Rodeio pode; vaquejada, não Lei federal regulamenta rodeio; entenda polêmica sobre vaquejada

Por que a vaquejada foi proibida se o rodeio é permitido?

Vaquejada em Campina Grande (PB): falta de regulamentação atrapalha -Com o veto do STF (Supremo Tribunal Federal) à lei cearense que tornava a vaquejada como prática esportiva e cultural no Estado, os seus defensores se uniram e passaram a pressionar o Congresso para aprovar o projeto de lei que regulamenta e define regras para a atividade.

Mas por que a vaquejada entrou na mira do STF e os rodeios — também questionados por defensores de animais –, ocorrem sem problemas?

A diferença básica é que a prática de rodeios foi regulamentada por duas leis federais em 2002, que estabeleceram regras que minimizam os maus-tratos aos animais. No caso da vaquejada, não há leis desse tipo.

A vaquejada é uma prática onde o vaqueiro, montado no cavalo, precisa segurar o rabo do boi e derrubar o animal na área demarcada. Para isso, outro vaqueiro vai ao lado do animal para evitar que ele fuja para as pontas da pista. Já no rodeio, o montador vence ao se segurar por mais tempo em cima de um boi ou cavalo, que salta para o derrubar.
Demora em criar regras

Segundo o consultor jurídico da Abvaq (Associação Brasileira de Vaquejada) e representante do Nordeste da Associação Brasileira de Criadores de Quarto de Milha (raça de cavalo usada na prática), o advogado Henrique Carvalho, o problema da vaquejada foi que a definição de regras para proteção animal e divulgação ao público demoraram a ocorrer.

“A vaquejada demorou a vir a público mostrar que não há maus-tratos, como já fez o rodeio. Agora é que os meios de comunicação de grande alcance estão chegando, diferente do que houve com o rodeio”, explica, citando que a solução agora é votar o projeto de lei sobre o assunto.

Segundo Carvalho, todas as questões relativas a maus-tratos aos animais foram sanadas. “Resolvemos todos os passivos. Existia, antigamente, uma fratura de cauda do boi, e existe um protetor desenvolvido e patenteado que é usado há dois anos. Esse problema foi solucionado completamente, com 100% de êxito. Outro problema que dizem, e que é mentira, que na vaquejada e no rodeio usava choque no animal. Quando se dá choque no boi, ele fica mais lento, e precisamos que ele corra e, no rodeio, pule. Já em relação à queda do boi, foi resolvido com um colchão de areia de mais de 30 cm, que garante a segurança do animal”, disse.

O advogado explica ainda que os bois usados em rodeio são caros e não sofrem qualquer tipo de ferimento, sob pena de prejuízo aos participantes.

“O boi participa da corrida apenas uma vez na vida, porque após isso ele cria uma habilidade, passa a ter uma destreza que ninguém consegue derrubar. Esses bois maiores, da fase final da vaquejada, vão da prova direto para o abate. Se machucasse, os frigoríficos não receberiam. O custo de um boi desse varia de R$ 2 mil a R$ 4.000, ou seja, ficaria completamente inviável sob a perspectiva econômica”, explica.

Sobre a decisão do STF, Carvalho conta que é necessário ainda esperar a publicação do acórdão e dos votos dos ministros. Por ora, o calendário de vaquejadas segue normalmente.

“A votação foi apertada (6×5), e o que vai atingir as outras vaquejadas não é a decisão, mas sim o motivo pelo qual os ministros votaram. Se julgaram que a lei é ilegal porque causa maus-tratos, transcenderá para todos os Estados. Se isso não ficar específico, se algum ministro votou contra porque a lei não tinha previsão de colchão de areia, do protetor de cauda, aí muda tudo”, conta.
Rodeio dentro da lei
Reinaldo Canato – 28.ago.2015/UOLPeão compete em rodeio na tradicional festa de Barretos (SP)

Já no lado do rodeio, a prática tem regulamentação federal que prevê uma série de regras que garantiriam o bem-estar animal. “São duas leis criadas juntas com a confederação. Entramos com uma solicitação, passou no Congresso, foi para o então presidente Fernando Henrique Cardoso, que a sancionou”, explica Roberto Vidal, presidente da Cnar (Confederação Nacional de Rodeio), que também defende a regulamentação da vaquejada.

