Coca, Pepsi e Ambev param de vender refrigerante a escola com menores de 12 anos

A Coca-Cola Brasil, a Ambev e a PepsiCo Brasil deixarão de vender refrigerantes às escolas com alunos de até 12 anos ou que tenha a maioria dos alunos nessa faixa de idade. As fabricantes se comprometeram a comercializar nesses locais apenas água mineral, suco com 100% de fruta, água de coco e bebidas lácteas que atendam a critérios nutricionais específicos, mantendo o foco na hidratação e na nutrição

A decisão foi divulgada hoje (22) pelas empresas e valerá a partir de agosto. Em nota, as produtoras informam que consideram a obesidade um “problema complexo” e que reconhecem seu papel de ser parte da solução.

Segundo a nota, “o novo portfólio tem como referência diretrizes de associações internacionais de bebidas. Novos produtos lançados pelas empresas poderão ser incluídos, no futuro, seguindo essas referências”.

Cantinas

Para o ajuste de portfólio, as empresas levaram em conta que nessa faixa etária as crianças não têm maturidade suficiente para tomar decisões de consumo e que, por isso, as fabricantes devem auxiliar a moldar um ambiente que facilite escolhas adequadas.

A política valerá para as cantinas que compram diretamente das fabricantes e de seus distribuidores. Em relação àquelas que se abastecem em outros pontos de venda (supermercados, redes de atacados e adegas, por exemplo) haverá uma ação de sensibilização desses comerciantes, por meio da qual todos serão convidados a seguir a medida.

De acordo com a presidente da Associação de Nutricionistas do Distrito Federal, Simone Rocha, a decisão das fabricantes é positiva e segue articulações nacionais que apontam para a proibição de venda de refrigerantes em escolas públicas e privadas. Em alguns estados, como na Paraíba, já existe uma lei local proibindo a venda do produto em escolas públicas e privadas. Além disso, várias escolas do país já adotam a medida em suas cantinas.

Conforme Simone Rocha, o refrigerante é uma “caloria vazia”, sem nutrientes e, além disso, tem conservantes, corantes e outros componentes que não fazem bem à saúde. “O consumo diário de refrigerante pode levar à obesidade, diminuir a absorção de cálcio e levar ao comprometimento da saúde óssea”, detalhou.

Simone acrescentou que não ter o produto disponível diariamente durante a infância influencia na formação dos hábitos alimentares do adulto.”Se ela não tem acesso, não vai ter aquilo como comum. Vai adotar como algo de momentos festivos. Já se tiver disponível todos os dias, vai tornar natural e pensar que é inofensivo”, concluiu.

* A matéria foi alterada às 16h11 para inclusão de novas informações.

Aline Leal – Repórter da Agência Brasil

Edição: Armando Cardoso

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ME AJUDA-Menina escreve carta à mãe e denuncia pai por estupro.

Uma carta foi a maneira encontrada por uma menina de 12 anos de contar à mãe sobre os estupros sofridos pelo próprio pai, dentro da casa da família. O pedido de socorro foi entregue para policiais militares da Zona Leste de Manaus , e o homem foi preso, em flagrante, na noite de terça-feira (21). No relato, a criança conta que os estupros ocorriam há algum tempo e que já havia escrito uma outra carta para a mãe, mas não teve coragem de entregar. No texto, ela pede ajuda.

O tenente B. Chaves, da 4ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), contou ao G1 que foi abordado pela menina e pela mãe, ambas abaladas. Após ouvir o relato das duas e ler o conteúdo da carta, uma viatura foi até a casa da família e o homem foi preso, em flagrante.

A menina contou à polícia que foi vítima de mais um estupro na tarde de terça e por isso decidiu escrever uma carta para a mãe. “Ela sentia vergonha, tinha medo. Ela pedia perdão porque na cabeça dela estava traindo a própria mãe”, disse o policial.

