Zezé Di Camargo surpreende hóspedes de hotel no Ceará com show na piscina

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Zezé Di Camargo e Graciele Lacerda estão curtindo o final de semana de folga num hotel em Jericoacoara, no Ceará, onde o casal curtiu passeio em uma das praias. Neste sábado (19), o cantor improvisou um show na beira da piscina, surpreendendo os hóspedes do local.

Exibindo um corpão, Graciele usou um biquíni verde e acompanhou o namorado na apresentação. Em um dos vídeos compartilhados por fãs no Instagram, Zezé canta “No dia em que eu saí de casa”, mas depois altera a letra para brincar com a jornalista. “…o filho vira passarinho e quer mulher”, disse o parceiro de Luciano. Recentemente, a dupla cancelou uma apresentação em um camarote no Carnaval e os fãs exigiram o dinheiro de volta.

Na piscina, Zezé ainda cantou a canção “Na Hora H”, que contou com a ajuda dos hóspedes que acompanharam o show. O sertanejo e a namorado seguem muito colados e o artista reativou sua conta no Instagram com uma declaração à Graciele. Ele abandonou a rede social após boatos sobre seu relacionamento.

Cantor leiloa coleção de relógios de luxo

A vida de cantor sertanejo é cercada de glamour, o que deu a Zezé a possibilidade de ter acessórios caros. Uma das paixões dele era sua coleção de relógios de luxo, composta por peças de diversas grifes internacionais, como Cartier, Rolex, além de um Parmigiani Fleurier e um Franck Muller feitos sob encomenda. No entanto, ele abriu mão e leiloou toda a coleção.

“Devo ter uns 56 modelos de marcas top, mas quero mesmo é escolher uns dois ou três, leiloar os outros e doar o que arrecadar para alguma instituição”, contou o cantor, muito ligado à família apesar da separação com Zilu Godoi.

Por Purepeople Laís Fernandes

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Nova Guarita (MT) -Corpos de vereadores no Nortão mortos em acidente devem ser liberados na 4ª

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Jair informou que o corpo de Moacir vai ser trasladado para ser sepultado em Guarita. “O corpo de Ludi será sepultado em Cuiabá onde residem diversos familiares”, disse. Ele era casado, residia em Guarita há mais de 8 anos e estava no primeiro mandato.  Moacir era casado, secretário da câmara e estava exercendo o terceiro mandato.

Ontem, houve celebração na Igreja Católica em Nova Guarita em memória dos dois. Amanhã, vai ser celebrada santa missa. “É uma tragédia que vai ser difícil superar. Há um desânimo geral entre os vereadores e a população de uma forma geral. Foram dois grandes batalhadores pelo desenvolvimento do nosso município”, expôs o presidente do legislativo.

Moacir e Ludi estavam no Siena, branco, da Câmara de Nova Guarita que se envolveu na colisão frontal como uma carreta Scania, graneleira, vermelha. Com o violento impacto, o carro pegou fogo. A polícia levou algumas horas para checar o veículo e constatar que era da câmara. Os corpos foram levados a funerária de Nova Mutum para ser feito trabalho do legista. Mas a identificação oficial tem que ser por exame de DNA e os corpos foram a Politec – perícia técnica- em Cuiabá.

O carreteiro não se feriu, foi conduzido à delegacia municipal em Nova Mutum e prestou depoimento. A Politec encaminhará laudo apontando as causas do acidente.

Os dois vereadores estavam indo a Cuiabá, a trabalho, e teriam audiência com deputado federal.
Fonte: Só Notícias/Editoria

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Investigação conclui que mãe do menino Bernardo se suicidou

Odilaine Uglione foi encontrada morta com marca de um tiro de arma de fogo no consultório do ex-marido.</p> © Fornecido por Notícias ao Minuto

A mãe do menino Bernardo Boldrini, Odilaine Uglione, se suicidou. O resultado foi divulgado hoje (18), após a conclusão da nova investigação da Polícia Civil reaberto em 2015, a pedido do Ministério Público.

De acordo com informações do portal G1, o laudo da perícia grafotécnica realizada pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) também atestou que a letra da carta deixada por ela era mesmo de Odilaine. Segundo a polícia, nenhum elemento indicou homicídio. Embora ela tivesse uma relação conflituosa com o ex-marido e pai do menino, o médico Leandro Boldrini.