Apesar da regulamentação, o rodeio não escapa de decisões de juízes e até de leis municipais que vetam a prática. Isso ocorre com relativa frequência, segundo Vidal. Desde 2013, foram pelo menos 13 decisões derrubadas que vetaram rodeios.

“Eles entram com ações e conseguem essas decisões. Às vezes, o cara é de uma cidade, fala com o promotor, diz um monte de barbaridade, e o MP entra com a ação e o juiz acolhe. Mas temos ido em instâncias superiores e derrubado. Metade ou mais conseguimos derrubar”, explica.

Hoje, o rodeio conta com uma confederação, que tem federações em 16 Estados e 1.800 eventos no Brasil. “Começamos com cinco federações e crescemos. Defendemos que tem de ocorrer, sim, um controle. Sem dúvida, mas com esse parâmetro, não há problemas, como é o nosso caso”, explica.

Com a lei, a confederação criou o “selo verde”, que garante que aquele rodeio está realizando de forma legal e sem maus-tratos. Além da lei, há uma instrução normativa de 2008, do Ministério da Agricultura e Pecuária, e manual de responsabilidade técnica do Conselho Regional de Medicina Veterinária, de 2010.

“Quem garante do bem-estar animal é uma comissão de veterinários. Eles que andam e vão ver uma série de fatores. Existem lendas, por exemplo, de que o rodeio aperta os testículos do boi. Não é verdade”, disse.
Projetos e leis
Eraldo Peres – 25.out.2016/APApoiadores da vaquejada têm pressionado o Congresso pela regulamentação da atividade

Na última terça-feira (1), o Senado aprovou o projeto de lei que eleva a vaquejada e o rodeio à condição de “manifestação cultural nacional”.

Ainda há projetos na Câmara: um projeto de lei e uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que podem definir as regras e regulamentar a vaquejada no Brasil. O tema não é novidade na casa, mas ganhou força com a decisão do STF que considerou a prática inconstitucional.

Em 2014, a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara aprovou um p rojeto de lei do deputado Efraim Filho (DEM-PB) que classifica a vaquejada como “atividade desportiva”. “Sua prática deve respeitar as regras de proteção à saúde e à integridade física dos animais”, diz o projeto, que aguarda votação.

Já a PEC citada é 270/16, que classifica rodeios e vaquejadas patrimônio cultural imaterial brasileiro, de autoria do deputado João Fernando Coutinho (PSB-PE). O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prometeu criar uma comissão especial para analisar a PEC.

Além da lei cearense derrubada, outros Estados têm leis próprias. Na Bahia, há uma lei sancionada em novembro de 2015 regulamentando as vaquejadas. Em setembro também do ano passado, foi a vez de Alagoas aprovar uma lei que transformou a vaquejada em esporte.

Depois da decisão do STF, as assembleias do Rio Grande do Norte e do Piauí tiveram projetos apresentados projetos para tornar a vaquejada patrimônio cultural e regulamentando-a como atividade esportiva. Na Paraíba, houve a instalação da Frente Parlamentar em Defesa da Vaquejada.
Maus-tratos em ambos

Para os defensores de animais, não há muita diferença entre as duas práticas. “É uma prática cruel, não tem nada de tradição, cultura, esporte: é sadismo e tortura animal! E mesmo se for tradição, tem que acabar. A escravidão não era tradição, cultura e não acabou?”, questiona Geuza Leitão, presidente da UIPA (União Internacional de Proteção Animal), que questionou a lei cearense.

Segundo ela, tanto a vaquejada, como o rodeio, submetem a um tratamento cruel os animais, com práticas que não seriam mostradas ao público. “Os rodeios, por exemplo, para o boi pular, é colocado um cinto para apertar a virilha. Na vaquejada, cortam o chifre do animal para não furar o cavalo e o montador. Regulamentar é um erro. Não existem essas práticas sem crueldade aos animais”, disse.

Para a PGR (Procuradoria-Geral da República), a vaquejada deve ser proibida por ser ofensiva aos animais, e por ser dever do Estado protegê-los.

“É ressabido que as vaquejadas traduzem situação notória de maus tratos a animais. A prática é inconstitucional, ainda que realizada em contexto cultural. (…) O fato de a atividade resultar em algum ganho para a economia regional tampouco basta a convalidá-la, em face da necessidade de respeito ao ambiente que permeia toda a atividade econômica”, disse, em parecer na ação do STF que derrubou a lei cearense, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Manifestação a favor das vaquejadas lota Esplanada dos Ministérios

Por Jornal da Paraíba/Folhapress
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Gás de cozinha fica mais caro a partir desta terça-feira

 preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, ficará mais caro a partir desta terça-feira (1º), segundo informou a Petrobras. O aumento se deve a uma nova política de preços do combustível e representará um repasse de até 4% às distribuidoras, dependendo da região e do tipo de contrato.