Relato

No texto, a criança fez um relato de como ocorriam os crimes. A menina não cita quando os estupros tiveram início, mas afirma que eles ocorriam há muito tempo. Ela chega a pedir perdão para a mãe e a dizer que não conseguia impedir os abusos do pai.

“Mãe, me perdoa. Faz um tempo que isso está acontecendo […] hoje isso aconteceu, isso é tão nojento. Mãe, eu nunca teria coragem de dizer para ele parar. Tudo começou quando ele veio com uma história de que queria lutar. Eu queria tirar ele de cima de mim, mas eu não conseguia, depois eu deixei, mas na minha mente eu nunca quis, ele falava para eu não sair, só que me doía muito mas eu sempre deixava. […] Eu não queria olhar na cara dele, mas eu tinha que fingir que estava tudo normal. Eu não queria mais escutar no jornal coisa (sobre) abuso porque me doía muito. Eu já tinha escrito outra carta, só que não tive coragem de entregar. Eu pedi a Deus coragem para entregar essa. Por isso eu ficava com raiva de repente, nem ele nem a senhora me viram chorando, mas eu choro muito”, diz um trecho da carta.

Segundo a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), o homem tem 34 anos, é industriário durante o dia e de noite faz bicos como mototaxista. Na delegacia, o pai negou as acusações da filha.

A menina foi encaminhada para exames no Instituto Médico Legal (IML). O laudo, segundo a assessoria da Polícia Civil, confirmou os abusos.

O pai da criança foi autuado por estupro de vulnerável e deve ser encaminhado à Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa.

Dados

Em Manaus, 1. 283 casos de estupro em menores de 18 anos foram registrados de janeiro de 2014 a maio de 2016. Em 732 deles, as vítimas tinham menos de 11 anos.

Os dados fazem parte de um levantamento feito pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), que apontou ainda o total de 551 registros de estupros com vítimas entre 12 e 17 anos.

Juliana Tuma, titular da Depca, afirmou que grande parte dos estupros são cometidos por alguém da família ou próximo da criança, dificultando que a vítima revele o crime. Ter atenção ao comportamento das crianças contribui para os responsáveis descobrir os casos.

“A própria alteração psicossomática nessa criança vai mostrar algo errado, como introspecção, agressividade, isolamento, tristeza, apatia, alterações no sono . Então, a mãe tem que estar atenta para  alterações de comportamento de seu filho e estabelecer uma relação de confiança com ele para evitar esses casos”, afirma a delegada.
Trechos da carta escrita pela vítima (Foto: Reprodução)

Trechos da carta escrita pela vítima (Foto: Reprodução)
Trechos da carta escrita pela vítima (Foto: Reprodução)

Por: G1
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Anvisa propõe proibir uso de termômetros de mercúrio na saúde

O termômetro de mercúrio pode estar com os dias contados, ao menos para o uso em saúde. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu, nesta segunda-feira (20), uma consulta pública para discutir a proposta de proibição do termômetro com coluna de mercúrio usado para diagnóstico em saúde. O mesmo vale para o esfigmomanômetro de mercúrio, aparelho usado para medir pressão.

O velho termômetro consiste em um tubo de vidro com um pequeno volume de mercúrio dentro. O calor faz o mercúrio dilatar e indicar, em uma escala graduada, a variação da temperatura.

A proposta da Anvisa é proibir a fabricação, importação, venda e uso em serviços de saúde. Caso aprovada, a resolução deve entrar em vigor em janeiro de 2019. A consulta pública ficará aberta durante dois meses.

Tóxico para humanos e meio ambiente
O mercúrio é tóxico para humanos e para o meio ambiente, onde pode se ligar a outros elementos químicos e formar o metilmercúrio, que o torna ainda mais prejudicial.

Segundo o Ministério da Saúde, o metilmercúrio pode prejudicar os rins, fígado e sistema nervoso central, levando a sintomas como perda de coordenação motora, dificuldades na fala e audição, perturbações sensoriais e fraqueza muscular. Em casos mais extremos, pode levar à morte.

