Filha de Joelma-“Eu disse que as máscaras iam cair”

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Em meio à separação conturbada, filha de Joelma faz desabafo na web: “Eu disse que as máscaras iam cair”

Na última quarta-feira (9), Natalia Saraff, filha de Joelma – da banda Calypso -, postou em seu perfil no Facebook, sem citar nomes, uma mensagem sugestiva sobre falsidade.

“Eu avisei, quando eu disse que máscaras iam cair. Eu avisei, quando eu disse que quem vê cara não vê coração. Eu avisei não só uma ou duas ou três vezes! As Alices (do filme “País das Maravilhas”) me xingaram, me criticaram, etc. Mas ainda digo: vocês não viram nada, isso não é nada!”, escreveu.

Não demorou muito para que alguns dos seguidores da loira relacionassem o post à traição de Chimbinha, ex-marido de Joelma.

“Acho que você deveria ficar calada e quieta no seu canto, essa história não lhe pertence. Ela só pertence a Joelma e Chimbinha e a ninguém mais. Gosto de você, mas acho que está se metendo onde não lhe cabe! Já ouviu dizer que em briga de homem e mulher ninguém mete a colher? Então pronto! Pare de meter a sua, pare de ficar postando bobeira nas redes sociais, porque você está prejudicando cada vez mais sua mãe, que está perdendo a razão com essas coisas que ela anda fazendo! Amo Joelma, mas está ficando cada vez mais difícil defendê-la”, escreveu um internauta.

Natalia, por sua vez, voltou a se posicionar a favor da mãe.

“Eu me meto, sim. Ela é minha mãe, e o que importa nisso tudo é o que eu e ela pensamos. A vida é minha e dela, o perfil é meu e eu posto aqui o que eu achar que devo postar. Se alguém aqui não gostar do que eu posto, é só nem ler e nem comentar, mexeu com os que amo, mexeu comigo”, retrucou.

O rapaz, então, lembrou da declaração que Natalia deu a um programa de TV afirmando que Joelma não lhe ajudava na carreira de cantora.

“Agora você ama, né? Porque na hora de ir na TV e acabar com ela, você não dizia isso. Na hora de dizer que ela não liga e não ajuda você na sua carreira. Agora, porque você acha que vai ter uma beirinha na banda, você começa a defender! Ah, Natália, me poupe! Quem ama de verdade não vai na TV falar mal, não. Só acho”, provocou.

A moça retrucou negando que tenha falado mal de Joelma: “Meu amor, eu poderia nem te responder, mas uma coisa é você falar a verdade, outra é você mentir. E a momento algum falei mal da minha mãe, ela é ciente disso, ela sabe das minhas palavras e ela sabe de tudo, e sobre eu querer uma beira na banda, todo o mundo real sabe a minha opinião e decisão em relação à Banda Calypso, e já falei: o que importa sou eu e minha mãe”.
Por Famosidades

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Meninas de 9 a 11 anos devem tomar 2ª dose contra o HPV

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Doença é responsável por 70% dos casos de câncer de colo do útero registrados no Brasil

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A partir deste mês, as meninas de 9 a 11 anos que tomaram a primeira dose da vacina quadrivalente contra Papiloma Vírus Humano (HPV) devem retornar a um posto de vacinação para receber a segunda dose. A vacina protege contra dois subtipos de HPV, doença responsável por 70% dos casos de câncer do colo do útero e a terceira causa de morte de mulheres no Brasil. Para alertar sobre a importância da vacinação, Ministério da Saúde promove mobilização nacional que visa incentivar pais e responsáveis a levarem suas filhas para tomar a segunda dose contra HPV.

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Durante entrevista ontem para anunciar o início da vacinação da segunda dose, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, ressaltou a importância da vacina na prevenção contra o câncer do colo do útero. “Apesar do grande sucesso obtido na cobertura vacinal em 2014, neste ano os números ficaram abaixo do esperado. Por isso, o Ministério da Saúde convoca os pais, responsáveis, gestores locais, professores e toda a sociedade para divulgar a informação de que a vacina é segura e eficaz”, afirmou Chioro. Segundo ele, além de todas as medidas tradicionais de prevenção do câncer de colo do útero – que não devem ser deixadas de lado –, com a vacina “o Brasil tem a possibilidade de escrever uma nova história na geração futura das mulheres livres do câncer do colo do útero”.

O ministro destacou a experiência internacional, citando países que implantaram a vacina há pelo menos quatro anos, com resultados impactantes. “Nos Estados Unidos, por exemplo, houve 68% de redução nos casos de HPV dos subtipos 16 e 18, responsáveis pelo câncer do colo do útero. Já na Austrália, que implantou a vacina em 2007, os casos de verrugas genitais reduziram de 18,4% para 1,1% nas mulheres de até 21 anos. Esses são exemplos de que a vacina é segura e pode mudar a saúde das próximas gerações de mulheres”, observou Chioro.

A presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabella Ballalai, que também participou da entrevista coletiva, reforçou a importância da imunização. “Vacinar as meninas de nove anos não vai apresentar resultado imediato, mas será muito importante daqui a 20 ou 30 anos”, ressaltou. Isabela explicou que eventos adversos são comuns em qualquer vacina e não devem ser um impeditivo para a proteção das meninas. “Ela é totalmente segura e está licenciada no mundo desde 2006”, afirmou.

