Perícia conclui que agricultor causou acidente que matou 4 pessoas em Terra Nova

(Foto no dia do Acidente.) – Segundo o policial, a conclusão da Politec “bate” com o relato feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), no dia da colisão.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) conclui o laudo sobre o acidente envolvendo uma Toyota Hilux branca e um Fiat Strada, na BR-163, em Terra Nova do Norte (165 quilômetros de Sinop), em março deste ano. No documento, é apontado que o agricultor Sérgio Bacon, 68 anos, que dirigia a caminhonete, invadiu a pista contrária e foi o responsável pela colisão. “Criminalmente não será possível autuar ninguém, uma vez que o agente causador do acidente morreu”, explicou o investigador da Polícia Civil, Aray Fonseca Barbosa.

Segundo o policial, a conclusão da Politec “bate” com o relato feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), no dia da colisão. Agora, o inquérito será concluído e remetido para a Justiça Criminal. Para encerrar as investigações, adiantou Aray, Pamela de Sá, uma das sobreviventes, ainda prestará depoimento. “Nos deslocamos até Peixoto de Azevedo, onde ela reside, mas ficamos sabendo que estava em tratamento em Sinop. Então, vamos aguardar esta conclusão do tratamento médico para, só então, ouvirmos a vítima”.

Além de Sérgio Bacon, o acidente vitimou o engenheiro britânico Anthony Hays, 37 anos, a autônoma Maria Lúcia dos Santos, 54 anos, e a neta dela Emily Eduarda Noleto de Sá, 9 anos. Pamela de Sá teve alta trinta dias após o acidente. Já a irmã dela, Aline Hays, outra sobrevivente, foi ouvida pela polícia, no entanto, não soube dizer o que ocorreu no momento da colisão entre os veículos.

O corpo de Anthony Hays foi levado, de avião, para São Paulo, cremado e as cinzas levadas para a Inglaterra. Maria Lúcia e a neta Emily Eduarda foram sepultadas em Peixoto de Azevedo. Sérgio Bacon foi sepultado em Sorriso.

Três pessoas ficaram feridas no acidente: a esposa de Anthony, Aline, uma criança, filho do casal, a acadêmica Pamela de Sá. O britânico, a esposa e o filho vieram ao Nortão para a festa de formatura de Pamela.

Por Resumo Diario
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Paraense avança no The Voice cantando Calypso

A paraense Nira Duarte escolheu o hit “Pra Te Esquecer”, da banda Calypso, para conquistar o juri do The Voice Brasil e teve sucesso. Três jurados viraram para a cantora, mas foi Carlinhos Brown quem ela escolheu para seguir no programa.

Cláudia Leitte e Michel Teló também viraram para Nira.

Muito emocionada durante a apresentação, a jovem, fã declarada de Joelma, acabou deixando o sapato sair do pé, mas não perdeu a pose e segiu se aprsentando descalça.

Veja a  apresentação de Nira:

Veja a versão original da música “Pra Te Esquecer”:

DOL

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Mega-Sena, concurso 1.868: ninguém acerta e prêmio vai a R$ 42 milhões

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.868 da Mega-Sena, cujo sorteio foi realizado na noite desta quinta-feira (20) em Santos Dumont (MG).
Veja as dezenas: 01 – 05 – 23 – 25 – 28 – 31.
A quina teve 181 apostas ganhadoras e cada uma vai levar R$ 14.723,32. Outras 7.846 apostas acertaram a quadra e vão ganhar R$ 485,21 cada uma.
A estimativa de prêmio do próximo sorteio, a ser realizado na quinta (20), é de R$ 42 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal.
O sorteio extra faz parte do especial “Mega-Semana Sorte” e altera o calendário dos demais sorteios desta semana: o concurso 1.867 foi realizado na terça-feira (18) e o 1.869 será no sábado (22).
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

G1

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Divulgado os locais das provas do Enem 2016

Com um dia de atraso, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou na tarde desta quarta-feira (19) a consulta às informações dos locais de aplicação das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2016, em 5 e 6 de novembro.
O chamado cartão de confirmação, a exemplo do que ocorreu no ano passado, não será impresso. As informações estão disponíveis via aplicativo e site do Enem.
O Inep também avisará a todos os inscritos via SMS e e-mail sobre a disponibilização das informações. Além do aviso, novos lembretes serão encaminhados a cada três dias aos estudantes que ainda não tiverem verificado seus locais de prova. A apresentação do cartão de confirmação no dia da prova não é obrigatória.
No primeiro dia, o exame terá duração de quatro horas e meia e contemplará as disciplinas de ciências humanas e suas tecnologias (história, geografia, filosofia e sociologia) e ciências da natureza e suas tecnologias (química, física e biologia).
Já o segundo dia, com duração de cinco horas e meia, será dedicado a linguagens, códigos e suas tecnologias (língua portuguesa, literatura, língua estrangeira, artes, educação física e tecnologias da informação e comunicação), matemática e suas tecnologias e redação. Nas duas datas, os portões serão abertos às 12h e fechados às 13h (horário de Brasília) -o exame começa às 13h30.