Em quantidades tão pequenas quanto a presente em um termômetro, porém, dificilmente causará problemas de saúde, segundo avaliação do Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido.

Os termômetros de mercúrio já foram banidos da União Europeia em 2007, quando a venda foi proibida. Nos Estados Unidos, 13 estados têm leis que impedem a fabricação, venda e distribuição desses instrumentos.

A consulta pública aberta pela Anvisa ficará aberta a partir da próxima segunda-feira (27 até o dia 25 de agosto. A proibição não vale para instrumentos usados em pesquisa, calibração de instrumentos e uso como padrão de referência.
Por G1
termometromercurio
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Fiscalização flagra trabalho escravo e infantil em grife de luxo em SP

Por RICARDO SENRA DA BBC BRASIL –
“Desenvolvemos nossos produtos com o objetivo de atender mulheres que valorizam a sofisticação, o requinte e o conforto sempre com um olhar contemporâneo”, dizem peças publicitárias da marca de roupas femininas Brooksfield Donna.trabalho escravo

Mas uma investigação de fiscais do Ministério do Trabalho sugere que esse objetivo possa estar sendo cumprido com ajuda da exploração de trabalho escravo.

Após inspeção em uma das oficinas subcontratadas pela empresa, em São Paulo, no início de maio, auditores do Programa de Erradicação do Trabalho Escravo, do Ministério do Trabalho e Emprego autuaram a marca por trabalho análogo à escravidão e trabalho infantil, em mais um triste flagrante escondido por trás de catálogos de roupas luxo no Brasil.

Cinco trabalhadores bolivianos —incluindo uma menina de 14 anos— foram encontrados na pequena oficina no bairro de Aricanduva, cuja produção era 100% destinada à marca. Sem carteira assinada ou férias, eles trabalhavam e dormiam com suas famílias em ambientes com cheiro forte, onde os locais em que ficavam os vasos sanitários não tinham porta e camas eram separadas de máquinas de costura por placas de madeira e plástico.

Os salários dos trabalhadores bolivianos dependiam da quantidade de peças produzidas —R$ 6, em média, por roupa costurada. Na cozinha, perto de pilhas de retalhos e muita sujeira, foram encontradas panelas com arroz e macarrão para a alimentação de famílias inteiras.

Procurada pela reportagem, a Via Veneto, proprietária da Brooksfield Donna, negou vínculo com a oficina e afirmou que “não mantém e nunca manteve relações com trabalhadores eventualmente enquadrados em situação análoga a de escravos pela fiscalização do trabalho”.

VÍNCULO

Com valores unitários que podem ultrapassar R$ 500 nas lojas, todas as peças apreendidas tinham etiquetas da Brooksfield Donna. Segundo o Ministério do Trabalho, a empresa se recusou a pagar os direitos trabalhistas dos resgatados —o valor total estimado pelas autoridades, somando os cinco trabalhadores, seria de R$ 17,8 mil.

À BBC Brasil, em nota, o departamento de marketing da Via Veneto afirmou que “a empresa não terceiriza a prestação de serviços e seus fornecedores são empresas certificadas. A empresa cumpre regularmente todas as normas do ordenamento jurídico que lhe são aplicáveis”.

Questionada, a marca se recusou a comentar o flagrante específico do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), as etiquetas e anotações referentes à marca encontradas nas roupas e o fato de toda a produção ser feita com exclusividade para a Brooksfield Donna.

Também preferiu não explicar como funciona sua cadeia de produção, nem a finalidade da subcontratação de oficinas de costura como a encontrada pelos fiscais.

De acordo com o relatório da inspeção do MTE, apresentado com exclusividade à BBC Brasil e à ONG Repórter Brasil, a marca “é inteiramente responsável pela situação encontrada na oficina” e foi considerada “a real empregadora”, responsável “pelos ilícitos trabalhistas constatados”.

Os auditores argumentam que a Via Veneto comanda o processo de “definição do tipo e quantidade de peças desejadas”, estipula os preços de custo e venda e é responsável pela “aprovação das peças-pilotos que serão utilizadas como modelos a serem reproduzidos no corte e na costura”, além dos prazos para entrega e do controle de qualidade, feito por “inspetores de qualidade designados pela Via Veneto”.