Até agosto, 2,5 milhões de meninas de 9 a 11 anos foram vacinadas contra HPV. Isso representa 50,4% do público-alvo, formado por 4,9 milhões de meninas nessa faixa-etária. No ano passado, quando a vacina foi disponibilizada no Sistema Único de Saúde (SUS), 100% do público estimado foi vacinado com a primeira dose, alcançando 5 milhões de meninas de 11 a 13 anos. Entretanto, só 3 milhões destas meninas procuraram uma unidade de saúde para tomar a segunda dose, o que representa 60%, sendo que a meta do Ministério da Saúde é vacinar 80% do público–alvo.

PARCERIAS

A vacina contra HPV está disponível nas 36 mil salas de vacinação espalhadas pelo país. O Ministério da Saúde recomenda aos estados e municípios que façam parcerias com as escolas públicas e privadas para a vacinação no ambiente escolar. Experiências de vacinação nas escolas realizada em outros países, como Austrália e Escócia, mostram a importância dessa estratégia para garantir altas coberturas vacinais.

Neste ano, o Ministério da Saúde incluiu no grupo alvo da vacinação mulheres de 9 a 26 anos que vivem com HIV. Mais suscetível a complicações decorrentes do HPV, esse público tem probabilidade cinco vezes maior de desenvolver câncer no colo do útero do que a população em geral. Com a medida, 33,5 mil mulheres serão beneficiadas pela vacinação. Para este grupo, o esquema vacinal também conta com três doses, mas com intervalos diferentes. A segunda e a terceira doses serão aplicadas dois e seis meses após a primeira. Nesse caso, elas precisarão apresentar a prescrição médica.

A VACINA

Desde março de 2014, o SUS oferece a vacina quadrivalente, que confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia em quem segue corretamente o esquema vacinal. Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero em todo mundo e os subtipos 6 e 11 por 90% das verrugas anogenitais.

Ela tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus. Hoje, a vacina é licenciada em mais de 130 países e é utilizada como estratégia de saúde pública em mais de 60 países, por meio de programas nacionais de imunização. Estimativas indicam que, até 2013, foram distribuídas cerca de 200 milhões de doses da vacina em todo o mundo. A sua segurança é reforçada pelo Conselho Consultivo Global sobre Segurança de Vacinas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

As sociedades brasileiras e Imunizações (SBIm), de Infectologia (SBI), de Pediatria (SBP) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) divulgaram carta aberta à população reforçando a importância da vacinação e orientando os pais a não deixar de levar suas filhas de 9 a 13 anos a um posto de vacinação para tomar a primeira ou segunda dose contra HPV.

Para a produção da vacina contra o HPV, o Ministério da Saúde firmou Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Butantan e o Merck. Serão investidos R$ 1,5 bilhão na compra de 36 milhões de doses durante cinco anos – período necessário para a total transferência de tecnologia ao laboratório brasileiro. Para 2015, a previsão do Ministério da Saúde é de adquirir 11 milhões de doses.

CÂNCER

O câncer do colo do útero é o terceiro tipo que mais mata mulheres no Brasil, atrás apenas do de mama e de brônquios e pulmões. O número de mortes no país aumentou 28,6% em 10 anos, passando de 4.091 óbitos, em 2002, para 5.264, em 2012, de acordo com o Atlas de Mortalidade por Câncer no Brasil, do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Tomar a vacina na adolescência é o primeiro de uma série de cuidados para a prevenção. Portanto, a imunização não substitui o preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais. O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no parto. Estimativas da OMS indicam que 290 milhões de mulheres no mundo têm a doença, 32% delas infectadas pelos tipos 16 e 18, que são de alto risco para o desenvolvimento de câncer. Estudos apontam que 270 mil mulheres, no mundo, morrem devido à doença. Neste ano, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos.

Por: O Liberal

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Solda na roda se rompeu e fez carro de Cristiano Araújo capotar

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O Laudo do Instituto de Criminalística de Goiás, divulgado nesta quinta-feira (10), revela que as soldas da roda traseira do lado direito se romperam, fazendo com que o carro do cantor Cristiano Araújo capotasse. O rompimento cortou o pneu, que acabou por sair completamente da estrutura do automóvel. Outro dado apontado pela perícia foi de que somente esta peça, que não era original, havia sido soldada com material de má qualidade.

O delegado responsável pelo caso, Fabiano Jacomelis, concluiu o inquérito e indiciou o motorista do veículo, Ronaldo Miranda, por duplo homicídio culposo (quando não há intenção de matar), por negligência e imprudência. O laudo aponta ainda que, se o cantor e a namorada estivessem usando cinto de segurança, poderiam ter sobrevivido.

Para a Polícia Civil, a morte do casal ocorreu pelo problema na roda, a alta velocidade do veículo e a falta do uso de cinto de segurança. O acidente provocou a morte do cantor e sua namorada, Allana Moraes, de 19 anos, no dia 24 de junho, na BR-153, em Goiás.

Notícias ao Minuto
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Com salto de 11 centímetros, policial evita assalto no Rio de Janeiro

(Foto-Luciana fez a prisão em flagrante)

Parecia cena de filme de ação, em pleno centro do Rio Janeiro e equilibrada sobre um salto de 11 centímetros, a inspetora da Polícia Civil, Luciana Campos de Carvalho, de 31 anos, não pensou duas vezes e rendeu um homem que tentava atacar um rapaz com um estilete, nesta quarta-feira.

A policial, que está de férias da 119ª DP (Rio Bonito) desde o dia 1º, circulava de carro pela Avenida Presidente Vargas quando presenciou Valbner Rogério Ferreira, de 44 anos, com o objeto cortante no pescoço de um homem. Ela saiu do veículo e sacou a pistola. Uma viatura da PM que passava foi acionada e conduziu o suspeito para a 5ª DP (Centro), onde ele foi autuado em flagrante por tentativa de homicídio.

