Ex-namorado de jovem estuprada se apresenta à polícia

“Lucas Duarte Santos (camisa preta) chega à delegacia para prestar depoimento” – Foto: Pedro Ivo Almeida l UOL
Terminou por volta de 23h desta sexta-feira, 27, o depoimento do jogador de futebol Lucas Duarte Santos, de 20 anos, suspeito de ter participado do estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos, no sábado passado, 21, na zona oeste do Rio de Janeiro. Segundo o advogado de Santos, Eduardo Antunes, o depoimento, no qual seu cliente negou participação no crime, durou cerca de uma hora.

MENSAGEM ,VÍDEO DIVULGADO NO WHATSAPP
MENSAGEM ,VÍDEO DIVULGADO NO WHATSAPP

O caso é investigado na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), já que imagens do crime em vídeo circularam pela internet e redes sociais.

Além do jogador, que integra o elenco do Boavista, time da primeira divisão do Campeonato Carioca, prestaram depoimento na noite desta sexta Ray de Souza, de idade não revelada, e uma jovem que não foi identificada.

Os três chegaram juntos à Cidade da Polícia, na zona norte do Rio. Na chegada, Souza parou diante das câmeras, acenou, sorriu e disse estar “mais famoso que a Dilma (Rousseff, presidente afastada)”.

Segundo Antunes, que afirmou ter lido os depoimentos dos três, embora defenda apenas Santos, as versões convergiram. Na versão do cliente de Antunes, após participar de um baile funk, dois casais (Lucas Santos, Ray de Souza, a jovem que prestou depoimento e a vítima do estupro) se reuniram em uma casa abandonada no Morro da Barão, na Praça Seca, zona oeste.

A adolescente de 16 anos teria tido relações sexuais com Ray de Souza. No mesmo local e momento, Santos teria tido relações com a outra jovem. O advogado afirmou que os três teriam deixado a adolescente na casa e que não podem dizer se houve estupro em seguida.

De acordo com Antunes admite, Ray de Souza confessou ter filmado a adolescente após as relações sexuais e ter mandado as imagens para um amigo pelo aplicativo de mensagens WhatsApp. O advogado disse não ter visto os vídeos do crime. Segundo Antunes, conforme o depoimento, seu cliente não aparece nas imagens.

Por UOL

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Por que ianomâmis fizeram ritual por saída de Jucá – BBC Brasil

Ianomâmi considera Jucá o “maior inimigo dos povos indígenas do Brasil”O senador Romero Jucá (PMDB-RR)

(Imagem  Ag. Senado Senador foi presidente da Funai nos anos 1980 e, segundo índios, não deixou saudade)
(Imagem Ag. Senado
Senador foi presidente da Funai nos anos 1980 e, segundo índios, não deixou saudade)

Quando o senador Romero Jucá (PMDB-RR) foi nomeado ministro do Planejamento do governo interino de Michel Temer, xamãs e lideranças do povo ianomâmi recorreram a “espíritos da natureza para pressionar a alma” do político e tentar fazê-lo desistir do posto, conta à BBC Brasil o jovem líder Dário Kopenawa Yanomami.

Coordenador da associação Hutukara, sediada em Boa Vista, Roraima, Yanomami diz que o grupo temia o avanço de propostas do ministro – para ele, “o maior inimigo dos povos indígenas do Brasil”.

“Deu certo”, ele comemora, citando o afastamento do político nesta segunda, após vir à tona uma gravação em que propunha um pacto para derrubar a presidente Dilma Rousseff e frear a Operação Lava Jato.

A relação problemática de Jucá – presidente nacional do PMDB – com os ianomâmis foi citada no relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV), em 2015.

Image copyright Marcos Wesley/ISA Image caption Ianomâmi considera Jucá o "maior inimigo dos povos indígenas do Brasil"
Image copyright Marcos Wesley/ISA
Image caption Ianomâmi considera Jucá o “maior inimigo dos povos indígenas do Brasil”

Em capítulo sobre violações de direitos humanos de povos indígenas, o relatório diz que a gestão do político como presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio), entre 1986 e 1988, resultou no “caso mais flagrante de apoio do poder público à invasão garimpeira”.

A entrada dos garimpeiros no território de Roraima ganhou impulso em 1986, quando o governo federal ampliou uma pista de pouso na área, na fronteira do Brasil com a Venezuela.

A obra facilitou o ingresso dos invasores, que no fim da década chegavam a 40 mil e construíram mais de uma centena de outras pistas.