(Folhapress)

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Tribunal libera cobrança de multas por farol baixo apagado em rodovias

Foto: Gabrielo Bilo/ Estadão -O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que atende ao Distrito Federal e outros 13 Estados do Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, liberou a cobrança de multa aos motoristas de carro que trafegarem por rodovias com o farol baixo apagado. A decisão foi proferida pelo desembargador federal Carlos Moreira Alves.

A lei inicial, que entrou em vigor em 8 de julho deste ano, havia sido suspensa por decisão da Justiça Federal de Brasília em 2 de setembro, após ação civil da Associação Nacional de Proteção Mútua aos Proprietários de Veículos Automotores (ADPVAT). A entidade propôs a interrupção na aplicação das penalidades por falta de sinalização nas rodovias, o que poderia confundir os motoristas.

Multas por farol baixo

Multas por farol baixo apagado em rodovias volta a valer no País todo

No entanto, o desembargador declarou que isso não impede que multas sejam infligidas “nas rodovias que possuem sinalização e que as indiquem como tais como as sinalizadas com placas características de identificação de se tratar de rodovia”. Sendo assim, as penalidades não poderão ser aplicadas em vias que não tiverem placas de indicação adequadas.

A finalidade da lei, segundo o Ministério das Cidades, é aumentar a segurança nas rodovias e evitar colisões frontais. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os veículos podem ser avistados a cerca de três quilômetros com as luzes baixas acesas. A multa para o descumprimento dessa regra é R$ 83,15, com a perda de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Anteriormente, caminhões, ônibus e motocicletas já eram obrigados a seguir a regra.
Dirigir sem ligar o farol em rodovias passa a ser proibido; veja dez atitudes que podem gerar multas e você não sabia

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O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) descreve rodovias como vias pavimentadas em trechos rurais, ou seja, fora de áreas urbanas; e estradas são as vias rurais não pavimentadas.

No primeiro mês em que a lei esteve em vigor, 124,1 mil multas foram aplicadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), ou seja, média de 127 multas por hora. Goiás foi o Estado recordista de penalidades, com 14.683, à frente do Paraná, com 12.976, e Minas Gerais, com 12.660 registros. Apenas em São Paulo foram 17.239 autuações e arrecadação de R$ 1,46 milhões.

Em nota divulgada na manhã desta quinta, o Ministério da Cidades e o Denatran, confirmaram o retorno da fiscalização sobre o uso de luz baixa nas rodovias. Contudo, a pasta informa que a aplicação das multas fica condicionada à sinalização “que permite ao motorista identificar que a via se classifica como rodovia, ou seja, aquela prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro”.

“Nos trechos de rodovias que atravessem áreas urbanas, a aplicação da sanção legal somente se mostra possível se a rodovia estiver sinalizada como tal, de forma que os motoristas não tenham dúvida razoável sobre sua caracterização. Nesse último caso, a sinalização, aparentemente, deverá ser mais expressiva”, conclui o ministério.
Por Estadão

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Estiagem na Amazônia pode bater recorde histórico em 2016

El Niño aumenta risco de queimadas na Amazônia  -Foto Divulgação/Doug Morton/Nasa – O ano de 2016 deverá ser mais seco na Amazônia em comparação aos anos de 2005 e 2010, períodos de estiagem severa na região. A conclusão é de pesquisadores da agência espacial americana Nasa (National Aeronautics and Space Administration).

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que vem monitorando a distribuição das chuvas no Brasil, mostra que nos últimos dois anos o volume de chuvas ficou abaixo do normal em quase todo os estados, em especial na Região Amazônica.

O agravamento da falta de chuva é provocado pelo El Niño, fenômeno climático que causa o aquecimento das águas da superfície do Oceano Pacífico. Com isso, a Amazônia está com menos umidade e as árvores se tornam mais vulneráveis às queimadas, que deverão bater recorde nos próximos meses, de acordo com o Inmet.