Segundo a inspetora, a vítima tinha testemunhado, momentos antes do ataque, contra Valbner em um inquérito que ele responde na 6ª DP (Cidade Nova). No entanto, quando deixava a delegacia, foi atacada pelo suspeito.

“Não pensei duas vezes. Ele iria matar o rapaz. Saí do carro e mandei ele sentar no chão. Policial tem que trabalhar 24 horas por dia e até mesmo nas férias”, ressaltou Luciana, que é mãe de três filhos.

“Na hora, pensamos somente em evitar o pior. Não pensamos em nada, além de resolver o problema”, contou a inspetora, que já chefiou o setor de investigações da 82ª DP (Maricá).

O estilete foi apreendido pela policial. Em outra ação bem-sucedida, Luciana Carvalho foi capa do jornal ‘Meia Hora’, após a prisão de Milton Rodrigo Caetano, acusado de invadir a casa do deputado estadual Paulo Melo, em Rio Bonito. Na época, ela saiu na foto ao lado de uma outra agente lotada na 89ª DP (Resende). Luciana está há 13 anos na instituição.

Fonte/ O Dia: Inspetora que, mesmo de salto alto, evitou roubo: ‘Ele ia matar o rapaz’
O Dia

Luciana fez a prisão em flagrante Fabio Gonçalves / Agência O Dia
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Fabio Gonçalves / Agência O Dia

Brasil – iG
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Alunas denunciam assédios envolvendo professores

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Aluna contou que se sentiu incomodada com o professor (Foto: Ronaldo Rodrigues/ G1)

Elas, alunas. Eles, professores. Ambos, partes de uma relação que, em alguns casos, confunde as barreiras do profissional e do pessoal. O G1 deixou de lado as histórias de amor entre alunos e professores que terminaram com um final feliz para mostrar um lado obscuro dessa relação: o de alunas que se sentiram assediadas por seus professores.

No final de junho deste ano, um professor de uma escola particular de Vitória, de 41 anos, foi indiciado por armazenar fotos pornográficas de uma aluna de 17 anos. De acordo com o delegado, ele mantinha diálogos de cunho sexual com a adolescente pela internet.

Nesse caso, a aluna garantiu à família e ao delegado que o relacionamento era consensual.

Entretanto, os depoimentos a seguir mostram relatos de meninas que se sentiram assediadas durante o período escolar ou quando já estavam na faculdade. Os casos aconteceram em instituições públicas e particulares da Grande Vitória.

“Pediu fotos em que eu estivesse pelada”

Uma estudante de 18 anos, que preferiu não se identificar, contou que era menor de idade quando percebeu que um professor da escola tentava uma aproximação estranha. Assista à entrevista com a jovem, no vídeo abaixo.

“Eu tinha dificuldades na matéria dele e um dia marquei de tirar dúvidas na escola, à tarde, então acabei me aproximando mais dele. Ficou problemático quando nos adicionamos nas redes sociais. Ele começou a falar várias coisas comigo, pediu meu telefone. Depois, começou com um papo pesado, pediu fotos minhas pelada, comecei a ficar muito assustada. Na sala de aula, ele costumava fazer piadinhas de cunho sexual, e muitas vezes eu era o alvo dessas piadinhas”, contou.

A jovem integra a lista de meninas que se sentiram assediadas e permaneceram em silêncio. “Era ano de vestibular, eu não queria comunicar a escola ou  falar com meus pais porque tinha medo que eles me trocassem de escola e isso atrapalhasse meus estudos. Fiquei com medo da exposição, de que tratassem como algo consensual, do tipo ‘você procurou’”.

Ela conta, ainda, que a situação é mais recorrente do que se imagina. “Esse mesmo professor dormiu com seis das 45 meninas que estudavam na minha turma. Muitas meninas gostam da ideia de sair com professor, é um direito delas. Mas dessas, acredito que todas eram menores. Infelizmente, é uma coisa que não para de acontecer”, lamentou.

“Passou a mão na minha perna e me chamou pra sair”

Uma outra estudante de 21 anos, que também não quis ter a identidade revelada, passou por esse tipo de situação quando tinha entre 16 e 17 anos, em uma escola particular de Vitória.

“Normalmente, primeiro acontece com eles dando algumas cantadas bobas, falando que você é linda, que se eles fossem mais novos te chamariam pra sair. E um sinal muito forte (de assédio) é que todos eles oferecem caronas para as alunas. E aí começam os assuntos mais íntimos”, contou.

Ela lembrou de duas situações em que se sentiu incomodada com a aproximação dos professores.“Teve uma vez que eu estava bebendo água e o professor veio por trás, me deu um abraço e me levantou. Foi uma situação completamente constrangedora. Teve situações que eu fui tirar dúvidas com um professor e ele passou a mão na minha perna e me chamou pra sair. Eu pensava ‘Pô, nem tirar dúvida mais agora eu vou conseguir?’. Você se sente coagida, não sabe como reagir”, disse.

Assim como a maioria das vítimas ouvidas pelo G1, ela também não levou a situação até alguma autoridade.“Eu não denunciei nenhum dos casos. É uma sensação de impunidade, porque você acha que nada vai ser resolvido, você acaba se achando a culpada da história. Eu, como mulher, me sentia muito culpada. Pensava ‘será que estou falando de alguma maneira que o professor tenha interpretado errado?’. Depois me coloquei no meu lugar, vi que eu era vítima”, falou.

