Vale tudo pelo Brasil ou O discreto charme da burguesia

Foto -SOCCER BRASIL – Como todo bom comunista, estou aqui na minha bela casa de classe média, num bairro bucólico com vista para o Cristo Redentor, comendo cookies americanizados e bebendo uma taça de vinho branco. Bom, o vinho não é francês e a taça é um copo, mas faz parte do meu discreto charme burguês. Para compensar, estou assistindo um jogo da NBA, extasiado com a habilidade do MVP da temporada, o mágico Stephen Curry.

Me dei o direito de relaxar um pouco hoje, abandonando minha luta teórica pela implantação do bolchevismo petista porque, secretamente – não contem para meus amigos esquerdistas no facebook – estou animadíssimo com o governo Michel Temer, que vai nos livrar da corrupção e reinstaurar, com a fé de Eduardo Cunha – opa, ato falho, esse aí já foi – a tradição brasileira de mulheres do lar.

Sinto uma paz interna ao imaginar que, a partir de agora, seremos governados por homens com a competência e honestidade de um Romero Jucá, um Moreira Franco, um Eliseu Padilha, capitaneados pelo genial Henrique Meirelles na Fazenda. Cheguei a questionar o fato de todos eles terem feito parte de quase uma década de governos do PT, contudo, a dúvida sumiu da minha cabeça rapidamente quando me lembrei de que, dessa vez, eles serão liderados pelo Michel.

Claro, ele foi vice de Dilma, mas apenas por um cálculo estratégico, com o objetivo de encontrar-se com Joe Biden e, com o apoio dele, salvar o Brasil.

Acho tão injusto, diga-se de passagem, que acusem o Michel de conspirador diante do republicanismo com que ele organizou churrascos no Palácio do Jaburu para assistir as votações do impeachment e comprar – digo, convocar, para o bem do País – os mesmos políticos dos mesmos partidos que sustentaram as gestões Lula e Dilma.

É evidente que, quando eles estavam ao lado do PT esses homens eram canalhas corruptos e agora se transformaram em notáveis próceres da união nacional. E, melhor, com a inestimável colaboração dos ilibados Aloysio Nunes e Aécio Neves, falsamente implicados na Lava Jato por Janot, esse procurador stalinista.

Enquanto assisto as fantásticas cestas de Curry e seu rival do Portland, Damian Lillard, sentado em minha cadeira feita por um designer alemão, com os pés na minha mesa de ladrilhos de Lisboa, regozijo-me com a perspectiva de termos, finalmente, um governo honesto, que salvará a Petrobras e acabará com o vergonhoso aparelhamento do estado, contra o qual Michel sempre lutou – ao menos quando teve tempo, entre a nomeação de um indicado seu para um ministério e de outro para uma estatal.

Talvez seja sonhar alto, mas tenho esperanças de que consigamos emplacar o Coronel Telhada como guardião dos direitos humanos e, inspirados no exemplo de democracia do governo Alckmin, possamos bater em estudantes em escala nacional.

A verdade é que estamos diante de um contra golpe democrático, a única arma capaz de enfrentar os abomináveis sofismas do ministro Cardoso e salvar a Constituição, numa luta sem trincheiras liderada pela racionalidade positivista e de profunda fundamentação jurídica de Janaína Paschoal, a nossa heroína anti-cobras e pró-criancinhas. Afinal de contas, não é porque nunca antes na história desse País um governante qualquer que não seja do PT tenha sofrido acusações de pedaladas, nem venha a sofrer em nenhuma hipótese, que a Dilma não pode ser presa e posta no pau de arara pelos descendentes do coronel Ustra por tal motivo.

Trata-se aí, entretanto, de um óbvio exagero da minha parte, já que a defesa da tortura se dá apenas por um entre os muitos deputados anti PT. E sendo que ele diz essas coisas de brincadeira, para disfarçar sua inclinação para as ideias liberais e do livre mercado, que defende junto ao MBL, futuro detentor do Ministério da filosofia do primeiro período da faculdade, e do DEM, um partido que é a favor do estado mínimo, desde que se trate de um estado governado por um outro partido que não ele mesmo. Ninguém é de ferro, correto?