Segundo o relatório da CNV, alertado repetidas vezes sobre a invasão, Jucá não só deixou de agir para combatê-la como a estimulou.

“Comunidades inteiras desapareceram em decorrência das epidemias, dos conflitos com garimpeiros, ou assoladas pela fome. Os garimpeiros aliciaram indígenas, que largaram seus modos de vida e passaram a viver nos garimpos. A prostituição e o sequestro de crianças agravaram a situação de desagregação social”, afirma o documento.

Image copyright Charles Vincent/ISA Image caption Pista para aviões facilitou a chegada de milhares de garimpeiros à região
Image copyright Charles Vincent/ISA
Image caption Pista para aviões facilitou a chegada de milhares de garimpeiros à região

Estima-se que até um quarto dos ianomâmis tenham morrido por efeitos diretos ou indiretos do garimpo, que ampliaram a cobrança internacional para que os invasores fossem expulsos e o território, demarcado.

Diante da pressão, segundo o relatório da CNV, Jucá expulsou ONGs e missões religiosas estrangeiras que prestavam o atendimento à saúde dos indígenas, alegando que os grupos estavam insuflando as comunidades contra os garimpeiros e que os estrangeiros ameaçavam a soberania nacional. Também foram expulsos missionários brasileiros que atendiam os índios.

Image copyright Reuters Image caption Em 17 de abril passado, operação desbaratou garimpo ilegal em território dos ianomâmi na floresta Amazônica em Roraima
Image copyright Reuters
Image caption Em 17 de abril passado, operação desbaratou garimpo ilegal em território dos ianomâmi na floresta Amazônica em Roraima

Sem qualquer cuidado médico nas aldeias por um ano e meio, os casos de malária entre os ianomâmis cresceram 500%, diz a CNV.

“Além da omissão por não tirar os garimpeiros, Jucá agiu para tirar pessoas que davam remédio e faziam atendimento de saúde no meio do momento mais dramático da história dos Yanomami”, diz à BBC Brasil Rogério Duarte do Pateo, professor de antropologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e autor do trecho do relatório da CNV sobre o grupo.

A expulsão das equipes de saúde foi denunciada à Comissão de Direitos Humanos do Conselho Econômico e Social da ONU, que cobrou explicações do Brasil. Profissionais de saúde só retornaram ao local quando uma comissão liderada pelo senador Severo Gomes furou o bloqueio ao território e verificou a grave situação sanitária do povo.

O governo federal demarcou a terra ianomâmi em 1992.
Índios ‘aculturados’

Um levantamento do Instituto Socioambiental (ISA) lista outras ações polêmicas de Jucá na Funai, como autorizações suas à exploração de madeira em terras indígenas e uma portaria que restringia direitos de índios falantes de português, considerados “aculturados”.

Em 1996, em seu primeiro mandato como senador por Roraima, Jucá apresentou um projeto de lei para regulamentar a exploração mineral em terras indígenas. Após idas e vindas, a Câmara dos Deputados criou, em junho de 2015, uma comissão para analisar a proposta.

Image copyright Marcos Wesley/ISA Image caption Mesmo após demarcação, exploração continuou (à esq., balsas no Rio Uraricoera)
Image copyright Marcos Wesley/ISA
Image caption Mesmo após demarcação, exploração continuou (à esq., balsas no Rio Uraricoera)

Em agosto, a revista Época revelou que a mineradora Boa Vista, que tem como sócia majoritária Marina Jucá, filha do senador, havia pedido ao Departamento Nacional de Produção Mineral autorização para explorar ouro em nove minas com trechos em terras indígenas.

Segundo a revista, Jucá negou qualquer relação com a empresa da filha. O senador não respondeu às perguntas da BBC Brasil sobre sua atuação na Funai e o relatório da CNV.
Ameaças de morte

Dário Kopenawa Yanomami diz à BBC Brasil que perdeu avós e parentes na invasão dos garimpeiros nos anos 1980. Ele afirma ainda que a atividade provocou danos ambientais irreversíveis.

“Teve um impacto muito grande no subsolo dos Yanomami: estragou rios, igarapés, deixou muita sujeira dentro da terra.”

Image copyright Marcos Wesley/ISA Image caption Por causa da ação contínua do garimpo, muitos índios foram contaminados por mercúrio
Image copyright Marcos Wesley/ISA
Image caption Por causa da ação contínua do garimpo, muitos índios foram contaminados por mercúrio

E apesar de sucessivas operações para a expulsão dos invasores, o garimpo jamais foi erradicado no local. O pai de Yanomami, o xamã Davi Kopenawa, diz ser alvo de ameaças de morte frequentes por se opor à atividade.