Ela contou que pensou em sair da escola para não ter que encarar tais professores.“Tem professores que realmente passam dos limites. Eles não falam só uma gracinha ou outra. Muitas vezes passaram do limite comigo. Muitas vezes senti vontade de sair da escola, porque era uma situação altamente constrangedora. Chegar na sala de aula, saber que aquele cara já deu em cima de você. Eu tinha vergonha de passar na frente dos professores, eu sentava lá atrás”, contou.

“Me olhava de cima a baixo, falava da minha roupa”

A jornalista Bianca Bortolon, de 22 anos, contou que passou por uma situação constrangedora envolvendo um professor durante uma aula na faculdade, quando já era maior de idade.

“Eu cheguei na sala depois do intervalo e as cadeiras ficavam posicionadas em forma de ‘U’. Sentei em uma das cadeiras mais a frente e fiquei próxima do professor. Eu estava de short, chupando um picolé e sentei com as pernas flexionadas, com os pés apoiados na cadeira. O professor falou pra mim, rindo, que era para eu mudar de lugar, porque sentada daquele jeito, com aquele short e chupando picolé, eu ia deixá-lo desconcentrado”, contou.

De acordo com Bianca, a situação aconteceu quando a sala de aula estava cheia, na frente de todos os outros alunos. Ela disse que se sentiu desconcertada, mas que, na hora, apenas riu.

Depois desse caso, ela ainda teve que passar por outros momentos complicados envolvendo o mesmo professor. “Toda vez que me encontrava, ele me elogiava, me olhava de cima a baixo, falando da minha roupa, falando umas coisas estranhas”, contou.

Disse que aumentaria minha nota se ‘me visse bonita no sábado’

Uma publicitária de 22 anos contou que um professor de uma escola particular em que ela estudava durante o Ensino Médio disse que relevaria os pontos que ela havia perdido na disciplina durante o semestre caso eles se encontrassem em uma festa.

“O pessoal da minha sala saía muito e quase sempre encontrava com ele e a esposa dele nas festas. E na sala de aula ele elogiava muito algumas alunas, falava que éramos bonitas. A gente via ele num rock no sábado, aí na segunda ele falava ‘tava gatinha, heim?!’. E começava a elogiar. Mas ele também sempre foi muito rigoroso, e tirava pontos de alunos que atrapalhassem a aula. Até que chegou um trimestre que eu tinha alguns pontos negativos anotados na pauta. E no fim de semana ia ter um show na cidade. Aí ele me chamou na mesa dele e falou: “tem cinco ‘menos’ aqui pra você, mas eu vou tirar todos na esperança de te ver bonita no sábado”. Fiquei sem reação, ri porque não sabia o que eu podia fazer na hora”, contou.

Ela ainda disse que o mesmo professor a chamou para sair com a desculpa de que comemorassem a aprovação dela no vestibular.

“No final do 3º ano, quando a gente já tinha passado no Enem, ficamos tendo aula só das disciplinas discursivas, então eu não tinha mais aulas com ele, teoricamente era aluna, mas não tão aluna mais. E aí nessa época ele me chamou pra sair, me mandou um depoimento no Orkut perguntando se eu queria comemorar o resultado do Enem. Eu enrolei, disse para juntar a galera para comemorar. Quando saiu o resultado final do vestibular, ele me chamou de novo para sair, mas disse que desa vez queria um comemoração privada e que me dava liberdade para eu escolher o lugar a que iríamos”, contou.

“Disse que o que prendia minha atenção era ‘outra coisa’”

A publicitária Dandara Rocha, hoje com 22 anos, é outra vítima. Ela contou que se sentiu assediada por professores na escola e na faculdade.

“Quando eu estava no Ensino Médio,  com uns 16 anos, tinha um professor que era conhecido por assediar as alunas, tanto que engravidou uma delas. Lembro de uma vez que ele veio me entregar uma prova e a minha nota não tinha sido boa. Aí ele disse ‘você sabe qual é a solução para essa nota né?’ e bateu no colo dele. Também falava que eu não prestava atenção na aula, que o que prendia minha atenção era ‘outra coisa’, se referindo a sexo”, contou.

Ela disse que só foi contar recentemente para a mãe sobre o que tinha acontecido e que, na época, não denunciou o ocorrido. “Sempre comentavam com a direção do colégio, mas acho que para eles isso soava apenas como uma brincadeira ou piada de mal gosto. Acho que a escola se limitava a puxar a orelha dele e deixar pra lá”, disse.

Já na faculdade, maior de idade, ela passou por outra situação envolvendo um professor.

“Depois de entregar uma prova ao professor, cheguei em casa e ele tinha deixado uma mensagem no meu Facebook me chamando pra sair. Fiquei assustava porque eu ainda era aluna, tinha acabado de entregar uma prova. Além disso, ele fazia piadinhas durante a aula, me encarava de um jeito constrangedor, reparava meu decote, parava de falar e ficava me olhando quando eu estava passando e só voltava a dar aula quando eu sentava na cadeira”, disse.

A publicitária contou que ainda sofreu uma espécie de chantagem por parte dele. “Ele meio que me chantageou perguntando se eu achava legal sair contando para as pessoas que ele só tinha me aprovado na disciplina porque era a fim de mim. Depois, quando fui fazer outra disciplina, pesquisei toda a grade para que não me matriculasse em uma aula dele”, disse.