Odilaine morreu em fevereiro de 2010, aos 30 anos. Ela foi encontrada sem vida dentro do consultório do marido, na cidade de Três Passos, no Rio Grande do Sul, com marca de um tiro de arma de fogo.

Relembre o caso:

O menino Bernardo Boldrini foi visto vivo pela última vez no dia 4 de abril de 2014 por um policial rodoviário. No início da tarde do mesmo dia, a madrasta da criança, Graciele Ugulini, foi multada por excesso de velocidade. O Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) disse que ela estava acompanhada do menino.

Um vídeo divulgado em maio do ano passado mostra os últimos momentos de Bernardo. Ele aparece deixando a caminhonete da madrasta, Graciele Ugulini, e saindo com ela e com a assistente social Edelvânia Wirganovicz. Horas depois, as duas retornam sem Bernardo para o mesmo local. Segundo as investigações da Polícia Civil, Bernardo foi morto com uma superdosagem do sedativo midazolan.

Além da madrasta Graciele Ugulini, o pai do menino, o médico Leandro Boldrini, e o irmão de Edelvânia, Evandro Wirganovicz, são acusados de participar da morte de Bernardo. Eles estão presos desde abril de 2014 e respondem por crimes como homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
Por Noticias ao minuto
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El Niño provoca seca e deixa 36 milhões enfrentando fome

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Foto: Mulugeta Ayene / AP- Situação é particularmente grave na Etiópia, onde 10 milhões estão em situação de insegurança alimentar

Os efeitos do El Niño sobre o continente africano estão sendo devastadores. De acordo com um documento da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 36 milhões de pessoas estão em condição de insegurança alimentar em países no Sul e Leste da África. As alterações no clima pegaram as autoridades de surpresa. Normalmente, o fenômeno que provoca o aquecimento das águas do Pacífico leva chuvas para a região. Mas, neste ano, causou a pior seca em décadas, com temperaturas recorde.

Em relatório sobre o Sul do continente, o Programa Alimentar Mundial afirma que “a seca relacionada ao El Niño sem precedentes e o estresse climático provocaram o segundo ano de fome e sofrimento para as pessoas pobres e vulneráveis, com sérias consequências que vão perdurar ao menos até a próxima colheita, em 2017”. O El Niño causou, entre outubro de 2015 e janeiro deste ano, a pior seca dos últimos 35 anos, com as maiores temperaturas dos últimos dez anos.

“Previsões de curto prazo indicam alta probabilidade de as chuvas abaixo do normal continuarem na região, sinalizando que esta pode se tornar uma das piores secas da História recente”, diz a agência da ONU. “É evidente que a safra de milho 2015-2016 será insuficiente para cobrir todas as necessidades do cereal para a região sem importação significativa”.

Na região, formada por 13 países, a estimativa é que 15,9 milhões de pessoas já estejam passando fome, sem contar a África do Sul. Zimbábue, Malaui, Lesoto e Madagáscar são os mais afetados, mas outros países, incluindo Suazilândia, Angola e Moçambique mostram sinais preocupantes. A falta de chuva afeta particularmente os pequenos produtores, atingidos pela segunda perda consecutiva na safra. E a queda na produção provoca inflação nos preços, afetando as populações mais pobres tanto no campo como nas cidades.

A República Democrática do Congo é o país com maior número de pessoas em situação de insegurança alimentar, cerca de 4,5 milhões, mas em relação à população, a situação mais crítica é no Zimbábue, com 2,8 milhões de pessoas passando fome, de um total de 9,5 milhões de habitantes. No mês passado, o presidente, Robert Mugabe, declarou Estado de Desastre por causa da seca, que gerou perdas de até 75% da safra em algumas regiões do país.

Foto: Mulugeta Ayene / APFoto: Mulugeta Ayene / AP

— Nós estamos vendo isso como uma crise regional, uma crise humanitária que ultrapassa fronteiras — disse Victor Chinyama, representante da Unicef no Zimbábue, em entrevista ao “Guardian”.

Outro relatório, elaborado pelo Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (UNOCHA), aponta que nos quatro países na Península Somali, ao Leste do continente, a seca relacionada ao El Niño já deixa 20 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar. E há o risco crescente de epidemias de doenças relacionadas à contaminação da água, dada a combinação de falta d’água, saneamento e condições de higiene, altos níveis de desnutrição e deslocamento de populações.