Só depois da aprovação pela marca de roupas, segundo o relatório, “é realizado o pagamento à confecção, e por sua vez, o repasse à oficina, e na sequência, o pagamento aos trabalhadores mantidos em informalidade na oficina de costura”.

“Os fornecedores são totalmente dependentes economicamente dela, constituindo-se, na verdade, em meros intermediadores de mão de obra barata e precarizada.”

RESPONSABILIDADE

A adolescente de 14 anos flagrada pelos auditores só se levantou da mesa de trabalho quando percebeu que acabava de perder o “emprego”, contou à BBC Brasil a auditora-fiscal Livia dos Santos Ferreira.

“Mesmo depois de o dono tentar impedir que entrássemos, ela continuou na máquina. Só saiu quando nos viu e subiu para o quarto, bastante assustada”, diz, descrevendo “um ambiente desorganizado, sujo, improvisado, em que qualquer pessoa não gostaria de estar”.

Ela conta que, na maior parte das fiscalizações, os imigrantes encontrados em situação análoga à escravidão viviam na miséria em seus países.

“Eles vêm para o Brasil porque a situação onde estavam é muito ruim”, diz. “Esta é a crueldade da vulnerabilidade social. Muitas vezes o próprio trabalhador não consegue visualizar que o estamos tirando de uma condição de escravidão.”

Segundo o relatório da fiscalização, “apenas com muitas horas de trabalho os trabalhadores imigrantes conseguiriam gerar renda suficiente para garantir as despesas com alimentação e moradia administradas pelo gerente da oficina, além da almejada sobra que, remetida à Bolívia e convertida em moeda local, poderia minimamente prover a subsistência de uma família inteira”.

“Na prática, no modelo adotado naquele núcleo fabril, não há qualquer limitação de jornada, sendo inexistentes os limites, inclusive de espaço físico entre a vida fora e dentro do trabalho”, prosseguem os auditores. “Esta jornada, agravada pelo ritmo intenso, pelo nível de dificuldade, detalhamento e concentração exigidos no trabalho de costura de peças de vestuário, (…) tendo ainda em vista a remuneração por produção, sem limites físicos entre o ambiente produtivo e de vivência, leva os trabalhadores ao esgotamento físico e mental.”

Diante da recusa da Brooksfield Donna em reconhecer o vínculo com a oficina e pagar as verbas trabalhistas e de indenização aos trabalhadores, o Ministério Público do Trabalho instaurou um inquérito civil contra a marca, que deve recorrer.

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IBGE abre seleção para 7,5 mil vagas de agentes de pesquisas.

(Foto Ilustrativa) – A remuneração oferecida mensal será de R$ 1.250,00, mais auxílio-alimentação e auxílio-transporte

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) inicia amanhã as inscrições para o concurso que visa preencher 7.500 vagas distribuídas entre os cargos de Agente de Pesquisas e Mapeamento, que atuarão em 550 municípios nos 26 estados e no Distrito Federal. O instituto também publicou a segunda seleção, com 325 vagas para o Rio de Janeiro. A remuneração oferecida mensal será de R$ 1.250,00, mais auxílio-alimentação e auxílio-transporte, assim como férias e 13º salário, para o cumprimento de jornada semanal de 40 horas.

Os interessados em prestar o concurso do IBGE deverão acessar o site da Fundação Cesgranrio (www.cesgranrio.org.br) e pagar taxa no valor de R$ 30,00. No ato da inscrição, o candidato deverá escolher a localidade onde deseja trabalhar e também onde deseja realizar a prova. O concurso simplificado será composto de prova objetiva, prevista para ser aplicada no dia 4 de setembro, contendo 60 questões sobre temas de língua portuguesa, geografia e raciocínio lógico. Os gabaritos serão divulgados no dia seguinte.