“Eu não conseguia tirar dúvidas, tentava ser o mais invisível possível”

Outra estudante, de 19 anos, disse que teve uma experiência ruim relacionada a um professor quando tinha apenas 15 anos. Na época, ela estava no primeiro ano do Ensino Médio e o professor tinha aproximadamente 30 anos.

Ela contou que o professor em questão era considerado popular na escola e sempre a elogiava na frente da turma.

“Começamos a conversar por Facebook e eu contei pra ele da minha vida e ele começou a se dizer apaixonado. Por alguns momentos, eu achava que também estava, mas depois percebi que era uma espécie de complexo e que aquilo não era real. Foi quando ele começou a me incomodar”, disse.

Segundo a estudante, o professor brigava com ela por motivos fúteis e se convidada para sair com ela e as amigas. Quando conseguiu dar um fim às investidas do professor, ela passou a se sentir prejudicada em sala de aula.

“Depois que eu finalmente cortei ele, no ano seguinte – ano em que também me dava aula – ele me ignorava completamente na sala, fechava a cara quando eu estava, passou a ser sério em sala e todo mundo notou a mudança de comportamento. Aí comecei a ouvir boatos aqui e ali que ele falava super mal de mim, que eu havia o iludido e dado em cima pra sumir do nada. A partir de então eu não conseguia tirar duvidas ou reclamar de notas, tentava ser o mais invisível possível”, contou.

Ela não considera que tenha sofrido algum tipo de assédio, mas acredita que a relação de poder entre os dois gerou um desconforto. “Eu realmente fiquei encantada com ele no início. Não foi um assédio, em que ele me obrigava a fazer algo, mas foi um jogo psicológico muito maldoso. Eu era uma menina e havia muita relação de poder envolvida”, disse.

Ela contou, ainda, que sabe de casos em que professores chamam as alunas para sair, tentam se relacionar com elas em festas de formatura, por exemplo, e até levam as meninas para um motel.

“Jogou indireta chamando minha amiga pra ir pra casa dele”

Uma estudante do 3º ano do Ensino Médio, de 17 anos, contou que sempre presenciou atitudes que considerava inaceitáveis dentro da sala de aula.

“Na minha antiga escola, um professor passava a mão na perna das alunas. Comigo já aconteceu do professor estar explicando a matéria e ficar passando a mão no meu pescoço.  Eles pensam que como a gente está no 3º ano, já podem ficar com as alunas. Eles têm um contrato com nossos pais, não podem fazer isso, mas eles fazem”, contou.

Ela disse que é normal, na escola particular em que estuda, os professores se envolverem com alunas, inclusive menores de idade.

“Não tem um professor na minha escola que não fique com alunas. Eu acho que escola não é lugar disso. Nossos pais pagam para a gente estudar e não para professor ficar se aproveitando das meninas. Algumas até contam para outras pessoas sobre o que acontece, mas acho que todo mundo banaliza isso, leva como se fosse normal, até romantiza”.

Ela contou que uma vez, durante uma aula, um professor insinuou que uma outra aluna poderia ir para a casa dele.  “Já aconteceu de um professor mandar indireta pra uma amiga minha. Ele deu a matéria no quadro e quando todo mundo estava copiando ele sentou do lado dela e jogou uma indireta chamando ela pra ir pra casa dele. Falou que ia estar sozinho, essas coisas”, disse.

Muitas ocorrências x raras denúncias

Apesar de as vítimas contarem que casos como o delas são recorrentes em escolas e faculdades do estado, não há registros específicos desse tipo de crime envolvendo professores e alunos.

De acordo com a Polícia Civil, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) não possui esses dados separados, pois eles são registrados de uma forma geral como abuso sexual.

Para o delegado Lorenzo Pazolini, titular da DPCA, os casos são “escassos”.

“Tudo indica que existam poucos casos desse tipo de assédio, diante da quantidade de informações que chegam para nós, que são bem escassas. Se houvesse muitos casos, já teriam aparecido, a incidência é baixa mesmo”, disse.

Esse tipo de crime específico também não pode ser localizado pelo sistema de pesquisa disponibilizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). De acordo com o Tribunal de Justiça do Espírito Santo, não existe essa classe processual.

Já Edna Calabrez Martins, conselheira estadual de Defesa dos Direitos da Mulher e coordenadora do Fórum Estadual de Mulheres, disse que o baixo número de denúncias mascara a realidade.

“O problema existe sim, o Fórum (de Mulheres) tem ciência disso. O nosso trabalho é no sentido de buscar que a denúncia seja feita. Se a pessoa não chega a denunciar ou se  a denúncia não é recebida, esses números não vão ser contabilizados”, falou.

Para ela, as poucas denúncias são resultado de uma certa negligência do poder público com relação aos casos de violência contra a mulher.

“Tudo que se relaciona à violência contra mulheres é desvalorizado, é como se fosse uma violência menor. Infelizmente, os servidores da área da segurança pública não consideram isso um fato relevante, desvalorizam a questão do assédio como um todo. Cabe a vítima ter que provar que houve o assédio quando na verdade o agressor é que deveria provar que não fez. Tem vítima que até chega a ir até a delegacia, mas recebe um tratamento de não acolhimento, isso acaba fazendo com que muitas não denunciem”, disse.

Por isso, Edna recomenda que as mulheres que procurarem a delegacia e não encontrarem apoio necessário procurem os organismos de controle social, como o Conselho ou o Fórum para procurar ajuda.

O Conselho Estadual dos Direitos Humanos também trabalha para diminuir a ocorrências desses casos e de outros tipos de crimes contra a mulher.