Uma pesquisa recente da Fiocruz em parceria com o ISA revelou que, em algumas aldeias ianomâmis, o índice de pessoas contaminadas por mercúrio proveniente do garimpo chega a 92%.

Em julho de 2015, uma operação da Polícia Federal denunciou 600 garimpeiros, 30 empresas, 26 comerciantes de Boa Vista e cinco servidores públicos por envolvimento num esquema ilegal de exploração de ouro dentro da terra ianomâmi.

Segundo a polícia, o garimpo dentro do território movimentou R$ 1 bilhão entre 2013 e 2014.
Por João Fellet – @joaofellet Da BBC Brasil em Washington
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Vídeo – Adolescente diz à polícia ter sido dopada e estuprada por 33 homens no Rio de Janeiro

https://youtu.be/Ub_GbAMmmrg

Adolescente diz à polícia ter sido dopada e estuprada por 33 homens no Rio de Janeiro

Uma adolescente de 16 anos, que teria sido vítima de um estupro coletivo em uma comunidade da zona oeste do Rio de Janeiro, disse, em depoimento à polícia, na madrugada desta quinta-feira (26), ter sido dopada e violentada por 33 homens. De acordo com a polícia, o crime foi gravado e o vídeo divulgado nas redes sociais.
A vítima foi ouvida na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática e submetida a exames no IML (Instituto Médico Legal). Em seguida, foi encaminhada ao hospital Souza Aguiar, onde deve começar a tomar coquetel de medicamentos anti HIV.

A jovem disse à polícia ter ido à comunidade para um baile funk na última sexta-feira (20) e permanecido na região até segunda-feira (23). Quando chegou em casa, se deu conta que estava sem o telefone celular e retornou.

O estupro coletivo teria ocorrido na terça-feira (24). A jovem relatou que acredita ter sido dopada e que, quando voltou à consciência, estava sendo estuprada por 33 homens.

A defesa da adolescente, que acompanhou o depoimento, afirmou que ela não é usuária de drogas, como crack e cocaína, mas que faz uso de entorpecentes. O delegado Alessandro Thies, responsável pelo caso, pede que informações que possam ajudar a identificar os suspeitos sejam enviadas ao e-mail alessandrothiers@pcivil.rj.gov.br.

Suspeitos identificados

A Polícia Civil do Rio conseguiu identificar pelo menos dois criminosos que teriam participado do estupro coletivo. Um deles, identificado apenas como Michel, postou no Twitter, nesta terça-feira, um vídeo que mostra uma jovem nua e desacordada.

Na gravação, ele e outro rapaz exibem a moça e fazem comentários que indicam o estupro. “Amassaram a mina, intendeu (sic) ou não intendeu (sic)? Kkkkkkkkkk”, escreveu o autor da postagem.

No início do vídeo, um dos homens afirma: “Essa aqui, mais de 30, engravidou”. Enquanto filmam o órgão genital da vítima, um deles narra: “Olha como que tá (sic). Sangrando. Olha onde o trem passou. Onde o trem bala passou de marreta”.

Leia também: Delegado é absolvido de estupro da neta; ‘não há prova segura’, diz juiz

O linguajar usado pelos dois homens sugere que sejam pessoas habituadas a gírias comuns entre criminosos. Além do vídeo, também há pelo menos uma foto de um dos rapazes à frente do corpo da jovem.

A postagem repercutiu no Twitter na última quarta-feira (25). “Ele dopou a garota e filmou ela (sic) após o estupro”, escreveu uma pessoa. “Embebedou uma garota a ponto de deixá-la inconsciente, estuprou e postou um vídeo se vangloriando do ato”, postou outro internauta. “O cara estupra, expõe e se gaba da atitude abominável. O que ele merece? Cadeia! Denunciem o Michel”, escreveu outra pessoa.

Após a repercussão, um dos rapazes que aparecem nas imagens apagou sua conta na rede social. Antes, porém, ele reclamou das críticas e ameaçou divulgar mais imagens da vítima.

Pelo menos mais quatro rapazes compartilharam o vídeo – não se sabe se eles também participaram do estupro ou se limitaram a divulgar o vídeo -, o que também pode valer punição pela Justiça.