Enfim, assisto ao meu joguinho e tomo meu vinho feliz com esse novo País que se inicia, decente e plural, desde que ninguém seja petista e, de preferência, de esquerda. No que vejo o Golden State apertar o jogo contra o Portland tenho uma breve recaída e me pergunto se, caso o vice presidente fosse do Psol, o tal mercado e os tais formadores de opinião estariam tão eufóricos. Mas vejo uma cesta de três de Steph Curry e o sorriso photoshopado do Michel e tudo fica bem.

Vale tudo pelo Brasil.

Por João Estrella de Bettencourt

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




PCC tem base em todos os estados e em seis países

Ataque PCC © Fornecido por Abril Comunicações S.A.
O poderio financeiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) reflete diretamente seu poderio geográfico. À medida que as receitas da organização crescem, expandem-se também seus limites territoriais.

© Fornecido por Abril Comunicações
© Fornecido por Abril Comunicações

Se, em 2013, após três anos e meio de investigações, o Ministério Público Estadual (MPE) concluiu que a facção se espalhava por 22 estados, Distrito Federal, Bolívia e Paraguai, hoje o PCC se faz presente em todas as 27 unidades da federação e já tem bases também na Argentina, no Peru, na Colômbia e na Venezuela.

Segundo o MPE, há evidências nas investigações que mostram contatos diretos de integrantes do PCC com o Exército do Povo Paraguaio (EPP), um grupo terrorista contrário ao governo local, e com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

“O foco está no tráfico de drogas e armas com todos os países listados. Começamos a verificar, por exemplo, o uso de fuzis argentinos no Brasil por parte de integrantes do PCC recentemente”, conta o promotor Lincoln Gakiya, de Presidente Prudente.

No Brasil, a presença do PCC, além de São Paulo, é mais forte em Mato Grosso do Sul e no Paraná, por causa da fronteira com os países que têm bandos parceiros da facção.

+ Fique por dentro das notícias da cidade

Segundo investigações, aos poucos, o grupo está deixando de lado os intermediários e assumindo a compra direta de drogas. É o caso de Fabiano Alves de Souza, conhecido como Paca e apontado como o único integrante da cúpula em liberdade.

Segundo a polícia, ele vive no Paraguai e envia droga para o Brasil sob encomenda da facção. Paca estava preso no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) até 2014, quando recebeu um habeas corpus da Justiça. Sua prisão preventiva foi decretada pouco depois, mas ele nunca mais foi encontrado.

Segundo o procurador de Justiça Márcio Sérgio Christino, “eles [os integrantes do PCC] conseguem ocupar uma região, um estado, um país, porque há espaço. Há espaço porque conseguem fornecer drogas. É uma relação comercial”, afirma.

Investigações do MPE, de outubro de 2013, além do audacioso plano de execução do governador Geraldo Alckmin (PSDB) – considerado pelos criminosos como o responsável pela “opressão” à população carcerária -, revelaram a existência de uma aliança entre o PCC e o Comando Vermelho (CV), organização do Rio. Em território nacional, essa é a única facção que estabeleceu uma parceria com a facção paulista.

Os bandidos, segundo as investigações, trocavam informações sobre métodos de assaltos e sequestros e também sobre como estabelecer o domínio dentro do sistema prisional. De acordo com Christino, isso não acontece nos demais Estados.

“Tudo está baseado no crescimento do tráfico de drogas. No Rio, as facções têm meios e infraestrutura para fornecer e comprar drogas em um ritmo acelerado”, explica.

Pelo restante do Brasil, o PCC tem controle garantido sobre o crime organizado. Christino diz que um revendedor de drogas cria vínculo com a facção e, desse modo, ganha projeção dentro da própria estrutura do “partido”. “A facção cresce nos Estados que não têm a mesma estrutura de venda de drogas”, diz o procurador. “Nos demais Estados, o PCC supre essa falta de estrutura e acaba cooptando os traficantes locais. Por isso, a facção cresce.”

Em janeiro de 2015, a polícia e o MPE descobriram contas na China e nos EUA que estariam sendo usadas para lavagem de dinheiro. Entre 2013 e 2014, a suspeita é de que a facção possa ter movimentado 100 milhões de reais – o valor é uma estimativa.

Segundo as investigações, o PCC ainda não está familiarizado com a lavagem de dinheiro por meio de offshores e prefere operar com dinheiro vivo. Para isso, a organização guarda dinheiro em residências (enterrando em quintais, por exemplo) ou usa casas de câmbio para transferir valores para a compra de drogas na Bolívia e no Paraguai.