“Um dos nossos objetivos é exigir que tenham políticas públicas de atendimento para tratamento de pessoas que sofram esse tipo de violência e procurar órgãos que tenham capacitação necessária para lidar com esse público. É preciso garantir um atendimento público na rede estadual com todos os critérios. Não podemos fazer de conta que esse tipo de crime não existe”, enfatizou o presidente do Conselho, Gilmar Ferreira de Oliveira.

De acordo com a Polícia Civil, nos casos em que ocorrerem assédio sexual com maiores de idade, a orientação é formalizar uma denúncia na delegacia mais próxima. Nos casos em que as mulheres são as vítimas, elas também podem procurar as Delegacias Especializadas da Mulher.

Mesmo Lorenzo Pazolini recomenda que, caso ocorra esse tipo de assédio, as vítimas procurem a polícia imediatamente.

“A omissão em razão do medo de uma coação faz perdurar a violência. Na prática, aquela ameaça ou coação só vai cessar com a atuação policial, isso é fundamental. Não recomendo tentar resolver esse tipo de situação com o próprio professor, pois pode aumentar o constangimento”, falou.

Assédio

O titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Lorenzo Pazolini, explicou que várias atitudes podem ser enquadradas como assédio.

“O assédio é difícil de definir porque pode ocorrer de várias formas. Naquela presencial, quando há toque, ou aquela importunação ofensiva ao pudor, que é quando a pessoa insiste. Até uma cantada, um olhar ou uma piadinha podem ser assédio”, disse.

A professora e advogada Yumi Maria Helena Miyamoto também caracterizou o crime. “Não precisa ter contato físico, a coisa pode estar só no âmbito psicológico. Essas piadas feitas em sala de aula, por exemplo, já são um indicativo de que pode vir a configurar um assédio moral”, disse.

O professor de psicologia e especialista em terapia comportamental, Elizeu Borloti, diz que o conceito de assédio é “bem controvertido”.

“Às vezes, pode ser uma cantada, então se a pessoa se incomoda com isso, pode entender como assédio. O que mais caracteriza o assédio é a insistência. Agora, se toda cantada é assédio, é uma questão que o Direito vai ter que resolver”, disse.

Miyamoto acrescentou que não é necessário haver uma relação de poder para que exista algum tipo de assédio.

“O assédio pode existir onde haja uma relação de confiança, quando uma pessoa abusa da confiança que lhe foi depositada. Nem sempre é necessário haver uma relação de poder. Nessa questão de professor e aluno, de certa forma, o professor sempre vai exercer um certo domínio em relação ao aluno”, contou.

De acordo com Pazolini, as vítimas precisam ficar atentas ao tipo de crime cometido.

“Se for um constrangimento, é algo que se resolve na esfera cível, com ação indenizatória pelo dano moral. Já se for algo relacionado à produção de vídeos e fotos em poses sexuais, por exemplo, é na esfera penal. Nesse caso, a vítima tem que procurar uma delegacia e relatar o ocorrido”, disse.

Miyamoto disse, ainda, que as situações em que não há o assédio “explícito” podem ser as mais dolorosas para a vítima.

“O assédio moral é o mais cruel, porque a vítima quase nunca consegue provar. E, às vezes, é um processo longo e doloroso para que a própria vítima entenda que foi assediada”, disse.

De acordo com Pazolini, a punição para esse tipo de crime pode chegar a até oito anos de detenção.

Ética profissional

Para o psicólogo Elizeu Borloti, a questão do assédio envolvendo alunos e professores é precedida pela quebra de um “contrato ético” que envolve as partes.

“No caso de aluno e professor, a questão ética é que vem primeiro. O professor não deve cantar uma aluna por ser uma falha ética. Independente da definição de ser assédio ou não, esse comportamento já fere a questão ética”, enfatizou.

O professor Hugo Brandião, especialista em ética profissional, diz que o relacionamento amoroso entre alunos e professores deve ser evitado.

“É ultrapassar muito o limite da atuação profissional. O professor tem que ter postura moral de total isenção com a clientela. As questões humanas são mais complexas, mas é essencial ter uma postura profissional, um mínimo de profissionalismo”, disse.

Para ele, esse tipo de postura é condenável por existir uma condição de desigualdade entre os envolvidos.

“O professor porta uma autoridade, na visão do aluno. Isso o coloca numa posição de privilégio, ele tem poder de decidir sobre a provação do aluno, por exemplo. Se um lado frágil existe, e nesse caso é o lado do aluno, que é avaliado pelo professor, isso (o relacionamento) não é tolerável”, explicou.

Sindicato dos professores

Procurado pelo G1, o Sindicato dos Professores do Espírito Santo (Sinpro/ES) disse que condena todo e qualquer tipo de assédio. O Sindicato informou que caso hajam denúncias, deve haver apuração dos fatos por parte da diretoria da escola para que providências sejam tomadas.

“A figura do professor deve levar confiança e respeito no ambiente educacional”, afirmou o presidente do Sinpro/ES Jonas Rodrigues de Paula.