SITUAÇÃO CRÍTICA NA ETIÓPIA

A situação é particularmente grave na Etiópia, onde mais de 10 milhões de pessoas estão precisando de ajuda para se alimentarem, além das 8 milhões que já recebem apoio do governo. Redes de proteção humanitária pedem US$ 228 milhões em fundos para evitar que a fome se alastre ainda mais. A estimativa é que 5,8 milhões de pessoas precisem de ajuda emergencial com água e saneamento. O governo do país está iniciando distribuição em massa por caminhão para áreas onde o consumo per capita diário está em menos de 5 litros. Países vizinhos, Djibuti, Eritreia e Somália, também são afetados, mas em menor escala.

— A Etiópia está sendo atingida por um gole duplo, tanto pelas mudanças nas estações chuvosas relacionadas às mudanças climáticas de longo prazo e, agora, pelo El Niño, que está levando o país para uma das piores secas em décadas — disse Gillian Mellsop, representante da Unicef no país.

Para Beatrice Mwangi, da organização World Vision, existe a necessidade imediata que distribuição de água e alimentos para os necessitados, mas a crise atual alerta para mostrar como comunidades estão vulneráveis às mudanças climáticas e precisam de planejamento de longo prazo para se adaptarem.

— Está se tornando de conhecimento geral que vamos experimentar cada vez mais secas — disse Beatrice. — No passado, acontecia uma grande seca a cada dez anos, depois tínhamos uma seca de cinco em cinco anos, agora as tendências mostram que elas vão acontecer a cada três a cinco anos. Então, nós estamos em uma crise, é verdade, mas isso será a nova norma. Dessa forma, nossas respostas precisam considerar que existe a mudança climática.
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Sergio Moro: Herói anticorrupção ou incendiário?

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(Foto: Valter Campanato/Ag. Brasil) Image copyright Ag. Brasil
Image caption Homenagens ao juiz Sergio Moro têm sido comuns nos protestos antigoverno

Há dois anos a maior parte dos brasileiros nem sabia quem era Sergio Moro.

Hoje, as milhares de pessoas que têm saído às ruas para protestar contra a corrupção e o governo se unem na grande admiração pelo juiz de Maringá (PR), responsável pelas decisões da Operação Lava Jato na primeira instância. “Somos todos Moro”, dizem cartazes nas manifestações por todo o país.

Para uma grande parte da população, Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná, é um herói nacional.

Já simpatizantes do governo o acusam de “agir politicamente” e de inflar os ânimos da população de forma “irresponsável”, favorecendo um “golpe” ao revelar o polêmico áudio de uma ligação entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff, exatamente no dia marcado para a posse do ex-presidente como ministro-chefe da Casa Civil.

Segundo investigadores da Lava Jato, a ligação sugere que Lula foi nomeado ministro nesta quinta-feira para ter foro privilegiado e fugir do alcance de Moro. Dilma nega e acusa o juiz de “afrontar direitos e garantias da Presidência”.

“Todas as medidas judiciais e administrativas cabíveis serão adotadas para a reparação da flagrante violação da lei e da Constituição cometida pelo juiz autor do vazamento”, diz nota emitida pelo Palácio do Planalto.

Para Moro, “havia justa causa e autorização legal para a interceptação” e o caso seria comparável ao do presidente americano Richard Nixon, que renunciou em 1974 acusado de obstrução da Justiça.
Image copyright Ag. Brasil
Image caption Magistrado atuou com a ministra Rosa Weber durante o julgamento do mensalão

Muito antes da disputa aberta com Dilma, Moro foi arrastado ao centro da crise política brasileira por fazer na Lava Jato algo sem precedentes: investigar, prender e condenar um grande número de empresários e políticos poderosos.

Até o ano passado, por exemplo, se alguém dissesse que o presidente da maior empreiteira do Brasil, Marcelo Odebrecht, iria para a cadeia por corrupção, poucos acreditariam (há algumas semanas, ele foi condenado por Moro a mais de 19 anos de prisão).

“Moro é parte de uma geração de juízes e promotores que se formou depois da ditadura e que tem uma visão democrática e republicana bastante consolidada”, opina José Álvaro Moisés, diretor do Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas da USP.

“Ele desafiou essa lógica até então consolidada no Brasil de que quem tem recursos ou poder consegue escapar do alcance da lei.”

Há quem tenha uma visão mais crítica – mesmo entre opositores do governo.