Investigações

O caso é investigado pelo delegado Alessandro Thiers, titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), que informou não poder dar detalhes a respeito da investigação, para não expor a vítima.

Ao longo da noite desta quarta, os perfis das quatro pessoas que até então haviam divulgado o vídeo foram alvo de críticas de outros internautas. Eles pedem que ninguém compartilhe as imagens e defendem punição aos envolvidos. Foram divulgados um perfil no Facebook e um número de telefone celular que pertenceriam a um dos autores do estupro.

(Com informações do R7 e do Estadão Conteúdo)

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ONU pede justiça para estupro coletivo de adolescente de 16 anos

A ONU (Organização das Nações Unidas) pediu Justiça para o caso da menina de 16 anos estuprada por 33 homens no Rio de Janeiro. Eles também divulgaram um vídeo e fotos pela internet. O crime chocou o Brasil.

No frio de 14ºC em Curitiba na noite de quinta-feira (26), 40 pessoas se uniram para prestar solidariedade à jovem estuprada no Rio. Os organizadores disseram que a vigilia é pelo fim desse crime.

Nas redes sociais, pessoas de todo o país pedem rigor nas investigações e na punição aos criminosos. “Não foram 30 contra uma, foram 30 contra todos. Exigimos justiça”. “Uma covardia o que fizeram com essa menina”.

As mensagens são de indignação e também de apoio à vítima. “Essa notícia está doendo em mim”. “Nojo desses 30 seres que se dizem homens”.

O estupro coletivo aconteceu em uma favela na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Adolescente, de 16 anos, contou à polícia que no último sábado esteve na casa de um rapaz com quem tinha um relacionamento. Eles estavam sozinhos e que depois só se lembra que acordou no domingo em uma casa na mesma comunidade com 33 homens armados com fuzis e pistolas. Ela estava dopada e nua.

A família só descobriu ontem quando soube do vídeo e das fotos na internet. Um parente dela falou, por telefone, sobre o que aconteceu: “Nosso sentimento é de tristeza, de indignação, nós estamos assim estarrecidos de ver até que ponto chega a maldade, né, humana, né?”.

Na quinta-feira (26), a adolescente passou por exames e tomou um coquetel de remédios para evitar doenças sexualmente transmissíveis. Ela vai ter acompanhamento psicológico.

A polícia pediu a prisão de quatro homens que teriam envolvimento no crime. Um deles é Lucas Perdomo Duarte Santos, de 20 anos, com quem a adolescente tinha um relacionamento. Os outros são Marcelo Miranda da Cruz Correa, de 18 anos, e Michel Brazil da Silva, de 20. Os dois são suspetios de divulgar as imagens na internet. O quarto é Raphael Assis Duarte Belo, de 41 anos. Ele aparece ao lado da vítima em uma foto. Rafael trabalhou como apoio a operador de câmera nos Estúdios Globo, de onde foi desligado em agosto do ano passado. A polícia não tem a profissão atual dele.

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) classificou o crime como uma barbárie. “É um crime que violenta todas essas mulheres, não apenas essa menina de 16 anos, mas é um crime contra todas nós. Quem tem essas imagens, quem distribui, todos cometem crime”, diz Daniela Gusmão, presidente da comissão OAB-Mulher.
Por O Globo
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Internautas fazem campanha contra estupro nas redes sociais

Foto: Reprodução-Logo após a divulgação do caso de estupro da jovem de 16 anos, uma enxurrada de protestos tomou conta das redes sociais. Numa campanha involuntária, muitos internautas trocaram suas fotos do perfil por imagens com referência ao assunto. A hashtag #Estupro chegou a entrar nos trending topics do país. A adolescente foi violentada no Morro São João, na Praça Seca, na Zona Oeste do Rio, na última sexta-feira.

Uma das fotos divulgadas traz o texto “Eu luto pelo fim da cultura do estupro”. Numa outra imagem, sem texto, há o desenho de uma mulher sendo crucificada num símbolo de Vênus, semi nua, e com sangue escorrendo pelas pernas.

