Homem acusado por vizinha de matar cachorro com chute defende-se: “Não encostei nele”

Cinco dias após a polêmica do cachorrinho Theo, um yorkshire de 11 anos que morreu na noite de quinta-feira, dia 28, o Diário Gaúcho ouve o homem suspeito de matar o cachorro. Jorge Gilberto Lima dos Santos, 52 anos, é empresário e dono do estabelecimento Casulo Guarda Móveis que fica na Rua São Luís, no Bairro Santana, em Porto Alegre, local onde ocorreu a fatalidade.
Segundo Isabel Cristina Maciel Luz, 48 anos, Theo foi chutado após fazer xixi na calçada em frente ao escritório de Jorge. O cão chegou a ser levado às pressas ao veterinário, mas não resistiu aos ferimentos. Ele foi diagnosticado com hemorragia interna e traumatismo craniano, além de ossos quebrados e lesões no fígado e no baço.

O empresário também é suspeito de agredir, junto com os dois filhos e cerca de 12 funcionários, o vereador Rodrigo Maroni (PR), conhecido por apoiar os direitos dos animais. Rodrigo chegou a prestar queixa da agressão na 3ª Delegacia de Polícia, na manhã de segunda-feira.

Na mesma tarde, Jorge Gilberto conversou com o Diário por telefone e passou a sua versão do caso. O empresário chegou a marcar com a reportagem para conversar pessoalmente, na manhã desta terça-feira, porém, não compareceu no horário e local combinados. Jorge também não atendeu mais as ligações.

Confira a entrevista feita por telefone:

O que aconteceu na quinta-feira passada, quando o cachorro yorkshire fez xixi na calçada em frente ao teu estabelecimento?
Naquele dia, perto das 20h, eu estava no escritório e a minha vizinha passou em frente com o cão dela. Pelas câmeras, eu vi que ele fez xixi na porta do meu escritório. Saí para fora e chamei a atenção dela.

Então ele não fez xixi na calçada?
Não. Foi bem na porta do meu escritório.

E depois de chamar a atenção dela, o senhor chutou o cachorro?
Não. Nunca encostei nele. Ela estava com o cachorro na coleira, como poderia ter chutado ele?

Mas a dona do cão afirma que o senhor chutou o cachorro bem alto. A veterinária diagnosticou hemorragia interna e traumatismo craniano, além de ossos quebrados lesões no fígado e no baço. Como aconteceu isso, então?
Não sei como aconteceu. Mas eu não encostei nele. Ele já era um cachorro velho, tinha 11 anos. Dava para perceber que ele já andava com certa dificuldade. E foi isso que aconteceu.

Então o senhor não chutou o cachorro?
Se eu fiz ou se eu não fiz é uma questão que eu tenho que acertar na Justiça. Existe lei para isso. Ninguém tem nada a ver com a história. Se eu for condenado ou absolvido, é um problema meu com a Justiça.

Sobre a manifestação de domingo, o que o senhor achou?
Colaram cartazes no meu escritório e ficaram lá na frente protestando. Até aí tudo bem. Por mim sem problemas fazerem isso, desde que não me afete diretamente.

O vereador Rodrigo Maroni (PR) disse que foi até o local da manifestação, nesta segunda-feira, para conversar com vizinhos sobre o episódio. Segundo ele, quando chegou lá, foi agredido pelo senhor, seus dois filhos e alguns funcionários do seu estabelecimento. O que aconteceu?
Esse vereador foi no apartamento do meu filho no dia da manifestação para tentar falar comigo. Nós chamamos a Brigada Militar para impedir que ele entrasse no prédio. Estava incomodando o meu filho.

Mas vocês agrediram o vereador na segunda, quando ele voltou ao local?
Ele foi no meu depósito, onde eu estava com meus filhos e funcionários. O meu filho foi tirar satisfações com o vereador, perguntando porque ele foi até o seu apartamento.

O vereador estava sozinho quando vocês conversaram?
Não. Ele chegou no local com mais três pessoas, uma mulher e dois homens. Disse que um era chefe de gabinete, ela era assessora e o outro homem seria da polícia.