Alguns juristas, por exemplo, condenam algumas práticas do juiz na Lava Jato – como os que veem uso abusivo do mecanismo de prisões preventivas.

Mesmo a seção do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil soltou nota de repúdio às escutas de Lula, na qual diz que o procedimento é “típico de estados policiais”.

“É fundamental que o Poder Judiciário, sobretudo no atual cenário de forte acirramento de ânimos, aja estritamente de acordo com a Constituição e não se deixe contaminar por paixões ideológicas”, afirma o comunicado.
Image caption Nos protestos antigoverno em São Paulo, cartazes e gritos de guerra homenageiam o juiz

Para Renato Perissinotto, cientista político da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Moro parece ter um senso de “missão” muito forte mas, no atual contexto, é natural que desenvolva certa “vaidade”, que queira fazer “história” – e isso influencie seu trabalho.

“Apesar de aparentemente ele não ser partidário, sua atuação acaba tendo um caráter político”, diz.

“Ao que tudo indica, essa operação (Lava Jato) vai pegar todo mundo. Vai colocar em xeque o próprio sistema político, que sempre funcionou com base em caixa 2. Mas o problema é que não sabemos o que vai surgir com o colapso do sistema. Pode não ser algo melhor. Podemos ter a ascensão de um líder radical. Enfim, tudo é possível. ”

Tido como sério e reservado – mas com um senso de humor refinado – Moro é filho de um professor de geografia e cresceu em uma família de classe média de Maringá.

Ele se formou em Direito em 1995 na Universidade Estadual de Maringá. E em uma palestra para estudantes, recentemente, confessou que até mais da metade do curso se questionava se havia feito a escolha certa.

Mas se havia dúvidas, elas parecem ter durado pouco. Em 1996, com apenas 24 anos, Moro passou em um concurso para se tornar juiz federal. Fez mestrado e doutorado, estudou na escola de direito de Harvard e participou de programas de estudos sobre o combate à lavagem de dinheiro do Departamento de Estado dos EUA.

“Ele é extremamente estudioso e as experiências internacionais parecem ter ajudado muito em sua formação. Cada vez que viaja volta com um monte de livros”, diz Carlos Zucolotto, amigo de Moro e de sua mulher, Rosângela, que chegou a trabalhar em seu escritório de direito trabalhista no Paraná.
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Image caption Governo diz que acionará juiz por tornar públicas conversas entre Lula e Dilma

Em 2003, com apenas 31 anos, Moro pegou seu primeiro grande caso: o Banestado, que investigou a remessa ilegal de US$ 30 bilhões ao exterior entre 1996 e 2002.

Em 2004, participou da Operação Farol da Colina, na qual dezenas de doleiros foram presos. E, em função dessas duas experiências, em 2012 foi convocado pela ministra Rosa Weber para auxiliá-la na investigação do mensalão.

“Ele dava aula na UFPR, que tem muitos acadêmicos de esquerda, e lembro que sua atuação no mensalão causou um certo mal-estar”, diz um jurista do Paraná.

Hoje, sites e blogs de esquerda acusam o magistrado de ter ligações com a oposição. Um deles chegou a publicar que sua mulher seria advogada de um político do PSDB – o que ela nega. Outro diz que o pai do juiz teria sido filiado.

“Conheço a família há muitos anos e posso garantir que essas acusações são absurdas e já foram desmentidas”, diz Zucolotto. “Nenhum deles tem ligações com partido algum.”

Um bom ponto de partida para se tentar entender a cabeça de Moro é o artigo que ele publicou em 2004 na Revista Jurídica do Centro de Estudos Judiciários (CEJ) sobre a megaoperação italiana conhecida como Mãos Limpas (Mani Pulite), que precipitou o colapso dos partidos tradicionais desse país e serviu de inspiração para a Lava Jato.
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Image caption Moro tem usado largamente instrumentos como delação premiada e prisão preventivas

Lá, ele defende práticas e princípios que, mais tarde, gerariam alguma polêmica também no Brasil, como o uso das delações premiadas e das prisões preventivas para se avançar nas investigações, os vazamentos à imprensa e a importância de uma opinião pública engajada para o sucesso da operação.

“Sobre a delação premiada, não se está traindo a pátria ou alguma espécie de ‘resistência francesa'”, escreveu o juiz em 2004.

“Um criminoso que confessa um crime e revela a participação de outros, embora movido por interesses próprios, colabora com a Justiça e com a aplicação das leis de um país.”