Empresas que usam tanques de armazenagem da Petrobras para estocar o produto pagarão mais caro, a partir de agora, de acordo com matéria da Folha de S. Paulo.

Os nordestinos devem sentir mais, já que, na região, quase todas as distribuidoras usam a estrutura da petroleira.

Lá, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o botijão de 13 quilos custa, em média, R$ 53,76. A partir de hoje, o valor receberá um adicional de R$ 2,15 por botijão.

Já em São Paulo, o repasse ficará entre 1% e 4%, dependendo do contrato. O preço médio no Estado é de R$ 52,97. O repasse, portanto, ficaria entre R$ 0,53 e R$ 2,12.

Os preços, porém, são livres e as distribuidoras e revendedores adotam suas próprias políticas comerciais. A Associação Brasileira dos Revendedores de GLP criticou a medida.

“O novo aumento foi feito de forma irresponsável, pois não há uma nota sequer com as devidas explicações”, disse o presidente da instituição, Alexandre Borajili.

A Petrobras, por sua vez, afirmou que os novos contratos “refletirão mudanças na composição de preços de logística” do combustível e negou que a nova política seja um reajuste de preços. Segundo suas estimativas, o repasse não ultrapassará R$ 0,20 por botijão de 13 quilos, na média nacional.
Por Noticias ao minuto
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PEC 241 -Incra, nova fase

 Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia na UFRGS
Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia na UFRGS

O noticiário político está tão voltado para questões urgentes – como a aprovação da PEC 241, do teto do gastos públicos, e a reforma da Previdência – que iniciativas importantes terminam por ser relegadas a segundo plano. Nesse caso se encontram mudanças importantes no Plano Nacional de Reforma Agrária que estão sendo implementadas, mostrando outra face do governo Temer. A reforma fiscal tem, aqui, uma contraparte essencialmente social.

O presidente tem dado orientações explícitas a esse aspecto social de sua atuação, enfatizando todo um novo processo de aprimoramento dos instrumentos de obtenção de terras, de titulação dos assentamentos, de novo processo de seleção dos beneficiários e de regularização de terras cultivadas, sem a anuência do Incra. No dizer do presidente desse órgão estatal, Leonardo Góes, “o governo federal busca dar maior segurança jurídica àqueles que têm terra e produzem, além de promover o acesso à terra a quem quer produzir alimentos”.

Em pouco tempo será publicada uma medida provisória (MP) voltada para o equacionamento dessas questões. Ela se caracteriza por seu perfil eminentemente técnico, avesso a problemas de ordem ideológica. Só esse ponto já seria suficiente para definir a nova gestão do Incra.

Em vários momentos das administrações anteriores, com a ressalva da gestão Guedes, esse importante órgão deixou de ser propriamente um órgão de Estado para se tornar um instrumento dos movimentos sociais. Agora a orientação técnica é predominante com um sentido de Estado.

A questão da titulação é, certamente, uma das mais importantes em pauta. Uma particularidade dos assentamentos da reforma agrária, até aqui, consistia no fato de serem tutelados pelos movimentos sociais, que ali fincaram um dos pilares de sua militância e de recrutamento de membros para invasões.

Um assentado é, assim, não só tutelado pelo Estado, mas, principalmente, pelo MST. Não são produtores autônomos, mas objeto de uma política assistencialista, voltada para a criação de uma clientela política. Também não são propriamente agricultores familiares, por não deterem a propriedade de suas terras.

Com a titulação abre-se a possibilidade de se tornarem verdadeiramente agricultores familiares, com melhores condições de obtenção de crédito, de compra de maquinário e de assistência técnica. Um agricultor familiar entra numa relação de mercado, tem melhores condições de trabalho e de educação para seus filhos, vislumbrando-se um futuro melhor.

Contraste-se, por exemplo, a condição dos agricultores familiares no sistema integrado de produção no Sul do País, envolvendo as cadeias produtivas do tabaco (pioneira), de aves e de suínos e se estendendo a outros setores produtivos, com a dos assentados. Uns são prósperos, outros vivem em favelas rurais.