Mas as agressões por parte de vocês aconteceram ou não?
Em momento algum ele foi agredido. No meu depósito tem câmeras que podem comprovar que ele não sofreu agressão.

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SUFRAMA habilita associações para descarte de materiais recicláveis

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) finalizou, nesta terça-feira (3), o processo de habilitação e seleção de associações e cooperativas de catadores de materiais recicláveis para a coleta de documentos e processos a serem eliminados pela autarquia. A Associação de Catadores de Materiais Recicláveis (Nova Recicla) e a Associação de Reciclagem e Preservação Ambiental (Arpa) atuarão no descarte dos documentos da SUFRAMA pelo período de um ano, sendo os primeiros seis meses concedidos à Nova Recicla e o período restante à Arpa, através de um Termo de Compromisso.
A habilitação atende ao Decreto nº 5.940/2006, que institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis.
O Edital de Habilitação foi publicado pela SUFRAMA no mês de abril e as associações e cooperativas tiveram até o dia 15 do referido mês para entregar os documentos necessários para o processo, que ocorreu através de dispensa de licitação. “Tivemos duas associações interessadas em participar da habilitação e que se mostraram em conformidade com os critérios solicitados”, afirmou a presidente da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos (Copad), Ademildes Santos. Segundo ela, o principal critério para a habilitação é a capacidade de descaracterizar os documentos para o descarte, seja por equipamento próprio ou em parceria com empresas.

A presidente da Copad informou, ainda, que a SUFRAMA já possui autorização do Arquivo Nacional para o descarte de aproximadamente 100 toneladas de papel, referentes aos conjuntos documentais de controle do ingresso e internamento de mercadorias nacionais (PIN) do período de 1983 a 2006. “No entanto, temos mais materiais que entrarão em fase de solicitação de autorização do Arquivo Nacional. Concluindo esse processo, já daremos início ao trâmite para o descarte dos outros materiais”, afirmou Ademildes.

Por Suframa
Texto: Layana Rios

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Cáceres (MT) -Agente da PF recebe denúncias após vazamento de vídeos de sexo

Um agente da Polícia Federal foi denunciado por mulheres que aparecem em cenas de sexo em vídeos vazados na cidade de Cáceres, a 220 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, as imagens que têm circulado nas redes sociais mostram relações sexuais entre o homem e mulheres, inclusive adolescentes. Três delas fizeram boletim de ocorrência acusando o policial de divulgar as filmagens.

De acordo com o G1, a Polícia Federal informou por nota que soube do caso pela imprensa e que irá tomar medidas administrativas em relação ao agente. O órgão vai apurar se houve transgressão disciplinar por parte do policial. A assessoria de imprensa disse, também, que a Corregedoria da Polícia Federal vai investigar a conduta do servidor. A PF não informou se o policial continua na cidade ou se foi transferido.

O agente teria perdido o celular há duas semanas. O aparelho teria sido encontrado por uma adolescente, que vendeu o telefone para outra menor. A compradora teria divulgado os vídeos, que se espalharam pela cidade.

Em entrevista ao portal de notícias, o polical disse que era vítima na ocorrência, assim como as mulheres envolvidas. Ele disse que estava de férias resolvendo problemas familiares quando perdeu o aparelho.

Por Notícias ao Minuto –

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Pelo de rato: Anvisa proíbe venda de lote de canela em pó .

Foto Divulgação-Distribuição e venda do lote da canela em pó está proibido a partir desta segunda-feira  (02).

Rio — A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, distribuição e venda de um lote da canela moída pura da marca Pachá, fabricado pela empresa Arcos, instalada em Contagem (MG). A decisão foi tomada depois de um laudo apontar a presença, acima da tolerância permitida, de pelo de roedor “matéria estranha indicativa de risco à saúde humana”, de acordo com a agência. O limite de tolerância da agência reguladora é que cada 50 gramas de canela tenham, no máximo, um fragmento de pelo de roedor.