Histórico

A trajetória de crescimento do PCC vem de longa data: partiu de um presídio e atravessou fronteiras. O bando que hoje domina o crime no Brasil e atua na América do Sul, Europa e África foi fundado por apenas oito presos no Anexo da Casa de Custódia de Taubaté, no Vale do Paraíba, em 31 de agosto de 1993. Idemir Carlos Ambrósio, o Sombra, foi o primeiro líder da facção.

Foi Sombra quem comandou, em fevereiro de 2001, a primeira megarrebelião de São Paulo, quando 29 presídios foram tomados simultaneamente e dezesseis detentos morreram. Foi assassinado cinco meses depois. Marcola assumiu o mais alto posto do PCC em novembro de 2002, de onde nunca mais saiu. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por Veja São Paulo Estadão
Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Fim do licenciamento ambiental no país é alvo de discussão

Foto: Reprodução / Sesma -O objetivo é discutir os riscos oferecidos pela PEC, que autoriza a execução de obra a partir da apresentação do estudo prévio de impacto ambiental

Se aprovada, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/2012 vai extinguir o processo de licenciamento ambiental no país. Para debater as consequências desta medida, o Ministério Público (MP) vai promover em Belém e Santarém encontros abertos ao público em geral. O objetivo é discutir os riscos oferecidos pela PEC, que autoriza a execução de obra a partir da apresentação do estudo prévio de impacto ambiental, dispensando qualquer controle posterior sobre o cumprimento das obrigações socioambientais por parte do empreendedor.

Na sexta-feira, 20, o Ministério Público Federal (MPF) realiza um debate em Santarém, a partir das 14h na sede das Faculdades Integradas do Tapajós (FIT/Unama). No dia 2 de junho, o evento será em Belém. O MPF e o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) vão promover audiência pública na sede do MPPA a partir das 9h. Todos os cidadãos interessados podem participar e não há necessidade de inscrição prévia. Foram convidadas autoridades federais, estaduais e municipais diretamente envolvidas no tema, conselheiros do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), operadores do direito, acadêmicos, pesquisadores e instituições especialistas no assunto.

Também serão debatidas outras propostas de alterações de atos normativos referentes ao licenciamento ambiental em tramitação no Congresso Nacional, bem como a proposta de alteração das Resoluções 01/1986 e 237/1997, em tramitação no Conama. A PEC 65 foi aprovada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado em 27 de abril.

Quem estiver interessado em apresentar manifestação por escrito sobre os temas tratados na audiência pública em Belém, precisa encaminhar o texto até 31 de maio para prpa-ascom@mpf.mp.br.

Por ORM NEWS

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Pessoas estão arriscando a saúde ao aderirem ao “Chemsex”

Uma nova prática sexual vem ganhando muitos adeptos, mas as autoridades estão em alerta por conta do alto risco atrelado ao ato. O “Chemsex” (do inglês ‘chemical sex’, ou sexo químico) faz o uso “recreativo” de drogas para possibilitar que os usuários tenham relações sexuais por um longo período de tempo.

Segundo o Yahoo, as substâncias mais utilizadas para aqueles que desejam ter a experiência são o GHB (gama-hidroxibutirato), a mefedrona (a mais viciante) e a metanfetamina, que também podem ser consumidas com cocaína, speed, ketamina, ectasy ou MDMA. Quando as drogas são injetadas, o termo utilizado é ‘slamsex’.

Apesar de não ser nova, a combinação de drogas e sexo vem ganhando muitos adeptos entre as pessoas que não consomem entorpecentes normalmente. Na Europa, a prática vem sendo disseminada entrer os casais homossexuais e heterossexuais. Os médicos acenderam o alerta vermelho, pois o risco de contágio de doenças sexualmente transmissíveis, tais como o HIV, aumentam muito com a prática, tornando os adeptos do chemsex como um grupo de risco. Segundo Jordi Casabona, diretor do Centro de Estudos Epidemiológicos sobre o HIV/AIDS da Catalunha, Espanha, “nestas festas onde há o consumo exagerado de drogas, pode-se perder a percepção de risco.”