Os efeitos do El Niño começaram em 2015 e influenciaram o padrão de chuvas em grande parte do Brasil e do mundo. Na Região Amazônica, as precipitações da estação chuvosa, verificadas no último trimestre de 2015, diminuíram cerca de 50% se comparadas à média e continuaram abaixo da média pelo primeiro semestre de 2016, deixando a região ainda mais seca. Esse cenário, de tamanha intensidade de redução das chuvas, não era registrado desde 2002, segundo o Inmet.
Por Agência Brasil
Edição: Carolina Pimentel

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Menino de 13 anos morre enforcado durante jogo transmitido pela internet

A morte de um adolescente neste fim de semana no litoral sul de São Paulo deixou em alerta pais e professores de todo o País sobre uma perigosa brincadeira, disputada principalmente por meninos, transmitida em tempo real pela internet. É o Jogo do Enforcamento, Jogo da Asfixia ou Jogo do Desmaio (traduções para “The Choking Game”), no qual os participantes usam cordas, cintos, lenços ou qualquer outro objeto para cortar o suprimento de oxigênio ao cérebro, desmaiar e, na sequência, acordar em estado de euforia, semelhante o efeito do uso de drogas.

“É um jogo antigo, muito conhecido no exterior. Até hoje, não havia nenhum registro de algo ligado a essa disputa na Baixada Santista”, disse nesta segunda-feira, 17, o delegado titular de São Vicente, Carlos Topfer Schneider, que comanda as investigações sobre o caso.

Gustavo Riveiros Detter, de 13 anos, morador de São Vicente, estava em casa, na noite do último sábado, 15, e enforcou-se no quarto do pai, com uma corda usada para pendurar um saco de areia para treino de boxe. Durante a transmissão online, três adolescentes que participavam do jogo perceberam que o menino não se mexia e alertaram uma prima, que estava no quarto ao lado. A menina encontrou o primo desacordado e chamou imediatamente o tio.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado às 22h40, prestou os primeiros socorros e encaminhou Gustavo ao Hospital Municipal de São Vicente, onde ele permaneceu internado até as 5h30 de domingo, quando foi transferido para o Hospital Ana Costa, em Santos. O menino faleceu por volta das 8 horas.

De acordo com o delegado Carlos Scheiner, três adolescentes que participavam do jogo online com Gustavo já foram identificados, mas como o caso envolve garotos que têm menos de 18 anos, ele não pode apresentar mais detalhes ou a identificação desses meninos. Apesar disso, o delegado faz um alerta sobre a atenção de pais, ou qualquer pessoa responsável, sobre jogos pela internet.

Um tio materno do menino contou à imprensa que vasculhou mensagens no smartphone do sobrinho e também as conversas dele nas redes sociais. “Eles (os adolescentes) propõem a morte das pessoas como se isso fosse um desafio, uma brincadeira, para saber quem consegue resistir mais tempo ao ser estrangulado”, afirmou Marcos Riveiros.

“Os meninos chegaram a dizer que ele ‘brincava mais uma vez de enforcamento’. Como assim, mais uma vez? Isso já aconteceu antes e não deu certo? Quantas tentativas foram feitas?”, comentou o tio do menino.

Gustavo Riveiros Detter foi sepultado no começo da tarde desta segunda-feira, 17, no Memorial Necrópole Ecumênica, em Santos.

Por Estadão/Luiz Alexandre Souza Ventura

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Viagem ao fundo do mar: Rio de Janeiro inaugura o maior aquário da América do Sul

Local será inaugurado em 9 de novembro, na zona portuária

Vanderlei Almeida/AFP (foto: Vanderlei Almeida/AFP )-O esqueleto gigantesco de uma baleia corcunda presa no teto recebe os visitantes do maior aquário da América do Sul, que abrirá suas portas em 9 de novembro em pleno coração da revigorada zona portuária do Rio. A baleia adulta, de 13 metros e 37 toneladas, ficou presa na praia da Macumba, em junho de 2014, provavelmente depois de ser atropelada por um navio porque foi encontrada sem uma nadadeira, explica à AFP o biólogo marinho Marcelo Szpilman, criador da nova atração batizada de AquaRio.

Até agora, a cidade que recebe anualmente cerca de três milhões de turistas estrangeiros e mais de seis milhões de brasileiros, não contava com um aquário, mas esta dívida agora foi paga. Localizado numa área revitalizada pelos Jogos Olímpicos, em um prédio de cinco andares, 26.000 m2 e 4,5 milhões de litros de água salgada – equivalentes a duas piscinas olímpicas -, o AquaRio “quer oferecer ao público uma sensação de imersão total”, enfatiza Szpilman.

A imensidão das águas azuis claro-escuras e uma iluminação tênue fazem com que o visitante se sinta no fundo do mar ao longo dos corredores por onde se sucedem 28 aquários. Os primeiro contém os peixes perigosos, como a arraia elétrica ou peixe-leão.

DORMINDO ENTRE TUBARÕES Mas a atração principal é um túnel de parede acrílica de 20 metros de extensão e dois de largura, que dá a impresão de estarmos imersos em 3,5 milhões de litros de água, a 7 metros de profundidade, em meio a tubarões. “Temos previsto que crianças a partir de seis anos poderão passar a noite aqui com seus pais para experimentar a sensação de estar no fundo do oceano”, diz Szpilman.