O produto é vendido em embalagens com 30g e oO lote atingido é o 7/2015, com validade até maio de 2016. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira e levou em conta um laudo emitido pelo Instituto Octávio Magalhães da Fundação Ezequiel Dias (IOM/FUNED) , que apresentou resultado insatisfatório.

Este é o segundo lote do produto onde foram encontrados pelos de roedor. O lote foi interditado no ano passado. A resolução já está em vigor.

Por meio de nota, a Arcos Com. Imp. Ltda. informou que já tomou as providências cabíveis para o recolhimento de todas as unidades do lote do produto em questão.

“Nesta oportunidade, [a empresa] reafirma seu compromisso com a qualidade dos produtos por ela embalados e comercializados e se coloca à disposição para dirimir quaisquer dúvidas através do e-mail sac@pachaalimentos.com”, completa a nota.


Por: O Globo

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Justiça nega recurso e whatsapp segue bloqueado

Pouco depois da meia-noite desta terça-feira, o desembargador Cezário Siqueira Neto negou a liminar pedida pelo WhatsApp Inc para cancelar o bloqueio do aplicativo.

A empresa havia recorrido da decisão judicial da comarca de Lagarto, no Sergipe, que bloqueou o serviço no Brasil. Assim, clientes de TIM, Oi, Vivo, Claro e Nextel devem ficar sem WhatsApp pelo período de 72 horas, previsto para encerrar às 14h de quinta-feira.

A medida levantou questionamentos sobre o Marco Civil da Internet e também fez com que usuários precisassem buscar alternativas para driblar a interrupção no serviço.

(DOL)

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Jader na mira da Lava Jato.

Com base na delação do senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal pedidos para a abertura de inquérito contra os senadores do PMDB Jader Barbalho (PA), Valdir Raupp (RO), Romero Jucá (RR) e Renan Calheiros (AL), presidente do Senado. Eles teriam participado de um esquema de recebimento de propina através das obras da usina hidrelétrica de Belo Monte. Fraudes nas obras da hidrelétrica também foram denunciadas por ex-dirigentes da Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez.

Delcídio, ex-líder do governo no Senado que foi preso em novembro do ano passado acusado de tentar obstruir as investigações da operação Lava Jato, delatou que os desvios de recursos do projeto da usina vieram do pacote de obras civis que consumiram cerca de R$ 19 bilhões e da compra de equipamentos, que chegou a R$ 4,5 bilhões. Segundo o ex-petista, o “time” de senadores do PMDB, que comandam, praticamente sozinhos, o setor elétrico brasileiro, pressionava o governo para nomear mais aliados no setor elétrico. O objetivo, de acordo com ele, era arrecadar propina, a “exemplo do que ocorria na Petrobras” para abastecer campanhas eleitorais do PT e do PMDB de 2010 e 2014.

Da Sucursal Orm News /THIAGO VILARINS

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Usuários inundam página pessoal de juiz que bloqueou aplicativo- ‘Migo, seu loko, devolve o Whats

Foto © Fornecido por BBC Perfil no Facebook do juiz Marcel Montalvão.
Foto © Fornecido por BBC Perfil no Facebook do juiz Marcel Montalvão.

Perfil no Facebook do juiz Marcel Montalvão, que determinou o bloqueio do WhatsApp. Os internautas brasileiros foram pegos de surpresa nesta segunda-feira pelo anúncio de bloqueio do aplicativo WhatsApp durante 72 horas. Alguns usuários prejudicados pelo veto foram cobrar a volta imediata do aplicativo diretamente com o responsável: o juiz Marcel Montalvão, de Lagarto (SE).A página pessoal de Montalvão recebeu uma enxurrada de mensagens pedindo a volta do aplicativo de mensagens instantâneas. “Migo seu loko, devolve o Whats” e “Liga o whatsapp aí rapidão” são alguns exemplos.Montalvão é seguido por 279 pessoas na rede social – muitas delas conquistadas após o bloqueio. O juiz, porém, não respondeu a nenhum dos pedidos pela liberação do aplicativo.