Os serviços serão prestados pelo prazo de até um ano, podendo ser prorrogado, desde que não exceda três anos. O contratado será avaliado mensalmente nos primeiros três meses e nos últimos três meses de contrato temporário. Nos meses intermediários, as avaliações poderão ocorrer mensalmente ou a cada 90 dias. Caso a nota na avaliação de desempenho esteja entre 70 e 75, a avaliação será mensal e; caso a nota seja maior que 75, a próxima avaliação ocorrerá após 90 dias.

O processo seletivo tem validade de dois anos, contados a partir do resultado definitivo, e o IBGE poderá avaliar a necessidade de ser ou não prorrogado.
Por O liberal
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Trio com ordem para matar policiais fogem de cadeia publica no Nortão

Três suspeitos com idade entre 18 e 25 anos fugiram nesta segunda-feira (13) da Cadeia Pública da cidade de Colíder. Eles são de Sinop e tinham ordem para executar dois policiais naquela cidade.

As informações apuradas até o momento dão conta de que os sujeitos serraram as grades da cadeia e conseguiram fugir. Eles tinham sido detidos na sexta-feira passada. Na oportunidade eles estavam em posse de um veículo Honda Civic roubado e também de um facão.Assim que ficaram sabendo da fuga os policiais passaram a realizar rondas na cidade e se depararam com um carro Fiat Uno, recém-roubado, abandonado em uma região de mata localizada cerca de nove quilômetros do centro sentido Nova Canaã do Norte.
As autoridades acreditam que esse crime também foi praticado pelo trio.
A ordem para matar policiais foi encontrada em uma troca de mensagens no aparelho celular dos três suspeitos. Ela dizia que deveriam ser executados dois policiais daquela cidade. Com isso os investigadores passaram a apurar se eles têm alguma ligação com os ataques ordenados de dentro de unidades prisionais de Mato Grosso.

Fonte: Cenário MT
foragidos

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Índios baleados seguem internados e três têm alimentação liberada em MS

Do G1 MS, com informações da TV Morena – Continuam internados os seis índios feridos por tiros durante confronto na terça-feira (14), na fazenda Ivu, em Caarapó, a 264 quilômetros de Campo Grande. Cinco ainda estão no Hospital da Vida, em Dourados, e uma indígena baleada de raspão está na unidade de saúde do município onde houve o conflito.

Dos cinco que estão em Dourados, três passaram por cirurgia. Um dos três teve uma piora no estado de saúde nessa quinta-feira e precisou passar por drenagem no tórax, segundo o hospital. Ele está bem e no quarto.

A alimentação dele e dos outros dois que também tinham passado por cirurgia está liberada. Eles estavam com a dieta restrita devido ao procedimento cirúrgico. Todos estão bem, porém, não há previsão de alta.

O agente de saúde indígena Clodiode Aquileu Rodrigues de Souza, de 26 anos, morreu baleado no confronto. Três policiais que foram à fazenda junto com o Corpo de Bombeiros para fazer o socorro ficaram reféns dos índios, foram feridos e tiveram armas e coletes balísticos tomados.

A Polícia Federal (PF) investiga o confronto. Vídeos feitos pelos indígenas vão ajudar na investigação que tem por objetivo identificar os envolvidos.

Segurança
Por conta do clima de tensão na região, o governo do estado pediu ao Ministério da Justiça a Força Nacional de Segurança Pública. Os policiais começaram a atuar em Caarapó nessa quinta-feira.

Um dos bloqueios da Força Nacional é em uma fazenda vizinha à Ivu, que foi ocupada pelos índios na quarta-feira (15). O maquinário dessa propriedade rural foi retirado após negociação do Ministério Público Federal (MPF) com os indígenas.

De acordo com os produtores rurais, são 16 propriedades ocupadas. O MPF não confirma o número.

Além do MPF, a Comissão dos Direitos Humanos e Minorias, da Câmara dos Deputados, e a Comissão de Assuntos Indígenas, Comissão de Assuntos Agrários e a Comissão de Direitos Humanos, da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso do Sul, também estiveram no local para acompanhar a situação.

