baixa de 8,4% – a pior de toda a série histórica do PIB, iniciada em 1996.

Pelo quinto trimestre seguido, a indústria tem perda na comparação anual. A perda de 5,2% é a maior desde o terceiro trimestre de 2009, quando tinha caído 5,8%.

SERVIÇOS

Já a atividade de serviços teve a segunda perda seguida na comparação anual, de 1,4%.

CONSUMO DO GOVERNO

O consumo do governo recua há três trimestres seguidos frente a igual trimestre do ano anterior. No período de abril a junho, essa queda foi de 1,1%.

por O Globo
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Dois morrem em violento acidente na BR-163 em Lucas do Rio Verde

Dois homens, que estavam em uma moto Titan, preta, morreram em violento acidente, por volta das 18:30h, na BR-163 em Lucas do Rio Verde, sentido Nova Mutum. Eles teriam sido atingidos por uma carreta bitrem, que parou a cerca de 1 km do local do impacto.

As vítimas tiveram múltiplas fraturas e morreram na hora. De acordo com a funerária Valter de Oliveira Araujo, 51 anos, é um dos mortos. Ele residia em Lucas e trabalhava em uma fazenda. Raimundo Pereira da Fonseca, 19 anos, também faleceu. Ele estaria retornando, com Valter, da fazenda. Raimundo estava há pouco tempo em Lucas.

A moto ficou completamente destruída e não foi localizada a placa para identificar em qual cidade está documentada. O que restou da moto ficou sobre a pista. Os corpos ficaram na área de acostamento e foram levados ao IML.

Ainda não foi esclarecido se houve colisão frontal ou se a moto foi atingida na traseira pela carreta.

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(Atualizada às 23:42hs – fotos: Só Notícias)

Fonte: Só Notícias/Editoria com correspondente em Lucas do Rio Verde

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MP do Maranhão pede bloqueio de bens de prefeita foragida

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Prefeita de Bom Jardim, Lidiane Leite da Silva, fugiu quando a Justiça decretou sua prisão preventiva por suspeita de desvios de recursos da merenda escolar

Vaidosa, 25 anos, Lidiane exibe nas redes sociais imagens de uma vida de alto padrão para uma cidade de 40 mil habitantes à beira da miséria Foto: Reprodução

O Ministério Público do Maranhão ajuizou nesta quinta-feira, 27, duas ações civis públicas por atos de improbidade administrativa com pedido de liminar, para indisponibilidade de bens e afastamento do cargo da prefeita de Bom Jardim, Lidiane Leite da Silva, a Lidiane Rocha (PP). Ela está foragida há uma semana, desde que a Justiça Federal decretou sua prisão preventiva por supostos desvios de recursos da merenda escolar da rede pública de ensino de Bom Jardim.

Também são acusados ex-secretários municipais, empresários e empresas prestadoras de serviços à Prefeitura de Bom Jardim, todos sob suspeita de “integrar uma organização criminosa que fraudava licitações para desviar recursos públicos do município”.

Vaidosa, 25 anos, Lidiane exibe nas redes sociais imagens de uma vida de alto padrão para uma cidade de 40 mil habitantes à beira da miséria, com um dos menores IDHs do Brasil. Bom Jardim fica no interior maranhense. A cidade vive um clima de revolta desde que surgiram as denúncias sobre a gestão e o comportamento de Lidiane.

Carros de luxo, festas e preocupação com a beleza, o que inclui até cirurgia plástica, marcam o dia a dia da moça que, conforme seu registro na Justiça eleitoral, candidatou-se pela coligação ‘A esperança do povo’.

De acordo com as investigações do Ministério Público, em dois procedimentos licitatórios – um para contratação de empresa para locação de veículos e outro para execução de reformas em escolas da sede e da zona rural de Bom Jardim -, os valores dos contratos ultrapassam R$ 4,1 milhões.

Em ambas as ações, estão envolvidos o ex-secretário Humberto Dantas dos Santos, conhecido como Beto Rocha e que é marido da prefeita; e o empresário Antonio Oliveira da Silva, conhecido como Zabar, informa o Ministério Público do Maranhão. Na licitação para locação de veículos – modalidade pregão presencial -, no valor R$ 2.788.446,67, foram acionados, ainda, o empresário Fabiano de Carvalho Bezerra e sua empresa A4 Serviços e Entretenimento Ltda; Anilson Araújo Rodrigues (motoboy); Raimundo Nonato Silva Abreu Júnior (empresário) e Marcos Fae Ferreira França (contador e pregoeiro do município).

As investigações são conduzidas pela Promotoria de Bom Jardim e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão. Os promotores constataram “diversas irregularidades, como ausência de justificativa para contratação, participação de apenas uma empresa, ausência de vários documentos para habilitação da empresa e de pareceres técnicos e jurídicos sobre o processo licitatório”.

A promotora de Justiça, Karina Freitas Chaves, assinala que a empresa A4 “é apenas de fachada, pois não possui um veículo em seu nome e nem sede, e os seus sócios não tinham qualquer controle sobre os motoristas contratados para executar o serviço”.

Contratada para a reforma de 13 escolas municipais de Bom Jardim na qual foi a única concorrente, a empresa A O da Silva e Cia Ltda se beneficiou de várias irregularidades, diz a Promotoria, entre as quais falta de projeto básico referente à licitação. A prefeitura não divulgou em jornal de grande circulação o aviso de licitação; as certidões negativas de débitos foram emitidas após a sessão que deveria recebê-las; não há nos autos documento que comprove a qualificação técnica da empresa.