A página pessoal do juiz é privada e é necessário ser seu amigo para publicar na sua linha do tempo.Entre as páginas curtidas pelo magistrado está a do humorista Claudinho Castro Ahnao, que também deixou um apelo pelo desbloqueio do aplicativo. “Liga o Zap zap de novo migo”, comentou o humorista na página do juiz. © Fornecido por BBC MotivoO motivo do bloqueio é o mesmo que levou à prisão do vice-presidente do Facebook para a América Latina, Diego Dzodan, em março. E Montalvão é justamente quem havia determinado a detenção do executivo, solto 24 horas depois.A decisão desta segunda-feira exigiu que as operadoras suspendessem o serviço imediatamente após a intimação. © Fornecido por BBC WhatsApp pode ficar sem funcionar por 72 horas no país .

O Tribunal de Justiça local informou que o magistrado atendeu a uma medida cautelar da Polícia Federal por conta do não cumprimento da determinação judicial de quebra de sigilo de mensagens do aplicativo para uma investigação sobre tráfico de drogas em Lagarto. Isso ocorreu, segundo a decisão, “mesmo após o pedido de prisão do representante do Facebook do Brasil”. As investigações começaram em 2013. O processo tramita em segredo de Justiça.A Justiça brasileira e empresas estrangeiras de tecnologia travaram ao menosoito quedas de braço . Desde 2007, quando o YouTube ficou fora do ar após se recusar a retirar um vídeo da modelo Daniela Cicarelli em momento íntimo com o então namorado em uma praia da Espanha, políticos e a polícia fizeram diversos pedidos para bloquear empresas de tecnologia no Brasil.

Por BBC Brasil

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Escola do Exército abre 440 vagas para cadetes

A Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) recebe até o dia 28 de junho de 2016, inscrições para o concurso de Admissão de 440 candidatos, sendo 400 vagas masculinas e 40 femininas.
Podem participar cidadãos brasileiros com ensino médio concluído, antes do encerramento do certame com, no mínimo, 1,60m de altura, se homem ou, no mínimo, 1,55m se mulher.

Candidatos masculinos com até 16 anos podem ter altura mínima de 1,57m, se exame especializado revelar a possibilidade de crescimento.

Os pedidos de participação são recebidos pelo site mediante o preenchimento do formulário disponível na página eletrônica e pagamento da taxa de R$ 90, por GRU.

O curso, de nível superior será realizado em cinco anos em regime de internato, sendo que um será cumprido nas instalações da EsPCEx, emCampinas – SP, onde o militar em formação recebe o título de aluno, e os últimos quatro anos na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende – RJ, onde a titulação será de cadete.

A seleção é composta por etapas de Exame Intelectual (EI), verificação dos Requisitos Biográficos, inspeção de Saúde (IS) e exame de Aptidão Física (EAF).

Outros detalhes podem ser conferidos no documento de abertura.

(Com informações de PCI Concursos)
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Partidos tem até 2 de maio de 2016 para prestar contas do exercício de 2015