O estupro coletivo foi gravado pelos agressores e divulgado por um deles em sua conta do Twitter, que foi excluída após a repercussão do caso. Junto com o vídeo, também foram postados comentários ironizando a situação. As imagens mostram a menina nua, aparentemente dopada. O rosto de um dos acusados também aparece.
Por O Globo

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Toffoli nega suspensão de regalias mantidas a Eduardo Cunha

Considerando a ação inviável por falta de legitimidade do autor, Toffoli negou mandado de segurança para tirar prerrogativas do peemedebista
 Duas ações pedem o fim das regalias a Cunha (foto: Lula Marques / Agência PT)
Alegando falta de legitimidade do autor da ação, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli negou na noite desta quarta-feira a suspensão das regalias mantidas ao presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O magistrado considerou inviável o mandado de segurança impetrado por um advogado do Movimento Brasil Melhor que pedia que fosse cassado o ato da Mesa Diretora que lhe permitiu manter as prerrogativas do cargo, como uso de residência oficial, segurança, transporte aéreo e terrestre, além da equipe a serviço do gabinete. Outra ação no mesmo sentido, proposta pelo Psol na terça-feira, aguarda julgamento.

Na ação negada por Toffoli, o advogado Mauro Scheer pedia que fosse mantido apenas o salário de Eduardo Cunha. Ele alegou desrespeito aos princípios constitucionais da legalidade e moralidade por parte da Mesa da Câmara. Toffoli, porém, citou precedente no sentido de o cidadão atuar em face uma decisão da Câmara ou Senado em prol do interesse da coletividade. “Nessa perspectiva a participação popular na formação da vontade pública é assegurada de forma indireta – por meio de representantes eleitos pelo voto direto e secreto, ou de forma direta, plebiscito, referendo e iniciativa popular – na qual não sse insere a impetração de mandado de segurança individual”.

Nesta quarta-feira, o Psol protocolou uma reclamação no STF contra a Mesa Diretora pedindo a suspensão dos gastos públicos com o deputado Eduardo Cunha. De acordo com levantamento do partido, os custos da manutenção das prerrogativas do cargo custariam R$ 540 mil aos cofres públicos. O Psol alega que é uma afronta à decisão do STF de suspender o mandato do peemedebista.

Mesmo com a decisão do STF que suspendeu o mandato de Cunha, um ato da Mesa estabeleceu que ele teria direito ao salário de R$ 33.763,00, uso da residência oficial em Brasília, assistência médica, segurança pessoal, carro oficial e transporte aéreo da FAB, além da verba de gabinete e o serviço de 23 secretários parlamentares.
Para o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), Cunha deveria ter direito apenas ao salário parlamentar. “A remuneração de um deputado seria aceitável, razoável, na nossa visão legal e legítima. Tudo o que vai além da remuneração, do subsídio mensal, é demasia, é mordomia, é regalia, é instrumento para descumprir a decisão do Supremo”, afirmou. (Com agências)
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“Acordei e tinham 33 caras em cima de mim”, diz menor que sofreu estupro

“Só quero ir para casa”, disse a menina de 16 anos que foi vítima de estupro coletivo no Morro São João, uma comunidade do Rio de Janeiro e tentou várias vezes fugir do hospital. “Quando acordei tinham 33 caras em cima de mim”.

A menor foi levada nesta quinta-feira (26) para o setor ginecológico do Hospital Maternidade Maria Amélia, anexo ao Souza Aguiar, para fazer exames.

Ao sair do hospital, a jovem, ainda muito abalada, contou que foi dormir na casa do namorado, na última sexta-feira (20), e só acordou no domingo. A vítima passou a madrugada no Instituto Médico Legal e foi ouvida na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), que investiga o caso.

De acordo com o Globo, a polícia já identificou dois dos criminosos, que terão as prisões preventivas pedidas. O Ministério Público informou que está acompanhando o caso e que já recebeu 800 denúncias, pela ouvidoria. A avó da menina, em entrevista à rádio CBN, afirmou que ela teria sofrido um apagão durante os abusos.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Marcelo Freixo (PSOL), acompanha o caso. “A comissão vai acompanhar o caso para garantir todo o atendimento à menina. Ontem (quarta-feira), a acompanhamos para fazer o exame de corpo de delito. Tentamos falar com ela, mas está muito abalada e sem condições de falar. Vamos garantir que ela tenha acompanhamento psicológico”, disse Freixo.