Para um jurista crítico, que frequentou a UFPR quando Moro era professor, “ele sabe que para conseguir as informações necessárias para avançar rapidamente nas investigações precisa agir ali no fio da navalha, no limite da legalidade, sempre justificando suas escolhas”.

Sobre os vazamentos à imprensa, por exemplo, o juiz defendeu o seguinte no artigo da CEJ:

“A publicidade conferida às investigações teve o efeito salutar de alertar os investigados em potencial sobre o aumento da massa de informações nas mãos dos magistrados, favorecendo novas confissões e colaborações. Mais importante: garantiu o apoio da opinião pública às ações judiciais, impedindo que as figuras públicas investigadas obstruíssem o trabalho dos magistrados, o que, como visto, de fato foi tentado.”

No texto, Moro estava se referindo à Operação Mãos Limpas. Mas não é difícil ver como as suas justificativas para os vazamentos das ligações de Lula cabem hoje nesse mesmo raciocínio.

*Colaborou Camilla Costa, da BBC Brasil em Londres
Por Ruth Costas Da BBC Brasil em São Paulo
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Órgãos investigam morte súbita de 110 animais em fazendas no AM

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A Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf) e a Fundação de Vigilância Sanitária (FVS) investigam a morte de mais de 100 animais em Eirunepé, a 1.160 km de Manaus. Segundo a agência, as mortes começaram a ocorrer no mês de janeiro em duas fazenda da região e a última foi registrada no início deste mês. Animais sobreviventes foram vacinados contra raiva e seguem em observação pelos produtores e veterinários.

De acordo com Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) de Eirunepé, morreram 80 bovinos, 18 ovelhas e 12 cavalos. Os animais eram de fazendas que comercializam o gado para cidades do Acre e Amazonas. Desde a ocorrência da mortes os produtores estão impedidos de abater animais.

Frank França, veterinário da Adaf, contou ao G1 que os animais apresentavam sintomas relacionados a raiva, como tontura, fraqueza nos membros, dificuldade de manter-se de pé, além de salivação excessiva. Pouco tempo após apresentarem os sintomas, os animais morriam. Como a suspeita das mortes é raiva e a doença pode ser transmitida para humanos, todos que tiveram contato com os animais estão sendo vacinados.

“As pessoas que tiveram contato estão sendo vacinadas e tratadas. A propriedade ficou impedida de abater animais e só vai ser liberada após todos os animais tomarem as duas doses da vacina. Um das fazendas  já tomou as duas doses e a outra aplicou a primeira no dia 26 de fevereiro, e no dia 26 de março vai aplicar a outra”, afirma França.

Segundo o veterinário, não há risco de animais abatidos antes do surto terem sido contaminados por raiva ou outra doença. “Quando eles entram no matadouro são fiscalizados antes e depois da morte, então não há risco de qualquer contaminação”, garante.

Análise
De acordo com a gerente de Zoonoses da FVS, a médica veterinária Ana Cristina Campos, material  de seis animais, sendo cinco bovinos e um equino, foram colhidos para análise. “Havia dado positivo pra raiva no município no ano passado, mas a investigação está na fase preliminar e, portanto, há suspeita de várias outras enfermidades”, disse.

Ana coordenou a equipe que foi a Eirunepé para investigar o caso. Na sexta-feira (11), ela informou ao G1 que o resultado para raiva pode sair em até 10 dias. A análise está sendo feita no Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) da Fundação de Vigilância Sanitária.

Ainda segundo a gerente de zoonoses, casos similares aconteceram nos municípios de Autazes, Tabatinga e Carauari, porém, com menos mortes. ​”A contaminação pode ocorrer durante o manuseio do animal doente, porém em nenhum dos casos narrados, as pessoas que cuidaram dos animais foram examinadas e não foram contaminados”, relata.

Cuidados
De acordo com o veterinário da Adaf, outras propriedades com animais estão em observação. Além disso, sítios e fazendas no raio de 2km das fazendas que tiveram o surto de mortes estão vacinando bois, cavalos, ovelhas, cães, gatos e qualquer outro tipo de animal criado nos lugares.

O levantamento feito pela agência com os criadores do animais mortos, apontou que em uma delas há 500 animais entre bois e cavalos e na outra há cerca de 700. A Adaf não faz levantamento de animais domésticos, no entanto, França afirma que os donos não estão apresentando qualquer tipo de resistência em vacinar os bichos.