Após um longo tempo praticando chemsex, os usuários podem ter efeitos devastadores na saúde, como dores de cabeça, depressão, ansiedade, sensação de enjoo, fraqueza muscular, olhos vermelhos, problemas de vasoconstrição, vermelhidão na pele e nas articulações, dor abdominal e nos rins, ataques de pânico, depressão e psicose, disfunções cardiovasculares e vício, alertam os especialistas.
Por LifestyleSexo
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981151332 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Brasileirinhas lança paródia pornô da Operação Lava Jato

Aproveitando o ambiente político, a indústria de filmes eróticos Brasileirinhas lançou nesta quinta-feira (12) o filme ‘Operação Leva Jato’, uma espécie de paródia sobre a operação da Polícia Federal que apura os escândalos de corrupção na Petrobras.

De acordo com o diretor Gil Benzadon, o filme contará com a presença das estrelas pornô Isabella Martins, Britney Bitch, Pamela Pantera, Big Macky e Falcon. O filme traz cenas de sexo explícito dentro de um contexto de propinas e investigações.
naom_5735f40c1b2a6
No filme, os atores assumem papeis de agentes, delatores e investigados.

Segundo informações do Correio Braziliense, o longa de 96 minutos foi filmado em tecnologia 4K, ou seja, em qualidade de imagem acima da “Full HD”.

POR Notícias Ao Minuto
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981151332 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Sérgio Moro diz que é preciso não ter ódio no coração –

O juiz federal Sérgio Moro declarou que é preciso agir com racionalidade e não ter “rancor ou ódio no coração” sobre momento político pelo qual passa o país. A declaração foi feita na noite de quarta-feira (11) durante uma palestra a alunos e professores da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, onde o magistrado se formou em 1995 no curso de direito.

“É importante, num momento político talvez conturbado, que nós pensemos essas questões apartidariamente e com espírito de tolerância. Nós temos que tratar essas questões com racionalidade e sem rancor ou ódio no coração”, destacou. “Devemos continuar sendo intolerantes em relação a esses esquemas de corrupção sistêmica, não pra dirigir rancor ou ódio a pessoas que eventualmente recaiam na tentação de cometer esse tipo de crime, mas no sentido de nós atuarmos para a resolução desse problema e que eles não voltem a acontecer”, completou Moro.

Na plateia, as declarações do juiz responsável pelas investigações da Lava Jato em primeira instância foram acompanhadas por cerca de mil pessoas, entre elas a mãe de Moro.

“Quando falamos em crimes praticados pela administração pública, é necessário em especial que estas questões sejam levantadas a público”, destacou o juiz. Um dos episódios mais polêmicos em relação a confidencialidade de informações diz respeito às escutas telefônicas envolvendo a presidente Dilma Rousseff um dia antes da posse do ex-presidente Lula como ministro da Casa Civil.

Durante os 40 minutos de explanação sobre a Operação Mãos Limpas – desencadeada na Itália na década de 1990 -, Sérgio Moro também fez referências a casos já julgados na Lava Jato e explicou como a operação teve início.

“No decorrer das investigações surge uma possível relação com um ex-diretor da Petrobras. O caso foi evoluindo e paulatinamente as provas e evidências foram aumentando, como num efeito dominó”, lembrou.

As investigações, continuou, levaram à descoberta de um esquema de corrupção sistêmica. “Eu interroguei diversas testemunhas e diversos acusados. Não foram poucos desses interrogados que se referiam ao pagamento de propina em contratos com a Petrobras como uma regra de mercado e o custo disso chegou a R$ 6 bilhões”, enfatizou ao apontar que o prejuízo não é apenas financeiro, mas também moral.

“Esse quadro de corrupção sistêmica, o vilão não é unicamente o poder público. A corrupção envolve quem paga e quem recebe. Ambos são culpados e ambos, se provada a sua responsabilidade na forma do devido processo penal, têm que ser punidos na forma da lei. Tenho aceitado esses convites para palestras para dar mais ou menos esse recado óbvio: você quer mudar o país, você quer superar esse esquema de corrupção sistêmica, não pague propina”, reforçou.

Sobre quando a Operação Lava Jato, iniciada há dois anos, deve ser encerrada, o juiz disse que não é possível prever. “A Lava Jato tem cerca de dois anos. Ela não está encerrada. E, não temos poderes premonitórios de saber o resultado final, embora se possa dizer que muito foi feito pelas instituições envolvidas.”

Por VG Web –
Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Filhote de onça encontrado no Pará será cuidado em São Paulo.

O felino, do sexo masculino, viajou na última quinta-feira (12) para o município paulista

Foto Divulgação/Ibama-Já está em Jundiaí, São Paulo, o filhote de onça parda (Puma concolor), encontrado sozinho à beira de uma estrada no município de Ipixuna no Pará, nordeste paraense, em março deste ano. O felino, do sexo masculino, viajou na última quinta-feira (12) para o município paulista.