Segundo foi constatado pelo Ministério Público, a empresa A O da Silva e Cia Ltda funcionaria apenas como fachada para repassar recursos públicos destinados ao serviço para o marido da prefeita Lidiane. Em depoimento à Promotoria de Justiça, Zabar, o dono da empresa, garantiu que valores recebidos pelo contrato eram repassados para a conta pessoal de Beto Rocha, que se encarregaria de contratar os funcionários para supostamente trabalharem na reforma das escolas.

O contrato para as obras tinha o valor de R$ 1.377.299,77 para os serviços nas 13 escolas. No entanto, conforme informou à Promotoria o próprio empresário apenas quatro escolas foram reformadas. “Isso nada mais é do que uma demonstração clara da fraude no procedimento licitatório, com o desvio do dinheiro público e atos atentatórios à probidade administrativa”, constatou a promotora Karina Chaves.

Nas duas ações civis, o Ministério Público do Maranhão requer à Justiça que sejam aplicadas à prefeita e aos outros citados as penalidades previstas no artigo 12 da Lei 8.429/92 (Lei da Improbidade Administrativa), que são: ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

Na manhã desta quinta-feira, 27, a advogada Illana Sousa dos Praseres, que defende a prefeita, informou que estava reunida com a família de Lidiane. A criminalista não quis dar detalhes do encontro.

Estadão Conteúdo

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Soldados armados caem no funk e são expulsos

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Soldados do Exército foram expulsos da corporação após um vídeo cair na internet. Nas imagens eles aparecem fardados e armados, dançando funk, segundo informações do Jornal de Brasília. As imagens foram feitas no horário de trabalho. O vídeo viralizou na internet.

Ao som da música “Muito louco de balinha”, os militares aparecem animados e dançando. De acordo com o Exército Brasileiro, os homens foram expulsos, “a bem da disciplina”.

O Exército informou que ainda  que “abriu procedimento administrativo para apurar os fatos e, após conceder o direito da ampla defesa e contraditório, os envolvidos foram excluídos das fileiras do Exército, a bem da disciplina, devido a gravidade de seus atos, de acordo com a legislação vigente”.

(DOL com informações do Jornal de Brasília)

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PF desarticula quadrilha de traficantes de drogas sintéticas

Foram desmontados oito laboratórios sendo que, em apenas um deles, foram apreendidos cerca de 630 mil comprimidos conhecidos como ecstasy do Paraguai
A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (27) a Operação Quinto Elemento, para desarticular uma quadrilha especializada no tráfico de drogas sintéticas. O grupo, segundo a corporação, atua em Goiás, mas tem colaboradores em diversos estados do país.

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Cerca de 400 policiais federais cumprem 145 mandados judiciais em Goiás, em São Paulo, no Paraná, no Tocantins, na Bahia, em Minas Gerais e no Distrito Federal. São 30 mandados de prisão temporária, oito de prisão preventiva, 40 de condução coercitiva, 55 de busca e apreensão e 12 de sequestros de bens imóveis, incluindo um prédio residencial de 20 apartamentos.

De acordo com nota da PF, a quadrilha utilizava empresas regularizadas para a aquisição de produtos químicos usados para sintetizar os mais variados tipos de droga – desde anfetaminas até cocaína.

“A grande quantidade de produtos químicos adquiridos chamou a atenção dos investigadores, que constataram um esquema econômico organizado para o tráfico, com a participação de farmácias, laboratórios e vendedores, que se utilizavam de veículos de luxo para comercializar a mercadoria ilegal”, destacou o comunicado.

Ainda segundo a PF, durante as investigações, foram desmontados oito laboratórios sendo que, em apenas um deles, foram apreendidos cerca de 630 mil comprimidos conhecidos como ecstasy do Paraguai, também usados como rebite, prontos para o consumo. O volume é superior à quantidade apreendida pela corporação durante todo o ano de 2015.

Em outro laboratório, foram encontrados aproximadamente 800 mil comprimidos. As investigações apontam que, em oito meses, um dos laboratórios gerenciados pela organização movimentou cerca de R$ 240 milhões.

“Todos os envolvidos responderão por tráfico de drogas, associação para o tráfico, falsidade ideológica e tráfico de produtos químicos para a produção de drogas”, informou a nota.

O nome de batismo da operação faz referência ao éter, que era considerado por alquimistas o quinto elemento e está relacionado à quantidade da substância encontrada no primeiro laboratório investigado.
Por: Agência Brasil

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Reforço na preparação de alunos da rede pública

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A Tutores garante que os alunos terão acesso a técnicas de estudo e motivação para os estudos. (Foto: Divulgação)

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Daqui a dois meses, milhares de estudantes de todo país encaram o desafio das provas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). No Pará, os alunos de escolas públicas podem contar com a ajuda de reforço escolar, que complementará a preparação para o Exame, cuja nota é utilizada nos principais vestibulares do país, entre eles Uepa (Universidade do Estado do Pará) e UFPA (Universidade Federal do Pará).

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A iniciativa é da Tutores Educação Multidisciplinar, que realizará – a um custo simbólico maratonas com conteúdos para o Enem, iniciando com a disciplina Matemática. “Levamos em consideração as greves na rede estadual do primeiro semestre e o quanto os alunos de escolas públicas foram prejudicados”, explica Karla Lobato, diretora da Tutores.

A Tutores garante que os alunos terão acesso a técnicas e motivação para os estudos. Este trabalho é desenvolvido pela psicóloga da unidade da Tutores. “Estamos formatando parceria com as escolas públicas para treinamento e desenvolvimento do seu corpo docente”, adianta Karla Lobato.

Uma boa ideia é que os estudantes se reúnam em grupos e agendem a aula na Tutores. As maratonas ocorrem todos os sábados.

Serviço:

Mais infomações na página da Tutores no Facebook, ou através dos telefones: (91) 4102. 0055 ou (91) 98137. 5100 (WhatsApp).
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