Muitos assentamentos têm agricultores produtivos, que almejam tornar-se familiares, mas se veem impedidos por não poderem adquirir terras de seus vizinhos que não produzem e vivem da assistência estatal. Pelos critérios atuais, ao cultivarem as terras desses seus vizinhos, que podem tê-las cedido mediante um contrato informal de arrendamento ou de compra e venda, eles se encontram em situação irregular. Aliás, ambos estão, por não serem proprietários de suas respectivas terras. São tutelados, não têm liberdade de escolha.

Pela nova MP, porém, poderão regularizar sua situação, aumentando a produção de alimentos, e a terra pode ser cultivada por quem quer realmente produzir. É urgente este novo reordenamento fundiário, corrigindo aquelas anomalias, ainda defendidas por movimentos sociais ideologicamente obtusos.

A nova seleção de beneficiários almeja ser técnica e transparente, deixando de ser um instrumento do MST, que tinha a função de escolher os beneficiários, aumentando assim a sua militância. Várias denúncias, aliás, têm aparecido envolvendo pessoas que já são proprietárias, funcionários públicos, militantes, etc.

Incra. Chegou a impedir novos assentamentos para que essas anomalias fossem devidamente corrigidas. O descalabro era enorme, produzido, principalmente, pelo viés ideológico e político-partidário que presidia o processo seletivo. Haverá, agora, um papel mais importante das prefeituras e, sobretudo, maior divulgação de todo esse processo.

Outro ponto diz respeito à obtenção de terras para a regularização fundiária, por exemplo, na Amazônia Legal, ou para os assentamentos da reforma agrária. Há a necessidade de acelerar os trâmites administrativos, para tudo se resolver o mais rapidamente possível.

Imagine-se a situação de um proprietário que tem a sua terra invadida enquanto decisões judiciais de reintegração de posse não são cumpridas. O Pará é um Estado que vive enorme crise, numa situação que poderíamos designar como terra sem lei.

Um tal mecanismo de obtenção de terras, a preços vigentes e com pagamento em dinheiro – e não necessariamente mediante Títulos da Dívida Agrária –, seria um instrumento que poderia facilitar o equacionamento de tais conflitos, além, evidentemente, de maior respeito à lei, não seguida em vários Estados do País. Seriam compras nas condições de uma economia de mercado.

O campo brasileiro foi, nos governos petistas, um terreno privilegiado de conflitos, como se tivéssemos aqui uma “luta de classes” que terminaria com a vitória “revolucionária” dos ditos “movimentos sociais”. O setor rural, a despeito dos ideólogos esquerdistas, foi, porém, objeto de uma verdadeira reforma, que tornou o Brasil um dos maiores produtores mundiais de alimentos.

A realidade mudou completamente nas últimas décadas. Cabe, agora, uma nova legislação e uma nova política que reflitam e deem conta desta nova situação. O caminho abre-se à pacificação nacional.
– Opinião – Estadão
*Professor de filosofia na UFRGS; e-mail: denisrosenfield@terra.com.br

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Casal é flagrado fazendo sexo em Câmara de Vereadores

Um casal foi flagrado fazendo sexo na Câmara de Vereadores de Guarulhos, na Grande São Paulo, ocupada desde o dia 20 por manifestantes, segundo o G1. O presidente da Câmara, vereador professor Jesus Roque Freitas (DEM), disse que tomou conhecimento das imagens, mas não viu o vídeo, gravado na última quinta (27).

O político também garantiu que entrou com um pedido para a reintegração de posse da Câmara, na 1ª Vara da Fazenda Pública de Guarulhos. A Câmara de Guarulhos está ocupada por cerca de 50 estudantes secundaristas e universitários em protesto contra a PEC 241, que foi aprovada na Câmara dos Deputados em Brasília.

Fonte: Bocao News

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No Brasil – Alunos poderão malhar sem roupa em academia

(Foto: Reprodução) – Já imaginou ir para uma academia e malhar sem roupa? Não? Pois é, essa novidade em breve estará no Brasil. Trata-se da rede “Academy Freestyle”, rede será inaugurada na rua Frei Caneca, em São Paulo, segundo informações do site Viralizando na Net.

No local não será permitido fazer fotos e vídeos, como forma de preservar os alunos, já que todos estarão sem roupa. A mensalidade inicial será de 130 reais por mês.