Na cidade de destino, ele vai ser recebido pela equipe de médicos veterinários e biólogos da Associação Mata Ciliar, sediada em Jundiaí (SP), a poucos quilômetros de Campinas – organização não governamental que atua na conservação da fauna silvestre brasileira, em especial, felinos e que possui, sob sua responsabilidade, um Centro de Reabilitação e um Criadouro Científico. O filhote vai para as dependências da instituição para avaliação comportamental e de saúde, para que seja verificada a viabilidade de sua reintegração ao ambiente natural ou destinação para cativeiro.

O filhote de onça foi entregue ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) no dia 14 de março após ser recolhido por integrantes de um assentamento rural, e recebeu cuidados médicos e alimentação adequada no Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), em Belém. Ele tem reagido bem à presença humana, fator considerado positivo para sua recuperação.

Por: Redação ORM News com informações do Ibama

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Durante votação de impeachment, Bolsonaro era batizado em Israel

Foto-Reprodução: Youtube © Fornecido por Abril Comunicações S.A. Reprodução: Youtube

O deputado federal pelo PSC-RJ Jair Bolsonaro foi batizado na quarta (11) durante a votação de impeachment da presidente Dilma Rousseff nas águas do Rio Jordão em Israel.

As imagens foram divulgadas nas redes sociais. Nelas, é possível perceber o deputado, que é católico, vestindo uma túnica branca e acompanhado pelo presidente de seu partido e candidato a presidência da República em 2014, Pastor Everaldo, que é quem realiza a cerimônia.
No vídeo, que tem pouco mais de 40 segundos, após algumas perguntas do Pastor para Bolsonaro, o mesmo o mergulha nas águas do Rio Jordão. Logo após, o deputado agradece levantando as mãos para cima.

Veja São Paulo Rogerio

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Saiba como votou cada senador na sessão que determinou o afastamento de Dilma Rousseff

Foto © EVARISTO SA via Getty Images

O Senado Federal aprovou por 55 votos a 22 a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Eram necessários ao menos 41 votos favoráveis para a abertura do processo na Casa.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, não votou, e dois senadores faltaram à votação: Eduardo Braga (PMDB-AM) e Jader Barbalho (PMDB-PA). Após ter o mandato cassado na noite de ontem, o senador Delcídio do Amaral não participou da votação, nem o seu suplente, Pedro Chaves (PSC-MS), que ainda não foi empossado.

A sessão começou por volta das 9h30 de quinta-feira (11) e durou 20 horas e meia. Com a decisão, Dilma é afastada do cargo por até 180 dias e durante este período, o vice-presidente Michel Temer assumirá interinamente.

Dilma é acusada de cometer crimes de responsabilidade ao assinar seis decretos de crédito suplementar em 2015 e atrasar o repasse de R$ 3,5 bilhões ao Banco do Brasil para pagamento do programa de crédito agrícola Plano Safra – as famosas pedaladas fiscais.

Esta é a segunda vez desde a redemocratização que um presidente da república é afastado do cargo sob acusação de ter cometido crime de responsabilidade. O primeiro foi Fernando Collor, que sofreu o impeachment em 1992.

Veja abaixo, como votou cada um dos 80 senadores:

Acir Gurgacz (PDT-RO) – SIM

Aécio Neves (PSDB-MG) – SIM

Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) – SIM

Alvaro Dias (PV-PR) – SIM

Ana Amélia (PP-RS) – SIM

Angela Portela (PT-RR) – NÃO

Antonio Anastasia (PSDB-MG) – SIM

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) – SIM

Armando Monteiro (PTB-PE) – NÃO

Ataídes Oliveira (PSDB-TO) – SIM

Benedito de Lira (PP-AL) – SIM

Blairo Maggi (PR-MT) – SIM

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) – SIM

Ciro Nogueira (PP-PI) – SIM

Cristovam Buarque (PPS-DF) – SIM

Dalirio Beber (PSDB-SC) – SIM

Dário Berger (PMDB-SC) – SIM

Davi Alcolumbre (DEM-AP) – SIM

Donizeti Nogueira (PT-TO) – NÃO

Edison Lobão (PMDB-MA) – SIM

Eduardo Amorim (PSC-SE) – SIM

Eduardo Braga (PMDB-AM) – AUSENTE

Elmano Férrer (PTB-PI) – NÃO

Eunício Oliveira (PMDB-CE) – SIM

Fátima Bezerra (PT-RN) – NÃO

Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) – SIM

Fernando Collor (PTC-AL) – SIM

Flexa Ribeiro (PSDB-PA) – SIM

Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) – SIM

Gladson Cameli – SIM

Gleisi Hoffmann (PT-PR) – NÃO

Hélio José (PMDB-DF) – SIM

Humberto Costa (PT-PE) – NÃO

Ivo Cassol (PP-RO) – SIM

Jader Barbalho (PMDB-PA) – AUSENTE

João Alberto Souza (PMDB-MA) – NÃO

João Capiberibe (PSB-AP) – NÃO

Jorge Viana (PT-AC) – NÃO

José Agripino (DEM-RN) – SIM

José Maranhão (PMDB-PB) – SIM

José Medeiros (PSD-MT) – SIM

José Pimentel (PT-CE) – NÃO

José Serra (PSDB-SP) – SIM

Lasier Martins (PDT-RS) – SIM

Lídice da Mata (PSB-BA) – NÃO

Lindbergh Farias (PT-RJ) – NÃO

Lúcia Vânia (PSB-GO) – SIM

Magno Malta (PR-ES) – SIM

Marcelo Crivella (PRB-RJ) – SIM

Maria do Carmo Alves (DEM-SE) – SIM

Marta Suplicy (PMDB-SP) – SIM

Omar Aziz (PSD-AM) – SIM

Otto Alencar (PSD-BA) – NÃO

Paulo Bauer (PSDB-SC) – SIM

Paulo Paim (PT-RS) – NÃO

Paulo Rocha (PT-PA) – NÃO

Pedro Chaves (PSC-MS) – NÃO

Raimundo Lira (PMDB-PB) – SIM

Randolfe Rodrigues (REDE-AP) – NÃO

Regina Sousa (PT-PI) – NÃO

Reguffe (S/Partido-DF) – SIM

Renan Calheiros (PMDB-AL) – NÃO VOTOU

Ricardo Ferraço (PSDB-ES) – SIM

Roberto Requião (PMDB-PR) – NÃO

Roberto Rocha (PSB-MA) – SIM

Romário (PSB-RJ) – SIM

Romero Jucá (PMDB-RR) – SIM

Ronaldo Caiado (DEM-GO) – SIM

Rose de Freitas (PMDB-ES) – SIM

Sérgio Petecão (PSD-AC) – SIM

Simone Tebet (PMDB-MS) – SIM

Tasso Jereissati (PSDB-CE) – SIM

Telmário Mota (PDT-RR) – NÃO

Valdir Raupp (PMDB-RO) – SIM

Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) – NÃO

Vicentinho Alves (PR-TO) – SIM

Waldemir Moka (PMDB-MS) – SIM

Walter Pinheiro (S/partido-BA) – NÃO

Wellington Fagundes (PR-MT)- SIM

Wilder Morais (PP-GO) – SIM

Zeze Perrella (PTB-MG) – SIM

Por HuffPost Brasil Luciana Sarmento

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Não houve consulta à população sobre impeachment,diz Barbosa.

Segundo o ministro aposentado não se levou em consideração a opinião da população

O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa criticou hoje (12) a tramitação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Para ele, as decisões sobre o afastamento foram tomadas sem levar a em consideração a opinião da população.

“Como explicar ao mundo uma troca de comando tão espetacular? Nada sutil, apenas com a estampa de normalidade, como essa que está ocorrendo no dia de hoje. Como explicar ao mundo uma mudança tão brutal sem que ele, o maior interessado, o povo, tenha sido sequer cogitado como partícipe desse debate”, disse ao participar da Vtex Day, feira de comércio eletrônico no Parque Ibirapuera, zona sul da capital paulista.

Na início da manhã de hoje, o Senado aprovou a abertura de processo de destituição de Dilma e o afastamento da presidenta por até 180 dias. O vice, Michel Temer, assume o cargo neste período. Ao final do processo, Temer pode tomar posse definitivamente, caso os senadores confirmem o impedimento da presidenta.