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G1 ES

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Chimbinha anuncia volta aos palcos com Joelma

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Chimbinha anuncia volta aos palcos com Joelma: ‘Dia 19 em um megashow em Palmas’ atarax effect atarax tablets | buy canada atarax hydroxyz atarax reviews

‘Se a Joelma quiser sair no final do ano, como já anunciou, não podemos proibir, mas essa não é a vontade do Chimbinha’, garantiu Mauro Neto, o gerenciador de crise contratado pelo músico

Joelma e Chimbinha vêm enfrentando uma crise após o casamento chegar ao fim depois de uma traição do músico

Afastado dos shows após operar a vista, músico garante que quer manter uma relação de amizade com sua ex-mulher: ‘Sempre fala com carinho da Joelma como mãe e companheira’

Os fãs da banda Calypso, que rejeitaram a presença do guitarrista Ian Marinho no palco ao lado de Joelma, já podem comemorar. Depois de passar por uma cirurgia na vista, Chimbinha já tem data para voltar aos shows. “Será no dia 19 deste mês, com um megashow em Palmas”, garante Mauro Neto, o gerenciador de crise contratado pelo músico, em conversa com o Purepeople. “Isso é pra mostrar que não existe essa história de fim de banda. O Calypso não vai acabar e muito menos o Chimbinha vai sair”, completa.

Segundo Mauro, apesar da separação do casal, após 18 anos de relacionamento, a banda continua. “Cada um tem 50% da Calypso e posso te garantir que a marca não vai acabar”, avisa. “Se a Joelma quiser sair no final do ano, como já anunciou, não podemos proibir, mas essa não é a vontade do Chimbinha”, diz. E conta que apesar do conturbado fim do casamento, o guitarrista tem tentado de tudo para manter uma relação amigável com a ex. “Ele tem se mostrado extremamente pacífico, respeitador e sempre fala com carinho da Joelma como mãe e companheira”, ressalta Mauro.

Chimbinha assume que traiu Joelma em áudio: ‘Tive um caso com aquela menina’

Na noite da última terça-feira caiu na internet um áudio no qual Chimbinha, durante uma conversa com Joelma, admite que a traiu com outra mulher. “Eu fiquei realmente com aquela moça, tive um caso com aquela menina. Eu não queria contar porque eu tava protegendo ela, para não colocar a vida dela em risco”, diz o músico sobre a amante. Mauro Neto afirma que até agora Chimbinha não entende como essa gravação veio à tona: “Durante essa conversa só estavam presentes ele, a Joelma e um médico, amigo em comum dos dois. Ele não gravou e nem tinha a intenção de tornar esse momento público. Por este motivo ficou chocado com a gravação”.

No áudio, Chimbinha diz que tem receio pela integridade física da jovem porque sabe “o quanto os nossos fãs são perigosos”. Para Mauro, essa frase não deve ser levada ao pé da letra. “O que ele quis dizer que é sim, os fãs da Calypso são muito apaixonados, inclusive pelo casal. Ele tem medo de como podem hostilizar a moça, que acabou sendo o pivô da separação”, justifica. “Mas ele não falou ‘perigosos’ no sentido literal da palavra”.

(Por Carmen Moreira)




Após depoimento, delegada ‘tieta’ Joelma do Calypso

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Cantora esteve na delegacia para prestar depoimentos sobre ‘problema de casal’
Muitos fãs da banda Calypso e pessoas que estavam na Delegacia de Ananindeua, localizada no bairro da Jaderlândia, na região metropolitana de Belém, se surpreenderam com a presença da cantora Joelma da Banda Calypso no local.

A celebridade procurou a delegacia, na tarde desta quarta-feira (9), e foi ouvida por mais de quatro horas pela delegada Rosalina Arraes, que após atendê-la, aproveitou para tietá-la e postar uma foto na noite de hoje com a cantora em uma rede social. ‘Nossa talentosa cantora Joelma’, resumiu a delegada no post, curtido por dezenas de seus amigos.
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O conteúdo do depoimento não será divulgado pela Polícia Civil e a delegada que atendeu a cantora resumiu sobre o caso: ‘Ela me procurou pois confia em mim e pediu para que de forma alguma o depoimento fosse divulgado. Ela já se expôs demais com toda essa situação’, informou por telefone a reportagem do ORM News. Joelma saiu da delegacia por volta das 18h30 e não quis falar com a imprensa.

Desde o dia 19 de agosto deste ano, quando foi confirmado o fim do casamento da cantora Joelma e do músico Chimbinha, o assunto tomou conta da imprensa em todo o país e também nas redes sociais.

O casal continua se apresentando normalmente, mas a cantora informou que sairá da banda no fim do ano, quando encerra a agenda de show já programados. Segundo um comunicado divulgado pela assessoria de imprensa da banda Calypso na época, a banda segue por enquanto: ‘Queremos ressaltar que o respeito, gratidão, amizade, admiração e parceria permanecem recíprocos. Informamos também que os compromissos profissionais da Banda Calypso seguem normalmente com agenda por todo o Brasil’, afirma o comunicado.

Cantora ao chegar na delegacia. Foto: Elivaldo Pamplona (O Liberal)
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Cantora ao chegar na delegacia. Foto: Elivaldo Pamplona (O Liberal)
Por: Redação ORM News

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Em menos de 1 ano, STF arquivou 6 processos contra Jader

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Parlamentar, de 70 anos, foi beneficiado por lei em que prazo de prescrição de crimes é contado pela metade para acusados com essa idade ou mais

No Brasil, as chances de um investigado se livrar de um processo judicial sem ao menos ser julgado dobra quando a pessoa completa 70 anos. É que, por lei, o prazo de prescrição de crimes é contado pela metade para acusados com essa idade ou mais.

Prova viva de que a regra contribui com a impunidade é o senador Jader Barbalho (PMDB-PA). Somente nesta sexta-feira, o parlamentar teve três ações penais arquivadas no Supremo Tribunal Federal (STF) por esse motivo. Desde o ano passado, quando Jader comemorou 70 anos de vida, o tribunal encerrou outros três processos contra ele sem julgar os casos.