Segundo a publicação, por enquanto, não há informações sobre a implantação em outras cidades.
academia-29-10-2016-17-47-18
(DOL com informações site Viralizando na Net)
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Pesquisadores desenvolvem anticoncepcional injetável para homens

Enquanto as mulheres podem escolher as formas de evitar uma gestação, os contraceptivos masculinos se registrem aos preservativos e à vasectomia. Mas, segundo um estudo publicado no “Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism”, é possível desenvolver um anticoncepcional masculino injetável.
O contraceptivo foi desenvolvido e testado por um braço da Organização Mundial de Saúde e pela Faculdade de Medicina Oriental da Virginia, nos Estados Unidos. Um estudo de um ano foi realizado em dez centros em sete países, incluindo os EUA, Austrália, Indonésia, Chile, Alemanha e Índia.
A pesquisa foi realizada com 320 homens com idades entre 18 e 45 anos, que estavam em relações monogâmicas por pelo menos um ano – e cujas parceiras concordaram em participar. A contagem de esperma dos homens foi verificada no início do estudo, para garantir que os índices estavam normais.
Eles receberam duas injeções de hormônios (progesterona e uma forma de testosterona) a cada oito semanas, e foram monitorados por até seis meses. Durante este tempo, os casais foram instruídos para usar os outros métodos de controle de natalidade não hormonais.
O fármaco suprimiu a produção de esperma até o ponto onde a gravidez é improvável, deixando a contagem de esperma em menos de um milhão. As injeções, segundo os especialistas, precisariam ser tomadas a cada dois meses para manter a eficácia.
Risco de depressão e distúrbio de humor
Os pesquisadores ainda estão a trabalhando para aperfeiçoar a combinação de contraceptivos hormonais e reduzir o risco de efeitos secundários como depressão e outros distúrbios de humor.
Os homens relataram outros efeitos colaterais, incluindo dor no local da injeção, dor muscular, aumento da libido e acne. Vinte homens abandonaram o estudo por conta dos efeitos.
Apesar dos efeitos adversos, mais de 75% dos participantes relataram estar dispostos a utilizar este método de contracepção.
Para o médico Mário Philip Reyes Festin, da Organização Mundial da Saúde, em Genebra, Suíça, e um dos responsáveis pela pesquisa, o método é eficaz, mas ainda precisa de mais estudos para encontrar o equilíbrio entre a eficácia e a segurança.

  Getty Images/iStockphoto

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FPM cresce no terceiro repasse de outubro com a repatriação

Após meses de espera, gestores municipais recebem recursos da repatriação. Com e verba, o terceiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de outubro será R$ 2.042.577.444,00 – já com o abatimento do montante destinado o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Sem essa retenção, a cifra ser distribuída com todas as Prefeituras do país, valores brutos, chega a R$ 2.553.221.805,00.

De acordo com levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), em comparação com o mesmo repasse de 2015, o ultimo decêndio de outubro apresenta crescimento de27,5%,em termos nominais. Mas, esse crescimento é um reflexo do adicional de R$ 332.377.717,02 da arrecadação de Imposto de Renda (IR) prevista na Lei de Repatriação.  O valor da repatriação foi divulgado pela Receita Federal, por meio de comunicado.

Mesmo com o repasse desses recursos, segundo a entidade municipalista, quando se considera os efeitos da inflação, o decêndio apresenta crescimento bem menor, de 18,5% em termos reais. Ao somar os três repasses do mês, o Fundo será de R$ 6,256 bilhões, o que mostra crescimento de 13%, em relação a outubro do ano passado, quando os Municípios receberam R$ 5,533 bilhões.

Do início do ano pra cá, o FPM soma nominalmente R$ 68,942 bilhões. Nesse mesmo período de 2015, haviam sido repassados R$ 66,929 bilhões as Prefeituras. Um crescimento de 3,01%, conforme indica dados da CNM. No entanto, quando se considerado o impacto inflacionário, o acumulado do Fundo em 2016 apresenta redução de 5,83%, de acordo com o mesmo período do ano anterior.

“É importante frisar que no montante acumulado no ano não estão incluídos os valores do 0,5% de 2015 e o 0,75% de 2016, decorrente da Emenda Constitucional 84/2014, que foi uma conquista da Confederação Nacional de Municípios (CNM)”, destaca o levantamento divulgado pela entidade nesta quinta-feira, 27 de outubro.