“Não é estranho que o povo assista mais uma vez, como se deu no final do século 19, bestializado ao que os políticos estão a perpetrar no nosso país? Onde estão as vozes da população?”, questionou Joaquim Barbosa na palestra. A expressão faz referência ao artigo do jornalista Aristides Lobo sobre a proclamação da República. Na ocasião, o autor ressaltou que a revolução organizada por militares e membros da elite política que derrubou o imperador não teve participação popular. “O povo assistiu àquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava”, diz o texto publicado em 1889.

A ascensão do PMDB, em uma provável aliança com o PSDB, também foi alvo das críticas de Barbosa. “Estarão no comando do nosso país a partir de agora dois grupos bem especiais de operadores políticos”, disse em referência aos dois partidos. “O primeiro grupo, nestes 30 anos de vida democrática, jamais conseguiu eleger um presidente da República. Esse grupo terá agora a Presidência da República”, disse em referência ao partido de Temer.

“O segundo grupo de operadores políticos, no prazo constitucionalmente marcado para as próximas eleições [2018], iria completar 20 anos sem ganhar uma eleição, sem ter o gosto de uma vitória”, completou o raciocínio ao falar sobre o PSDB. “Como justificar essa anomalia? Por que os nossos acadêmicos, os nossos intelectuais e os nossos meios de comunicação têm evitado esse debate específico?”

Novas Eleições

Barbosa disse que é “radicalmente favorável” à convocação de novas eleições pra presidente. “Essa é a verdadeira solução. A solução que eliminaria toda essa anomalia, esse mal-estar com o qual nós seremos obrigados a conviver nos próximos dois anos e oito meses. Dar a palavra ao povo”, defendeu.

O ministro aposentado reconheceu, entretanto, que a medida tem empecilhos constitucionais. A única forma de ser aplicada, na visão de Barbosa, seria se Dilma tivesse renunciado e o vice tivesse feito o mesmo.

Dilma

Apesar das críticas ao processo e aos grupos políticos que devem assumir o poder, Barbosa também atribuiu parte da culpa pela instabilidade política à Dilma. “A presidente Dilma Rousseff não soube conduzir o país. Não soube exercer a liderança que se espera de um chefe de Estado dessa envergadura. Ela agiu como se governasse para o seu grupo político e para os seus aliados de ocasião. Ela não soube se comunicar com a nação. Ela fez péssimas escolhas e cometeu erros imperdoáveis”, disse.

Para o ministro aposentado, a presidenta não soube como lidar com a corrupção. “Eu não digo que a presidente compactuou abertamente com os segmentos corruptos existentes no seu governo, partido e base de apoio. Mas ela se omitiu, silenciou-se, foi ambígua. Não soube se distanciar do ambiente deletério que a cercava. Não soube exercer o comando e acabou engolida por essa gente”, analisou.

“Eu sei bem que a presidente da República que foi tirada do cargo no dia de hoje é extremamente impopular. Eu sei que há um sentimento generalizado pela sua saída. A minha preocupação é com os aspectos estruturais das nossas instituições”, ponderou.

Motivação

Entre os problemas que deram origem à crise política, Barbosa apontou a relação que costuma ser estabelecida entre o Legislativo e o Executivo. “Nada dessa promiscuidade que faz com que o presidente da República entregue setores inteiros da sua administração às lideranças no Congresso, para que essas lideranças organizem a robalheira dos recursos públicos. Nada disso está previsto na Constituição”, criticou.

Barbosa disse acreditar que a destituição de Dilma esteja servindo a interesses espúrios. “Eles querem tomar o poder a qualquer custo para continuar nas práticas ilícitas. É isso que está em jogo”.

“Eu tenho sérias dúvidas quanto à integridade e à adequação desse processo de impeachmentpor esse motivo que foi escolhido”, acrescentou. Para o ministro aposentado, “há um problema muito sério de proporcionalidade”, uma vez que manobras contábeis e fiscais semelhantes às feitas pelo governo federal são corriqueiras em outras esferas do Executivo, como nas administrações estaduais.

Barbosa também enfatizou que o mérito do impeachment não foi validado pelo STF, como, segundo ele, alguns tentam fazer parecer. “O que o Supremo Tribunal tem feito é exercer o escrutínio moderado sobre o rito, o procedimento e as formalidades do processo. O Supremo não examinou, não pode examinar e provavelmente não examinará o mérito do impeachment”.

Joaquim Barbosa se aposentou do cargo de ministro do Supremo em 2014. Ele foi indicado à Suprema Corte em 2003, no mandato do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Por Agência Brasil
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981151332 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br