Eduardo Vinicius Tolentino
Eduardo Vinicius Tolentino

No próximo dia 2 de maio  termina o prazo de 35 partidos políticos para  apresentar prestações de contas de 2015 com registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)e  entregarem suas prestações de contas partidárias relativas ao exercício financeiro de 2015. No âmbito nacional, as legendas dos diretórios devem apresentar no TSE as respectivas prestações de contas. Já os diretórios estaduais devem entregá-las aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), e os diretórios municipais, nas zonas eleitorais.
Pela Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/1995), os partidos registrados na Justiça Eleitoral devem apresentar a prestação anual de contas partidárias até 30 de abril do ano seguinte ao do exercício. No entanto, o TSE prorrogou para o dia 2 de maio a data-limite para a entrega da prestação de contas de 2015 já que 30 de abril cai em um sábado.
A entrega da prestação de contas anual pelos partidos políticos é determinada pela Constituição Federal (artigo 17, inciso III) e pela Lei dos Partidos Políticos (artigo 32). Segundo a legislação, cabe à Justiça Eleitoral fiscalizar as contas dos partidos, para verificar a origem e a aplicação dos recursos declarados pelas legendas em sua prestação de contas.
Além da prestação de contas anual dos partidos políticos, vale destacar que as legendas também devem apresentar à Justiça Eleitoral, no ano de realização de eleições, a prestação de contas de campanha, identificando a origem e destino dos recursos aplicados nas eleições.
Exame
Após a entrega das contas anuais do partido, a Justiça Eleitoral determinará, imediatamente, a publicação do balanço patrimonial e da demonstração do resultado do exercício na imprensa oficial. E, onde ela não existir, a afixação dos balanços no cartório eleitoral, para que algum outro partido ou cidadão, caso queira, possa questionar as contas ou impugná-las.
Depois da publicação, os processos ficam disponíveis em secretaria durante 15 dias, prazo em que qualquer interessado poderá ter acesso ao conteúdo das contas. Em seguida, em até cinco dias, o Ministério Público Eleitoral ou qualquer partido político poderá impugnar as contas, relatar fatos, indicar provas e pedir abertura de investigação para apuração de qualquer ato que viole as prescrições legais ou estatutárias a que, em matéria financeira, os partidos e seus filiados estejam sujeitos (Resolução TSE nº 23.464, artigo 31).
Após a fase de impugnação das contas, o processo é encaminhado a um relator, que determina o início do exame. Os técnicos do TSE verificam preliminarmente se os autos da prestação de contas contêm todas as peças exigidas pela legislação. Caso seja constatada a falta de qualquer peça, a unidade de exame sugere ao relator uma diligência para complementar a documentação.
Se o partido não entregar a prestação de contas dentro do prazo, a Presidência do Tribunal é informada que a sigla está inadimplente quanto a essa obrigação. O partido, então, é intimado a apresentar as contas em um prazo de 72 horas.
Encerrado esse prazo, se a sigla permanecer inadimplente, o presidente do Tribunal ou o juiz eleitoral deverá determinar a suspensão imediata da distribuição ou repasse de novas cotas do Fundo Partidário, nos termos do artigo 30, inciso III, alínea “a” da Resolução TSE nº 23.464, sujeitando-se, ainda, o partido ao julgamento de contas não prestadas.
Os diretórios municipais que não tenham movimentado recursos financeiros ou arrecadado bens estimáveis em dinheiro podem optar pela Declaração de Ausência de Movimentação de Recursos, instituída pela Lei nº 13.165, de 29 de setembro de 2015.
Artigo Eduardo Tolentino

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PM morre em colisão entre bitrem e caminhonete na BR-163 em Nova Mutum

O acidente envolvendo um bitrem Iveco Stralis branco, placas de Sorriso, e uma GM S-10 branca, placas de Nova Mutum, foi registrado, hoje, por volta das 15h30, na rodovia federal próximo a ponte do rio Arinos, na região de Nova Mutum, sentido Cuiabá. A caminhonete era conduzida pelo cabo aposentado da Polícia Militar, Ambrósio José da Silva, 57 anos, que não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.

Um homem que estava como passageiro na caminhonete foi socorrido por uma equipe de resgate da concessionária da rodovia federal e encaminhado a um hospital da região. Segundo informações da assessoria de imprensa da Rota do Oeste, o estado de saúde deste era considerado grave. A identidade dele não foi revelada.

Já o condutor da carreta assinou um termo de recusa e não foi atendido pela ambulância da concessionária. Segundo informações colhidas no local, ele não se feriu.

A versão que está sendo investigada é a de que o motorista da caminhonete realizou uma manobra para entrar em uma estrada vicinal quando foi violentamente atingido pela carreta. A S-10 foi atingida no lado do motorista e ficou bastante danificada. A frente da carreta também sofreu danos.

O tráfego no local está em meia pista devido ao acidente e para a realização do trabalho da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
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Fonte: Só Notícias/Alex Fama e Chico Tello, de Nova Mutum(Atualizada às 18h44 – fotos: Só Notícias/Chico Tello)

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