Por Jornal Folha do Progresso com informações APPM

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Indígena será indenizada em R$ 10 mil por ser impedida de fazer o Enem

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) foi condenado a pagar indenização de R$ 10 mil, com juros e correção, a uma indígena impedida de realizar provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em 2011. Ela teve o acesso à sala das provas negado pelos fiscais porque o documento de identidade expedido pela Fundação Nacional do Índio (Funai), com o qual havia se inscrito, foi considerado inválido. As informações são do portal do Ministério Público Federal.
Sobre esse documento “paira a fé pública, ou seja, presume-se que seu conteúdo é verdadeiro”, sustentou a Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR3), ao rebater a alegação do Inep de que a carteira de identidade indígena não substitui o registro civil oficial. A 3ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF3) acolheu esse entendimento e rejeitou a apelação do Inep, reiterando a sentença de condenação.
“A indenização por dano moral tem como objetivo a justa reparação em virtude de dor ou sofrimento, bem como desestimular e punir a prática da conduta como essa”, afirmou o procurador regional da República Sérgio Fernando das Neves. “Ao negar validade a documento regularmente emitido pela Funai, o Inep investiu contra a dignidade da indígena naquilo que ela tem de mais característico, sua própria condição de indígena, o que vai de encontro ao dever constitucional da União de tutelar os bens dos índios”, reforçou o acórdão (decisão) da 3ª Turma do TRF3.
O pedido de realização de novo exame para a indígena não foi deferido pela justiça. A primeira instância entendeu que “tal medida prejudicaria todos os demais candidatos, que, considerando a data do exame, já estão em período avançado do curso universitário”. Além disso, considerou-se que foram aplicados novos exames em anos posteriores, o que proporcionou novas oportunidades para fazer as provas.

Notícias ao Minuto

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Por que algumas pessoas acordam sempre de mau humor?

Você, a pessoa que dorme na mesma cama, um familiar ou colega de casa acorda sempre de mau humor? Não há um único dia que acordem com um sorriso no rosto? Existe uma razão para isso, segundo a ciência.
Acordar com a mente confusa, com sono e com pouca vontade de falar antes de tomar um banho, o café da manhã e uma xícara de café é algo que acontece com muitas pessoas todas manhãs. Segundo a ciência, este estado ‘atordoado’ ocorre porque ainda estamos num estado de transição do sono para a vigília.
“Enquanto dormimos, certas estruturas do nosso cérebro param de funcionar e acordar supõe a retomada das atividades dessas estruturas. Este processo é progressivo e o período de tempo que demoramos a ativar essas estruturas é o que chamamos de inércia do sono”, explica Amanda Santana, neuropsicóloga do Instituto Superior de Estudos Psicológicos, ao El País.
Mas não é normal acordar todos os dias com mau humor e uma irritabilidade que dura horas. Álex Ferré, médico especialista em distúrbios do sono, conta que “acordar mal humorado é um sintoma de que algo não está bem. Por trás disto pode estar um transtorno do sono, mas o mais normal é que aconteça porque se dorme pouco, e na hora de acordar o cérebro estressa-se porque quer dormir mais, o que gera o mau humor.” E destaca: “Não se trata apenas de dormir as sete ou oito horas recomendadas, mas de dormir bem.”

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Homem trai esposa e é denunciado por papagaio

Uma esposa descobriu a traição do marido com a empregada doméstica de uma forma inusitada. Ele foi “denunciado” pelo papagaio.  O animal reproduzia os diálogos apaixonados do casal de amantes para a mulher traída. O caso aconteceu na província de Hawalli, no Kuwait. As informações foram publicadas no portal Último Segundo.
A mulher já desconfiava da traição do marido há algumas semanas. A suspeita aumentou quando ela percebeu que o marido ficava nervoso quando ela chegava mais cedo do trabalho sem avisá-lo.
A mulher traída ficou ainda mais desconfiada quando o papagaio começou reproduzir frases de amor. O problema é que, segundo ela, o marido não a tratava de maneira carinhosa há algum tempo, o que reforçou as suspeitas de que algo etava errado.
Com isso, a esposa chegou à conclusão de que a amante era a empregada doméstica, que ficava em casa com o marido enquanto ela trabalhava.
No Kuwait, o adultério é crime, passível de reclusão. Com isso, a esposa chegou a chamar a polícia para denunciar o caso. Porém, a justiça sinalizou que o papagaio não poderia ser aceito como prova do crime.

(Com informações do portal Último Segundo)

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