O visitante também poderá se divertir criando um “peixe virtual”, que o acompanhará em sua visita pelo aquário. Em todos os tanques haverá telas LED que darão informações sobre as espécies e seu habitat. Em uma primeira etapa, o AquaRio exibirá 3.000 peixes de 350 espécies diferentes, entre os quais cerca de 40 tubarões como o tubarão gata (Ginglymostoma cirratum), que pode ter 4,3 metros e pesar 400 kg. Mas o aquário tem uma capacidade máxima de 8.000 peixes.

(foto: Vanderlei Almeida/AFP )
(foto: Vanderlei Almeida/AFP )

Szpilman enfatiza que 90% dos animais do AquaRio foram capturados na natureza e são os pescados no litoral brasileiro para consumo da população local. Porque o papel do AquaRio é triplo: educar, pesquisar e realizar uma proteção marinha. “Quando você aproxima as pessoas deste universo extraordinário, você desperta nelas o desejo de preservação”, afirma o biólogo, que tomou como modelos os aquários de Lisboa e de Monterey, na Califórnia.

A água do aquário é bombeada no alto-mar à altura da praia de Ipanema através de navios, “porque a da baía do Rio está contaminada de metais pesados”, e depois passa por canalizações e é constantemente vigiada e tratada. Com o tempo, o AquaRio também alojará um museu do surfe, um centro de pesquisa para a reprodução de espécies em cativeiro, especialmente aquelas em vias de extinção, e um centro de mergulho que permitirá nadar entre os tubarões. Algumas espécies como a raia poderão ser tocadas, além disso, em tanques táteis.

Construído em quatro anos com um orçamento de 130 milhões de reais (40,5 milhões de dólares) financiados totalmente pela iniciativa privada, o AquaRio funcionará todos os dias da semana e poderá receber mil pessoas por hora. Em seu primeiro ano, espera receber um milhão de visitantes.

AFP /Agence France-Presse
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Vídeo-Tubarão invade gaiola e quase pega mergulhador

Um vídeo flagra o exato momento em que um enorme tubarão branco invade uma gaiola de proteção em alto mar e, por pouco, não ataca um instrutor de mergulho.
Minutos depois do tubarão romper a gaiola e voltar para o mar, o mergulhador surpreendentemente consegue chegar a superfície ileso.
O animal de 4 metros de comprimento perseguia, na verdade, um pedaço de atum usado como isca para atraí-lo.

https://youtu.be/fVo0d4Vi1E8

As informações são do UOL.

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Caça predatória matou mais de 23 milhões de animais na Amazônia, diz estudo

Foto e informação: Ibama Brasília –A Operação Jaguar, deflagrada ontem pela Polícia Federal e o Ibama, desmantelou organização delituosa que promovia caça de onças pintadas, pardas e pretas no Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Paraná e resultou na prisão de 4 argentinos, 1 paraguaio e 3 brasileiros (um é policial militar do MT) em plena atividade clandestina e de mais outras seis pessoas.

A Operação Jaguar, deflagrada ontem pela Polícia Federal e o Ibama, desmantelou organização delituosa que promovia caça de onças pintadas, pardas e pretas no Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Paraná e resultou na prisão de 4 argentinos, 1 paraguaio e 3 brasileiros (um é policial militar do MT) em plena atividade clandestina e de mais outras seis pessoas. Foto e informação: arquivo Ibama

Um estudo revelou os danos provocados pela caça predatória a animais na Amazônia para obter couro ou pele ao longo do século 20. De acordo com a pesquisa, publicada na revista Science Advances, entre 1904 e 1969, cerca de 23 milhões de mamíferos e répteis selvagens de ao menos 20 espécies foram abatidos por causa de suas peles. Os números apontam que as espécies aquáticas foram as mais impactadas ao longo dos anos. As informações são da agência Ansa.

Segundo os pesquisadores, há dois períodos mais críticos: o primeiro entre as décadas de 1930 e 1940, durante a Segunda Guerra Mundial, quando milhares de colonos chegaram à floresta para explorar a borracha, e o outro, nos anos 1960, por causa da indústria da moda. Os cientistas chegaram a esta conclusão após analisar registros portuários e dados estatísticos de órgãos governamentais.

De acordo com o estudo, mais de 80% dos habitats terrestres permaneceram imunes à caça devido à sua inacessibilidade. No entanto, mais da metade dos habitats aquáticos ficou à mercê dos caçadores, o que fez com que animais aquáticos e semiaquáticos se tornassem os mais impactados pela exploração.

Durante quatro décadas, entre 1930 e 1960, a comercialização dos bichos explorados movimentou cerca de US$ 500 milhões e esvaziou a maioria dos rios da região.

Da agência Ansa / ABr, in EcoDebate, 14/10/2016

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