Por G1 AM
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Codefat divulga calendário para pagamento do seguro-defeso

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) divulgou hoje (11) o calendário para pagamento do seguro desemprego dos pescadores artesanais, o seguro-defeso. Pelo cronograma, o valor será pago de acordo com o número final do Programa de Integração Social (PIS) de cada trabalhador.

O benefício é concedido mensalmente a pescadores durante o período em que a pesca fica proibida com o objetivo de garantir a reprodução dos peixes. O valor das parcelas será correspondente a um salário mínimo mensal durante o período do defeso.

As parcelas serão pagas em lotes semanais. Primeiro dia, trabalhador com PIS finais 1 e 2; segundo dia, PIS finais 3 e 4; terceiro dia, PIS finais 5 e 6; quarto dia, PIS finais7 e 8; e quinto dia, PIS finais 9 e 0. A resolução com o calendário foi publicada no Diário Oficial da União.

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O seguro-defeso é custeado com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O pagamento é feito pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social, por intermédio da Caixa Econômica Federal, em conta simplificada ou conta poupança, em favor de beneficiário correntista da Caixa, sem qualquer ônus para o pescador.

O beneficiário que não desejar receber por meio de crédito em conta poderá solicitar à Caixa o pagamento em espécie, mediante Cartão do Cidadão ou direto nas agências. O pedido deverá ser feito até no máximo dez dias após o recebimento da parcela.

Apesar da divulgação do calendário, dos 40 períodos defeso do país, dez estão suspensos em vários estados, e por consequência o pagamento do seguro. A suspensão foi determinada na portaria interministerial nº192/2015, e mantida pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo o governo, a suspensão é necessária para uma revisão das normas que instituíram os períodos de defesos.

Por
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Edição: Maria Claudia

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Diarista degola filho recém-nascido e joga corpo no telhado

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(Foto: Bondenews)-Maria Geni Lourenço de Oliveira, de 41 anos, matou a filha de apenas três dias alegando ter problemas financeiro na noite deste último domingo (6). O crime aconteceu em Jardim Panorama, em Ponta Grossa, no Paraná na casa da diarista.

Para cortar o pescoço da criança, a mãe usou um facão e, em seguida, escondeu o corpo dentro de um saco plástico em cima das telhas no quintal da casa.

Para que os vizinhos não suspeitassem do crime, Maria Geni disse que havia dado a criança para adoção. Em entrevista ao jornal Extra, o delegado Josimar Antônio da Silva, da 13ª Subdivisão Policial (SDP), informou que o crime aconteceu horas depois dela ter deixado a maternidade com a menina. Maria Geni foi presa no dia seguinte por policiais militares, após uma denúncia anônima.

“Ela deixou a maternidade por volta de meio-dia e quando foi meia-noite e meia ela cometeu o crime. Ela praticamente me disse que agiu por questões financeiras, porque é muito pobre. Mas não deu muitos detalhes. Ela ficou tentando achar uma justificativa para o injustificável”, contou o delegado que ouviu a diarista.

Ainda de acordo com Josimar, Maria Geni chegou à delegacia lamentando o crime. “Ela disse para quem apareceu para visitar o bebê que o havia dado”, completou o delegado. A suspeita tem um filho de 20 anos, que não estava na casa na hora do crime.

O facão foi apreendido na casa da diarista e levado para a perícia. Ela irá responder pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver. A polícia vai apurar se a mulher sofre de algum transtorno psicológico.

Fonte: BondeNews

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Febre do Ouro-Após ação policial, mineradoras pesquisam área de garimpo ilegal

Serra da Borda
Serra da Borda

Serra da Borda, em Pontes e Lacerda (MT), foi explorada ilegalmente. Mineradora já havia feito pedido para pesquisa mineral na área em 1991. buy cialis online doxycycline monohydrate effets indesirables doxycycline hyclate penicillin allergy buy doxycycline online high blood erectalis dk flow easily through hardened, … to
Após duas intervenções policiais desde 2015 para retirada de garimpeiros ilegais, a área da Serra da Borda, na região de Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá, deverá ter seu potencial pesquisado por pelo menos duas mineradoras, a Mineração Santa Elina Indústria e Comércio S/A e a Mineração Tarauaca Indústria e Comércio S/A. Ambas apresentaram requerimentos de pesquisa mineral na área nos anos de 1991 e 2000, mas só este mês receberam alvarás do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) para iniciar o trabalho. Os dados são públicos e constam do site oficial do departamento federal.