As decisões de hoje foram tomadas pelo ministro Edson Fachin. Nas três ações penais, Jader era acusado de fraudes na extinta Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), órgão sobre o qual tinha influência na década de 1990. “Nos termos do artigo 115 do Código Penal, os prazos prescricionais são reduzidos de metade se o acusado for maior de 70 anos na data da sentença. Posto isso, declaro extinta a punibilidade de Jader Fontenelle Barbalho”, escreveu Fachin.

Uma das ações penais foi aberta em 2002. Segundo o Ministério Público, Jader teria ordenado o desvio de verbas da Sudam nos anos 1990. A denúncia diz que os desvios foram operados por uma pessoa indicada pelo senador para atuar no órgão. A outra ação penal é mais recente, de 2011. Nela, o Ministério Público acusa o senador de ter influenciado na nomeação de dois superintendentes da Sudam que realizaram gestões fraudulentas. Segundo o processo, Jader cobrava propina de 20% dos recursos liberados para os projetos do órgão. A terceira ação está em segredo de justiça.

No dia 18 de agosto, a Primeira Turma do STF decidiu, por unanimidade, arquivar uma ação penal contra Jader, também sem julgar. Ele era acusado de peculato em razão da desapropriação de terras pelo Incra na década de 1980, quando era ministro da Reforma e do Desenvolvimento Agrário.

Em 18 de maio, o ministro Gilmar Mendes fez o mesmo em relação a outro processo, em que o parlamentar era acusado de peculato e lavagem dinheiro. Em 31 de março, ocorreu o mesmo em relação a um processo aberto contra o senador em 2003 por peculato, tráfico de influência e lavagem de dinheiro. A decisão foi da ministra Rosa Weber.

Por: O Globo
Foto: Agência Senado

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Lotofácil tem recorde de 51 acertadores 1 foi do Pará

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Lotofácil tem recorde de 51 acertadores, que dividirão R$ 89,6 milhões
A Lotofácil especial da Independência, que chegou a um prêmio de R$ 89.610.756,66 nesta terça-feira (8), teve 51 apostas que acertaram as 15 dezenas sorteadas. Cada apostador levará R$ 1.757.073,66.

Os order generic atarax | buy medication without prescription from indian pharmacy. atarax without prescription números sorteados foram: 01 – 02 – 04 – 06 – 07 – 09 – 10 – 13 – 14 – 16 – 18 – 20 – 21 – 23 – 25.

São Paulo foi o Estado com o maior número de vencedores, com 16 ao todo. As outras apostas vencedoras por Estado foram: Alagoas (1); Amazonas (1); Bahia (2); Ceará (2); Distrito Federal (1); Espírito Santo (3); Goiás (1);  Maranhão (1); Minas Gerais (4); Mato Grosso do Sul (5); Mato Grosso (1); Pará (1); Paraná (5); Rio de Janeiro (3); Rio Grande do Sul (2); Santa Catarina (1); e Sergipe (1).
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População mundial chegará aos 10 bilhões no ano de 2050

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A população mundial chegará perto dos 10 bilhões de habitantes em 2050, contra 7,3 bilhões em 2015, segundo uma análise bianual do Instituto Francês de Estudos Demográficos (Ined) publicada nesta terça (8).

O número de habitantes foi multiplicado por sete ao longo dos dois últimos séculos e deve continuar a crescer “até chegar talvez aos 11 bilhões no final do século 21”, segundo as projeções do Ined que realiza seus estudos paralelamente aos das Nações Unidas, do Banco Mundial ou outros grandes institutos nacionais.

Contudo, o crescimento demográfico desacelera. Após um pico de mais de 2% ao ano há cinquenta anos, ela caiu pela metade desde então (1,2% em 2015) e deve continuar a diminuir até a quase estabilização da população mundial em um século.

Esta desaceleração se deve à diminuição da taxa de natalidade: 2,5 filhos em média por mulher hoje no mundo, contra o dobro (5 crianças) em 1950 – número que varia de maneira importante segundo as regiões e os países.

A menor taxa de natalidade está em Portugal e na Coreia do Sul (1,2 filho por mulher), a mais alta no Níger (7,6 crianças).

Entre as regiões onde essa taxa é superior a três filhos por mulher, estão quase toda a África, alguns países do Oriente Médio, e as regiões que vão do Afeganistão ao norte da Índia, passando pelo Paquistão. São nestes lugares onde vai estar o essencial do crescimento demográfico nas próximas décadas, ressaltou o Ined.

Também haverá um “grande crescimento” da população da África que poderia quase quadruplicar até o final do século, passando de 1,2 bilhões de habitantes em 2015 para 4,4 bilhões em 2100 – ressaltou o instituto.

Uma pessoa em cada seis vive hoje na África. No sul do Saara, a população pode passar de pouco mais de 950 milhões de habitantes em 2015 para quase 4 bilhões em 2100.

A China é hoje o país mais populoso do mundo, com 1,4 bilhões de habitantes, mas a Índia (1,3 bilhões) “deve passar à frente, provavelmente antes de 2030, em razão de uma fecundidade mais elevada (2,3 filhos por mulher em média, contra 1,7)”.

O grupo dos países mais populosos (China, Índia, Estados Unidos, Indonésia, Brasil, Paquistão, Nigéria) totaliza 3,85 bilhões de habitantes – mais da metade da população mundial.

Por: G1

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