Nessa quinta-feira foi velado e enterrado o corpo de Claudione. Ele foi enterrado no mesmo local do conflito porque, segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), a área está na Terra Indígena Dourados-Amambaipeguá. Conforme o órgão, ela é tradicionalmente ocupada e está em estudo para regularização fundiária.

Mortes

Em agosto de 2015, cerca de 80 indígenas ocuparam cinco fazendas vizinhas à aldeia em Antônio João (MS). Durante retomada feita por fazendeiros, os dois grupos entraram em confronto e um indígena foi encontrado morto perto de um córrego, dentro de uma das fazendas.

Em maio de 2013, confronto entre indígenas e policiais durante a reintegração de posse de uma fazenda ocupada em Sidrolândia, a 70 quilômetros de Campo Grande, deixou um índio morto e vários outros feridos.

Por G1/MS
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Iniciativa promove reintegração de ave ameaçada de extinção.

araraProjeto realizará soltura e reintrodução da Ararajuba nas Unidades de Conservação da Região Metropolitana de Belém, abrigando-as assim em seu habitat

Especialistas na conservação da espécie e com experiência em programas de reintrodução de aves da Fundação Lymington, de São Paulo, estiveram no Refúgio de Vida Silvestre (Revis) Metrópole da Amazônia e Parque Estadual do Utinga esta semana para uma visita de campo, acompanhados por uma equipe do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio).

Durante a visita, o diretor e a presidente da Fundação Lymington, William Wittkoff e Linda Wittkoff, respectivamente, e o médico veterinário Andre Saidenberg, fizeram o reconhecimento das áreas para a construção de viveiros para a espécie Ararajuba, uma ave de médio porte, que encontra-se na categoria de vulnerável na lista nacional de animais ameaçados de extinção. O projeto realizará a soltura e reintrodução da espécie nas Unidades de Conservação da Região Metropolitana de Belém, abrigando-as assim em seu habitat natural.

Com o reconhecimento do local, os especialistas se certificam das condições para que se possa respeitar rigorosamente a distribuição geográfica histórica e exigências ambientais dos espécimes a serem liberados, priorizando sempre o bem estar dos animais, assim como devolver a estes, a chance de cumprirem o importante papel que têm na manutenção do equilíbrio ecológico.

Segundo Crisomar Lobato, diretor de Gestão da Biodiversidade do Ideflor-Bio, as aves serão soltas nas Unidades de Conservação Estaduais de Proteção Integral da Região Metropolitana de Belém, sendo que no Parque Estadual do Utinga serão montados os viveiros, além de toda uma infraestrutura de adaptação para as aves.

‘Para que a reintrodução aconteça, devemos determinar as estratégias de soltura, como a adaptação das espécies ao ambiente, treinamento comportamental, número de indivíduos, viveiros de reabilitação e escolhas de melhor pareamento genético em cativeiro para aumento da população’, explicou Nívia Pereira, gerente de Biodiversidade do Ideflor-bio.

As Unidades de conservação são criadas para frear a destruição, com a finalidade de dar proteção aos animais remanescentes no ambiente natural, ajudando assim na recuperação e preservação de espécies altamente ameaçadas para que posteriormente possam retornar ao seu habitat.

Por Agência Pará

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Polícia conclui inquérito de estupro coletivo no Rio com sete indiciados

Por Matheus RodriguesDo G1 Rio-A Polícia Civil divulgou nesta sexta-feira (17), o resultado das perícias do caso da jovem de 16 anos que foi vítima de estupro coletivo no Morro da Barão, na Zona Oeste do Rio. A Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) recebeu todos os laudos periciais, inclusive o do celular de Raí de Souza, de 22 anos, um dos três suspeitos que estão presos pelo crime.