Ao todo, os alvarás abrangem 7.385 hectares, localizados entre as áreas dos municípios de Pontes e Lacerda e Vila Bela da Santíssima Trindade (a 562 km da capital). Ambos os alvarás, concedidos no dia 2 de março, são para pesquisa de ouro e têm validade de três anos prorrogáveis por outros três.

Pesquisa mineral
No caso da empresa Mineração Santa Elina Indústria e Comércio S/A, o requerimento foi feito em julho de 1991 para uma área de 6.814/38 hectares em Pontes e Lacerda. O pedido ficou parado até 1999, quando voltou a tramitar no DNPM, avançando até 2003, quando novamente a tramitação ficou paralisada.

O processo do requerimento só voltou a ter movimentação no DNPM em outubro de 2015 – época em que a área da Serra da Borda já estava sendo invadida por garimpeiros ilegais.

Já a empresa Mineração Tarauaca Indústria e Comércio S/A apresentou o requerimento em outubro de 2000 para uma área de 570,81 hectares dentro da jurisdição de Vila Bela da Santíssima Trindade, município vizinho a Pontes e Lacerda.

O pedido tramitou vagarosamente no DNPM até 2005, quando foi paralisado. Assim como no caso do primeiro requerimento, este só voltou a ter movimentação no órgão federal em 2015 – no mês de novembro – ainda durante a exploração ilegal de garimpo na Serra da Borda.

Nos dois casos, a tramitação teve seu andamento prejudicado pelo fato de as áreas se localizarem dentro da faixa de fronteira do Brasil com a Bolívia.

Nesses casos, as autorizações para pesquisa e exploração mineral devem ser apreciadas pelo Conselho de Defesa Nacional, órgão consultivo da Presidência da República, segundo explicou à reportagem o gerente administrativo da Mineração Santa Elina, Sandro Alberto de Souza.

Segundo o gerente, de fato a movimentação ilegal de garimpeiros na Serra da Borda no ano passado – que exploraram a região sem qualquer autorização para isso, forçando a Justiça Federal a decretar ação policial de evacuação da área – foi preponderante para que o DNPM retomasse, após anos, os processos de requerimento de pesquisa mineral.

No caso da Mineração Santa Elina, os trabalhos de pesquisa ainda não tiveram início, segundo o gerente. Ele explicou que a primeira etapa de pesquisa deverá consistir no mapeamento geológico da área e na coleta de amostras de rochas e solo para análise laboratorial que deverá apontar o potencial aurífero do perímetro abrangido pelo alvará.

Conforme esclareceu o DNPM, os alvarás de pesquisa concedidos às mineradoras pelo DNPM as obrigam a apresentar um relatório final de pesquisa sobre a ocorrência de jazidas. Caso se confirme o potencial mineral da área em questão, as empresas já ficam autorizadas a explorá-lo.

Somente na área do município de Pontes e Lacerda o DNPM reúne 148 procesos de requerimentos para autorização de pesquisa de jazidas de ouro. Dez deles foram protocolados este ano.

Por: G1
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Primeiro show de Joelma em carreira solo é cancelado por determinação da Justiça

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O tão esperado primeiro show da carreira de Joelma foi adiado mais uma vez. A Justiça de Minas Gerais vetou a apresentação da loira na cidade de Brumadinho, que estava prevista para o próximo sábado (11).

Os organizadores do evento, responsáveis pela contratação da cantora, informaram o cancelamento pelo Facebook.

“O Sr.Tenente Vilela informou que a companhia de Polícia Militar da cidade não teria como dar suporte ao evento – por se tratar de um evento de grande porte – e a companhia teme pela seguranças de todos. Por esse motivo, o evento que seria realizado nesse próximo final de semana está cancelado judicialmente”, dizia a nota.

Vale lembrar que, em dezembro, a ex- de Ximbinha adiou o show que marcaria a nova fase de sua carreira. A performance seria realizada no Pará.

Na época, a famosa alegou que estava sem tempo para finalizar todos os detalhes do projeto.

“Na verdade, o show não foi cancelado, ele foi adiado. Ela está enrolada finalizando o novo CD, preparando o novo show, acertando o repertório e não conseguiria deixar tudo pronto até sexta”, explicou a assessoria de Joelma na ocasião.

Por Famosidades
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