POR Notícias Ao Minuto
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Ativistas realizam beijaço no plenário da Câmara dos Deputados

Em audiência pública realizada na tarde desta terça-feira (24), artistas e ativistas culturais ocuparam o plenário da Câmara dos Deputados, onde estavam presentes os deputados Marcos Feliciano (PSC-SP), Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) e Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

Em homenagem aos deputados homofóbicos, um casal de ativistas realizou um beijaço que foi aplaudido pelo público. Os manifestantes entraram no local com cartazes escrito “Fora Temer”, “Cultura Contra o Golpe no Brasil” e “Temer Golpista”. Confira as fotos e o vídeo divulgados pelo Mídia Ninja:

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AP registra aumento e inscrições no Enem chegam a 65,6 mil candidatos

O Ministério da Educação (MEC) divulgou os dados de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Amapá registrou para 2016 um total de 65.623 candidatos, valor quase 15% maior que o ano passado, quando 55.686 estavam aptos a fazer as provas, que acontecem nos dias 5 e 6 de novembro.

O crescimento dos candidatos no Amapá ficou maior que a média nacional que fechou em 9,42%. Os inscritos em todo o país somaram 9,2 milhões, segundo o MEC.

Na região Norte, o estado ficou na quinta posição em relação ao número de concorrentes, tendo o Pará (471.974) com mais candidatos e Roraima (26.808) com menos concorrentes.

As inscrições para o Enem encerraram no dia 20 de maio, quem se inscreveu tem até às 23h59 desta quarta-feira (25) para pagar o boleto de R$ 68 e ter a participação confirmada. Estudantes do último ano do ensino médio de escolas públicas e candidatos de baixa renda têm isenção da taxa.

Para que serve o Enem
As notas do Enem são exigidas para o candidato que pretende uma bolsa de estudos pelo ProUni ou financiamento estudantil pelo Fies. O Ciência sem Fronteiras é outro programa federal que pede boas notas no exame nacional como critério de seleção.

Outra função do exame é fornecer a certificação do ensino médio. Quem tem no mínimo 18 anos, ainda não concluiu o ensino médio e tiver pontuação mínima de 450 pontos em cada uma das áreas de conhecimento e 500 pontos na redação, recebe a certificação. Neste ano, 17.139 candidatos vão fazer as provas com este objetivo no Amapá

Seleção para universidades
As notas do Enem são usadas para selecionar alunos para as vagas em universidades federais e outras instituições de ensino.

As universidades podem usar o Enem como único método de seleção, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), ou fazer uma combinação entre as notas do Enem e seu vestibular próprio. O Sisu já recebeu a adesão da maioria das universidades e institutos federais e, na última edição, ofereceu mais de 205 mil vagas.

Horários
Os portões dos locais de prova vão ser abertos às 12h e fechados às 13h (horário de Brasília) e as provas vão ter início às 13h30. O tempo extra de meia hora é dedicado aos procedimentos de segurança, bem como para permitir aos participantes presentes entrarem em sala e guardarem os pertences.

Para os alunos sabatistas, a abertura dos portões acontecem às 13h e as provas iniciam às 19h (horário local).

Por G1
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Correção: Aneel aprova reajuste de 3,78% nas tarifas da Cemig

Brasília, 24 – A nota enviada anteriormente continha uma incorreção. O reajuste da EDP Escelsa consiste em uma média de redução de 1,17%, e não em uma média de aumento de 1,17%. Os dados relativos à Cemig estão corretos. Segue texto corrigido:

Os consumidores de energia elétrica da Cemig, de Minas Gerais, terão um reajuste médio de 3,78% em sua conta de luz. Para o consumidor residencial, especificamente, o efeito real será de 4,21%.O aumento foi aprovado nesta terça-feira, 24, pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Consumidores de alta tensão terão reajuste de 2,06%, enquanto aqueles de baixa tensão terão aumento de 4,63%. O reajuste, que tem validade de um ano, passa a valer a partir de 28 de maio.

Segundo o diretor da Aneel, Thiago Correia, os repasses cobrados mensalmente via bandeira tarifária contribuíram para que o aumento da distribuidora não ultrapassasse 16%. “Por conta da aplicação e dos efeitos da bandeira tarifária, o reajuste caiu 12,45%”, comentou.

O deputado Weliton Prado (PMB-MG), presente na audiência pública, protestou contra o reajuste. O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, lembrou, no entanto, que Minas Gerais é um dos Estados com maior incidência de ICMS sobre a conta, o que eleva o preço da energia. No ano passado, o reajuste da Cemig foi de 5,93%.

Espírito Santo

A Aneel também determinou a realização de audiência pública, de 25 de maio a 27 de junho, para definir a revisão tarifária da EDP Escelsa, do Espírito Santo. Os índices propostos são de redução de 1,2% para alta tensão e de 1,15% para baixa tensão. A média de redução é de 1,17%. Depois das audiências, o tema será deliberado pela diretoria da agência.

Agência Estado

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