O inquérito foi concluído e sete pessoas pessoas foram indiciadas. Os indiciados por estupro de vulnerável e divulgação de imagens são: Raí de Souza, que gravou e transmitiu o vídeo; Raphael Duarte Belo, que fez uma selfie e transmitiu o vídeo; e um menor conhecido como Perninha – neste caso, o processo será desmembrado e encaminhado para a Vara da Infância e da Juventude, e ele responderá por ato infracional análogo aos crimes.

Por estupro, serão indiciados Moisés Camilo de Lucena, conhecido como Canário, e um dos traficantes do Morro da Barão e Sergio Luiz da Silva, o Da russa, chefe do Morro da Barão. Outros dois serão indiciados por divulgação das imagens: Michel Brasil da Silva e Marcelo Miranda.

O jogador de futebol Lucas Perdomo Duarte, que chegou a ser preso, não vai ser indiciado por nenhum crime, por falta de prova.

“Hoje eu estou trazendo a conclusão do inquérito. É um crime que chocou o Brasil e vai fazer história no país, até pela forma hedionda que ele foi praticado”, afirmou a delegada Cristiana Bento. “A polícia trabalha com prova técnica. Foram sete indiciados neste crime. Por uma perturbação ou trauma pode ter ficado uma falsa memória. Se houver mais, estou apurando peças para eventuais participantes”, acrescentou.

Segundo a delegada, o celular do Raí era uma das principais fontes das investigação. “Raí em seu depoimento ele disse que tinha jogado fora. A gente sabia que era a principal fonte de prova o celular de Rai. A gente tinha que procurar a todo custo. Mais de dois mil perfis de Facebook e Twitter foram investigados”, afirmou.

“Arquivos e imagens encontradas no celular do Rai serão enviadas à Dcod [Delegacia de Combate às drogas] para investigar possível envolvimento com o tráfico de drogas da região”, disse a delegada Cristiana. A análise pericial do aparelho feita pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) e entregue à delegacia nesta quinta-feira (16).

Cristiana Bento afirmou que a pena de estupro de vulnerável é de 15 anos, a produção do material é de oito anos e a transmissão é de seis anos.

Segundo a delegada, a vítima prestou três depoimentos à polícia. “Quando ela foi acolhida pelo programa de proteção, a polícia não entrou mais em contato com ela”. “A gente espera que a pena seja exemplar para que isso não volte a existir”, concluiu Cristiana Bento.

Início das investigações
Segundo o diretor geral das Delegacias Especializadas, Ronaldo Oliveira, o crime foi descoberto pelos policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI).

“Eles fazem uma constância na internet e encontraram um vídeo que era uma barbárie. A partir do momento que foi identificado um crime que precisava de uma investigação mais profunda, foi solicitado uma delegada com uma expertise no assunto”, afirmou Oliveira, sobre a mudança da delegacia na investigação.

Segundo ele, o trabalho do delegado Alessandro Thiers, que iniciou as investigações pela DRCI e foi alvo de muitos questionamento, foi essencial. “O trabalho do Alessandro, apesar de muitos criticarem, foi muito importante para o trabalho da doutora Cristiana. Eles se complementaram”, afirmou Ronaldo Oliveira.

Thiers foi afastado das suas funções na especializada e está de férias. Quando voltar, Ronaldo Oliveira afirmou que ele receberá um “novo desafio”. O seu lugar foi assumido pela delegada Daniela Terra, que antes era titular da 33ª DP (Realengo).

Cronologia dos acontecimentos
De acordo com o que se sabe até agora, a adolescente saiu de um baile funk com Raí, o jogador de futebol Lucas Perdomo, de 20 anos, e mais uma garota às 7h da manhã de sábado, 21 de maio. Na festa, eles teriam feito uso de bebidas alcoólicas, maconha e cheirinho da loló (entorpecente feito com clorofórmio e éter). Os quatro foram a uma casa abandonada da comunidade do Morro do Barão.

Às 10h do mesmo dia, Raí, Lucas e a outra menina decidiram sair do local, deixando para trás a menor, que ainda está sob o efeito de drogas.

Às 11h, a menina teria sido encontrada desacordada pelo traficante Moisés Camilo de Lucena, conhecido como Canário, de 28 anos. O homem pegou a jovem e a levou para outra casa. Ele teria sido o primeiro a estuprá-la.

As investigações apontam que a adolescente foi estuprada, no mínimo, duas vezes: no sábado pela manhã e no domingo, à noite. Os policiais acreditam que o número de envolvidos no crime possa ser maior.

Quando a jovem foi violentada na noite de domingo, Raí chegou em uma casa da comunidade acompanhado de Raphael Duarte Belo, de 41 anos, e de um homem identificado como Jefinho. Neste segundo momento, eles abusaram da adolescente, gravaram vídeos e tiraram fotos.

Por G1

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Execução de cão que latia atrás de viatura gera revolta .

Testemunhas dizem que Bob foi baleado na cabeça por policial militar em viatura que se irritou com latido

Bob tinha 4 anos, vivia cercado de crianças e era um dos mascotes da favela de Heliópolis, a maior de São Paulo. O cachorro não tinha casa nem dono, mas ganhava banho, comida, água e até roupas dos moradores.

Na noite do último sábado (11), Bob brincava perto de duas crianças, de 4 e 7 anos, por volta das 20h, quando correu atrás de um carro da polícia enquanto latia. De acordo com testemunhas do caso ouvidas pela BBC Brasil, que pediram para não ser identificadas, um policial se irritou com a situação, sacou uma arma e fez um disparo fatal na cabeça do cão.

‘A mesma viatura já tinha passado umas três vezes pelo local. Na quarta, um dos policiais sacou a arma de dentro da viatura e deu um tiró só na cabeça dele [Bob]. Foi muita maldade’, disse uma das testemunhas.

O caso revoltou os moradores da favela e ganhou repercussão nas redes sociais. A foto do cão morto, ao lado de um projétil de arma de fogo, se espalhou. Apenas uma das publicações feitas no Facebook teve mais de 800 compartilhamentos. ‘É inacreditável o descontrole de quem mais deveria ter controle! Os ferozes dentes trazem perigo para a guarnição inteira?’, comentou um internauta.

‘Bob irá deixar muita saudade. Acredito que todos que o conheceram têm uma história para contar’, afirmou uma mulher em outra publicação. A Polícia Militar informou que, na noite de sábado, fez patrulhas em áreas próximas a bailes que ocorriam em Heliópolis para ‘prevenir crimes e garantir o sossego da população’. O órgão, porém, disse que ‘não há registro de animais feridos’.

Reprodução
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Manifestação

A indignação dos moradores também se refletiu nas ruas de Heliópolis. As principais vias da região foram bloqueadas em reação à morte do cão, como a estrada das Lágrimas, onde um ônibus foi incendiado. Na avenida Almirante Delamare, moradores viraram caçambas e queimaram lixo para impedir a passagem de veículos.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que os protestos foram motivados pela operação policial contra bailes funk. ‘A Força Tática chegou no local e os suspeitos dispersaram’, disse a Secretaria por meio de nota.

Para isso, a polícia usou bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha, registrados em vídeos gravados pelos próprios moradores. José Renato Varjão, 33, disse ter participado do protesto para cobrar uma punição aos policiais envolvidos no caso. ‘Você já pensou se todo motoqueiro que for alvo de latidos de um cachorro resolver matá-los? O pior é que, logo depois do crime, outros policiais passaram rindo, zombando da morte do Bob’, afirmou.

Bob foi adotado pelos moradores de Heliópolis após a sua dona se mudar para um apartamento. Eles dizem que a mulher afirmou que não haveria espaço para ele na nova casa e deixou o animal na rua.

Richard Wellington da Silva, 23, que costumava alimentar o cachorro, diz que Bob nunca mordeu ninguém. ‘Pelo contrário, ele gostava de todo mundo porque era amado. Uma prova desse carinho foi a quantidade de crianças que choraram em volta dele quando ele morreu’.
Por G1
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